“Poetas Populares – Filosofia Pura”, Maria Bethânia: a maravilhosa filha de Santo Amaro  recita” Poetas Populares” (Antônio Vieira) e canta “Filosofia Pura”(Roberto Mendes / Jorge Portugal) e “Yáyá Massemba” (Roberto Mendes / Capinam) no show “Dentro do mar tem um rio”

O mais é saudade , muita saudade de mestre que partiu

BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares).

ago
05

Postado em 05-08-2020 00:51

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 05-08-2020 00:51

A defesa afirmou que a inclusão do depoimento do ex-ministro, bem como a retirada do sigilo, poucos dias antes das eleições de 2018, representou quebra de imparcialidade de Sergio Moro, que determinou as medidas.

Votaram pela retirada Ricardo Lewandowski e Gilmar Mendes — antes, na mesma sessão, eles também ampliaram o acesso da defesa ao acordo de leniência da Odebrecht. Edson Fachin ficou vencido nas duas decisões. Cármen Lúcia e Celso de Mello não participaram da sessão.

“A determinação da juntada consubstancia, quando menos, inequívoca quebra da imparcialidade. A juntada de ofício após o encerramento da fase de instrução, com o intuito aparentemente de gerar fato político, revela-se em descompasso com o ordenamento constitucional vigente”, disse Lewandowski hoje sobre a inclusão da delação.

“As circunstâncias que permeiam a juntada do acordo de colaboração de Antonio Palocci no sexto dia anterior à realização do primeiro turno das eleições presidenciais de 2018 não deixam dúvidas de que o ato judicial encontra-se acoimado de grave e irreparável ilicitude”, acrescentou depois Gilmar Mendes.

Os dois votos, duros contra Sergio Moro, antecipam como será a análise de outro habeas corpus, que deve ser julgado nesse semestre, em que a defesa aponta suspeição do ex-juiz, e que pode anular as condenações de Lula nos casos do triplex de Guarujá (SP) e do sítio de Atibaia (SP).

No depoimento anexado na ação do instituto, Palocci detalhou como o PT obtinha propina em contratos da Petrobras. A inclusão da delação, como mostrou à época O Antagonista, foi consequência de um pedido da própria defesa de Lula para rebater as afirmações do ex-ministro.

ago
05

Postado em 05-08-2020 00:39

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 05-08-2020 00:39

DO JORNAL DO BRASIL

Macaque in the trees
Juan Carlos I já teria deixado a Espanha após anúncio oficial (Foto: AFP)

O rei emérito da Espanha, Juan Carlos I, estaria morando provisoriamente na República Dominicana, informam diversos jornais do país nesta terça-feira (04). A notícia surge no dia seguinte ao monarca anunciar que estava deixando seu país-natal para “morar no exterior” e não foi confirmada pela Casa Real.

Segundo as publicações “La Vanguardia”, “ABC” e “El Mundo”, Juan Carlos estaria vivendo no local, mas não é descartada uma nova mudança.

Aos 82 anos, o rei emérito é investigado por corrupção, sonegação de impostos e desvios de dinheiro em um julgamento que está ainda em andamento no Supremo Tribunal da Espanha – além de inúmeros outros escândalos nos últimos anos.

Na justificativa apresentada na segunda-feira (03), Juan Carlos disse que tomou a decisão para que seu filho, Felipe VI, tenha “tranquilidade e a calma que sua alta responsabilidade exige” e que deixaria a Espanha “por causa da repercussão pública que certos eventos passados estão gerando em sua vida privada”. (Com agência Ansa)

ago
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Postado em 05-08-2020 00:37

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 05-08-2020 00:37



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Jornal de charges – O melhor do humor gráfico brasileiro na Internet – ano XXIII – 3ª- feira 04/08/2020

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Aroeira, NO PORTAL 247 Brasil

ago
05

Postado em 05-08-2020 00:33

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 05-08-2020 00:33

 DO CORREIO BRAZILIENSE

Saiba quem foi Alfredo Stroessner, ditador paraguaio elogiado por Bolsonaro e enterrado em Brasília, que será exumado por decisão da Justiça


JF Jaqueline Fonseca

 
(foto: Wanderlei Pozzembom/CB/D.A Press)
(foto: Wanderlei Pozzembom/CB/D.A Press)

Mais de duas semanas após a publicação da decisão que determina a exumação do corpo de Alfredo Stroessner, a Campo da Esperança Serviços, empresa responsável pela administração dos cemitérios da capital, ainda não foi notificada. A Subsecretaria de Imprensa do Distrito Federal disse que a Secretaria de Justiça do Distrito Federal, responsável pelos assuntos funerários, também não foi acionada e que a Polícia Civil, que é o órgão que fará a exumação do corpo, não vai se manifestar porque o caso está em segredo de justiça.

A exumação foi determinada pela 2ª Vara da Família do Distrito Federal, a pedido de um homem que alega ser filho do ditador paraguaio, em ação que corre sob sigilo. O Tribunal de Justiça do DF e dos Territórios (TJDFT) disse que não comenta o caso por este motivo. O advogado Ricardo Oliveira, que representa o possível filho de Stroessner, foi procurado mas não atendeu nem retornou o contato do Correio.
 Quem foi Alfredo Stroessener
Alfredo Stroessner foi um dos mais cruéis líderes políticos que existiu nas Américas. O general foi presidente do Paraguai por 35 anos e responsável pela mais longa ditadura da região, conforme explica o professor do Departamento de Direito da Universidade Federal de Rondônia (UNIR), Marcus Vinicius Xavier. “Stroessner foi o mais longevo ditador militar na América do Sul. Seu governo começa em 1954 e se estendeu até 1989, quando ele foi apeado do poder por manifestações populares, ao lado de muitas outras circunstâncias, em especial uma grave crise econômica, levaram a seu sogro, o Gal. Andrés Rodrigues, a dar um golpe de estado”, afirma.
 
A derrocada de Stroessner é marcada por um reviravolta que incluía, além de contornos militares, questões familiares. “Resultou de um golpe de Estado dado pelo general Andrés Rodríguez, sogro do filho de Stroessner que também chamava-se Alfredo e era oficial da Força Aérea. O velho ditador preparava esse seu filho para sucedê-lo no poder, entrando em conflito com lideranças tradicionais do Partido Colorado que apoiaram Rodríguez no golpe contra o seu protetor, Stroessner”, explica o professor de História da América da Universidade de Brasília (UnB) Francisco Doratioto ao Correio.
 
 O opositor ganhou força e apoio, após 35 anos de Stronato, período como ficou conhecida a ditadura de Stroessner. Anos marcados por violência, estupros, violação de vários direitos adquiridos, desaparecimento de pessoas, especialmente meninas de menores de 15 anos. O ex-presidente do Paraguai foi responsabilizado pelo estupro e rapto de milhares meninas. “Stroesenner foi acusado de ser uma estuprador em série de meninas entre os 11 e os 15 anos. Seus oficiais sequestram meninas em comunidades pobres e levavam para sua fazenda, onde eram estupradas por ele e sua trupe”, detalha o professor Marcus Vinicius Xavier.
 
Algumas das violências cometidas pelo ex-presidente do Paraguai viraram obras como o livro Uma Rosa e Mil Soldados, de Julia Ozorio Gamechoe, que aos 13 anos foi tirada de sua casa pelos militares para virar escrava sexual de Stroessner.
 
Além de rapto e estupro, o ditador foi acusado de violar de vários direitos humanos. “O caso mais famoso foi a descoberta, em 1992, dos chamados “arquivos do terror”. Conjunto de documentos encontrados numa delegacia da periferia de Assunção e que comprovaram a existência da Operação Condor, liderada pelo Chile de Pinochet e envolvendo os países do Cone Sul”, pontua a historiadora e professora da Faculdade de Ciência da Informação da UnB Georgete Medleg Rodrigues. Os documentos provam também que o regime de Stroessner torturou, estuprou e matou utilizando a estrutura governamental.
 
Diante de tal histórico, Alfredo Stroessner não poderia construir um legado positivo ao país que presidiu. O professor de análises e cenários futuros da Fundação Dom Cabral e CEO da Consultoria Dharma, Creomar de Souza, explica que o ditador se manteve na presidência do Paraguai fraudando as eleições. “Durante esse tempo, em termos de política interna, foi um centralizador, um autocrata, que criou mecanismos ficcionais de perpetuação no poder, não dá nem para dizer que ele criou um arranjo que fosse minimamente democrático. Ele fraudou eleições e se utilizou de seu partido, Partido Colorado para se perpetuar no poder. O legado dele em termos de Paraguai não envolve uma melhoria significativa em termos de qualidade de vida da população, muito ao contrário, havia uma enorme preocupação para que os membros do regime fossem beneficiados pelas decisões dele e isso não envolvia melhoria para a população como um todo.”
 
Depois de ser deposto, Alfredo Stroessner fugiu do Paraguai e buscou exílio para que pudesse viver sem pagar pelos crimes que cometeu. As boas relações dele com o Brasil, fortalecidas especialmente com a construção da usina de Itaipu, ajudaram a escolher o destino.

Porque o Brasil ?

Enquanto líder do Paraguai, Alfredo Stroessner manteve aquele país próximo ao governo brasileiro. Foi sob seu comando que os dois países se uniram para a construção da hidrelétrica binacional de Itaipu — que até os dias atuais é uma das maiores geradoras de energia no mundo — conforme explica o professor de história da América da Universidade de Brasília (UnB) Francisco Doratioto. “Desde que ascendeu ao poder no Paraguai, em 1954, ele distanciou o seu país da Argentina e aproximou-o do Brasil, que o apoiou. A construção da represa hidrelétrica de Itaipu nas décadas de 1970 e 1980 foi a maior realização nas relações bilaterais e dinamizou a economia paraguaia, até então modesta. Com isso, ele criou fortes relações com políticos e militares brasileiros e sempre vinha a nosso país, participar de feira de gado em Minas Gerais e para outras atividades.”
 
A proximidade de Stroessner com o Brasil fez com que após o fim de sua ditadura, ele viesse para cá. Ao ditador, foi dado asilo político. À época, o país era presidido por José Sarney, com quem o Stroessner tinha uma relação amigável.“O recurso ao pedido de asilo político no Brasil era natural e o governo Sarney concedeu-o por ser uma tradição do Direito interamericano e também por tratar-se de um aliado no jogo geopolítico regional”, frisou Doratioto.
 
O acolhimento oferecido a Stroessner ajudou a manter as boas relações entre o Brasil e o Paraguai, como complementa o cientista político Paulo Kramer. “O Paraguai, em razão da história e da geografia, sempre foi uma prioridade para as políticas externa e de segurança nacional brasileiras. A construção de Itaipu só fez aumentar essa importância. O governo Sarney atendeu rapidamente ao pedido de asilo de Stroessner para evitar o prolongamento de uma crise nesse importante e sensível vizinho, o que deixaria preocupados militares e diplomatas, sobretudo por conta da dependência do parque industrial da Região Sudeste em face da energia elétrica de Itaipu.”
 
O professor de análises e cenários futuros Creomar de Souza comenta que o exílio no Brasil garantiu que Stroessener pudesse manter uma vida tranquila, longe das acusações que pesavam sobre ele. “Aqui ele consegue ser aceito para viver e não sofrer nenhum tipo de processo ou algo do gênero e parece ter uma vida que em determinado sentido é bastante reclusa até o fim.”
 
Quem critica a recepção brasileira ao ditador é o coordenador da Associação Nacional dos Centros de Defesa da Criança e do Adolescente (Anced) Djalma Costa. “Enquanto brasileiro e cidadão e militante das causas da infância e da adolescência, eu lamento muito que este homem tenha encontrado guarida no Brasil e tenha passado o resto da sua vida aqui neste país. O levantamento que se tem hoje de 1,6 mil vítimas de Stroessner não é algo que podemos afirmar. Imaginamos que pode ser muito maior o número de vítimas que ele fez. Stroessner devastou sua própria sociedade, seu próprio país para se manter no poder.”
 
Djalma pontua que, à época, a situação causou desconforto na sociedade brasileira, que também estava se despedindo recentemente de um regime anti-democrático. “A estadia dele não era tranquila para um país que estava saindo de uma ditadura militar. E como ele foi expulso de seu país, então, isso também não era tranquilo na sociedade brasileira, portanto não se registra o que ele está fazendo e como ele está fazendo. Ele ficou esquecido. Tanto é que, depois de 1989, quando ele chegou aqui, só vai se lembrar dele quando ele morre, em 2006. Ninguém nunca lembrou que ele estava aqui.”
 
Stroessner era casado e teve três filhos com a esposa Eligia Morato. No entanto, notadamente, o ditador teve várias amantes. No dia seu velório, em 17 de setembro de 2006, compareceram duas mulheres chamadas Estela e Tereza, que seriam filhas de María Estela com Stroessner. Maria é uma das famosas amantes de Stroessner, que se destacou ainda mais após lançar uma obra sobre seu romance com o ditador. O livro, Mi Vida con el Presidente Stroessner, foi lançado em 2008 e não tem tradução para o português.
 
Outra amante que se mostra importante na história do ditador, mesmo após sua morte, é Michele Fleitas. O noticiário paraguaio publicou em 2016 que esta amante, mãe de Verônica, Gisela e Enrique, começava a mover uma ação na Justiça para resgatar uma herança de aproximadamente 20 milhões de dólares para ela e seus filhos. O caso de Michele com o ditador teria começado nos anos 1970, antes mesmo deve vir para Brasil.
 
 
“Stroessner era extremamente discreto e cumpria as condições exigidas de um asilado político: abster-se de atividades políticas. Ele foi, digamos, um asilado político exemplar e viveu recluso com seu filho Alfredo, durante os anos em que viveu em Brasília. Comenta-se que saía de casa somente para tomar sol perto do Lago Paranoá e que gostava de assistir ao Show da Xuxa”, revelou o professor Francisco Doratioto.
 
A esposa de Stroessner morreu seis meses antes do ditador, no Paraguai. Stroessner morreu aos 93 anos em 16 de agosto de 2006 pesando 45 quilos depois de dois dias entubados em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de um hospital particular de Brasília. Ele teve uma parada séptica após sofrer complicações de uma cirurgia de hérnia.
 
O corpo de Stroessner foi enterrado em cerimônia com sem a presença de autoridades políticas brasileiras e com poucos amigos e parentes. Ao ditador foi oferecido uma sepultado na ala de autoridades, no Cemitério Campo da Esperança. À época a família cogitou enterrar Stroessner no Paraguai, junto com a esposa, mas houve manifestações contrárias, inclusive do presidente que informou que não daria ao ex ditador honras de estado devido ao grave
 
Em entrevista ao Correio Braziliense após a morte do ditador, Gustavo Alfredo Domínguez Stroessner, conhecido como Goli, disse que avô morreu sentindo falta do Paraguai e nunca mudou suas convicções.  “Ele nunca se arrependeu de nada. Atuou num momento em que o mundo era diferente, havia a Guerra Fria e ele teve de governar como mandava a política mundial”, afirmou ao Correio o neto Alfredo “Goli” Stroessner (em 2006).
 
No dia do enterro de Stroessner, seu neto Goli exaltou o Stronato e reconheceu a trajetória do avô. “Levamos teu nome com orgulho, seguiremos teu caminho, seguiremos sempre teu exemplo de patriotismo”, disse enquanto baixava o caixão coberto com as bandeiras do Paraguai e do Partido Colorado.
 
Em que pese o elogio ter vindo do neto, a figura de Stroessner inspira confiança a outros líderes políticos. No dia de sua morte, a sessão da Câmara dos Deputados do Paraguai teve que ser suspensa após uma confusão que começou em um pedido de homenagem ao ditador. O então deputado Juan Vicente Ramírez propôs um minuto de silêncio pela morte do general, mas os opositores deixaram o local.
 
O professor Creomar de Souza destaca que os países da América Latina ainda não têm o distanciamento temporário necessário para avaliar as ditaduras aqui instaladas. “Sem sombra de dúvidas ele deixa um legado bastante controverso no Paraguai. E se some a isso ao ambiente da américa latina que ainda não conseguiu fazer uma leitura exata ainda – a maioria dos países – uma leitura exata e sem paixões desse período autoritário.”
 Em fevereiro deste ano, a figura de Alfredo Stroessner foi exaltada pelo presidente do Brasil, Jair Bolsonaro. Durante evento de posse da nova diretoria de Itaipu, Bolsonaro disse que o empreendimento só deu certo “porque do outro lado havia um homem com visão, um estadista que sabia perfeitamente que seu país, o Paraguai, só poderia continuar progredindo se tivesse energia. Então, aqui está minha homenagem ao nosso general Alfredo Stroessner”.

ago
04

 

Por G1 BA


Esposa comenta perda repentina de Jorge Portugal; enterro acontece nesta terça-feira

Esposa comenta perda repentina de Jorge Portugal; enterro acontece nesta terça-feira

A manhã desta terça-feira (4) foi marcada por despedidas e homenagens ao educador, compositor e escritor Jorge Portugal, que morreu na noite de segunda (3), em Salvador. O corpo dele foi levado para a cidade natal, Santo Amaro, no recôncavo baiano, onde será sepultado nesta tarde.

Jorge Portugal tinha 63 anos. Ele foi internado na tarde de segunda no Hospital Geral Roberto Santos, depois de passar mal em casa. À caminho da unidade de saúde, o professor sofreu paradas cardiorrespiratórias e chegou a ser estabilizado, mas não resistiu e morreu horas depois.

O corpo do professor foi velado pela família e amigos em Santo Amaro. A esposa dele, Rita Vieira Portugal, falou sobre a perda repentina.

“Muito difícil. Eu chamava ele de ‘meu menino’ e foi uma perda que ninguém esperava. Foi muito difícil e está sendo muito difícil para mim, Caetano e Bárbara [filhos do casal]. Jorge é uma das pessoas mais lindas que eu conheci. Meu parceiro, amigo, pai dos meus filhos, companheiro, parceiro de café, de almoço, de jantar, de sentar na varanda. Dos projetos todos: ‘Aprovado’, ‘Tô sabendo’, ‘Professor na estrada’, ‘Circulador Cultural'”, destacou ela.

“Uma vida juntos. Uma perda dessa a gente não tem muito o que falar, não tem palavras”, – Rita Portugal.

 

Durante a manhã, um dos três filhos de Jorge Portugal, o sociólogo Caetano Ignácio, falou que o educador teve cinco paradas cardíacas, enquanto estava a caminho do hospital.

Rita disse que Portugal havia colocado um aparelho de marca-passo no início do ano, porque estava com problemas no coração e insuficiência cardíaca.

“Ele colocou o CDI 26 de janeiro, que é o marca-passo. Ele estava com o coração enfraquecido, com insuficiência cardíaca. E aí depois dessa pandemia, ele não pôde dar aulas. Ele ficou em casa e isso foi entristecendo ele cada vez mais. Portugal era um homem das palavras, era um homem que gostava de dar aula onde fosse. Não precisava pagar, só era chamar e ele ia com prazer. No [Colégio] Lomanto [Jr.], no Cabula, em todas as escolas públicas, ele era presente”.

“Como dizia minha comadre Canô: ‘Chamou, o professor estava lá’. A Bahia perde um grande homem de alma nobre, um grande educador. Um inventor de culturas, porque Portugal criou muitas culturas. A Bahia perde um grande filho, que só se vê na Bahia” – Rita Portugal.

Homenagens

Jorge Portugal — Foto: Reprodução Facebook Jorge Portugal

Jorge Portugal — Foto: Reprodução Facebook Jorge Portugal

Além dos familiares, grandes amigos de Portugal, como Maria Bethânia, Caetano Veloso, Raimundo Sodré, Sérgio Siqueira e Jota Velloso prestaram homenagens. Artistas como Lázaro Ramos, Lazzo Matumbi e Margareth Menezes também deixaram mensagens de pesar e falaram sobre a importância do educador para a cultura da Bahia. Veja depoimentos:

Maria Bethânia, amiga, cantora e compositora: “Estou muito triste com a morte de Jorge. Inesperada. Tão moço, no auge da sua poesia. Um educador de qualidade, um rapaz encantado com a vida. A música não vai esquecê-lo e sempre será grata pelos poemas que entregou a seus parceiros. Lindos, alegres poemas. Sentidos, comovidos e comoventes. Chorei quando soube de sua morte. Meu amigo confiou à minha voz tantas palavras boas. A primeira música que gravei dele foi ‘Filosofia pura’, e convidei a Gal Costa para fazer comigo. Gravei a pedido do meu pai, santamarense apaixonado e orgulhoso dos seus poetas e amigos. Dentre tantas canções, com seus poemas que cantei, aquele que anda mais perto por agora de mim é o ‘Vila do adeus’. Que o espírito dele encontre a luz o conforto no sagrado coração de Jesus e de Maria, nossa mãe da purificação. É uma perda imensa para o Brasil e para cada um de nós, seus amigos”.

Caetano Veloso, amigo, cantor e compositor: “Jorge Portugal era meu vizinho em Santo Amaro. Eu ja? era adulto e ele ainda menino. Sempre mostrou capacidade intelectual. Nas conversas santamarenses e, depois, como professor de portugue?s em Salvador. Tornou-se tambe?m um letrista de muito alto ni?vel, principalmente em parcerias com Roberto Mendes. Chegou a ser secreta?rio de cultura do estado da Bahia. Apresentou programas relativos a li?ngua e cultura na TV e no ra?dio baianos. Uma mente e uma sensibilidade ti?pica do Reco?ncavo. Tenho orgulho dele. Estamos todos com saudade do seu papo e das suas ideias”.

Margareth Menezes, amiga, cantora e compositora: “Partiu, Jorge Portugal, um amigo querido nos disse adeus. Alma nobre da Bahia. Suas letras e poesias retratam o que temos de mais genui?no. Um gigante na danc?a das palavras e um menino baiano de sorriso largo que sempre nos dava um abrac?o corac?a?o. Tive a honra de gravar algumas canc?o?es com letras suas e uma parceira que me deu imensa alegria pela sua generosidade. Sa?bado passado voce? me mandou um beijo e eu lhe retribui com palavras de forc?a e fe?. Que as palavras que eu lhe falei continue vibrando no seu ser e, para mim, sua memo?ria sempre sera? no lugar de um dos maiores compositores da nossa gerac?a?o, amigo irmão. Obrigada, professor por tantas boas lic?o?es nas canc?o?es, por tantas imagens e mensagens deixadas pra nós. Apesar de tanto na?o, tanta dor que nos invade, somos no?s a ‘Alegria da Cidade’. Voa poeta, vai com Deus”.

 

Lázaro Ramos, amigo e ator: “E eis que se foi mais um dos nossos grandes, professor Jorge Portugal. A tristeza cala fundo hoje. Suas aulas na TV sempre foram uma inspiração. Tanta paixão que ele mostrava pelo saber que a gente não tinha outra opção a não ser se apaixonar também. E ele dizia: “Quanto mais a gente ensina, mais aprende o que ensinou”. Obrigado Jorge, pela alegria que oferecia a cada encontro. Obrigado por também ser poeta e letrista de canções tão emblemáticas. E obrigado pelas mensagens de incentivo que você sempre me mandava. Me despeço com uma de suas canções. Bom descanso poeta”.

Lazzo Matumbi, amigo, cantor e compositor: “Pois a vida é exatamente assim: quando menos imaginamos, ela vem e nos arrebata. Com a mesma velocidade que nos traz a Alegria, nos remete à tristeza, deixando um vazio no coração e a interrogação do por quê. Só sei que a poesia está de luto e a alegria, sem o poeta da cidade, que parte sem dizer adeus. Mas na certeza que, do Orum, escreverá versos memoráveis que jamais serão esquecidos. Descanse em paz, parceiro Jorge. Axé sempre”.

Roberto Mendes, amigo e compositor: “A palavra para Jorge era muito fácil. A palavra o adotou, gostava dele. Fazer música com Jorge era fácil. Ele contava às pessoas que começou a tocar violão e parou de tocar por minha causa. Eu costumo dizer que tentei às vezes escrever algumas coisas, mas nunca escrevi nada para ficar perto de Jorge. Nós somos dois em um e a parceria é isso: amizade, afeto, carinho. Continuamos junto até hoje, a gente não vai se separar nunca. Jorge sou eu”.

Raimundo Sodré, amigo, cantor e compositor: “Espero em Deus que ele esteja em um bom lugar e eu sei que está. Estará ele, Aldir Blanc, Riachão e tanta gente maravilhosa. Portugal era um compositor que está aqui guardado no meu coração e está no coração de tantos brasileiros”.

 

Jota Velloso, amigo, cantor e compositor: “Eu tive a sorte de conviver e na realidade, apesar de eu ter nascido em família de artistas, a coisa de eu ter me tornado compositor foi a convivência com ele e com Roberto Mendes. Então, esse presente eles quem me deram”.

Clarindo Silva, amigo e agitador cultural: “Figura ímpar da nossa cultura, da nossa arte. Compositor, escritor, amigo. Deixa uma saudade enorme essa figura, que nas ruas do Pelourinho a gente parava para bater papo. Nas grandes entrevistas, nas grandes aulas, você, Jorge Portugal, deixa um vazio extraordinário para todos aqueles que lhe conheceram, que lhe apreciaram e que assistiram suas aulas. Deixo o grande abraço para os seus familiares e peço a Deus que ilumine seu espírito. Eu costumo dizer que a morte destrói a matéria, mas constrói a eternidade. Você será eterno em nossos corações”.

João Gomes, ex-colega de trabalho: “Jorge é um dos seres humanos mais completos que eu já conheci, do ponto de vista intelectual. Poeta, compositor, apresentador, orador de uma capacidade imensa. Deixa uma obra extremamente valorosa para a Bahia e para os baianos”.

Mira Silva, amiga, ex-colega de trabalho e jornalista: “A gente precisa falar de sua grandeza, do quanto você foi especial na vida de tanta gente, de tantos garotos, de tantas garotas, que acordavam todos os sábados pela manhã para assistir pela manhã as aulas magníficas do professor Jorge Portugal. Você fez a diferença na vida de muitas pessoas, tenha certeza disso”.

Paulo Sobral, amigo e ex-colega de trabalho: “Um ser humano fantástico, um ser humano de grandes e múltiplos talentos. Grande parceiro de grandes projetos. Fica uma saudade muito grande e a certeza de que Jorge Portugal passou por essa vida e deixou legados maravilhosos. Fica com Deus, meu amigo”.

Sérgio Siqueira, amigo e ex-colega de trabalho: “A Bahia perde um grande professor, um grande poeta. Jorge levava a poesia na alma. Pedra pisada de preto, luso bantu sudanesa. Precipício de beleza, reconvexa alegria. Ímã de toda utopia, rima de toda riqueza. Tudo isso, com certeza, só se vê na Bahia. Descanse em paz poeta”.

Jorge Portugal, o mestre

Nascido em 1956, na cidade de Santo Amaro, no recôncavo da Bahia, Jorge Portugal completaria 64 anos na quarta-feira (5). Formado em Letras pela Universidade Federal da Bahia, ele foi um educador, poeta, letrista e compositor brasileiro que marcou gerações.

O educador ficou conhecido por obras voltadas para estudos universitários, como o livro “Redação é assim”, adotado por cursos pré-vestibulares de Salvador. Sempre sorridente, Portugal se consolidou como apresentador de televisão ao liderar por nove anos “Aprovado”, programa educativo voltado para estudantes universitários na TV Bahia.

Jorge Portugal na cidade de Santo Amaro — Foto: Reprodução / Redes Sociais

Jorge Portugal na cidade de Santo Amaro — Foto: Reprodução / Redes Sociais

Entre as letras de sucesso compostas por Jorge Portugal está “Só se vê na Bahia”, escrita em parceria com Roberto Mendes e outras composições, que ficaram marcadas nas vozes de Gal Costa, Maria Bethânia e Elba Ramalho, como “Vida vã”, “Filosofia pura” e “A massa”.

Em 2015, Portugal foi nomeado secretário de Cultura da Bahia, onde ficou até 2017. Jorge Portugal deixa esposa, Rita Vieira, e três filhos, o sociólogo Caetano Ignácio, a atriz Bárbara Bela e o jornalista Thiago Dantas.

ago
04

Coluna - J. R. Guzzo - Estadão
 
ARTIGO
MISTURA GROSSA
J. R. Guzzo
 
O Ministério Público, pelo que está escrito na lei brasileira, é pago para agir na acusação contra delinquentes e para representar o interesse público quando entender que ele esteja sendo contrariado; seu papel é ficar contra os criminosos. Da mesma maneira, cabe aos advogados agir na defesa de quem é acusado pelo MP; seu papel é ficar a favor dos clientes. O primeiro tem de procurar a condenação. Os segundos têm de procurar a absolvição. Mas isso aqui é o Brasil, e no sistema de Justiça do Brasil quase nada funciona como determinam a lógica, a decência e as próprias leis.
Temos, assim, que o MP, segundo a postura pública de seu funcionário mais alto, o procurador-geral da República, se coloca contra quem faz as denúncias e a favor de quem é denunciado – ou, pelo menos, é assim quando se trata de combate à corrupção. Na sua visão de justiça, exposta pela última vez numa palestra eletrônica que fez nesta semana, o dr. Augusto Aras nos informou que o grande problema da corrupção no Brasil não são os corruptos que durante anos a fio transformaram a administração pública em sua propriedade privada. O problema, diz ele, é a Lava Jato.
É realmente um espanto, mesmo para um país em que os marechais de campo da Justiça são esses que há por aí. Acredite se quiser, o PGR lançou o seu manifesto contra a maior e mais bem-sucedida operação de combate à corrupção jamais feita nos 520 anos de história do Brasil numa emissão fechada de imagem e som para cerca de 300 advogados criminalistas – em grande parte sócios de bancas milionárias e com clientes, ainda mais milionários, atolados na Lava Jato sob acusações de ladroagem em primeiro grau.
Como assim? Numa de suas mais conhecidas lições de ética, um antigo e afamado criminoso do Rio de Janeiro já ensinava: “Bandido é bandido, polícia é polícia”. Então: procurador é procurador, advogado é advogado. O lugar onde eles têm de se falar é no fórum, diante do juiz – só lá. Se não for assim, e durante o tempo todo, vira uma mistura grossa com a pior cara possível.
A Lava Jato foi, possivelmente, o mais precioso momento já vivido pela Justiça deste país na execução do que deve ser a sua tarefa superior – fazer justiça. Num país classicamente desgraçado pela corrupção sem limite e pela impunidade quase absoluta dos ladrões, a operação colocou na cadeia 300 dos mais perigosos, bilionários e influentes corruptos que já atuaram entre o Oiapoque e o Chuí ao longo da história nacional.
Fez os criminosos devolverem bilhões ao erário. Liquidou uma praga que se imaginava invencível – as empreiteiras de obras públicas, que desde então pararam de governar o Brasil. (Querem voltar, é claro; mas aí já são outros quinhentos.) Levou para a prisão um ex-presidente da República, tido como homem mais poderoso e intocável do País. Pois é: o PGR acha que tudo isso está errado.
Aras acusa os procuradores do seu próprio MP das piores coisas – insinua, inclusive, chantagem e extorsão –, mas não foi capaz de apontar, objetivamente e com o apoio de fatos, um único delito cometido por eles.
Fica escandalizado por haver na Lava Jato informações sobre “38 mil” pessoas, que “ninguém sabe como foram colhidas”. E daí? Com a quantidade de ladrão que há neste país, poderiam ser 380 mil. E, se não sabe, deveria saber; problema dele. É um despropósito. Os atos do MP e os do juiz Sérgio Moro – que, como magistrado, vale uns 150 Aras – estiveram o tempo todo sujeitos ao exame dos tribunais superiores. E, se houve erros, por que diabo a Corregedoria do próprio MP jamais foi atrás deles?
O problema não é o que a Lava Jato fez. É o que o PGR está fazendo

“Só um beijo”, Luiza e Salvador Sobral: Vai dedicada a Abigail, a mana querida, neste 4 de agosto de seu aniversário, a belíssima canção composta e cantada em dupla pelos irmãos e grandes artistas portugueses, Luiza e Salvador Sobral. Um canto transcendente, além do tempo sombrio de isolamento que atravessamos, e fica no ar à espera de dias melhores. Que virão e então poderemos festejar, outra vez , outra data igual a esta, com os beijos de grande afeto, louvores e agradecimentos à fraterna e convivência, além de cantar aquela músicas antigas que fazem a gente chorar. De felicidade (como no ano passado). Parabéns, Biga!!!

(Hugo e Margarida)

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  Já te pedi, até insisti para não chegares perto… perto de mim Que é melhor assim que algo incerto E eu não sou de grandes paixões quebrar corações não é para mim… prefiro evitar no meu canto ficar É melhor assim. Mas tu não me quiseste ouvir voltaste a insistir a chegar perto assim Egoísta ruim! Sei que foi só um beijo, mas não foi só um beijo… pra mim (Salvador) No instante em que te vi deixei de procurar, não tinha mais sentido. Se aquilo que buscava e sem saber sonhava era contigo E desde logo, ignorei o teu pedido pois o que dizia a tua boca era pelos olhos desmentido Investi sem hesitar Nunca quis nada tanto assim Tudo fiz por um beijo mas não foi só um beijo… pra mim Já te pedi (no instante em que te vi) Até insisti (deixei de procurar) para não chegares perto (não tinha mais sentido) Perto de mim (se aquilo que buscava) É melhor assim, que algo (e sem saber sonhava) incerto (era contigo) E eu não sou de grandes paixões (e desde logo) quebrar corações não é para mim (ignorei o teu pedido) prefiro evitar, no meu canto ficar (pois o que dizia a tua boca) é melhor assim, mas tu (era pelos olhos desmentido) não me quiseste ouvir, voltaste a insistir (investi sem hesitar) a chegar perto assim (nunca quis) Egoísta ruim! (nada tanto assim) Sei que foi só um beijo (tudo fiz por um beijo) mas não foi só um beijo (mas não foi só um beijo) pra mim (pra mim) ?

 
 

 

 
 
 

 

 

 

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04

 DO CORREIO BRAZILIENSE

A partir de ontem, 3, estão valendo as regras da Portaria nº 244 e da Instrução Normativa nº 45, publicadas em 17 de junho de 2020 no Diário Oficial da União (DOU), que fez uma revisão de legislação para permitir o uso de novas tecnologias de verificação à distância 

De acordo com o Ministério da Economia, os normativos simplificam a prova de vida para mais de 700 mil aposentados e pensionistas da União que recebem os benefícios pelo Sistema Integrado de Administração de Recursos Humanos (Siape). As medidas se aplicam também a anistiados políticos civis e seus pensionistas inclusos na Lei 10.559 de 13 de novembro de 2002.

As novas tecnologias permitem a comprovação de vida por biometria em aplicativos mobile e em terminais de autoatendimento bancário. Isso permitirá que os beneficiários, ainda que estejam no exterior, sem condições de deslocamento ou mesmo sem um local próximo para a prova anual de vida, possam ter acesso ao serviço a qualquer hora e em qualquer lugar.

Segundo o secretário de Gestão e Desempenho de Pessoal do Ministério da Economia, Wagner Lenhart, “mais uma vez, o governo federal mostra sua preocupação em facilitar a vida do cidadão e digitalizar a maior quantidade possível de serviços. A transformação digital veio para ficar e desde janeiro do ano passado, o governo federal digitalizou 729 serviços. A estimativa do Ministério da Economia, órgão central da transformação digital do governo, é de economizar R$ 2,2 bilhões anuais com a transformação digital”, afirmou Lenhart.

A prova

O beneficiário continuará com a obrigatoriedade de realizar a comprovação de que está vivo, mas as demais atualizações cadastrais ocorrerão pelos canais remotos de autosserviço – o aplicativo Sigepe mobile e Portal do Servidor.

“Além disso, a partir da vigência dos novos atos normativos, mesmo que o usuário esteja com o pagamento suspenso, ele poderá realizar a comprovação de vida nas agências bancárias, o que antes só era permitido nas Unidades de Gestão de Pessoas”, destaca o ministério.

Comunicação
Uma outra alteração acontecerá na comunicação de pendências. Até então, quando o beneficiário não comparecia para a comprovação de vida no mês de aniversário, a Unidade de Gestão de Pessoas o notificava por Aviso de Recebimento (AR) dos Correios.

A partir da vigência dos novos normativos, os aposentados, pensionistas, anistiados políticos civis ou seus pensionistas poderão ser avisados por quaisquer meios de comunicação, desde que aptos a garantir a comprovação da ciência inequívoca desses ou de seu representante legal ou responsável natural.

Um exemplo seria a utilização do envio de notificação pela Central de Mensagens do Sigepe, que já tem a funcionalidade de exigir a confirmação de leitura da mensagem por parte do usuário. O objetivo é agilizar o processo e permitir a redução de custos.

Visitas técnicas
Outro ponto alterado foi a descentralização da celebração de contratos, convênios, ajustes ou outros instrumentos congêneres para as visitas técnicas. A partir da vigência dos normativos, os próprios órgãos setoriais e seccionais podem realizar essa atividade, que estava restrita ao Órgão Central do Sipec, tornando assim o processo mais ágil e efetivo.

Integração
Os normativos também permitem a integração dos sistemas de comprovação de vida do Regime Geral de Previdência Social (RGPS) e do Regime Próprio de Previdência Social (RPPS), para que os beneficiários que recebem pelos dois regimes possam comprovar que estão vivos uma única vez.
Legislação

As novas orientações, que entram em vigor em 3 de agosto, e vão substituir a Portaria nº 363, de 28 de novembro de 2016, e Orientação Normativa Segep nº 1, de 2 de janeiro de 2017, equipara a prova de vida da Administração Pública Federal a que já é feita pelo INSS. Para mais informações, acesse aqui a Portaria nº 244 e a Instrução Normativa nº 45

Para saber mais sobre o processo de prova de vida acesse https://www.gov.br/servidor/pt-br/acesso-a-informacao/servidor/recadastramento.

ago
04

Postado em 04-08-2020 01:13

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 04-08-2020 01:13



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