out
27

Postado em 27-10-2009 14:56

Arquivado em ( Newsletter) por vitor em 27-10-2009 14:56

Waldir: à espera da montaria
Wpires
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Nem o experiente jornalista baiano Levi Vasconcelos, que assina a badalada coluna Tempo Presente no Jornal A Tarde, poderia imaginar a repercussão (excelente, é dever de ofício registrar) da suas notas publicadas na edição desta terça-feira, 27: Waldir senador I e II. A notícia trata de almoço realizado ontem, 26 de outubro, com as presenças de figuras carimbadas do PT baiano, em restaurante tido como “vitrine” para o mundo político local, a pretexto de comemorar o aniversário do ex-governador, que no último dia 21 completou 83 anos.

“Virou ato político, com o homenageado sendo lançado candidato ao Senado”, escreveu Levi. “Waldir disse que com a idade que tem não vai mais disputar mandatos dentro do partido, mas se o cavalo passar selado, topa”, continua o jornalista. “Para mim, teria o sabor de um resgate, já que fui estupidamente roubado”, afirmou o ex-ministro da Defesa, referindo-se as eleições de 1994, quando perdeu o mandato para Waldeck Ornelas por 1.291,382 contra 1.288.316, apenas 3.066 votos de diferença. Ele pediu recontagem e não foi atendido…o resto da história todo Brasil conhece.

Pois bem todos que navegam neste Bahia em Pauta, as notas de Levi Vasconcelos espalharam-se qual rastilho de pólvora: São assunto do dia em todo canto da cidade. Casas legislativas, repartições públicas, faculdades, shoppings, mesa de bar e, já chegaram à Assembleia Legislativa, ecos do interior do estado.

Importante conhecedor da política baiana, que pediu reservas, afirmou o seguinte: “Agora sim, apareceu um candidato ao Senado da República de verdade, este tem história e saber para representar a Bahia, especialmente neste momento em que a chamada Câmara Alta passa por um dos seus piores períodos de representatividade”, desabafou. O assunto promete “render”, vamos aguardar.

Enquanto isso, apressados defensores de outras candidaturas já se desdobram em desmentir o fato.

O tempo, senhor da razão, mostrará “quem tem farinha para vender na feira”, como diria o gaúcho Leonel Brizola.

out
27

Postado em 27-10-2009 13:35

Arquivado em ( Newsletter) por vitor em 27-10-2009 13:35

Milton Santos: tributo merecido (e oportuno)
Msantos
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Em meio da pasmaceira, cumplicidades com o que não presta e a geléia quase geral de todos os dias do Congresso brasileiro, enfim uma iniciativa na Câmara que merece aplausos:

A deputada baiana do PSB, Lídice da Mata, acaba de apresentar à Comissão de Educação e Cultura da Câmara requerimento propondo a realização pela Casa de um seminário para debater a obra do geógrafo baiano, Milton Santos – o cidadão-geógrafo como ele na verdade gostava de ser chamado.

A parlamentar, em sua justificativa, destaca a proximidade do dia 20 de novembro, Dia a Consciência Negra, como uma grande oportunidade para discutir a obra “de um dos mais importantes intelectuais negros do Brasil, que não só superou preconceitos de cor e de classe social, mas que também foi pioneiro na análise crítica da globalização e suas conseqüências desiguais para grande parcela da população mundial”.

Para condução dos trabalhos a deputada socialista indicou como convidados à compor a mesa: o professor Aldo Aloísio Dantas – Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), para falar sobre o tema Milton Santos – Teoria Geográfica, Globalização e Terceiro Mundo; professora Maria Adélia Aparecida de Sousa – Universidade de São Paulo (USP), que aborda Milton Santos – Sua obra Libertária; professor Fernando Conceição – Universidade Federal da Bahia (UFBA) explica sobre Milton Santos – Negro e Intelectual e a professora Amália Inêz Geraiges de Lemos – Universidade de São Paulo (USP) que explana sobre A Obra Revolucionária de Milton Santos.

Na mosca, Lídice! Bahia em Pauta se congratula com a inicitiva e abre – de cabeça, alma e coração – todos os seus espaços para a divulgação do tributo a este imenso baiano chamado Milton Santos.

(Vitor Hugo Soares, editor do BP)

(

out
27

Postado em 27-10-2009 12:00

Arquivado em ( Multimídia, Newsletter) por vitor em 27-10-2009 12:00


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Deu no Comunique-se;

Comunique-se, um dos mais acessados e acreditados portais sobre o que acontece nos bastidores da imprensa brasileira, postou em sua página na web e está distribuindo entre seus assinantes, o texto que merece leitura por quem pensa e faz jornalismo.Com crédito Da Redação, a notícia que Bahia em Pauta reproduz a seguir, fala sobre o mais novo lance da guerra entre a Rede Record de Televisão e o jornal Folha de S. Paulo. Confira( VHS)
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COMUNIQUE-SE ( Da Redação )

A Rede Record voltou a atacar o jornal Folha de S.Paulo, ao declarar que o veículo passa por uma “séria crise de credibilidade”. A afirmação foi feita em reportagem de mais de 13 minutos, exibida no principal telejornal da emissora, o Jornal da Record, na noite de sexta-feira (23/10).

A matéria enfatizava os números já divulgados no mês de agosto, pelo Instituto Verificador de Circulação (IVC), de uma queda 4,8% na circulação dos jornais brasileiros, com destaque para a Folha, que caiu 7% no primeiro semestre deste ano. “A Associação Nacional dos Jornais atribuiu a queda à crise econômica mundial, mas no caso da Folha, os números podem refletir também a falta de credibilidade”, disparou a reportagem.

Para tentar validar sua afirmação, a Record lembrou o caso da “ditabranda”, em que em editorial, publicado em fevereiro deste ano, o jornal classificou a ditadura brasileira como mais amena que em outros países da América do Sul. O caso da ficha falsa da ministra Dilma Roussef também não foi esquecido – o jornal publicou reportagem que afirmava que Dilma tinha um plano para sequestrar o então ministro Delfim Netto.

O Jornal da Record apresentou depoimentos de ex-exilados políticos e especialistas, que contaram suas histórias sobre a tortura que sofreram na ditadura. A reportagem também entrevistou o jornalista Antonio Roberto Espinosa, fonte do jornal na reportagem sobre Dilma, que afirmou que seus relatos sobre a ministra foram “distorcidos”.

Neste domingo (25/10), a Folha publicou uma denúncia contra a Igreja Universal do Reino de Deus, de que a organização teria feito remessas clandestinas para uma conta bancária em Nova York. Desde terça-feira (20/10), o jornal mantinha contato com a igreja, em busca de respostas da Universal a respeito da denúncia do Ministério Público Federal.

A assessoria de imprensa da emissora afirma que o Jornal da Record exibiu uma matéria jornalística, não considerando a reportagem um ataque.
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Leia tudo sobre a guerra Record x Folha de São Paulo no Comunique-se (http://www.comunique-se.com.br)

out
27

Postado em 27-10-2009 11:08

Arquivado em ( Artigos, Olivia) por vitor em 27-10-2009 11:08

Histórias das canções de Chico…
Lichico
… como Beatriz(cantada por Milton Nascimento)

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LANÇAMENTO / LIVRO

Maria Olívia

Histórias de canções – Chico Buarque, de Wagner Homem, conta histórias que estão por trás das letras e músicas deste moço, torcedor do Fluminense e um dos maiores, senão o maior, representantes da música popular brasileira. Um bálsamo para nossas almas e para a legião de fãs e admiradores de Chico, o livro relata as circunstâncias em que foram compostas muitas pérolas da nossa MPB. O autor, Wagner Homem, é amigo pessoal de Chico Buarque e curador da sua página na Internet (www.chicobuarque.com.br). O livro tem 356 páginas, custa R$ 44,90 e saiu pela Editora portuguesa Leya, que acaba de chegar ao Brasil. Abaixo, acompanhe apresentação da obra, recolhida no site www.historiasdecancoes.com.br. e corra às livrarias. Boa leitura.

As histórias relacionadas às circunstâncias em que são compostas as canções sempre despertam muita curiosidade. O cantor e compositor Toquinho afirma que, durante seus shows, esses fatos chegam a fazer mais sucesso do que a própria música. Às vezes, por falta de informação, o próprio povo cria sua interpretação, que nem sempre corresponde aos fatos.

Quem não gostaria de saber pra quem foi feita esta ou aquela canção, quem é a filha dos versos “você não gosta de mim, mas sua filha gosta” ou ainda o “você” de “Apesar de você”? Ou quem são “Carolina”, “Januária”, a “Morena dos Olhos d’água”, “Beatriz” e outras tantas? Como eram as relações do letrista Chico Buarque com parceiros como Vinícius de Moraes e Tom Jobim que tiveram importância fundamental na sua carreira?

Foi pensando nisso que Wagner Homem, curador do site oficial de Chico Buarque, selecionou uma centena de histórias relacionadas às suas composições.

Engraçadas, tristes, reveladoras ou simplesmente curiosas, essas histórias descortinam o universo em que as canções aparecem e os fatos que a elas se ligam.

Num texto enxuto o leitor poderá conhecer não apenas as histórias por trás das canções, mas também (embora não seja o objetivo principal da obra) um pouco da história recente do Brasil e da personalidade, processo criativo e hábitos dos personagens envolvidos.

Maria Olívia é jornalista

out
27

Postado em 27-10-2009 10:34

Arquivado em ( Multimídia) por vitor em 27-10-2009 10:34

A música para começar o dia nesta terça-feira, 27 de outubro, é “Cada macaco no seu galho”, composto e interpretado por um sambista genial da Bahia, chamado Riachão. Verdadeiramente um clássico da música popular brasileira na sua mais completa expressão. O vídeo foi gravado na Tv Cultura de São Paulo, no Programa Ensaio, dirigido por Fernando Faro. Confira e pode bater palmas á vontade, que Riachão merece como poucos.

(Vitor Hugo Soares)

out
27

Postado em 27-10-2009 10:08

Arquivado em ( Newsletter) por vitor em 27-10-2009 10:08

Glauber: “carpideiras insuportáveis”
GRocha

Deu em Terra Magazine
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“Dez notas aleatórias” é o título da coluna publicada pelo crítico de cinema baiano e professor da UFBA, André Setaro, na revista digital Terra Magazine. A sétima nota, que Bahia em Pauta reproduz a seguir, fala das “carpideiras” do cineasta Glauber Rocha que andam por bares e esquinas citando em vão o nome do gênio de Vitória da Conquista. Confira. (VHS)

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“7.) Se Glauber Rocha pode ser considerado um grande realizador cinematográfico, as suas “viuvas” são insuportáveis, além de extremamente incompetentes. Conversar com uma “viúva” de Glauber é papo para “encher o saco” de mesmices e repetições. Mas o cinema brasileiro, em detrimento de produções mais arrojadas, está cheio dessas “viúvas carpideiras.”

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Leia a íntegra da coluna semanal de André Setaro em Terra Magazine ( http:/terramagazine.terra.com.br )

out
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Postado em 26-10-2009 21:55

Arquivado em ( Newsletter) por vitor em 26-10-2009 21:55

Samantha pede fim do caso
Samantha
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Samantha Geimer, a mulher com que Roman Polanski manteve relações sexuais ilegais nos anos 70, pediu à justiça norte-americana para encerrar o caso. A notícia, postada no portal português TSE Rádio Notícias, é creditada à agencia ´France Press.

Geimer- que na época dos fatos tinha apenas 13 anos – solicitou o arquivamento do processo contra o famoso diretor de cinema que está preso na Suiça e pode ser deportado para ser julgado nos Estados Unidos.

De acordo com a agência France Press, a mulher justifica que sua atitude se deve a problemas de saúde provocados pelo cerco midiático a que tem estado sujeita, desde que Polanski foi detido na Suíça há cerca de um mês.

Vivendo atualmente no Havai com o marido e os filhos, Samatha Geimer revelou que recebeu centenas de telefonemas de todo o mundo, pedindo-lhe um comentário sobre os fatos.

out
26

Postado em 26-10-2009 20:40

Arquivado em ( Newsletter) por vitor em 26-10-2009 20:40

Deu no Blog de Chico Bruno

Em seu blog o jornalista baiano Chico Bruno repercute nesta segunda-feira, 25, o artigo de Rosane Santana publicado originalmente no Bahia em Pauta, mas que bombou no último final de semana e segue bombando em vários espaços da Web.

Além deste site-blog e o de Chico, o texto “Obama, Web e Brasil” repercutiu no Twiter e em dois dos mais qualificados espaços informativos da Internet no País:a revista digital Terra Magazine e o Blog do Noblat. Recebeu comentários numerosos e de conteúdo qualificado tanto no Twitter de Bob Fernandes, editor-cvhefe de TM, quanto no Blog do Noblat.

Confira o artigo produzido por Chico Bruno em seu privilegiado e bucólico observatório de Lauro de Freitas. BP agradece. (VHS).
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Juracy: uma frase para sempre
juracy
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Tema de hoje
O que é bom para os EUA…

O general Juracy Magalhães foi o autor da frase “O que é bom para os Estados Unidos é bom para o Brasil”, proferida em junho de 1964, em resposta a um repórter que lhe perguntou com que espírito assumia o posto de embaixador do Brasil em Washington.

O inteiro teor da resposta foi: “O Brasil fez duas guerras como aliado dos Estados Unidos e nunca se arrependeu. Por isso eu digo que é o que bom para os Estados Unidos é bom para o Brasil”, segundo depoimento do general a José Alberto Gueiros, no livro “O Último Tenente”, página 325.

A frase foi adaptada por Juracy da famosa declaração “O que é bom para a General Motors é bom para os Estados Unidos, e vice-versa”, dita em 1946 pelo big boss da GM, Charles Erwin Wilson, que anos depois, em 1953, foi nomeado pelo governo Eisenhower, Ministro de Defesa.

Em sua primeira visita a Washington, em dezembro de 2002, como presidente eleito, Lula utilizou a frase de Juracy em entrevista coletiva a jornalistas americanos ao ser perguntado por que razão o PT havia estabelecido uma parceria com o Partido Comunista da China.

– Eu não conhecia a China muito bem, até que o governo americano fez da China seu parceiro comercial preferencial. E eu pensei comigo mesmo: se é bom para os americanos, deve ser bom para os brasileiros.

Isso tudo me veio à mente ao terminar de ler o artigo “Obama, Web e Brasil”, de minha amiga Rosane Santana, jornalista baiana que está em Harvard há alguns anos, postado no sítio na sexta-feira (23).

A frase quanto dita por Juracy foi considerada infeliz, inclusive nos bastidores pelo embaixador americano no Brasil, na época, Lincoln Gordon.

Mas, o artigo de Rosane mostra que a frase de Juracy não foi infeliz.

Ela retrata que culturalmente as elites brasileiras ainda não perderam o ranço de colonizados. Estão sempre tirando o chapéu para os “buanas”.

Agora mesmo, o engenheiro elétrico Ben Self, sócio da Blue State Digital, que estruturou o suporte tecnológico da campanha de Obama na internet, é a coqueluche do marketing brasileiro. Dizem até, que já foi contratado pela campanha de um dos pré-candidatos a presidente.

É o espírito da frase de Juracy atuando.

Aliás, isso fica claro com o tanto de porrada que o marqueteiro Luiz González tomou por não ter tirado o chapéu para o “buana” Ben Self.

O González está correto, o Brasil não possui um MoveOn, “uma organização que congrega cinco milhões de internautas ativistas, nos Estados Unidos, e foi um dos principais responsáveis pelas milionárias arrecadações e sucesso de Obama no mundo virtual”, conforme descreveu Rosane em seu texto.

A prova disso é que as comunidades do recente movimento “Fora Sarney” na internet conseguiram levar apenas algumas dezenas de pessoas às ruas.

Ora, bata-me um abacate e chega de macaquice. Que tal cair na real.

out
26

Postado em 26-10-2009 18:03

Arquivado em ( Municípios, Newsletter) por vitor em 26-10-2009 18:03

Ivete: a musa de Juazeiro
ivete
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GRAZZI BRITO

JUAZEIRO (BA) – Aconteceu hoje (26), pela manhã, na prefeitura municipal de Juazeiro, uma coletiva de imprensa, em que foi anunciada nova data para o carnaval da cidade, que será entre os dias 27 e 30 de maio, tendo como musa a juazeirense Ivete Sangalo. Ela abrirá a festa no dia 27 de maio, data de seu aniversário. Jesus Sangalo, irmão da cantora esteve presente na coletiva.

O “Juafest” ou “Juafolia” – o nome da festa dependia de qual grupo político estivesse na administração da prefeitura – acontecia sempre 15 dias antes do carnaval oficial. Em 2010 sob o comando do prefeito Issac Carvalho (PC do B), que estará pela primeira vez organizando o evento uma vez que neste ano só realizou a festa, que já havia sido organizada pela administração anterior.

Desta vez a promessa é de que será bem melhor na cidade que durante décadas ganhou a fama de fazer o segundo melhor carnaval da Bahia. A mudança de data além de festejar o aniversário de Ivete acabará com um problema que os organizadores do evento enfrentavam que era a concorrência com outros eventos carnavalescos importantes nesse período, a exemplo do carnaval de Aracaju.

“Fevereiro é um período chuvoso, de desemprego por conta da entressafra, difícil de conseguir patrocínio porque o ano ainda está começando, então vamos potencializar nossas forças para projetar o nosso carnaval nacionalmente”, disse o prefeito Isaac justificando ainda mais a mudança de data.

Jesus Sangalo, além de confirmar a presença de Ivete no Carnaval de Juazeiro, apresentou o “Sons do Juazeiro” um projeto que visa a fabricação de violões com a madeira da árvore do Juazeiro. “Nossa idéia é fabricar o Estradivárius do sertão”, disse Jesus referindo-se a famosa marca mundial de instrumentos de corda.

O projeto tem ainda como propostas a implantação de uma escola de música com formação de nível superior na cidade e a transformação do M, uma estrutura arquitetônica que fica na Orla da cidade realizada na gestão do prefeito Misael Aguilar em um violão, aproveitando a estrutura já existente, dessa forma a cidade será conhecida como a cidade do violão. De João Gilberto – filho da cidade o criador da Bossa Nova – evidentemente.

Grazzi Brito, jornalista, mora em Juazeiro, no Vale do São Francisco.

out
26

Postado em 26-10-2009 14:30

Arquivado em ( Multimídia) por vitor em 26-10-2009 14:30


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Morrissey, ex-vocalista da banda britânica The Smiths, já está em sua residência, no Reino Unido, depois de suspender sua agenda de apresentações para poder repousar por determinação médica. O artista teve alta domingo do hospital onde estava internada desde a noite de sábado, depois de desmaiar no palco durante um show em Swindon, sul da Inglaterra, devido a problemas respiratórios.

Morrissey desmaiou no palco do Oasis Leisure Centre da cidade inglesa após interpretar This Charming Man — famosa música do The Smiths, grupo de rock alternativo que fez sucesso nos anos 80.

Esta é a música para começar a tarde desta segunda-feira meio cinzenta, em tons quase londrinos, neste feriado dos comerciários de Salvador, que antigamente os soteropolitanos chemavam Dia do Caixeiro.

(Vitor Hugo Soares)

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