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“Logo Agora”, Emílio Santiago: Voz e talento interpretativo excepcionais que se expressam em plenitude neste vídeo.Aqui em gravação ao vivo, incluída no álbum “Só Danço Samba”. Simplesmente fenomenal. onfira!!!

BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares)

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Postado em 12-01-2020 00:15

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 12-01-2020 00:15

Do Jornal do Brasil

O vice-presidente da República, Hamilton Mourão, defendeu uma atuação “independente e pragmática” do Brasil no cenário internacional. Em entrevista exclusiva à Empresa Brasil de Comunicação (EBC), nesta sexta-feira (10), ele fez uma breve análise do panorama geopolítico atual, reforçou a ideia de que o país deve buscar uma inserção soberana e colaborativa com as demais nações.
Macaque in the trees
Vice-Presidente da República, Hamilton Mourão (Foto: Adnilton Farias/VPR)

“O Brasil, tradicionalmente, sempre se voltou ao mundo de uma forma independente e pragmática. Nós temos que ter essa visão de perseguir os interesses do país. Costuma-se se dizer que, em relações internacionais, não existem amizades eternas nem inimigos perpétuos, existem apenas os nossos interesses. Essa é a visão que nós temos que continuar, buscando uma inserção soberana do país, apresentando o Brasil como solução, e não como problema, seja aqui no nosso entorno próximo, na América do Sul e, ao mesmo tempo, com as grandes nações, como Estados Unidos, que nós consideramos o grande farol da democracia, a China, nosso maior parceiro comercial, a Comunidade Europeia, a Rússia e a África, não podemos descuidar da África, um grande número de brasileiros veio de lá.”

Mourão tem tido uma atuação de destaque como representante do governo brasileiro em assuntos estratégicos da agenda internacional. Logo no início do mandato, em fevereiro do ano passado, ele foi designado pelo presidente Jair Bolsonaro para ser o principal representante do país na reunião do Grupo de Lima, em Bogotá, no auge do agravamento da crise política na Venezuela. O Grupo de Lima reúne países das Américas para tratar sobre as questões que envolvem o país vizinho.

Em maio do mesmo ano, Mourão fez uma visita oficial à China, onde reativou a Comissão Sino-Brasileira de Alto Nível de Concertação e Cooperação (Cosban) e se reuniu com o presidente do país, Xi Jinping. Essa viagem serviu como importante preparação para a visita do presidente Bolsonaro ao país, alguns meses depois. O vice-presidente também foi o principal integrante da comitiva de autoridades brasileiras que foram ao Vaticano para assistir à cerimônia de canonização de Irmã Dulce, em outubro de 2019, em que manteve um rápido encontro com o papa Francisco. Mais recentemente, em dezembro, Mourão cumpriu outra missão diplomática importante: foi o representante brasileiro na posse do novo presidente da Argentina, Alberto Fernández.

Nas viagens que tem feito, o vice-presidente brasileiro diz que tem percebido um conjunto de mudanças estruturais em curso no mundo. “O cenário internacional não é simples, porque estamos vivendo três revoluções no mundo. A revolução do mais, que as pessoas passaram a ter mais acesso ao conhecimento, a informações, e, ao ter mais acesso, elas também querem mais. Temos a revolução da mobilidade, então as pessoas se deslocam mais facilmente, viajam e conhecem coisas diferentes. E temos a revolução da mentalidade, a juventude hoje mudou totalmente a sua mentalidade. O mundo enfrenta isso daí, gera intranquilidades e, ao mesmo tempo, existem as tensões sociais e econômicas, entre duas grandes economias, como a China e os Estados Unidos, com reflexos nos demais países e comunidades, digamos assim.”

Ajuste fiscal e reformas

Hamilton Mourão fez um balanço do primeiro ano do governo Bolsonaro, em que destacou principalmente a aprovação da reforma da Previdência, que é, na sua opinião, base para a recuperação econômica do país. Ele também citou a reorganização administrativa do governo e a redução dos índices de criminalidade. “Tivemos um enxugamento da Esplanada dos Ministérios, não é simples você reduzir de 29 para 22 ministérios, como foi feito. Nós temos dificuldades de reestruturação disso aí. Ao mesmo tempo, a questão da segurança pública também foi colocada de forma primordial, o trabalho do ministro [da Segurança Pública, Sergio] Moro, da equipe dele, em conjunto com os governos estaduais, levou a que os resultados fossem extremamente expressivos.”

Para 2020, o vice-presidente enfatizou a necessidade de aprofundamento das reformas e privatizações pretendidas pelo governo, além da continuidade do ajuste fiscal. “Na questão da economia, onde nós temos dois problemas sérios que têm ser enfrentados. Começou o ano passado, mas essa tarefa continua. Um é o ajuste fiscal, temos que trabalhar em cima da reforma administrativa, em cima das privatizações das empresas estatais, de modo que a gente consiga colocar receita e despesa equilibradas e, em consequência, o governo ter condições de investir em áreas onde hoje ele não tem condições de fazer. Ao mesmo tempo, temos que atacar na questão da baixa produtividade, fruto daquilo que é chamado custo Brasil. E aí entram os projetos na área de infraestrutura, por meio de parcerias público-privadas, as concessões que têm que ser feitas e, principalmente, a reforma tributária”, afirmou.

Outra prioridade do governo, segundo Mourão, deve ser a agenda social. Ele citou a expectativa de reformulação de programas sociais do governo, como o Bolsa Família, e a meta de buscar um salto de qualidade na educação. “Temos que avançar na questão de uma educação de qualidade. Vamos lembar que a gente já conseguiu, nos últimos anos, conseguir colocar um grande número de crianças e jovens na escola, mas agora nós temos que fazer com que essas crianças e jovens efetivamente aprendam. Então, esse é o salto de qualidade que o Brasil tem que dar em termos educacionais. E também nos programas sociais que atingem aquela população que vive em situação de pobreza e extrema pobreza, que o presidente está definindo aí junto com o ministro Onyx [Lorenzoni, da Casa Civil] e os ministros ligados à área social.” (Agência Brasil)

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Postado em 12-01-2020 00:11

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 12-01-2020 00:11

Do Jornal do Brasil

 

Os dois papas e o papa Francisco

 

MARIA CLARA LUCCHETTI BINGEMER

Dirá o leitor que muito já se falou e escreveu sobre o filme de Fernando Meireles, “Os dois Papas”. E tem razão. Trata-se, porém, de assunto importante, não só pela relevância que ainda têm a Igreja Católica e o Cristianismo, especialmente no Ocidente. Mas também pelo fato de que hoje Francisco de Roma é o único líder mundial capaz de chamar a atenção de pessoas de dentro e de fora da Igreja que governa; e de convocar mentes e corações urbi et orbi.

Não surpreende, portanto, que um filme sobre sua pessoa desperte interesse e suscite diversas leituras e opiniões. Destaco entre os muitos comentários feitos aqui e ali o magnífico texto de Leonardo Boff, recentemente publicado. Destaco igualmente impressões de alguns ateus, jornalistas e intelectuais, maravilhados com o filme. Não destacaria tanto os comentários de algumas figuras de dentro da Igreja que conseguem ver nesta obra cinematográfica de inegável valor apenas inexatidões e parcialidades.

Desde o início, o diretor adverte: este é um filme de ficção baseado em fatos reais. Assim como a literatura, toda arte, inclusive a sétima, tem compromisso com a verossimilhança, e não com a verdade tal como é entendida filosoficamente. Sendo assim, a ficção construída a partir da história e seus fatos é perfeitamente legítima. Mesmo quando o assunto é a instituição do papado e a figura do pontífice e supremo pastor da Igreja Católica.

Conheci muito breve e superficialmente o cardeal Joseph Ratzinger. Um cordial aperto de mãos por uma vez. Posteriormente, em 2012, fui convidada a apresentar em Roma seu recém lançado livro sobre a infância de Jesus. Aí cumprimentei o Papa Bento XVI, que três meses mais tarde deixaria o mundo perplexo com sua renuncia à sé de Pedro. Porém, anteriormente a tudo isso, conheci a teologia de Joseph Ratzinger. Estudei por seus livros e tive contato com seu pensamento. Trata-se, inegavelmente, de um teólogo profundo e refinado.

Sua atuação à frente da Congregação para a Doutrina da fé suscitou sentimentos controversos e conflitivos na Igreja pós-conciliar. Entre os vários processos a que foram submetidos diversos teólogos de todas as latitudes durante sua presidência, o de Leonardo Boff foi por mim vivido mais de perto devido ao fato de ser um teólogo brasileiro e amigo pessoal. O mesmo Boff, porém, com extrema elegância, defende sua atitude correta e sua boa-fé no texto acima mencionado, mostrando que todo juízo sobre fatos e, sobretudo, sobre pessoas deve ser prudente e matizado.

Encontrei o cardeal Bergoglio duas vezes, em Buenos Aires. E ouvi narrativas e comentários não muito airosos sobre sua conduta durante a ditadura argentina, coisa que o filme de Fernando Meireles retrata fielmente. Não deixa de sublinhar, no entanto, a dificuldade que implicava naquele momento a circunstância de ser superior provincial de uma ordem como a Companhia de Jesus. Bergoglio tomou as decisões que lhe pareceram acertadas. Porém, sua biografia ficou marcada por esse fato. E quando anunciaram sua eleição confesso que senti muito temor, ao recordar o que me haviam dito amigos da Argentina sobre sua pessoa e atuação.

O tempo imediatamente posterior à sua eleição encarregou-se de dissipar meus temores. Diante de meus olhos via uma figura rica e perita em humanidade que pedagogicamente ia marcando o caminho de seu pontificado com gestos secundados por palavras que anunciavam novos tempos para a Igreja e para a instituição do Papado.

Parece-me que o filme de Fernando Meirelles mostra isso com muita felicidade. Com Francisco, o papado deixa de ser uma instituição difusamente divina e bem pouco humana para mostrar sua face encarnada, compassiva e aterrissada na realidade. O mate, o futebol, a pizza, o tango são a configuração do papa argentino que veio do fim do mundo e procura desde sua eleição trazer a Igreja de volta ao Evangelho e ao Concílio Vaticano II.

O filme é justo com Bento XVI, parece-me. Mostra o mais importante de seu legado: a lucidez da renúncia para abrir caminho a outro que pudesse lidar com os enormes problemas da Igreja. E também é justo com Francisco. Mostra seu perfil consciente dos próprios limites, mas ao mesmo tempo cheio de destemor ao se lançar na empreitada de fazer a reforma da instituição que governa.

O pontificado de Francisco é um convite a todos nós, católicos, a jamais duvidar da assistência do Espírito Santo à Igreja. O filme de Fernando Meireles ajuda esse permanente ato de fé.

Maria Clara Bingemer é professora do Departamento de Teologia da PUC-Rio e autora de “Mística e Testemunho em Koinonia” (Editora Paulus), entre outros livros.

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DO EL PAÍS

Forças Armadas iranianas reconhecem que confundiram a aeronave comercial com uma “hostil”. Ucrânia exige indenização e desculpas oficiais pelos canais diplomáticos

Soldados iranianos caminham pelos restos do avião ucraniano derrubado que deixou 176 pessoas mortas
Soldados iranianos caminham pelos restos do avião ucraniano derrubado que deixou 176 pessoas mortasABEDIN TAHERKENAREH / EFE
  • Cientos de personas se congregan alrededor de un vehículo que transporta el ataúd del general iraní Qasem Soleimani, este martes.

Os responsáveis pelo “erro” serão encaminhados a um departamento judicial dentro das Forças Armadas do Irã e prestarão contas, segundo o comunicado do Exército iraniano divulgado na manhã deste sábado. “O acidente do avião ucraniano esta semana foi causado por um erro humano e pelo atrevimento dos Estados Unidos”, escreveu o ministro das Relações Exteriores do Irã, Mohammad Javad Zarif, em sua conta no Twitter. Depois de dias de tensão e de grande pressão internacional para que o Irã fizesse uma investigação transparente e assumisse suas responsabilidades, sua admissão de culpa pela queda do voo PS752 da Ukraine International Airlines que fazia a rota Teerã-Kiev é uma mudança surpreendente.

O presidente de Ucrânia, Volodimir Zelenski, exigiu neste sábado um pedido oficial de desculpas por meio dos canais diplomáticos, e também uma indenização. “Mesmo antes da conclusão de uma comissão internacional, o Irã se declarou culpado pela queda do avião ucraniano, mas insistimos na admissão total da culpa. Esperamos do Irã garantias de que a investigação vai ser completa e aberta, que ele leve os responsáveis à Justiça, devolva os corpos dos mortos, pague uma indenização e peça desculpas oficiais através dos canais diplomáticos”, afirmou Zelenski em um comunicado, no qual pediu que a equipe de 45 especialistas enviados pela Ucrânia para tentar esclarecer a tragédia tenha pleno acesso e cooperação. Zelenski planeja falar com Rouhani ao longo deste sábado.

O escritório do primeiro-ministro do Canadá, Justin Trudeau, muito envolvido na investigação do acidente que acabou com a vida de 57 canadenses, emitiu um comunicado dizendo que “continuaremos trabalhando com nossos parceiros no mundo todo para assegurar que seja realizada uma investigação completa, e o Governo canadense espera a cooperação total das autoridades iranianas”.

Até agora, o Irã tinha controlado a investigação, embora os especialistas enviados pela Ucrânia tenham tido acesso às caixas-pretas (não está claro se tiveram acesso também ao seu conteúdo). No entanto, em outra mudança substancial de posição, por não ter as tecnologias adequadas para avaliar os dados, Teerã anunciou neste sábado que enviará as caixas-pretas à França, (escolhida entre as partes como um “lugar neutro”) para que sejam analisadas lá.

Onze ucranianos ?incluindo toda a tripulação, de nove membros? morreram na queda do Boeing 737-800. A tragédia ocorreu em um momento de grande tensão entre EUA e Irã, depois do assassinato, ordenado por Washington, de um importante comandante militar iraniano, ao qual Teerã respondeu lançando mísseis contra bases americanas no Iraque no mesmo dia em que o avião caiu. Um conflito ao qual se somaram agora de maneira tangencial os países afetados: além de uma maioria de iranianos e canadenses, estavam a bordo suecos, alemães, britânicos e ucranianos.

O Exército iraniano declarou que o Boeing 737 ucraniano foi confundido com um “avião hostil”. “Em uma situação de crise e delicada, o voo ucraniano 752 decolou do aeroporto Imam Khomeini [em Teerã], e no momento de virar [parecia estar se aproximando] de um centro militar sensível”, afirmou em um comunicado divulgado na TV estatal, dizendo que havia detectado uma maior atividade aérea americana e aviões de combate em seu radar depois de seus ataques contra as forças de Washington no Iraque. “Nessas condições”, devido a um “erro humano, e sem querer, o avião [foi] atingido”, acrescentou. O Exército anunciou que será feita uma “reforma importante em todas as Forças Armadas” para garantir que nada semelhante volte a ocorrer.

A Guarda Revolucionária do Irã recebeu a ordem de aparecer nos veículos de comunicação estatais para dar uma explicação. E as autoridades iranianas estão publicando, nas redes sociais, mensagens em que admitem o ocorrido e se desculpam. Também nas redes sociais, os iranianos manifestaram sua raiva contra o Exército, depois que a população apoiou as autoridades após o assassinato, pelos EUA, do general Qasem Soleimani. “Supunha-se que deviam se vingar dos EUA, não do povo”, escreveu o jornalista Mokhtaba Fahti. A maioria das vítimas é composta por iranianos ou iraniano-canadenses. Surgem dúvidas e críticas também sobre por que o principal aeroporto do país e seu espaço aéreo não foram fechados em meio à escalada da tensão, quando Teerã lançou mísseis contra as bases americanas no Iraque.

O comandante das forças aeroespaciais iranianas, Amir-Ali Hajizadeh, somou-se às explicações e disse nweste sábado que o avião ucraniano foi confundido com um míssil de cruzeiro. “O operador teve apenas 10 segundos para tomar uma decisão”, disse ele em uma aparição televisionada no canal oficial do Irã. O operador teve que obter uma confirmação e se comunicar com a aeronave. “Nessas condições, houve uma falha no sistema de comunicação e ele não pôde obter confirmação e tomou esta terrível decisão. O foguete foi disparado e o avião foi abatido ”, acrescentou Hajizadeh.

Confundido com um míssil de cruzeiro

O oficial militar disse que suas Forças Armadas fizeram vários pedidos para que o espaço aéreo iraniano fosse liberado de aeronaves civis. Uma declaração que levanta ainda mais dúvidas e críticas sobre por que o principal aeroporto e espaço aéreo do país não foi fechado em meio à escalada em que Teerã lançou foguetes nas bases americanas no Iraque.

Hajizadezh garantiu que assume “toda a responsabilidade” pelo que aconteceu. “Me inteirei sobre a terrível tragédia no oeste do país após o fim da operação de mísseis contra as bases americanas. Quando me convenci do que aconteceu, queria a morte, porque preferia morrer ”, afirmou. “Seremos responsáveis ??pela morte dessas pessoas por toda a vida e hoje nossa honra está exposta ao Senhor”.

O procurador-geral do Irã, Mohammad-Jafar Montazeri, em uma instrução ao promotor militar, exigiu investigações “rápidas e meticulosas” para identificar todas as causas e pessoas envolvidas no incidente, segundo a agência de notícias semioficial ISNA.

A derrubada do voo PS752 aumenta a tensão entre Irã e Estados Unidos, principalmente depois do assassinato, com um drone americano, do poderoso general Soleimani na madrugada do dia 3. Na sexta-feira, o Governo de Donald Trump ativou novas sanções ao Irã, atingindo setores-chave da economia iraniana, como o industrial, o de mineração e o têxtil, assim como uma série de altos funcionários do regime. “Havia informações sobre uma ameaça iminente”, disse o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo. “Soleimani planejava um amplo ataque a interesses americanos na região, incluindo embaixadas”, acrescentou.

jan
12

Postado em 12-01-2020 00:08

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 12-01-2020 00:08


 

Miguel, no

 

 


 

Miguel, no

 

 

Por GloboEsporte.com — São PauloMorre Valdir de Moraes, um dos maiores goleiros da história do Palmeiras

Morreu no início da tarde deste sábado Valdir Joaquim de Morais, lendário goleiro do Palmeiras. Aos 88 anos, ele estava internado na emergência do Hospital Moinhos de Vento desde a madrugada da última terça-feira, após passar mal, e teve falência múltipla dos órgãos em Porto Alegre, cidade onde nasceu.

Valdir Joaquim de Morais estava com a saúde debilitada desde 2016, após ter sofrido um AVC (acidente vascular cerebral). Em 2017, ele fraturou o fêmur e passou a ficar de cama. Seu quadro de saúde piorou nos últimos meses e passou a ser crítico nas semanas finais de vida

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Por G1

Aviação Civil do Irã apresentou imagem de caixa-preta do avião nesta sexta-feira (10) — Foto: Iran Press / AFP Aviação Civil do Irã apresentou imagem de caixa-preta do avião nesta sexta-feira (10) — Foto: Iran Press / AFP

 

Aviação Civil do Irã apresentou imagem de caixa-preta do avião nesta sexta-feira (10) — Foto: Iran Press / AFP

O Irã anunciou neste sábado (11) que seus militares derrubaram “sem querer” o avião ucraniano que caiu na quarta-feira (8) perto de Teerã. Na tragédia morreram 176 pessoas. O presidente iraniano, Hassan Rouhani, chamou o desastre de “erro imperdoável”.

Militares informaram que o avião voava perto de um local sensível e foi derrubado devido a um “erro humano”. O comunicado lido na TV estatal diz que as partes ??responsáveis serão punidas.

Logo depois, o presidente iraniano, Hassan Rouhani, escreveu em uma rede social que investigação interna das Forças Armadas concluiu que a aeronave foi abatida por mísseis. Segundo o líder do Irã, as apurações sobre “essa grande tragédia e erro imperdoável” continuam.

Resultado de imagem para Manhattan Connection FHC 2020 entrevista"
FHC x Mainardi: embate de ex-presidente com jornalista salvou entrevista no “Manhattan” do desastre.

ARTIGO DA SEMANA

 

FHC no Manhattan Conection: fabulações de uma entrevista frustrante

Vitor Hugo Soares

 

Ainda que cético, mas teimoso, fiquei ligado na Globo News, até tarde da noite de domingo (5), à espera de anunciada entrevista do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que neste 2020, pela décima vez, abriu a temporada de jornalismo político, no programa ancorado por Lucas Mendes desde New York. A prometida “passada à limpo do Brasil na última década”, pauta ambiciosa e tentadora, no entanto, acabou mesmo redundando em repetitiva e entediante conversa entre velhos amigos , que entregou quase nada do prometido, pelo que se viu e ouviu.   Admito ter sido alertado, desde a entrevista de 2016,  de que a única coisa pior do que FHC no Manhattan Connection é “ver” FHC no Manhattan Connection. Rrelevei a impiedosa crítica e segui de olho nas conversas seguintes. Desta vez, tudo ultrapassou um ponto além da curva, usando expressão do ex-ministro presidente STF, Joaquim Barbosa.

No referencial Dicionário de Jornalismo, Juarez Bahia assinala que os padrões do noticiário valorizam e privilegiam a entrevista, dando-lhe uma essencialidade na comunicação de massa. Mas alerta: “seja em que contexto for os maiores riscos da entrevista estão na dissimulação e na fabulação”. Na mosca, no caso em pauta: e tome salamaleques e rasgação de seda ao convidado, erros fatais no jornalismo. O desastre só foi amenizado pela atuação irônica e menos complacente de dois integrantes da bancada do “Manhattan”: Diogo Mainardi, de Veneza, e Pedro Andrade,  em NY.

Desde o começo era evidente a preocupação de Lucas Mendes em evitar um novo “arranca rabo”, do tipo ocorrido ano passado, quando “o antagonista veneziano Mainardi” (a expressão é de FHC) desconcertou o tucano, ao dizer que ele estava muito “sombrio” em suas respostas. Parecia carregar um pote de mágoa e desgosto, “desde a vitória histórica e democrática” de Jair Messias Bolsonaro, que devastou eleitoral e políticamente o PSDB no País e arruinou  o domínio da “centro esquerda”, tão ao gosto do entrevistado. Permanecia no ar a expectativa de novo embate FHC x Mainardi, que afinal se cumpriu. E isso evitou que a entrevista terminasse em  “quiz” e em  cacos.

FHC  tentou puxar a brasa para a sua sardinha. Reconheceu que o seu partido também envelheceu como o entrevistado – aos quase 90 anos – mas não está morto. Apesar da fragorosa derrota de Geraldo Alckmin, mantém o governo de São Paulo, com o “tucano” João Dória. E incluiu o governador paulista entre os três nomes que, segundo ele, podem levar a centro-esquerda de volta ao Palácio do Planalto, na sucessão de Bolsonaro, que o entrevistado atacou ou menosprezou na maior parte da conversa. Os outros dois são o animador de TV, Luciano Huck, e o ex-ministro Ciro Gomes, do PDT. Tentou ignorar o nome e forte presença do ministro da Justiça, Sérgio Moro, mas foi alertado do “esquecimento” por Mendes, e admitiu: “sim, pela direita, se Bolsonaro não concorrer à reeleição, Moro é um forte candidato”. O irônico Mainardi voltou à tela para o arremate final. Disse que a geração de FHC – assim como a do jornalista – foi um erro desastroso para o Brasil das últimas décadas, e sugeriu que FHC deveria aposentar de vez os sonhos e planos de poder, largar a política e tratar de aproveitar bem o merecido ócio, no que lhe resta de tempo. Surprso e meio a contragosto, o ex-presidente disse concordar com a idéia do jornalista. E tudo acabou em frustração, mas em paz. 

Vitor Hugo Soares é jornalista, editor do site blog Bahia em Pauta. E-mail: vitors.h@uol.com.br      

jan
11

Postado em 11-01-2020 00:41

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 11-01-2020 00:41

“O Carro do Ovo”, Zeca Pagodinho:  Um samba e um bem humorado achado musical bem estilo do grande Zeca, gravado em “Mais Feliz”, seu mais recente álbum, que este editor do Bahia em Pauta recebeu de presente da mana Olívia, em CD. Presentaço de opções variadas , para ouvie e escutar de novo porque não cansa nunca. BP recomenda, vivamente para aprender as novas letras – a exemplo deste impagável Carro do Ovo – e recordar as mais antigas e imortais. Afinal, em fevereiro, Zeca Pagodinho anuncia que estará na Concha Acústica do TCA, em Salvador. Obrigado Olívia. Viva Zeca!!!

BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares) 

jan
11

Postado em 11-01-2020 00:40

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 11-01-2020 00:40

DO SITE O ANTAGONISTA

Vídeo: Luciano Hang oferece recompensa para tentar achar vândalo

 

Vídeo: Luciano Hang oferece recompensa para tentar achar vândalo

 

 

 

 

 

 

 

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