fev
02

Postado em 02-02-2009 20:12

Arquivado em ( Artigos) por bahiaempauta em 02-02-2009 20:12

Parece que a crise não chegou na Bahia, o Carnaval de Salvador conta com patrocinadores oficiais como Itaú, Nova Schin e Nextel.  

 

A Nextel participa pela primeira vez e está em um momento estratégico porque lança seus serviços na Bahia neste primeiro trimestre de 2009. A Nova Schin, em sua nona participação, além do patrocínio oficial estará apoiando vários camarotes e vem com uma campanha específica para o carnaval soteropolitano. Ja o Banco Itaú, em sua segunda participação, também amplia seu aporte e apóia os blocos afro Ilê Aiyê, Timbalada e a cantora Claudia Leitte.

 

Ivete Sangalo com sua produtora Caco de Telha, que entre outros serviços de entretenimento englobam os blocos Coruja e Cerveja & Cia, já anunciou parceria com empresas como iG, Garnier, Bradesco, Nova Schin e Shopping Iguatemi.

 

Na festa de lançamento das marcas do Carnaval de Salvador 2009 na boate Zank, no último dia 21, o presidente da Saltur – Salvador Turismo, Cláudio Tinoco falou sobre a dimensão da festa, adiantando que novos patrocinadores vão surgir até a abertura oficial, dia 19, fazendo com que se atinja a meta de captação de recursos da ordem de R$9,3 milhões.

 

 

por Laura Tonhá

fev
02

Postado em 02-02-2009 20:09

Arquivado em ( Artigos) por bahiaempauta em 02-02-2009 20:09

Ainda na festa de lançamento das marcas do Carnaval de Salvador 2009 na boate Zank, no último dia 21, o publicitário Maurício Magalhães, representante do consórcio Tudo-OCP, garantiu que o carnaval deste ano vai “bombar”: “A Bahia gosta de quem gosta dela. O maior carnaval do mundo vai bombar”, disse o publicitário.

 

Em tempo, é o Consórcio Tudo-OCP (formado pela agência Tudo, do Grupo ABC, de Nizan Guanes, e pela agência de propaganda baiana OCP), é responsável pela comercialização de cotas de patrocínio e gestão de marcas na folia de Salvador, pelo segundo ano consecutivo.

 

 Maurício e Nizan vocês devem gostar muito da Bahia…

 

por Laura Tonhá

fev
02

Postado em 02-02-2009 17:35

Arquivado em ( Artigos) por bahiaempauta em 02-02-2009 17:35

Já esta tocando nas rádios de Salvador o jingle “Eu Posso”, composição do publicitário baiano Nizan Guanaes, em parceria com o estúdio Elos. A música faz homenagem ao presidente dos EUA, Barack Obama, e é cantada pelo artista baiano Adelmo Casé, da banda Negra Cor.

 

A idéia é que o jingle seja uma homenagem ao novo presidente e uma mensagem de otimismo ao povo baiano durante o carnaval 2009. Bem ao estilo baiano e otimista de Nizan a letra diz assim:

 

Viva a Bahia aê / Viva a Bahia ô/ Será que eu posso sonhar / Eu posso / Se o negão chegou lá/ Eu posso/ No terreiro da Casa Branca/ Ou na Igreja do Bonfim/ Eu posso/ eu posso sim/ Viva Obama / o Carnaval é nosso / Viva Obama /  Bahia /  Carnaval / Viva Obama / Bahia you can//

 

por Laura Tonhá

jan
30

Postado em 30-01-2009 18:46

Arquivado em ( Artigos) por bahiaempauta em 30-01-2009 18:46

Vitor Hugo Soares

Ainda requer cuidados especiais o estado de saúde do vice-presidente da República, José Alencar, seis dias depois da cirurgia de quase 18 horas de duração a que se submeteu, para retirada de nove tumores no abdômen, o maior com 12cm. A recuperação, na previsão dos cirurgiões, deve ser lenta em razão complexidade da operação em uma pessoa com 77 anos de idade, mas as notícias recentes saídas do Hospital Sírio Libanês são animadoras. Informam que o paciente superou a fase crítica,está consciente, respira sem aparelhos, e já pediu para voltar para casa, “no máximo até segunda-feira”, 02 de fevereiro.

Leia o restante dessa entrada »

jan
28

Postado em 28-01-2009 22:25

Arquivado em ( Artigos) por bahiaempauta em 28-01-2009 22:25

 

Foi um jogo duro e cheio de catimba em disputa da União das Prefeituras da Bahia, mas a empolgante e acirrada disputa voto a voto terminou com a vitória do candidato do PMDB, Roberto Maia, prefeito de Bom Jesus da Lapa, que bateu o petista de Camaçari, Luis Caetano por placar apertado: 188 votos do vencedor, contra 175 do derrotado. Houve um voto em branco, cinco nulos e 16 prefeitos preferiram o muro, abstendo-se da votação, no primeiro grande embate pela UPB, depois de anos de controle completo da entidade pelo carlismo  mais conservador. 

 

 

 Terminado o escrutínio das cédulas e anunciado o resultado final meia hora antes do horário previsto (19H), agora é a festa (grande) de quem ganhou, e o ranger de dentes (ainda maior) de quem perdeu. São muito dos dois lados, na capital e no interior, entre candidatos, articuladores e cabos eleitorais. Do lado vencedor, dois nomes se destacam de saída: o próprio candidato do PMDB que vai comandar a UPB, um dos mais ressonantes tambores da política local; e o seu principal padrinho, o ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima .

 

Entre os vencidos, dois nomes de peso do PT com muito a lamentar, e cobrar talvez dos aliados: Caetano, que apostou quase tudo no pleito; e o governador Jaques Wagner, arrimo principal do candidato de Camaçari que, se eleito, poderia ser fundamental nos planos da reeleição em 2010.

 

Foquetes de um lado, cacos quebrados do outro, e Bahia que segue.

 

 

Por Vitor Hugo Soares

 

jan
28

Postado em 28-01-2009 16:40

Arquivado em ( Artigos) por bahiaempauta em 28-01-2009 16:40

 

As vaias e os aplausos dirigidos a João Henrique de Barradas Carneiro (PMDB), quando o prefeito de Salvador chegou ao Centro Administrativo, na manhã desta quarta-feira (28), para votar na eleição da nova direção da União de Prefeituras da Bahia, são sinais emblemáticos. Em ambos os casos, evidenciam um fato superior aos limites das aparências em que os políticos baianos (de todos os partidos, mas principalmente do PT e do PMDB) se esforçam para mantê-lo, embora não seja mais possível esconder a realidade: Bem mais que simples troca de comando na entidade , o pleito de hoje na UPB representa um lance estratégico crucial com vistas à sucessão estadual em 2010.

 

Na frente do ringue político medem forças Luis Caetano – polêmico e experiente prefeito petista de Camaçari – e Roberto Maia, o surpreendente prefeito peemedebista de Bom Jesus da Lapa, cidade da maior romaria do Estado, no vale do Rio São Francisco. Empurrando com força nos bastidores a candidatura de Caetano está o governador Jaques Wagner, amigo e aliado de longa data do atual administrador da rica e influente cidade da região metropolitana que abriga o Pólo Petroquímico, um dos maiores PIBs do País. Dando empurrões vigorosos ao carro de Maia, dirigente do interior rumo ao Centro Administrativo, está o influente ministro da Integração Nacional e aliado do governo Lula (e ainda de Wagner), Geddel  Vieira Lima , cujos projetos de vôos mais largos em 2010 ficam cada dia mais evidentes. Sem excluir até a possibilidade de disputar o Palácio de  Ondina, o que também já não é mais segredo para muita gente da política baiana.

 

Nos bastidores da eleição da UPB, portanto, esconde-se a questão vital, como no poema de Castro Alves: “Qual dos dois gigantes, morto, rolará?”. A resposta deverá sair das urnas ainda hoje.

A Conferir.

 

 

Por Vitor Hugo Soares

 

 

 

jan
24

Postado em 24-01-2009 02:59

Arquivado em ( Artigos) por bahiaempauta em 24-01-2009 02:59

Ainda sobre o carnaval em Brasília, a expectativa maior é para o ano que vem, quando Brasília comemorará 50 anos e as escolas de samba do Distrito Federal planejam fazer um enredo único sobre o aniversário da capital, além de  trazer o desfile de Ceilândia para o Plano Piloto.

De acordo com os organizadores da festa, se o GDF quer que o Carnaval seja um grande evento turístico, é imprescindível trazer o sambódromo para o centro da cidade. No Réveillon e no aniversário de Brasília, as programações já acontecem na Esplanada dos Ministérios.

Enquanto o carnaval de Brasília não se torna um grande evento turístico, parte da população brasiliense prestigia as badaladas folias da Bahia e do Rio. A novidade é que um grupo crescente tem optado pelo Carnaval de Diamantina em Minas Gerais.

Na cidade mineira a animação fica por conta dos batuques e bandas nos palcos da região histórica, além dos DJ’s nos casarões e dos vários blocos tradicionais que arrastam os foliões pelas ruas tombadas como “Patrimônio Cultural da Humanidade”.

Quem já foi garante que é um dos melhores carnavais de rua do país, e, seguramente, o gasto é muito menor que uma ida ao Rio de Janeiro ou a Salvador, no período momesco.

 por Laura Tonhá

jan
24

Postado em 24-01-2009 02:54

Arquivado em ( Artigos) por bahiaempauta em 24-01-2009 02:54

Ninguém sabia, a TV não mostra, ou se mostra ninguém repara, mas o Distrito Federal também tem carnaval. A festa acontece principalmente em Ceilândia, cidade satélite, com desfile de escolas de samba, no Ceilambrodomo.

No Plano Piloto a festa continua com o bloco Galinho de Brasília que este ano terá a sua concentração no Eixão, na altura da 203/204 Sul. No Carnaval do ano passado, houve confronto entre soldados do Batalhão de Operações Especiais (Bope) e foliões, depois de reclamações de moradores das quadras 203 e 204 Sul em razão do barulho. Este ano o Galinho deverá apenas passar pelas quadras citadas, seu local de origem, e encerrar seu percurso na Esplanada dos Ministérios.   

A Secretaria de Cultura juntamente com a Brasíliatur e representantes das escolas de samba do Distrito Federal divulgaram que o orçamento este ano será o mesmo do ano passado, R$ 7,5 milhões para a organização geral da festa.

por Laura Tonhá

jan
23

Postado em 23-01-2009 20:26

Arquivado em ( Artigos) por bahiaempauta em 23-01-2009 20:26

Vitor Hugo Soares

 

Reportagem de Ana Paula Sousa, na “Carta Capital”, anuncia: Othon Bastos – artista singular e plural de teatro, cinema e televisão – está fazendo 55 anos de carreira. Aos 71 de idade, resistente desde sempre, ele diz que pagou um preço por suas escolhas profissionais: “o preço da dignidade”. Sem lamúrias e sem badalação, segue em seu ofício. Firme como o meteorito de Bendengó, encontrado em 1874. A rocha caiu do espaço como bola de fogo no sertão de Canudos, de tantos simbolismos, próximo de Tucano, cidade baiana onde o ator veio ao mundo, no ano da graça de 1933.

 

 Multiplicidade é pouco para definir a mistura fina de  sertanejo e cidadão do mundo, que é Othon Bastos. Advogado Polidoro na novela “Três Irmãs”, da Globo; Corisco imbatível de “Deus e o Diabo na Terra do Sol” (Glauber Rocha),  Paulo Honório soberbo de “São Bernardo”( Leon Hirszman), notável coronel Ramiro do recém-lançado filme “Cascalho” (Tuna Espinheira). Intérprete de todos os gêneros, escolas e personagens (dos heróis populares das comedias nordestinas de Cordel aos seres mais complexos das criações de Shakespeare e Brecht), nos palcos de Salvador, Rio de Janeiro, São Paulo ou Londres.

 

 Leio com atraso a matéria da revista semanal, quando a televisão mostra imagens impressionantes do tributo que a multidão em Washington, sob frio da mais de 10 graus abaixo de zero, presta ao afro-americano Barack Hussein Obama. Ele acabara de assumir o mais invejado posto de poder no planeta, apesar do peso monumental da crise que Bush largou sobre seus ombros, antes de, aos tropeções, retirar-se para merecido ostracismo no Texas.

 

 A memória voa da festa americana, até pousar em um alegre e democrático carnaval de Salvador, há mais de 20 anos. O então repórter da sucursal do Jornal do Brasil bate de frente com o artista no meio da rua, a poucos passos da badalada Praça Castro Alves entulhada de foliões. A timidez mandada às favas pela cerveja, cede lugar à emoção que leva ao abraço e ao grito de saudação, que surpreende o artista, apesar da zoada do trio que se aproxima: “Grande Othon Bastos!”.

 

 Era um tempo de carnaval espontâneo, onde participar era o verbo principal. Muito mais importante que olhar à distância, como mero expectador, as loucuras mais impensáveis ao ar livre. Sem peias e sem as cordas discriminatórias dos blocos excludentes, nem os camarotes que privatizam os espaços públicos nos corredores principais da folia, usurpados por novos ricos deslumbrados, “celebridades”, políticos, postulantes a candidatos, mandantes da hora nos governos, misturados com influentes homens de negócio, em estranhas transações, entre a passagem de um bloco e outro.

 

  Olhada agora, em perspectiva, aquela cena em Salvador, não motiva arrependimento nenhum. Na matéria da “Carta Capital”, o artista revela ter ido com o filho ao show do saxofonista Sonny Rollins, no Rio de Janeiro, e foi abordado por um repórter que queria saber por que ele estava lá. “Ora, por que alguém vai a um show? Sou o que construí em 55 aos de carreira. O sucesso é muito relativo. Vivi momentos de auge, mas não tem sentido ficar olhando o passado”, responde. Eis aí mais um ótimo motivo para um abraço.

 

 Levado pelo pai à casa de um médium, quando sonhava em entrar para a Aeronáutica, o jovem Othon ouviu dele que seria algo diferente. Ficaria em um lugar em que as pessoas todas iriam olhá-lo. “Pensei: vou ser chefe de repartição pública”, brinca o ator, que foi além, sem desmentir o vidente de seu destino. O resto da história está contado – e bem – na matéria de Ana Paula.

 

 Só adianto que, pelas mãos do mestre Paschoal Carlos Magno, criador do Teatro do Estudante, Othon foi parar em Londres, e lá passou dois anos estudando na Webber Douglas School. De volta ao País, foi convidado por Geanni Ratto para ensinar na Escola de Teatro da UFBA, no reitorado do professor Edgar Santos. Retornou então à Bahia, quando o Estado reluzia nacionalmente em um de seus períodos mais férteis e ricos de arte e cultura.

 

 Com ajuda de Virgildásio Sena, um prefeito progressista, eleito em 63 e cassado pela ditadura menos de um ano depois, Othon e seus colegas do Teatro dos Novos, ergueram o Teatro Vila Velha, sopro vigoroso do palco baiano e brasileiro. Juracy Magalhães, um governante conservador, também ajudou muito, inclusive doando o terreno, faz questão de lembrar o artista, por justiça.

 

 Mas a tevê é quem o sustenta atualmente, confessa. Vez por outra um diretor de novela vira-se para o elenco e diz: “Este é o Corisco,”revela o artista, sem mágoa. Para ele, o peso do nome e da história pouco conta na televisão. E repete: “É o preço por minhas escolhas. Mas, se paguei, foi o preço da dignidade, o preço de poder me olhar no espelho todos os dias”.

 

 Grande Othon Bastos!

 

Vitor Hugo Soares é jornalista. E-mail: vitors.h@uol.com.br       

jan
22

Postado em 22-01-2009 00:33

Arquivado em ( Artigos) por bahiaempauta em 22-01-2009 00:33

Manchete do primeiro dia da administração do presidente  dos Estados Unidos, Barak Hussein Obama, empossado ontem: “Obama congela faixas de altos salários (mais de 100 mil dólares por ano)  da Casa Branca”.

Observação  da jornalista baiana, Rosane Santana, que mora em Boston(EUA): “Começou a era dos factóides.

A conferir

  • Arquivos

  • Maio 2018
    S T Q Q S S D
    « abr    
     123456
    78910111213
    14151617181920
    21222324252627
    28293031