Há um País que se perdeu pelo caminho, naturalizou as coisas erradas e temos o dever de enfrentar isso. E de fazer um novo País, ensinar as novas gerações de que vale a pena ser honesto, sem vingadores mascarados, sem achar que ricos criminosos têm imunidade”.

Luís Roberto Barroso, ministro do Supremo Tribunal Federal, na última sessão do pleno antes do recesso do judiciário.

nov
26

Postado em 26-11-2020 00:56

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 26-11-2020 00:56

“Passillo de la Vida”, Adriana Varela: um poético e grandioso passeio  pela vida, lugares e personagens de Buenos Aires , agora sem a presença de Diego Maradona, ausência que dói fundo na alma portenha.

HONRAS E SAUDADES !BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares)

nov
26

Postado em 26-11-2020 00:53

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 26-11-2020 00:53

 

DO CORREIO BRAZILIENSE 

O acidente aconteceu por volta das 7h desta quarta-feira e deixou 41 mortos e nove feridos

Thays Martins
 

 (crédito: Reprodução/GloboNews)

(crédito: Reprodução/GloboNews)

De acordo com a Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp), a empresa Star Viagem e Turismo, envolvida no acidente de ônibus que deixou 41 mortos em Taguaí, interior de São Paulo, não tinha autorização para operar. O acidente ocorreu na manhã desta quarta-feira (25/11) e ainda deixo mais nove feridos. 

A empresa acumula multas por fretamento irregular. “Em ações fiscalizatórias recentes, no mês de março de 2020, foram registradas algumas infrações à empresa: no dia 3, a Star foi multada por realizar fretamento irregular na Rodovia Raposo Tavares, próximo ao km 296, em Avaré, ao realizar o transporte de 30 estudantes, que saíram da cidade de Fartura com destino a faculdade de Avaré. A empresa foi autuada, multada, o veículo foi retido e realizada a retirada dos passageiros. No mesmo dia, uma nova multa foi aplicada à empresa, por transportar, irregularmente, 43 estudantes com a mesma origem e destino. Dois dias depois, a empresa recebeu nova autuação por fretamento irregular na Rodovia Raposo Tavares (SP 270), próximo ao km 372, em Ourinhos, quando tiveram dois veículos autuados, retidos e realizado o transbordo dos 15 passageiros”, explicou em nota à imprensa. 

A empresa, porém, nega irregularidades. “Toda a documentação relativa ao veículo envolvido no trágico acidente está em conformidade com os órgãos governamentais e em perfeita validade”, afirma em nota. Segundo a empresa, o ônibus foi fretado pelos funcionários de uma companhia têxtil que iam para o trabalho.

O acidente entre o ônibus e um caminhão aconteceu entre no km 172 da Rodovia Alfredo de Oliveira Carvalho. O ônibus transportava cerca de 50 pessoas.

A suspeita da polícia é de que uma ultrapassagem provocou o acidente. O motorista do ônibus afirmou à Polícia Civil que um ônibus que estava a frente dele teria freado bruscamente e que ele teria tentado frear o veículo, mas o freio falhou, o que fez ele desviar da pista e bater de frente com o caminhão.

nov
26

Postado em 26-11-2020 00:12

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 26-11-2020 00:12


 

 Sid , No portal de humor

 

nov
25

Postado em 25-11-2020 23:57

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 25-11-2020 23:57

Diretor da PF exonera delegada que investigava interferência de Bolsonaro… na PF
Foto: Alex Ferreira/Câmara dos Deputados
O diretor-geral da Polícia Federal, Rolando Alexandre de Souza, dispensou a delegada Christiane Correa Machado da função de chefe do Serviço de Inquéritos da Diretoria de Investigação e Combate ao Crime Organizado – responsável por investigar autoridades com foro especial.

Christiane Machado era quem estava à frente do inquérito que apura a suspeita de interferência de Jair Bolsonaro na PF e foi quem encaminhou ao então ministro Celso de Mello ofício para ouvir presencialmente o presidente da República.

Em 8 de outubro, depois de atritos entre Celso e Marco Aurélio, o caso foi a julgamento no plenário, apenas para que o ainda decano votasse pelo acolhimento do pedido.

Em seguida, Luiz Fux suspendeu a votação. Com a aposentadoria de Celso de Mello, o processo foi redistribuído a Alexandre de Moraes, que pediu uma “atualização” da investigação. Até hoje, Bolsonaro não depôs.

Para o lugar de Christiane Machado, foi designado Felipe Alcântara de Barros Leal, que já integrava o grupo.

nov
25

Postado em 25-11-2020 16:28

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 25-11-2020 16:28

 DO EL PAÍS

Estrela do futebol argentino morreu após uma parada cardiorrespiratória, segundo confirmado por fontes da família ao EL PAÍS

Diego Maradona durante evento da FIFA em Londres, em 23 de outubro de 2017.
Diego Maradona durante evento da FIFA em Londres, em 23 de outubro de 2017.Alexander Hassenstein – FIFA / GETTY
 
Buenos Aires

O ex-jogador de futebol argentino Diego Armando Maradona morreu nesta quarta-feira (25) aos 60 anos, segundo confirmado por fontes da família ao EL PAÍS. Uma semana depois de seu último aniversário, o astro foi operado com êxito de um edema cerebral e a Argentina celebrou outro drible de seu heroi dramático. Era o último. Tantos anos de excesso, descuidos e conflitos emocionais terminaram por corroer sua saúde. Se ser Maradona e ter um corpo saudável foi uma luta desigual, em sua última aparição como treinador do Gimnasia aparentou ter um físico de alguém de 80 anos. Os imortais também sofrem.

 

Sua morte sacorde a Argentina ? e não só ?, por um colapso de tristeza sem data de vencimento à vista: a angústia que começou a tomar conta das ruas de Buenos Aires e do mundo não será dessas que se dissipará em anos, mas em gerações. A morte de Diego Armando Maradona anuncia o final da era dos heróis. Ídolos, gênios e produtos esportivos sempre existirão, mas Maradona excedeu a condição de jogador: foi um país convertido em número 10, uma reinvidicação popular de shorts e meião, o milagre possível para uma porção do mundo em que o vento sopra contra.

Se o vocabulário da sua fase como jogador girou ao redor de gols, proezas e atos de magia, já aposentado se somou termos como dependência de drogas, problemas cardíacos e respiratórios, hipertensão, apneias, diabetes, anemia, episódios de confusão mental e dificuldades renais. “É evidente que tenho linha direta com o barbudo”, disse em 1997, em referência a Jesus, depois de uma de suas ressurreições habituais.

O futebol será um simulacro da guerra, mas os estádios constituíram para Maradona seu únido momento de paz, uma infância eterna. Como se de segunda a sábado se dedicasse à halterofilia, a vida fora dos gramados inevitavelmente pesou. Assim como os zagueiros rivais ficavam diminuídos frente a lenda do futebol, ser Maradona e ter um só corpo foi uma briga desigual. Como ele mesmo disse: “Com um chute fui de Villa Fiorito ao topo do mundo, e lá tive que me consertar sozinho”.

O confinamento com o qual tentou evitar ser infectado pelo novo coronavírus não ajudou Maradona, que passou seus últimos dias em depressão, também explicada pelo hematoma no cérebro detectado em uma clínica de La Plata, a cidade onde ele treinava o Gimnasia. Maradona já estava internado desde 2 de novembro, uma rotina nos seus últimos anos: as clínicas, as viagens de ambulância, as salas de operação e as vigílias dos seus fãs nas portas de centros médicos. Quanto mais sofria o ídolo, mais se esforçavam seus paroquianos.

Maradona está sempre depressivo, um crônico melancólico”, diagnosticou seu médico na década de 90, Alfredo Cahe. As mortes de seus pais, Doña Tata em 2011 e Don Diego em 2015, foram dois golpes anímicos que terminaram de desestabilizar seu núcleo familiar, catalisando por conflitos com sua ex-mulher, Claudia Villafañe, e até com algumas de suas filhas. O último Maradona, já longe da cocaína, mas com problemas com o álcool, tampouco podia ajudá-lo. O homem das grandes frases já somente se comunicava em público através de comunicados escritos pelos seus porta-vozes, em sua conta do Instagram.

Maradona deu tanto aos seus adoradores que foi como se tivesse oferecido sua vida a eles. Muito mais humano, empático, rebelde e contestador com o poder do que o restante dos ídolos, mas também dependente do carinho popular, se foi cheio de cicatrizes e tomando golpes. Em sua enorme produção de frases, Maradona deixou centenas de menções relativas ao cansaço, à dor e à morte.

Já em 1981, ainda no futebol argentino, o jovem desabafou: “Eu estou cansado, cada dia me saturo mais, não aguento mais. Quero abandonar o futebol. Cumpro o contrato com o Boca Juniors e deixo o futebol por um tempo”. No ano seguinte, poucos meses antes de sua transferência para o Barcelona, disse em terceira pessoal, como se já preferisse olhar-se de fora: “A gente tem que entender que o Maradona não é uma máquina de dar felicidade”. Então tentou diminuir a angústica com a cocaína, à qual recorreu pela primeira vez na Espanha, no final de 1983, durante sua movimentada passagem pelo clube catalão.

Maradona nasceu duas vezes, em 30 de outubro de 1960, nos subúrbios de Buenos Aires, e em 22 de julho de 1986, na Cidade do México, quando marcou na Inglaterra o maior e mais ilegal dos gols, pelas quartas da Copa do Mundo. O endeusamento de um jogador com as chagas da Guerra das Malvinas ainda abertas. Mas, sem seguida, comprovaria que o êxito não imuniza. “Eu sofro terrivelmente, me destruo e não sou capaz de seguir adiante. É o pior momento da minha carreira”, diria apenas três meses depois, em outubro de 1986, campeão mundial e pai do primeiro filho extraconjungal.

Ainda que o México em 86 e seus títulos inesquecíveis com o Napoli sempre se mantenham como balões de ar quente da felicidade no futebol, Maradona começou a perder várias batalhas. Sua carreira foi desbotando entre a rejeição de seus inimigos (também contados na casa dos milhões), a traição dos seus (até a Camorra napolitana o abandonou), seus testes antidoping positivos e seu vício. A caída do 10, o ventrículo do povo, terminou de convertê-lo em um heroi trágico. Na recordação popular da sua saída por doping da Copa de 1994 ficou uma de suas grandes frases: “Me cortaram as pernas”, talvez porque seria mais leve do que atender outro dos seus pedidos de ajuda desesperados, como: “Não tenho mais estímulo para viver”.

Nos anos seguintes, antes e depois de sua aposentadoria, Maradona começou a flertar com a morte nas atitudes e palavras. “Deixem-me viver minha vida, não quero ser um exemplo. E nem morto encontraria paz. Me usam na vida e encontrarão um modo de fazer isso quando estiver morto”. Internado outras vezes, inclusive em um hospital psiquiátrico, quase morreu pela cocaína no Uruguai em 2000 e em Cuba em 2001.

Como se o fabricante de alegrias alheias também fora um catalisador de lágrimas internas, El Pibe chegou a desejar uma morte diferente ao do libertador argentino, o general José San Martín, que faleceu em 1850 na França. “San Martín teve que morrer lá fora, mas eu quero morrer no meu país”. Cumpriu. Foi Maradona até a sua morte.

nov
25

Postado em 25-11-2020 01:34

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 25-11-2020 01:34

O grito dominical", artigo de Fernando Gabeira

 ARTIGO

Fernando Gabeira

No auge da quarentena, pensei que a última luta de minha vida seria contra um governo que destrói a natureza, a autoestima e a imagem internacional do Brasil. Confesso que dramatizei. Sinto-me aliviado agora e ouso fazer planos mais ambiciosos para depois da chegada da vacina.

O marco temporal dessa sensação de alívio é anterior à importante derrota de Donald Trump. Ele começa na prisão de Fabrício Queiroz. Ali emergiu com clareza o esquema de financiamento de Bolsonaro e seu clã. Ele não teria mais condições de pregar o fechamento do Congresso ou do STF. Os próprios militares, apesar de ambíguos até ali, não o seguiriam na aventura.

Bolsonaro não teve outro caminho além de buscar aliados no Congresso, precisamente aqueles para os quais o desvio de dinheiro público não é um pecado capital. E de se aproximar desse tipo de juiz brasileiro que não hesita em absolver quando há excesso de provas contra o acusado.

A eleição de Biden resultou de uma ampla compreensão de que era necessária uma frente para derrotar Donald Trump e o Partido Republicano. A própria esquerda dos democratas, que vive um momento de ascensão, decidiu conceder para que a vitória fosse possível.

Ao término das eleições municipais, comecei a duvidar se era mesmo necessária uma frente para derrotar Bolsonaro. A construção de um instrumento como esse dá muito trabalho. É preciso constantemente se livrar dos caçadores de hereges, como chamava Churchill os que dentro de uma frente ampla estreitam e intoxicam o espaço com uma permanente lavagem de roupa suja.

E se Bolsonaro se derreter com a rapidez com que se derrete Russomanno em suas campanhas? Ou mesmo se for resiliente como Crivella e chegar ao segundo turno com um índice de rejeição tão alto que perca para qualquer adversário?

Não consigo precisar o ritmo, mas acho que Bolsonaro toma decisões estúpidas diariamente e que ele vai se desmanchar no ar. Quando o vi selecionando uma lista de vereadores para apoiar, pensei: perdeu.

Não adianta conferir na urna se Wal do Açaí foi ou não eleita. Um presidente que se dedica a isso de certa forma está apenas dizendo que é pequeno demais para o cargo. Na verdade, essa é sua mensagem cotidiana.

A constatação, no entanto, não pode desmobilizar. Bolsonaro continua à frente de uma política anticientífica que pode nos custar mais vidas no combate ao coronavírus.

A inexistência de uma frente ampla não significa que ela não possa ser erguida em cada momento em que a democracia for claramente ameaçada.

Da mesma maneira, o fracasso de Bolsonaro não significa que possa ser subestimado. A extrema-direita vai ocupar um espaço, embora muito menor do que ocupou nas eleições de 2018. Assim como na França, ela pode também trocar de líder para se modernizar.

O quadro eleitoral na maior cidade do país — Covas/Boulos — nos remeteu à clássica polarização do período democrático. Ilusório também pensar que tudo será como antes.

O primeiro e grande tema de reflexão é este: Bolsonaro dissolve-se no ar, mas as condições que o fizeram ascender ao governo continuam vivas.

Este período dominado pelo discurso e prática da estupidez deveria ser usado para uma profunda crítica do processo de redemocratização. Mesmo sem a construção de uma frente ampla, a proximidade do abismo nos revelou como somos vulneráveis e semelhantes no ocaso da democracia.

Os Estados Unidos abriram o caminho livrando-se do grande pesadelo. Trilhar esse terreno minado será também de grande utilidade para o Brasil.

Afinal, são fenômenos políticos em realidades diferentes, mas partem de alguns pontos convergentes, como a aversão às iniciativas multilaterais.

Imitado por Bolsonaro, o isolamento americano abriu um imenso espaço. Biden representa uma correção de rumos, mas seria bom lembrar o tempo perdido: 15 nações asiáticas e da Oceania, representando um terço do PIB mundial, acabam de celebrar um acordo comercial de grande envergadura.

Aqui Bolsonaro briga com a Europa para defender grileiros, incendiários e contrabandistas de madeira. Aqui a Terra é plana, a hidroxicloroquina fabricada pelo Exército é remédio contra a Covid-19. Até quando não sei. Não passa de 2022, estou seguro.

Artigo publicado no jornal O Globo em 23/11/2020

nov
25

Postado em 25-11-2020 00:31

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 25-11-2020 00:31

“Pra sempre”, Zezé de Camargo e Luciano: uma canção rara do repertório dos filhos de Francisco em dia de despedida e ausência que abala a dupla, a família e comove o país.

BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares)

nov
25

Postado em 25-11-2020 00:26

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 25-11-2020 00:26

TELEVISÃO

DO CORREIO BRAZILIENSE

A causa da morte não foi divulgada. Sabe-se, no entanto, que Vanucci tinha a sáude frágil desde que sofreu um infarto em 2019

Correio Braziliense
 (crédito: Divulgação)
(crédito: Divulgação)

O jornalista e comentarista Fernando Vanucci morreu, aos 69 anos, nesta terça-feira (24/11), em Barueri (SP). A causa da morte não foi divulgada. Sabe-se, no entanto, que Vanucci tinha a saúde frágil desde que sofreu um infarto em 2019 e precisou colocar um marca-passo.

A expectativa, segundo o site Globo Esporte, da empresa onde ele fez carreira e se tornou conhecido em todo o pais, é que o velório e enterro ocorram no Rio de Janeiro. Vanucci deixa cinco filhos.

O jornalista começou a carreira no rádio, ainda na adolescência, em Minas Gerais, onde nasceu, na cidade de Uberaba. Da rádio, foi trabalhar na TV Globo de Minas Gerais e depois, em 1977, no Rio de Janeiro. Na emissora, tornou-se um dos rostos mais conhecidos do núcleo esportivo, cobrindo seis copas do mundo, de 1978 a 1998.

Foi durante a Copa do México, em 1986, que criou o bordão “Alô, você”, pelo qual foi lembrado até o fim da vida. Naquela copa, chorou ao comentar a derrota da Seleção dirigida por Telê Santana, fazendo todo o país se emocionar.

Fernando Vanucci ainda passou pelas emissoras de tevê Bandeirantes, Rede TV! e Record. Seu último trabalho foi na Rede Brasil de Televisão, onde era o editor de Esportes.

nov
25

Postado em 25-11-2020 00:22

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 25-11-2020 00:22


 

 Sponholz, NO 

 

DO SITE O ANTAGONISTA

Juiz do caso Mariana Ferrer diz à Corregedoria que vídeo de audiência foi manipulado pelo Intercept e mostra falas suprimidas
Foto: Reprodução

O juiz Rudson Marcos, responsável pelo caso Mariana Ferrer, pediu à Corregedoria Geral de Justiça de Santa Catarina o arquivamento da reclamação disciplinar apresentada contra ele. O magistrado alega que o vídeo da audiência, divulgado pelo Intercept, foi “altamente manipulado”.

Segundo ele, o conteúdo divulgado são “fragmentos de atos processuais” referentes a duas audiências instrutórias, “que somadas perfazem cerca de 300 (trezentos) minutos de duração, e que foram fragmentadas e juntadas, por técnicas de edição e manipulação”.

 

Ele anexa em sua defesa um parecer técnico produzido pelo perito Wanderson Castilho, com a conclusão de que o vídeo foi, “propositalmente, editado e manipulado diversas vezes”, que as falas do magistrado e do promotor “foram suprimidas” e tiveram sua ordem original “deliberadamente alterada, com a finalidade de induzimento dos espectadores a erro”.

O magistrado ressalta que “não há na sentença prolatada nos autos qualquer menção à expressão ‘estupro culposo’”, cunhada pela reportagem. “Neste contexto, inexistem elementos que justifiquem a instauração de procedimento disciplinar contra o Magistrado Reclamado, de modo que se requer o recebimento das presentes informações, com os documentos que acompanham, para a finalidade de ser promovido o arquivamento da presente Reclamação Disciplinar”, escreve.

Entre os documentos protocolados, Rudson Marcos anexou vídeo produzido pelo perito que mostra os trechos editados e a versão original.

Assista:

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