mar
08

Postado em 08-03-2009 13:09

Arquivado em ( Artigos) por bahiaempauta em 08-03-2009 13:09

Foto: Agência Brasil

A passagem da ministra-chefe da Casa Civil por Salvador e interior do Estado mostrou transformações em Dilma Roussef, que vão além dos retoques para amenizar a dureza da face da antiga militante. Afinal, não deu ainda para esquecer que quando aportou no governo do presidente Lula, vinda de uma experiência elogiada no Rio Grande do Sul, onde foi secretária da Fazenda e, depois, das Minas e Energia e Comunicação, ela era definida como uma mulher de perfil administrativo essencialmente técnico, cobradora implacável, inflexível na relação com os políticos e suas artimanhas para angariar votos às expensas do discurso fácil e dos benefícios das verbas do poder público.

No governo federal, Dilma correspondeu a este perfil enquanto esteve à frente do ministério das Minas e Energia e durante certo período desde que foi trazida por Lula para assumir o lugar de Zé Dirceu na Casa Civil, centro estratégico do poder. A partir do momento em que o presidente a ungiu como preferida para a sua sucessão, começaram as mudanças nas maneira e comportamento da “dama de ferro” do PT. Algumas sutis, outras nem tanto assim, como foi anotado nesta sua recente estada na capital, mas, principalmente, no interior do Estado.

Em Feira de Santana, por exemplo, do alto de um de seus palanques baianos, Dilma Rousseff, chegou a anunciar casa com prestação zero para as pessoas sem recursos e de mais baixa renda. “Quem não puder pagar, não pagará nada”, disse a ministra ao falar sobre o novo programa habitacional do governo federal, segundo registrado pelo jornal Folha de S. Paulo , em matéria assinada pela repórter Fernanda Odílià, enviada especial a Feira.

Sinal dos tempos pré-2010, ou conselho de alguma felpuda raposa baiana?

Por Vitor Hugo Soares

mar
08

Postado em 08-03-2009 00:52

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Bahia em Pauta começa com este vídeo histórico e especial a celebração do Dia Internacional da Mulher. Enquanto curte a música tema da minissérie Malu MUlher tente identificar as intérpretes.E divirta-se, que faz bem.

Por Vitor Hugo Soares

mar
07

Postado em 07-03-2009 20:59

Arquivado em ( Artigos) por bahiaempauta em 07-03-2009 20:59

Leio que o Lloyds Banking , tradicional banco inglês, agora pertence majoritariamente ao Governo Britânico. Numa jogada para salvá-lo da crise, a participação do Governo subirá dos atuais 43,5% para pelo menos 65% e, numa segunda etapa, para 77%. No acordo o maior banco da Inglaterra, terceiro maior do Reino Unido, receberá em ativos 260 bilhões de libras o equivalente a 367 bilhões de dólares. As notícias vêm da própria instituição neste sábado, 07 de março.

Não consigo ficar indiferente a esta notícia, nem permanecer no presente, há exatos 2 anos estava, contente, com a minha conta aberta no famoso e tradicional Lloyds Bank, conta que foi indispensável para que eu, jovem estudante estrangeira, tivesse acesso aos variados trabalhos destinados a estudantes em terra inglesas, O  que, entre outros ganhos, facilita o desenvolvimento das habilidades interpessoais e fluência na língua inglesa; frutos do convívio pessoal e  prrofissional com pessoas originárias de diferentes partes do mundo. 

Na época, o salário mínimo inglês era equivalente a R$ 3595,20, e a cidade parecia ser devorada pelos inúmeros imigrantes que se multiplicavam. Em textos antigos, escritos in loco, descrevia Londres como um lugar onde “as pessoas mordem a cidade como cães atacando seus donos, até que ela os faz canibais” e finalizava dizendo que as Invasões Bárbaras eram fichinha perto do que acontecia por lá. Nada mudou, contudo, a Inglaterra que já vinha fechando cada vez mais as portas para estrangeiros, agora, com esta crise, deve mantê-las cerradas. 

Volto ao Lloyds, de onde fui uma cliente satisfeita, sem demagogia. Um banco tipicamente inglês, clássico, sem arroubos, sólido e sério, uma marca forte, concluo que o Governo Britânico não permitiria que ele sucumbisse como já ocorreu com outros bancos, em outras partes do mundo, nesta famigerada crise. Porém já é o segundo banco britânico a participar do programa de ativos do governo. O primeiro foi o Royal Bank of Scotland, que recentemente anunciou o maior prejuízo da história empresarial britânica e chegou a um acordo que lhe garantiu 325 bilhões de libras.

As palavras do presidente do Lloyds, Eric Daniels, são otimistas, todavia , não negam o tamanho da crise, que, por sua vez, já fez 600 mil americanos perder o emprego. Em comunicado, Daniels diz que “a ajuda do Governo reduz substancialmente o perfil de risco do balanço do grupo e permitirá ao Lloyds superar a crise econômica mais severa de todos os tempos e se reerguer com força quando a economia se recuperar”.

Lembro-me de minha querida Tia Ana, brilhante e hilária, residente de Irecê – efervescente município baiano, que sempre me levava às gargalhadas quando, enquanto eu residia em terras inglesas ou me lançava como turista por terras européias, ao telefone me saudava perguntando: “Laura, e o mundo?”, fazendo supor que por estar viajando muito ou morando “fora” seria eu capaz de apreender e traduzir objetivamente o que se passava neste planeta. Nunca me arrisquei, porém, neste momento, considerando os problemas do sólido Lloyds e os, recentes, 600 mil desempregados nos EUA, sem medo, responderia que está num momento bastante crítico.

Por Laura Tonhá, publicitária, idelizadora deste blog/site.

mar
07

Postado em 07-03-2009 03:47

Arquivado em ( Artigos) por bahiaempauta em 07-03-2009 03:47

Com base em informações de sua redação e de informes da AFP (France Press) e outras agências de notícias européias, o jornal “Público”, de Lisboa, confirmou há pouco que a Susan Tsvangirai, mulher do primeiro-ministro do Zimbabwe, Morgan Tsvangirai, morreu e ele ficou ferido num acidente de carro, acontecido às 18h (horário de Lisboa). A notícia foi confirmada também pelos dirigentes do Movimento para a Mudança Democrática (MCD), de que Tsvangirai é presidente.

A morte da primeira dama Susan aconteceu no próprio local do desastre, segundo disse um dirigente do MDC à agência AFP, sublinhando que as causas do acidente que envolveu o casal ainda “não estão claras”. As primeiras informações são de que um caminhão cujo motorista teria dormido ao volante, bateu no carro do dirigente africano. Morgan Tsvangirai, que tomou posse do novo governo de unidade com o partido do Presidente Robert Mugabe há três semanas, foi hospitalizado, mas, segundo se informa, ele sofreu ferimentos sem maior gravidade.

O primeiro-ministro do Zimbabwe festejou os 57 anos na terça-feira. Estava casado com Susan há 31 anos. O casal teve seis filhos. A mulher do primeiro-ministro e severo e opositor de longa data de Mugabe não era o que se pode chamar de ativista no MDC, mas apoiou-o sempre e apareceu nos comícios de campanha do marido nos últimos dez anos.

Tsvangirai e seus auxiliares no novo governo administram um país em ruínas: falta de combustível e de alimentos, o maior problema de hiperinflação do mundo e uma epidemia de cólera que já infectou 88 mil pessoas e matou quase 4000, segundo a Organização Mundial de Saúde. Tsvangirai temmestado sob forte pressão ultimamente para salvar a falida economia do país.

mar
07

Postado em 07-03-2009 02:37

Arquivado em ( Artigos) por bahiaempauta em 07-03-2009 02:37

ARTIGO

Vitor Hugo Soares

Meu glorioso Santo Antônio, eu que acredito piamente em ti, apesar do ceticismo religioso que carrego , respondei-me com algum sinal nesta hora de dúvidas: afinal, meu santo, o que ainda falta acontecer na terra onde, na mesma semana, ressurgem das trevas fantasmas dos quais parecia termo-nos livrado? Há muita gente se fazendo de cego, mudo e surdo por aí, mas o senhor, meu santo, já viu o ex-presidente Fernando Collor de Mello no Senado (ao lado de seu antigo parceiro Renan Calheiros) dando as cartas de novo no poder; e o atual arcebispo de Olinda e Recife, Dom José Cardoso, brandindo a torto e a direito suas medonhas e medievais excomunhões?

Como entender, e principalmente como aceitar passivamente, tanto poder de articulação e de barganhas concentrado outra vez nas mãos de um homem com a ficha pregressa e a arrogância de Collor? Afinal, não faz muito tempo assim, os desvios e desvarios do homem “com aquilo roxo” levantaram uma nação inteira, e uma população em fúria se mobilizou e ocupou praças, ruas e plenários em todas as regiões para expulsa-lo do Palácio do Planalto.

O caso tenebroso do bispo de Pernambuco também clama aos céus. Como silenciar diante de palavras e atitudes de um religioso que, em pleno século XXI, ousa afastar da comunhão da sua igreja todas as pessoas (mãe, familiares e médicos) que tiveram alguma participação ou ajudaram no irrecusável aborto feito em uma menina de apenas nove anos de idade, violentada e engravidada por um monstro adulto, que abusou dela durante anos dentro de casa. Como entender, meu santo?

Já tentei até um mergulho no realismo fantástico do argentino Jorge Luis Borges, para ver se encontro alguma porta de entrada para compreender estes dias. Até reli o conto “Os Teólogos”, nas páginas sempre surpreendentes do livro “O Aleph”, sobre os hunos que ao invadirem uma província, arrasaram jardins, profanaram cálices e altares sagrados e entraram a cavalo na biblioteca monástica, onde rasgaram os livros incompreensíveis e os injuriaram e queimaram. “Talvez com medo de que as letras encobrissem blasfêmias contra seu deus, que era uma cimitarra de ferro”, como assinala o mestre portenho em sua narrativa.

No meio das cinzas da invasão, no entanto, permaneceu quase intacto o livro duodécimo da “Civitas Dei”, onde se revela que Platão ensinou em Atenas que, “no fim dos séculos, todas as coisas recuperarão seu estado anterior, e que ele, em Atenas, frente ao mesmo auditório, de novo ensinará essa doutrina.”. Em sua narrativa, o escritor diz que o texto perdoado pelos bárbaros e pelas chamas gozou de uma veneração especial e os que o leram e releram nessa remota província “esqueceram que o autor só declarou tal doutrina, para poder melhor refuta-la”.

“Os Teólogos” é um conto denso e maravilhosamente surpreendente. Não vou matar a curiosidade dos que ainda não o conhecem, revelando o desfecho da história, pois isso poderia desestimular a deliciosa sensação de uma visita pessoal às palavras de Borges. Chego somente até a parte em que ele fala das heresias daqueles tempos de escuridão da mente e do espírito humanos e assinala, através de um dos personagens, que as heresias que mais devemos temer, “são as que podem confundir-se com a ortodoxia”.

E estamos de volta ao arcebispo Dom José Cardoso, a ortodoxia em pessoa e responsável pelo maior disparate desta semana de absurdos. Retornamos ao bispo das excomunhões, cuja face e palavras deixavam as sacristias de Olinda e Recife e ocupavam, ontem, amplos e valiosos espaços dos jornais, TVs, sites e blogs nacionais e internacionais. “Nenhum motivo justifica a morte de inocentes, mesmo para salvar outra vida. Esta é a lei de Deus e a lei de Deus está acima de todas as leis humanas. Se a lei humana não respeita à lei de Deus, passamos por cima da lei humana”, diz Dom Jose Cardoso, enquanto encara com arrogância, em rede nacional, a câmera do Jornal Nacional.

Lamentável flagrante de desacato à justiça, ao bom senso e à inteligência. Pena e paradoxo maior é que palavras como estas partam da histórica arquidiocese de Olinda e Recife, no ano em que se comemora o centenário de nascimento do saudoso Dom Helder Câmara, símbolo de coragem, sapiência e humanismo no duro tempo de escuridão nacional nos anos em que ele esteve à frente daquele arcebispado pernambucano.

O Dom (assim ouvi seus arquidiocesanos chama-lo da última vez que o cumprimentei quando, durante uma visita a Olinda, o encontrei “à espera de carona”, tranqüilo e parado (apesar das ameaças que sofria ) perto de um poste de iluminação pública, ao pé de uma das muitas ladeiras da cidade. O religioso que dizia: “Quando os problemas se tornam absurdos, os desafios se tornam apaixonantes”.

Obrigado, meu Santo Antônio da Glória, pelo menos por esta lembrança.

Vitor Hugo Soares é jornalista – E-mail:vitors.h@ig.com.br

mar
06

Postado em 06-03-2009 22:00

Arquivado em ( Artigos) por bahiaempauta em 06-03-2009 22:00

O site da Navii, do jornalista Arthur Andrade, divulga valor de aferição publicitária por veiculação espontânea em TV, dos principais blocos no carnaval de Salvador. Confira.

“O Cheiro de Amor teve o tempo geral mais valorizado nas emissoras de TV durante o Carnaval de Salvador, com movimento estimado de R$ 4.144.340,69 ( Quatro milhões, cento e quarenta e quatro mil, trezentos e quarenta reais e sessenta e nove centavos). Ivete Sangalo teve o segundo melhor desempenho na veiculação publicitária espontânea com valor estimado de R$ 3.309.600,14 (Três milhões, trezentos e nove mil e seiscentos reais e quatorze centavos).

O Cheiro teve alta cotação por ter sido bem veiculado em tempo mais valorizado na Record News. Caso a emissora ficasse fora do ranking, o Cheiro de Amor passaria para 10ª posição com R$1.278.645,03.

Os dados foram levantados pela Navii – Informação Inteligente, empresa de clipping especializado, gestão de conteúdo web e relatórios de análise de mídias de Salvador.

O relatório de aferição publicitária busca quantificar em valores (de breaks) a exposição do artista nas emissoras de TV durante o Carnaval. O ranking é baseado nas tabelas de veiculação publicitária fornecidas pelas emissoras. O levantamento possibilita a patrocinadores e artistas avaliar o virtual retorno financeiro a partir da veiculação espontânea nessas emissoras. Proporciona, ainda, melhor visão da contrapartida dos investimentos feitos na maior festa de rua do mundo.

Leia informações completa no site da Navii ( www.navii.com.br)

mar
06

Postado em 06-03-2009 21:20

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Por Claudio Leal, de São Paulo

O romancista Milton Hatoum, vencedor dos prêmios Portugal Telecom de Literatura Brasileira e Jabuti, fará neste mês uma visita à Cidade da Bahia que promete marcar sua relação afetiva e literária com a negra Bahia.

No dia 18 de março, Hatoum realiza a aula inaugural do Programa de Pós-Graduação em Letras e Lingüística da Ufba, às 10h, no Labimagem do Instituto de Letras. Aberta ao público, a palestra terá como tema “Literatura e Experiência”.

Em agosto, o jornal Le Monde o escolheu para representar a literatura brasileira numa série com 15 escritores. Descendente de libaneses, Hatoum nasceu em Manaus, em 1952, e escreveu Relato de um certo Oriente, Dois Irmãos e Cinzas do Norte.

“Minha cabeça já está em Salvador”, diz o escritor, que lançará no dia 19 seu primeiro livro de contos, “A cidade ilhada”, na livraria Tom do Saber, às 19h.

A visita a Salvador celebra ainda, silenciosamente, o respeito de Hatoum pela obra de Jorge Amado, a quem conheceu em Paris. Guarda uma saborosa história.

No início da década de 90, em Paris, o escritor amazonense se lamentou a Jorge:

– É difícil viver de literatura e formar leitores no Brasil.

Hatoum lançara, em 1989, “Relato”. Alma generosa, ainda mais numa mesa parisiense regada a vinho, Jorge ensinou o caminho das pedras:

– Ah, é fácil. Basta escrever 30 livros. Lança um livro, cata uns leitores, no segundo mais outros, e vai juntando todos eles. Depois de 30 livros, você vende bem.

Milton fez as contas:

– Então só faltam 29 livros!

Jorge piscou o olho:

– Mas é!

O romancista amazonense não chegou a concretizar o desejo de visitar o autor de “A Morte e a Morte de Quincas Berro d’Água”, na casa do Rio Vermelho. Mas os rápidos encontros revolvem nessas águas de março: “Vou fazer meu primeiro lançamento na terra de Jorge”, celebra Hatoum. Amado segue a ser a medida afetiva da Bahia de quase todos os pecados.

Claudio Leal, jornalista, trabalha na revista eletrônica Terra Magazine

mar
06

Postado em 06-03-2009 19:13

Arquivado em ( Artigos) por bahiaempauta em 06-03-2009 19:13

Não deve ter sido das mais agradáveis as primeiras sensações da ministra-chefe da Casa Civil do governo federal, Dilma Rousseff, ao desembarcar hoje no aeroporto de Salvador, para cumprir uma agenda esticada para todo lado, mas que prioriza atividades relacionadas com o PAC e uma palestra relacionada com as comemorações antecipadas do Dia Internacional da Mulher.

Não tanto pelas disputas de atenção da preferida do presidente Lula, para a sua sucessão em 2010, por aliados locais divididos, mas pelo próprio desconforto causado pelo ar poluído e cheiro carregado de amônia, que se respira hoje em Salvador, desde as primeiras horas da manhã, em razão da quebra dos filtros da fábrica da empresa Bahia Pulp Celulose. Os gazes se espalharam largamente a alcançaram a capital, adensando a nuvem de névoa responsável pela preocupante e desagradável sensação de sufoco em muitas pessoas .

O primeiro a dar o grito de alerta para a situação, no noticiário da Rádio Metrópole, foi o apresentador Mario Kertesz, que mobilizou a sua equipe para descobrir e informar sobre o que efetivamente acontecia. Antes, as primeiras informações, com base na opinião de técnicos em meteorologia, era a de que a névoa não passava de um fenômeno relacionado com “inversão térmica”. Que inversão que nada. Logo a diretora do CRA, Beth Wagner, ligava para a Metrópole e, em conversa com Kertesz, confirmou o acidente durante a madrugada de quinta-feira na fábrica de Camaçari, mas que permanecia em sigilo. Beth falou irritada sobre a despreocupação da empresa com a população. “Se os filtros quebraram, pára a fábrica”, disse, em crítica á empresa que seguiu operando normalmente.

Beth prometeu apuração completa do caso e que os resultados – e as punições devidas -serão comunicados à população. A conferir.

Por Vitor Hugo Soares

mar
06

Postado em 06-03-2009 16:05

Arquivado em ( Artigos) por bahiaempauta em 06-03-2009 16:05

No rastro da crise econômica que atinge os EUA, expande-se a rede de supermercados Price Rite, que comercializa alimentos, material de higiene, limpeza e roupas a preços bastante reduzidos em relação a outras lojas do gênero. Frequentada até então pela classe media baixa, aposentados, afroamericanos e hispânicos, começa a mudar a paisagem. Já e possível identificar entre os habituais consumidores, sofisticadas senhoras fazendo compras. Mais um sinal de que as coisas por aqui estão mudando em velocidade impressionante.

Por: Rosane Santana, jornalista, de Boston (EUA)

mar
06

Postado em 06-03-2009 03:34

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Gentileza, delicadeza e charme, se você procurar, você acha.

Por Laura Tonhá

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