abr
09

Postado em 09-04-2021 00:18

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 09-04-2021 00:18

Foto: Reprodução/Redes sociais

 

  • Estamos todos devastados com a morte do menino Henry Borel Medeiros, assassinado pelo vereador carioca Dr. Jairinho — mais um nome de fantasia ridículo –, com a cumplicidade da sua namorada, Monique Medeiros, mãe do menino.

 

A violência de que Henry foi vítima parece não caber em vidinha tão curta, de apenas 4 anos. Quatro anos, meu Deus… Ele vinha sendo espancado seguidamente por Dr. Jairinho, que tem um histórico de agressões contra filhos de namoradas. Morreu chorando de dor, com lesões internas dilacerantes, depois de uma sessão de brutalidades. A imagem do menino chegando em casa, após passar o dia com o pai, é pungente: o seu choro já antecipava outra sessão de tortura.

Henry foi vítima de um monstro sádico, de um covarde, de um ser abjeto. Henry foi também um menino sem mãe que o defendesse. Sem mãe que o protegesse do torturador de crianças. Nos trechos das mensagens que Monique trocou com a babá,  está claro que ela sabia das sevícias a que o seu menino, o seu bebê, era vítima. E, no entanto, ela nada fez. E, no entanto, ela acobertou o monstro sádico, o covarde, o ser abjeto — que, consumada a morte de Henry, ainda tentou obter um atestado de óbito falso para o “corpinho” do menino (a expressão é do assassino) com um empresário da área da saúde e até com o governador do Rio de Janeiro, Claudio Castro, para quem telefonou pedindo ajuda, fato só revelado hoje. Para o influente Dr. Jairinho, Henry era apenas isso: um corpinho a ser espancado, seviciado e descartado quando já não tinha mais vida.

Por que Monique Medeiros não protegeu o filho? Pelas mensagens trocadas com a babá, ela sabia que havia algo errado quando Dr. Jairinho trancava-se no quarto do casal com Henry. Monique Medeiros até pensou em instalar uma câmera no quarto. E, no entanto, nada fez. E, no entanto, acobertou o monstro, o covarde, o ser abjeto, até o último momento. Monique Medeiros nada fez para salvar o seu filho, arrisco dizer, porque Dr. Jairinho lhe proporcionava um padrão de vida muito acima do permitido pelo salário de um vereador. Vereador em quinto mandato, filho de um ex-deputado estadual preso na Operação Furna da Onça, que investigava um esquema de corrupção, lavagem de dinheiro e loteamento de cargos públicos no Rio de Janeiro. Monique Medeiros nada fez para salvar o seu filho, arrisco dizer, porque Dr. Jairinho lhe arrumou um sinecura no Tribunal de Contas do Município, com salários de 12 mil reais, quase o triplo do que ganhava como diretora de uma escola municipal. Monique Medeiros, arrisco dizer, nada fez para salvar o seu filho porque Dr. Jairinho comprou dela, com dinheiro público, o direito de trucidar Henry. Nada disso atenua a sua culpa.

Henry foi vítima de um monstro sádico, de um covarde, de um ser abjeto. Foi vítima de uma mãe desnaturada (e nunca um adjetivo foi tão exato). Foi vítima de um sistema político podre que putrefaz as relações sociais, familiares e afetivas. Que é produzido por monstros e os replica sem cessar.

Estamos devastados num país cuja paisagem geral é também de devastação.

abr
09

Postado em 09-04-2021 00:11

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 09-04-2021 00:11

“Full Performance”: gente boa, para relaxar! Viva ele! E você!

BOM DIA!!!

(Gilson Nogueira)

abr
09

Postado em 09-04-2021 00:09

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 09-04-2021 00:09

Estado teve inversão de bônus demográfico no mês de março, com 15.802 mortes e 11.971 nascimentos. Embora com ligeiro recuo nos casos e óbitos, hospitais continuam lotados

Enfermeira ajuda fazer uma video chamada entre um paciente com covid-19 e um parente na cidade de São Leopoldo, no Rio Grande do Sul.
Enfermeira ajuda fazer uma video chamada entre um paciente com covid-19 e um parente na cidade de São Leopoldo, no Rio Grande do Sul.Daniel Marenco / EFE
Porto Alegre 

Até onde os dados disponíveis alcançam chegar, não houve na história do Rio Grande do Sul um mês como março de 2021. Nele, enquanto nasceram 11.971 pessoas, foram registradas 15.802 mortes. “É a primeira em mais de 50 anos que um mês registra número de óbitos maior que de nascimentos”, assegura o diretor do Departamento de Economia e Estatística (DEE) do Estado, Pedro Zuanazzi. A covid-19 foi responsável por 48% das mortes no mês, 7.651 ?um número quatro vezes maior do que o registrado em fevereiro, quando a doença levou embora 1.943pessoas. Antes do pico de março, o mês com maior volume de óbitos relacionados ao coronavírus havia sido dezembro, quando 2.091 pessoas perderam a vida para a pandemia. Ao longo do mês passado, o Rio Grande do Sul viu o caos se instalar no sistema de saúde, com UTIs lotadas, emergências de hospitais de portas fechadas, doentes com necessidade de respiradores sendo atendidos de forma improvisada em cadeiras.

Agora, a situação parece ligeiramente melhor ?e o governo do Estado, que já vinha afrouxando restrições mesmo quando as taxas de ocupação de hospitais e o volume de mortes batiam recordes, deverá liberar atividades todos os dias da semana. É um pedido do prefeito de Porto Alegre, Sebastião Melo (MDB), um ferrenho defensor da manutenção de negócios abertos que, em uma live, deixou escapar a frase “contribua com a sua vida para que a gente salve a economia do município de Porto Alegre”.

De fato, no painel de acompanhamento da covid-19 no Rio Grande do Sul, os gráficos de casos confirmados e mortes apresentam tendência de queda, embora muito próximos de 100%. A taxa de ocupação de leitos SUS em UTI voltou foi a 90,8% no final desta quinta-feira. Até mesmo o quadro na saúde privada ?onde esse dado chegou a 130%? parece haver um arrefecimento, embora ainda faltem vagas para pacientes graves em hospitais particulares (atualmente a ocupação é de 108,5%). Por isso, o diretor de auditoria do SUS no Rio Grande do Sul, Bruno Naundorf, acredita que o excesso de mortes verificado em março não deverá se repetir em abril. “36% de todos os óbitos por covid-19 que tivemos desde o início da pandemia ocorreram em março. Se somarmos as mortes de novembro a fevereiro, não chega ao patamar do mês passado. Foi excepcional”, calcula Naundorf. Ele sugere que o fato de a nova cepa ter coincidido com o veraneio, e em um momento em que a vacinação ainda não tinha engrenado no Estado, possam ter sido os ingredientes fatais do período.

Apesar do otimismo em relação à covid-19, há outro número que preocupa. Excluindo do cálculo geral as mortes provocadas pelo coronavírus, o Rio Grande do Sul teve 8201 óbitos no mês passado ?o que representa uma diferença de 1500 registros, para cima, em relação aos meses de março em 2020 (quando houve apenas quatro mortes por coronavírus) e de 2019, antes da doença existir. “Este dado corrobora a nossa impressão no dia a dia da clínica médica de que há mais gente morrendo de outras causas por falta de atendimento básico e vagas no sistema de saúde”, alerta Ricardo Heinzelmann, diretor da Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade.

Ele cita os hábitos ruins adquiridos durante a pandemia em que a ordem foi o isolamento social. “Há um aumento de peso na população, com menos atividade física e mais alimentação porque o nível de ansiedade é um dado já amplamente percebido. Para um diabético, por exemplo, isso piora o risco de infarto ou lesão”, explica. O mesmo vale para hipertensos, que somam 25% da população. “Muitas pessoas adiaram exames de rotina para depois, com medo do coronavírus. Até mesmo a ida ao consultório médico reduziu muito, então possivelmente temos muitos casos de agravamento dessa condição de saúde que não estamos monitorando, tratando, medicando”, conclui.

abr
09

Postado em 09-04-2021 00:06

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 09-04-2021 00:06

cc


Charge de Sponholz no Jornal da Manhã (PR)

abr
09

Postado em 09-04-2021 00:04

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 09-04-2021 00:04

 

DO CORREIO BRAZILIENSE

A docente estava internada há 11 dias, mas sofreu uma parada cardíaca e não resistiu. O óbito foi confirmado nesta quarta-feira (7/4)

Caroline Cintra
 

 (crédito: Arquivo Pessoal)

(crédito: Arquivo Pessoal)

Morreu, nesta quarta-feira (7/4), a professora e jornalista Elizabeth Pazito Brandão, 68 anos, em decorrência de complicações da covid-19. Beth estava internada há 11 dias, e, segundo amigos próximos, ela esperava autorização de algum familiar para passar por uma traqueostomia mas, após sofrer uma parada cardíaca, não resistiu e veio a óbito.

Ela atuou como docente na Universidade de Brasília (UnB) e no Centro Universitário IESB. Amiga de longa data, a professora de audiovisual Rose May Carneiro, 52, lembra de Beth com muito carinho. “Soube ontem da morte dela. É difícil falar de uma pessoa no passado, mas ela era uma mulher, uma profissional que não parte sem deixar uma história, um legado e muita saudade”, disse.

Nas redes sociais, amigos de Beth prestaram as últimas homenagens. “Sentirei muitas saudades de nossas produtivas e provocativas conversas sobre comunicação, sobre educação e, sobretudo, sobre a vida”, publicou o professor João José Curvello. Em outra mensagem, uma amiga disse “tenho certeza que cumpriu sua missão aqui na Terra. Você fez diferença na vida de tantas pessoas, inclusive na minha”.

Diretora da Faculdade de Comunicação da UnB, a professora Dione Oliveira Moura publicou uma homenagem póstuma à Beth no site da universidade. “Era uma pessoa cheia de vida, alegre, divertida e, sobretudo, plena de coragem. De modo franco, era sempre assertiva em seus comentários quando comprovava conhecer profundamente sua área de atuação, especialmente a Comunicação Pública e a Comunicação Organizacional”, diz o texto.

abr
08

Postado em 08-04-2021 00:19

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 08-04-2021 00:19

Delegado que prendeu hackers de Araraquara é convidado para assumir o combate à corrupção na PF
BRASILIA, DF, BRASIL 10-08-2012, 16h40: Escândalo do “Mensalão”: O delegado da polícia federal que investigou o mensalão, Luiz Flávio Zampronha, fala durante entevista sobre o processo de investigação do mensalão, feito pela polícia federal. (Foto: Sergio Lima/Folhapress PODER)

O novo diretor-geral da Polícia Federal, Paulo Gustavo Maiurino, convidou o delegado Luiz Flávio Zampronha para assumir o comando da Diretoria de Investigação e Combate ao Crime Organizado, que investiga autoridades com foro privilegiado.

Da mesma turma de Maiurino, Zampronha atuou na investigação do mensalão, desbaratou o esquema do INSS envolvendo Francisco Dornelles e, recentemente, conduziu o inquérito da Operação Spoofing, que investiga a invasão de celulares de ex-integrantes da Lava Jato pelos hackers de Araraquara.

Para diretor-executivo, segundo na hierarquia da PF, Maiurino convidou o atual superintendente da PF em Minas Gerais, o delegado Cairo Costa Duarte. Outras mudanças importantes na estrutura do órgão estão previstas para os próximos dias.

“Palavras no Corpo”, Gal Costa: a Gracinha da Bahia em plena forma, como em seus melhores dias do Tropicalismo, sempre um passo adiante. Beleza de canção. Maravilha de voz, sempre.

BOM DIA!!!S

(Vitor Hugo Soares)

abr
08

Postado em 08-04-2021 00:14

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 08-04-2021 00:14

 

Do Correio Braziliense

Ministro informou ter passado por cirurgia para a retirada de um carcinoma, tipo de câncer menos agressivo

RS
Renato Souza
 

 (crédito: reprodução)

(crédito: reprodução)

O ministro Marco Aurélio Mello, de 74 anos, decano do Supremo Tribunal Federal (STF), apareceu com a cabeça enfaixada na sessão desta terça-feira (6/4) da Segunda Turma. De acordo com informações do magistrado, ele passou por cirurgia para retirar do couro cabeludo “um carcinoma inofensivo”.

O decano passou por uma cirurgia no ombro em fevereiro deste ano, após um acidente doméstico. De acordo com o ministro, ele tem se mantido em casa, em razão da pandemia da covid-19, orientado pela filha, que é médica.

No mês passado, o ministro tomou a primeira dose da vacina contra a doença, e aguarda o período para aplicação do reforço, para garantir imunidade contra as formas graves e mortais do novo coronavírus.

abr
08

Postado em 08-04-2021 00:12

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 08-04-2021 00:12


 

Eder, NO PORTAL

 

abr
08

Postado em 08-04-2021 00:09

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 08-04-2021 00:09

 

DO CORREIO BRAZILIENSE

A próxima remessa do IFA, necessário para a produção da vacina contra a covid-19, deveria chegar ao Brasil na próxima sexta-feira (9), mas a data sofreu alteração

Israel Medeiros
 

 (crédito: AFP / NELSON ALMEIDA)

(crédito: AFP / NELSON ALMEIDA)

O Instituto Butantan paralisou, nesta quarta-feira (7/4), a produção da vacina contra a covid-19 produzida junto à chinesa Sinovac Biotech, a Coronavac. Foi o que informou a CNN Brasil. De acordo com a TV, três fontes diferentes ligadas ao Instituto confirmaram a informação.

O novo prazo para a chegada do IFA é o dia 15 de abril, mas o Butantan tenta adiantar a entrega. Serão 6 mil litros – o suficiente para produzir cerca de 10 milhões de doses. A pausa na fabricação não deve impedir as entregas da próxima semana.

Butantan nega

Em nota oficial, o Butantan negou que tenha suspendido a produção da Coronavac e afirmou que todas as doses provenientes do IFA recebidas da China já foram envasadas. O Instituto ressaltou que tem cerca de 2,5 milhões de doses prontas que aguardam o prazo do controle de qualidade antes de serem entregues ao PNI.

O Butantan garante que conseguirá entregar as 46 milhões de doses prometidas até o fim deste mês ao Ministério da Saúde. Isso porque os insumos previstos para a próxima semana devem ser suficientes para atingir a meta. Quem fornece o insumo é a empresa chinesa Sinovac, que trabalhou junto ao Butantan para trazer a vacina ao Brasil. O país ainda não tem produção própria de IFA.

“O Instituto Butantan esclarece que não interrompeu a produção da vacina contra o novo coronavírus.<br>Todas as doses provenientes do IFA (Insumo Farmacêutico Ativo) recebido da China já foram envasadas.<br><br><br>Neste momento, cerca de 2,5 milhões de vacinas encontram-se em processo de inspeção de controle de qualidade – parte integrante do processo produtivo – para serem entregues na semana que vem ao Programa Nacional de Imunizações.<br><br><br>Desde janeiro o Butantan já entregou 38,2 milhões de doses da vacina ao país.<br><br><br>Com uma nova remessa de IFA, prevista para a próxima semana, será possível integralizar todas as 46 milhões de doses referentes ao primeiro contrato com o Ministério da Saúde até o dia 30 de abril.”

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