mar
06

Postado em 06-03-2009 19:13

Arquivado em ( Artigos) por bahiaempauta em 06-03-2009 19:13

Não deve ter sido das mais agradáveis as primeiras sensações da ministra-chefe da Casa Civil do governo federal, Dilma Rousseff, ao desembarcar hoje no aeroporto de Salvador, para cumprir uma agenda esticada para todo lado, mas que prioriza atividades relacionadas com o PAC e uma palestra relacionada com as comemorações antecipadas do Dia Internacional da Mulher.

Não tanto pelas disputas de atenção da preferida do presidente Lula, para a sua sucessão em 2010, por aliados locais divididos, mas pelo próprio desconforto causado pelo ar poluído e cheiro carregado de amônia, que se respira hoje em Salvador, desde as primeiras horas da manhã, em razão da quebra dos filtros da fábrica da empresa Bahia Pulp Celulose. Os gazes se espalharam largamente a alcançaram a capital, adensando a nuvem de névoa responsável pela preocupante e desagradável sensação de sufoco em muitas pessoas .

O primeiro a dar o grito de alerta para a situação, no noticiário da Rádio Metrópole, foi o apresentador Mario Kertesz, que mobilizou a sua equipe para descobrir e informar sobre o que efetivamente acontecia. Antes, as primeiras informações, com base na opinião de técnicos em meteorologia, era a de que a névoa não passava de um fenômeno relacionado com “inversão térmica”. Que inversão que nada. Logo a diretora do CRA, Beth Wagner, ligava para a Metrópole e, em conversa com Kertesz, confirmou o acidente durante a madrugada de quinta-feira na fábrica de Camaçari, mas que permanecia em sigilo. Beth falou irritada sobre a despreocupação da empresa com a população. “Se os filtros quebraram, pára a fábrica”, disse, em crítica á empresa que seguiu operando normalmente.

Beth prometeu apuração completa do caso e que os resultados – e as punições devidas -serão comunicados à população. A conferir.

Por Vitor Hugo Soares

mar
06

Postado em 06-03-2009 16:05

Arquivado em ( Artigos) por bahiaempauta em 06-03-2009 16:05

No rastro da crise econômica que atinge os EUA, expande-se a rede de supermercados Price Rite, que comercializa alimentos, material de higiene, limpeza e roupas a preços bastante reduzidos em relação a outras lojas do gênero. Frequentada até então pela classe media baixa, aposentados, afroamericanos e hispânicos, começa a mudar a paisagem. Já e possível identificar entre os habituais consumidores, sofisticadas senhoras fazendo compras. Mais um sinal de que as coisas por aqui estão mudando em velocidade impressionante.

Por: Rosane Santana, jornalista, de Boston (EUA)

mar
06

Postado em 06-03-2009 03:34

Arquivado em ( Artigos) por bahiaempauta em 06-03-2009 03:34

Gentileza, delicadeza e charme, se você procurar, você acha.

Por Laura Tonhá

mar
06

Postado em 06-03-2009 01:50

Arquivado em ( Artigos) por bahiaempauta em 06-03-2009 01:50

Deu no site da Navii, do jornalista Arthur Andrade

Filme de Pola Ribeiro, Jardim das Folhas Sagradas deve ser finalizado este mês. A estréia está prevista para o segundo semestre de 2009.  Jardim das Folhas Sagradas conta a história de Bonfim, negro baiano que tem sua vida virada pelo avesso com a revelação de que precisa abrir um terreiro de candomblé.  Com os espaços disponíveis cada vez mais raros, ele acaba procurando um lugar na periferia empobrecida e degradada. Afastado da tradição e questionando fundamentos como o sacrifício de animais, Bonfim cria um terreiro modernizado e descaracterizado, o que lhe trará graves conseqüências.  Como a vida imita a arte, Jardim das Folhas  que começou a ser rodado em 2006  teve virada pelo avesso parte da relação de trabalho da produção. Em 2006, como preparador do elenco, Marcio Meirelles era  subordinado a Pola. Hoje é  secretário de Cultura, chefe de Pola….

Pra ver como isso termina, vá em  www.navii.com.br/blog

mar
05

Postado em 05-03-2009 22:07

Arquivado em ( Artigos) por bahiaempauta em 05-03-2009 22:07

Na sessão especial realizada ontem na Assembléia Legislativa em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, que é comemorado mundialmente no dia 8 de março, duas mulheres e um representante do sexo masculino receberam a maior atenção e a maioria dos aplausos: do lado feminino, a enfermeira Fátima Mendonça, primeira dama do Estado e a prefeita de Lauro de Freitas, Moema Gramacho. Entre os homens, o destaque disparado ficou com o ex-governador e ex-ministro Waldir Pires.

 As nove integrantes da bancada feminina da Casa – entre elas a deputada Marizete Pereira (PMDB), que propôs a sessão – fizeram uma homenagem coletiva à secretária chefe da Casa Civil do governo Jaques Wagner, Eva Maria Dal Chiavo que acaba de passar por sérios problemas de saúde. Mas foi mesmo Fátima Mendonça a maior atração da festa que lotou a Assembléia nesta quinta-feira.

mar
05

Postado em 05-03-2009 21:30

Arquivado em ( Artigos) por bahiaempauta em 05-03-2009 21:30

Rosane Santana

Manchete do The Boston Globe, um dos principais jornais americanos, desta quinta-feira: Cities Cutting Police Work (Cidades cortam trabalho da polícia). Profundos cortes no orçamento público, em função da crise econômica nos Estados Unidos, estão obrigando os departamentos de policia de Massachusetts a simplesmente eliminarem unidades de combate a gangs, detetives profissionais, rondas diarias e outros servicos prestados a comunidade.

Massachusetts é um dos principais estados do país, berco da Revolução de 1776, que tornou os EUA independente da Gra Bretanha. É considerado a Atenas do mundo contemporâneo, pois nele existem mais de uma centena de universidades, entre elas, as melhores do mundo. Boston, sua capital, é banker da intelectualidade americana e recebe anualmente milhares de estudantes e pesquisadores de todo o mundo.
Aqui, um dos aspectos que mais chamam a atencão é o policiamento ostensivo nas ruas e a rapidez com que a polícia aparece (em grande número sempre), quando acionada ou não, para resolver assuntos os mais triviais, como brigas de familia, abusos contra idosos, crianças e mulheres, orientacão sobre endereços, recolhimento de pedestres em temperaturas abaixo de zero, ordenamento do trânsito, segurança de escolas etc., sem falar no serviço mais pesado de combate a criminalidade.

Isso, naturalmente, dá tranquilidade ao cidadão comum, e faz do espaço público um ambiente quase tranquilo, salvo um incidente ou outro. Clima bem diferente, por exemplo, das ruas de qualquer grande cidade brasileira, onde ja não se caminha com tranquilidade nem mesmo um quarteirão. As noticias de corte nos serviços de policiamento são preocupantes, pois devem refletir em um aumento de violencia, risco que a própria crise, pelas dificuldades financeiras que impõe aos cidadãos, traz embutido, independentemente da Seguranca Publica.

Rosane Santana é jornalista e mora em Boston (EUA)

mar
05

Postado em 05-03-2009 20:28

Arquivado em ( Artigos) por bahiaempauta em 05-03-2009 20:28

r

 

Do ponto de vista meteorológico a temperatura anda elevada na Bahia há vários dias. Mas, na política e no governo de Jaques Wagner, o tempo começou a esquentar mesmo nesta quinta-feira, véspera da chegada da ministra-chefe da Casa Civil para uma visita a Salvador, depois de largos meses de afastamento, desde a campanha municipal. Então ela teria prometido ao ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima, que não passaria nem pelo espaço aéreo de Salvador, para não atrapalhar o esforço de seu colega no ministério de Lula, para reeleger João Henrique Carneiro para prefeito.

 

Dois fatos ajudaram nas últimas horas a botar fogo de vez no paiol baiano. O primeiro foi a prisão de três coronéis da Polícia Militar, entre eles o ex-comandante geral Jorge Ribeiro de Santana. Os oficiais de alto coturno da PM foram detido sob a acusação de  atividades irregulares na licitação para a compra de 210 novas viaturas para a corporação. A prisão foi feita quando os militares deveriam ter um encontro com empresários de fora do estado.

 

Além disso, o que não é pouco, o governador Jaques Wagner, sob pressão do ministro da Saúde, José Gomes Temporão, com a rápida expansão da dengue no Estado, decretou situação de epidemia em sete municípios, e de alerta em dezenas de outros, incluindo a capital. O tiroteio de todo lado anda intenso nas ruas e gabinetes, e tem muita gente precisando se cuidar para não ser atingido por alguma “bala perdida”.

 

Por: Vitor Hugo Soares

mar
05

Postado em 05-03-2009 19:24

Arquivado em ( Artigos) por bahiaempauta em 05-03-2009 19:24

 

Enquanto anuncia a demissão em massa de quatro mil e duzentos trabalhadores (4 mil e 200) de sua fábrica de aviões em São José dos Campos (SP) – e joga a culpa na crise econômica mundial – a Embraer está sendo embalada por fados bem mais promissores na cidade de Évora, no sul de Portugal. O governo português, através do ministro da Economia, Manuel Pinho, confirmou esta semana que o investimento da empresa brasileira em terras lusitanas está “absolutamente seguro”.

 

Nada mal, pois esses investimentos estão avaliados em 170 milhões de euros, o equivalente a R$ 426,1 milhões, e projeta a criação de 570 postos de trabalhos. “Ainda esta semana o presidente da Embraer esteve em Portugal e confirmou a arrancada do projeto em Évora, onde serão instaladas duas fábricas”. Hoje pela manhã, o correspondente da Radio Band News na Europa, Milton Blyn, em conversa por telefone com o jornalista Ricardo Boechat, deu mais detalhes sobre o otimismo em Portugal com o anuncio da Embraer de que o projeto está garantido.

 

O projeto da Embraer para Évora é o ponto de partida para a criação de um “cluster” aeronáutico na cidade. No jargão industrial, “cluster” é um aglomerado de empresas que atuam no mesmo setor. Em geral, são altamente competitivas e fabricam produtos com tecnologia agregada. Para o ministro da Economia de Portugal, o projeto não é contraditório com as demissões e redução na fabricação de aviões em outros países, como o Brasil, “porque a produção em Portugal vai ser muito específica”. 

 

Por Vitor Hugo Soares

mar
05

Postado em 05-03-2009 19:09

Arquivado em ( Artigos) por bahiaempauta em 05-03-2009 19:09

 Na Semana de Mulher, confira na interpretação de Zé Ramalho” Mulher Nova Bonita e Carinhosa…” de sua autoria e tema da minisserie da rede globo Lampião e Maria Bonita.

mar
05

Postado em 05-03-2009 13:59

Arquivado em ( Artigos) por bahiaempauta em 05-03-2009 13:59

 

Fotos: Jango e Kennedy  – Jango e Maria Tereza

 Afinal um ato de justiça no meio de tantas agressões sofridas ao longo de décadas pelo ex-presidente da República, João Goulart, deposto pelo golpe de 1964, exilado e morto em circunstâncias ainda não devidamente esclarecidas, sem conseguir retornar ao seu país . O Diário Oficial da União, edição de ontem, 04, publica Portaria assinada pelo ministro da Justiça, Tarso Genro, que declara o ex-chefe da Nação anistiado políticos “post mortem”.

 A medida, assinada com data de 03 de fevereiro, depois de 32 anos da morte de Jango, estabelece uma indenização de R$ 5,42 mil a ser paga em caráter mensal, permanente e continuado à viúva do ex-presidente deposto, Maria Tereza Fontella Goulart. Maria Teresa também receberá um valor retroativo ao período de 30 de setembro de 1999, até 15 de novembro do ano passado, data do julgamento do pedido de anistia permaneceu ao lado do marido durante todo o longo exílio – e estava com Jango na madrugada em que ele morreu em uma estância na Argentina, quando se preparava para retornar ao seu país. A soma será de R$ 644 mil, segundo a Agência Brasil.

Jango foi presidente do Brasil entre os anos de 1961, a partir da renúncia de Jânio Quadros, e 1964, quando foi deposto. Defensor das reformas de base, era tachado de “subversivo” pelos militares ( e civis conservadores que apoiaram o golpe). O presidente deposto teve seus direitos políticos cassados em 64, em seguida  ao Ato Institucional Número 1, que jogou o País na longa noite da ditadura.

 Quando trabalhava no Jornal do Brasil, visitei várias vezes Uruguai, onde Jango, Brizola e muitos brasileiros cumpriam seus exílios. Escrevi vários textos sobre esse período, publicados no Jornal do Brasil, A Tarde e Blog do Noblat (principalmente). Um deles, publicado em 19 de janeiro de 2008, vai reeditado a seguir neste Bahia em Pauta, como registro que dedico à família de Jango e muitos de seus amigos e auxiliares de seu governo, que seguem vivos, como Paulo Cavalcante Valente (ex-exilido no Uruguai, que mora no Rio de Janeiro atualmente) e o ex-ministro baiano, Waldir Pires.

 ————————————————————————————-

Suspeitas e silêncio sobre Jango

Vitor Hugo Soares                                     

Publicada no jornal O Globo, com trechos reproduzidos neste Blog do Noblat, li esta semana que a família do ex-presidente João Goulart ingressou na Procuradoria Geral da República com um pedido de investigação sobre suposto complô que teria levado ao assassinato por envenenamento do ex-dirigente deposto em 1964 e morto em uma fazenda no interior da Argentina, em 1976. Depois da denúncia, o silêncio, como tantas vezes tem acontecido em relação à vida e a morte de Jango.

A ação proposta à PGR agrega novas e perturbadoras revelações sobre um dos episódios mais dramáticos da história recente do País, produzidas por João Vicente, o filho de Jango. Fazendo-se passar por jornalista, ele entrou em um presídio de segurança máxima no Rio Grande do Sul e ali gravou um depoimento do ex-agente secreto uruguaio, Mario Neira Barreiro (preso por roubo), que contou ter posto veneno em um dos medicamentos que o ex-presidente, sabidamente cardíaco, tomava continuamente.

Em um dos trechos mais espantosos da conversa (também filmada), o uruguaio revela, sem saber que falava com um filho de Goulart, ter agido infiltrado como empregado do Hotel Liberty, de Buenos Aires, onde Jango se hospedava, e assim teve acesso aos seus aposentos: “Não me lembro se usamos Isordil, Adelpan ou Nifodim , mas conseguimos colocar um comprimido nos remédios importados da França”. Se efetivamente comprovado, o fato tem poder explosivo mais que suficiente não só para provocar o reexame do caso. Desde já, aguça também antigas suspeitas e contradições sobre os últimos dias do único ex-presidente do Brasil a morrer no exílio.

Contei, neste espaço do Blog, creio que em abril de 2006, uma experiência que tive no Uruguai, e que me parece oportuno remoer, diante destas denúncias mais recentes. Naquele ano, transcorria o trigésimo aniversário da morte de Jango, o político e governante  que “recebeu o legado do trabalhismo de Getúlio Vargas, dobrou o salário mínimo, aproximou o Brasil da China, impôs à agenda nacional  a reforma agrária e o limite de remessa de lucros das multinacionais”, como registra Aziz Filho, em texto publicado na revista “Isto É”. Ainda assim, em torno dessa figura tão especial, se construiu um muro de desdém e esquecimento injustificável, a não ser por um complexo de culpa monumental.

Era período de Semana Santa e eu viajava em uma daquelas “vans” de turismo de Montevidéu para o balneário de Punta Del Este, em chuvosa e gelada Sexta-Feira da Paixão. O guia do grupo era um tipo de meia idade, confesso ex-militante dos grupos de resistência de esquerda quando a “Suíça da América Latina” caiu também nas mãos de uma ditadura. Falava pelos cotovelos, mas na travessia do Departamento de Maldonado, ele desligou o microfone, e explicou: “deixo vocês em paz por um tempo. Estamos em uma área de pouco interesse histórico e turístico”.

Acontece que eu tinha lido, no Brasil, dias antes de viajar, o denso e comovente artigo do cientista político e professor da história da política exterior do Brasil,  Luiz Alberto Moniz Bandeira, atualmente vivendo na Alemanha,  sobre os últimos tempos de João Goulart. Sabia, portanto, que em Maldonado, por onde a “van” passava naquele momento, Jango comera o pão mais duro e bebera o vinagre mais amargo dos seus primeiros anos de degredo.

Em  Montevidéu, repórter do Jornal  do Brasil, conversara muitas vezes com outros exilados do golpe de 64  – inclusive Brizola e dona Neuza, cunhado e irmã de Jango -, e sabia das dores e sacrifícios da família Goulart diante daquela nova realidade de tensa e opressiva reclusão. Jango, o ex-presidente, principalmente. Falei com o guia sobre isso e ele, surpreso, religou o microfone imediatamente. Instalou-se, então, um debate caloroso de uruguaios e turistas de vários estados brasileiros sobre Jango e os tremores políticos da América Latina, só interrompido na entrada exuberante de Punta.

O baiano Moniz Bandeira, autor de “O Governo João Goulart – as lutas sociais no Brasil”, um livro fundamental sobre o assunto, conta no artigo referido, que às véspera da sua morte, o ex-presidente tinha consciência que não dava mais para ficar nem no Uruguai nem na Argentina, em razão da insegurança que também se instalara nesses dois países, “onde recrudesceram os assassinatos dos líderes políticos que se opunham aos  regimes militares”.

Jango vacilava, no entanto, em relação a que destino tomar. De um lado, conta Moniz Bandeira, cogitava morar em Paris.  Do outro, pensava em voltar  imediatamente ao Brasil, mesmo sem a anistia política, em franco desafio ao regime militar. Diante de tal perspectiva, revela o historiador, Jango estava sob forte pressão… “Grande era, portanto, o perigo que tivesse outro enfarte, como já sofrera no Uruguai em 1969” , constata o historiador.

A morte veio na madrugada de 6 de dezembro de 1976, quando Jango estava em “La Villa”, fazenda de sua propriedade no interior da Argentina, situada a 120 km de Uruguaiana, no Brasil. “Goulart comeu um churrasco de ovelha e, depois de beber uma xícara de chá, recolheu-se por volta de 1h ao seu quarto para dormir. Às 2h.40m, porém, Julio Passos (administrador da fazenda),  ouviu os gritos de Maria Tereza – a angústia dos gritos era tamanha que ele pensou que alguém invadira a casa – e correu até o quarto onde viu Goulart deitado com a mão no coração e ela a abrir-lhe os braços para faze-lo respirar”, narra Moniz Bandeira.

Cinco minutos depois, às 2h45m, Jango estava morto. O médico, Ricardo Rafael Ferrari, que o motorista da família correra para buscar, ao chegar nada mais pôde fazer. No atestado de óbito, como causa da morte, diagnosticou: “enfarto do miocárdio”.  Na entrevista a João Vicente, o agente Barreiro diz que o morto não poderia ser examinado por 48 horas, pois as substâncias das cápsulas envenenadas colocadas nos frascos de remédio apareceriam. O corpo de Jango foi sepultado em São Borja, sua cidade natal, sem passar por autópsia.

Seguem a denúncia, as suspeitas e o silêncio.

 Vitor Hugo Soares é jornalista. E-mail:vitors.h@uol.com.br

  • Arquivos

  • junho 2018
    S T Q Q S S D
    « maio    
     123
    45678910
    11121314151617
    18192021222324
    252627282930