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06

Postado em 06-12-2019 00:18

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 06-12-2019 00:18

Alberto Fernández, o peronista eleito para a Presidência da Argentina, mandou uma “mensagem de paz” a Jair Bolsonaro durante sua recepção a Rodrigo Maia em Buenos Aires.

“Se nos respeitamos, é mais fácil conviver. Transmitam ao presidente Jair Bolsonaro o meu respeito e o meu apreço para trabalharmos juntos”, disse o argentino, que tomará posse daqui a cinco dias.

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06

Postado em 06-12-2019 00:15

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 06-12-2019 00:15

 
DO EL PAÍS

Presidenta da Casa, Nancy Pelosi, ordena redação da acusação formal contra presidente. Democratas esperam votar impedimento antes do Natal

 
Nancy Pelosi nesta quinta-feira, no Capitólio.
Nancy Pelosi nesta quinta-feira, no Capitólio.CHIP SOMODEVILLA (getty)

“O que está em jogo é a nossa democracia, o presidente não nos dá outra opção a não ser agir”, disse Pelosi em uma breve declaração às nove da manhã. “O presidente –continuou– abusou de seu poder, prejudicando nossa segurança nacional e ameaçando a integridade de nossas eleições. Essas ações são um desafio à visão de nossos fundadores e ao juramento de seu cargo para preservar, proteger e defender a Constituição dos Estados Unidos.”

Pelosi, a terceira autoridade da nação e a democrata mais poderosa de Washington, usou um tom solene para anunciar a nova fase de um processo tão extraordinário como este, em relação ao qual ela havia mostrado muito receio há dois anos, quando a investigação que envolvia Trump era a relacionada à trama russa.

Tudo mudou em setembro. A Câmara dos Representantes, graças à maioria democrata, abriu um inquérito prévio ao impeachment no dia 24 daquele mês, com a revelação das manobras do presidente para fazer com que a Justiça da Ucrânia anunciasse investigações sobre seu adversário político, Joe Biden, e o filho deste, Hunter, que era pago pela companhia de gás chamada Burisma enquanto o pai era vice-presidente. A investigação procura esclarecer se o republicano usou, além disso, ajudas militares e uma reunião bilateral com o presidente Volodimir Zelenski como forma de pressão para conseguir uma investigação sobre os Biden e outros democratas que o beneficiariam eleitoralmente.

Na manhã desta quinta-feira, recém-chegado de uma turbulenta cúpula da Otan em Londres, o presidente havia pedido aos democratas um julgamento “rápido” para evitar que o que considera uma “caça às bruxas” demorasse muito. “Se têm de me fazer um impeachment, façam-no rápido, de forma que tenhamos um julgamento rápido no Senado e nosso país possa voltar ao trabalho”, disse o presidente em sua conta no Twitter.

Dias difíceis estão chegando aos Estados Unidos. O processo será rápido, todas as partes parecem estar de acordo, mas não por isso menos tribal e divisório. A tensão era palpável nesta quinta-feira no Capitólio, quando Nancy Pelosi, em uma entrevista coletiva após o anúncio, se voltou contra a pergunta crua de um jornalista. “A senhora odeia o presidente?”, espetou-lhe quando estava saindo da sala. Irritada, a presidenta da Câmara voltou ao púlpito para responder: “Eu não odeio ninguém. Acredito que o presidente é um covarde quando se trata de ajudar as crianças que temem a violência das armas; acredito que é cruel quando não ajuda os dreamers, que se instalou na negação da crise climática, mas isso é para as eleições”, disse, e continuou: “O de hoje é sobre a Constituição dos Estados Unidos e a violação de seu juramento e, como católica, me incomoda que ele use a palavra ódio em uma frase que tem a ver comigo. Não odeio ninguém, cresci em um lar cheio de amor e rezo pelo presidente o tempo todo. Não brinque comigo quando se trata de palavras como essa”.

O procedimento avançou pouco dois meses depois do início da investigação no Congresso. Pelosi encarregou ao presidente do Comitê de Justiça da Câmara, Jerrold Nadler, o mandato da Câmara para a redação dos artigos contra o mandatário. O Comitê de Inteligência, onde a investigação começou, concluiu em seu relatório final que Trump abusou de seu poder com a Ucrânia, mas a Câmara baixa também pode acusá-lo de obstrução de Justiça por ter tentado torpedear a investigação (negando depoimentos e a entrega de documentos).

O calendário oficioso com o qual os democratas trabalham determina para antes do Natal a votação de possíveis acusações contra o presidente no plenário da Câmara dos Representantes, onde a acusação prosseguirá com toda probabilidade, graças à maioria democrata. A deliberação em si e a votação final do veredicto, no entanto, acontecerão posteriormente, em janeiro, no Senado, onde a maioria republicana absolverá o presidente, exceto em caso de uma drástica reviravolta no roteiro. Até agora, todos os membros desse partido cerraram fileiras em torno do presidente.

Biden é o pré-candidato democrata mais bem colocado nas pesquisas de opinião para disputar com Trump as eleições presidenciais de novembro de 2020 e tentar tirá-lo da Casa Branca, por isso uma tentativa de promover informações negativas graças à Justiça ucraniana contra ele está sendo considerada um pedido de ajuda a um poder estrangeiro em relação à campanha. Enquanto isso, os republicanos baseiam a defesa do presidente em que sua preocupação com um possível caso de corrupção era legítima, assim como as perguntas sobre uma possível interferência da Ucrânia nas eleições de 2016 para ajudar os democratas, uma teoria da conspiração que hoje carece de base.

Esta é a quarta vez que os Estados Unidos lançam um processo de impeachment, mas nenhuma das três anteriores terminou com a queda do presidente. Andrew Johnson, no século XIX, e Bill Clinton, nos anos noventa, saíram ilesos da votação no Senado, enquanto Richard Nixon renunciou em 1974 por causa do escândalo de Watergate, quando o caso ainda não havia passado ao veredito final na Câmara alta.

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06

Postado em 06-12-2019 00:13

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 06-12-2019 00:13



Sinfrônio, no

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Por G1 Rio

Ninho do Urubu passa por vistoria de autoridades do Rio, quatro dias após incêndio — Foto: Reprodução/JN Ninho do Urubu passa por vistoria de autoridades do Rio, quatro dias após incêndio — Foto: Reprodução/JN

Ninho do Urubu passa por vistoria de autoridades do Rio, quatro dias após incêndio — Foto: Reprodução/JN

A Justiça do Rio de Janeiro determinou que o Clube de Regatas do Flamengo deverá pagar pensão mensal de R$ 10 mil a cada uma das famílias dos dez jovens mortos no incêndio ocorrido no Centro de Treinamento do Ninho do Urubu, em fevereiro deste ano.

A decisão liminar – provisória – atende a pedido da Defensoria Pública (DPRJ) e do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), em processo em curso na 1ª Vara Cível da Barra da Tijuca.

“A decisão é extremamente importante pois assegura às famílias dos meninos mortos um valor provisório para sua manutenção financeira, até que haja o pagamento das indenizações devidas pelo clube”, afirmou Cintia Guedes, defensora pública e coordenadora cível da DPRJ.

Além dos familiares dos jovens, o Flamengo também terá que incluir na folha de pagamento do clube outros três atletas feridos no acidente.

Caso descumpra a ordem, o clube está sujeito a uma multa diária de R$ 1 mil para cada beneficiário negligenciado. De acordo com a decisão, o clube também terá de pagar os valores referentes aos meses já decorridos desde o incêndio.

Em nota, o Flamengo informou que ainda não foi comunicado da decisão.

 

Parte das instalações do CT do Flamengo devastadas pelas chamas — Foto: Arquivo pessoal Parte das instalações do CT do Flamengo devastadas pelas chamas — Foto: Arquivo pessoal

Parte das instalações do CT do Flamengo devastadas pelas chamas — Foto: Arquivo pessoal

No despacho o juiz Arthur Eduardo Magalhaes Ferreira destacou que o Flamengo não cumpriu “espontaneamente”, “de forma parcial e provisória”, “a responsabilidade de prestar apoio às vítimas diretas e indiretas do incêndio, conforme manifestação que anexou no processo”.

 
 
Incêndio no CT do Flamengo, no Rio, mata dez jogadores de base

Incêndio no CT do Flamengo, no Rio, mata dez jogadores de base

O juiz determinou o pagamento da pensão de forma imediata, mas negou o pedido de bloqueio dos valores para a indenização.

De acordo com o magistrado, “quanto maior é o sucesso alardeado das finanças do réu, maior é sua capacidade de arcar, sem sobressaltos, com a recomposição dos danos causados à família das vítimas, nesse momento desprovidos de importante (quiçá única) fonte de sustento familiar”.

dez
05

Postado em 05-12-2019 00:25

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 05-12-2019 00:25

Desembargadora ligada a grupo investigado perde disputa pelo TJ-BA

 

 Renan Ramalho

A desembargadora Cynthia Resende perdeu hoje, por um voto de diferença, a eleição para a presidência do Tribunal de Justiça de Bahia, foco da Operação Faroeste, que investiga um megaesquema de grilagem de terras mediante compra de sentenças judiciais.

Na disputa de segundo turno, ela obteve 27 votos entre os 55 colegas; foi eleito Lourival Trindade, com 28 votos. No primeiro turno, ambos tiveram 26 votos.

Em 2017, Cynthia Resende, então corregedora das comarcas do interior, criou, juntamente com a então presidente do TJ-BA, Maria do Socorro Santiago — presa na semana passada — o Centro Judiciário de Solução Consensual de Conflitos Possessórios.

Esse órgão foi responsável por acelerar acordos considerados extorsivos sobre agricultores da região oeste do estado que perderam a posse de suas terras em favor de Adailton Maturino, considerado o chefe do esquema de grilagem.

Um dia depois da criação do órgão, foi designado como coordenador o juiz Márcio Braga, também investigado na Faroeste e que avalizou os acordos.

Não participaram da votação de hoje, por motivos óbvios, Gesivaldo Britto, José Olegário Monção Caldas, Maria das Graças Osório Leal e Maria do Socorro Santiago, todos afastados por suspeita de venderem decisões para beneficiar o grupo investigado no esquema de grilagem.

“Como yo te amé”, Nana Caymmi: Um bolero clássico já cantado e gravado por alguns dos maiores nomes da música romântica da América Latina, aqui em preciosa e maravilhosa interpretação de Nana, a filha genial e geniosa de Seu Dorival. De arrepiar!!!

BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares)

dez
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Postado em 05-12-2019 00:21

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 05-12-2019 00:21

 

Senadora Simone Tebet (MDB-MS) anunciou decisão após senadores apresentarem manifesto pedindo que projeto de lei fosse votado

Do Jornal do Brasil

 

O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, cometeu um “equívoco brutal” ao acusar o Brasil de desvalorização artificialmente do real, conforme entrevista a “O Antagonista”, publicada nesta quarta-feira.

De acordo com o texto, Guedes disse que o discurso de Trump é reflexo da campanha pela reeleição e espera resolver a situação “numa conversa tranquila”.

O ministro repetiu que o brasileiro terá de se acostumar com um “câmbio um pouco mais alto” e afirmou ainda que a retomada econômica “não é voo de galinha”.

“O consumo subiu 0,8%, consumo privado, e investimentos subiram 2%, então o motor da retomada está sendo aumento do investimento privado”, disse ele, referindo-se aos números do PIB divulgados na véspera.

“O interessante é que está bastante distribuído. Construção civil, por exemplo, é sempre onde a retomada começa primeiro. Grande empregador de mão de obra. Você vê que, a cada trimestre, desemprego cai ponto 2, ponto 3, dá mais de um milhão ao ano”, completou.

“Nós vamos ter juros mais baixos por muitos anos e um câmbio um pouco acima do nível que estávamos acostumados”, afirmou Guedes, repetindo promessa de “choque de energia barata”.(Reuters)

dez
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Postado em 05-12-2019 00:18

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 05-12-2019 00:18

Janaina: “Por que querem tanto neutralizar a promotora?”

No Twitter, Janaina Paschoal comentou o afastamento da promotora Carmen Eliza Bastos de Carvalho, que investigava o assassinato de Marielle Franco:

“Fica a dúvida: Por que querem tanto neutralizar a promotora?”, questionou.

“Significativas as manifestações dos pais de Marielle e da esposa de Anderson, em defesa do trabalho da promotora afastada das apurações referentes a morte da vereadora e de seu motorista. Homenageio todos os que partiram na memória de ambos.”

Como registramos mais cedo, os pais de Marielle lamentaram o afastamento da promotora da investigação dos assassinatos de Marielle e do motorista Anderson Gomes.

dez
05

Postado em 05-12-2019 00:15

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 05-12-2019 00:15

Do Jornal do Brasil

O Outro Lado da Moeda

O Outro Lado da Moeda

Gilberto Menezes Côrtes

Razões para comemorar o PIB de 0,6%

GILBERTO MENEZES CÔRTES

O presidente Jair Bolsonaro tem mesmo todas as razões para comemorar o resultado de alta de 0,6% do Produto Interno Bruto (PIB) do 3º trimestre sobre o segundo, divulgada na manhã de terça-feira, 3 de novembro, pelo IBGE.

Primeiro porque foi acima de todas as previsões dos economistas. Ontem, demos aqui que a média do mercado apostava numa alta de 0,4%. O Itaú, mais otimista, esperava 0,5%. O Bradesco, 0,3%.

Foi melhor que a encomenda. Sobretudo porque se deu sobre uma base que foi revisada ligeiramente pelo IBGE no 1ª e 2ª trimestres, nos números setoriais e nas ponderações, graças ao forte avanço da agropecuária.

Segundo, porque o consumo das famílias cresceu 1,9% sobre o 3ª trimestre de 2018. O Departamento Econômico do Itaú, que era dos mais otimistas, esperava expansão de 1,3%.

Terceiro, porque a Formação Bruta de Capital Fixo (FBKF) sigla que aglutina novas construções, fabris, comerciais, de transportes, comunicações e residenciais, além de bens de capital, que tendem a aumentar a produtividade da economia, avançou 2,9%.

Mudança de qualidade

Os dois segmentos da demanda, ligadas ao dinamismo do setor privado (no consumo das famílias, com a ajuda da expansão do crédito, com redução dos juros e nos investimentos empresariais cresceram).

E os gastos do governo encolheram 1,4% frente ao 3º trimestre de 2018.

Revisões à vista nas contas externas

O lado destoante no desempenho do PIB trimestral ficou nas contas externas.

As exportações de bens e serviços encolheram 5,5% em relação a 2018. E as importações aumentaram 2,2%.

Em 2020 tudo pode mudar

Mas a revelação de que o Serpro deixou de contabilizar números expressivos nas exportações de setembro, outubro e novembro pode levar o IBGE a fazer retificações nos números do PIB deste 3º trimestre quando divulgar o resultado das contas nacionais do 4º trimestre de 2019 em 4 de março de 2020.

E assim como o mercado de câmbio já reage, com a recuperação do real diante do dólar, cotado abaixo de R$ 4,20 nesta manhã, quando os operadores e analistas perceberam que as contas da balança comercial não eram tão negativas, os novos valores vão instilar mais otimismo nos agentes econômicos.

Economia volta a rodar acima de 1%

Os números revisados e anualizados do PIB mostram que a economia (devido à violenta recessão de 2015 e 2016, com queda, respectivamente, de 3,5% e 3,3% no PIB no governo Dilma), embora ainda esteja 3,6% abaixo do pico da série, atingido no primeiro trimestre de 2014, e 4,9% acima do ponto mais baixo, registrado no quarto trimestre de 2016, voltou a rodar acima de 1% em todos os segmentos.

No primeiro semestre a taxa tinha caído abaixo de 1%.

A agropecuária está crescendo, com a revisão, 2,1% acima do 3º trimestre de 2018. Pena que “o Agro não é tudo”. Só representa pouco mais de 5% do PIB.

A indústria cresceu 1%. Mas só representa 21% do PIB. Ela compreende indústria extrativa mineral (2,9% do PIB), construção civil (3,9%), serviços de utilidade pública (3%, agrupando energia, água e esgoto, gás encanado, telefonia, coleta de lixo, entre outros), e a indústria de transformação propriamente dita, que representa apenas 11,4% do PIB, conforme dados de 2018.

As diferenças nos segmentos são marcantes, frente ao 3º trimestre de 2018.

A construção civil teve o melhor desempenho em cinco anos: + 4,4%.

A indústria extrativa avançou 4% (mesmo com o desastre de Brumarinho), puxada pelos avanços extraordinários no pré-sal, que já produz mais de 62% do petróleo e gás do país.

O segmento de utilidades públicas avançou 1,6%.

A nota destoante foi a queda de 0,5% na indústria de transformação. Perdas nas exportações de celulose, metalurgia, produtos químicos e farmacêuticos (decorrência do cenário mundial de depressão de preços com a guerra comercial entre Estados Unidos e China) e redução nas exportações de veículos e equipamentos para a Argentina afetaram a indústria. Menos mal que o dinamismo do consumo sustentou algum alento na indústria automobilística e na indústria alimentícia.

Consumo das famílias aquece comércio

O aumento do consumo das famílias, com o cenário de queda dos juros, inflação baixa e liberação de contas do FGTS, aqueceu particularmente o comércio varejista e de atacado, que cresceu 2,4% em na comparação com 2018.

Mutirão de renegociação de dívidas ajuda

Com a renegociação em curso das dívidas bancárias pelos maiores bancos do país, o empuxo do consumo das famílias pode ser ainda mais favorável.

Os bancos estão dando descontos de até 90% nos juros.

A renegociação de dívidas para destravar a capacidade de consumo das famílias era uma das principais propostas do candidato Ciro Gomes (PDT) para retomar o crescimento da economia. Pena que se tenha perdido quase um ano para sua adoção. Os ganhos vão turbinar o crescimento de 2020. Que tende a fazer o PIB rodar acima de 2%.

As apostas de Paulo Guedes que não deram certo.

Vale recordar que o ministro da Economia prometeu zerar o déficit público este ano. O déficit caiu muito com a arrecadação extraordinária (mas frustrante) do leilão da cessão onerosa, 34,7% abaixo dos R$ 108 bilhões esperados.

Mas a reforma da Previdência não chegou aos R$ 1,2 trilhão de economia previstos para 10 anos. Só vale a partir de 2020 e só chegaria perto disso se a reforma se estender a estados e municípios (o que ainda não terminou).

A meta de arrecadar R$ 100 bilhões na privatização também está longe do esperado. Guedes, frustrado com a lentidão do processo (há leis, exigências do TCU e Congresso vigilante) quer sacrificar o comandante do processo, o Secretário Especial de Desestatização, Salim Mattar.

Se o Banco Central tivesse tido mais liberdade para forçar os bancos (como fez Roberto Campos Neto na redução, via limitação dos juros do cheque especial em 8% ao mês) a renegociar dívidas nos primeiros três meses, Bolsonaro e Guedes estariam comemorando um PIB acima de 1,5% este ano e não algo como 1% a 1,2%. As previsões do mercado eram de 1,7%, em média.

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