abr
13

Postado em 13-04-2010 15:42

Arquivado em ( Newsletter) por vitor em 13-04-2010 15:42

Jadwiga Kaczynska não sabe que um dos seus gémeos morreu sábado num acidente aéreo na cidade russa de Smolensk. A mãe de Lech e Jaroslaw Kaczynski, de 83 anos, encontra-se internada nos cuidados intensivos do hospital militar de Varsóvia, capital polaca, na sequência de problemas cardíacos e arteriais muito graves.

“Tendo em conta o seu estado de saúde, o seu filho Jaroslaw não quer que ela tenha conhecimento da morte de Lech”, declarou, à AFP, o porta-voz daquele hospital polaco, Piotr Dabrowiecki, acrescentando que a situação da idosa “é grave mas estacionária. Ela dorme e retoma a consciência de tempos a tempos”.

A saúde da mãe foi o que levou Jaroslaw a não ir com Lech. O chefe do Estado polaco seguia num avião Tupolev-157 com mais 95 pessoas que iam participar nas comemorações do 70.º aniversário da morte de 20 mil polacos às mãos dos soviéticos. O aparelho caiu na floresta de Katyn, o mesmo local onde há sete décadas ocorreram os fuzilamentos.

Lech e Jaroslaw falaram ao telefone meia-hora antes do acidente, disse à Ria Novosti Adam Bielan, eurodeputado polaco e membro do partido dos gémeos, o conservador Lei e Justiça. O ex-primeiro-ministro perguntou ao irmão se já tinha chegado ao destino, tendo ele respondido que ainda não, mas que não faltava muito.

A queda do aparelho é atribuida ao faco de o piloto ter ignorado os avisos meteorológicos feitos pelo controladores russos. Além do chefe do Estado polaco seguiam no avião os líderes dos quatro ramos das Forças Armadas da Polónia, o presidente do banco central e do comité olímpico, um ex-presidente, bispos, vários secretários de Estado, deputados e senadores e ainda a mulher de Lech, Maria Kaczynska, cujo corpo foi ontem identificado e só hoje chegará a Varsóvia.

O seu corpo e o do marido serão velados pelos polacos no palácio presidencial da capital , estando as cerimônias fúnebres previstas para sábado ou domingo. As autoridades estudam três lugares possíveis para o enterro: a catedral de São João, o cemitério de Powazki ou a catedral de Wawel, esta última na cidade de Cracóvia, onde repousam todos os reis e presidentes da Polónia.

O trauma sofrido por Jaroslaw pela morte do seu irmão gémeo “constitui um choque emocional muito maior do que entre irmãos que não são gémeos verdadeiros. É como se alguém lhe tivesse amputado um dos seus membros”, disse, à AFP, Witold Malinowski, da Universidade da Pomerânia.

( Com informações do portal TSF , de Portugal)

abr
13

Postado em 13-04-2010 12:16

Arquivado em ( Artigos, Ivan) por vitor em 13-04-2010 12:16

Wagner: complicações no horizonte

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Em sua coluna diária na Tribuna da Bahia o jornalista político Ivan de Carvalho segue em suas análises sobre as repentinas e complicadas manobras nas articulações de forças para a disputa do governo do Estado.

A grande reviravolta até aqui é, segundo o colunista, o que para muitos parece a inesperada inclusão do senador César Borges, presidente estadual do PR, na chapa majoritária encabeçada pelo deputado e ex-ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima, peemedebista candidato a governador, que causa desde o domingo grande impacto no meio político.

Na Bahia, de imediato, veremos o governador reformatar sua chapa, que tinha um lugar vago para o senador César Borges, diz Ivan no texto que Bahia em Pauta reproduz.
(VHS)

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OPINIÃO POLÍTICA
REFORMATAÇÃO SUCESSÓRIA

Ivan de Carvalho

A para muitos inesperada inclusão do senador César Borges, presidente estadual do PR, na chapa majoritária encabeçada pelo deputado e ex-ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima, peemedebista candidato a governador, causa desde o domingo grande impacto no meio político.
Na percepção praticamente geral dos políticos, especialmente nos segmentos parlamentares, a primeira grande conseqüência é a de que o ingresso do PR nas coligações lideradas pelo PMDB empurrará as eleições de governador e vice para uma decisão no segundo turno, contrariando a estratégia que o governador Jaques Wagner tentava montar, a de reeleger-se já no primeiro turno.
Ficando a decisão para o segundo turno, tem-se como certo que, se nele estiverem o governador e o ex-ministro Geddel Vieira Lima, o DEM, cujo presidente estadual e candidato a governador é o ex-governador Paulo Souto, apoiará Geddel. A alternativa de apoiar o candidato do PT está descartada.
Talvez não se possa dar como certo, mas pode-se estimar como quase certo que a recíproca será verdadeira. Se o segundo turno for disputado pelo governador Wagner e pelo ex-governador Paulo Souto, o PMDB e os partidos de sua coligação, incluindo o PR, apoiarão este último no segundo turno.
Este cenário baiano – do qual não pode ser excluído o Partido Verde, com seus candidatos a governador, deputado Luiz Bassuma e a senador, deputado Edson Duarte, cujas presenças reforçam a garantia de que haverá segundo turno – tem seus cruzamentos com a sucessão federal, na qual estará José Serra, da aliança PSDB-DEM-PPS e Dilma Rousseff, a candidata da aliança liderada pelo PT.

Mas isto é assunto para outra ocasião.Na Bahia, de imediato, veremos o governador reformatar sua chapa, que tinha um lugar vago para o senador César Borges. Há informações de que o ex-governador Waldir Pires estaria descartado para preencher a vaga. Uma hipótese em exame é o deslocamento do ex-governador Otto Alencar, do PP, da candidatura a vice, que já estava oficializada, para a disputa pelo Senado, permanecendo a deputada e ex-prefeita Lídice da Mata, do PSB, como candidata à outra cadeira em jogo na Câmara Alta. Neste caso, para candidato a vice-governador poderia entrar o presidente da Assembléia Legislativa, deputado Marcelo Nilo, que vem sendo sondado (eu até diria que foi convidado), não havendo ainda tomado a decisão.

Outra hipótese para a reformatação da chapa de Wagner seria simplesmente por na vaga antes reservada a César Borges o deputado Walter Pinheiro, do PT e ex-candidato a prefeito de Salvador. Registre-se, no entanto, que isto não é pacífico no PT. Se eleito senador, Pinheiro seria candidato natural petista a governador em 2014 e há no PT quem gosta e quem não gosta da idéia. O PT é um vespeiro.

Em tempo: 1) Há um esforço para que se forme na Assembléia um bloco integrado pelo PMDB e PR. Aí há uma boa dose de agonia, pois dos seis deputados estaduais republicanos, quatro têm apoiado o governo Wagner. 2) Está previsto para o dia 22 o lançamento oficial da candidatura do ex-prefeito de Feira de Santana, o democrata José Ronaldo, a senador na chapa de Paulo Souto. Falta apenas obter a garantia da presença de José Serra para confirmar a data do evento, que deverá ocorrer em Feira.

abr
13

Postado em 13-04-2010 11:05

Arquivado em ( Multimídia) por vitor em 13-04-2010 11:05


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“Roda Viva”, a música para começar o dia no Bahia em Pauta, não precisa de mais explicações alem do significado de sua própria letra.

Bom dia! É preciso recomeçar por maior que seja o golpe.

(VHS)

abr
12

Postado em 12-04-2010 22:36

Arquivado em ( Artigos, Vitor) por vitor em 12-04-2010 22:36

 

Dimas (2005)

Dimas e Marcia (2004)

Bahia em Pauta está de luto nesta segunda-feira.

Dor profunda pela perda de Dimas Josué Melo da Fonseca, moderador competente e dedicado e uma das pilastras humanas de sustentação desde seus primeiros dias. Um gigante de dedicação e generosidade, mas também de extrema competência técnica e doação , que sempre fez o BP caminhar e crescer, ajudando e estimulando a todos de sua equipe, a começar por este editor, mesmo tendo de enfrentar sofrimentos pessoais e limitações decorrentes do longo e delicado tratamento de saúde.

Dimas – engenheiro e auditor fiscal do estado da Bahia – morreu na manhã de hoje em sua residência, cercado de cuidados pela equipe médica que o atendia, e de amor, afeto e muita admiração de parentes e amigos. Ao lado da mulher e guerreira Marcia (também colaboradora deste blog) e dos filhos Natascha (médica) e Tiago (engenheiro). O enterro dos mais concorridos no Jardim da Saudade, no começo da noite chuvosa , foi outra demonstração comovente do quanto Dimas era querido e admirado.

No dia 11 de novembro, data em que Dimas fez 55 anos, Bahia em Pauta publicou que moderador era pouco para definir Dimas Josué da Fonseca. Pelo papel que cumpriu desde o começo, neste site-blog baiano de olho no mundo, ele foi um permanente pilar de sustentação, que possibilitou e estimulou progressos seguidos ao BP.

Repetimos, agora sem a sua presença: Dimas era pilar, no sentido mais literal do termo, ou em seu sentido definidor de um ser humano. Era uma figura estrutural, vertical, usada normalmente para receber os esforços de uma edificação e transferi-los para outros elementos, como as fundações. Na arquitetura, costuma estar associado ao sistema laje-viga-pilar.

Isso era Dimas em pessoa, o aniversariante que Bahia em Pauta homenageava naquela data e pranteia hoje nestas palavras de reconhecimento e gratidão. Mestre dos software e dos hardware, imbatível nos números e cálculos, sempre magnânimo, corajoso seguidor e arauto da ciência, leitor compulsivo e apreciador incansável de filmes e vídeos de ficção científica, vertical e ético sempre, amante da boa mesa, do vinho, da música, do mar.

BP disse no aniversário: “Dimas é ser inesgotável”. Não retira uma vírgula sobre esse gigante guerreiro no dia de sua morte e sepultamento. A ele, onde estiver agora , nosso tributo e nossos agradecimento, alem do compromisso deste site blog de ser fiel à sua memória e ensinamentos.

(Vitor Hugo Soares, em tributo pessoal e de todos os que fazem Bahia em Pauta)

abr
12

Postado em 12-04-2010 08:51

Arquivado em ( Artigos, Ivan) por vitor em 12-04-2010 08:51

Geddel e Cesar: a virada

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Em seu artigo desta segunda-feira de semana que promete pegar fogo na política, o jornalista Ivan de Carvalho comenta em sua coluna na Tribuna da Bahia, o fato mais relevante e surpreendente até aqui nos movimentos e articulações de chapas para a disputa sucessória no Estado: o senador Cesar Borges (PR) muda de rumo na hora H e abandona a aliança que o governador petista Jaques Wagner considerava praticamente fechada, para cair nos braços e no palanque do pre-candidato do PMDB a Ondina.O fato e suas presumíveis consequencias modelam o texto de Ivan. que Bahia em Pauta reproduz. (VHS)

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OPINIÃO POLÍTICA

Virada na sucessão

Ivan de Carvalho

Por que o senador César Borges, presidente estadual do PR, não vai integrar a chapa majoritária governista encabeçada pelo governador Jaques Wagner, como este queria? Não vai porque o PT – uma parte dos seus dirigentes e suas bancadas parlamentares, principalmente a estadual – quiseram tudo e nada se dispuseram a dar em troca. Numa negociação política, isto é impensável, inaceitável.
É verdade que a cúpula e os dirigentes do PT, ressalvados alguns setores simbolizados na pessoa do ex-governador Waldir Pires, não se opunham à participação do senador republicano na coligação para as eleições majoritárias. Isso já era ponto pacífico nas articulações do senador com o governador.
Mas ambos passaram a sofrer pressões de suas respectivas bases políticas. O governador via dirigentes do PT e suas bancadas parlamentares se oporem tenazmente à presença de petistas e republicanos nas mesmas coligações para as eleições proporcionais. O senador era legitimamente pressionado pelos deputados federais e estaduais de seu partido – dentre estes últimos, pelo menos três já apoiavam o governo estadual na Assembléia e a reeleição de Wagner – a colocar como condição imprescindível de uma aliança essas coligações proporcionais.
Mas o PT queria ter em sua chapa majoritária o senador-presidente do PR, os mais de dois minutos que este partido acrescentaria ao tempo de propaganda eleitoral gratuita dos governistas no rádio e televisão, o apoio dos parlamentares e da estrutura do PR, tudo isso sem dar nada em troca, a não ser um lugar na chapa de candidatos ao Senado. Explicando de outro modo: o PT não se dispunha ao menor sacrifício.
Resultado: perdeu. O PR oficializou em nota de sua Comissão Executiva Estadual a aliança com o PMDB – que atuou com perícia – e o apoio ao candidato a governador Geddel Vieira Lima. Serão feitas coligações com o PMDB para as eleições majoritárias e proporcionais. Os mais de dois minutos do PR no rádio e TV não ganhos pelo governismo vão para a aliança liderada pelo PMDB. Esse tempo, saindo de um lado em que quase já estivera para outro, representa uma “mudança” de aproximadamente cinco minutos.
Além disso, o impacto da decisão do PR, tanto no público quanto no meio político, é um dado fundamental neste momento e deverá produzir conseqüências muito relevantes imediatamente e também em um período mais amplo.
Das imediatas, destacam-se um evidente fortalecimento político e na percepção pública da candidatura de Geddel e a provável, porque lógica, necessidade dos deputados estaduais republicanos que vinham apoiando o governo de se reposicionarem na Assembléia Legislativa e a respeito da orientação eleitoral que repassam às suas bases no interior. Entre as conseqüências mediatas está o fortalecimento da aliança comandada pelo PMDB, sob diversos aspectos.
Quanto ao PT, terá que rearrumar a chapa majoritária, encontrando um substituto para César Borges. Walter Pinheiro ou Waldir Pires? Otto Alencar passa para candidato a senador? Mais um problema para o governador e seu partido. Mas os deputados do PT devem estar muito felizes, rindo para as paredes. Como gulosos trapalhões, embaraçaram seriamente a estratégia do governador Wagner, mas não terão que disputar cadeiras com os republicanos dentro das mesmas coligações proporcionais.
Geddel agora já pode anunciar sua chapa quando quiser

abr
11

Postado em 11-04-2010 22:26

Arquivado em ( Artigos, Eventuais) por vitor em 11-04-2010 22:26

Morro do Bumba, Niteroi: “então vem a chuva”

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CRÔNICA/TEMPO

OCEANOS E LÁGRIMAS

(UMA ORAÇÃO PRA QUEM NÃO SABE REZAR)

Diogo Tavares

Água é vida. É dela que vieram todos os seres vivos, começando com aqueles seres mononucleares de nossas aulas de biologia. É ela que representa mais de 70% do corpo humano. É por ela que o sertanejo reza olhando pra lavoura. Não, não se trata de água este texto. Nem de agricultura. Ou de seca. Se trata de vida e da perda dela. Há muito tempo escrevi um poema baseado num fato real, numa notícia de jornal, em que uma criança nordestina de cinco anos, diante de algo que nunca tinha visto na vida, pergunta:

“Mainha, o céu tá furado?”

Sim, era chuva. A chuva que lava calçadas e leva esperança ao sertão também revela os piores traços de nossa injustiça social.

Por mais surreal que pareça, vamos viajar no tempo e ver uma montanha de lixo, um lugar insalubre e utilizado como solução pelo imediatismo dos gestores públicos. Não, não um aterro sanitário como algumas emissoras de TV noticiaram, mas um imenso lixão, com detritos de toda espécie disputados por badameiros e urubus. E então este mesmo lixão é deixado de lado e esquecido, sendo ocupado depois por barracos, casebres e construções. Gente sem terra pra chamar de sua, transformando em chão a montanha de detritos. Depois, gente que comprou pelo que podia pagar um canto pra morar. E o chorume que brotava, e o mau cheiro que exalava, tudo compensava o preço a pagar por ter o mínimo nesse mundo de tanta gente sem nada.

Então vem a chuva e a água não negocia, não faz barganha, não poupa ninguém em seu caminho morro abaixo. Revira a terra, revela o podre, derruba aquilo que se construiu sobre a omissão, a ganância e a exploração do homem pelo homem. Transforma a morada transitória em morada final e segue alimentando oceanos e lágrimas.

Sim, porque oceanos e lágrimas são feitos praticamente da mesma matéria. Como são feitas das mesmas matérias nossas mazelas – e essa matéria não é água. Interditam-se casas, mudam-se famílias, fazem-se promessas que um dia ficarão submersas na lembrança como lixões que viram loteamentos. Mortos e vivos descansarão, em completo desrespeito à natureza e à vida. Os segundos levarão mais tempo do que os primeiros para saber que nós, seres humanos, também somos todos feitos da mesma matéria.

Diogo Tavares é jornalista e escritor

abr
11

O acidente com o avião presidencial da Polônia não foi causado por um problema técnico, segundo revelaram neste domingo as autoridades russas que investigam o caso, face às conclusões da análise das caixas negras do aparelho.

A Polónia foi abalada, no sábado, com o drama da queda de um avião Tupolev-154, perto de Smolensk, que provocou a morte dos seus 96 ocupantes, entre os quais se encontravam o presidente polaco Lech Kaczynsk, a sua esposa, e vários altos responsáveis do Estado polaco.

O portal português TSF assinala: os peritos russos e polacos iniciaram uma ação conjunta de investigação, num laboratório em Moscou, onde analisaram as duas caixas negras do avião encontradas no local da catástrofe.

Enquanto Varsóvia manteve o silêncio sobre a sua percepção das causas do acidente, os russos declararam, este domingo, excluir a existência de qualquer problema técnico com o avião, colocando de novo em causa a ação dos pilotos polacos.

«O registo que temos à nossa disposição confirma que não houve problemas técnicos com o avião», afirmou o chefe da comissão de inquérito russa Alexandre Bastrykine.

«O piloto foi informado das condições meteorológicas complicadas, mas não tomou a decisão de aterrar», explicou o investigador.

Os polacos pararam hoje ao meio-dia local para dois minutos de silêncio em homenagem às 96 vítimas do acidente de avião que sábado matou o presidente Lech Kaczynski, na Rússia.O país, que perdeu simultaneamente o presidente e numerosos altos dirigentes militares e políticos, iniciou hoje uma semana de luto nacional.

(Com informações do portal TSF, de Portugal)


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FEIO NÃO É BONITO
De Carlos Lyra e Gianfranceso Guarnieri, Feio Não é Bonito, porque tristeza é só o que se tem pra contar. ( Garimpo e sugestão de Gilson Nogueira)

Salve as belezas desse meu Brasil
Com seu passado e tradição
E salve o morro cheio de glória
Com as escolas que falam no samba
Da sua história
Feio, não é bonito
O morro existe
Mas pede pra se acabar
Canta, mas canta triste
Porque tristeza
E só o que se tem pra contar
Chora, mas chora rindo
Porque é valente
E nunca se deixa quebrar
Ah, ama, o morro ama
Um amor aflito, um amor bonito
Que pede outra história

abr
11

Postado em 11-04-2010 14:07

Arquivado em ( Newsletter) por vitor em 11-04-2010 14:07

Lula, Dilma e Geddel:palanque da vida

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Bahia em Pauta publica em seu espaço principal de notícia e opinião, a nota de Luiz Fontana, do Blogbar, postada mais cedo neste domingo na área de comentários deste site blog baiano de olho no mundo, a propósito de matéria sobre aos bastidores da sucessão baiana. BP agradece mais uma vez ao atento editor do indispensável Blogbar do Fontana. Confira.

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E por falar em Geddel

Janio de Freitas “premia” Geddel em seu artigo de hoje na Folha de S. Paulo que aborda a agressividade de Lula nos palanques da vida.

Aqui a transcrição da parte referente ao “diligente” político baiano:

________________________________

“O insulto de Lula aos ministros do Tribunal de Contas da União, acusados de “leviandade” por concluírem que Geddel Vieira Lima destinou à Bahia 65% das verbas de prevenção a calamidades, revela a responsabilidade maior do próprio Lula, no caso.
Seu nomeado para o rico Ministério da Integração Nacional, no segundo mandato, foi nada menos do que um “anão do Orçamento”, salvo da degola por um pedido de última hora de Luiz Eduardo Magalhães ao relator Roberto Magalhães. Durante o primeiro mandato de Lula, Geddel manteve-se contrário ao governo, mesmo como integrante do PMDB, e se dedicou a atividades que criaram um bordão em Brasília: “Geddel vai às compras”.
Por isso mesmo, o motivo de sua nomeação é ainda mais revelador. Foi parte do acordo para que o PMDB de Geddel apoiasse Jaques Wagner, incapaz de eleger-se ao governo baiano só com o PT. Muito ligado ao casal Jaques Wagner, Lula apoiou o acordo comprometendo a entrega de uma parte importante do governo, como o Ministério da Integração Nacional repleto de verbas e obras, na permuta eleitoral com um “anão do Orçamento”. Geddel tratou de usar o ministério para sua própria candidatura, a par, claro, de outras finalidades.
A leviandade, ou muito mais, está no Tribunal de Contas da União?”

abr
11

Postado em 11-04-2010 13:35

Arquivado em ( Newsletter) por vitor em 11-04-2010 13:35

Claudia: certificado e agradecimento mineiros

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O jornal Correio da Bahia destaca em sua edição online deste domingo, em meio a um mar de más notícias e desastres, que a cantora baiana Claudia Leite e seu público acabam de entrar para o livro dos recordes. Foi reconhecido oficialmente que a cantora realizou no ano passado o maior beijaço coletivo do mundo e recebeu agora o certificado do Guinness Book, o famoso livro dos recordes.

“Minas Gerais está no Guinness. Vocês estão satisfeitos?’, indagou a cantora durante entrevista coletiva em Belo Horizonte, pouco antes de se apresentar no Axé 2010. Segundo a própria cantora foram 8372 casais se beijando ao som do hit ‘Beijar na boca’. Um dia antes, na capital mineira, antes de se apresentar no estádio do Mineirão, a cantora Ivete Sangalo anunciara, também em coletiva, que vai participar de show para arrecadar fundos de ajuda às vítimas dos temporais no Rio de Janeiro.

Segundo o CB, em sua edição de hoje, com a apresentação que faz no Axé Brasil, Claudia Leite se derreteu pelos mineiros, que a ajudaram a bater o recorde mundial. ‘Espero que as pessoas se sintam energizadas. O que acontece aqui é muito forte, muito potente’, declarou a cantora, que deixou o filho Davi em casa para fazer o show. ‘Davi é muito esperto e fica ligado quando começo a me movimentar. Basta colocar maquiagem que ele sabe que eu vou sair’, entregou.

No vácuo aberto pela conterrânea Ivete, na véspera, outro assunto presente na entrevista foi o meio ambiente. Preocupada com as catástrofes climáticas que assolam o Brasil, Cláudia Leite chamou a atenção para o problema. “Estamos vivendo uma desordem climática, um período bizarro. As chuvas estão destruindo cidades muito próximas, Salvador e Rio de Janeiro’, disse a cantora.
(Com informações do Correio da Bahia e portal G1)

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