maio
19

Postado em 19-05-2020 00:22

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 19-05-2020 00:22

DO CORREIO BRAZILIENSE

Antes da manifestação da PGR, que incluirá depoimento de Marinho no âmbito do inquérito que investiga a suposta interferência do presidente na PF, a defesa do ex-ministro da Justiça Sergio Moro estudava fazer o pedido


 
(foto: AFP / Carl DE SOUZA)
(foto: AFP / Carl DE SOUZA)

O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) classificou as declarações do empresário Paulo Marinho como “gravíssimas” e afirmou que elas revelam “a interferência de Bolsonaro e de sua família na Polícia Federal antes mesmo do início de seu governo”. Líder da minoria no Senado, ele afirmou que vai pedir que o empresário seja ouvido no inquérito que tramita no Supremo Tribunal Federal (STF).

Antes da manifestação da PGR, que incluirá depoimento de Marinho no âmbito do inquérito que investiga a suposta interferência do presidente na PF, a defesa do ex-ministro da Justiça Sergio Moro estudava fazer o pedido. Os advogados do ex-juiz da Lava-Jato iriam esperar até amanhã uma manifestação do procurador-geral Augusto Aras e da PGR sobre as declarações do empresário. “Espero que os fatos revelados, com coragem, pelo Sr. Paulo Marinho, sejam totalmente esclarecidos”, afirmou Moro no Twitter.
No sábado, a defesa de Moro argumentou que as trocas no GSI, reveladas em reportagem do Jornal Nacional, demonstram que “nunca houve por parte do presidente da República qualquer insatisfação com o serviço de segurança pessoal que lhe era prestado ou a seus familiares no Rio de Janeiro, tampouco qualquer dificuldade para realizar substituições na área, já que os responsáveis foram, logo antes da reunião ministerial do dia 22/4/2020, promovidos ou substituídos”.  Ao menos três movimentações no Gabinete de Segurança Institucional ocorreram nos últimos dois meses sem indícios de dificuldades para isso.
Alvo das denúncias, o senador Flávio afirmou que as declarações de seu suplente são “estórias” e “não passam de invenção de alguém desesperado e sem votos”. O parlamentar justifica, em nota, divulgada ontem, que Marinho tem interesse em prejudicá-lo. “Ele sabe que jamais teria condições de ganhar nas urnas e tenta no tapetão”, ataca, fazendo alusão sobre as intenções eleitorais por trás das revelações, já que Marinho pretende se candidatar à prefeitura do Rio de Janeiro. “Por que somente agora inventa isso, às vésperas das eleições municipais em que ele se coloca como pré-candidato do PSDB à Prefeitura do Rio, e não à época em que ele diz terem acontecido os fatos, dois anos atrás?”, questina o senador.
Proteção policial
Após o desdobramento ao longo do dia, Marinho disse ter solicitado proteção policial a Wilson Witzel (PSC). “Em função de novas circunstâncias surgidas nas últimas horas, solicitei ao governador do RJ proteção policial à minha família e, após criteriosa análise das autoridades envolvidas, fomos atendidos. Seguiremos firmes lutando pela verdade e pelo Brasil”, postou o empresário nas redes sociais.
Paulo Marinho disse, ainda, que decidiu expor a situação após as revelações do ex-ministro da Justiça Sergio Moro, que acusa Jair Bolsonaro de tentar interferir na diretoria da PF. “Agradeço às manifestações de apoio que tenho recebido neste momento em que, após as denúncias do Min. Sergio Moro, considerei a necessidade de dar publicidade às informações que podem colaborar com as investigações.”

maio
19

Postado em 19-05-2020 00:19

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 19-05-2020 00:19

Ontem, o secretário municipal da Saúde de São Paulo, Edson Aparecido, pintou um retrato sombrio da situação da capital do estado, que estaria com 91% dos leitos de UTI da rede municipal ocupados por causa da Covid-19

Diante desse quadro, o prefeito Bruno Covas reafirmou que o lockdown estava sobre a sua mesa e a do governador — mas que, para ser efetivo, todos os municípios da região metropolitana de São Paulo teriam de adotá-lo.

O panorama também está carregado na Baixada Santista e não está nada bom no interior, com taxas de infecção cada vez mais altas — e que agora passou a receber pacientes da capital.

Hoje, como publicamos mais cedo, Doria rechaçou decretar o lockdown no estado. “A situação está sob controle. Ainda estamos dentro de uma margem segura que não estabelece colapso [do sistema de saúde] em São Paulo”, disse o governador.

Afinal de contas, o sistema está colapsando ou não? Decida-se, Doria. Só não pode ter medo de cara feia de bolsonarista, ceder a pressões de empresários e ter receio de não reeleger Bruno Covas por causa de uma medida que seria impopular — como o lockdown.

DO DIÁRIO

Falecimento do político ocorre nove dias após a esposa e ex-deputada, Lúcia Braga, também ser vítima do novo coronavírus


CB Correio Braziliense

postado em 18/05/2020 10:36 / atualizado em 18/05/2020 10:37

 
(foto: Divulgação)
(foto: Divulgação)

Nove dias após a morte da esposa e ex-deputada federal, Lúcia Braga, o ex-governador da Paraíba Wilson Braga faleceu, aos 88 anos, nesse domingo (17/5), em João Pessoa. Ambos foram vítimas da covid-19. O casal teve três filhos.

Wilson estava internado desde o dia primeiro deste mês em um hospital particular. A despedida seguiu o novo protocolo para enterros devido à pandemia. Sem velório, apenas familiares puderam dizer adeus no cemitério no início da manhã desta segunda-feira (18/5). O corpo foi enterrado ao lado do da esposa. 

O Estado declarou luto de três dias devido à morte. “O Governo da Paraíba lamenta o falecimendo do ex-governador Wilson Braga, que teve uma carreira política bastante atuante no estado, e deixou sua família sem direito a despedidas devido à covid-19. Nossas condolências aos amigos e familiares”, publicou, no Twitter, o Governo da Paraíba.

Além de ser governador da Paraíba entre 1983 e 1985, Wilson Braga foi deputado estadual por dois mandatos  (1955-1967 e 2011-2015), deputado federal por quatro mandatos (1967-1982, 1995-1999, 1999-2003 e 2007-2011), vereador de João Pessoa entre os anos de 1993 e 1994 e prefeito de João Pessoa entre 1989 e 1990.

    maio
    19

    Postado em 19-05-2020 00:13

    Arquivado em ( Artigos) por vitor em 19-05-2020 00:13


     

    Duke,  NO jornal  mineiro

     

    maio
    19

    Postado em 19-05-2020 00:02

    Arquivado em ( Artigos) por vitor em 19-05-2020 00:02

    Do  Jornal do Brasil

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, revelou nesta segunda-feira que está tomando hidroxicloroquina, um medicamento de combate à malária que foi divulgado por ele, apesar de alertas médicos sobre seu uso, como medida de prevenção contra o coronavírus.

    “Estou tomando há uma semana e meia. Um comprimido por dia”, disse Trump a repórteres. ele acrescentou que possui “zero sintoma” da Covid-19.(Reuters)

     

    Bahia Notícias / Municípios / Notícia / Migração de garças chama ...
    Garça em migração no sertão da Bahia.

    CRÔNICA

    FÉ NO QUE VIRÁ

    Gilson Nogueira

    Media um metro, mais ou menos, com suas asas abertas. Branca, como a nuvem. Em silêncio, cheguei e fiquei,alí,extasiado, em pé. O Tanque do Meio, com suas águas mansas à disposição dos animais, no município de Santa Therezinha, na Bahia, deve continuar lá, suponho.

    Era redondão, cercado de verde caatinga por todos os lados. Em uma tarde de um dia qualquer de um ano em que era, eu, ainda, sonhador, avistei aquela garça tomando banho de sol. Pensei mil coisas, ao vê-la, sozinha, em paz, como se estivesse fazendo escala para prosseguir seu voo livre de badogues e espingardas, para voltar às alturas e ficar mais perto de Deus. A imagem daquela ave, até hoje, desperta meus pensamentos de ontem.

    E aqui estou, em volta de muito verde, tentando “conversar” com a Natureza. Quem sabe, aquela espécie animal não aconteça, por aqui, na Serra, nesses tempos bicudos! Hoje, ao acordar, vi um pássaro caçando seus semelhantes em uma árvore defronte à janela do meu quarto. Ele voava baixo. Ao aparecer na área, o silêncio toma o lugar da Sinfonia de Vida Silvestre. Por conta dele, corri, apanhei o celular de minha mulher, e cheguei à janela para fazer a foto. O bicho fugiu, veloz. E lembrei dos dias em que, na fazenda do amigo onde ficava o tanque da Garça da Paz abastecer-se, a vida era outra.

    Havia uma calma voando em volta. Nem de leve, imaginava-se um vírus assassino matando a três por dois, no Planeta Terra, considerável parcela da população. A dor infinita está fazendo miséria, diria o poeta Castro Alves!

    A tristeza tomou o lugar da alegria. Mas, mesmo assim, sonho em ver outras garças pousando em paz em algum lugar e sigo cantando. Tenho fé no que virá, como escreveu o saudoso Gonzaguinha!

    Gilson Nogueira é jornalista, colaborador da primeira hora do Bahia em Pauta.

    Canzone per Te”, Roberto Carlos: A conquista da primeira grande consagração do Rei, no festival italiano de San Remo 1968. Interpretando a maravilhosa composição de Sérgio Endrigo. Nada melhor para começar a semana de maio. Confira e aplauda que roberto e Endrigo merecem,

    BOM DIA!!!

    (Vitor Hugo Soares)

     


    Mulheres são 86% dos profissionais de enfermagem no Brasil — Foto: Carlos Jasso/Reuters

    Mulheres são 86% dos profissionais de enfermagem no Brasil — Foto: Carlos Jasso/Reuters

     

    Braulita Braga está há um mês e meio sem ver a filha, Luize.

    Desde que a pandemia de Covid-19 chegou à cidade de Fortaleza, a enfermeira está isolada da família — inclusive dos pais, com quem costumava almoçar sempre que os horários pouco convencionais que a profissão permitia.

    Com 20 anos de experiência como intensivista, trabalhando dentro de UTIs, ela se divide entre dois hospitais da rede privada na capital cearense.

    Foi Luize, que completou 17 anos no último dia 25 de abril, que decidiu se mudar temporariamente para a casa “da mãezinha e do paizinho”, como chama os avós, para poupar a mãe de mais uma preocupação.

    “Eu sinto saudade… ela me liga às vezes chorosa. Fico com o coração pequeno, me dá uma certa angústia — mas ao mesmo tempo força, porque eu sei que tudo isso vai acabar. Precisa acabar.”

    Braulita faz parte de um exército de mais de 1 milhão de profissionais de enfermagem que estão na linha de frente contra o novo coronavírus. Histórias como as dela têm se repetido com frequência durante a pandemia.

    Com medo de infectar os familiares, muitos desses profissionais se isolaram e têm vivido nas últimas semanas uma mistura de angústia e solidão. À sobrecarga emocional — que vem do temor de ser infectado, da hostilidade por que muitos passam no transporte público ou mesmo em casa, pelo companheiro — se somam o esgotamento que vem do trabalho em si e, em muitos casos, a alta exposição ao risco representado pelo novo coronavírus.

     

    Na estimativa mais recente da Conselho Federal de Enfermagem (Cofen), cerca de metade dos 2,3 milhões de enfermeiros, técnicos e auxiliares registrados no país estão atuando nos hospitais e unidades de saúde no combate à doença neste momento.

    É o maior grupo de profissionais que lidam com a doença — para se ter uma ideia, há no Brasil, ao todo, cerca de 400 mil médicos.

    Cento e oito profissionais de enfermagem já morreram por Covid-19
     

    Cento e oito profissionais de enfermagem já morreram por Covid-19

    Os profissionais de enfermagem são em sua maioria absoluta mulheres — 86,6% do total, de acordo com a pesquisa Perfil da Enfermagem no Brasil, realizada em 2015 pela Escola Nacional de Saúde Pública da Fiocruz.

    A predominância tem sido destacada pela Organização Mundial do Trabalho (OIT) em seus últimos relatórios de acompanhamento da pandemia de Covid-19 por conta da inserção desse grupo no mercado de trabalho.

    São as mulheres muitas vezes as responsáveis pela criação dos filhos — quando estão separadas ou mesmo juntas dos companheiros. Com frequência, elas também acabam assumindo a maior parte das tarefas domésticas.

    Segundo a OIT, as mulheres gastam em média quase 4 horas e meia por dia em chamados “trabalhos não remunerados” — o cuidado com a casa e com a família, por exemplo —, enquanto os homens despendem cerca de uma hora e 20 minutos nessas mesmas funções.

    Menos de dois salários mínimos

    No Brasil, além da dupla ou tripla jornada, os profissionais de enfermagem também convivem com baixos salários.

    Mais de 60% ganham menos de R$ 2 mil por mês (62,2%) e mais de um terço (38,7%) têm jornadas superiores a 41 horas semanais. Cerca de 3,5% recebem mais de R$ 5 mil por mês.

    “A questão da remuneração me chamou atenção — absolutamente fora de qualquer padrão ético que pudesse ser aceitável”, diz a pesquisadora da Fiocruz Maria Helena Machado, coautora do trabalho publicado em janeiro deste ano em que constam os dados sobre os salários da categoria.

    “E não há muita diferença entre quem é formado e quem tem nível médio ou técnico”, acrescenta a socióloga, que coordenou o Perfil da Enfermagem no Brasil e estuda as profissões ligadas à saúde há mais de 20 anos.

    Os profissionais da enfermagem assistiram a um processo de achatamento salarial nas últimas décadas em uma magnitude que os colegas médicos, odontólogos e fisioterapeutas não experimentaram, acrescenta ela.

    As razões para isso vêm da própria estrutura da carreira. O fato de concentrar um enorme contingente de trabalhadores — que poderia aumentar o poder de barganha da categoria — muitas vezes joga contra no momento da negociação de reajustes.

    No caso do setor público — o maior empregador, englobando cerca de 55% dos profissionais da área —, os gestores municipais e estaduais alegam com frequência que aumentos salariais mais expressivos não cabem nos cofres públicos.

    No Brasil, mais de 10 mil profissionais de enfermagem foram afastados com Covid-19 — Foto: EPA

    No Brasil, mais de 10 mil profissionais de enfermagem foram afastados com Covid-19 — Foto: EPA

     

    A isso se une o fato de a profissão ser bastante “institucionalizada”, diz a pesquisadora. Ou seja, os profissionais de enfermagem dificilmente conseguem trabalhar fora dos hospitais e contornar a rotina de plantões e dos pagamentos “tabelados”.

    A situação não se restringe ao Brasil. “É uma vocação da América Latina pagar mal os enfermeiros”, ressalta Maria Helena. Na Europa e nos Estados, acrescenta, o diferencial de rendimentos entre médicos e enfermeiros é significativamente menor.

    Como resultado, grande parte dos profissionais da enfermagem no país tem dois ou três empregos e faz jornadas semanais que vão muito além das 40 horas.

    Entenda algumas das expressões mais usadas na pandemia do covid-19
     

    Entenda algumas das expressões mais usadas na pandemia do covid-19

    Altas taxas de infecção

    Até o dia 6 de maio, o Conselho Federal de Enfermagem (Cofen) contabilizava mais de 10 mil enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem afastados por Covid-19 no país.

    As mortes chegam a 88, o dobro do registrado na Itália.

    Para a instituição, os números refletem a escassez de equipamentos de proteção individual para os profissionais. Nas últimas semanas, o Cofen recebeu milhares de denúncias de todo o país.

    Uma delas veio de uma enfermeira em Campinas (SP) que vinha recebendo uma máscara cirúrgica por turno de trabalho — as máscaras comuns devem ser trocadas de duas em duas horas ou quando ficarem úmidas.

     

    “O avental também não tinha a gramatura apropriada para evitar que as gotículas passassem”, diz ela, que trabalhava em um serviço de ambulâncias e, após se queixar das condições de trabalho, foi desligada da empresa.

    A entidade chegou a entrar com ações civis públicas para garantir afastamento de profissionais da rede pública e privada que estavam em grupo de risco e lidavam diretamente com pacientes infectados.

    Mesmo quem conta com todo o aparato adequado de EPI, contudo, tem vivido uma rotina de angústia.

    “Na hora de tirar é uma tensão, porque a hora da contaminação é quando a gente tira os EPIs”, diz Braulita.

    Dias depois de conversar com a reportagem, a enfermeira foi afastada com sintomas levas de Covid-19 e espera para fazer o teste diagnóstico.

    “As pessoas precisam se conscientizar da gravidade do problema. O que nós estamos vivendo é uma pandemia, gente. Fiquem em casa, quem puder. A doença hoje não escolhe idade, não são só os idosos que adoecem. A gente está perdendo tanta gente nova por falta de cuidados, por falta de conhecimento, às vezes por não querer acreditar que tudo isso está acontecendo”, desabafa Braulita.

    “Fiquem em casa. Não é fácil pra vocês, mas também não é fácil pra gente que está na linha de frente”, conclui.

    maio
    18

    Postado em 18-05-2020 00:29

    Arquivado em ( Artigos) por vitor em 18-05-2020 00:29

    do correio braziliense

    Vice-presidente e a esposa fizeram o exame no sábado (16/5), após contato com uma pessoa contaminada pelo novo coronavírus


    AB Adriana Bernardes
     
    (foto: Ed Alves/CB/D.A Press)
    (foto: Ed Alves/CB/D.A Press)

    O vice-presidente da República Hamilton Mourão (PRTB) e a esposa dele, Paula Mourão, deram negativo para a covid-19. O resultado foi divulgado neste domingo (17/5), em uma nota emitida pela assessoria de imprensa da vice-presidência. Apesar disso, Mourão e Paula decidiram permanecer em isolamento social até terça-feira (19/5). 

     
    De acordo com a nota, Hamilton Mourão pretende retomar os compromissos da agenda oficial somente na quarta (20/5), se os exames de contraprova testarem negativo para o novo coronavírus. 
    O vice-presidente e a esposa tomaram a decisão de adotar o isolamento social após Mourão ter tido contato próximo com um assessor que testou positivo para a doença na quarta-feira (13/5). No sábado (16/5), o casal se submeteu ao teste e se isolou. 

    Veja a íntegra da nota oficial

    Nota Informativa nº 8/2020/VPR-ASCOM
    Assunto: Resultado negativo do exame para covid-19 do Vice-Presidente da República
    Negativo foi o resultado dos exames a que o Senhor Vice-Presidente da República, Hamilton Mourão, e sua esposa, Paula Mourão, foram submetidos ontem para o covid-19. O Vice-Presidente da República e sua esposa permanecem em isolamento na residência oficial do Jaburu, só devendo o Vice-Presidente Hamilton Mourão retornar ao expediente normal na quarta-feira, caso os exames de contraprova assim o autorizem.
     
    Brasília, 17 de maio de 2020.
    Atenciosamente,
    SÉRGIO PAULO MUNIZ COSTA
    Chefe da Assessoria de Comunicação Social da Vice-Presidência

    maio
    18

    Postado em 18-05-2020 00:27

    Arquivado em ( Artigos) por vitor em 18-05-2020 00:27

    No UOL, Thaís Oyama (autora do livro Tomenta – O governo Bolsonaro: crises, intrigas e segredos) diz que o delegado que vazou as informações não é Alexandre Ramagem.

    “O policial (que, como Ramagem, atuou na Operação Furna da Onça) é conhecido na corporação por um apelido.

    Na época, ele contou à família também que o relatório da Coaf que dera origem à investigação havia identificado a passagem de quantias milionárias na conta do assessor de Flávio Bolsonaro.”

    • Arquivos

    • Maio 2020
      S T Q Q S S D
      « abr    
       123
      45678910
      11121314151617
      18192021222324
      25262728293031