ago
30

Postado em 30-08-2009 19:48

Arquivado em ( Newsletter) por vitor em 30-08-2009 19:48

Uribe com A H1N1, Lula em risco
luribe
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O presidente da Coiombia, Álvaro Uribe, está contagiado pelo virus AH1N1 (gripe suina), segúndo anunciaram neste domingo (30) fontes oficiais. O jornal espanhol “El Mundo” acaba de postar matéria em sua edição on-line, informando que a noticia foi confirmada en Medellín pelo secretário de Informação e Imprensa da Presidencia de la República, César Mauricio Velásquez, e também por fontes do Instituto Nacional de Saúde (INS) , em Bogotá.

Segundo El Mundo, o chefe de Estado apresentou sinais da doença desde quinta-feira passada, quando participou ca cúpula de presidentes de Estado da União de Nações Sulamericanas -UNASUL na cidade argentina de Bariloche, ainda que provavelmente tenha pegado a gripe dias antes. Da reunião participou também o presidente do brasil, Luis Inácio

As autoridades colombiana informaram atraves dos canais diplomáticos aos participantes da Cúpula da UNASUL “para que sejam adotadas as medidas necessárias “. Também foram advertidas as pessoas que tiveram contatos mais estreitos nos últimos días com o governante.

(Vitor Hugo Soares, com informações do jornal El Mundo)

ago
30

Postado em 30-08-2009 19:11

Arquivado em ( Artigos, Gilson, Multimídia) por vitor em 30-08-2009 19:11


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“Os faróis se cruzam na velocidade do seu anonimato. Lá de cima, um olhar bêbado se perde no crepúsculo. O filme se repete, a cada fim de semana, sem enredo, sem enquadramentos, sem bitolas. A despedida foi para valer? Talvez. Apesar do corte, resta a trilha sonora a estimular o recomeço. O som do trompete rompe o silêncio, no exato instante em que o telefone toca. Não há voz do outro lado. Apenas, um suspiro, um longo suspiro feito convite de amar em silêncio. Baixa-se pano. A vida segue. As luzes, em agonia noturna, se cruzam, sem dar a chance de ver a face de quem as acendeu.”

(Gilson Nogueira, jornalista, colabora com o Bahia em Pauta)

ago
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Postado em 30-08-2009 14:27

Arquivado em ( Newsletter) por vitor em 30-08-2009 14:27

Uauá: dois momentos
uauá
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Neste sábado do último fim de semana de agosto, o governador Jaques Wagner visitou Uauá, a 416 quilômetros da capital, uma das cidades símbolos do semi-árido baiano, localizada na chamada região do Polígono da Seca do Nordeste brasileiro.

No noticiário (quase todo com base em realeses oficiais) sobre a visita para o anúncio de corpo presente de um “pacote de bondades” do governo petista, que incluiu a duplicação do sistema de abastecimento de água da cidade, Uauá é citada sempre como “a Terra do Bode”, com um rebanho de 300 mil caprinos e ovinos. Algumas referências também ao espírito festeiro de seu povo, que promove um dos mais animados festejos juninos do estado.

Praticamente nenhuma referência, porém, nem das autoridades e políticos da caravana de visitantes, nem dos informes jornalístico sobre a importância histórica da cidade visitada por Wagner no cenário político e social da Bahia.

Afinal, em Uauá, como registram os livros de historia e o escritor Euclides da Cunha em páginas marcantes de “Os Sertões”, aconteceu a primeira grande batalha da Guerra de Canudos, em novembro de 1896, quando o governo estadual baiano em busca de uma solução para conflitos sociais na região, mandou contra o arraial um destacamento policial de cem praças, sob o comando do tenente Manuel da Silva Pires Ferreira.

Os conselheiristas, vindo ao encontro dos atacantes, surpreenderam a tropa em Uauá, em 21 de novembro, obrigando-a a se retirar com vários mortos. Enquanto aguardavam uma nova investida do governo, os seguidores do beato Antonio Conselheiro fortificavam os acessos ao arraial, para enfrentar mais tarde tropas do Exército.

Esta semana o governo do estado chegou desarmado e levando água para o povo sedento. Menos mal!

(Vitor Hugo Soares)

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Postado em 30-08-2009 12:31

Arquivado em ( Newsletter) por vitor em 30-08-2009 12:31

Yukio: vitória arrasadora
japão
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Adeptos do Partido Democrático japonês, oposição, de Yukio Hatoyama, já estão festejando em Tokyo e nas principais cidades do país asiático, neste domingo (30), uma bitória histórica. Com aplausos e gritos de “banzai” (“longa vida”) celebram antecipadamente o triunfo nas eleições gerais no Japão, que as pesquisasd de boca de urna indicam será por maioria absoluta.

Segundo as principais agências de notícias e cadeias de televisão que acompanham o andamento do pleito japonês, com a tradicional saudação de agradecimento usada no Japão e de mãos para o alto, os candidatos do principal partido da oposição ouviram os primeiros resultados favoráveis das sondagens, divulgados pelos meios de comunicação.

Os veículos de comunicação no Japão são praticamente unânimes ao anunciar neste domingo a derrota fragorosa do Partido Liberal Democrata (PLD), de Taro Aso, há mais de 50 anos no poder. As pesquisas de boca de urna, segundo as edições on-line dos principais jornais europeus indicam que o Partido Democrático (PD) conquista 300 deputados na Câmara Baixa do parlamento, muito acima dos 241 necessários para a maioria absoluta.

Cerca de 104 milhões de eleitores japoneses votaram neste domingo emn um pleito considerado histórico, se se confirmar a derrota dos conservadores, na liderança da segunda maior economia do mundo há mais de meio século. O PDL manda no país desde 1955, com excepção de um breve período de dez meses na década de 90.

Vitória para festa de levantar poeira no japão inteiro.

(Postado por Vitor Hugo Soares, com informações de agências internacionais de notícias, emissoras de rádio e edição on-line do jornal Diário de Notícias, de Lisboa)

ago
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Postado em 30-08-2009 10:11

Arquivado em ( Multimídia) por vitor em 30-08-2009 10:11


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MILAGRE DOS PEIXES
Milton Nascimento

Eu vejo esses peixes e vou de coração
Eu vejo essas matas e vou de coração à natureza
Telas falam colorido de crianças coloridas
De um gênio televisor
E no andor de nossos novos santos
O sinal de velhos tempos
Morte, morte, morte ao amor
Eles não falam do mar e dos peixes
Nem deixam ver a moça, pura canção
Nem ver nascer a flor, nem ver nascer o sol
E eu apenas sou um a mais, um a mais
A falar dessa dor, a nossa dor
Desenhando nessas pedras
Tenho em mim todas as cores
Quando falo coisas reais
E no silêncio dessa natureza
Eu que amo meus amigos
Livre, quero poder dizer
Eu vejo esses peixes e dou de coração

Em tempo: atenção para as participações magistrais também dos dos músicos Wayne Shorter,Herbie Hancock Stanley Clarke e Robertinho Silva.

(Postado por Vitor Hugo Soares)

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Postado em 30-08-2009 09:46

Arquivado em ( Newsletter) por vitor em 30-08-2009 09:46

Marina: rumo a 2010
marsilva
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Deu no jornal e sites:

“Analfabeta até os 16 anos, ela gastou a infância no seringal Bagaço, a 70 km de Rio Branco, Acre. No meio da selva Amazônica, caçava e pescava para ajudar a família pobre e grande, de onze irmãos. Já adulta, concluiu o supletivo de 1º e 2º graus e, logo depois, entrou para a Universidade Federal do Acre, de onde saiu formada em História, em 1985.

Hoje, 30 de agosto, a senadora Marina Silva filia-se ao Partido Verde (PV), em São Paulo. E exatamente neste domingo, consolida a oportunidade de capitalizar essa biografia em prol de uma vitória nas eleições presidenciais de 2010.

A mudança de partido ocorreu pouco antes do “setembro decisivo”, mas Marina ainda precisa definir se aceita o desafio de ser “a” candidata do PV na disputa pela sucessão do presidente Lula (PT). Se sim, terá a seu favor uma história de vida capaz de encher os olhos de qualquer marqueteiro político. Em compensação, durante a campanha, será difícil resumir seus feitos nos poucos minutos a que seu partido terá direito na propaganda eleitoral.

A falta de experiência no Executivo também pode pesar contra: com exceção dos anos em que esteve à frente do Ministério do Meio Ambiente no Governo Lula, a senadora só ocupou cargos no Legislativo. Elegeu-se vereadora em 1989 e, em seguida, emendou um mandato de deputada estadual e dois de senadora – o que pode ser mal visto por uma parcela da população.

Outro fator que complica a vida de Marina é a provável ausência de palanques fortes Brasil afora. Com o fim da verticalização, as alianças do PV no plano nacional não precisam, necessariamente, se repetir nos Estados – o que abre a possibilidade de o partido, em âmbito estadual, se aliar localmente com siglas que tenham candidato à presidência”

(JORNAL O POVO, DE FORTALEZA(CE)

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FESTA NA FILIAÇÃO – A senadora Marina Silva (AC) assina hoje sua filiação ao PV em cerimônia que será realizada durante encontro nacional do partido, em São Paulo, a partir das 10h30. Marina deixou o PT na semana passada e ainda vai decidir sua candidatura à Presidência da República pelo PV. Ela deixou a legenda com a justificativa de que o partido não ofereceu “condições políticas” para avanços na questão ambiental.

O portal da Uol na Internet, do grupo Folha de S. Paulo, informa que a cerimônia de filiação será realizada no espaço Rosa Rosarum, na rua Francisco Leitão, 416, em Pinheiros (zona oeste de São Paulo). O local é um espaço para a festas e tem capacidade para cerca de 1.500 pessoas.

Pelo menos 1.000 pessoas se inscreveram para acompanhar a solenidade no local. A filiação também poderá ser acompanha pela internet, no site do Partido Verde (http://www.pv.org.br)

ago
30

Postado em 30-08-2009 00:09

Arquivado em ( Artigos, Eventuais, Newsletter) por vitor em 30-08-2009 00:09

jornal
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O texto que Bahia em Pauta reproduz a seguir, assinado por Julio Daio Borges, foi publicado originalmente em 11/04/2008, no site Digestivo Cultural, quando a respeitada revista New Yorker proclamou que os jornais impressos estavam técnicamente mortos. Permanece com extraordinária atualidade neste domingo de fim de agosto que antecipa dias de profundas mudanças – não necessariamente para melhor – na imprensa escrita e no jornalismo profissional da Bahia.

Em tempo: qualquer semelhança pode não ser mera coincidência. Confira. (Vitor Hugo Soares)
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JULIO DAIO BORGES

“Primeiro, foi a melhor revista do mundo, The Economist, proclamando, em setembro de 2006, que os jornais estavam tecnicamente mortos. Agora, no último 31 de março, foi a vez da New Yorker, a “segunda” melhor revista do mundo, proclamar: os jornais estão morrendo. Segundo Eric Alterman, que assina o texto “Out of Print”: na era da internet, ninguém descobriu ainda como salvar o formato jornal — nos Estados Unidos e no resto do mundo.

De acordo com Alan Mutter, empreendedor do setor de mídia (entrevistado para a matéria), nos últimos três anos, os jornais norte-americanos, ou melhor, as empresas que os produzem, perderam 42% de seu valor de mercado na bolsa. The New York Times, por exemplo, viu suas ações caírem 54%, em Wall Street, desde 2004. E não é apenas especulação financeira: desde 1990, um quarto dos empregos em jornais norte-americanos foram simplesmente extinguidos.

Sem contar que apenas 19% dos americanos entre dezoito e 34 anos afirma “ter dado uma olhada” num jornal de papel no último mês (a idade média do leitor de jornal, nos Estados Unidos, está em 55 anos, e subindo). Não à toa, as famílias que foram, por décadas, proprietárias de marcas estabelecidas nos EUA, como The Wall Street Journal e Los Angeles Times, venderam a maior parte de sua participação.

A empresa que dirigia The Washington Post deixou de ser só de “mídia” para acrescentar um braço de “educação”. Mas analistas de mercado, como os do Deutsche Bank, aconselham seus clientes a se desfazerem logo das ações de jornais, mesmo que sejam do “melhor do mundo”, The New York Times. Um pouco atrasados, os jornais vêm migrando para a internet — contudo, como reforça a New Yorker, suas receitas on-line ainda não cobrem as perdas em anúncios e circulação.

Lembrando a previsão de Philip Meyer — de que os jornais vão desaparecer antes de 2050 —, a segunda melhor revista do mundo pede que se abra, logo, o Newsmuseum, o museu do jornal.

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Bahia em Pauta comenta: Depois não digam que ninguém avisou!

ago
29

Postado em 29-08-2009 22:50

Arquivado em ( Artigos, Gilson, Multimídia) por vitor em 29-08-2009 22:50

Pedaço do mar…
mar
…guardado na canção
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CRÕNICA DA CIDADE

PEDACINHO DO MAR

Gilson Nogueira

Contento-me com um pedacinho de mar, entre edifícios ao pé do Morro Ipiranga. Enxergo-o, ao longe, do basculante de casa, na impossibilidade de mergulhar nele, no seu azul, pelo menos, hoje. Avistá-lo, assim, não faz diferença. Tenho-o perto, sempre, dentro de mim, em forma de sonho, de canção, de esperança.

O mar é, para mim, mensagem. E, às vezes, meio. Toma-me o mar o pensamento, a certeza e a dúvida. Ainda que o embevecimento, diante de sua beleza, faça-me cantá-lo, sei muito bem que é um bicho traiçoeiro e, poeticamente, espelho do céu. Vida e morte. Sorriso e dor. Entendo-o, por conveniência, mas, não gostaria que fosse assim. O mar tinha que ser livre para as crianças, o tempo todo, como desenho animado.
Respeito-o. Não o desafio. Se o fizer, vou perder. O mar é maior que a aventura. Sinto-me, portanto, vencedor, vivo, dono do mundo, parceiro do silêncio, filho de Deus, agradecido, por saber que o mar é meu e de quem o admira, e não o maltrata.

Ah, seus horizontes! Sempre que os contemplo, fico impedido de ir adiante, nas minhas conjecturas medianas, ao tentar concluir a travessia entre a racionalidade e a loucura, aquela, que não agrada os chatos metidos a saber de tudo.

O mar, paroxismo líquido, incógnita infinita, do peixe e do pescador. E de todos os que o tratam com dignidade, sem querer aproveitar-se de sua inocência, para o mal. Ah, o mar… sem uma ilha, sem um navio, sem um barco, sem uma ave a fazer-lhe companhia, você é um grande solitário ( sabia?), sempre em busca do amanhã! Pretendo encontrá-lo, amigo, logo.

Aí, então, vou molhar os dedos da mão direita em suas águas, dar-lhe um forte abraço e fazer o sinal da cruz, pedindo proteção a Iemanjá. Depois, gritar, bem alto: “ Salve a Bahia, Senhor!!!”

Gilson Nogueira é jornalista

ago
29

Postado em 29-08-2009 18:13

Arquivado em ( Charges, Multimídia) por vitor em 29-08-2009 18:13

bigode

ago
29

Postado em 29-08-2009 17:43

Arquivado em ( Newsletter) por vitor em 29-08-2009 17:43

Deu no jornal

Publico, um dos mais credenciados jornais de Portugal, acaba de postar o seguinte texto, sobre as últimas homengens antes do sepultamento do senador democrata Edward Kennedy, na cidade de Boston, capital do estado de Massachusets, que o elegeu por sete mandatos seguidos. Na despedida ao companheiro de partido, amigo pessoal e principal aliado político, o presidente Barck Obama, visivelmente emocionado, definiu Ted Kennedy como “um heroi, um gigante, uma força da natureza, o roched de uma dinastia americana”

Veja no Bahia em Pauta a íntegra do texto de Público sobre as últimas homenagens a Ted Kennedy neste sábado, 29 de agosto. (VHS)
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Curvados a um leão
Tekennedy
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“Um herói, um gigante, uma força da natureza, o rochedo de uma dinastia americana. O Presidente Barack Obama descreveu hoje o seu amigo e companheiro político Edward Kennedy, o bebê que se tornou o patriarca da família que deu à América um Presidente, um Procurador-Geral, o senador, vários congressistas e alguns dos mais reputados líderes da sociedade civil — e que, em certo sentido, é o mais próximo que os Estados Unidos têm de uma família real.

Mas “hoje não choramos por ele por causa do prestígio do seu nome ou do seu cargo”, observou o Presidente, responsável pelo elogio fúnebre de Kennedy, que morreu na quarta-feira com um câncer no cérebro, aos 77 anos de idade. “Choramos porque adorávamos este generoso e carinhoso herói que sempre perseverou na dor e na tragédia, não por ambição ou vaidade, não por riqueza ou poder, mas apenas pelas pessoas e pelo país que ele amava”, declarou.

LEÃO LIBERAL – Foi uma fala emocionada e profundamente pessoal, em que Obama assinalou o impressionante trabalho de Ted Kennedy no Senado através de anedotas que revelavam o caráter jovial e brincalhão do velho leão liberal. Ele foi “o maior” e “mais bem sucedido” legislador do Senado, considerou o Presidente, mas também o colega mais dedicado aos seus correlIgionários, aos seus eleitores e ao seu país.

Esse, frisou, será o principal legado de Kennedy — que “usemos os nossos dias com propósito, mostrando aos mais próximos que gostamos deles, tratando os outros com gentileza e respeito”. “Todos nós podemos aprender com os nossos erros e crescer com as nossas falhas. E todos nós podemos lutar, a todo o custo, para fazer o mundo melhor, para fazer a diferença”, referiu.

Todos os antigos presidentes, com excepção de George H. Bush, se sentaram juntos para participar no serviço religioso que encheu por completo a basílica de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro de Boston, onde Ted Kennedy rezava frequentemente. A longa lista de participantes incluía dezenas de senadores e congressistas, toda a hierarquia do Partido Democrata e centenas de convidados. A missa foi transmitida ao vivo por todos os canais de televisão.

O cortejo fúnebre deixou depois a cidade de Boston em direcção à capital, Washington, onde o senador seria enterrado ao final da tarde, na mesma colina do cemitério nacional de Arlington onde repousam os seus irmãos John e Robert, ambos assassinados na década de 60.

LÁGRIMAS E GARGALHADAS- As despedidas começaram na véspera, com um tributo no Museu e Biblioteca John F. Kennedy de Boston, dedicado ao seu irmão e que era um dos lugares preferidos do senador. De acordo com a sua vontade, a cerimônia reproduziu o ambiente de um “velório irlandês”, com discursos, canções e mais gargalhadas do que lágrimas.

Os seus sobrinhos lembraram como depois da morte dos seus pais foi sempre no “tio Teddy” que eles puderam confiar, e de como ele esteve sempre presente na vida da família. Os seus aliados falaram da sua influência e do seu legado político, vertido em centenas de leis que dão conta dos progressos sociais do país nos últimos 50 anos. E os seus adversários políticos, que combateu vigorosamente, enalteceram a sua lealdade ao processo legislativo.

Apesar de todos os elogios, “ele não era perfeito, longe disso”, admitiu o seu filho mais velho Ted. “Mas ele nunca desistiu, nunca se rendeu. E ensinou-me que apesar da tragédia e das dificuldades, não há nada que seja impossível”, disse, lembrando o dia em que o pai o ensinou a voltar a caminhar, aos doze anos, depois de ter perdido uma perna na sequência de um câncer. Assoberbado pela emoção, Ted Kennedy júnior foi louvado com um prolongado aplauso.

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