Uma joia preciosa da música brasileira sobre a magia do futebol. Esplêndida interpretação do Quarteto em CY.  Cantemos todos, para festejar a grande vitória de ontem da seleção.

BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares)

jul
03

Postado em 03-07-2018 00:23

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 03-07-2018 00:23

CORREIO24HORAS
Da Redação
 
(Foto: Mauro Akin Nassor/CORREIO)

Ex-governador do Ceará e pré-candidato à presidência da República, Ciro Gomes (PDT) participou na manhã desta segunda-feira (2) do cortejo do Dois de Julho, em homenagem à Independência da Bahia. Com o pé machucado, Gomes não acompanhou o cortejo por muito tempo. Ele deixou o desfile ainda no bairro da Soledade. Nas últimas semanas, o presidenciável teve uma luxação no pé. 

Acompanhado da senadora Lídice da Mata (PSB), que perdeu lugar na chapa majoritária ao senado para Ângelo Coronel, Gomes falou que o PDT deve manter a aliança com o Partido dos Trabalhadores (PT). 

“Evdtentemente se olhar para trás sabemos que na Bahia temos um alinhamento com o PT. Há 16 anos eu ajudo o Lula sem faltar nenhum dia. O Ceará foi o único estado do Brasil que deu dois terços dos votos contra o impeachment de Dilma Rousseff e, evidentemente num momento traumático com esse para o PT, temos que pensar no futuro dos 207 milhões de brasileiros”, afirmou.

Gomes analisou ainda o cenário das eleições de outubro. “O melhor para o Brasil seria que o povo escolhesse um candidato no primeiro turno que tivesse uma esmagadora maioria no Congresso Nacional. Mas, quem tem a experiência que eu tenho e a humildade sabe que não é assim que vai acontecer. O partido que mais vai fazer deputados vai fazer ao redor de 60 deputados, que é o meu partido. Isso é cerca de 10% da Câmara Federal. Temos que pensar na eleição, mas também no dia seguinte para transformar aquela esperança que está sendo semeada no coração machucado do povo em compromissos verdadeiros. O Brasil exige que seja feito o diálogo com quem quer que seja eleito”, afirmou Gomes que esteve ao lado do presidente do PDT, Carlos Lupi. 

Ele pontuou que o Brasil vive um momento de “transe” e muitas dificuldades. “133,7 milhões de desempregados, mais de 32 milhões empurrados para a informalidade, homicídios banalizados como violência. E diante de tudo isso um fracasso desta geração de políticos, que afundou em corrupção. Conquistar o povo neste momento é muito importante”, disse, sem responder se seguirá com Neto ou Ciro nestas eleições. 

O presidente do PDT na Bahia, Félix Mendonça, pontuou que o partido segue no estado com o governador Rui Costa, mas que a aliança nacional é independente do cenário local.

jul
03

Postado em 03-07-2018 00:21

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 03-07-2018 00:21

O ex-ministro José Dirceu (Foto: Foto: Dida Sampaio/Estadão Conteúdo) O ex-ministro José Dirceu (Foto: Foto: Dida Sampaio/Estadão Conteúdo)

O ex-ministro José Dirceu (Foto: Foto: Dida Sampaio/Estadão Conteúdo)

O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal, cassou nesta segunda-feira (2) a decisão do juiz Sérgio Moro que impôs uso de tornozeleira eletrônica para o ex-ministro José Dirceu, solto em razão de uma decisão da Segunda Turma do STF.

Moro justificou que, como a prisão havia sido suspensa pela Segunda Turma do STF, seriam retomadas as medidas cautelares impostas ao ex-ministro, entre as quais o uso da tornozeleira. “A prudência recomenda o monitoramento para eletrônico para proteger a aplicação da lei penal”, afirmou Moro na decisão.

Além da tornozeleira, Toffoli derrubou outras restrições que as medidas cautelares impunham a Dirceu, como, por exemplo, deixar o país, deixar a cidade de domicílio (Brasília) e se comunicar com outros acusados ou testemunhas.

“Considerando que a decisão proferida pela Segunda Turma, por maioria de três votos a um, em nenhum momento restabeleceu a prisão provisória do reclamante, tratando-se, no caso, de prisão-pena, a qual foi suspensa para assegurar a liberdade plena do ora reclamante, em razão da plausibilidade jurídica dos recursos interpostos e, mais ainda, por não subsistir nenhuma esfera de competência do Juízo da 13ª Vara Federal de Curitiba – que sequer foi comunicado da decisão desta Corte –, casso, até posterior deliberação da Segunda Turma, a decisão”, escreveu Toffoli.

Conforme o ministro, o juiz Sérgio Moro “agindo de ofício, impôs ao reclamante medidas cautelares diversas da prisão, em claro descumprimento de decisão desta Suprema Corte”.

 

O ministro Dias Tóffoli, do Supremo Tribunal Federal (Foto: Carlos Moura/STF) O ministro Dias Tóffoli, do Supremo Tribunal Federal (Foto: Carlos Moura/STF)

O ministro Dias Tóffoli, do Supremo Tribunal Federal (Foto: Carlos Moura/STF)

Toffoli decidiu mesmo sem provocação da defesa. Segundo ele, a decisão foi tomada com base em notícias de “respeitados veículos de comunicação da imprensa brasileira”.

Para o ministro, cabe ao Supremo adotar medidas para assegurar o respeito às suas decisões.

“A demonstração incontroversa do descumprimento, por quaisquer juízes ou Tribunais, de decisões proferidas pelo Supremo Tribunal Federal, autoriza o Relator, na condução do processo paradigma, adotar todas as medidas necessárias”, afirmou.

Na decisão de sete páginas, o ministro afirma que a Segunda Turma liberou José Dirceu “por reconhecer a existência de plausibilidade jurídica” no recurso da defesa apresentado aos tribunais superiores, ou seja, por considerar que os argumentos da defesa no recurso eram convincentes.

Conforme Toffoli, o entendimento foi adotado para “assegurar a liberdade plena” até a conclusão de julgamento sobre suspensão da execução da pena, já que o ministro Luiz Edson Fachin pediu mais prazo para analisar a situação.

Para Toffoli, Moro estabeleceu medidas cautelares diversas da prisão “à míngua de qualquer autorização” do STF.

Eugênio Sávio em cobertura de jogo em São Petesburgo, na Copa da Rússia (Foto: Eugênio Sávio/Arquivo Pessoal) Eugênio Sávio em cobertura de jogo em São Petesburgo, na Copa da Rússia (Foto: Eugênio Sávio/Arquivo Pessoal)

Eugênio Sávio em cobertura de jogo em São Petesburgo, na Copa da Rússia (Foto: Eugênio Sávio/Arquivo Pessoal)

“Foi uma experiência nova para mim. Passei a receber notificações no meu Instagram. Foram mais de 10 mil e uns mil comentários. Foi uma avalanche no meu perfil e muitas pessoas reproduziram”, disse o fotojornalista Eugênio Sávio, referindo-se à foto de Paulinho, meio de campo da Seleção Brasileira.

Sávio eternizou o jogador em um gol que se parece com um movimento de balé. A foto viralizou nas redes sociais.

Para ele, as formas de divulgação dos trabalhos jornalísticos mudaram com as redes sociais e com a convergência de mídias, o que aumenta o alcance da publicação e a quantidade de visualizações.

Com 30 anos de profissão, Sávio já fez milhares de cliques em eventos esportivos como copas do mundo e olimpíadas. A última experiência foi neste ano no mundial da Rússia. Ele cobriu jogos como free lancer em Moscou, Rostof e São Petesburgo, e registrou momentos emocionantes.

 

Meio de campo da Seleção Brasileira, Paulinho parece dançar balé (Foto: Eugênio Sávio/Arquivo Pessoal) Meio de campo da Seleção Brasileira, Paulinho parece dançar balé (Foto: Eugênio Sávio/Arquivo Pessoal)

Meio de campo da Seleção Brasileira, Paulinho parece dançar balé (Foto: Eugênio Sávio/Arquivo Pessoal)

Professor de fotojornalismo, ele contou que eventos como a Copa do Mundo são interessantes para fazer registros. “É um evento global, que rende muita notícia”.

Além dos jogos, o fotógrafo falou que clica momentos fora dos estádios como os bastidores e a torcida, por exemplo. Somente na Rússia, ele fez aproximadamente 5 mil fotos digitais.

O profissional registrou fatos nas olimpíadas da China e do Brasil e em várias Copas das Confederações. Ele também clica momentos políticos, mas afirmou que o forte mesmo é jogo internacional de futebol.

Sávio foi para a Rússia no dia 7 de junho e precisou retornar a Belo Horizonte no sábado (29) porque perdeu o pai. Do contrário, ele disse que a previsão era ficar em terras russas enquanto o Brasil permanecesse no mundial.

Além da Rússia, EugSávio trabalhou nas copas de 1994, nos Estados Unidos; de 1998, na França; de 2002, no Japão/Coreia do Sul; de 2006, na Alemanha; de 2010, na África do Sul e de 2014, no Brasil.

jul
03

Postado em 03-07-2018 00:17

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 03-07-2018 00:17


 

Mayrink, no portal de humor gráfico

 

jul
03

Postado em 03-07-2018 00:15

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 03-07-2018 00:15

O técnico Tite defendeu mais uma vez o craque Neymar, decisivo na vitória por 2 a 0 sobre o México, nesta segunda-feira, que colocou o Brasil nas quartas de final da Copa do Mundo.

Depois de atuações irregulares na fase de grupos, repleta de polêmicas pela questão emocional do jogador, Neymar começou a se soltar e demonstrar todo seu potencial, puxando o nível de atuação da equipe para cima.

“Neymar está melhorando nesse aspecto (emocional). Tem que ficar focado. Quando gastamos energia em outras situações que não seja jogar, perde o foco. A responsabilidade dele é jogar, felizmente ele está entendendo e acatando”, avaliou Tite em coletiva de imprensa após o jogo.

Ainda assim, Neymar esteve envolvido em lance polêmico ao levar pisão de Layún na segunda etapa, sendo criticado pelo técnico Juan Carlos Osório ao final do embate.

“Neymar joga bola. Não pisa, e pisaram nele. Eu estava do lado, e vi de novo pela televisão. Não precisa falar, é só olhar. Ele tem que jogar bola, eu falo, a direção fala, o árbitro apita. Cada um vamos embora”, respondeu Tite.

Resultado de imagem para Neymar eleito o melhor de Brasil 2 x o Mexico

Neymar foi eleito melhor em campo pela Fifa após a partida, participando de entrevista coletiva pela primeira vez na Copa do Mundo. E o craque se posicionou sobre as críticas recebidas.

“Esses últimos dois jogos eu não falei com a imprensa porque eu não queria polêmica, tem muita gente falando, uns se alteram, não sei se querem aparecer. Eu só tenho que jogar futebol, ajudar minha equipe. Eu vim para ganhar”, comentou Neymar, que não poupou elogios ao goleiro Guillermo Ochoa.

“Ochoa é um grande goleiro, sabemos da qualidade dele. Parabenizo por uma grande partida, mas eu não desisto nunca, sou brasileiro. Foi um gol de vontade, percepção, de estar ligado na partida. Consegui empurrar a bola para dentro”, disse o camisa 10.

– Favoritismo brasileiro –

Tite também comentou a eliminação de outros favoritos ao título, como Argentina, Espanha e Alemanha. Mas o treinador brasileiro analisou que a Copa do Mundo está muito imprevisível.

“O nível que atingimos é para quartas de final, a equipe tem que consolidar e crescer. Não me atenho a favoritismos, essa mesma equipe que vencemos hoje venceu, e bem, a Alemanha. Está muito aberto”, analisou Tite.

“A expectativa do técnico era repetir o padrão do jogo anterior, e se possível crescer, e ela o fez contra um adversário com características de bastante qualidade. Eu considero o equilíbrio a característica mais forte. É a equipe que mais finaliza, e talvez uma das que mais finalizam no gol”, celebrou o técnico brasileiro.

O Brasil agora espera o vencedor do duelo entre Bélgica e Japão. Quem vencer tem jogo marcado nas quartas de final na sexta-feira, em Kazan, às 15h pelo horário de Brasília.

 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Neymar foi eleito melhor em campo pela Fifa após a partida, participando de entrevista coletiva pela primeira vez na Copa do Mundo. E o craque se posicionou sobre as críticas recebidas.

“Esses últimos dois jogos eu não falei com a imprensa porque eu não queria polêmica, tem muita gente falando, uns se alteram, não sei se querem aparecer. Eu só tenho que jogar futebol, ajudar minha equipe. Eu vim para ganhar”, comentou Neymar, que não poupou elogios ao goleiro Guillermo Ochoa.

“Ochoa é um grande goleiro, sabemos da qualidade dele. Parabenizo por uma grande partida, mas eu não desisto nunca, sou brasileiro. Foi um gol de vontade, percepção, de estar ligado na partida. Consegui empurrar a bola para dentro”, disse o camisa 10.

– Favoritismo brasileiro –

Tite também comentou a eliminação de outros favoritos ao título, como Argentina, Espanha e Alemanha. Mas o treinador brasileiro analisou que a Copa do Mundo está muito imprevisível.

“O nível que atingimos é para quartas de final, a equipe tem que consolidar e crescer. Não me atenho a favoritismos, essa mesma equipe que vencemos hoje venceu, e bem, a Alemanha. Está muito aberto”, analisou Tite.

“A expectativa do técnico era repetir o padrão do jogo anterior, e se possível crescer, e ela o fez contra um adversário com características de bastante qualidade. Eu considero o equilíbrio a característica mais forte. É a equipe que mais finaliza, e talvez uma das que mais finalizam no gol”, celebrou o técnico brasileiro.

O Brasil agora espera o vencedor do duelo entre Bélgica e Japão. Quem vencer tem jogo marcado nas quartas de final na sexta-feira, em Kazan, às 15h pelo horário de Brasília.

Maravilha de clip: a interpretação impecável de Tatau, a harmoniosa força musical da orquestra juvenil Neojibá, e o sensacional coro estudantil de colégios de Salvador no Teatro Castro Alves.

Salve o 2 de Julho!!! Vamos lá, seleção!!!

(Vitor Hugo Soares)

Sejamos radicais

Protesto em São Paulo no ano passado.
Protesto em São Paulo no ano passado. FERNANDO BIZERRA JR./ EFE

O Brasil exige: sejamos radicais. Mas dentro da Lei: que a Justiça puna os corruptos, sem que o linchamento midiático destrua reputações antes das provas serem avaliadas. Não sejamos indiferentes ao grito de “ordem!”. Ele não vem só da “direita” política, nem é coisa da classe média assustada: vem do povo e de todo mundo. Queremos punição dos corruptos e ordem para todos, entretanto, dentro da Lei e da democracia.

O país foi longe demais ao não coibir o que está fora da lei, o contrabando, o narcotráfico, a violência urbana e rural, a corrupção público-privada. Devemos refrear isso mantendo a democracia e as liberdades antes que algum demagogo, fardado ou disfarçado de civil, venha afazê-lo com ímpetos autoritários.

Só com soldados armados se enfrentam os bandidos, eles também com fuzis na mão. Se não há mais espaço para a pregação e a condescendência, tampouco queremos, entretanto, que a arbitrariedade policial prevaleça.

O Brasil tem pressa: chega de governos incompetentes. Não se trata só da falta de dinheiro, mas da má gestão aliada às vantagens corporativas e partidárias. Não há crescimento da economia nem empregabilidade, sem investimento público e privado. Precisamos reintegrar nossa economia aos fluxos de criatividade e às cadeias produtivas mundiais. Assim como precisamos melhorar a infraestrutura para escoar a produção.

Não haverá adesão aos valores básicos que mantêm a coesão social sem crescimento contínuo da economia e sem respeito ao meio ambiente. Crescer de modo sustentável a 4% ao ano por vinte anos assegura melhor distribuição de renda e oferece mais emprego, do que picos ocasionais de 6% ou 7% de crescimento em um ou dois anos, seguidos de mergulhos de 1 a 3 pontos negativos a cada três anos.

Nada disso se conseguirá sem que a educação seja o centro das atenções governamentais e populares.

Sem reformas, a da Previdência acima de todas, pelos danos que a legislação previdenciária atual causa ao orçamento público, e sem uma “reforma moral” nas nossas práticas políticas, eleitorais e partidárias, nosso destino nacional estará comprometido por décadas.

Um Congresso com 26 partidos torna o país ingovernável. Um governo que tem quase 30 ministérios, cujos titulares são desconhecidos até pelos cidadãos melhor informados, é incapaz de se haver com os desafios do futuro. Há que reconhecer que o sistema político que montamos em 1988 se exauriu.

A Constituição preserva, e isso deve ser mantido, tanto a intangibilidade e os limites sociais da propriedade privada como os direitos humanos fundamentais. Mas ela não abriga atos de violência nem de desordem continuada.

“Se não há mais espaço para a pregação e a condescendência, tampouco queremos, entretanto, que a arbitrariedade policial prevaleça”

Entende-se a motivação dos sem-teto, como também a dos sem-terra. Mas fora da lei o que era propósito de reconstrução se transforma em instrumento de deterioração. Há que dar um basta a tanta desordem. Façamo-lo com a Constituição nas mãos, antes que outros o façam, em nome da ordem, mas sem lei.

É este o radicalismo de que precisamos: decência na vida pública, crescimento da economia, salários mais condizentes com o custo da vida, seriedade no trato das finanças públicas, reformas em nome da igualdade social e regional, e um serviço público que atenda às demandas básicas das pessoas: moradia, transporte, saúde, educação e segurança. Que os governos se unam à iniciativa privada se for necessário e lhe cedam o passo quando for mais racional para assegurar as necessidades do povo.

Um programa simples como este requer autoridade moral dos que vierem a nos comandar. Só com ela haverá força para dar rumo seguro ao país. Só assim levaremos adiante as reformas, inclusive as da própria Constituição, sem que os poderosos se tornem suspeitos de estar a serviço das oligarquias políticas, econômicas e corporativas.

É para isso que precisamos formar um “Polo Popular e Progressista”. Por popular entenda-se que respeite a dinâmica dos mercados, pois vivemos em um sistema capitalista, mas que saiba que ela não é suficiente para atender às necessidades de toda a população. Por progressista entenda-se que este bloco seja consciente das transformações produtivas e políticas do mundo, que tenha coragem de viver nele tal como ele é, e que preserve a crença no Brasil como nação.

Ou participamos ativamente das mudanças do mundo contemporâneo ou seremos irrelevantes. Pior, perderemos o que de melhor podemos tirar dele: sua capacidade de renovar-se tecnológica e politicamente.

Na campanha eleitoral que se aproxima os temas centrais estão se delineando: o desprezo aos partidos e à classe política, que advém da descoberta de que as bases do poder apodreceram pela corrupção, só poderá ser ultrapassado se o povo perceber que há alternativas à desmoralização de tudo e de todos.

O grito dos desesperados por emprego e renda não se resolve só com assistencialismo. Este é necessário para a sobrevivência das pessoas. Mas a dignidade delas requer medidas, que restabeleçam a confiança na economia, no investimento e no emprego, dando-lhes um horizonte de futuro.

O medo da violência reinante e a perda de oportunidades econômicas tornam o eleitorado susceptível às pregações de “mais ordem”. Empunhemos esta consigna, mas sem substituir a lei pelo arbítrio. Ordem na Lei e com bases morais sólidas.

Não é pedir demais que alguns candidatos em disputa no próximo dia 3 de outubro subscrevam estas diretrizes. Qual deles passará ao segundo turno depende do empenho de seus respectivos partidários e da decisão do eleitorado. Unamo-nos desde já, entretanto, em torno destes princípios com a firme disposição de chegar ao segundo turno. Se dois de nossos candidatos lá chegarem, tanto melhor: será o povo quem dirá qual deles há de conduzir-nos nos próximos anos. Não devemos arriscar, porém. Se for o caso, devemos nos unir ainda no primeiro turno para evitar que o povo tenha de escolher entre o ruim e o menos pior.

 
Brasil x México ao vivo oitavas Copa do Mundo
Jogadores da seleção comemoram gol diante da Sérvia. Ian MacNicol Getty Images

Brasil x México se enfrentam nesta segunda-feira, na cidade de Samara, às 11h (horário de Brasília), pelas oitavas de final da Copa do Mundo Rússia 2018. A partida será transmitida por FOX Sports (tv fechada), SporTV (tv fechada) e Rede Globo (tv aberta). O EL PAÍS também fará a cobertura ao vivo da partida, minuto a minuto.

A seleção de Tite chega ao primeiro confronto de mata-mata do Mundial parcialmente livre dos problemas físicos que assolaram o grupo durante a primeira fase. Danilo está liberado e treina normalmente, mas perdeu o lugar no time titular para Fagner. O outro lateral, Marcelo, que deixou a partida contra a Sérvia com dores na lombar, voltou a treinar, mas foi preterido por Filipe Luís. Já Douglas Costa, segundo o médico Rodrigo Lasmar, ainda está em processo de recuperação e, apesar de viajar para Samara, não será utilizado, mas deve ficar disponível para uma eventual quartas de final. O treinador confirmou a equipe titular em entrevista coletiva neste domingo: Alisson, Fagner, Thiago Silva, Miranda e Filipe Luís; Casemiro, Paulinho, Willian, Philippe Coutinho e Neymar; Gabriel Jesus. Enquanto o atacante do Manchester City segue mantido, apesar dos pedidos por Roberto Firmino e de ter passado em branco na fase de grupos, Thiago Silva, que já havia levado a braçadeira diante da Costa Rica, será novamente o capitão da seleção brasileira.

O México, que tem como principais estrelas o goleiro Ochoa e os atacantes Lozano e Chicharito Hernández, além do treinador Juan Carlos Osório, caiu no caminho do Brasil após se classificar em segundo no grupo F. A equipe venceu a Alemanha na estreia por 1 a 0 e bateu a Coreia do Sul por 2 a 1, mas vem de derrota para a Suécia na última rodada por 3 a 0. Na última semana, a delegação mexicana foi acometida por um surto de gripe que atingiu jogadores e inclusive o técnico da equipe.

jul
02

Postado em 02-07-2018 00:27

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 02-07-2018 00:27



 

Myrria, no jornal A CRÍTICA (AM)

 

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