nov
24

Postado em 24-11-2020 01:28

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 24-11-2020 01:28

Arraes no poder

Miguel Lucena 

De tanto atacar as oligarquias do interior, especialmente a família Coelho, de Petrolina, os Arraes de Alencar dominam hoje a cena política da cidade de Recife.
Dois parentes disputam a Prefeitura de Recife no segundo turno – Marília Arraes, neta de Miguel Arraes, pelo PT, e João Campos, bisneto, PSB.
Marília é filha de Marcos Arraes, nascido em 1956. Ele é fruto da união de Miguel Arraes, cearense do sertão do Araripe, com Célia de Sousa Leão, descendente do Barão de Vila Bela (Serra Talhada, Pernambuco).
João Campos é filho de Eduardo Campos, que era neto de Miguel Arraes e foi governador, como o avô, ambos falecidos.
Arraes era tetraneto de Inácia Pereira de Alencar, irmã de Bárbara de Alencar, heroína da Revolução Pernambucana, de 1817, e da Confederação do Equador, de 1824.

 

Miguel Lucena*

*Delegado de Polícia do DF, jornalista e escritor.

“Arraestaí” : o canto que mobilizou e arrastou multidões na campanha de Miguel Arraes para governador de Pernambuco, em 1998, volta a ser entoado embalando as campanhas da neta Marília(PT) e do bisneto João Campos, para a prefeitura de Recife, na decisão de segundo turno domingo que vem, sob holofotes do País.

BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares) 

nov
24

Postado em 24-11-2020 01:20

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 24-11-2020 01:20

Polícia analisa imagens de boate onde modelo diz ter sido dopada por senador
Foto: Jane de Araújo/Agência Senado

 

A 3ª Delegacia de Defesa da Mulher afirmou que analisa imagens da casa noturna Cafe De La Musique, em São Paulo, na investigação sobre o suposto estupro praticado pelo senador Irajá (PSD-TO) contra uma modelo de 22 anos.

Ela disse que foi dopada pelo parlamentar no local e acordou em um flat, no Itaim Bibi, já sendo abusada. A polícia também solicitou o exame de corpo de delito.

 Mais cedo, o Irajá disse que a acusação é uma farsa, que também pediu à polícia para obter o exame da modelo e que também pediu para fazer um exame toxicológico.

“As filmagens, demais provas e testemunhas hão de repor a verdade no seu devido lugar e vir a declarar minha total e plena inocência”, afirmou o senador em nota.

nov
24

Postado em 24-11-2020 01:18

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 24-11-2020 01:18

 


 

 Pelicano , no portal 

 

nov
24

Postado em 24-11-2020 01:00

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 24-11-2020 01:00

 

Atriz Gloria Pires aproveitou a pandemia para realizar um desejo antigo: deixar os cabelos brancos

Correio Braziliense
 

Gloria Pires diz que se sente empoderada com os cabelos naturalmente grisalhos - (crédito: Reprodução/Instagram)

Gloria Pires diz que se sente empoderada com os cabelos naturalmente grisalhos – (crédito: Reprodução/Instagram)

A atriz Gloria Pires é uma mulher de opinião forte. Ela deixou os cabelos naturalmente brancos durante a pandemia e exibe um visual grisalho. Mas ela conta que a decisão não recebeu apoio unânime em casa.

Ela conta, ainda, que a ideia é antiga, mas que o trabalho na televisão nem sempre a permitiu. “Eu estava querendo deixar meu cabelo branco há algum tempo. Mas na última novela, Éramos seis, como transcorriam 30 anos na história, seria complicado: o consenso foi que eu deveria ter o cabelo pintado e ir fazendo os brancos de acordo com a continuidade. Quando acabou, falei: ‘agora vou deixar'”, afirmou.

nov
23

Postado em 23-11-2020 00:55

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 23-11-2020 00:55

CULTURA NACIONAL

Quase ninguém lembra, mas há exatos cinquenta e quatro anos, numa quarta-feira, a Bossa Nova apresentava-se ao mundo.

Por Mendes Júnior*

Bossa Nova Carnegie Hall – Reprodução

Era 21 de novembro de 1962, às 20:30hs, Carnegie Hall, Nova York, quando uns meninos subiam ao palco para mostrar um tal balançado da New Brazilian Jazz, como os americanos gostavam de dizer. Quem eram estes meninos? Ninguém menos do que Oscar Castro Neves, Sérgio Mendes, Roberto Menescal, Carlinhos Lyra, Chico Feitosa, Milton Banana, Caetano Zama, Sérgio Ricardo, Normando Santos, Dom Um Romão, Luiz Bonfá, Agostinho dos Santos, João Gilberto e Antonio Carlos Jobim, que à época já era famoso nos Estados Unidos como o compositor de “Desafinado”; enfim, o fino da bossa tinha a missão de provar que o Brasil era capaz de produzir música sem pandeiro.

É claro, reunir tantas estrelas principiantes geraria muita desconfiança até nos próprios músicos. O concerto só foi possível diante de uma parceria entre a gravadora americana Audio-Fidelity e o Itamaraty. Mas foi justamente na escolha do elenco que começou a confusão. Muita gente boa ficou de fora, como João Donato (e sua “Rã”) e Johnny Alf, que em 61 já havia gravado seu sucesso “Rapaz de bem”. Alguns que se achavam bambas no violão não foram convidados pela induvidosa ausência de qualidade. Inclusive, apareceu gente ressentida que bateu o pé, alegando que Bossa Nova não se misturava com passistas e ritmistas.

Por sua vez, a imprensa brasileira fez pouco caso e foi muito cruel na cobertura, exagerando nas piadas. O fato é que era esperado um verdadeiro desastre na apresentação dos brasileiros, coisa que preocupava principalmente Tom Jobim, João Gilberto e Luiz Bonfá, nomes que já corriam por ouvidos estrangeiras. Tanto é verdade que Tom Jobim só embarcou depois de ser enfiado à força dentro de um avião pelo amigo e escritor Fernando Sabino: “Você vai vencer, Tom”.

Muitos deslizes aconteceram de verdade, como Normando Santos cantando com o microfone desligado, Roberto Menescal escorregando na letra de “O barquinho” e o próprio Tom pedindo um minutinho para recomeçar “Corcovado”. Por uma razão apenas as suspeitas de Tom não se transformaram em sua tragédia pessoal: quando “Corcovado” entrou nos eixos, e ele cantou a letra toda, em português e inglês, a plateia só faltou se jogar aos seus pés. E é válido ressaltar que no distinto recinto estavam Tony Bennett, Dizzy Gillespie, Miles Davis, Gerry Mulligan, Herbie Mann, entre outros que também queriam escutar de perto o violão de João Gilberto. Por esta razão, este foi o escolhido para encerrar o concerto, deixando Sérgio Mendes responsável pela abertura. Com certeza, ficaram bastante impressionados com “Samba da minha terra”, “Desafinado” e “Outra vez”.

Alguns só voltaram para casa muito tempo depois, como foi o caso de João Gilberto, Tom Jobim, Sérgio Ricardo e Oscar Castro Neves, para citar alguns. A partir desta noite, a vida da Bossa Nova mudou completamente. A música “Desafinado”, por exemplo, foi gravada onze vezes nos Estados Unidos no mesmo ano, sendo uma delas com tiragem de um milhão de discos. Durante anos, o áudio do espetáculo (fita-pirata) permaneceu como moeda rara nas mãos de colecionadores. Hoje em dia já é possível ser encontrado em versões modernas de gravação, com o charme dos aplausos e todo o resto de um show ao vivo, mas a dificuldade de encontrar é a mesma. Qualquer esforço neste sentido vale, pois estará lá parte da história da música brasileira, pérolas, por assim dizer, como “Manhã de Carnaval” (com Agostinho dos Santos, Luiz Bonfá e Oscar Castro-Neves), “Zelão” (com Sérgio Ricardo e Milton Banana), “Passarinho” (com Chico Feitosa), “Amor no samba” (com Normando Santos e Oscar Castro-Neves) e “Influência do Jazz” (com Carlinhos Lyra e Oscar Castro-Neves. Como disse Vinicius de Moraes, “a Bossa Nova voltou mais uma vez para ficar por toda a vida”. Que assim seja, poetinha.

nov
23

Postado em 23-11-2020 00:53

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 23-11-2020 00:53

“Bossa Nova At Carnegie Hall-1962 (Álbum Completo):Assista a “Bossa Nova At Carnegie Hall – 1962 – Full Album” no YouTube

BOA SEMANA

(Gilson Nogueira)

nov
23

Postado em 23-11-2020 00:51

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 23-11-2020 00:51

 

Correio Braziliense

Site que computa referências científicas ao redor do mundo destaca os profissionais mais mencionados em pesquisas no ano. Mercedes Bustamante é o único nome do Centro-oeste

CB
Correio Braziliense
 

 (crédito: Secom Unb/Divulgação)

(crédito: Secom Unb/Divulgação)

Referência no quesito de citações científicas, o portal Web of Science divulga, todos os anos, os nomes dos pesquisadores mais citados em trabalhos científicos no mundo. Este ano, a lista traz 19 brasileiros – um deles, a professora da Universidade de Brasília (Unb), Marcela Bustamante, chilena radicada no Brasil e uma das maiores autoridades em ecologia no país.

A plataforma computou menções da 6.389 pesquisadores, de 60 países, nas áreas de ciências, ciências sociais, artes e humanidades. Entre os citados, a produção de 3.896 deles teve impacto em áreas específicas, enquanto o conhecimento de 2.493 outros foram utilizados em campos de pesquisa diferentes dos que lhe são de origem, o que é chamado de cross field.

“É uma satisfação para qualquer pesquisador ter seu árduo trabalhado reconhecido por citações de colegas. Isso quer dizer que muitos cientistas leram seus trabalhos e reconheceram a importância”, afirmou Paulo Artaxo, um dos brasileiros nessa lista. Artaxo falou ao site da A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp). A fundação apoia o trabalho de Artaxo e de outros dez citados pela Web of Science.

Profª Lucia de Noronha

Profª Lucia de Noronha (foto: 17/09/2020/Gian Galani Fotografias/PUCPR)

Brasileiros mais citados no mundo em 2019:

Paulo Artaxo (Geociências), do Instituto de Física da Universidade de São Paulo (IF-USP);
Álvaro Avezum (cross-field), do Instituto de Cardiologia Dante Pazzanese;
Andre Brunoni (cross-field), da Faculdade de Medicina (FM) da USP;
Geoffrey Cannon (Ciências Sociais), da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP;
Henriette Azeredo (Ciências Agrícolas), da Embrapa Agroindústria Tropical em São Carlos;
Mauro Galetti (Meio Ambiente e Ecologia), da Universidade Estadual Paulista (Unesp) em Rio Claro;
Renata Bertazzi Levy (Ciências Sociais), da FM-USP;
Maria Laura C. Louzada (Ciências Sociais), do Instituto de Saúde e Sociedade da Universidade Federal de São Paulo (ISS-Unifesp);
Carlos Augusto Monteiro (Ciências Sociais), da FSP-USP;
Helder Nakaya (Imunologia), da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP;
Anderson S. Sant’Ana (Ciências Agrícolas), da Faculdade de Engenharia de Alimentos da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp);
Fernando C. Barros (cross-field), da Universidade Federal de Pelotas (UFPel);
Mercedes Bustamante (cross-field), da Universidade de Brasília (UnB);
Adriano Gomes da Cruz (Ciências Agrícolas), do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro (IFRJ);
Mônica Queiroz de Freitas (Ciências Agrícolas), do Departamento de Tecnologia dos Alimentos da Universidade Federal Fluminense (UFF);
Pedro Hallal (Ciências Sociais), da UFPel;
Luis Augusto P. Rohde (Psiquiatria e Psicologia), da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS);
Felipe Schuch (Psiquiatria e Psicologia), da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM);
Cesar Gomes Victora (Ciências Sociais), da UFPel.

Brasília no radar da Ciência

Doutora em geobotânica pela Universitaet Trier, na Alemanha, e mestre em ciências agrágrias, Mercedes Bustamante é referência no estudo do cerrado no Brasil. Nascida no Chile, a professora do departamento de ecologia completa 27 anos na Universidade de Brasília em dezembro desse ano. Pesquisadora do Instituto de Biologia do centro de ensino, ela já recebeu prêmios como o Verde das Américas e Cláudia, na categoria Ciência.

Suas pesquisas se dedicam especialmente a temas ligados a mudanças no uso da terra, biogeoquímica e mudanças ambientais globais. A professora foi membro do Comitê Científico responsável pela revisão do relatório sobre emissões de óxido nitroso (N2O) do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), além de representar Brasil e América latina em diversas iniciativas ambientais de esforço internacional.

*com informações da Agência Brasil

nov
23

Postado em 23-11-2020 00:49

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 23-11-2020 00:49


 

Clayton, NO JORNAL

 

nov
23

Postado em 23-11-2020 00:48

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 23-11-2020 00:48

João Alberto Silveira Freitas, homem negro de 40 anos, foi espancado e morto por dois homens brancos em uma unidade do supermercado Carrefour, em Porto Alegre (RS)

ST
Sarah Teófilo
 

 (crédito: Arquivo Pessoal)

(crédito: Arquivo Pessoal)

O automobilista britânico Lewis Hamilton, sete vezes campeão mundial de Fórmula 1, lamentou neste sábado (21/11), a morte de João Alberto Silveira Freitas, um homem negro de 40 anos. Beto, como era conhecido, foi espancado e morto por dois homens brancos em uma unidade do supermercado Carrefour em Porto Alegre (RS), na noite do dia 19.

“Devastado ao ouvir essa notícia, outra vida preta perdida mais uma vez. Ainda está acontecendo e nós temos que lutar para impedir que isso continue. Estou enviando todos os meus pensamentos e orações para você, Brasil. Descanse em paz João Alberto Silveira Freitas“, escreveu Hamilton em uma publicação no Instagram, junto com a foto de um protesto.

A morte de João Alberto gerou muita revolta e protestos não só em Porto Alegre, mas também em outras capitais, como São Paulo. O caso também está gerando uma série de manifestações pelas redes sociais.

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