out
08

Postado em 08-10-2018 00:17

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 08-10-2018 00:17

Os ecos bolivarianos de Hamilton Mourão

 

O relato tem se repetido em quase todos os países onde a apuração das urnas trouxe coisas desagradáveis. Seja na eleição de Trump ou no Brexit [a saída do Reino Unido da União Europeia], sempre está ali a grande massa dos chamados perdedores da globalização, trabalhadores empobrecidos e raivosos, com pouca formação, vítimas propícias para qualquer caudilho demagogo. Pouco ou nada disso tem a ver com o movimento que pode colocar na Presidência do sétimo país mais populoso do planeta Jair Bolsonaro, um ex-capitão e paraquedista amante do Governo militar, da tortura e das execuções policiais; machista e racista, além de profundamente ignorante sobre qualquer assunto que não inclua a exibição de testosterona.

Desafiada a responder às mazelas, a elite escolhe tiro, porrada e bomba.” Quem deu esse título a um artigo da Folha de S. Paulo não foi nenhum furioso da esquerda, e sim Reinaldo Azevedo, um dos nomes mais importantes da direita liberal brasileira. Prova disso é a Bolsa, que estoura champanhe após cada pesquisa favorável a Bolsonaro. Ninguém ganha eleição sem penetrar em todas as camadas sociais, é claro, mas as cifras do instituto de pesquisas Datafolha são inequívocas. Entre os brasileiros com ensino superior, o apoio ao ex-capitão supera 40%, contra 20% dos que não concluíram o ensino fundamental. Sua intenção de voto entre os pobres – os que vivem com uma renda familiar mensal de até dois salários mínimos (1.908 reais) – é também de 20%. Já o respaldo entre as classes média e alta chega a 50%. Bolsonaro tem 42% das intenções de voto entre o eleitorado masculino e 28% entre o feminino.

Até alguns meses atrás, o mundo do dinheiro ainda via o candidato do Partido Social Liberal (PSL) com desconfiança. Não tanto por ele dizer que os direitos humanos são “esterco”, mas por sua concepção estatal da economia. Como esses princípios não agradavam, ele trouxe outros: contratou o ultraliberal Paulo Guedes para ser seu guru na área econômica – e todos os temores desapareceram. Basta ver a avalanche de pronunciamentos a favor dele por parte das grandes empresas, que já não escondem sua entrega ao macho alfa que promete limpar o Brasil de assassinos e ladrões. Assim acabou a revolta que em 2016, com a liderança dos setores sociais mais abastados, conseguiu tirar do Governo, após 14 anos, um Partido dos Trabalhadores (PT) assediado pela crise econômica e a corrupção.

Para a elite brasileira, o verdadeiro perigo não é Bolsonaro, mas o PT. Isso embora o partido de Lula nunca tenha mexido na tributação das grandes rendas nem nacionalizado uma empresa. Apesar de ter destinado amplos recursos para ajudar grandes companhias privadas. E apesar de que, embora milhões de pessoas tenham saído da pobreza, os ricos tenham ficado ainda mais ricos durante seus mandatos. Boa parte dos brasileiros está convencida de que o programa oculto do PT é transformar o país numa nova Venezuela. Enquanto isso, os únicos ecos bolivarianos que se ouvem, em versão extrema-direita, provêm do candidato a vice de Bolsonaro. Tão ou mais macho que seu chefe, o general da reserva Antônio Hamilton Mourão especula abertamente com o cenário de um autogolpe presidencial e lança a ideia de uma nova Constituição redigida por uma “comissão de notáveis”, sem representantes populares. Palavrório puro, dizem muitos dos entregues à causa. A autêntica ameaça é encarnada pelo PT. E, se for preciso, deve ser freada na base da “porrada”.

out
08

Postado em 08-10-2018 00:14

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 08-10-2018 00:14

Da Tribuna da Bahia, Salvador

 

Foto: Reprodução


O governador da Bahia, Rui Costa (PT), garantiu matematicamente a reeleição. Com 70,82% das urnas apuradas, ele contabilizava 75,78% dos votos e governará o Estado por mais quatro anos. Seu principal adversário, o ex-prefeito de Feira de Santana José Ronaldo (DEM), tem até então 21,88% dos votos válidos e já não pode, matematicamente, virar a eleição. A vitória é a quarta seguida do PT na Bahia e consolida o espólio do partido no Estado, que governa há 11 anos.

Em terceiro lugar, com 0,72%, ficou o candidato do PSOL Marcos Mendes, seguido de João Henrique Carneiro (PRTB), com 0,58%, João Santana (MDB), com 0,51%, Célia Sacramento (Rede), 0,49%, e Orlando Andrade, 0,04%.

Brancos somam 3,91% dos votos e nulos 14,36%

Rui Costa é economista e ex-sindicalista. Foi secretário de governo do ex-governador Jaques Wagner, quando cuidava da articulação política e se cacifou para disputar a sucessão do padrinho político. Petista de origem, mas de perfil mais conservador, o governador tem posições divergentes do partido em áreas como a segurança pública, na qual ele defende, por exemplo, endurecimento de penas para criminosos.

Ainda assim, seu governo ostenta altos índices de violência, com taxa de homicídios recorde. No episódio mais polêmico de sua gestão, defendeu policiais militares após uma chacina que matou 12 jovens em um bairro periférico de Salvador. Virou alvo da militância do PT e de movimentos de defesa dos direitos humanos, mas ganhou a confiança da classe média, onde avançou nas pesquisas de intenção de voto, segundo o Ibope.

Com cerca de 10 milhões de eleitores, a Bahia é o quarto maior colégio eleitoral do País. Com economia estruturada principalmente pela agricultura, no interior, e pelos serviços, na capital, o Estado tem como principais desafios para o próximo governante os índices de segurança e da educação, área onde ostenta o pior Ideb do País.

out
08

Postado em 08-10-2018 00:13

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Resultado de imagem para Janaina Paschoal a deputadamais votada do Pais

 DO BLOG BAHIA EM PAUTA

Janaina é deputada estadual mais votada da história

 

À semelhança de Eduardo Bolsonaro, recordista de votação para a Câmara, Janaina Paschoal é oficialmente a deputada estadual mais votada da história do país, registra a Folha.

Com 98,29 das urnas apuradas em São Paulo, a coautora do pedido de impeachment de Dilma Rousseff tinha 2.031.829 votos para a Alesp.

Ela superou inclusive a votação de Eduardo, que a essa altura da apuração estava com 1.814.443 votos para a Câmara.

out
08

Postado em 08-10-2018 00:06

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Nani, no site

 

out
08

Postado em 08-10-2018 00:03

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DO PORTAL TERRA BRASIL

  • Tânia Monteiro

 

Pouco antes de embarcar para o Rio de Janeiro, onde vai se reunir com o candidato do PSL ao Palácio do Planalto nas eleições 2018, Jair Bolsonaro, o general Hamilton Mourão disse que “estava brincando” quando falou no sábado em “branqueamento da raça”, se referindo a seu neto, e desabafou: “Fui um idiota”.

Hamilton Mourão vota em Brasília 07/10/2018 REUTERS/Adriano Machado
Hamilton Mourão vota em Brasília 07/10/2018 REUTERS/Adriano Machado

Foto: Adriano Machado / Reuters

Mourão afirmou não ser “inimigo da imprensa” e que “podem bater à vontade porque a carcaça é boa”. O general defendeu mudanças no sistema eleitoral porque “os partidos são muito fracos” e disse que já houve debandada da base dos demais candidatos para Bolsonaro.

Ao falar das urnas, o general Mourão declarou: “Se não confiar nisso aí, acabou o Brasil”. E emendou: “Vamos confiar no resultado que sair porque nós vamos vencer”.

Questionado se estava certo de que a eleição acabaria no primeiro turno, ele foi mais comedido: “Tem de ter cautela. Cautela e canja de galinha não faz mal a ninguém, mas, pelo que a gente vê, é primeiro turno que vai acontecer. Vocês têm de andar mais pelo Brasil porque o Brasil não é entre Copabacana e o Jardim Botânico”. Para Mourão, “tem problemas na urnas , umas panes, às vezes não aparece a foto, mas está tudo bem”.

Na rápida entrevista no aeroporto de Brasília, Mourão reiterou o que Bolsonaro já disse em torno da base eleitoral que acredita que poderá ter no Congresso, caso vença as eleições, de cerca de 350 parlamentares, lembrando que “ela já desembarcou” dos outros candidatos.

Em seguida, defendeu “mudanças no atual sistema partidário”, após ressaltar que “os nossos partidos são muito fracos e não nos representam mais”. Ao se referir à base, ele citou que esse numero é composto por exemplo, pela bancada agropecuária, os evangélicos e os que representam as polícias. Para ele, a composição será mais em torno de nomes e não de partidos.

“Meu neto é bonito. Branqueamento da raça”

No sábado, depois de uma rápida entrevista no aeroporto, Mourão apontou para um adolescente que o esperava no saguão, acompanhando a comitiva familiar, e disparou: “Meu neto é um cara bonito, viu ali? Branqueamento da raça.”

Neste domingo, com outro tom, o general afirmou que não queria falar disso e que não tinha nada a esclarecer porque ele “vocês sabem que foi uma brincadeira e as pessoas levam para outro lado”.

E desabafou: “Fui idiota. Porque eu brinco e as pessoas não entendem o que é uma brincadeira. Eu sou um cara sincero. Vocês têm de entender isso”. Perguntado se ia mudar seu jeito por causa da campanha, ele respondeu: “Não. Jamais vou mudar meu jeito. Eu tenho de ser o que eu sou. Eu tenho 65 anos de idade, seu eu mudar, é horroroso. Meus filhos se preocupam comigo, mas eu já disse a eles: é o meu jeito. “

O general Mourão disse que ao desembarcar no Rio pretende ir direto para a casa de Bolsonaro esperar o resultado das eleições no primeiro turno. Ele ecredita que ao final da apuração deve haver uma fala de Bolsonaro, seja com fechamento do primeiro no primeiro turno ou não, ressalvando que seriam falas diferentes. Comentou ainda que tinha falado com o deputado pelo telefone e que ele o estava esperando, “animado e tranquilo”. Para ele, “se tiver segundo turno, é uma forma de trabalho, se não, é começar a tocar o governo”. Sobre a possibilidade de nomes para compor o ministério caso a disputa acabe hoje ele desconversou, salientando que “é muito cedo prá isso”. e completou: “Vamos aguardar. Uma coisa de cada vez”.

Resultado de imagem para Farol de Itapuã Salvador

Farol de Itapuã
 CRÔNICA
Velhos tempos
 
Gilson Nogueira

Os pés na areia, que gemia ao ser pisada, e uma sombra com jeito de abraço de mãe, na ponta da cidade que, apesar de todos os assaltantes circulando pelos seus quatro cantos, continua transpirando paz sob as bênçãos  do Nosso Senhor do Bonfim.

Estou, agora, embaixo de um azul infinito que só a Cidade da Bahia tem. Visto-me de antigamente e, de peito nu, tento queimar a pele na janela de casa. Dela, avisto nuvens distantes sobre a área onde está localizado o Farol de Itapuã. O carro do ovo quebra o silêncio, para faturar o pão de cada dia. Sigo nos caminhos da saudade. Perco-me entre as setas da memória indicando-me a barraca de Galo. Isso!  Lá,  algumas vezes, com o amigo Meirelles,  consagrado artista baiano que encantou Ipanema com seus entalhes de casinhas coloniais, vi a vida passar sem pressa, como se morasse na praia. O lugar tinha cheiro de mato verde, de pitangueira, de cajueiro, de coqueiros carregados sem ninguém a escalá-los com a fúria dos dias atuais, sob a vigilância do farol. Não jogávamos conversa fora. Pelo contrário, bebíamos a geladinha criando palavras. E Galo não tinha pressa em fechar o ponto. Participava. Sorria, mesmo em silêncio.

Nas tardes de sábado, quando lá não estávamos,  batendo o ponto, o baba em Piatã era certo como dois e dois são quatro. Os bons de bola da Turma de Nazaré faziam os turistas e locais ficarem boquiabertos com a categoria da rapaziada. Do goleiro ao ponta-esquerda, na areia dura, todos os 20 jogadores vibravam ao som das ondas preguiçosas até o sol nos dizer que, em Nazaré, na volta, havia uma comemoração pelo resultado. No placar, 10 x 0 para a amizade. Não havia juiz. Não havia briga. E um grito de gol, por mais simples que fosse a jogada, fazia eco com a programação da galera em encontrar-se na lanchonete de Dona Arlinda, depois do namoro, para o seja o que Deus quiser no mundo da boemia juvenil. Belos dias, cantaria o Rei, agora, se houvesse participado daquela festa de vida. Salvador era nossa!
Gilson Nogueira, jornalista, é colaborador da primeira hora do Bahia em Pauta

“How can i go on”, Montserrat Caballé e Freddie Mercury. Dá vontade de aplaudir de pé e, ao mesmo tem, chorar a perda tão grandiosa e insubstituível. R.I.P.

BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares)

out
07

No Ibope, o candidato do PSL tem 41%. Para vencer no primeiro turno, é preciso ter mais de 50% dos votos válidos

Datafolha: Bolsonaro tem 40% dos votos válidos e Haddad marca 25%. Ciro tem 15%

 
  • O candidato do PSL à presidência da República, Jair Bolsonaro, manteve a liderança nas pesquisas divulgadas na noite deste sábado, às vésperas do primeiro turno. No Datafolha o capitão marcou 40% dos votos válidos (excluídos brancos, nulos e eleitores indecisos), oscilando um ponto para cima, e Fernando Haddad (PT) se manteve com 25%. Já no levantamento Ibope, Bolsonaro cresceu três pontos e chegou a 41%, ante 25% de Fernando Haddad (PT), que perdeu três pontos. O pedetista Ciro Gomes ficou com 15% no Datafolha e 13% no Ibope. A margem de erro das duas pesquisas é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Para vencer a corrida ainda no primeiro turno, Bolsonaro precisa alcançar mais de 50% do total de votos válidos, o que ainda é considerado improvável.

O diretor-geral do Datafolha, Mauro Paulino, falou à Folha após a divulgação dos números, e afirmou que “o resultado aponta para quase certeza de segundo turno entre Bolsonaro e Haddad com alguma chance de Ciro ter alguma reação no dia da eleição, mas muito dificilmente o suficiente para alcançar Haddad”.

A equipe de campanha do capitão se esforçou nas últimas semanas para tentar vencer o pleito ainda no primeiro turno, tendo em vista que ele tem tem a maior rejeição dentre todos os candidatos: 44% no Datafolha e 43% no Ibope, ante 41% e 36% de Haddad. Neste cenário altamente polarizado, as pesquisas registram que Bolsonaro deve ter pela frente um páreo duro contra qualquer um de seus prováveis rivais. Todas as simulações de segundo turno feitas envolvendo ele, Haddad e Ciro registram empates técnicos. Pelo Datafolha, o capitão e o petista tem 45% e 43% das intenções de voto, respectivamente. No Ibope o candidato do PSL aparece à frente de Haddad: 52% a 48%. Já Ciro Gomes aparece à frente de Bolsonaro nos dois levantamentos: 47% a 43% e 52% a 48%.  

Durante a última semana o pedetista chegou a mobilizar parte de sua militância nas redes sociais com a campanha #viraviraciro, apelando justamente para seu melhor desempenho ante o capitão na reta final do pleito. A hashtag chegou a ser o assunto mais comentado no twitter por algumas horas. Mesmo nos debates, Ciro tentou se colocar para o eleitorado como uma opção à polarização entre PT e PSL, afirmando que ambos os rivais teriam dificuldades para governar e “unir o país”.

Já Haddad apostou em uma carta “ao povo brasileiro”, divulgada em suas redes sociais, onde afirma que “a maioria do povo brasileiro rejeita o projeto de intolerância e do fim de direitos do povo”, uma menção velada a Bolsonaro.”Eu, Manu [Manuela D’Ávila, sua candidata a vice] e o presidente Lula contamos com cada um e cada uma de vocês. Tenho fé que, juntos, vamos vencer as eleições e devolver a Presidência para o povo”, conclui o documento.

Confira abaixo detalhes dos dois levantamentos divulgados neste sábado.

Os principais números da pesquisa Datafolha

Intenção de voto válidos (Entre parênteses o índice de cada candidato na pesquisa anterior, divulgada no dia 4 de outubro)

Jair Bolsonaro (PSL): 40% (39%)

Fernando Haddad (PT): 25% (25%)

Ciro Gomes (PDT): 15% (13%)

Geraldo Alckmin (PSDB): 8% (9%)

Marina Silva (Rede): 3% (4%)

João Amoêdo (Novo): 3% (3%)

Alvaro Dias (Podemos): 2% (2%)

Henrique Meirelles (MDB): 2% (2%)

Cabo Daciolo (Patriota): 1% (1%)

Guilherme Boulos (PSOL): 1% (1%)

Vera (PSTU): (0%)

João Goulart Filho (PPL): 0% (0%)

Eymael (DC): 0% (0%)

REJEIÇÃO DOS CANDIDATOS

Jair Bolsonaro (PSL): 44% (45%)

Fernando Haddad (PT): 41% (40%)

Ciro Gomes (PDT): 21% (21%)

Geraldo Alckmin (PSDB): 24% (24%)

Marina Silva (Rede): 31% (28%)

Os principais números da pesquisa Ibope

Intenção de votos válidos (Entre parênteses o índice de cada candidato na pesquisa anterior, divulgada no dia 3 de outubro).

Jair Bolsonaro (PSL):  41% (38%)

Fernando Haddad (PT):  25% (28%)

Ciro Gomes (PDT):  13% (12%)

Geraldo Alckmin (PSDB): 8% (8%)

Marina Silva (Rede): 3% (4%)

João Amoêdo (Novo): 3% (3%)

Alvaro Dias (Podemos): 2% (2%)

Cabo Daciolo (Patriota): 2% (2%)

Henrique Meirelles (MDB): 2% (2%)

Guilherme Boulos (PSOL): 1% (1%)

REJEIÇÃO AOS CANDIDATOS

Jair Bolsonaro (PSL): 43% (42%)

Fernando Haddad (PT): 36% (37%)

Marina Silva (Rede): 22% (23%)

Geraldo Alckmin (PSDB): 16% (17%)

Ciro Gomes (PDT): 15% (16%

SEGUNDO TURNO

Ciro Gomes 52% (54%) X Bolsonaro 48% (46%)

Geraldo Alckmin 48% (51%) X Bolsonaro 52% (49%)

Haddad 48% (52%) X Bolsonaro 52% (48%)

Bolsonaro 56% (52%) X Marina Silva 44% (48%)

out
07

Postado em 07-10-2018 00:41

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 07-10-2018 00:41

Do Jornal do Brasil

O candidato do PT à Presidência, Fernando Haddad, marcou de última hora em sua agenda uma caminhada, neste sábado, 6, em Feira de Santana, a maior cidade do interior da Bahia. A estratégia inicial da campanha era manter o foco na região Sudeste, onde se concentram os maiores colégios eleitorais do País e o candidato do PSL, Jair Bolsonaro, leva vantagem.

Haddad disse que o objetivo da viagem é garantir uma imagem positiva no encerramento do primeiro turno da campanha. Estrategistas do PT, porém, afirmam que a agenda foi marcada para conter o avanço de Bolsonaro na região Nordeste.

O comando da campanha petista percebeu que Haddad vem perdendo votos na região que até agora é reduto do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, preso da Lava Jato, e deflagrou uma operação de emergência, na véspera da eleição, para conter a “onda” Bolsonaro. Desde o início da semana, quando essa “onda” foi detectada, o PT intensificou as ações para neutralizar a atuação dos apoiadores de Bolsonaro nas redes sociais.

Canais foram criados para que as fake news, divulgadas sobretudo pelo WhatsApp, sejam denunciadas. As acusações são prontamente respondidas nas próprias redes, publicamente, e viram alvo de ações na Justiça Eleitoral. Em um dia foram registradas 15 mil denúncias.

Levantamentos feitos pelo comitê de Haddad mostraram que Bolsonaro cresceu nos últimos dias entre o eleitorado de baixa renda do Nordeste, única região do País onde o candidato do PT está na frente do capitão reformado do Exército. Em conversas reservadas, a equipe do ex-prefeito não esconde a preocupação com o crescimento do adversário e teme a vitória dele no primeiro turno.

O governador da Bahia, Rui Costa, e o ex-ministro da Casa Civil Jaques Wagner vão acompanhar Haddad na caminhada em Feira de Santana. Costa é candidato à reeleição e as pesquisas indicam que pode vencer na primeira etapa. Coordenador da campanha do governador, Jerônimo Rodrigues confirmou ao jornal O Estado de S. Paulo que há no PT uma ordem para reforçar a caça aos votos em redutos do partido após Bolsonaro ampliar as intenções de votos no Nordeste. A ordem da direção petista é “dar um banho de gente” em Haddad.

Esta é a segunda mudança repentina na estratégia petista. Na quarta-feira, 3, diante do crescimento de Bolsonaro, a campanha de Haddad decidiu antecipar os ataques ao capitão da reserva, que estavam previstos para acontecer somente no segundo turno.

Desde quinta-feira, 4, Bolsonaro tem investido no eleitorado do PT no Nordeste. O candidato do PSL deu uma entrevista à Rádio Jornal de Pernambuco, na qual chegou a elogiar Lula. “Ele (Haddad) agora está servindo um homem que poderia ser um grande presidente, mas o Lula está colhendo o que ele plantou. Lamento que ele esteja preso”, declarou.

Dirigentes do PT baiano disseram que a visita de Haddad a Feira de Santana visa encerrar de forma positiva a campanha do primeiro turno. Rodrigues afirmou que a ideia é obter imagens representativas da força do lulismo, o que seria mais difícil no Sudeste, onde Bolsonaro lidera a preferência do eleitorado. O candidato do DEM ao governo baiano, Zé Ronaldo, ex-prefeito da cidade, apoia o deputado do PSL. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

out
07

Postado em 07-10-2018 00:40

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 07-10-2018 00:40

DO PORTAL TERRA BRASIL

 

Em meio às dúvidas lançadas pelo candidato à presidência Jair Bolsonaro (PSL) sobre a segurança do sistema de voto eletrônico, uma cerimônia realizada na manhã s lançadas pelo candidato à presidência Jair Bolsonaro (PSL) sobre a segurança do sistema de voto eletrônico, uma cerimônia realizada na manhã deste sábado, 6, foi usada para reforçar a transparência e confiança do processo e para a defesa da democracia.

A ministra Rosa Weber

 
 
A ministra Rosa Weber

Foto: Daniel Teixeira / Estadão Conteúdo

Depois da verificação da assinaturas dos sistemas que gerenciam, captam e transportam dados das urnas eletrônicas realizada pela manhã, a presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Rosa Weber reafirmou a segurança do processo. “Nosso sistema é ágil, seguro, confiável e auditável”, disse.

A ministra observou não ter ocorrido na história nenhum caso comprovado de fraude nas urnas. “A manifestação de vontade refletida no voto será contabilizado exatamente como foi depositado”, completou.

A verificação do sistema, que durou menos de 45 minutos, foi acompanhada por uma delegação da OEA, Ministério Público e Polícia Federal. O presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Dias Toffoli e a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, também participaram do evento.

Toffoli citou a pesquisa DataFolha, em que a maioria dos brasileiros apontam a democracia como a melhor forma de governo. Raquel Dodge fez coro: “Estamos assegurando que a vontade do eleitor será aquela depositada na urna amanhã (domingo, 7). Isso é importante o sistema democrático”, adicionou, para em seguida emendar: “O sistema funciona adequadamente e 69% dos brasileiros acreditam que a democracia deve vigorar no Brasil. Isso é importante num momento em que a Constituição Federal completa 30 anos.”

Questionada se a democracia está ameaçada, a ministra Rosa Weber afirmou: “Tenho enorme confiança na nossa democracia. Nossas instituições são sólidas e nosso estado democrático de direito cada vez mais vai se reafirmar. É a minha confiança.”

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