5 a 0: viu a Rússia, desacreditada no futebol, botando pra quebrar em cima da Arábia Saudita na estreia da Copa. Vai lá, Brasil, que agora é pra valer!!!.

BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares)

Cratera com mais de 40m de profundidade aparece em Vera Cruz

Cratera com mais de 40m de profundidade aparece em Vera Cruz

Uma cratera gigante, com 46 metros de profundidade, 69 metros de comprimento e 29 metros de largura, se abriu misteriosamente perto de uma vila de Vera Cruz, na Ilha de Itaparica, na Bahia. Além de chamar a atenção pelo tamanho, o buraco tem preocupado os moradores, que ainda não sabem como ele se formou. A multinacional americana Down Química, que atua na região, está investigando se a erosão tem relação com o trabalho que desenvolve no local.

A cratera fica no meio de uma mata nativa na Ilha de Matarandiba e está a cerca de 1 km do local onde vivem os moradores. O buraco se abriu na propriedade da multinacional americana, que utiliza a área para extração de salmora, uma mistura de água e sal usada na fabricação de produtos químicos. A salmora é retirada em seis poços a uma profundidade de 1,2 mil metros.

A erosão foi descoberta pela própria empresa há 15 dias, durante um trabalho de rotina. O acesso à area onde o buraco se formou é difícil por causa da mata fechada, mas, ainda assim, toda a área foi isolada e passou a ser vigiada para evitar a presença de curiosos. Como especialistas ainda não avaliaram as condições do solo em torno da cratera, a circulação de pessoas pode ser perigosa.

Down Química diz que já iniciou uma série de estudos para descobrir o que provocou o surgimento do buraco. Ainda não é possível afirmar se há alguma relação com o trabalho da empresa na região.

 

Buraco se formou em área usada por multinacional americana para extrair salmora. (Foto: Reprodução/TV Bahia) Buraco se formou em área usada por multinacional americana para extrair salmora. (Foto: Reprodução/TV Bahia)

Buraco se formou em área usada por multinacional americana para extrair salmora. (Foto: Reprodução/TV Bahia)

“Não sabemos o que está acontecendo. Eles dizem que é um fenômeno e não sabemos se é isso mesmo ou se foi por causa da perfuração deles. Então, a população toda está com medo”, disse um morador.

Os resultados dos estudos para descobrir as causas da erosão devem sair em até quatro meses. Até lá, a empresa quer tranquilizar os moradores. “Já tivemos reuniões frequentes com a comunidade e criamos um meio de comunicação exclusivo com eles, através de WhatsApp, que foi a escolha deles. Qualquer esclarecimento necessário queremos que seja feito à comunidade, de forma que ele fique mais tranquila possível”, disse um representante da multinacional.

Técnicos de órgãos federais, como a Agência Nacional de Mineração, já estão na vila conversando com os moradores. Eles vão notificar a empresa para que ela faça estudos nas proximidades da vila, para verificar se o povoado corre algum risco.

jun
15

Postado em 15-06-2018 00:20

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 15-06-2018 00:20

“Eleição não é UFC. Não vou falar uma mentira do Ciro, do Alckmin ou do Bolsonaro. Eu quero ganhar ganhando!”, tinha escrito a pré-candidata da Rede.

Conhecida pela carreira no jiu-jítsu, Kyra respondeu, também pela rede social: “Uma pena vc ter essa visão estereotipada sobre o MMA. Nosso esporte tem regras”.

Marina respondeu dizendo que “o uso da metáfora do UFC pode ter dado um sentido equivocado”.

jun
15

Postado em 15-06-2018 00:18

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 15-06-2018 00:18


 

Nani, no site

 

jun
15

Postado em 15-06-2018 00:14

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 15-06-2018 00:14

Do Jornal do Brasil

O cargo estava vago desde o dia 23 de abril e vinha sendo ocupado, interinamente, pelo diretor vice-presidente Financeiro e de Relações com Investidores, Lorival Nogueira Luz Junior, que assumiu a gestão após a renúncia de José Aurélio Drummond Júnior, após quatro meses no cargo.

Conselho de administração da BRF aprovou a indicação de Parente para diretor presidente

Segundo o comunicado, depois de ter ocupado cargo em sociedade de economia mista – Parente renunciou no 1º de junho ao cargo de presidente da Petrobras – será necessário que ele tenha a autorização da Comissão de Ética Pública da Presidência da República, “no que tange à existência de conflito de interesses entre o cargo anterior e o cargo de CEO global da BRF”.

“Caso a Comissão conclua pela inexistência de conflito, e tão logo seja informado da decisão, Parente tomará posse no cargo de CEO Global da BRF”, acrescentou o comunicado. Efetivada a posse, Parente acumulará os cargos de presidente do Conselho de Administração e diretor presidente global por um período inicial de 180 dias.

A BRF destacou que, durante o período em que for o CEO global da BRF, o executivo priorizará “o processo de planejamento estratégico e financeiro, cuidará diretamente da preparação de seu sucessor e liderará o processo de reorganização da companhia, em especial o preenchimento de posições chaves e questões ligadas à sua governança”.

A empresa informou também que a atribuição relativa à elaboração da pauta das reuniões do conselho de administração será exercida pelo vice-presidente do conselho, Augusto Marques da Cruz Filho.

COO

O Conselho de Administração também aprovou a criação do cargo de diretor presidente global de Operações (Global Chief Operating Officer – COO Global), que será ocupado por Lorival Junior. O COO Global terá responsabilidade primária sobre a gestão operacional da companhia, se reportando diretamente ao CEO Global.

Marielle Franco e o futuro do Brasil

Viúva de Marielle Franco, Monica Benicio, participa de manifestação que marcou os três meses do assassinato da vereadora no Rio de Janeiro.
Viúva de Marielle Franco, Monica Benicio, participa de manifestação que marcou os três meses do assassinato da vereadora no Rio de Janeiro. Silvia Izquierdo AP

 

Prestes a completar três meses desde que perdemos Marielle Franco e Anderson, ainda não se sabe quem foram os autores materiais e intelectuais deste crime que chocou o mundo. O atentado de 14 de março interrompeu a vida e a luta de uma mulher que já se tornara uma das grandes esperanças do Rio de Janeiro e que em pouco tempo estaria entre as principais lideranças políticas do Brasil.

Se não, vejamos: em sua primeira candidatura, Marielle foi eleita como a segunda mulher mais votada em 2016 – o que é raríssimo no país. Estava ainda em seu primeiro ano de atividade parlamentar, mas nesse breve período havia se destacado entre seus pares na Câmara Municipal, sendo constantemente procurada para dar entrevistas à imprensa, sobretudo a internacional, e ao mesmo tempo era reconhecida pela população nas ruas de todo canto da cidade. Tinha só 38 anos e já se tornara referência na temática de gênero, no combate ao machismo estrutural e à violência contra mulher, tendo assumido a presidência da Comissão da Mulher na Câmara Municipal.

Ela era assim. Quando chegava, CHEGAVA – em caixa alta. Na verdade, Marielle era como uma letra capitular. Inaugurava.

E ia além. Marielle também era referência incontestável na luta contra a política de encarceramento massivo da juventude negra; combatia abusos policiais contra as populações das favelas, denunciava o crescente racismo religioso e questionava a intervenção militar no Rio de Janeiro.

Sua figura em si legitimava sua atuação. Mulher negra, feminista, nascida e criada na periferia, lésbica. Era a própria personalização dos chamados Direitos Humanos de quarta geração (conforme nomenclatura de Norberto Bobbio). Cria da favela da Maré, formou-se em Sociologia e era mestra em Administração Pública.

A morte de Marielle é a expressão mais evidente da violência dos que pretendem calar e intimidar quem defende os direitos humanos no Brasil, e seu assassinato se insere num contexto de avanço neoliberal com traços fascistas – golpe do impeachment contra Dilma, prisão sem provas de Lula e pela primeira vez desde a redemocratização um candidato presidencial que defende abertamente a tortura desponta em primeiro em pesquisas.

Num cenário de crise de representatividade em que vivemos, com grande parte da esquerda interditada pelo complexo jurídico-midiático, não tenho dúvidas de que Marielle era uma das raríssimas lideranças com chances de capitanear uma reviravolta política no País no médio prazo. Ela conjugava elementos que há muito não víamos numa liderança de esquerda: jovem, combativa, carismática, inteligente, honesta, sábia e boa de voto. Era querida. Seu mote não poderia ser mais adequado: “Sou porque nós somos”, tradução livre do Ubuntu, uma antiga palavra africana que significa que “uma pessoa é uma pessoa através (por meio) de outras pessoas”.

Os números dos últimos anos sobre a situação de defensoras e defensores de direitos humanos no Brasil confirmam a escalada da violência e criminalização a que estão submetidos. Em 2015, segundo dados da Comissão Pastoral da Terra, foram 50 assassinatos conflitos no campo. Em 2016, o CBDDH contabilizou outras 66 execuções de defensores e defensoras de direitos humanos. Os dados oficiais de 2017 serão divulgados em julho, mas já se sabe que foram registrados ao menos 60 casos de criminalização ou morte de defensoras e defensores de direitos humanos.

O Brasil está diante de uma encruzilhada. Ou o país enfrenta os grupos criminosos que aparelharam o Estado, elevando inclusive o tom de indignação de suas autoridades diante ao fato inaceitável, ou seguiremos a viver numa situação de violência extrema, onde qualquer pessoa pode ser assassinada em qualquer lugar.

(*) Fernanda Chaves, 43 anos, jornalista, era assessora de imprensa da vereadora Marielle Franco e coordenadora de seu mandato.

Michael Jackson: um artista extraordinário desde criança até a partida prematura. Aqui um clip de uma de suas maiores performances. Cantemos com ele para guardar sempre a sua memória.

BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares)

PF rastreia celular de Geddel e diz que ele esteve no lugar onde propina teria sido paga

PF rastreia celular de Geddel e diz que ele esteve no lugar onde propina teria sido paga

A Polícia Federal (PF) concluiu que o ex-ministro Geddel Vieira Lima (MDB-BA) esteve no local apontado como ponto de entrega de propina pelo delator Lúcio Funaro, doleiro e suposto operador financeiro do MDB.

Segundo a PF, o celular do ex-ministro foi rastreado por antena de telefonia móvel no local, nas datas e nos horários em que Funaro dizia estar levando malas de dinheiro para Geddel. A TV Globo procurou a defesa de Geddel e aguardava resposta até a última atualização desta reportagem.

De acordo com a PF, Geddel estava nas proximidades do aeroporto de Salvador onde, segundo Funaro, havia um hangar usado pelo ministro para receber o dinheiro.

O rastreamento foi um dos motivos que levaram a a PF a indiciar ex-ministro por corrupção na Operação Cui Bono, que investiga fraudes na liberação de empréstimos da Caixa Econômica Federal.

Os investigadores descobriram a localização de Geddel porque ele usou o celular para fazer ligações, parte para o deputado cassado Eduardo Cunha (MDB-RJ), que usava Funaro como operador de propinas, segundo as investigações.

A PF consegue rastrear a localização de um investigado quando ele usa o celular porque o aparelho ‘se comunica’ com a torre de telefonia móvel de cada região.

A revelação está no relatório da Operação Cui Bono remetido na semana passada à Justiça Federal em Brasília ao qual a TV Globo teve acesso.

No relatório, o delegado Marlon Cajado detalha que “[…] a análise do terminal utilizado por Lúcio Funaro – (11) xxxx xxxx – , onde é possível verificar que seu telefone utilizou a antena ou estação rádio-base (ERB) das proximidades do Aeroporto de Salvador/BA, no dia 29/01/2014, precisamente às 19:39:52h. De outro lado, às 19:00h da mesma data de 29/01/2014, a ERB do terminal utilizado por Geddel Vieira Lima, (71) xxxx xxxx, também foi registrada nas proximidades do aeroporto de Salvador/BA”.

A PF cruzou informações obtidas pelo rastreamento das ligações com material aprendido durante a operação. Uma planilha de Funaro aponta “saída” de dinheiro para Geddel no dia 17 de fevereiro de 2014. No dia seguinte, a PF rastreou a ida de Funaro para o hangar, no aeroporto de Salvador, e localizou Geddel. A polícia cita varias outras datas em que essa situação se repetiu.

Geddel foi indiciado na Operação Cui Bono por corrupção passiva, lavagem de dinheiro, organização criminosa e obstrução de investigação.

A PF concluiu que há indício de repasse de R$ 16,9 milhões a Geddel Vieira Lima entre 2012 e 2015.

O delegado chama a atenção para o fato de que a maioria dos pagamentos foi em 2014, “ano que Geddel foi candidato a Senador da República pelo Estado da Bahia. Desse modo, a hipótese criminal identificada é a de que Geddel Quadros Vieira Lima se utilizou da sistemática ilícita engendrada por Lucio Bolonha Funaro visando a ocultação, dissimulação e distribuição de recursos de origem ilícita […]”.

 
 
PF indicia 16 pessoas por fraudes na liberação de créditos da Caixa

PF indicia 16 pessoas por fraudes na liberação de créditos da Caixa

Indiciados pela PF

Dezesseis pessoas foram indiciadas pela PF a partir das investigações da Operação Cui Bono, entre políticos, operadores e ex-dirigentes da Caixa.

O grupo é suspeito participar de um esquema de concessão de empréstimos da Caixa a empresas em troca de propina.

 

Além de Geddel Vieira Lima foram indiciados Eduardo Cunha e Lúcio Funaro.

Em nota divulgada à imprensa, a PF afirmou que o relatório final das investigações se baseou em provas obtidas em ações de busca e apreensão, depoimentos e análise de dados.

O relatório final foi encaminhado à 10ª Vara da Justiça Federal em Brasília, responsável pelo processo.

jun
14

Postado em 14-06-2018 00:23

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 14-06-2018 00:23

Decreto assinado pelo presidente Michel Temer e publicado no Diário Oficial da União desta quarta-feira (13) efetiva o general Joaquim Silva e Luna no cargo de ministro da Defesa. Desde fevereiro, o militar vinha respondendo pela pasta interinamente.

General de Exército, Luna é o primeiro militar a comandar o ministério desde que foi criado, em 1999, para reforçar a articulação entre as Forças Armadas (Exército, Marinha e Aeronáutica) e da Defesa com outras áreas do Estado, estabelecendo políticas públicas como a Estratégia Nacional de Defesa.

Quando deixou o cargo de secretário-geral da pasta para assumir interinamente o comando do ministério, Luna substituiu Raul Jungmann, que o Palácio do Planalto transferiu para comandar o novo Ministério Extraordinária da Segurança Pública.

Luna é o primeiro militar a comandar o ministério desde que foi criado, em 1999
Agência Brasil

jun
14

Postado em 14-06-2018 00:21

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 14-06-2018 00:21



 

Sinovaldo, no (RS)

 

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