jun
27

Postado em 27-06-2010 13:34

Arquivado em ( Newsletter) por vitor em 27-06-2010 13:34

Alemães festejam goleada/Lancenet/MSN

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DEU NO LANCENET

Alemanha e Inglaterra fizeram um jogo digno de um grande clássico, neste domingo, em Bloemfonteim. Com a goleada por 4 a 1, a Alemanha avançou para as quartas de final do Mundial.

É difícil precisar, mas um gol não validado de Lampard – quando a Alemanha vencia por 2 a 1 – poderia ter sido um ingrediente decisivo para que os ingleses escrevessem um roteiro com um final mais feliz.

RESPEITO, GOLS E ERRO

Como era de se esperar, alemães e ingleses fizeram da cautela as suas marcas registradas no início da partida. Muito respeito de parte a parte, pouca ofensividade e passes para o lado marcaram o início do duelo europeu.

Mesmo que de forma sutil, a Alemanha demonstrava superioridade em Bloemfontein. Com mais uma atuação apagada de Gerrard e Lampard, Rooney, novamente, não esteve bem. Por sua vez, os tricampeões do mundo tinham melhor articulação, presença no meio de campo e um elogiável jogo coletivo.

Pode parecer clichê, no entanto, o panorama da partida se alterou radicalmente após Klose abrir o placar. Aos 20 minutos, o goleiro Neuer bateu tiro de meta, o atacante ganhou de Upson e abriu o marcador. Uma falha primária de um sistema defensivo considerado um dos melhores do mundo.

Com um lugar nas quartas de final em jogo, a partida ganhou contornos emocionantes. A Alemanha, com um time mais leve e envolvente, ampliou com Posdolski, que tirou de James depois de bonita troca de passes. À esta altura, a Inglaterra lançou-se ao ataque. Com mais coração do que organização, o English Team diminuiu com Upson, de cabeça.

Aos 38 minutos, um lance que entra para a História como um dos erros mais graves de arbitragem em Copas do Mundo. De fora da área, Lampard encobriu o goleiro Neuer, a bola bateu no travessão e quicou dentro do gol. Um empate legítimo que a arbitragem não validou. A Inglaterra, campeã em 1966 com um gol ilegal de Geoff Hurst, provou do veneno sentido pelos germânicos, vice-campeões daquela Copa.

TUDO OU NADA

Os ingleses voltaram com grande ímpeto. Aos seis, Lampard, do meio da rua, carimbou o travessão de Neuer. Foi interessante notar que a Alemanha, mesmo em vantagem, não abdicou do ataque. Ao contrário, o time buscou ampliar o placar e liquidar a fatura.

Os 45 minutos finais do jogo andaram na contramão do que vem sendo demonstrado nos gramados africanos. A busca frenética pelo gol manteve presa a respiração dos torcedores.

O terceiro e o quarto gols alemão foram uma fiel reprodução do estilo de jogo que os germânicos têm demonstrado na África do Sul. Troca de passes, velocidade e frieza. Em contra-ataque fulminante, Schweinsteiger serviu Mueller, que fulminou James. Dois minutos depois foi a vez de Lahm entregar para Mueller, que, mais uma vez, fez a festa da torcida da Alemanha.

A larga vantagem construída esfriou as esperanças britânicas. Os alemães, com inteligência, usaram o tempo a seu favor.

jun
27

Postado em 27-06-2010 11:07

Arquivado em ( Newsletter) por vitor em 27-06-2010 11:07

Stalin sai do pedestal na Georgia(ex-URSS)

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Na madrugada deste domingo as autoridades da Georgia, na antiga União Soviética, continuavam a retirar estátuas de Stalin das cidades do país e prometem para breve «rebatizar» nomes de praças e ruas com o nome do ditador comunista que governou a União Soviética entre 1924 e 1953.

Uma estátua de Stalin, com cerca de três metros de altura, foi desmontada durante a madrugada de domingo em Tkibuli, cidade do ocidente da Geórgia.

«A decisão de remoção do monumento foi tomada pelas autoridades municipais devido à reconstrução do centro de Tkibuli», declarou um porta-voz do poder local.

O monumento, que foi erigido durante a vida de Stalin, já fora removido nos anos 80 do séc. XX, quando a Geórgia era dirigida pelo Presidente nacionalista Zviad Gamsakhurdia, mas regressou ao mesmo lugar dez anos depois, na época em que a presidência do país era ocupada por Eduard Chevarnadzé, antigo ministro dos Negócios Estrangeiros da URSS.

A operação de desmontagem não foi previamente anunciada e decorreu com forte presença policial.

Dois dias antes, operação semelhante foi feita na cidade georgiana de Gori, cidade natal do ditador.

Nika Rurua, ministro da Cultura da Geórgia, anunciou que todas as ruas e praças do país com o nome de Stalin serão brevemente «rebatizadas».

Mikhail Saakachvili, atual Presidente georgiano, apoiou esta operação: «Há museus e aí devem estar as exposições. No país não devem existir paralelamente um museu da ocupação (soviética) e monumentos àqueles que deram ordens às tropas para ocupar a Geórgia.»

O seu antecessor, Eduard Chevarnadzé, condena a operação, considerando uma «guerra contra a história».
( Informações do portal português TSF)

jun
27

Postado em 27-06-2010 10:33

Arquivado em ( Multimídia) por vitor em 27-06-2010 10:33


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Para curtir antes do jogo Inglaterra X Alemanha, que vai decidir na manhã deste domingo qual dos dois gigantes rolará nos campos da Copa na África do Sul.

BOM DIA, com os agradecimentos do BP ao jornalista amigo e colaborador deste site blog, Gilson Nogueira, pela garimpagem e sugestão desta raridade musical para nossos leitores.

(Vitor Hugo Soares)

jun
27

Postado em 27-06-2010 09:52

Arquivado em ( Newsletter) por vitor em 27-06-2010 09:52

Cidades afogadas em Alagoas/BBC

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Deu na Folha de S. Paulo
(EDITORIAL 26/06/2010)

ROTINA DO DESASTRE

Cenas dramáticas, que sem grande exagero poderiam ter-se verificado na recente catástrofe do Haiti, ocorrem em Pernambuco e Alagoas, depois das chuvas das últimas semanas. Em Palmares, a 129 km de Recife, dezenas de pessoas reviram o lodo em busca de comida. A cidade, de 59 mil habitantes, só conta com um ponto de abastecimento de água potável.
Em União dos Palmares, a 80 km de Maceió, as ruínas são saqueadas durante a noite; disputa-se fisicamente a posse de coisas como um simples botijão de gás.
Totalmente destruída, a cidade de Branquinha (AL) haverá de simplesmente ser refundada em lugar mais alto, se vingarem os planos da prefeitura local. Pertences dos desabrigados de Pernambuco e Alagoas, de computadores a álbuns de família, são encontrados nas praias da Paraíba. Há 154 mil desabrigados.
Catástrofes naturais ocorrem em toda parte, e não há como prever de modo absolutamente confiável o seu grau de violência.
Nem tudo era imprevisível, todavia, na tragédia nordestina. Quebrangulo, Moreno, Escada, Primavera: desde 2003, essas cidades sofrem pela terceira vez com as enchentes do inverno. Trinta por cento das cidades agora afetadas já enfrentaram o mesmo problema nos últimos sete anos.
Mesmo assim, pelo menos 15 das cidades alagoanas atingidas pelas chuvas não contavam com órgãos de defesa civil. O Estado de Pernambuco não dispõe de radar meteorológico, tornando-se impossível identificar com antecedência o local preciso de uma tempestade. Foi, em todo caso, pelo aviso dos sinos de uma igreja que os habitantes de Barreiros (PE) puderam refugiar-se, horas antes do desastre.
Seria excessivo acusar de demagogia eleitoral a visita feita pelo presidente Lula aos municípios atingidos. Liberam-se verbas, agora, com máxima urgência para os Estados de Pernambuco e Alagoas; não poderia ser outro o comportamento das autoridades. Poderia ter sido outra, contudo, a atitude do governo federal quando decidiu alocar em um único Estado, a Bahia, quase metade das verbas destinadas a prevenir catástrofes desse tipo.
À frente do ministério responsável pela decisão estava o peemedebista Geddel Vieira Lima, candidato ao governo baiano nas próximas eleições. De 2003 a 2009, a Bahia registrou 431 casos de emergência devidos a circunstâncias climáticas. Foram 542 em Pernambuco -que recebeu, em 2009, menos de 4% dos recursos federais de prevenção, contra os mais de 48% destinados à Bahia. Alagoas nada recebeu. Já não era muito, em todo caso: R$ 70 milhões estavam reservados para situações desse tipo no orçamento.
Entre lágrimas e vivas, o presidente Lula agora anuncia R$ 550 milhões para a recuperação das cidades devastadas. De normas para a preservação ambiental a planos racionais de ocupação urbana, é entretanto incalculável o quanto há a ser feito, em qualquer Estado do país, para que o imprevisível não faça parte, como hoje, da mais cruel rotina.

jun
27

Postado em 27-06-2010 00:04

Arquivado em ( Newsletter) por vitor em 27-06-2010 00:04

Olé: “Colete é armação”

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DEU NA UOL

A imprensa argentina não perdoou a exposição da proteção para as costas usada pelo goleiro Julio Cesar no duelo contra Portugal da última sexta-feira. O diário Olé publicou uma matéria provocando o Brasil pelo caso do camisa 1 afirmando que a seleção verde-amarela continua repetindo eventos “ilegais” na Copa do Mundo.

Depois de relembrar as duas mãos na bola de Luís Fabiano em seu gol contra a Costa do Marfim, o Olé destacou que o “Brasil segue fazendo as suas”, com o trocadilho “De mãos largas e ferros curtos” no título da reportagem.

A frase faz alusão aos supostos componentes metálicos que fariam parte da proteção utilizada por Julio Cesar. Vale lembrar que a Fifa proíbe este tipo de material em seus jogos, mas a CBF informou neste sábado que o protetor não contém metal e que o goleiro tem o aval da entidade que comanda o futebol para utilizar o equipamento em campo.

O diário argentino não só provocou o camisa 1 do Brasil como também citou o artigo da Fifa que proíbe o material em partidas oficiais. O Olé ainda termina a reportagem com a seguinte indagação: “Você imagina Dunga falando sobre a garrafinha de Branco?”, lembrando da suposta “água benzida” dada pelos argentinos ao lateral-esquerdo Branco na Copa de 1990.

Após a partida contra Portugal, Julio Cesar afirmou que a cinta teria mais efeito psicológico do que clínico. O jornal O Estado de S. Paulo publicou neste sábado uma suposta confissão do goleiro sobre a ilegalidade do artigo, mas a comissão médica brasileira minimizou o uso da proteção.

jun
26

Postado em 26-06-2010 23:39

Arquivado em ( Newsletter) por vitor em 26-06-2010 23:39

Fátima: dificuldades na cobertura da Globo

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Deu no portal COMUNIQUE-SE, especializado em notícias de bastidores na imprensa.

DA REDAÇÃO

A apresentadora do Jornal Nacional afirmou em entrevista à revista IstoÉ Gente desta semana, que se sente frustrada com as restrições do técnico da Seleção Brasileira à imprensa. Apesar de estar desapontada com as limitações no acesso aos jogadores, Fátima Bernardes respeita a decisão de Dunga.

“Tenho feito muitas matérias fora da concentração, exatamente porque sei que nada vai acontecer por lá. Eu gostaria de ter um pouco mais de contato (com os jogadores). É frustrante. Mas eu respeito a decisão de Dunga. Se der certo, vai ter sido ótimo. Se não der, vão falar: “Será que precisava disso tudo?”. Eu acho que tem de haver uma certa privacidade, mas o Dunga poderia flexibilizar um pouquinho”, disse a jornalista.

A polêmica com a Globo cresceu no último jogo do Brasil contra a Costa do Marfim, no domingo (20/06). Após o jogo, a emissora tentou entrevistar alguns jogadores num estúdio especial alugado, mas Dunga vetou.

A Globo admitiu o uso do espaço especial, que é autorizado pela Fifa, mas negou a negociação de qualquer exclusiva com a CBF. De acordo com a emissora, os possíveis “furos” são méritos apenas da equipe de reportagem.

A Globo também desmentiu a informação que circula em blogs e e-mails, de que Fátima Bernardes teria negociado uma exclusiva antes do jogo de domingo, e que o técnico teria se dirigido diretamente a ela negando as entrevistas. Segundo a emissora, a notícia faz parte de um e-mail viral.

jun
26

Postado em 26-06-2010 22:23

Arquivado em ( Newsletter) por vitor em 26-06-2010 22:23

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DEU NA FOLHA – MÔNICA BÉRGAMO

ESQUINA DE GIL E PELÉ
O cantor Gilberto Gil, que comemora aniversário hoje com show em Jequié, na Bahia, teve uma rua batizada com seu nome na cidade Senhor do Bonfim, no mesmo Estado. A via faz esquina com a rua Edson Arantes do Nascimento, o Pelé.

jun
26

Postado em 26-06-2010 20:01

Arquivado em ( Newsletter) por vitor em 26-06-2010 20:01

O diretor do “Le Monde”, Eric Fottorino, na redação (Philippe Wojazer/REUTERS/ PÚBLICO

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A Sociedade de Redatores do “Le Monde”, a principal acionista do prestigiado diário francês, votou maciçamente contra a oferta de aquisição do trio France Télécom-Prisa-Perdriel, apoiada pelo Presidente Nicolas Sarkozy.

Em vez disso, os redatores do “Le Monde” preferiram a oferta do banqueiro com ligações à esquerda Matthieu Pigasse, o patrão da Internet Free Xavier Niel e o mecenas Pierre Bergé, relata a AFP. Escolheram esta parceria com 90,84% dos votos.

O jornal, que tem 65 anos de existência, luta agora pela sua sobrevivência, com uma dívida calculada entre 80 e 120 milhões de euros, e precisa de recapitalizar-se rapidamente. De imediato, o comprador deverá ter de avançar com dez milhões para aliviar as dificuldades de tesouraria do jornal.

Sarkozy tinha ameaçado reter subsídios estatais essenciais para a sua sobrevivência se a Sociedade de Redatores não escolhesse a oferta de aquisição que incluía a France Télécom, detida em 26 por cento pelo Estado. O assunto tornou-se um caso político quando se tornou público que o Presidente tinha convocado o dire tor do “Le Monde”, Eric Fottorino, para lhe dizer que a oferta do trio Bergé-Pigasse-Niel não tinha o seu apoio.

O Partido Socialista apelou ao “respeito pela independência dos media” e os comunistas falaram da “berlusconização” do Presidente francês. “O poder considera que os media devem estar todos sob sua influência”, reagiu por seu lado o centrista François Bayrou.

Claude Perdriel, patrão da revista “Nouvel Observateur”, anunciou entretanto que mantinha a sua oferta, a pedido dos administradores do Conselho de Supervisão do “Le Monde”, onde figuram representantes do pessoal e administradores que representam acionistas exteriores ao jornal. Este órgão deve pronunciar-se na segunda-feira. A decisão definitiva sobre a escolha do comprador do jornal só deve ser conhecida no fim do mês, após uma votação da assembleia-geral de acionistas

(Informações do JORNAL PÚBLICO TSF, de Portugal )

jun
26

Postado em 26-06-2010 13:17

Arquivado em ( Multimídia) por vitor em 26-06-2010 13:17


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URUGUAI 2 X 1 COREIA DO SUL. E OS ORIENTAIS DA AMÉRICA DO SUL SÃO OS PRIMEIROS A PASSAR PARA AS QUARTAS DE FINAIS DA COPA DA ÁFRICA DO SUL.
VIVA ALFREDO ZITAROSSA O GRANDE E SAUDOSO COMPOSITOR E INTÉRPRETE URUGUAIO.
VIVA SUAREZ, O GOLEADOR DA COPA.
VIVA URUGUAI E BOLA PRA FRENTE.

(Vitor Hugo Soares)

jun
26

Postado em 26-06-2010 10:19

Arquivado em ( Artigos, Ivan) por vitor em 26-06-2010 10:19

Serra: ruídos incomodam na campanha

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Nem o barulho infernal do toque das vuvuzelas durante os jogos da Copa do Mundo na África do Sul consegue esconder os ruídos no seio da candidatura do tucano José Serra a presidente da República. Se a pesquisa abriu recentemente uma crise no principal setor da oposição, a escolha do vice de Serra abriu outra crise, afirma o jornalista político Ivan de Carvalho em seu artigo deste sábado na Tribuna da Bahia, que Bahia em Pauta reproduz.

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OPINIÃO POLÍTICA

Crises na oposição

Ivan de Carvalho

Não bastasse ao candidato tucano José Serra, da aliança PSDB-DEM-PTB-PPS, ter sido ultrapassado pela candidata governista Dilma Rousseff pela primeira vez, na recente pesquisa eleitoral realizada pelo Ibope, lavrava ontem nesse aglomerado partidário oposicionista uma crise que precisava ser debelada com muita rapidez, sob pena de produzir estragos importantes.

Quanto à pesquisa Ibope encomendada pela Confederação Nacional da Indústria, colocando a petista Dilma Rousseff cinco pontos percentuais à frente de José Serra nas intenções de voto, parece ter sido feita e, mais, divulgada no momento em que o conhecimento dos resultados mais favoreceria a candidata do governo, pois é o momento em que as últimas e importantes decisões estão sendo tomadas antes que para isto se esgote o prazo.

A título de exemplo, vale citar o caso do PP. É um partido com tempo importante de propaganda eleitoral gratuita a agregar à candidatura presidencial a que se aliasse. Bem, o PP, que participa do governo Lula, hesitava entre duas posições. Uma delas, a de ingressar na coligação que sustenta o tucano José Serra e indicar seu presidente nacional, deputado Francisco Dornelles (sobrinho de Tancredo Neves), para candidato a vice-presidente. A alternativa pepista era a neutralidade: não apoiar, como partido, qualquer candidato a presidente e liberar seus filiados a dar apoio a quem cada um quisesse. Logo depois de conhecidos os resultados da pesquisa, as coisas mudaram. Foi eliminada a alternativa de participação na coligação liderada pelo PSDB com indicação do candidato a vice na chapa de Serra. O PP não ingressará também, legalmente, na aliança governista, mas resolveu reunir sua direção e emitir uma declaração de apoio à petista Rousseff, mandando assim a neutralidade para o inferno.

Se a pesquisa abriu recentemente uma crise no principal setor da oposição, a escolha do vice de Serra abriu outra crise. O senador Álvaro Dias, do PSDB do Paraná, confirmou sua “convocação” para ser o companheiro de chapa de Serra. Disse que aceitou a proposta “com muita honra”. E o presidente nacional do PTB, Roberto Jefferson, escreveu no seu twitter que o presidente nacional do PSDB, senador Sérgio Guerra, lhe havia confirmado que o vice de Serra está escolhido e é Álvaro Dias. No fim do dia, o próprio presidente tucano, que estava fazendo as articulações, confirmou que indicara Álvaro Dias: “A gente apresentou o nome dele à aliança”. Serra não quis falar do assunto e ainda falou de conversas em curso, salvo para dizer que Guerra estava conversando com os aliados (sobre Álvaro Dias).

Resolvido? Nada disso. O DEM vinha dizendo, com insistência, nos últimos dias – principalmente por seu presidente nacional e seu líder na Câmara, respectivamente deputados Rodrigo Maia e Paulo Bornhausen – que abrira mão de indicar o candidato a vice apenas em favor do tucano Aécio Neves. Como este não quis, o DEM fazia questão de exigir o cumprimento do acordo que lhe dá o direito de, como principal partido aliado, indicar o vice de Serra. No começo da noite de ontem, lavrava a crise. O presidente do DEM, Rodrigo Maia, disse que seu partido não aceita um tucano como vice de Serra, mas somente um democrata. O ex-senador Jorge Bornhausen, ex-presidente do DEM e com muita influência no partido, consultado sobre a indicação de Álvaro Dias na noite de quinta-feira, desaconselhou e alertou para descontentamentos que a não inclusão de um democrata na chapa causaria no DEM, que fará sua convenção para o dia 30 – para decidir sabendo de tudo.

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