ago
27

Postado em 27-08-2009 18:21

Arquivado em ( Newsletter) por vitor em 27-08-2009 18:21

O jornalista Arthur Andrade, editor do site da NAVII, manda por e-mail a seguinte informação que deixou todo mundo à bordo do barco baiano do Bahia em Pauta feliz e cheio de si
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“O Bahia em Pauta é um dos preferidos dos advogados antenados no que há de melhor no noticiário web da cidade.
No lançamento do projeto do blog do advogado Dinailton Oliveira, no último dia 20, o Bahia em Pauta foi apresentado como exemplo de blog competente e sério, um dos melhores do segmento. Observação mais que merecida para quem faz jornalismo com a experiência e a ética de Vitor Hugo Soares.
Parabéns pra toda equipe do Bahia em Pauta”.
Arthur Andrade -Jornalista
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Em tempo: o editor de BP agradece pela parte que lhe toca na mensagem de Arthur, que, diga-se a bem da verdade, tem muito a ver também com a criação deste site-blog.

ago
27

Postado em 27-08-2009 17:41

Arquivado em ( Newsletter) por vitor em 27-08-2009 17:41

Convite Verde
marina

Deu no blog:

O jornalista Claudio Humberto publicou em seu blog nesta quarta-feira, 26, a seguinte nota:

O Partido Verde começou a distribuir nesta quarta-feira, inclusive pela internet, os convites para a festa de filiação da senadora Marina Silva, pré-candidata a presidente. No convite, ilustrado por logomarca muito bonita, cuja autoria não foi divulgada, o PV conclama: “Está na hora do Brasil se sustentar de outro jeito. Socialmente, economicamente, politicamente, ambientalmente, humanamente. O Brasil está chamando: Vem, Marina!”

ago
27

Postado em 27-08-2009 11:03

Arquivado em ( Multimídia) por vitor em 27-08-2009 11:03


A música para começar o dia nesta quinta-feira da penúltima semana de agosto de 2009 é “Tudo outra Vez”, de Belchior. Simples assim, sem maiores explicações, por absolutamente desnecessárias. Tudo mais está dito na letra e interpretação do notável artista cearense. Confira.
(Vitor Hugo Soares)

ago
27

Postado em 27-08-2009 10:45

Arquivado em ( Artigos, Eventuais, Newsletter) por vitor em 27-08-2009 10:45

Belch
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Deu em Terra Magazine:

A revista digital Terra Magazine publica nesta quinta-feira (27) mais um belo e contundente artigo do músico e produtor baiano Paquito sobre querelas do Brasil na relação com seus ídolos e artistas. Texto que empolga não só pela forma e estilo sempre agradáveis de ler, por mais duro que seja o tema, mas principalmente pelo conteúdo que faz pensar, mesmo a quem não gosta muito disso.

Paquito olha de sua janela de ampla visão em Salvador e constrói texto de primeira linha, entitulado “Belchior das canções”, a partir da notícia no Fantástico, da Rede Globo, sobre o desaparecimento do compositor cerarense , autor de algumas das composições mais notáveis surgidas na MPB na últimas décadas. “Aquele que dizia ser um rapaz latino-americano sem dinheiro no banco, sem parentes importantes, e vindo do interior. Dizem que apareceu num show de Tom Zé, ainda este ano, mas, depois, não foi mais visto”, diz o músico baiano na abertura do artigo.

Bahia em Pauta não resiste e reproduz o texto na íntegra, pedindo perdão antecipadamente ao editor chefe de TM, Bob Fernandes, pela “apropriação” sem prévia autorização. Mas não dava para esperar.

Confira

(Vitor Hugo Soares)
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ARTIGO/MÚSICA

BELCHIOR DAS CANÇÕES

Paquito

Deu no Fantástico: Belchior sumiu. Para os mais novos, que não o conhecem das canções, ou sabem das canções, mas não sabem que são dele: Belchior, o cantor-compositor cearense sumiu. Aquele que dizia ser um rapaz latino-americano sem dinheiro no banco, sem parentes importantes, e vindo do interior. Dizem que apareceu num show de Tom Zé, ainda este ano, mas, depois, não foi mais visto.

Há dois anos, a ex-mulher não tem notícias, dois carros seus estão abandonados ou, pelo menos, estacionados sem que ninguém os reclame. Deixou dívidas. Eu nem vi a matéria na TV, peguei na página do portal Terra e pensei: Belchior já tinha sumido de nós há mais tempo. Não se falava dele nos jornais, na Internet, no que se chama a grande mídia. Precisou sumir pra que se falasse dele. Até parece história das presentes em suas letras, “feito aquela gente honesta, boa e comovida/ que caminha para a morte/ pensando em vencer na vida”.

Provavelmente, vão dizer que foi uma vítima do Sistema, será feito um documentário, e aparecerão os doutos dizendo que ele era um gênio incompreendido. Talvez elucidem o mistério, talvez não. Talvez a razão do sumiço seja bem prosaica, distante do nosso entendimento.

No entanto, suas canções, bem maior de um compositor, estão vivas e presentes na memória dos brasileiros que o ouviram cantar, e viam aquele hippie de vasto bigode, lirismo triste e combativo, e versos incomuns. Se alguém, de repente, começa a cantarolar “não quero lhe falar, meu grande amor/ das coisas que aprendi nos discos/ quero lhe contar como vivi/ e o que aconteceu comigo…”, é impossível não se lembrar da interpretação de Elis Regina, e de como aquela gravação se tornou um standard da música brasileira. As cantoras que vieram bem depois de Elis, como Daniela Mercury, gostam de cantá-la pra chegar perto do modelo de cantora que é Elis.

Tanto que há uma historinha que diz que Sandy, em uma data familiar, escolheu cantar, em homenagem aos pais, Como nossos pais, que é o título desta canção de Belchior. Imagino Sandy se dando conta do que diz a letra da música, no momento mesmo em que está cantando: “minha dor é perceber que apesar de termos feitos tudo que fizemos/ ainda somos os mesmos e vivemos/como nossos pais”.

A música de Belchior é a notícia mesmo de que o sonho havia acabado, contrapondo-se inteligentemente à alegria tropicalista: “nada é divino, nada é maravilhoso/ ao vivo é muito pior”. Há uma urgência em seus versos, e na sua interpretação angustiada, sanguínea, sensual, quase falada: “quando eu cantar/ quero ficar molhado de suor/ e, por favor, não vá pensar que é só a luz do refletor”.

E há – por que não? – uma nostalgia como no subtítulo de Mucuripe, “jovem também sente saudade”. A sessão de cinema das cinco, a camisa toda suja de batom. E uma canção alegre, Medo de avião, releitura de I wanna hold your hand, dos Beatles, e que ganhou uma outra melodia de Gilberto Gil, também bonita.

Estou lembrando dos versos e ouvindo as canções aqui na minha rádio-cabeça, aos pedaços, e tendo bem presente os instantes em que, adolescente, ficava fascinado por um verso que dizia “eu quero é que este canto torto feito faca corte a carne de vocês”. Há uns cinco anos, vi Belchior cantando essa música no programa Altas horas, junto com o Los Hermanos.

Das canções cujas letras ganham versões maliciosas e populares tem aquela que diz “aí um analista me comeu”, em vez de “aí um analista amigo meu”, que é a letra original. É engraçado, e não é pouco. Caymmi uma vez disse que seu sonho era ser um autor de algo que se perdesse no meio do povo. Aconteceu com ele, e, de certa maneira, com Belchior.

Esse texto não é e nem pretende ser um necrológio, pois não se sabe se Belchior morreu. Ele só sumiu, ou sumiu só. Mas eu sei onde ele anda: em suas canções imorredouras, vivas, presentes e, ainda e sempre, urgentes. Além, no Corcovado, quem abre os braços, é Belchior. Copacabana, o mar, as borboletas pousando entre as flores do asfalto, são Belchior, talvez cansado de nós, repousado de nós, infinito de nós.

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LEIA EM TERRA MAGAZINE: (http://terramagazine.terra.com.br)

ago
27

Postado em 27-08-2009 09:54

Arquivado em ( Newsletter) por vitor em 27-08-2009 09:54

Câmara: um dia os quadrilheiros
ccj
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Deu no jornal:

O jornalista Gilson Nogueira, colaborador dos mais atentos e ágeis deste site-blog, manda por e-mail notícia recolhida em O Globo, sobre o mutirão que funciona a todo vapor na Comissão de Constituição de Justiça (CCJ) da Câmara, dedicado “a aprovar polêmicos e discutíveis projetos que criam datas em homenagem às mais diferentes causas”, mesmo as mais ridículas, que só indicam falta enorme do que fazer, pelo menos em termo de interesse público.

Segundo a matéria de O Globo, desde a semana passada, a CCJ vota essas propostas e, na última quinta-feira, aprovou nada menos que 45 projetos desse tipo. Nesta quinta (27), mais 12 serão discutidos.

Entre os aprovados, estão: Dia Nacional do Macarrão, Dia dos Trabalhadores em Massas Alimentícias, Dia do Motorista de Ambulância, Dia da Parteira Tradicional, Dia do Calcário Agrícola, Dia do Tambor de Crioula e o Dia Nacional das Hemoglobinopatias, entre dezenas. Hoje ainda podem ser criadas datas em homenagem ao reggae, ao vitiligo, ao milho, à visibilidade lésbica, ao poeta. Há proposta para o Dia do Quadrilheiro (em relação à dança tradicional junina no Nordeste) e o Dia da Consciência do Estresse.

Assinala o jornal carioca:

Este tipo de projeto é terminativo na CCJ, ou seja, não passa pelo plenário e segue para o Senado. Nesta quarta-feira, com a pauta cheia, a CCJ debateu por duas horas a criação do Dia Nacional do Jogo Limpo contra o Doping nos Esportes e a aprovação do Dia Nacional do Evangélico.

– Viramos câmara de vereadores. Com tantas questões importantes a serem debatidas! – reclamou Antônio Carlos Biscaia (PT-RJ).

– Não estamos aqui debatendo o dia do boné. É o Dia do Evangélico. O Estado é laico, mas o povo não, e aqui é a Casa do povo – justificou Jorginho Maluly (DEM-SP).

Autor da proposta de se criar o Dia do Macarrão, Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR) argumentou que em todo o mundo esse prato foi amplamente consumido, e lembrou que o produto atende à dieta nutritiva e saudável. O parlamentar escolheu o 25 de outubro porque é nesta data que as empresas produtoras distribuem macarrão a entidades beneficentes.

E segue a banda na mesma marcha…

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LEIA INTEGRA EM O GLOBO

ago
26

Postado em 26-08-2009 22:12

Arquivado em ( Multimídia) por vitor em 26-08-2009 22:12


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Solte o nó da gravata ou, se for seu caso, desate o sutiã, chute o balde (o de gelo, não, por favor, que pode estragar sua festa), tire os sapatos, com ou sem salto, e lance-os longe, até á cortina, se der. Agora, relaxe, relaxe, mesmo, ouvindo Dick e La Bengell, cantando Você, de Menescal e Bôscoli. Afinal, a noite chega e pede Bossa, muita Bossa, na Bahia de Todas as Novas, para aliviar tensões de mais um dia de trabalho. Na dúvida, fique como está, contanto que você, homem ou mulher, sinta-se despido(a) de qualquer vaidade. A vida é bela.Vale a pena acreditar nisso!

(Gilson Nogueira
, jornalista)

ago
26

Postado em 26-08-2009 18:22

Arquivado em ( Multimídia, Newsletter) por vitor em 26-08-2009 18:22


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Elza Soares é desde a manhã desta quarta-feira, 26, a mais nova cidadã honorária de Salvador. Recebeu, finalmente, da Câmara Muncipal, o título mais que merecido por esta notável cantora com recursos vocais e interpretativos dignos das maiores divas brasileiras do samba, ou mundiais, do jazz. Há muito os baianos tinham a carioca de todas as preferências, como uma das suas honorárias, pois sempre foi das maiores e melhores divulgadoras da música da terra. Nesta quinta-feira, a mais nova soteropolitana demonstrará todo o seu talento e versatilidade, mais uma vez, na participação especial que fará na abertura do projeto 10 anos de Jam no Museu de Arte Moderna -MAM. Talento profissional e improviso, em cenário baiano mais que apropriado para Elza, mesmo sem ensaio, arrasar mais uma vez por aqui, interpretando clássicos do samba e do jazz. Confira um deles, Aquarela Brasileira – uma raridadena gravada por Elza em 1973, música para terminar o dia no Bahia em Pauta.

Viva Elza!

(Postado por: Vitor Hugo Soares)

ago
26

Postado em 26-08-2009 13:53

Arquivado em ( Newsletter) por vitor em 26-08-2009 13:53

Melaine em reabilitação…
atriz
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A consagrada atriz americana Melanie Griffith, casada há 12 anos com o ator espanhol Antonio banderas, deu entrada em um centro de reabilitação de viciados em drogas, como parte de um “plano rotineiro” para “manter-se sã”, segundo declarou seu agente à revista de celebridades People.

A edição on-line do jornal El Mundo , de Madri, assinala que segundo informações recolhidas por Poeple , a intérprete, de 52 anos, está no Centro de Reabilitação Cirque Lodge, em Utah. Revela, também, que esta é a terceira vez que Griffith ingressa em um centro com estas características, nos últimos anos.

Segundo informa  “El Mundo”, os problemas com as drogas e o álcool levaram a popular intérprete de filmes como ‘Two Much’ (1995) e ‘Lolita’ (1997) a ser internada na clínica Hazelden (Minesota) em 1988.
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…tem apoio de Banderas
Melband
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VICIADA EM FÁRMACOS – Em 2000 Melaine publicou um comunicado no qual assegurava que buscava tratamento para seu vício no consumo de certos fármacos. “Meu médico me recomendou o Hospital Daniel Freeman (Marina del Rey, California) para largar a medicação com receitas que tomava para uma lesão no pescoço”, disse a atriz na época..

Griffith, candidata ao Oscar de melhor atriz  por ‘Working Girl’ (1988), que recentemente atuou também em “Uma Secretária de Futuro”, escrevou termpos atrás em sua própria página da Internet que “sobrepor-se ao vício é duro mas resulta mais fácil se se tem alguém que ofereça seu apoio”. “Meu marido (Banderas) e minha família me apoiaram muito nesta viagem e continuam fazendo-o”, acrescentou.

( Texto publicado no jornal El Mundo, traduzido por Vitor Hugo Soares)

ago
26

Postado em 26-08-2009 10:34

Arquivado em ( Newsletter) por vitor em 26-08-2009 10:34

Edward Kennedy: perda democrata
Ed
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John, Bob e Ted: partiram os tres grandes dos Kennedy
kennedy

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Deu no jornal Público, de Lisboa, sobre a morte de Edward Kennedy

A notícia da morte do senador Edward Kennedy chega no momento em que uma luta de poder parece debilitar a visão democrata daquilo a que ele chamava “a causa da minha vida”: dar a todos os norte-americanos cobertura num sistema de saúde que eles possam pagar.

Depois de décadas a preparar o terreno um novo sistema de cuidados de saúde, Kennedy, que morreu terça-feira aos 77 anos, foi obrigado a desempenhar um papel limitado no combate, para fazer avançar esta legislação, desde que lhe foi diagnosticado um cancer no cérebro, em maio. Mas, apesar de ter estado afastado do Congresso a maior parte do ano, Kennedy, um dos mais eficazes legisladores da história dos EUA, conseguiu ajudar a escrever uma versão inicial da lei.

Entre tratamentos de quimioterapia, permaneceu em contacto, o melhor que podia, com colegas e com o presidente Barack Obama, a quem pediu que fizesse da reforma da saúde a sua prioridade máxima. Mas a ausência física de Kennedy, de  Capitol Hill, criou um vazio entre os que tentam forjar um acordo.

“Se o país acabar sem reforma da saúde, penso que a culpa será da desgraça divina”, disse Paul Light, do Centro de Estudos do Congresso da Universidade de Nova Iorque. “Kennedy tinha a energia necessária diante de negociações e era sensível à necessidade de bipartidarismo”, diz Light. “O debate agora está bloqueado e entra num círculo vicioso. Kennedy não o teria permitido.”

Mas a morte do senador, com a extensa cobertura midiática e a lembrança do carinho que as pessoas têm por ele, pode também fazer avançar uma legislação que será vista como um tributo ao trabalho da sua vida.

O senador republicano John McCain chamou a Kennedy “o membro mais eficiente do Senado quando queremos resultados”. Numa entrevista em junho com a Reuters, McCain notou as dificuldades em alcançar um acordo sobre a saúde sem ele. “A ausência de Ted Kennedy é um fator muito grande”, disse McCain. “O que Ted Kennedy faz habitualmente é sentar-se e negociar e depois é possível chegar a algum tipo de acordo.”

Muitos analistas acreditam que será possível chegar a uma lei do sistema de saúde até ao fim do ano. Mas dizem que certamente vai ficar longe do objectivo de Kennedy de dar cobertura a todos os 46 milhões de norte-americanos que não têm seguro de saúde.

“O que quer que aconteça, Kennedy merece crédito por ter sido durante décadas a luz que guiou todos neste assunto”, diz Ethan Siegal, do Washington Exchange, grupo que acompanha o Congresso para investidores institucionais.

Nascido no privilégio e na riqueza, Kennedy tornou-se numa voz dos jovens e velhos, pobres, minorias e trabalhores durante o quase meio século que passou no Senado. Ao longo dos anos, liderou bem-sucedidos esforços na melhoria das escolas, reforço dos direitos cívicos, aumento do salário mínimo, ilegalização de discriminações e alargamento do acesso a cuidados de saúde.

“Há muito a fazer”, disse Kennedy à Reuters numa entrevista de 2006 em que lhe foi pedida para explicar o que até os críticos chamam os seus esforços incessantes em nome dos oprimidos. “Acima de tudo é a injustiça que continuo a ver e a oportunidade de ter algum impacto sobre isso”, acrescentou.

(Nota so Bahia em Pauta: Texto do jornal Público, de Lisboa, com informações da Reuters)

ago
26

Postado em 26-08-2009 01:25

Arquivado em ( Multimídia) por vitor em 26-08-2009 01:25

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