fev
17

Do Jornal do

Conteúdo online deveria ser regulado com um sistema que ficasse entre as regras existentes para telecomunicações e as de indústrias de mídia, disse o CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, a líderes globais e chefes de segurança neste sábado.

Falando na Conferência de Segurança de Munique, na Alemanha, Zuckerberg disse que o Facebook melhorou seu trabalho para conter interferências online em eleições, e foi além em seus pedidos anteriores de regulação das empresas de mídia social.

Macaque in the trees
Mark Zuckerberg (Foto: AFP)

“Eu realmente acho que deveria haver regulação sobre conteúdo prejudicial…existe uma questão sobre qual estrutura usar para isso”, disse Zuckerberg durante sessão de perguntas e respostas.

“No momento existem duas estruturas que acho que as pessoas têm para as indústrias atuais –há jornais e mídia existentes, e então tem o modelo tipo telecomunicações, que é ‘os dados apenas fluem através de você’, mas você não será responsabilizado por telecomunicação se alguém disser algo danoso por telefone.”

“Eu realmente acho que deveríamos estar em algum lugar no meio”, disse ele. (Reuters)

Adriano da Nóbrega foi um policial excepcional e depois um delinquente excepcional. Instrutor da corporação que protagonizou ‘Tropa de Elite’, se tornou criminoso depois de sair a prisão

Área onde milicianos atuam em Muzema, no Rio de Janeiro.
Área onde milicianos atuam em Muzema, no Rio de Janeiro.Hudson Pontes

Em 2005, a cadeia para policiais militares do Rio de Janeiro viu a entrega da maior condecoração do Estado. No entanto, o homenageado não era um guarda, mas um preso. Um agente acusado de assassinato recebeu a medalha Tiradentes —um reconhecimento pela prestação de serviços relevantes ao Estado— proposta de um deputado carioca de vinte e poucos anos, Flavio Bolsonaro. Seu pai, Jair Bolsonaro, então um irrelevante deputado que se tornaria presidente do Brasil, compareceu ao julgamento do prisioneiro condecorado e dedicou-lhe, inclusive, um discurso no plenário da Câmara dos Deputados. Ele o considerou um corajoso injustamente perseguido depois de matar durante uma operação policial “um elemento que, apesar de estar envolvido com o tráfico de drogas, era considerado pela imprensa como um simples flanelinha”. Neste sábado, Jair Bolsonaro voltou a falar sobre o miliciano. “Não tem nenhuma sentença transitada em julgado condenando capitão Adriano por nada, sem querer defendê-lo. Naquele ano ele era um herói da Polícia Militar”, afirmou em entrevista à imprensa.

Adriano Magalhães da Nóbrega foi um policial excepcional e depois um delinquente excepcional. Instrutor da corporação que protagonizou o filme Tropa de Elite, ele se tornou criminoso anos atrás, depois de sair a prisão em 2006. Em 2018 foi interrogado pelo assassinato da vereadora Marielle Franco e no domingo passado morreu abatido em uma operação policial. Tinha 43 anos.

A suspeita de queima de arquivo foi imediata. Uma suspeita que desenha um final cinematográfico para uma vida de telenovela de terror. Considerado corajoso e violento por seus colegas, o capitão Adriano encarnava as cloacas do Rio, de acordo com o veterano repórter do jornal O Globo Chico Otavio. Um denso emaranhado de relações obscuras entre a polícia, o crime organizado e a política por trás da fachada de praias espetaculares, Carnaval e caipirinha. “O Rio é hoje como a Chicago dos anos vinte ou a Nova York dos anos oitenta”, diz Jacqueline Muniz, doutora em Estudos Policiais.

O capitão Adriano era um dos homens mais procurados do Brasil. Embora tenha se deparado com a lei várias vezes, ao morrer estava limpo, pelo menos nos registros oficiais. Seus antecedentes criminais evaporaram porque foi condenado por assassinar o flanelinha, mas depois acabou absolvido. Tampouco foi processado no caso Marielle (pelo qual outro ex-policial militar está preso). E, apesar de ser suspeito de vários assassinatos, o contato que tinha com o agora senador Flavio Bolsonaro era indireto, mas recente: até 2018, o filho do presidente brasileiro empregou em seu gabinete a mãe e a ex-esposa desse policial expulso da corporação em 2014.

fev
17

Postado em 17-02-2020 00:13

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 17-02-2020 00:13


 

 Clayton, no jornal

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fev
17

Arrascaeta, Bruno Henrique e Gabigol marcam, time de Jesus não dá brechas ao Furacão e garante taça inédita

 
 Melhores momentos de Flamengo 3 x 0 Athletico-PR pela Supercopa do Brasil
  • Jorge Jesus abriu 2020 destacando o “outro patamar” do Flamengo, que virou mantra da torcida. Em campo, o resultado. Neste domingo, em Brasília, o Rubro-Negro dominou o Athletico-PR numa manhã de Bruno Henrique, Gabigol e Arrascaeta. Com um gol de cada, a equipe fez 3 a 0 no time de Dorival Júnior e garantiu a taça inédita da Supercopa do Brasil.

    Flamengo é campeão da Supercopa do Brasil

    Flamengo é campeão da Supercopa do Brasil (Foto: Ueslei Marcelino/Reuters)

  • amengo colocou nova taça na prateleira de conquistas. O Rubro-Negro do Rio de Janeiro é agora o terceiro clube a conquistar a competição. Antes, Grêmio (1990) e Corinthians (1991) haviam conquistado o título da Supercopa, que voltou a ser disputada 29 anos depois.
    Taça Supercopa do Brasil Flamengo x Athletico-PR

    Nem mesmo o forte calor de Brasília diminuiu a intensidade do Flamengo. O time de Jorge Jesus tomou conta do jogo desde os primeiros minutos, com marcação alta e posse de bola. O reflexo apareceu no placar: Bruno Henrique, de cabeça, e Gabigol, aproveitando grande vacilo de Márcio Azevedo, balançaram a rede. Acuado, o Athletico-PR só conseguiu sair ao ataque no fim, mas Erick desperdiçou principal oportunidade, livre entre os zagueiros.

    Gabigol marcou o segundo do Flamengo na decisão da Supercopa do Brasil

    Gabigol marcou o segundo do Flamengo na decisão da Supercopa do Brasil (Foto: REUTERS/Ueslei Marcelino)

    Dorival voltou com mudança nas duas laterais, e o time respondeu com mais vontade, mas encontrou poucos espaços. Seguro em campo, o Flamengo manteve a posse de bola e matou o jogo com tranquilidade, aos 23 minutos, com Arrascaeta. O Furacão até tentou diminuir o prejuízou com Bissoli, mas parou no travessão e em jogo sólido de Diego Alves.

  • “OUTRO PATAMAR”

    Jorge Jesus chegou em junho de 2019 ao Flamengo. Oito meses depois, o português chega ao terceiro título. Além da Supercopa do Brasil, o treinador levou o clube às conquistas do Brasileirão e da Libertadores.

    Jorge Jesus conquistou o terceiro título sob o comando do Flamengo

    Jorge Jesus conquistou o terceiro título sob o comando do Flamengo (Foto: REUTERS/Adriano Machado)

  • RECONSTRUÇÃO

    Campeão da Copa do Brasil em 2019, o Furacão perdeu jogadores importantes no início do ano, como Bruno Guimarães, Marco Ruben e Marcelo Cirino. Além disso, Dorival Junior iniciou há pouco a trajetória no clube. O vice-campeonato da Supercopa do Brasil foi apenas o segundo jogo oficial do grupo principal do Furacão na temporada – antes, um empate em 1 a 1 com o Paraná pelo estadual.

fev
16

Postado em 16-02-2020 00:15

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 16-02-2020 00:15

Resultado de imagem para Janio Ferreira Soares no Bahia em Pauta
CRÔNICA

                                  Um papa chamado Luiz Inácio

                                  Janio Ferreira Soares

Começo a escrever este texto na manhã de quinta-feira, ainda sem saber detalhes do encontro entre o papa Francisco e Lula, marcado para hoje no Vaticano. Mesmo assim, entendo que este fato têm todos os ingredientes para mudar o rumo da igreja católica e levar nosso Fernando Meirelles a rodar a sequência de Dois Papas, uma vez que, no tête-à-tête do atual ocupante da cadeira de São Pedro com aquele que afirma não existir viva alma mais honesta que a dele, pode ter acontecido sua tão esperada mea-culpa, fato determinante para futuras glorificações.

Assim, viajo nas beiradas de uma hóstia não consagrada e imagino como seria o enredo dessa provável obra-prima que, fosse uma literatura de cordel escrita por um gaiato, poderia receber o título de: “A Peleja do Sapo Barbudo Com o Hermano Chico Milongueiro”. Simbora.

À semelhança do primeiro, o filme começaria com um flashback mostrando sua infância no agreste pernambucano, a ida pra São Paulo num pau de arara e a dor da perda do mindinho numa prensa mecânica, até chegar naquela gigantesca greve que reuniu milhares de trabalhadores em São Bernardo dos Campos em 1979, ocasião em que ele (ainda com o jeitão de quem jamais trocaria os destilados das canas plantadas em Vitória de Santo Antão (PE) pelas uvas Pinot Noir cultivadas na Borgonha) despontou para o mundo ao discursar para 200 mil metalúrgicos.

Em seguida, imagens mostrariam sua ascensão até chegar à presidência, com destaque para sua mudança no visual, que evoluiu do desenho do rosto de Lech Walesa impresso numa surrada malha Sulfabril sobre sua pança, até o trote do nobre cavaleiro da Ralph Lauren prestes a acertar seu mamilo esquerdo com uma tacada de responsa.

As cenas seguintes viriam acompanhadas pelo som que precede denúncias, com fotos desbotadas de Cerveró, Dirceu, Palocci e Bittar dentro de um pedalinho em forma do pato da Fiesp, afundando lentamente no lago de um sítio em Atibaia. Na sequência, milhares de manifestantes com roupas amarelas e vermelhas invadem as ruas do país, enquanto nuvens aceleradas apressam a passagem do tempo.

Agora, já numa sala da Polícia Federal em Curitiba, o corpo que abriga a alma gêmea de Irmã Dulce lê uma carta enviada pelo papa Francisco, lhe dizendo para não desanimar nem deixar de confiar em Deus, que em breve chegará um sinal.

Meses depois, Lula nota que o Cohiba no cinzeiro solta uma fumaça branca e densa, semelhante à da chaminé do Vaticano quando anuncia um novo papa. Entre assustado e convencido, ele se benze e grita em direção aos seus discípulos em vigília: “chupa, Moro!”.

Antes do The End, vejo a foto do papa Francisco abençoando-o após o encontro e constato que, num mundo onde Habemus Bolsonaro, nada mais natural do que um papa chamado Luiz Inácio.

Janio Ferreira Soares, cronista, é secretário de Cultura de Paulo Afonso, na margem baiana do Rio Sã Francisco

 

Brasil com S”: João e Rita, no BP nosso de todos os dias, para amar cada vez mais o Brasil, que é maior do que eles! Quem?

BOM DOMINGO!!!

(Gilson Nogueira)

fev
16

Postado em 16-02-2020 00:12

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 16-02-2020 00:12

Por G1 Rio

Bolsonaro diz que a Polícia Militar da Bahia matou o ex-PM Adriano da Nóbrega

O presidente Jair Bolsonaro inaugurou na tarde deste sábado (15) a ligação da Ponte Rio-Niterói com a Linha Vermelha, no Rio de Janeiro. No final do evento, ao ser questionado sobre a morte do ex-capitão Adriano da Nóbrega, morto na Bahia na semana passada, o presidente afirmou que foi a Polícia Militar da Bahia que matou o ex-policial.

“Quem matou o capitão Adriano foi a PM da Bahia. Mais ainda: medalha de 2005 [condecoração concedida pelo então deputado Flavio Bolsonaro]. Ele foi condenado em primeira instância e absolvido em segunda. Não tem nenhum sentença tramitada e julgada condenando o capitão Adriano por nada. Sem querer defendê-lo, não conheço a vida pregressa dele. Naquele ano ele era um heróis da Polícia Militar. Como é muito comum qualquer policial em operação mata vagabundo, mata traficante, e a imprensa, em grande parte vai em defesa do marginal e condena o policial.”

O presidente também foi questionado sobre a ligação do ex-capitão Adriano com a milícia no Rio. Ele afirmou que não conhece o grupo.

“Eu não conheço a milícia no Rio de Janeiro. Desconheço. Não existe nenhuma ligação minha com a milícia do Rio de Janeiro”, afirmou.

Bolsonaro disse ainda que ele mesmo pediu que o filho Flávio fizesse uma homenagem para Adriano na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), em 2005. Segundo o presidente, na época o policial era um herói.

 “Eu é que pedi pro meu filho condecorar, pra que não haja dúvida. Ele era um herói. Eu determinei, pode trazer pra cima de mim, essa aí. Meu filho condecorou centenas de policiais. Vocês querem me associar a alguém por uma fotografia, por uma moção, isso aconteceu 15 anos atrás. Pessoas mudam para o bem ou para o mal, mudam. Não estou fazendo juízo de valor aqui, espero que as investigação…se bem que se for aqui pelo Rio o padrão..aquela do porteiro da minha casa, o padrão porteiro da minha casa…”, disse Bolsonaro.

Flávio Bolsonaro fala sobre morte de ex-capitão

Durante o evento, o senador Flávio Bolsonaro também falou sobre a morte de Adriano da Nóbrega e citou uma reportagem da revista Veja, que afirma que pode ter havido queima de arquivo.

“Não adianta querer me vincular à milícia porque não tem absolutamente nada com milícia. Condecorei o Adriano há mais de 15 anos. Há mais de 15 anos. Como é que eu posso adivinhar o que ele faz de certo e errado hoje, depois de 15 anos, vou insistir com isso.

Eu tive a informação de que iriam cremar o corpo dele. Fiz questão de ir para as redes sociais e pedir para que não fizesse. Pelo o que eu soube, é aquilo que está na revista, ele foi torturado para falar o quê? Com certeza nada contra nós, porque não tem o que falar contra nós. Não temos envolvimento nenhum com milícia”, afirmou Flávio Bolsonaro.

Notas do Governador da Bahia e do Presidente Bolsonaro

O governador da Bahia, Rui Costa (PT), divulgou uma nota em que afirma:

“Na Bahia, trabalhamos duro para prevalecer a lei e o Estado de Direito. Na Bahia, a determinação é cumprir ordem judicial e prender criminosos com vida.”

Também em nota, o presidente Bolsonaro reiterou que o policial Adriano foi condecorado em 2005 e que até a data da execução dele, nenhuma sentença condenatória transitou em julgado.

 

O presidente Jair Bolsonaro e o governador da Bahia, nas notas que divulgaram, acabaram por elevar o tom e trocaram ofensas.

Visita ao Rio

O presidente chegou ao Rio por volta das 14h30. Estavam presentes no evento de inauguração na Ponte-Rio Niterói o ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, o prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, o senador Flavio Bolsonaro (Sem Partido), o deputado Hélio Negão (Sem Partido), o ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Augusto Heleno e o juiz federal Marcelo Bretas.

Bolsonaro também participou na Praia de Botafogo, Zona Sul do Rio, do evento religioso da Igreja Internacional da Graça de Deus. O presidente deixou o local por volta das 17h sem falar com os jornalistas.

fev
16

Postado em 16-02-2020 00:09

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 16-02-2020 00:09

Do Jornal do Brasil

IESA RODRIGUES

As restrições nos aeroportos europeus e os riscos de contaminações em plateias lotadas estão modificando os lançamentos de moda do hemisfério norte. Até agora a Federação da Alta Costura e da Moda, o órgão oficial da moda francesa já anunciou a saída de Masha Ma, Shiatzy Chen, Uma Wang, Jarel Zhang, Calvin Luo and Maison Mai, marcas chinesas da semana dos desfiles de inverno, que será de 24 de fevereiro a 03 de março.

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A designer chinesa Masha Ma nos ajustes de camarim, no ano passado (Foto: Divulgação)

A Camera Nazionale della Moda, que organiza a semana de Milão, de 18 a 24 de fevereiro, anunciou que acolheria os designers chineses. Só que sem desfiles ao vivo: o plano é usar as mídias sociais para exibir os desfiles em lives, comentar as coleções, vídeos e até entrevistas que darão acesso aos compradores para negociar com os criadores.

Em Paris, a maioria dos desfiles terá sensores térmicos na entrada dos convidados, para impedir os febris de entrarem principalmente nas grandes salas, como as tendas e o Grand Palais.

Já as semanas de Pequim (a partir de 25 de março) e Shangai (26 de março) foram adiadas.

Aguarda-se a visão de plateias de máscaras e óculos escuros.

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Exemplos da coleção de verão de Uma Wang, que saiu da agenda de desfiles de Paris (Foto: Divulgação)
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Sapatos inspirados nas sapatilhas de balé são sucessos de acessórios de Uma Wang (Foto: Divulgação)

fev
16

Postado em 16-02-2020 00:08

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 16-02-2020 00:08

DO DIÁRIO DE NOTÍCIAS lISBOA

Ex-presidente do Brasil, libertado da prisão em novembro, foi ao Vaticano encontrar-se com o líder da igreja católica.

O papa Francisco agradeceu hoje ao antigo Presidente do Brasil Luís Inácio ‘Lula’ da Silva a visita ao Vaticano e mostrou-se satisfeito por poder vê-lo “caminhando pela rua” depois de sair da prisão, em novembro.

“Agradeço-lhe o seu gesto de vir, agradeço-lhe muito, e estou contente de poder vê-lo caminhando pela rua”, disse em espanhol o pontífice argentino, ao que ‘Lula’ da Silva respondeu com um “obrigado” em espanhol, de acordo com a agência de notícias espanhola Efe, que cita um vídeo difundido pelo antigo dirigente brasileiro na rede social Twitter.

Lula da SIlva disse ao papa que foi ao Vaticano para “agradecer e falar um pouco sobre o tema das desigualdades”, mas também sobre as conquistas sociais e o cuidado com o meio ambiente, e valorizou a conversa que ocorreu “num momento delicado”.

Esta foi a primeira vez que o antigo Presidente brasileiro saiu do país desde que foi libertado da prisão, em novembro, depois de a justiça brasileira ter aceitado adiar para dia 19 de fevereiro um interrogatório ainda pendente.

Lula  da Silva, condenado em dois processos por corrupção, passou 580 dias na prisão e está em liberdade condicional e tem pelo menos outras sete investigações abertas pela justiça brasileira.

O antigo líder brasileiro foi condenado em terceira instância a oito anos e dez meses por corrupção passiva e branqueamento de capitais, depois de ter sido considerado culpado de receber um apartamento em troca de favores políticos à construtora OAS.

O processo será ainda analisado pelo supremo tribunal brasileiro, a última instância passível de recurso no Brasil.

fev
16

Postado em 16-02-2020 00:06

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 16-02-2020 00:06

Iotti

Iotti, no jornal gaúcho

 

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