mar
03

Postado em 03-03-2009 13:39

Arquivado em ( Artigos) por bahiaempauta em 03-03-2009 13:39

Anderson Cooper, jornalista senior da Rede de TV CNN, informou em seu programa “360 Graus”, ontem a noite, que, devido a crise econômica, mais de 31 milhões de americanos estão inscritos no Supplemental Nutrition Assistance Program (SNAP), novo nome para o Federal Food Stamp Program, de ajuda de custo alimentar do governo, para a comunidade de baixa renda. Foram criados websites para informar e educar os cidadãos sobre a melhor forma de alimentacão, de maneira não dispendiosa. Ressalte-se, entretanto, que, quando se fala em fome nos EUA, nem de longe se pode compara-la ao fenômeno que ocorre em paises subdesenvolvidos ou em desenvolvimento como o Brasil.

 Por Rosane Santana, jornalista, de Boston (EUA)

mar
03

Postado em 03-03-2009 02:03

Arquivado em ( Artigos) por bahiaempauta em 03-03-2009 02:03

“Estrategista do State Street Global Markets em Hong Kong, Dwyfor Evans, declarou há pouco ao jornal The New York Times, a propósito da noticia de que Washington socorrerá, pela terceira vez, a American Internacional Group (AIG), gigante do mercado de seguros nos EUA, com um pacote de ajuda de US$ 30 bilhões – o que provocou a queda de mais de 7.000 pontos no índice Dow Jones de NewYork, o maior desde 1997:

 “É muito desapontador em todo lugar.Existem sinais de que alguns dos principais indicadores tem se estabilizado por certo tempo, mas em um nível muito baixo”, e “não estamos vendo os investimentos corporativos crescerem, ou os consumidores começarem a gastar novamente – em outras palavras, os tradicionais mecanismos pelos quais a economia sai da recessão estão ausentes neste momento.” 

(Anotado pela jornalista Rosane Santana, na cidade de Boston , para o Bahia em Pauta, sobre o desastre desta segunda-feira  (02/03) nas principais bolsas de valores do mundo, a partir das más notícias envolvendo a AIG, gigante do mercado de seguros dos EUA)

mar
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Postado em 03-03-2009 00:44

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Raridade 1966, clique e veja filme_0001

Por Gracinha.

mar
02

Postado em 02-03-2009 22:58

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Encontrei cuspindo fogo nesta segunda-feira(02/03) em um shopping de Salvador, o cineasta Tuna Espinheira, premiado documentarista baiano. No final do ano passado, ele lançou “Cascalho”, seu primeiro longa, baseado no romance homônimo de Herberto Salles, sobre o ocaso da era das lavras de pedras preciosas na Chapada Diamantina, nos anos 30.
 
 Bastam uns poucos minutos de conversa para perceber que o “velho”Tuna tem motivos de sobra para a sua ira. O principal deles é o  injustificável tratamento de pouco caso que o seu trabalho tem recebido em algumas áreas exibidoras de sua terra. Depois de várias tentativas, seu belo filme (vi na estreia e posso afirmar), genuinamente baiano a começar pelo elenco de primeira encabeçado por Othon Bastos e Irving Sâo Paulo (falecido), teve recusadas as solicitações de agenda e datas para a exibição de “Cascalho” em uma das quatro salas do Espaço Glauber Rocha, na Praça Castro Alves.
 
 Pedi a Tuna um texto escrito com o próprio sangue, sobre suas aventuras e desventuras nas últimas semanas, na tentativa de jogar luz sobre o enigma que se esconde sob os tapetes poeirentos das estranhas negativas, que vai a seguir para informação, avaliação e julgamento. (Vitor Hugo Soares)    
 
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                                                  Barrado no baile
 
 “La Nave Vá…” Esta seria a doce resposta que daríamos aos que nos perguntam sobre lançamento de Cascalho. Os ditames das circunstâncias nos impedem de retrucar com esta placidez de espírito.
É uma situação embaraçosa exercitar explicações suficientes para dirimir que, embora “Lá Nave Vá”, segue enfrentando uma atroz calmaria.
 
 Não seria muito difícil escrevinhar um relatório sobre as mazelas inerentes a uma produção de baixo orçamento, mas isto não passaria de uma tentativa de requentar um assunto velho e indigesto, correndo o sério risco de cair no “Muro das Lamentações”, desaguando em mágoas e outras inúteis perquirições no campo da metafísica.
 Mas, em meio a tantas perguntas que me fazem, uma acerta agônicamente e, praticamente, me emudece: “Porque não passou no escurinho do cinema Glauber Rocha?” Decifrar este enigma que o diabo amassou realmente me devora!
 
 O Complexo que trás o nome do luminoso Cineasta, possui quatro salas de exibição, com equipamentos de última geração, contando-se aí, projetores para filmes em película e Mídia Digital (o Código Raien). Coincidentemente, o nosso filme em questão, possui os dois formatos. Ralou para ficar pronto. Hoje está apetrechado, com todos os requisitos técnicos exigidos para toda e qualquer requintada projeção comercial.
 
 O Complexo de Cinemas Iguatemi, brindou o nosso filme com uma luminosa festa de pré-estréia, cedeu uma sala em Salvador e outra em Feira de Santana. Quase um mês depois veio a inauguração deste outro “Complexo”ao qual estamos nos referindo, portanto em pleno lançamento da nossa fita, fizemos o devido contato, reiteramos, por incrível que pareça, nada foi respondido, perpetrou-se o mais completo e abominável “Ouvido de Mercador”.
 
 O filme barrado no baile é um produto genuinamente baiano, 80% dos técnicos e atores são prata da casa, sua produção deve-se a um Edital promovido pelo Governo Estadual. Neste 2009-DC estamos comemorando o cinquentenário do Cinema Baiano (de longa metragem) que se iniciou com o filme, Redenção, de Roberto Pires ( o verdadeiro Borba Gato do cinema baiano), Cascalho completa este período emblemático. É uma mera convenção, mas faz parte das comemorações de cinqüenta em cinqüenta anos, acontece agora com Redenção e Cascalho.
 
 A Bahia sempre teve os seus burocratas da cultura, agora temos um “coronelete” de plantão, uma raça julgada extinta. Censor, porteiro kafkiano, entrincheirado sob os podres poderes, enodoando o nome do libertário Glauber Rocha. Vai chegar o dia em que o personagem, António das Mortes, descerá das telas para prestar contas com este dito cujo. Da nossa parte, sem entrar no mérito do valor, podemos afirmar: Cascalho não é um filme datado. O silencio imposto pela inexplicável e cruel proibição no espaço que resultou da briga do cinema baiano como um todo, não vai ofuscar o direito à vida desta fita, ficará apenas como sendo uma espécie de marca da maldade.
 
 No momento nosso filme está em cartaz na gloriosa Sala Walter da Silveira, pode ser visto e conferido”.
 
Tuna Espinheira – tunaespinheira@terra.com.br

mar
02

Postado em 02-03-2009 13:53

Arquivado em ( Artigos) por bahiaempauta em 02-03-2009 13:53

                                                  Foto:Claudio Leal /Terra Magazine

  

 Gilberto Gil voltou à arena baiana. Em entrevista à revista eletrônica Terra Magazine, do Portal Terra, o músico desloca teses correntes sobre o Carnaval da Bahia. Para o ex-ministro da Cultura, a festa vive seu momento mais democrático. “Qual é o aspecto da questão democrática que é mais ausente ou mais presente hoje do que foi no passado?”, indaga o autor de “Domingo no Parque” aos entrevistadores, jornalistas Cláudio Leal e Ceci Alves.

 

O compositor não livra de petardos o prefeito de Salvador, João Henrique Carneiro, por este ter dito que “deixa de pagar a merenda escolar e a compra de remédios para garantir o carnaval”. Gil desloca a leitura:

“Aí quando o prefeito (de Salvador, João Henrique Carneiro) diz: “Ah, mas a gente tá tirando o dinheiro da merenda pra isso e pra aquilo…” Não procede essa visão. Não tá tirando dinheiro da merenda (…) Eu acho que é um equívoco. A festa é parte da merenda, e parte importante, eu só não diria a parte mais importante da merenda. É parte da alimentação básica”

 

Gilberto Gil não sai da jugular: ataca os que, assim como João Henrique, não enxergam a dimensão econômica e humana do Carnaval da Bahia:

“A inteligência governamental, a inteligência pública que não pensar nesses termos, ultimamente, tá defasada, tá pensando atrasado, porque não é assim.”

 

Leia a entrevista na íntegra no  (Terra magazine: ( http://terramagazine.terra.com.br)

mar
02

Postado em 02-03-2009 04:06

Arquivado em ( Artigos) por bahiaempauta em 02-03-2009 04:06

Menos de seis meses depois do assassinato do ex-deputado Maurício Cotrim Guimarães, alvejado com cinco tiros quando caminhava em plena luz do dia no centro da cidade de Itamarajú, no sul da Bahia, outro crime de características semelhantes volta a abalar a região e a intrigar a polícia.Regina Cotrim, 54 anos de idade, viúva do ex-parlamente e responsável  pela administração da empresa da família em Itamaraju (Cerâmica Gatto), foi executada também com 5 tiros por volta das 22h25min de sábado (28/02), em plena área comercial no centro da cidade deTeixeira de Freitas.

Segundo relato dos repórteres Ronildo Brito e Athylia Borborema, do “Teixeira News”, a empresária assassinada e suas duas filhas tinham acabado de jantar em tradicional pizzaria da cidade e quando deixavam o local em direção ao carro que estava estacionado nas proximidades, foram abordadas por um homem que perguntou o nome da viúva. Ela disse que se chamava Regina Cotrim, “ e o assassino ainda a cumprimentou, sacou a arma, e disparou cinco vezes a queima-roupa contra a mulher: quatro tiros atingiram-lhe frontalmente a cabeça e um acertou-lhe o abdômen”, conta o “Teixeira News”, o mais acessado site informativo da cidade de extremo sul baiano.

De acordo com o relato, o criminoso não usava máscara para esconder o rosto, e ainda com arma em punho se dirigiu para o lado oposto da rua e fugiu num veículo escuro que estava estacionado já a sua espera. Após perceberem que a mãe tinha sido assassinada, as duas filhas de Regina Cotrim entraram em desespero. Elas relataram que o matador ainda teria dito que seria um prazer falar com a família do ex-deputado Maurício Cotrim, que assim como a viúva, foi executado também com 5 tiros em 14 de setembro de 2007, quando fazia uma caminhada na Praça Dois de Julho, centro de Itamaraju.

LEIA MAIS no Teixeira News (www.teixeiranews.com.br )

mar
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Postado em 02-03-2009 03:11

Arquivado em ( Artigos) por bahiaempauta em 02-03-2009 03:11

 

“Guatanamo fechará em um ano”

“Os Eua sairão do Iraque em 2011”

“O plano econômico vai gerar empregos nos próximos quatro anos”

E la nave va…

Obama continua em campanha.

Ate quando?
 

Por: Rosane Santana, jornalista, de Boston(EUA)

mar
01

Postado em 01-03-2009 23:22

Arquivado em ( Artigos) por bahiaempauta em 01-03-2009 23:22

( Informações Folha Online) -A um ano e sete meses da eleição de 2010, a cúpula do PT aceitou a vontade do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e dá como consolidada a candidatura da ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) à Presidência, informa reportagem da Folha, publicada neste domingo.
De acordo com levantamento da reportagem, 78 dos 96 ouvidos –o equivalente a 81% do total– cravam o nome de Dilma, que nunca disputou uma eleição, como o melhor que o PT possui para concorrer à sucessão de Lula. Foram ouvidos presidentes estaduais e membros do Diretório do partido.

Como indicativo da preferência por Dilma, só 15 dos 96 ouvidos chegaram, depois de provocados pela reportagem, a citar outros nomes. Os ministros Patrus Ananias (Desenvolvimento Social) e Tarso Genro (Justiça) e o governador Jaques Wagner (BA) foram os mais mencionados -Patrus, nove vezes; os outros, cinco cada.

“O único nome melhor do que ela é o Lula. E o Lula não é candidato”, resume Valter Pomar, secretário nacional de Relações Internacionais do partido.

mar
01

Postado em 01-03-2009 21:57

Arquivado em ( Artigos) por bahiaempauta em 01-03-2009 21:57

Por Vitor Hugo Soares, editor.

mar
01

Postado em 01-03-2009 14:42

Arquivado em ( Artigos) por bahiaempauta em 01-03-2009 14:42

Na busca de um presente para oferecer ao Rio de Janeiro neste 1º de Março de 2009, data em que se comemoram os 444 anos de fundação da Cidade Maravilhosa pelo português Estácio de Sá, fui bater no site Alma Carioca. É uma esquina da Internet  onde só se fala dos encantos – e  alguns desencantos também – do Rio, um lugar singular do planeta, como Veneza, Paris ou Salvador, que, como se costuma dizer, “ninguém tem o direito de morrer sem visitar”.
 
Nesse recanto virtual de louvor ao Rio (www.almacarioca.com.br) encontrei o texto que escrevi para o Blog do Noblat há alguns anos, quando de um de meus retornos à cidade depois de larga ausência. Acho que segue atual e é o que posso oferecer, de coração, à cidade que aniversaria. Dedico o texto também à jornalista Olívia Soares, minha irmã, e a pessoa mais apaixonada pelo Rio que conheço na Bahia.

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Vitor Hugo Soares

Depois de largo afastamento volto ao Rio de Janeiro e a cidade segue sedutora como sempre, apesar das amedrontadoras notícias que sobre ela chegam na Bahia. Nesse quase final de primavera embarco para uma semana dividida entre o trabalho de julgador de primeira viagem do Prêmio Esso de Jornalismo e o gozo do visitante saudoso. “Minha alma canta”, como na música de Tom, quando sobrevôo a Baia de Guanabara. No chão, entretanto, as primeiras impressões deste novembro no Rio me abatem.

 E isso nada tem a ver com certas peripécias políticas – e muitas malandragens – do pregador Anthony Garotinho, primeiro-cavalheiro da corte fluminense, em seu esforço protestante para viabilizar-se como candidato a sucessão do presidente Lula. A insatisfação também não decorre do desempenho administrativo do prefeito blogueiro do PFL, Cesar Maia. Afinal, ele reduziu o seu tempo de navegante na Internet para olhar e cuidar melhor da cidade.

A decepção tem motivo afetivo. De amor – talvez seja esta a expressão mais exata para o caso – a uma instituição do Rio, tão apaixonante quanto o meu tricolor das Laranjeiras: o Jornal do Brasil, a que estive vinculado durante quase duas décadas, desde o processo de reforma tocado por Alberto Dines. Rememoro enquanto o táxi que me leva do Aeroporto para Ipanema roda pela pista da Avenida Brasil.

Na altura do bairro de São Cristóvão, na suburbana zona norte, bem à minha frente vejo o monumental edifício-sede do JB. Construção erguida a peso de vultosos empréstimos em dólares, no tempo do “milagre brasileiro” operado na ditadura militar pelo czar da economia de então, Delfim Neto, atual parlamentar do PMDB-SP e espadachim na defesa da política econômica do ministro Palocci. O prédio abrigou o jornal durante 29 anos, tempo suficiente para praticamente servir de sepultura a uma mais que centenária legenda da imprensa brasileira.

Obrigada a pagar as milionárias dívidas contraídas em tempo de baixa irreal do dólar, a empresa se descapitalizou. Veio então a asfixia financeira, sofregamente enfrentada com a venda das rádios AM e FM. A queda no precipício começou em 2002, no arrendamento por 60 anos do que restava do grupo, com o jornal incluído no pacote, e o abandono do prédio. O JB retornou, agora como inquilino, à antiga sede da Avenida Rio Branco, onde purga o restante dos seus pecados.

Inúmeras vezes, andei na sede da Avenida Brasil 500 como ovelha desgarrada de Salvador para participar de reuniões de planejamento de coberturas com alcance nacional: da Política, da Geral, da Economia, do Esporte. Sou testemunha ocular do vigor e euforia – às vezes, tensão à flor da pele – que percorriam todas as editorias do jornal como fagulha elétrica.O entusiasmo começava na proprietária do JB, a Condessa Pereira Carneiro.

Como esquecer das reuniões de pauta, das idéias e debates da cobertura estimulados em diferentes fases por profissionais como Carlos Castelo Branco (Castelinho), João Saldanha, Sandro Moreira, Juarez Bahia, Zózimo Barroso do Amaral e Felix de Athayde, entre tantos que se foram. Ou por Paulo Henrique Amorim, Zuenir Ventura, Artur Xexéo, Ricardo Noblat, Marcos Sá Correia, Hélio Gáspari, Walder de Góes, Carlos Lemos, Hedyl Vale, Renato Machado, Xico Vargas, Beatriz Bonfim, Mirian Leitão, entre tantos que ainda aí estão espalhados por outras redações, ou no próprio JB como Evandro Teixeira e Rogério Reis, que revejo nesta viagem. Sem falar da Rádio JB: Ana Maria Machado – hoje imortal da ABL- e o incansável Procópio Mineiro à frente.

Na passagem, a visão do estrago, mesmo a distancia, dói fundo. O prédio do JB virou um edifício-fantasma de nove andares na entrada da cidade. Abandonado, várias vezes saqueado e depredado, os sem-teto levaram móveis, divisórias, portas e janelas.Os objetos de cobre mais valiosos foram vendidos como sucata por R$ 8 o quilo e o alumínio a R$ 6. Atento, o motorista do táxi percebe as lágrimas e se espanta. “O ar do Rio continua com essa poluição insuportável!”, minto. O educado taxista finge acreditar na desculpa, mesmo diante do límpido e ensolarado dia que faz.

E chego a Ipanema em pleno meio dia, cercado da luminosidade e das garotas de lá, que desfilam, patinam no calçadão do Pier e se bronzeiam na praia que o poeta Vinícius de Morais, a Bossa Nova e o desbunde dos anos 60 e 70 consagraram. Para fruição e delírio de americanos, argentinos, italianos, portugueses e paulistas embasbacados que agora disputam espaços na areia com os nativos e aderentes e lotam hotéis, bares e lojas.

Depois vem Copacabana e o Cine Roxy restaurado, onde assisto ao belo e pungente documentário “Vinícius, 10 anos”, de Miguel Farias Jr. O coração fica leve outra vez e a alma volta a cantar. Agradeço, então, ao poetinha e à Bossa Nova por esse reencontro de saudade e esperança com o Rio de Janeiro.

Vitor Hugo Soares, jornalista, é editor do site-blog Bahia em Pauta

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