mar
13

 

O presidente Jair Bolsonaro afirmou, nesta terça-feira, esperar que a investigação sobre o assassinato da vereadora do Rio de Janeiro Marielle Franco (PSOL) chegue aos mandantes do crime.

“Espero que realmente a apuração tenha chegado de fato a quem foram os executores, se é que foram eles, e a quem mandou matar”, disse Bolsonaro, ao ser questionado sobre a prisão de dois suspeitos do caso, durante cerimônia de visita do presidente do Paraguai, Mario Abdo Benítez.

Carro de polícia chega ao condomínio onde foi preso um dos suspeitos da morte de Marielle Franco, no Rio de Janeiro. No mesmo condomínio, tem casa o presidente Jair Bolsonaro 12/03/2019 REUTERS/Sergio Moraes
Carro de polícia chega ao condomínio onde foi preso um dos suspeitos da morte de Marielle Franco, no Rio de Janeiro. No mesmo condomínio, tem casa o presidente Jair Bolsonaro 12/03/2019 REUTERS/Sergio Moraes

Foto: Reuters

A Polícia Civil do Rio de Janeiro prendeu nesta terça-feira um policial militar reformado e um ex-policial militar acusados de executarem o crime contra Marielle Franco e o motorista Anderson Gomes, às vésperas de o crime completar um ano.

Um dos suspeitos presos mora no mesmo condomínio da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, em que Bolsonaro tem casa e onde o presidente morava antes de tomar posse em janeiro, enquanto o outro suspeito aparece em foto com Bolsonaro publicada em redes sociais.

Ao ser questionado sobre a foto com o suspeito preso nesta terça-feira, Bolsonaro alegou que tem fotos com milhares de policiais.

“Eu tenho foto com milhares de policiais civis e militares do Brasil todo”, respondeu o presidente, com irritação.

Bolsonaro falou poucas vezes sobre o assassinato da vereadora. Na época, foi o único dos pré-candidatos à Presidência a não condenarem o caso. Posteriormente, disse que lamentava todas as mortes no Rio de Janeiro, mas não quis politizar o caso da vereadora.

Ao ser questionado se achava que o crime contra Marielle teria um mandante, disse acreditar que “é possível”, mas aproveitou para lembrar o caso em que ele próprio foi alvo de um atentado durante a campanha presidencial.

“Eu também estou interessado em quem mandou me matar”, disse.

Bolsonaro insiste na tese de que o agressor Adélio Bispo, responsável pelo ataque a faca contra ele ocorrido em setembro do ano passado, teria sido mandado por alguém, apesar das investigações da Polícia Federal apontarem que Bispo agiu sozinho e teria problemas mentais.

O presidente e seus filhos continuamente apontam a ligação de Bispo com o PSOL, mesmo partido de Marielle, ao qual ele foi filiado. Bispo se desfiliou da legenda em 2014.

mar
13

Postado em 13-03-2019 00:56

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 13-03-2019 00:56



 

Fernandes, no

 

mar
13

Postado em 13-03-2019 00:53

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 13-03-2019 00:53

Do Jornal do Brasil

 

Em pouco mais de dois meses de governo, o presidente Jair Bolsonaro usou sua conta no Twitter para publicar ou compartilhar mensagens nas quais critica, questiona ou ironiza o trabalho da imprensa brasileira. Foram 29 publicações desde a posse até estas segunda-feira, 11, uma média de uma vez a cada quase três dias na rede social que o presidente tem utilizado como principal meio de comunicação com a população.

Quase metade das críticas e acusações contra a imprensa que aparecem na conta de Bolsonaro é feita por meio de retuíte de aliados e familiares, como dos filhos Carlos e Eduardo e as páginas que costumam reunir simpatizantes do presidente.

Foi o caso do site Terça Livre, que no domingo, 10 publicou texto que falsamente atribui à repórter do jornal O Estado de S. Paulo Constança Rezende a declaração “a intenção é arruinar Flávio Bolsonaro e o governo”, ao tratar da cobertura jornalística das movimentações suspeitas de Fabrício Queiroz, ex-assessor do senador e filho mais velho do presidente.

Na noite de domingo, o próprio Bolsonaro escreveu no Twitter: “Constança Rezende, do ‘O Estado de SP’ diz querer arruinar a vida de Flávio Bolsonaro e buscar o Impeachment do Presidente Jair Bolsonaro. Ela é filha de Chico Otavio, profissional do ‘O Globo’. Querem derrubar o Governo, com chantagens, desinformações e vazamentos”.

A gravação do diálogo, porém, mostra que Constança em nenhum momento fala em “intenção” de arruinar o governo ou o presidente. A conversa, em inglês, tem frases truncadas e com pausas. Só trechos selecionados foram divulgados.

O texto publicado no Terça Livre tem como origem uma postagem no site francês Mediapart, que ontem disse que as informações que serviram de base para o tuíte de Jair Bolsonaro “são falsas”. O texto original é assinado por Jawad Rhalib, que se apresenta como “autor, cineasta, documentarista e jornalista profissional”.

A publicação no site brasileiro é assinada por Fernanda Salles Andrade, que ocupa cargo no gabinete do deputado estadual Bruno Engler (PSL), na Assembleia Legislativa de Minas Gerais.

Entidades

O caso envolvendo a repórter do Estado ganhou repercussão internacional e enfática reação de entidades que representam empresas de comunicação, jornalistas profissionais e a liberdade de expressão.

Nesta segunda, a Associação Nacional de Jornais (ANJ), a Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert) e a Associação Nacional de Editores de Revistas (Aner) emitiram nota conjunta em que lamentam o ataque do presidente ao Estado e à repórter Constança Rezende.

As entidades afirmaram que os ataques à repórter têm o objetivo de desqualificar o trabalho jornalístico. “Abert, Aner e ANJ assinalam que a tentativa de produzir na imprensa a imagem de inimiga ignora o papel do jornalismo independente de acompanhar e fiscalizar os atos das autoridades públicas”, diz a nota.

Para a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e a Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji), o episódio mostra por parte do presidente o “descompromisso com a veracidade dos fatos” e se caracteriza como “o uso de sua posição de poder para tentar intimidar veículos de mídia e jornalistas”.

Presidente da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), Maria José Braga afirmou que o ataque é um atentado à liberdade de imprensa. “O presidente e seus seguidores tentam intimidar os profissionais jornalistas por meio de agressões verbais e ameaças”, declarou.

Procurados nesta segunda-feira, integrantes do governo Bolsonaro não quiseram comentar o caso.

Ao eleger a imprensa e veículos de comunicação como alvo, o presidente costuma fazer comentários em tom irônico e acusações de fake news. Em quatro postagens, consideradas em levantamento anterior do Estado, Bolsonaro também divulgou entrevistas que concedeu à TV Record e a um canal italiano, e um discurso seu em que fala sobre liberdade de imprensa. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Do Jornal do Brasil

 

Um dos presoa é policial reformado e o outro, ex-policial militar

  

Uma operação conjunta do Ministério Público e da Polícia Civil do Rio de Janeiro prendeu na madrugada de hoje (12) dois suspeitos de matar a vereadora Marielle Franco e o motorista Anderson Gomes em 14 de março de 2018. Ronie Lessa é policial militar reformado e Elcio Vieira de Queiroz foi expulso da Polícia Militar.

Segundo o Ministério Público, os dois foram denunciados depois de análises de diversas provas. Lessa teria sido o autor dos disparos de arma de fogo e Elcio, o condutor do veículo usado na execução.

De acordo com o MP, o crime foi planejado nos três meses que antecederam os assassinatos.

Macaque in the trees
Ronnie Lessa e Élcio Queiroz (Foto: Reprodução)

Operação

Além dos mandados de prisão, a chamada Operação Lume cumpre mandados de busca e apreensão em endereços dos dois acusados, para apreender documentos, telefones celulares, computadores, armas e acessórios.

Na denúncia apresentada à Justiça, o MP também pediu a suspensão da remuneração e do porte de arma de fogo de Lessa, a indenização por danos morais aos familiares das vítimas e a fixação de pensão em favor do filho menor de Anderson até completar 24 anos de idade.

Segundo o MP, o nome da operação é uma referência a uma praça no Centro do Rio, conhecida como Buraco do Lume, onde Marielle desenvolvia um projeto chamado Lume Feminista. No local, ela também costumava se reunir com outros defensores dos direitos humanos e integrantes do seu partido, o PSOL. “Além de significar qualquer tipo de luz ou claridade, a palavra lume compõe a expressão ‘trazer a lume’, que significa trazer ao conhecimento público, vir à luz”, informa a nota.

Perfil

Ronnie Lessa foi aposentado depois de um atentado a bomba contra ele, que resultou na amputação de uma de suas pernas e que teria sido provocado por uma briga entre facções criminosas.

Já Élcio Queiroz foi expulso da corporação. Ele chegou a ser preso em 2011 na Operação Guilhotina, da Polícia Federal, que apurou o envolvimento de policiais militares com traficantes de drogas e com grupos milicianos. Na época, Queiroz era lotado no Batalhão de Olaria (16º BPM).

Macaque in the trees
Marielle Franco. (Foto: Renan Olaz/Câmara Municipal do Rio)

“Bewitched”, Ella Fitzgerald: Ella Fitzgerald, com orquestra no estúdio com a condução e arranjos de Buddy Bregman. Do álbum “Ella Fitzgerald Sings the Rodgers & Hart Songbook” Gravado em Agosto de 1956. Uma preciosidade musical, para sempre.

BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares)

mar
12

Postado em 12-03-2019 00:20

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 12-03-2019 00:20

Hamilton Mourão colocou em dúvida a influência de Olavo de Carvalho no governo de Jair Bolsonaro em meio a uma série de mudanças no Ministério da Educação.

“Não sei até que ponto existe essa influência. (…) Tem ocorrido alguns problemas que vocês já olharam, a questão do hino nacional, outras coisas que suscitaram polêmica, então acho que ele está tentando organizar as coisas”, disse o vice-presidente, referindo-se ao ministro Ricardo Vélez Rodríguez.

Mourão também negou que exista uma disputa entre os discípulos de Olavo e a área militar do governo.

“Em primeiro lugar, não tem área militar. Tem alguns militares que foram designados pelo presidente para funções. Cada um está zelando pela sua área.”

mar
12

Postado em 12-03-2019 00:18

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 12-03-2019 00:18

Do Jornal do Brasil

 

Após reunião com o presidente Jair Bolsonaro no Palácio da Alvorada na manhã deste domingo, 10, o ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodríguez, decidiu exonerar coronel-aviador da reserva Ricardo Wagner Roquetti do cargo de diretor de programa da Secretaria Executiva da pasta.

Ao longo da tarde, integrantes do grupo do filósofo e escritor Olavo de Carvalho divulgaram nas redes sociais que Bolsonaro pediu ao ministro o afastamento do diretor de programa da Secretaria Executiva, coronel-aviador da reserva Roquetti. A Secretaria de Comunicação da Presidência (Secom) não se pronunciou sobre a exoneração do assessor. O afastamento, no entanto, foi confirmado pelo Estado.

Macaque in the trees
Ricardo Wagner Roquetti (Foto: Reprodução)

O militar da Aeronáutica está no centro de uma disputa envolvendo os “olavistas”, militares e técnicos em cargos comissionados no ministério. No fim de semana, integrantes do grupo de Olavo acusaram Roquetti de “isolar” o ministro Velez e de ser responsável pelo afastamento deles. Integrantes do MEC disseram ao Estado que os funcionários foram afastados depois do episódio da carta enviada às escolas pelo ministro e por tomarem posições com viés ideológico.

“Com o tempo, a influência do coronel sobre Vélez aumentou, e ele acabou abandonando qualquer pretensão de ter uma função específica (…) Perambulava pelo gabinete como a eminência parda do ministro, dando ordens, tomando decisões, indicando amigos para os cargos que vagavam”, disse no Facebook o assessor Silvio Grimaldo, que foi afastado na sexta-feira (8). As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

mar
12

Do  Jornal do Brasil

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, decidiu nesta segunda-feira, 11, arquivar um pedido da força-tarefa da Lava Jato no Paraná para que fosse declarada a suspeição do ministro Gilmar Mendes em julgamentos relacionados ao suposto operador do PSDB Paulo Vieira de Souza, retirando-o da relatoria destes processos.

De acordo com procuradores, ligações telefônicas e mensagens demonstraram que Aloysio Nunes (ex-senador e ex-ministro das Relações Exteriores do governo Temer) buscou interferir em julgamento de habeas corpus do suposto operador, em contato direto e pessoal com Gilmar.

Macaque in the trees
Gilmar Mendes (Foto: Nelson Jr./SCO/STF)

Na decisão, Raquel Dodge aponta que as informações trazidas pela força-tarefa “chamam atenção pela ousadia do investigado” em tentar interceder em favor de Paulo Vieira. No entanto, ainda que isso tenha de fato ocorrido, aponta a chefe da PGR, o contato com o gabinete de Gilmar ou com o próprio ministro não “revelou amizade íntima” entre eles.

“Ainda que tenha efetivamente ocorrido, o contato com o gabinete do Ministro ou com o próprio Ministro não revelou amizade íntima entre ambos, nem, do ponto de vista objetivo, influiu, nem determinou o juízo valorativo do magistrado em relação ao réu ou à causa, vez que, na sequência dos fatos narrados, a decisão liminar foi revogada”, afirma Raquel.

Paulo Vieira e Aloysio foram alvo da Operação Ad Infinitum, Lava Jato 60, deflagrada no dia 19. Nesta etapa, a força-tarefa mirou contas na Suíça atribuídas a Vieira de Souza que chegaram à cifra de R$ 130 milhões. Um cartão de crédito teria sido emitido em benefício de Aloysio Nunes. As investigações miram a suposta operação de Paulo Vieira para agentes políticos e em pagamentos da Odebrecht a ex-diretores da Petrobras.

Ao arquivar o pedido de suspeição, Raquel lembrou ainda que, em torno de Paulo Vieira, Gilmar chegou a revogar recentemente uma liminar que havia concedido e que beneficiava o suposto operador.

mar
12

Postado em 12-03-2019 00:12

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 12-03-2019 00:12

O treinador francês retorna ao clube empurrado pela grave crise esportiva, sem opções para conseguir um título nas três grandes competições

 
Zidane voltou Real Madrid

 
Zinedine Zidane, em uma coletiva de imprensa com o Real Madrid, no ano passado. Gonzalo Arroyo Moreno Getty Images
Madri 

Zinedine Zidane está de volta ao banco do Real Madrid depois de 283 dias de sua saída do clube merengue. O treinador anunciou inesperadamente sua decisão de deixar o Real Madrid em 31 de maio de 2018, após dois anos e meio no cargo, nove títulos e três Champions. “É o momento e o melhor para todos”, disse ele na época, em uma decisão que deixou “gelados” todos os setores da equipe madrilenha.

Zidane retorna em meio a uma grave crise esportiva, desencadeada depois de a equipe perder em apenas uma semana os três títulos em disputa. O francês será o terceiro treinador nesta temporada. Em meados do ano passado chegou Julen Lopetegui, uma contratação polêmica. O basco foi demitido da seleção nacional quando se anunciou seu acordo com o Real Madrid. O ex-treinador permaneceu no banco até 29 de outubro, depois de uma goleada no Camp Nou (5-1), resultado que o deixou sete pontos atrás do líder. Em seu lugar veio Santiago Solari, até então técnico do Castilla. O argentino durou um turno inteiro da Liga. Em seu período, a equipe endireitou o rumo após o Natal, estimulada pela chegada de Vinicius Junior.

No entanto, os jogos de volta das semifinais da Copa do Rei contra o Barcelona (3 a 0), das oitavas da Champions contra o Ajax (4 a 1) e o clássico da liga (1 a 0) desencadearam uma crise séria no Real Madrid. Quando Zidane anunciou seu adeus, ninguém no clube suspeitava que ele iria embora. Muito menos depois de vencer em Kiev a terceira Champions seguida, seu mais recente título desde que chegara ao banco do clube em janeiro de 2016. Mas Zidane tinha decidido sair. Assim comunicou a Florentino Perez, a quem agora diz sim, retornando apenas nove meses depois de partir porque era “o melhor momento”, já que, segundo argumentou, a equipe “tinha de continuar ganhando e para isso precisa de uma mudança”. Hoje, com o Real Madrid fora de todas as competições prematuramente, Zidane terá de explicar o que o fez mudar de ideia em relação ao final da temporada passada. “Sou ganhador, odeio perder. Se não vejo claramente que vamos continuar ganhando e não vejo as coisas claras, como eu quero, é melhor não continuar e não fazer bobagens”, disse ele então.

Após a dura eliminação na Liga dos Campeões contra o Ajax, nos bastidores do Santiago Bernabéu houve seguidas reuniões em busca de um treinador para reanimar a equipe. Mourinho e Zidane eram os nomes mais citados. Nem mesmo a goleada deste domingo em Zorilla evitou a demissão de Solari, condenado depois de cair contra os holandeses.

mar
12

Postado em 12-03-2019 00:10

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 12-03-2019 00:10


 

Lute, no jornal

 

  • Arquivos

  • Março 2019
    S T Q Q S S D
    « fev    
     123
    45678910
    11121314151617
    18192021222324
    25262728293031