ago
19

Postado em 19-08-2009 10:39

Arquivado em ( Newsletter) por vitor em 19-08-2009 10:39

Delegado Protógenes vira personagem…
delprotogenes

…na novela de Lauro Cezar Muniz
lauro
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Deu no jornal

A jornalista Mônica Bergamo revela em sua bem informada coluna da Folha de S. Paulo, que o delegado da Polícia Federal, Protógenes Queiroz, se reuniu semana passada com o autor de novelas Laulo César Muniz para combinar um encontro com artistas em São Paulo e no Rio de Janeiro.

Mônica informa que a novela de Muniz, na Rede Record, tem um de seus principais personagens inspirados no delegado baiano da Polícia Federal.

Bahia em Pauta comenta: Protógenes foi quem conduziu a emblemática Operação Satiagraha, cuja simples citação ainda causa fortes arrepios em muita gente grande de colarinho branco com contas ainda a acertar com a justiça e com o país.

Se seguir bem o figurino original, o personagem inspirado em protógenes tem tudo para ser um dos mais interessantes e polêmicos da novela “Poder Pararelo” de Muniz, um dos melhores e mais premiados novelistas do País.

A conferir

(Vitor Hugo Soares )

ago
19

Postado em 19-08-2009 00:18

Arquivado em ( Multimídia, Newsletter) por vitor em 19-08-2009 00:18

Lázaro: tributo a Jackson
lramos
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A próxima temporada da série da TV Globo, “Ó Paí, Ó”, que já está sendo gravada em Salvador, fará uma homenagem a Michael Jackson, que além de rei mundial do pop, depois de morto virou soberano do Pelourinho onde gravou um de seus vídeos mais consagrados. O ator baiano Lázaro Ramos, segundo a coluna “Outro Canal”, do jornal “O Globo”, vai cantar com Carlinhos Brown, “Black and White”, megassucesso de Michael.

Vale a pena esperar para ver

(Postado por Vitor Hugo Soares)

ago
18

Postado em 18-08-2009 22:50

Arquivado em ( Municípios, Newsletter) por vitor em 18-08-2009 22:50

O fotojornalista da politica…
OBrito
…mostra corpo e alma humana
Falcão
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GRAZZI BRITO

JUAZEIRO (BA)- Esta cidade baiana do Vale do São Francisco vem sendo agraciada com exposições dos melhores fotojornalistas do país, através do Mural Galeria Euvaldo Macedo Filho – MAGEM. Depois do Evandro Teixeira, o premiado repórter fotográfico do Jornal do Brasil, agora são as fotos do não menos famoso Orlando Brito, fotógrafo da política e do poder em Brasília, que vem despertando o interesse do público juazeirense.

A exposição “Corpo e Alma”, selecionada a partir do livro de mesmo nome da mostra,é composta por 24 fotografias e permanecerá aberta para visitação até o dia 20 de agosto, no Departamento de Ciências Humanas, da UNEB, em Juazeiro.

Orlando Brito, mais conhecido por suas fotos mais focadas na temática da política nacional, surpreende e emociona ao retratar o ser humano em sua mais bela expressão de corpo e alma. São fotografias que revelam a alma do ser humano fotografado, de quem observa a mostra e do próprio fotógrafo.

O caráter documental do trabalho está nas minúcias, no emaranhado de detalhes e na concepção autoral de cada fotografia. Seja na força do olhar, seja na intimidade da introspecção, o que pulsa das imagens é essencialmente a mensagem projetada em cada indivíduo.

Tecnicamente o que mais chama atenção nas fotografias é a ousadia do fotógrafo na utilização plena do contraste. A luz é o outro elemento trabalhado com maestria por Brito, gerando uma textura nas imagens que impressiona sempre com os detalhes.

O mineiro Orlando Brito chegou a Brasília antes mesmo da inauguração da capital, começou sua carreira aos 14 anos de idade como laboratorista na sucursal brasiliense do jornal carioca Última Hora. Trabalhou em O Globo, depois transferiu-se para a Revista Veja, onde ficou por 16 anos, produziu 113 capas como fotojornalista, trabalhou ainda no Jornal do Brasil, no Rio, como editor de fotografia. Atualmente mantém, em Brasília, a agência de notícias ObritoNews.

Grazzi Brito , jornalista , mora em Juazeiro, no Vale do São Francisco

ago
18

Postado em 18-08-2009 17:21

Arquivado em ( Newsletter) por vitor em 18-08-2009 17:21

Lina Vieira na CCJ: “incabível”
Lina
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“Eu não preciso de agenda para falar a verdade”. Esta frase da ex-secretária da Receita Federal , ao mesmo tempo uma resposta aos questionamentos dos integranstes da Comissão de Constituição e Justiça do Senados, e às duvidas levantadas na véspera pelo presidente Lula, foi a marca mais simbólica das quase seis hora de duração do depoimento de Maria Lina Vieira nesta terça-feira, 18, em Brasília.

No depoimento transmitido para todo os País em seus lances mais cruciais, tensos e polêmicos, pela TV Senado, Lina Vieira reafirmou que se reuniu com a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, e ouviu dela um pedido para “que agilizasse a fiscalização” do filho do presidente do Senado, José Sarney.

Lina Vieira, borbardeada por perguntas – várias delas repetidas cansativamente por parlamentares do governo e da oposição, em alguns casos em tom quase acusatório -, não conseguiu precisar o dia da semana e a data do encontro privado, convocado pela ministra através de sua chefe de gabinete, Erenice Guerra, em dezembro de 2008. No entanto, colocou-se à disposição da comissão para uma acareação com a ministra Dilma, que nega o encontro privado.

PRESSÃO NÃO, INCABÍVEL SIM – Perguntada mais de uma vez se havia se sentido pressionada por Dilma, Lina negou: “não senti no pedido da ministra qualquer pressão”. “Achei incabível o pedido da ministra”, acrescentou, dizendo que não tomou providência alguma sobre o encontro, não levou o caso ao ministro da Fazenda, nem deu qualquer resposta posteriormente a Dilma. “De volta do enconcontro verifiquei na Receita que os processo corriam nornalmente e em segredo do justiça e deixei a situação como estava, com impessoalidade como deve ser”, frisou.

Depois de começar o depoimento com a leitura de texto sintético mas bastante convincente de seu perfil pessoal e profissional de servidora pública concursada, sem vínculo partidário, e de perfil sempre ligado ao trabalho funcional e a gestão na área do fisco, a ex-secretária da Receita foi direto à confirmação do encontro com a ministra Dilma, descrito em detalhes desade a saída até a entreda no fabinete de Dilma, conduzida por Erenice Guerra.

Lina assinalou em um dos momento mais contundentes do depoimento que apesar de não ter o registro em sua agenda, ela confirma a conversa com a ministra. “Não preciso de agenda para falar a verdade”, disse.

A frase de Lina foi direcionada a alvo duplicado: resposta não só para os parlamentares da CCJ mas também para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que afirmou nesta segunda-feira que ela deveria apresentar a agenda em que confirma o seu encontro com a ministra.

Em seu depoimento, que começou quase duas horas depois do início da sessão – que durou mais de cinco horas ao todo – Lina reiterou o que disse para o jornal “Folha de S. Paulo” sobre a suposta reunião reservada com Dilma, “que foi cirúrgico” nos 1o minutos de duração, no máximo:”Interpretei apenas que era para resolver e encerrar logo o caso”.

A ex-secretária da Receita foi incisiva ao reafirmar que a declaração não tem relação com sua saída do órgão: “não houve e não há nenhuma outra intenção. Não há mágoa por ter deixado o governo”. Ela diz ter recebido como natural sua exoneração do cargo. “Não busquei e não desejei toda esta exposição. Não desejo ter cargos eleitorais, não vim fazer jogo de A ou de B. Meu único interesse é preservar minha história de vida”, completou Lina Vieira.

(Postada por Vitor Hugo Soares )

ago
18

Postado em 18-08-2009 09:58

Arquivado em ( Newsletter) por vitor em 18-08-2009 09:58

Lula e Gabrielli: pré-sal na mira/NYT
Petrobras
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Rosane Santana ( De Boston (EUA) para o BP)

Com o título “Brasil busca mais controle sobre o petróleo do fundo do oceano”, a edição on-line do The New York Times publicou na noite de ontem (17.08) matéria sobre suposta iniciativa do governo brasileiro para mudar os contratos de exploracão do pré-sal entre a Petrobras e petrolíferas estrangeiras. O texto é assinado pelo correspondente do jornal no Rio de Janeiro, Alexei Barrionuevo.

A iniciativa, segundo o jornal americano, tem caráter nacionalista e faz parte dos esforços do governo brasileiro para tirar proveito de seus recursos naturais e pavimentar o caminho do Brasil para tornar-se a uma potência mundial.

“Confrontado com a mais importante descoberta mundial de petróleo em anos, o governo brasileiro pretende um retrocesso de mais de uma década de estreita cooperação com as companhias petrolíferas estrangeiras e, mais diretamente, contra a extração em si”, diz o jornal.

De acordo com The New York Times, pela nova proposta, a Petrobras deve controlar a exploração de todos os campos de petroleo descobertos em alto mar, em 2007, que geólogos internacionais estimam deter dezenas de bilhões de barris de oleo recuperável. A alteração tornaria a Petrobras operadora de 62% das áreas ainda a serem exploradas, colocando as companhias internacionais no papel de investidores financeiros.

Diz ainda o The New York Times que o petróleo está situado abaixo dos cerca de 20.000 pés de água, deslocando areia, e uma espessa camada de sal. O chamado pré-sal é a maior reserva de petróleo a ser explorada atualmente no mundo, especialmente devido à falta de progressos em termos de acesso aos extensos depósitos do Iraque, disse Daniel Yergin, presidente da Cambridge Energy Research IHS Associates, uma consultoria de investigação energética, entrevistado pelo jornal americano. Espera-se igualmente ser um dos mais complicados projetos conjuntos na história da indústria do petróleo.

“Para o Brasil -continua o jornal – as apostas são altas. Muitos vêem o petróleo como uma fórmula mágica para fazer frente aos maiores desafios sociais do país. Luiz Inácio Lula da Silva, presidente dos mais populares do Brasil, pretende alterar leis de produção de energia, buscando gerar mais receita para os cofres do governo e criar fundos para melhorar a educação e cuidados de saúde. Sua proposta será entregue ao Congresso, na próxima semana, segundo informou um de seus assessores”.

O jornal americano ressalta que “apesar de seu recente boom econômico, o Brasil ainda luta com a pobreza extrema, a desigualdade e uma taxa de analfabetismo superior a 10 por cento.”

Segundo New York Times, funcionários do governo brasileiro insistem que o Brasil não será arrastado por uma espécie de fervor nacionalista, a exemplo do que ocorreu em países da América Latina, nos últimos anos, como Venezuela, Bolívia e Equador, que reduziram a presença de empresas estrangeiras na exploracão dos recursos energéticos.

Rosane Santana, jornalista, mora em Boston

ago
18

Postado em 18-08-2009 09:32

Arquivado em ( Multimídia) por vitor em 18-08-2009 09:32


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A música para começar o dia no Bahia em Pauta nesta terça-feira, 18, é uma bela indicação garimpada pelo jornalista Gilson Nogueira, colaborador e estimulador de primeira hora deste site-blog. Veio como sugestão ao BP “para fundo musical da madrugada que começa friazinha na cidade de todas as cores, crenças, sons, ritmos, cheiros, sabores e absurdos”. Infelizmente o editor, distraído primeiro pelo CQC, na Band, e depois pelo sono, só abriu a mensagem esta manhã.

Assim, a orquestra do fenomenal Henry Mancini, em Mr. Lucky, como assinala Gilson, cheio de razão, é postada agora, para começar o dia. Melhor que isso, completa o jornalista, só acertando, hoje, terça-feira, na Quina e na Dupla Cena. Boa Sorte!

(Vitor Hugo Soares)

ago
17

Postado em 17-08-2009 22:20

Arquivado em ( Artigos, Rosane) por vitor em 17-08-2009 22:20

Geddel: elogios a Lula estocadas em Wagner
gelula
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ARTIGO / POLÍTICA

COBRA DE DUAS CABECAS

Rosane Santana

Daqui de Boston, onde passo uma temporada de estudos, costumo me surpreender ao acessar os sites baianos de notícia e dar gargalhadas solitárias em frente do computador. Sorry, ou melhor, desculpem-me, mas uma das personagens que mais me fazem rir não é nenhum humorista ou ator baiano, o talentoso Franklin Menezes, por exemplo, mas sua excelência o ministro da Integracão Nacional, Geddel Vieira Lima.

Desde que alçado ao estrelato pelo presidente Lula, que o fez ministro da Integração Nacional (com o aval do governador Jacques Wagner), em retribuição ao papel desempenhado na adesão de uma ala do PMDB ao governo federal, Geddel não para de produzir fatos risíveis.

Sim, porque o ministro que já foi chamado de “percevejo de gabinete” pelo ex-presidente Itamar Franco”, por sua incrível capacidade de mobilização nos bastidores de Brasília, o que lhe valeu, inclusive, absolvição na CPI dos Anões, em 1992, vive a alardear – Laus in ore proprio villescit, elogio de boca propria é vitupério– desapego a cargos públicos e seu compromisso com uma política de princípios. Agora atribui aos novos aliados do governo Jacques Wagner a alcunha de “cobra de duas cabeças”. Sinal de que está incomodado e, por quê?

A publicidade e o marketing, que por dever de ofício vivem de metonímias, têm lá suas razões e poder considerável na política, mesmo aqui nos Estados Unidos, como enfatiza o historiador americano John Lukacs. Imaginem os senhores, num País onde os índices de leitura sao baixíssimos, já nem digo de analfabetismo, porque é repetir o que todo mundo já sabe. Mas nao cabe ao jornalismo reproduzir inocentemente certas bobagens.

Geddel Vieira Lima é um jovem que nasceu e se criou em uma oligarquia nordestina, os Vieira Lima. Sua trajetória política é incompatível com a imagem de modernidade política, que deseja construir. Ele é filho legítimo da política clientelista, oligárquica e mandonista. E é mantido ainda no cargo de ministro por essas circunstâncias que fazem a política uma ação mais pragmática, não confundam, por favor, com programática.

É, entre os politicos baianos, ja disse certa vez, o que melhor encarna o estilo carlista, escola onde iniciou os primeiros passos da vida pública e por muito tempo atuou. Isso pode explicar, inclusive, as constantes desavenças entre ele e o ex-senador ACM, uma vez que este, todo mundo sabe, não admitia concorrentes em seus círculos. E é, por isso mesmo, que a maioria dos carlistas desejam o seu apoio, mas o vêem com certa suspeição, fato que leva a especulações sobre sua volta futura ao governo Wagner.

Por ora, enquanto exalta a ministra e candidata Dilma Rousseff e também o presidente Lula, Geddel estoca o governador Jacques Wagner, que resistiu a apoiar a reeleição de João Henrique, seu candidato, em Salvador, fazendo antítese ao avanço do ministro sobre o espólio carlista nos municípios baianos.

Faz oposição ao governo do estado, mas deseja manter intacta a aliança com o governo federal ( e o cargo de ministro, por “princípio”, está claro) o mesmo que desmantelou o esquema de poder carlista levando Jaques Wagner a uma vitória no primeiro turno. Até quando? Até ficar claro se a candidata de Lula, Dilma Rousseff, terá fôlego para chegar a presidência da República. Ou, podemos vê-lo, ele e os seguidores, empunhando a bandeira do meio ambiente de Marina, ou da ética na política de Heloísa Helena.

E, afinal, quem é a cobra de duas cabeças ministro?

Rosane Santana é jornalista e estuda Política, Educação e Meio Ambiente na Universidade de Harvard (EUA).

ago
17

Postado em 17-08-2009 17:40

Arquivado em ( Newsletter) por vitor em 17-08-2009 17:40

Mesa e plenário de pé por Caymmi

especial
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Sotaque baiano e participação brasileira no planalto central marcaram na manhã desta segunda-feira, em Brasília, a sessão especial da Câmara dos Deputados em tributo ao compositor Dorival Caymmi, cujo primeiro aniversário de morte foi neste domingo, 16. Aberta com a interpretação de “Vatapá”, pelo Coral do Congresso, que encantou e fez cantar junto o plenário e a mesa, a sessão teve a presença da primeira dama, Fátima Mendonça, que representou o governador Jaques Wagner e aindfa levou uma mensagem especial do presidente Luis Inácio Lula da Silva para a cerimônia.

O presidente Lula, pernambucano de nascimento, criado em São Paulo, mas que em suas passagens frequentes pela Bahia costuma afirmar de público em tom espiritualista que em alguma etapa de sua vida foi baiano, disse em sua mensagem: “Caymmi foi e ainda é muito impoertante para a imagem da Bahia, pois retratou em suas canções as peculiaridades da nossa terra com uma riqueza muito grande”

A sessão especial foi proposta pela deputada Lídice da Mata (PSB-BA), cuja fala de saudação ao homenageado foi considerada pelo deputado do PMDB cearense, Mauro Benevides, que presidiu a sessão em seu início, “muito mais que um simples discurso parlamentar, um documento emocionante e profundo sobre a vida e a obra musical e artistica de Caymmi, que, nos anais desta Casa, poderá ser consultado a qualquer tempo”.

Em seu de hoje, a deputada Lídice da Mata destacou a primeira homenagem feita a Caymmi, à época em que ela era vereadora em Salvador. “Naquela ocasião concedemos a Comenda Thomé de Souza ao compositor”, ressalta.

A parlamentar ainda leu textos sobre a trajetória de Caymmi, escritos por diferentes autores como os jornalistas Claudio Leal e João Carlos Teixeira Gomes, além de Antonio Risério e Stella Caymmi, neta do compositor.

INTÉRPRETE DA BAHIA – Também presente à solenidade, o secretário de Turismo da Bahia, Domingos Leonelli, afirmou que Caymmi contribuiu para que o estado se tornasse “um produto lítero-musical” no Brasil e no mundo. “Ele foi um músico interpretou a Bahia e que encantou a todos os que conheceram a sua obra”, disse.

Além dos baianos presentes, parlamentares de outros estados também evidenciaram a importância do artista que cantou o mar e a beleza do povo da “boa terra”. Mauro Benevides (PMDB-CE) afirmou que as mais de 100 composições de Caymmi foram todas musicalmente sofisticadas. Já Rodrigo Rolemberg (PSB-DF) disse que a obra do compositor baiano é eterna.

Também estiveram presentes na sessão especial, o chefe de gabinete do governador Jaques Wagner, Fernando Schimidt e o diretor-geral do Irdeb, Póla Ribeiro.

(Postado por: Vitor Hugo Soares)

ago
17

Postado em 17-08-2009 14:11

Arquivado em ( Charges, Multimídia) por vitor em 17-08-2009 14:11

gilson

ago
17

Postado em 17-08-2009 13:59

Arquivado em ( Newsletter) por vitor em 17-08-2009 13:59

Record x Globo: domingo sem trégua
duelo
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Deu no IG

O portal IG postou nesta segunda-feira (17) matéria jornalística assinada pelo repórter Maurício Stycer, sobre a dura reação da Rede Record em seu horário nobre de domingo, em defesa do bispo Edir Macedo, da Igreja Universal do Reino de Deus, acusado em ação do Ministério Público de São Paulo de formação de quadrilha e lavagem de dinheiro, entre outro crime. Na defesa da IURD, a Record concentrou suas batérias ontem contra a Rede Globo e o promotor que relatou a ação, acusado de manter relações com a juzia da Vara onde a denúncia foi impetrada.

Segundo o texto do reporter especial do IG , a Igreja Universal do Reino de Deus adotou uma estratégia tão inteligente quanto arriscada em resposta à esta ação do Ministério Público de São Paulo, que acusa o seu fundador e outros oito dirigentes de formação de quadrilha e lavagem de dinheiro, entre outros crimes graves.

A IURD entendeu que a melhor defesa no front público é o ataque. Dessa forma, no lugar de responder às acusações, esforça-se em explicar a suposta causa das denúncias. Por meio de seu braço de mídia, a Rede Record, concentra-se em um alvo principal, a Rede Globo – e desde o domingo (16) também ataca um dos quatro promotores do caso – analisa o IG.

Ó texto de Stycer assinala ainda que embora a primeira reportagem sobre a recente denúncia do MP tenha sido publicada na “Folha de S.Paulo” e outras informações sobre o caso tenham merecido generoso destaque em “O Estado de S.Paulo” e na “Veja”, a IURD mira abertamente apenas a Globo, neste momento.

Aos espectadores da Record, a igreja esforça-se em caracterizar os problemas que enfrenta na Justiça como resultado tanto do seu sucesso como instituição religiosa quanto do progresso da emissora. Ambas são medidas por um mesmo critério de mercado – de um lado, o crescimento do número de fiéis e templos; de outro, a subida da audiência. “De caráter nitidamente publicitário, essa operação funde igreja e emissora numa coisa só, iguala fiéis e espectadores e transforma todos em vítimas da Globo”, opina o repórter na matéria publçicada no IG.

Segundo analisa Maurício Stycer, “não deixa de ser curioso que, em seu ataque, a igreja rememore pecados clássicos da Globo, como a edição enviesada do debate entre Collor e Lula em 1989 e a cobertura envergonhada do comício das Diretas, na praça da Sé, em 1984”.

A manipulação ocorrida nos dois eventos é muito semelhante à operação que visa convencer o espectador que a IURD e a Record são alvo da Globo por conta do crescimento de ambas.

O risco desta estratégia é referendar, junto ao próprio público, aos seus funcionários e para a sociedade, o que inclui os seus anunciantes, a ideia de que a Record é apenas um braço a serviço da IURD. Além dos problemas legais que essa associação representa, a consolidação de uma ideia de “tevê do bispo” pode, no médio prazo, colocar a perder o projeto de transformar a emissora num “player” competitivo em um mercado que vê com bons olhos a necessidade de mais concorrência na televisão brasileira , comenta o portal IG.

LEIA INTEGRA DA REPORTAGEM SOBRE A GUERRA SANTA NA TV NO PORTAL IG (www.ig.com.br)

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