jan
16

Postado em 16-01-2010 21:07

Arquivado em ( Newsletter) por vitor em 16-01-2010 21:07

Luiz da Costa: grande perda no Haiti

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Deu no portal IG

O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-Moon, confirmou neste sábado que o brasileiro Luiz Carlos da Costa, o segundo na linha de comando da ONU no Haiti, está entre as vítimas do terremoto que devastou o país. O corpo do brasileiro foi encontrado nos escombros do prédio da sede da ONU no país, destruído pelo tremor que atingiu Porto Príncipe na terça-feira.

Além de Costa, os corpos do chefe da missão de paz da ONU no país, o tunisiano Hedi Annabi, e do comissário policial da organização no país, Doug Coates, também foram encontrados entre os escombros. “Em todo o sentido da palavra, eles deram suas vidas pela paz”, afirmou Ban em um comunicado.

Segundo Ban, Luiz Carlos da Costa foi, durante muitos anos, “uma lenda nas operações de paz da ONU. O seu profissionalismo e dedicação extraordinários somente eram comparados ao seu carisma e dedicação a muitos de seus amigos”, afirmou o secretário-geral sobre o brasileiro.

Ban afirmou ainda que o “legado de Costa vive nos milhares que servem a bandeira azul da ONU em todo o canto do mundo”. O secretário-geral também elogiou o trabalho de Anabbi, o primeiro no comando da missão no país. Segundo Ban, ele era “um cidadão do mundo” e um “dos mais dedicados filhos das Nações Unidas”.

Segundo homem

Luiz Carlos da Costa tinha o cargo de vice-representante do secretário-geral da ONU no Haiti. Na última quarta-feira, durante uma entrevista coletiva no Itamaraty, o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, afirmou que Costa era o brasileiro que ocupava o mais alto cargo nas Nações Unidas em todo mundo atualmente.

Nascido em 1949, Costa assumiu o cargo no Haiti em novembro de 2005, após ser indicado pelo então secretário-geral da ONU, Kofi Annan. Antes disso, Costa já havia servido em missões da ONU na Libéria. Ele trabalhava nas Nações Unidas desde 1969, de acordo com o site da organização. Ainda de acordo com a ONU, ele teria duas filhas.

jan
16

Postado em 16-01-2010 19:08

Arquivado em ( Newsletter) por vitor em 16-01-2010 19:08

Pedro Almodovar: melhor filme

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Deu no jornal PÚBLICO (Portugal)

O filme “Abraços Desfeitos”, do realizador espanhol Pedro Almodóvar, conquistou o prémio “Critics Choice” de melhor filme estrangeiro, atribuído pela Associação de Críticos de Cinema dos Estados Unidos. O prêmio era também disputado pela película francesa “Coco avant Chanel”, a alemã “O Laço Branco”, a chinesa “Red Cliff” e a mexicano-norte-americana “Sin Nombre”.

Almodóvar nunca tinha ganho nenhum dos prêmios que a maior organização de críticos de cinema dos Estados Unidos entrega anualmente.

A cerimônia de entrega dos prêmios ocorreu em Hollywood na noite de ontem e foi apresentada pela atriz Kristin Chenoweth, conhecida pela série de televisão “The West Wing” (em Portugal “Os Homens do Presidente”).

jan
16

Postado em 16-01-2010 12:03

Arquivado em ( Newsletter) por vitor em 16-01-2010 12:03

Deu na Tribuna da Bahia
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Guarajuba, linda, cobra atenção.

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Aproveitando que estamos num fim de semana e em plenas férias de Verão, vamos chamar a atenção para um belo local de veraneio da Bahia: Guarajuba. Na praia, latas de cervejas vazias, canudos usados e enorme quantidade de cascas de coco são atirados ao mar todos os dias, formando um lixão vergonhoso e perigoso (um coco arremessado por onda forte pode até matar um banhista); barracas invadem áreas verdes, com proprietários que, quando questionados, alegam ser amigos de secretário da Prefeitura de Camaçari, e, portanto, seriam imunes (será?), sendo que alguns puseram para correr fiscais, recentemente, que os questionavam sobre invasão de áreas verdes.

Na praça central, uma poluição sonora absurda, com diversos veículos colocando som às alturas, sem o mínimo respeito pela vizinhança nem por todos os que ali vão para descansar. É isso aí: a bela Guarajuba, no Litoral Norte, está virando uma reduto de “farofeiros”, com sério risco de decadência total, devido à desordem que impera no local.

Verônica Lins de Albuquerque, presidente da Ascon – Associação dos Condomínios de Guarajuba, diz que denunciou uma barraca por invadir área verde, fiscais foram até lá, notificaram, mas nada foi resolvido. E Verônica resume: “Tem barraqueiro alardeando ser afilhado do secretário de Desenvolvimento Urbano de Camaçari…” A presidente da Ascon denuncia também que telefonou para o sr. José Cupertino Filho, o referido secretário de Desenvolvimento Urbano, obtendo dele a seguinte resposta: “(…) a senhora precisa entender que as pessoas têm o direito de expandir seus negócios(…) deixe o pobre ganhar o dinheiro (…) eu tenho tanta coisa importante para resolver em Camaçari (…) a barraca vai ficar onde está (…)”. A presidente da Ascon frisa que nada tem “contra o sr. Cupertino, nem o conheço e sempre fui bem atendida por ele ao telefone”, mas ressalva: “Como proprietária de imóvel em Camaçari, contribuinte de IPTU, enquanto Síndica do Condomínio Mar Azul, que compreende 267 unidades imobiliárias, e presidente da Associação dos Condomínios de Guarajuba – Ascon, que compreende 10 condomínios e quase dois mil imóveis, não posso aceitar essa resposta do senhor secretário.”

Na coluna Em Tempo, que ele assina diariamente na TB, o jornalista Alex Ferraz publica a nota que Bahia em Pauta reproduz, com o testemunho de seu editor depois de ter passsado mais de uma hora em meio a um engarramento na virada do ano, causado por bandos que ocupavam as pistas para beber e “dançar”, sem a menor preocupação com os que trafegavam de carro (crianças, grávidas, idosos e doentes) para outros destinos longe do abuso. É um aviso, pois Guarajuba é realmente sensacional ! (Vitor Hugo Soares)

jan
16

Postado em 16-01-2010 11:26

Arquivado em ( Multimídia) por vitor em 16-01-2010 11:26

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Em tributo do Bahia à médica e Cidadã Soteropolitana, Zilda Arns (uma das vítimas da tragédia em Porto Príncipe), no dia de seu seputamento em Curitiba. Que o exemplo da vida da fundadora da Pastoral da Criança frutifique. (Vitor Hugo Soares)

jan
16

Postado em 16-01-2010 11:10

Arquivado em ( Artigos, Ivan) por vitor em 16-01-2010 11:10

Deu na coluna

Em sua coluna deste sábado, na Tribuna da Bahia, o jornalista Ivan de Carvalho assinala que a mais recente estimativa sobre o número de mortos no Haiti em consequência do terremoto é de 140 mil mortos. Dezenas de países do mundo estão enviando ou preparando-se para enviar ajuda financeira ou material de origem pública e particular. Pois é bem no meio das preocupações com esse desastre monumental que o presidente do PSDB, senador Sérgio Guerra e o assessor especial para Assuntos Internacionais do presidente Lula, Marco Aurélio Garcia, que é agora (valha-me Deus) também o encarregado da elaboração do programa do PT para a campanha eleitoral e o hipotético governo de Dilma Rousseff, envolvem-se numa pendenga sobre qual partido está à “esquerda”, se o dos tucanos, se o dos “companheiros”. Confira no texto de Ivan, que Bahia em Pauta reproduz. (VHS)

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Sergio Guerra e…

… e Marco Aurelio: hora errada


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OPINIÃO POLÍTICA

Uma discussão sobre nada

Ivan de Carvalho

A mais recente estimativa sobre o número de mortos no Haiti em consequência do terremoto é de 140 mil mortos. Dezenas de países do mundo estão enviando ou preparando-se para enviar ajuda financeira ou material de origem pública e particular.

O Brasil tem o comando e quase todo o contingente das tropas que, em nome da ONU, foi enviado para manter a ordem e a paz no mais pobre e talvez o mais sofredor país das Américas. A missão militar lá está há bastante tempo, mas toda a violência e as mortes que certamente evitou foram um benefício amplamente neutralizado e superado, em poucos segundos, pelo terremoto que destruiu a capital do país, Porto Príncipe e atingiu seus arredores.

Pois é bem no meio das preocupações com esse desastre monumental que o presidente do PSDB, senador Sérgio Guerra e o assessor especial para Assuntos Internacionais do presidente Lula, Marco Aurélio Garcia, que é agora (valha-me Deus) também o encarregado da elaboração do programa do PT para a campanha eleitoral e o hipotético governo de Dilma Rousseff, envolvem-se numa pendenga sobre qual partido está à “esquerda”, se o dos tucanos, se o dos “companheiros”, ainda que todos sabendo que entre estes há muitos que gostariam mais de ser “camaradas”.

O presidente do PSDB comparou a posição de seu partido à do PT numa entrevista à revista Veja. Disse que se a oposição chegar ao poder, haverá mudança na política econômica e que a ação a esse respeito será rápida e objetiva. E afirmou, então, que o PT “já foi” de “esquerda”, mas se transformou em um “partido populista”.

Marco Aurélio Garcia correu para responder pisando nos cascos, já que em outra ocasião não pareceu bem ao público ele comemorar o suposto bom resultado da violação ilegal do sigilo bancário do caseiro Francenildo com o popular (ou populista?) “top, top, top”. Disse, o genial assessor, ironizando, que ante as declarações de Guerra teve “uma crise de identidade” e acrescentou que “o PSDB não é um partido de direita, é um partido da direita. Sutil pra burro. Concedeu que no PSDB “há pessoas de esquerda”, assim como talvez o presidente deste partido possa conceder que entre os “populistas” do PT existam algumas pessoas “de esquerda”.

Ora, quanta bobagem e perda de tempo com nada. Isso “já foi” e “top, top, top” pra isso. Durante quase todo o século XX o mundo conviveu com esses dois rótulos, “esquerda” e “direita”, uma maneira de os políticos e muitas instituições, a exemplo de partidos e Estados, escamotearem o que realmente eram, e, graças à intensa propaganda comandada pelos comunistas da União Soviética, ficou mais ou menos estabelecido que “esquerda” era bom e “direita”, ruim. Servia também como instrumento da preguiça, pois quem diz “sou esquerda” se acha desobrigado de dar qualquer outra informação sobre o que pensa ou pretende politicamente. Tudo como em Animal Farm (A Revolução dos Bichos), de George Orwell. Os porcos, que empalmaram o poder na fazenda dos bichos, impuseram o conceito recentemente lembrado pela jornalista Dora Kramer: “Quatro patas, bom; duas patas, ruim”.

Uma porcaria mesmo essa discussão. E no século XXI.

jan
15

Postado em 15-01-2010 23:23

Arquivado em ( Artigos, Vitor) por vitor em 15-01-2010 23:23

Ulysses e Lula no palanque

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ARTIGO DA SEMANA

LULA E O COCHILO DE ULYSSES

Vitor Hugo Soares

Passou rápido o período de descanso do presidente da República na virada do ano na praia baiana de Inema, pedaço terrestre do Éden dentro da supervigiada Base Naval de Aratu. Lula viajou de férias quando a chapa começava a esquentar, apostando no tempo, eterno curador de feridas, para superar a crise dentro de seu governo dividido diante do Programa Nacional de Direitos Humanos.

O presidente desembarcou na Bahia confiante de que os sinais de tempestades logo se afastariam do Planalto Central e, quando ele retornasse do descanso, tudo estaria outra vez em paz. Lula voltou ao batente esta semana e logo verificou, como na canção de Chico Buarque de Holanda: “inútil dormir que a dor não passa”.

As nuvens da crise carregadas de preocupantes ingredientes militares não se moveram e ficaram mais densas sobre Brasília. O terremoto no Haiti, com a morte de 18 militares brasileiros da Força de Paz da ONU – confirmadas pelo ministro da Defesa, Nelson Jobim ao retornar de Porto Príncipe -, somado à terrível tragédia humana no país mais pobre das Américas, com o qual o Brasil está cada vez mais envolvido, pode estabelecer uma trégua na crise. Ou agravá-la mais nos próximos dias.

O tempo dirá, mas nada de paranóia, que isso em geral atrai mais desgraças. O fato é que o tumulto se amplia. Força o presidente, segundo assinala O Globo, a usar boa parte de sua “aparentemente inesgotável capacidade de administrador de ambiguidades para manter sem fissuras irreversíveis um governo assentado em eclética aliança político-partidária, formada por frações dos mais diversos quadrantes da geografia ideológica”.

Façamos agora um breve intervalo para outras lembranças. No livro “Dr. Ulysses – o homem que pensou o Brasil”, um dos 39 depoimentos sobre a trajetória do Sr. Diretas é de Luiz Inácio Lula da Silva. Motivado pelos autores a recordar episódio pitoresco ocorrido com Dr Ulysses durante as Diretas Já, Lula lembra que um dia foi à casa do deputado com Luiz Eduardo Greenhalgh. Os dois entraram, subiram as escadas e depararam com Ulysses deitado com as mãos cruzadas na frente.

“Eu e o Luiz Eduardo acreditamos que ele estava morto! Sabe, uma pessoa deitada com a barriga para cima, com a mão cruzada assim. Falei para o Luiz: ‘será que o ‘velhinho’ está morto?'”. Mas Ulysses estava vivinho da silva. Lula e Greenhalgh o chamaram e ele acordou. Tiveram, a seguir, uma conversa interessante, porque nesse dia Lula fora convocar Ulysses para não deixar a Campanha das Diretas morrer. “O Fernando Henrique Cardoso já estava articulando com Tancredo Neves um novo mote; “Diretas Já, Mudança Já”, recorda Lula.

“Eu tinha uma visão clara. Então fui dizer a ele o seguinte: “Olha Dr. Ulysses, eu sei que passaram a perna no senhor, embora o senhor não queira reconhecer publicamente'”. Lula achava que o pessoal de Tancredo Neves, e o próprio Tancredo, sabia “que se a gente conquistasse as Diretas”, Ulysses seria o candidato natural a presidente da República. E Tancredo Neves pela via indireta, pelo Colégio Eleitoral.

“Então eles passaram a perna no senhor. O senhor foi deitar presidente da República e acordou cabo eleitoral de Tancredo. Esta é a verdade e eu disse isso a ele”, conta o presidente no depoimento do livro organizado por Celia Soibermann Melhem e Sonia Morgenstern Russo.

E estamos de volta ao começo destas linhas. O presidente da república faz ginástica para pôr ordem na casa de seu governo rachado pelo Programa Nacional de Direitos Humanos. Quando o presidente embarcou para a Bahia, o desconforto interno no governo, e o bafafá externo, só fizeram crescer. “Outras crises vieram à tona quando, embutido no Programa Nacional de Direitos Humanos, revelou-se um plano de governo, e com propostas inconstitucionais. Uma delas, a censura à imprensa, em nome da defesa dos “direitos humanos”, guarda-chuva amplo o suficiente para abrigar desde medida de desrespeito à propriedade privada à regulamentação do imposto sobre fortunas, descriminalização do aborto, financiamento público de campanhas, e assim por diante”, diz O Globo..

Lula é muita coisa, menos bobo, já se sabe de outras tertúlias. Percebeu os riscos que corre se a crise prosperar, e o quanto isso poderá beneficiar os planos de seus adversários políticos – emplumados ou não – às vésperas de começar o fogo cruzado da campanha à sua sucessão. Diante do perigo, nega o que disse e o que assinou e tenta saída organizada da crise, com o menor número de baixas possíveis em sua tropa.

Já fez chegar aos militares que não permitirá discriminações na questão da Anistia – tema que parece fadado a ser jogado no colo da Justiça. Outras concessões e recuos parecem estar a caminho. “O filho do Brasil” sabe onde as cobras dormem. E tenta evitar o cochilo de Ulysses no tempo das Diretas Já, para não virar mero cabo eleitoral de Dilma Rousseff na sucessão que vem aí.

O tempo dirá.

Vitor Hugo Soares é jornalista. E-Mail: vitor_soares@terra.com.br

jan
15

Postado em 15-01-2010 21:50

Arquivado em ( Multimídia, Newsletter) por vitor em 15-01-2010 21:50

jan
15

Postado em 15-01-2010 21:37

Arquivado em ( Artigos, Eventuais) por vitor em 15-01-2010 21:37

Nizan bate duro…

…Em Bell Marques

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CRÕNICA / EGOS BAIANOS

Deus e a Bahia vão perdoar Nizan?

*Marcelo Torres

Parece que baixou um santo muito doido no publicitário baiano Nizan Guanaes, que, do nada e sem quê nem pra quê, desceu a madeira no cantor Bell Marques, do Chiclete com Banana, e na própria cidade de Salvador, que ele tanto exaltou em verso, prosa e propaganda.

Ele escreveu no seu Twitter, onde é seguido por 15 mil pessoas (como se fosse um trio elétrico): “Salvador está como Bell, do Chiclete [com Banana]: careca e fingindo que tem trança. Bell, o crooner careca, é uma mentira. Fala pro Bell tirar a bandana. O cara é um careca enrustido”.

O autor de versos como “Ah!, que bom você chegou/ Bem-vindo a Salvador/ Coração do Brasil/ Ah!, você vai conhecer/ A cidade de luz e prazer/ Correndo atrás do trio”, agora solta o verbo ao contrário: “Salvador não tem praia pro turista, não tem hotel e a orla é um favelão”.

Essas frases devem ter deixado muitos baianos surpresos, para não dizer retados. Até o jornalista Maurício Stycer, que é carioca e não deve ser lá esses fãs de Bell nem de Salvador, até ele ficou surpreso, pelo menos foi o que mostrou na matéria que escreveu para o Portal UOL nesta terça.

Bom, como eu não sou turista, não me hospedo em hotel e esse negócio de orla, para mim, tanto faz como tanto fez, não posso dizer que Salvador seja um favelão. Mas que 80% dos moradores da capital vivem em realidade de favela, isso não é nenhuma mentira, como está provado e comprovado pelas pesquisas.

Quanto ao cantor Bell Marques, meia Bahia está careca de saber que aquela inseparável bandana está ali porque ele está com pouca (ou nenhuma) telha. Mas isso é um “problema dele e das negas dele”, ou seja, não precisava seu Nizan, que já foi unha e carne com a chicletada toda, “vim agora” esculhambar a pamonha.

Pois é, e depois que eu li essa notícia, de importância suprema para a salvação da humanidade, estou aqui sem dormir há um dia, pois não estou comendo nada dessa história, e três coisinhas ficam aqui martelando, pinicando.

A primeira é: que diabo levou Nizan, que não é mais nenhum menino, a dizer essas cobras e lagartos? Ora, ora, nesse mato e nesse meio, além de cobras e lagartos, tem muito coelho. Tem ou não tem?

A segunda é: se levarmos ao pé da letra a música cantada (ou seria gritada?) por Bell Marques, segundo a qual “se você é chicleteiro, Deus te abençoa; se você não é, Deus te perdoa”, se levarmos em conta essa máxima, será que Nizan vai ser perdoado?

A terceira e última é a mãe de todas as minhas dúvidas, e a resposta, se houver, será capaz de salvar a humanidade. É a seguinte: por que é que nós, baianos, só nos referimos à banda Chiclete com Banana como “o” Chiclete e não “a” Chiclete? Por que Bell do Chiclete e não da Chiclete? Essa nisgraça num é u’a banda? Ô miséra!

*Marcelo Torres, jornalista, baiano, mora em Brasília, email marcelocronista@gmail.com e blog http://marcelotorres.zip.net

jan
15

Postado em 15-01-2010 17:56

Arquivado em ( Newsletter) por vitor em 15-01-2010 17:56


Diante da tragédia no Haiti, Regina, a atenta e fiel colaboradora do Bahia em Pauta em Belmont, na área da Baia de San Francisco, Califórnia, sugere “Time like these”, como música para a tarde e noite desta sexta-feira na Radio BP. Não poderia haver melhor sugestão. Confira.
(Vitor Hugo Soares)

jan
15

Postado em 15-01-2010 17:38

Arquivado em ( Newsletter) por vitor em 15-01-2010 17:38

China: gays proibidos

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DEU NO DIÁRIO DE NOTÍCIAS (PORTUGAL)

Era considerado o primeiro concurso Mister Gay da China, mas não chegou a realizar-se. Uma hora antes do início do evento, a polícia proibiu a sua realização.

A organização deste acontecimento, que visava a abertura da comunidade chinesa aos homossexuais, garantiu que a polícia ordenou o seu cancelamento por não estar “de acordo com os procedimentos”.

Até 1997, a homossexualidade ainda era considerada ilegal na China. E altos responsáveis do Estado continuaram a designá-la como uma “doença mental” até 2001.

Segundo o DN, os oito participantes no concurso Mister Gay disputavam a honra de representar a China no concurso Mister Gay Mundo, que se realiza no próximo mês na Noruega

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