Há um País que se perdeu pelo caminho, naturalizou as coisas erradas e temos o dever de enfrentar isso. E de fazer um novo País, ensinar as novas gerações de que vale a pena ser honesto, sem vingadores mascarados, sem achar que ricos criminosos têm imunidade”.

Luís Roberto Barroso, ministro do Supremo Tribunal Federal, na última sessão do pleno antes do recesso do judiciário.

fev
20

Anthony Garotinho, ex-governador do estado de Rio de Janeiro, alvo de denúncias de corrupção, com passagens pelos complexos penitenciários de Bangu e Benfica, em demonstração típica de sujo falando de mal lavado.

fev
20

Postado em 20-02-2018 00:06

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 20-02-2018 00:06


 

Paixão, na (PR)

 

São Paulo
Campanha abuso assedio sexual futebol
Rodrigo Caio, zagueiro do São Paulo, integra campanha contra abuso sexual no futebol. Divulgação

Pela primeira vez no Brasil, jogadores se mobilizaram para falar publicamente sobre um tipo de violência comum, porém tratado como tabu no futebol. Em campanha do Sindicato de Atletas de São Paulo, 33 atletas e ex-profissionais, entre eles Edu Dracena e Moisés (Palmeiras), Rodrigo Caio e Diego Lugano (São Paulo), Felipe (Porto-POR), Cicinho (Brasiliense) e Giovanni, ídolo do Santos na década de noventa, fazem um alerta sobre assédio e abuso sexual de crianças e adolescentes em categorias de base. Um vídeo com depoimentos dos jogadores e a hashtag #chegadeabuso é o primeiro passo da campanha, que deve se desdobrar em ações preventivas nos clubes ao longo do ano.

dealizador da campanha, o ex-goleiro Alê Montrimas já revelou ter sido assediado por técnicos, preparadores e dirigentes durante sua carreira. No ano passado, ele ministrou 40 palestras em equipes infantis e escolinhas, alertando garotos sobre as armadilhas que podem encontrar no caminho até se tornarem estrelas da bola. Entende ser importante, nesse momento em que estrelas do cinema e da televisão se expõem ao denunciar abusadores, mostrar que o aliciamento para fins sexuais também é uma rotina na formação de atletas do esporte mais popular do país. “O mundo inteiro está falando sobre assédio e abuso sexual”, afirma Montrimas. “O objetivo da campanha é sensibilizar pessoas que não são do meio. Até porque, quem conhece minimamente o futebol, sabe que a violência sexual contra jovens jogadores é uma realidade.”

Antes de Alê Montrimas, o único atleta que havia tocado no assunto foi o também goleiro Marcelo Marinho, hoje aposentado. Em 2005, quando defendia o Corinthians, ele afirmou ter sido assediado pelo preparador de goleiros quando jogava no Vasco, aos 12 anos. “O cara deu em cima de mim e eu cheguei a sair na mão com ele. Fiquei muito abalado. Tinha vindo do interior da Bahia para uma cidade grande e aconteceu aquilo. Achei que não daria mais. Pensei em largar o futebol e desistir de tudo”, disse Marcelo, diante dos jornalistas. Depois da repercussão de seu desabafo, a diretoria corintiana o orientou a não falar mais sobre a denúncia. Por causa do estigma da homossexualidade que acompanha casos de abuso sexual envolvendo vítimas do sexo masculino, foi alvo de chacota dos próprios companheiros de time. Depois disso, sua carreira entrou em declínio. Parou de jogar precocemente, aos 30 anos, no Penapolense. “[O assédio] foi algo que me marcou, mas duvido que outros jogadores não tenham sofrido a mesma coisa. Só que ninguém tem coragem de falar. Eu cresci meio revoltado. Por isso, aprontei bastante, fiz muita besteira.”

A campanha no Brasil é inspirada em uma ação semelhante realizada pela Federação Inglesa de Futebol, em que jogadores da seleção local, incluindo o capitão Wayne Rooney, encorajavam vítimas a denunciar abusos nas categorias de base e a “não sofrer em silêncio”. Em 2016, um escândalo de abuso sexual no futebol abalou a Inglaterra. Os casos vieram à tona depois que o ex-defensor Andy Woodward revelou ter sido abusado pelo técnico Barry Bannell quando atuava na base do Crewe Alexandra, time da quarta divisão inglesa. Desde então, a polícia recebeu outras 838 denúncias, sobretudo de crimes praticados entre 1975 e 1990, somando 294 técnicos, olheiros e dirigentes suspeitos. Nesta segunda-feira, Bannell foi sentenciado a 30 anos de prisão por estupro de 12 meninos entre 8 e 15 anos. Ele já havia sido preso e condenado por delitos sexuais em 1995, mas conseguiu se manter no futebol usando um nome falso. Em seu depoimento às autoridades, Woodward alegou que os clubes por onde o ex-treinador passou sempre foram coniventes com os abusos e nada fizeram para impedi-lo.

Não há dados oficiais sobre casos de abuso sexual no futebol brasileiro. Um levantamento do EL PAÍS com base em processos na Justiça (veja o mapa abaixo) registra pelo menos 111 ocorrências desde 2011. Especialistas em direitos infantojuvenis avaliam que o número seja bem maior, já que no Brasil apenas 7% dos episódios de violência sexual contra crianças e adolescentes são denunciados. Em 2014, às vésperas da Copa do Mundo, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) firmou um pacto com a CPI da Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, em que se comprometia a adotar 10 medidas para evitar abusos sexuais e o tráfico de jovens jogadores em categorias de base e escolinhas. No entanto, quase quatro anos depois da assinatura do acordo pelo então presidente da entidade, José Maria Marin, a Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados concluiu que a CBF efetivou parcialmente apenas duas medidas sugeridas pela CPI.

fev
19

DEU NA FOLHA DE S. PAULO

             Estou dentro

            Luciano Huck

Não existe vento bom para uma nau sem rumo. Mas desta vez não vou evocar Ulisses para ilustrar minhas reflexões.

Escrevo aqui, mais uma vez, para dizer que não sou candidato a presidente do Brasil.

Mas, se fosse somente esta a minha motivação, pouparia a todos de um terceiro artigo para defender a mesma tese, o que seria redundante e sem sentido.

Escrevo para organizar e cadenciar as ideias e, mais do que tudo, para compartilhar com quem se interessa pelo que penso minhas crenças, meus sentimentos e aprendizados.

 O apresentador de TV Luciano Huck durante palestra na primeira edição do Festival de Cultura Empreendedora, em São Paulo
O apresentador de TV Luciano Huck durante palestra na primeira edição do Festival de Cultura Empreendedora, em São Paulo – Eduardo Anizelli/Folhapress

Em novembro deixei claro aqui neste espaço que não seria candidato a nada. O ano começou e meu nome seguiu sendo ventilado no noticiário político e nas pesquisas eleitorais. Gente de todos os lugares, idades e crenças me procurou para depositar em mim suas esperanças, diga-se, já no fim.

E, por mais coerente que eu tente ser, não posso esconder que o coração se encheu de força, a cabeça de ideias e que todas as intempéries e adversidades que os amigos mais queridos apontavam incessantemente, encolheram e ficaram minúsculas por alguns instantes.

A recorrência desta hipótese em torno do meu nome fez ressurgir uma espiral positiva de tamanha força que foi humanamente impossível não me deixar tocar.

Assim, a cabeça e a alma começaram a operar novamente seus ciclos de altos e baixos, trazendo de volta ao meu radar uma decisão avassaladora.

Enquantoo isso, a tal espiral novamente atraiu de forma ainda mais potente para perto de mim inteligências brilhantes, cabeças encantadoras, das mais experimentadas às mais novas e cheias de disposição. Gente que me fez voltar a acreditar na palavra servir no tempo e significados corretos. Um encontro de pessoas muito especiais com intenção genuína de sair da letargia e de se unir pelo que é comum.

Foram centenas de conversas, cada uma delas um aprendizado. Ideias se conectando umas às outras e fazendo enorme sentido. No total, foram mais de dez meses de escuta profunda, debates, leituras, reflexão… um tempo de tanta intensidade e qualidade, que provocou uma revolução interna, virando do avesso tudo o que eu acreditava serem meus limites e demolindo os tetos que inconscientemente limitavam o espaço acima da minha cabeça.

E o aprendizado, ainda que nunca termine, já me permitiu algumas conclusões. Desde revelar a amplitude do espaço que preciso e quero percorrer em termos de preparo pessoal e de conhecimento, até a certeza de que a renovação política é só um dos milhares de passos que teremos que dar coletivamente se quisermos mesmo que o Brasil seja um país mais justo, humano e eficaz.

É claro que não tenho, simplesmente porque não existe, um modelo preconcebido de panaceia universal para o Brasil, mas consegui ao longo da minha vida e, muito especialmente, nesses últimos meses, enxergar as grandes linhas de um projeto de país em que acredito.

fev
19

A esplêndida canção “Didn`t We” vai dedicada ao meu falecido pai, em memória. Para seu Alaôr, nenhuma voz era comparável à de Mathis em intensidade interpretativa.  “Só Jamelão, talvez, interpretando um samba canção de Lupicínio”. Grande Alaôr! Saudades!!!

BOM DIA E BOA SEMANA A TODOS!!!

(Vitor Hugo Soares)

fev
19

Postado em 19-02-2018 00:18

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 19-02-2018 00:18

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, se reuniu neste domingo (18) com a presidente do Supremo Tribunal Federal, ministra Carmen Lúcia, para relatar o rito da votação na Câmara dos Deputados do decreto de intervenção federal no Rio de Janeiro.

A votação está marcada para esta segunda-feira. Maia avalia com técnicos da Câmara o trâmite do decreto e se ele pode ser emendado, e espera encerrar a votação na noite desta segunda-feira (19).

Segundo o blog apurou, no encontro, que ocorreu hoje no STF, Maia também relatou à ministra que não foi consultado sobre o decreto. Apenas informado durante reunião que ocorreu no Palácio da Alvorada, na última quinta-feira (15).

E que, diante da decisão tomada pelo presidente Michel Temer, com aval do governador do Rio, Luiz Fernando Pezão, ele apoiou o decreto.

fev
19

Postado em 19-02-2018 00:16

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 19-02-2018 00:16

Rodrigo Maia, deputado  federal (DEM-RJ), presidente da Câmara, em entrevista no Rio de Janeiro, ao revelar que tem sido vítima, com frequência, de “intrigas” que parte de alguém que ele desconhece, do primeiro escalão do governo e bem próxima de Michel Temer.

fev
19

Postado em 19-02-2018 00:13

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 19-02-2018 00:13

 

Associação dos Cartunistas do Brasil

Tri-campeão do IBest
Atualizado diariamente desde 1996 Se você acha que não está vendo a página de hoje. Clique aqui para atualizar

Jornal de charges – O melhor do humor gráfico brasileiro na Internet – ano XXII – Domingo 18/02/2018

random image
Dodô, no portal de humor gráfico A Charge Online

fev
19

Postado em 19-02-2018 00:12

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 19-02-2018 00:12

DEU NO BLOG O ANTAGONISTA

O que representa o Ministério da Segurança Pública

De Míriam Leitão, no Globo:

“A criação do Ministério da Segurança não representa coisa alguma, a não ser a transferência de órgãos de um lado para outro da Esplanada, já muito abarrotada de ministérios, e mais cargos para nomeação. Dependendo de quem for escolhido para comandá-lo, pode ser ainda pior do que já está. Por que a Polícia Federal ou a Polícia Rodoviária Federal ficariam melhores saindo da Justiça?

Ao anunciar ontem que vai criar o novo órgão, o presidente Temer reduz a força de sua própria decisão de sexta-feira de decretar a intervenção na segurança do Rio. No primeiro ato, é a tentativa de encontrar uma saída para problema agudo. O segundo é inútil e demonstra falta de foco. (…)”

fev
18

Postado em 18-02-2018 01:10

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 18-02-2018 01:10


 

Mariano, no portal de humor gráfico

 

  • Arquivos

  • Fevereiro 2018
    S T Q Q S S D
    « jan    
     1234
    567891011
    12131415161718
    19202122232425
    262728