jun
13

Postado em 13-06-2010 14:57

Arquivado em ( Newsletter) por vitor em 13-06-2010 14:57

Felipão: regresso do guerreiro

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O brasileiro Luiz Felipe Scolari, ex-treinador da seleção portuguêsa, é o novo treinador do Palmeiras. O contrato , válido até ao final de 2012, será assinado no dia 15 de julho, segundo um comunicado da assessoria de imprensa do técnico. A informação é a manchete da hora no portal português TSF.

O treinador brasileiro conversou nos últimos dias com o vice-presidente do Palmeiras, Gilberto Cipullo, tendo comunicado este domingo, por telefone, o acordo para assinar contrato.

Luiz Felipe Scolari, que levou Portugal à final do Campeonato da Europa de 2004 e ainda às semi-finais do Mundial de 2006, na Alemanha, regressa ao Palmeiras e ao seu país.

Pelo Palmeiras, de 1997 a 2000, Scolari conquistou a Taça do Brasil, a Taça Mercosul e Taça dos Libertadores. Chegou ainda à final dos campeonatos Brasileiro e Paulista, da Taça Mercosul e da Taça dos Libertadores.

Scolari trabalhou também no Chelsea, depois de sair da selecção portuguesa após o Europeu de 2008, e, na última época, treinou o Bunyuodkor, garantindo o título da liga do Uzbequistão, com 27 vitórias e três empates.

(Informações do portal europeu TSF )

jun
13

Postado em 13-06-2010 14:15

Arquivado em ( Artigos, Regina) por vitor em 13-06-2010 14:15

Chloe, a aniversariante…

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CRÔNICA/SENTIMENTOS

Chloe, na flor da idade

Regina Soares

Ser avó tem lá seu lado positivo. Não estou falando do que já é conhecido: a gente ama, mostra, faz todas as vontades, mas na hora do chega pra cá não é conosco. Estou me referindo àquela sensação gostosa de ver o desdobramento da célula mater se multiplicando e a gente se reconhecendo em cada uma. Sinto um amor todo especial por minha neta, diferente do que sinto por meus filhos.

Chloe Isabella está celebrando 15 anos de linda existência nesse nosso conturbado planeta. Se revelou uma benção para nós todos que temos o privilégio de tê-la na nossa familia. Meiga, carinhosa super inteligente, ativa, sociável, tem tudo para apostar na vida e ganhar.

Na nossa cultura, 15 anos é um marco que separa a infância da juventude. Abre as portas para um mundo novo onde o núcleo familiar diminue enquanto o grupo social aumenta com a entrada dos amigos. Chloe teve a benção de viver esses anos em um lugar paradisíaco, Fort Bragg, CA no condado de Mendocino, rodeada pela espetacular beleza natural da floresta de Redwoods do Norte da California e o Oceano Pacífico.

Quando chegou ao Brasil de visita, Chloe parecia que ali havia nascido, se sentiu em casa,completamente a vontade, e deixou seu pequeno coração no Porto da Barra, fazendo-me jurar que ali voltaria a passar mais tempo e conhecer melhor.

Senhor do Bomfim & Santo Antonio, nossos padroeiros, que me ajudem a cumprir a promessa e a desfrutar de muitos mais anos ao lado dessa preciosa criatura.

HAPPY BIRTHDAY CHLOE!!!!!!!!!!!

Para ela, “Menina moça”,de Miltinho, uma canção do tempo da sua vó, mas que ainda vale:

Regina Soares, advogada, mora em Belmont, na área da Baia de San Francisco, Califórnia.

jun
12

Postado em 12-06-2010 17:38

Arquivado em ( Multimídia) por vitor em 12-06-2010 17:38


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Green: um gol de fazer inveja aos maiores frangueiros do mundo.

(VHS )

jun
12

Postado em 12-06-2010 17:19

Arquivado em ( Artigos, Claudio) por vitor em 12-06-2010 17:19

DEU NO TERRA ( POLÍTICA 2010 )

Claudio Leal

Direto de Brasília

Na celebração da aliança com o PMDB, que escolheu Michel Temer para a vice na chapa governista, a pré-candidata do PT à presidência, Dilma Rousseff, usou a memória do emedebista Ulysses Guimarães para desarmar os ataques do PSDB e defender a democracia no Brasil. A petista citou um lema de Ulysses na campanha da anticandidatura de 1973, “Navegar é preciso”, e atacou: “Foi a democracia que nos trouxe aqui… Nós vamos defendê-la com todo o coração dos nossos inimigos… Vamos defender a democracia também dos seus inimigos, os seus maiores inimigos: a mentira, a manipulação, a falsidade! Vamos defender a democracia com a verdade que ilumina”.

“Ulysses se lançou anticandidato contra a ditadura, valendo-se da sua coragem… ‘Navegar é preciso’, esse verso de Ulysses mostrava que, sobretudo, mesmo quando a esperança é pequena, a coragem das pessoas tem que levá-la a lutar”, completou a pré-candidata, que se vinculou ao MDB no combate à repressão política. (Originalmente, a frase “Navegar é preciso, viver não é preciso” é do líder romano Pompeu).

Dilma invocou Tancredo Neves e afagou o senador Pedro Simon, outra liderança da redemocratização do País. A referência a Simon foi maior do que a dedicada ao ex-presidente José Sarney, prócer da Arena na ditadura militar, merecedor de um rápido elogio. Simon apoiou, no PMDB, a pré-candidatura de Roberto Requião.

Do púlpito da convenção do PMDB, a petista elogiou a escolha de Michel Temer para a sua vice, definindo-o “como portador da vocação democrática do PMDB”. “(Michel) sintetiza a força democrática do partido que ele ajudou a construir. Ele sabe ouvir. E saber ouvir é muito importante. Como diz o presidente Lula, muitas vezes ouvir é melhor do que falar”.

Outro eixo do discurso não é novidade: a defesa do governo Lula, principalmente na condução da economia brasileira durante a crise financeira mundial. “Nós pagamos a dívida externa, algo que jamais acreditavam que nós faríamos, com a distribuição de renda que criou condições para dar ascensão social”. Segundo ela, “o PMDB e o PT se unem mais uma vez para fazer história. Isso significa avançar de maneira mais sólida com nossa aliança pelo Brasil”.

No encerramento do discurso, uma paráfrase de Ulysses Guimarães: “Para nós, navegar é sempre preciso”. E veio o hino nacional.

Mais notícias de eleições presidenciais »
Terra -Eleições 2010

http://noticias.terra.com.br/eleicoes

jun
12

Postado em 12-06-2010 14:13

Arquivado em ( Newsletter) por vitor em 12-06-2010 14:13

Jogo duro na Convenção

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DEU NO IG (ÚLTIMO SEGUNDO)

Confirmado hoje como o candidato do PSDB ao Palácio do Planalto, o ex-governador de São Paulo José Serra deu uma nova linha ao seu discurso e subiu o tom em relação ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em uma fala entusiasmada durante a convenção nacional do PSDB, em Salvador, Serra lembrou o escândalo do mensalão, atacou a gestão de recursos públicos, a política externa do governo e o corporativismo na administração federal.

O tucano continuou evitando citar diretamente o nome de Lula, como fez desde o início do período de pré-campanha. Mas, dessa vez, chegou bem mais perto do ataque direto ao presidente, ao compará-lo ao absolutista francês Luís XIV, a quem é atribuída a frase “O Estado sou eu”. “O tempo dos chefes de governo que acreditavam personificar o Estado ficou pra trás há mais de 300 anos. Luís XIV achava que o estado era ele. Nas democracias e no Brasil, não há lugar para luíses assim”, afirmou.

O tema do Estado forte causou polêmica em fevereiro deste ano, quando o PT preparava diretrizes do programa de governo da ex-ministra Dilma Rousseff, rival de Serra na corrida presidencial. Após o vazamento do texto, que seria apresentado no 4º Congresso Nacional, tanto Dilma quanto Lula decidiram endossar a tese do fortalecimento do Estado.

Os ataques de Serra, entretanto, não se limitaram a esse tema. O tucano agradeceu a indicação para disputar o Planalto, defendeu a liberdade de imprensa e voltou a criticar Lula ao falar sobre o relacionamento com comandantes de regimes ditatoriais. “Não fica bem elogiar continuamente ditadores de todo o planeta só porque esses ditadores são aliados do atual governo”, disse o ex-governador.

Serra também condenou a presença de sindicalistas no atual governo. “Acredito na liberdade de organização social, que trabalhadores e setores da sociedade se agrupem para defender interesses legítimos, não para que suas entidades sirvam como correia de transmissão de esquemas de poder”, disse. “Organizações pelegas e sustentadas com dinheiro público devem ser vistas como são de fato: anomalias”, completou.

Serra voltou a declarar que não tem “patotas corporativas”. Ao falar sobre a importância do Congresso, provocou mais uma vez: “O que o Congresso não pode ser é uma arena de mensalões, compra de voto e silêncios”, disse, numa referência à maior crise política vivida pelo governo Lula, em 2005.

LEIA MAIS NO IG

( http://ultimosegundo.ig.com.br/eleicoes )

jun
12

Postado em 12-06-2010 13:12

Arquivado em ( Multimídia) por vitor em 12-06-2010 13:12


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Argentina 1 x 0 Nigéria. O placar é pequeno mas foi grande o jogo em Joanesburgo. “Nada en vano, todo en vino”.
Bebamos então com os de Maradona.

(VHS)

jun
12

Postado em 12-06-2010 09:44

Arquivado em ( Artigos, Ivan) por vitor em 12-06-2010 09:44

Serra: impacto político na Bahia

O jornalista político Ivan de Carvalho registra em seu artigo deste sábado, na Tribuna da Bahia, que a realização da convenção nacional do PSDB neste sábado em Salvador, é um gesto de forte conteúdo político como sinalização ao Nordeste no sentido de que terá grande importância num eventual governo de José Serra. Para o colunista, isso criou preocupação no lado governista, razão pela qual montou-se claramente uma operação que envolveu o presidente Lula e o governador Jaques Wagner, no sentido de neutralizar, tanto quanto possível, o impacto político da opção de localização da convenção de formalização da candidatura de Serra. Bahia em Pauta reproduz o texto.

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OPINIÃO POLÍTICA

As convenções de hoje na Bahia

Ivan de Carvalho

O candidato da coligação DEM-PSDB a governador da Bahia, Paulo Souto, disse ontem que seu partido, o Democratas, poderá sair de sua convenção, a realizar-se no começo da manhã, com chapa completa para as eleições majoritárias, mas ele não considera isto essencial, pois a convenção poderá dar uma delegação à direção partidária para escolher o nome que ontem não estava definido – o de um dos dois candidatos a senador.

A coligação DEM-PSDB tem definidos há algum tempo os nomes do ex-governador Paulo Souto para governador, do ex-governador Nilo Coelho para vice-governador e do ex-prefeito de Feira de Santana, José Ronaldo, para uma das duas cadeiras de senador em disputa.

Paulo Souto, presidente estadual do DEM, conversava com o apresentador Mário Kertész, em programa da Rádio Metrópole, na manhã de ontem. Paulo Souto disse ainda que, na convenção nacional do PSDB também pode não haver o anúncio de um nome para vice-presidente na chapa de José Serra e considerou que, como no caso baiano, o anúncio do candidato a vice na convenção de hoje não é essencial.

A coligação PSDB-DEM e que vai incorporar também o PPS e o PTB, pelo menos (entre partidos exprerssivos), não tinha até ontem uma escolha conhecida de candidato a vice-presidente da República. O candidato a presidente, ex-governador paulista José Serra, parecia, nos últimos dias, admitir um anúncio do vice posterior à convenção.

É importante que a convenção de lançamento do principal candidato de oposição a presidente da República se realize na Bahia, um estado inserido na região Nordeste do país, onde o governo e sua candidata Dilma Rousseff têm grande vantagem nas pesquisas eleitorais.

O gesto, de forte conteúdo político como sinalização ao Nordeste no sentido de que terá grande importância num eventual governo de Serra, criou preocupação no lado governista, razão pela qual montou-se claramente uma operação que envolveu o presidente Lula e o governador Jaques Wagner, no sentido de neutralizar, tanto quanto possível, o impacto político da opção de localização da convenção de formalização da candidatura de Serra.

O lado mais notório dessa operação foi a visita à Bahia, na quinta-feira (antevéspera da convenção tucana), do presidente Lula, para a inauguração de reforma do Palácio Rio Branco e um monte de promessas, entre elas a de dinheiro para recuperação e revitalização do Pelourinho.

Misteriosos foram os caminhos que juntaram, numa só área de Salvador, a Barra, no mesmo dia, a convenção que lançará Serra e a Marcha para Jesus, uma iniciativa da Igreja Renascer, que deverá reunir uma enorme multidão (convém não citar números antecipadamente). A convenção, como tantos eventos dessa natureza, tem uma afluência humana bem menor – são esperadas cinco a seis mil pessoas. Os tucanos farão a convenção no Clube Espanhol na parte da manhã, com previsão de conclusão até as 13:30 horas, aproximadamente. A Marcha para Jesus tem previsão de começar às 14 horas. O difícil é saber se há aí política de Deus ou política dos homens – o casal fundador da Renascer já fez oração pela campanha de Dilma em presença da candidata.

jun
12

Postado em 12-06-2010 00:40

Arquivado em ( Multimídia) por vitor em 12-06-2010 00:40


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BOA NOITE!!!

jun
12

Postado em 12-06-2010 00:31

Arquivado em ( Newsletter) por vitor em 12-06-2010 00:31


Torrado, do México, e Teko, da África, no ballet em disputa da jabulani no jogo de abertura da Copa. Beleza. pura! Foto Themba Hadebe, AP)

jun
11

Postado em 11-06-2010 23:19

Arquivado em ( Artigos, Vitor) por vitor em 11-06-2010 23:19

Lula com Wagner: sinalizações na chegada

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ARTIGO DA SEMANA

NUNCA ANTES NA HISTÓRIA…

Vitor Hugo Soares

Até onde a memória e a vista alcançam, salvo por um improvável equívoco histórico referente a passado bem mais remoto, é possível dizer ao estilo do atual ocupante do Palácio do Planalto em trajetória de despedida: nunca, na história deste País, um presidente pisou tanto o solo da Bahia, no exercício do poder, quanto o atual.

Na última quinta-feira, em plena fase de preparativos e mobilização para a convenção nacional do PSDB que vai homologar, neste fim de semana, o nome de José Serra como candidato à presidência da República nas eleições de outubro, eis que Luis Inácio Lula da Silva, em novo périplo pelo Nordeste, desceu do avião em sua quase improvisada trigésima visita ao estado.

“Amaldiçoado quem pensar mal dessas coisas”, diriam os elegantes pensadores franceses sobre seus políticos e governantes de antigamente. O certo é que tucanos e democratas no Brasil atual não encontram motivos para tanta amabilidade. Principalmente aqueles que viram as imagens de Lula descendo a escada do avião abraçado com o governador petista Jaques Wagner, pré-candidato a permanecer no Palácio de Ondina por mais quatro anos.

Ainda mais quando o desembarque e o apoio presidencial explícito acontecem no momento em que os adeptos do DEM igualmente preparam faixas, coloridas bandeirolas juninas e enchem balões de gás. Motivo: uma festiva convenção estadual homologará também, neste fim de semana, a escolha do ex-governador Paulo Souto – em franca subida nas pesquisas mais recentes – , candidato do carlismo e do tucanato baianos para tentar barrar o sonho petista de manter Wagner no comando do governo e da política estaduais.

Desta vez uma surpresa (ou não?), na visita do presidente ao centro histórico da cidade, tombado pela Unesco como Patrimônio da Humanidade. Antigo diamante da coroa do carlismo, o Pelourinho é motivo de bafafá cultural e de severas críticas administrativas aos governos de Lula e de Wagner, em razão do abandono que a área amarga atualmente. Uma das mais demolidoras e recentes partiu de Caetano Veloso, no seu texto de estréia como cronista do jornal O Globo, em maio passado.

Quinta –feira, “carregando um saco de bondades”, como ironizou um jornal local, Lula precisou dividir o foco de interesse e de atenção dos soteropolitanos com as imagens que chegavam direto da África do Sul, na transmissão do show de pré-abertura da Copa. O bispo anglicano e Nobel da Paz, Desmond Tuto, fazia a vibrante saudação aos visitantes dos países da Copa e ao líder revolucionário Nelson Mandela – que Lula comparou à pré-candidata Dilma Rousseff em recente e ainda polêmico programa de propaganda política na televisão.

Sem a famosa batina, vestido de torcedor dos Bafana Bafana, Tutu em sua fala mexia com as emoções do povo do Pelô – área onde há décadas o bispo fizera empolgante pregação pela paz, solidariedade entre os povos e contra o racismo em seu país. O ato político, social e religioso terminou com a multidão presente cantando em coro a magnífica “Oração pela libertação da África do Sul”, de Gilberto Gil.

Aparentemente, sem se importar muito com a concorrência e sem reclamar do bispo, Lula abriu o seu “pacote” para a Bahia na Praça Municipal, acompanhado do aliado Jaques Wagner, certo da audiência política na terra onde tem obtido os mais acachapantes índices de votos nas mais recentes eleições que disputou, e onde seu governo segue superando a barreira dos 80% de aprovação nas pesquisas de opinião.

Não perdeu a viagem. Aproveitou a assinatura de convênios e anunciou recursos já liberados – outros em promessas – destinados à obras de restauração no combalido Pelourinho, para dar o recado político nesta nova e meteórica visita, às vésperas do candidato José Serra desembarcar para festa nacional dos tucanos, extensivo aos ouvidos sensíveis dos carlistas do DEM em preparativos, também, para a festa em torno de Paulo Souto.

“Não vamos recuperar (o Pelourinho), tocando de lá os pobres. Vamos recuperar junto com eles. Não é para tirar o pobre e mandar para 300 quilômetros de distância e colocar lá (na área histórica tombada e restaurada) o escritório de alguma pessoa rica”, disse Lula; mexendo em calos do DEM da Bahia.

Na despedida do público que o aplaudia na praça, mais uma demonstração da intimidade com o estilo baiano de fazer política, desta vez envolvendo a figura da primeira dama, Maria Letícia: ”Tenho que ir embora para Brasília, pois tenho uma galega lá me esperando, e ela é brava, já telefonou três vezes aqui para mim.

Antonio Carlos Magalhães não faria melhor. Mas, quem sabe, neste fim de semana Serra e Paulo Souto consigam.

Vitor Hugo Soares é jornalista. E-mail: vitor_soares@terra.com.br

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