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05

Postado em 05-01-2010 13:53

Arquivado em ( Multimídia) por vitor em 05-01-2010 13:53

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A música para começar a tarde no Bahia em Pauta nesta terça-feira,5, de um indefinido 2010, é “The way we were”. Barbra Streisand é a imbatível intérprete desta canção com a marca e o sabor dos apaixonados e apaixonantes anos 70. Confira.
(Vitor Hugo Soares)

jan
05

Postado em 05-01-2010 13:04

Arquivado em ( Newsletter) por vitor em 05-01-2010 13:04

Brasken em Camaçari: gigante

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Deu no portal IG

Em matéria assinada pelo analista de mercado Guilherme Barros o portal IG revela que a maior empresa petroquímica da América Latina, a nova Braskem, do grupo baiano Odebrecht,  será a 10ª do mundo em faturamento. Com a incorporação da Quattor, a receita anual da Braskem sobe de R$ 23,4 bilhões para R$ 30,4 bilhões, o que a torna um gigante no setor petroquímico no mundo.

O objetivo da Odebrecht e da Petrobras, segundo o IG, é de que, em alguns anos, a companhia se torne a número um no planeta. Hoje, a líder no mundo é a americana Dow Chemical, com uma larga vantagem em relação à nova Braskem.

Guilherme Barros assinala no  texto publicado no portal web que para chegar à liderança, a Petrobras e a Braskem contam, entre outras ferramentas, com a incorporação do Comperj (Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro), que atualmente está em obras.

A previsão é que, dentro de três ou quatro anos, o Comperj já esteja faturando alguma coisa como R$ 20 bilhões ao ano, o que vai ajudar a engordar bastante a receita da nova companhia.

Não é a toa que a Odebrecht e a Petrobras decidiram injetar uma montanha de R$ 4 bilhões na nova empresa que será formada com a compra da Quattor. Trata-se de um volume recorde de investimento em fusões e incorporações no Brasil, diz a matéria do IG.

A matéria diz ainda que dentro dessa estratégia de se tornar um “player” global, a nova Braskem também vai se preparar para fazer novas aquisições no mundo, o que vai ajudar a se aproximar bastante da Dow.

 

jan
05

Postado em 05-01-2010 12:23

Arquivado em ( Aparecida, Artigos) por vitor em 05-01-2010 12:23

VIDAS LADEIRA ABAIXO

Aparecida Torneros

Impossível não se chegar ao fundo da dor compartilhada e humana, deixando-se afundar-se no assento, enquanto se assiste, repetidamente, pela televisão, as notícias das tragédias das águas, na virada do ano, em Angra, no Rio de Janeiro, e em tantos outros lugares onde o verão e suas cheias trazem, sobretudo, a certeza da nossa pequenez diante da natureza imensa.

A engenharia nacional se gaba, e com razão, de feitos maravilhosos, pontes desafiantes construídas mundo afora, entretanto, nas encostas molhadas, quando o barro desmorona, tudo rola ladeira abaixo, vidas se perdem na inútil tentativa de explicação racional, para a ocupação desordenada e irresponsável do solo urbano, em cidades grandes ou pequenas, através de edificações permitidas ou clandestinas, num misto de desrespeito e irresponsabilidade compactuados por sociedade e autoridades, quadro este que já nos cansamos de ter na frente dos olhos e de viver nas emoções alteradas.

As tais águas que o Tom cantou lembrando que eram comuns em março, por aqui, no hemisfério sul, na verdade, se fazem presentes no mundo inteiro, em épocas diversas, e principalmente, passaram a surpreender o Planeta, a partir do fenômeno do aquecimento global, das mudanças climáticas inesperadas e ainda imprevisíveis na sua totalidade. Cientistas tentam desvendar mistérios, governos de países poluídores tentam adiar suas ações, cidadãos tentam conviver em espaços cada vez mais restritos em termos de segurança física ou de ares respiráveis.

Tristes imagens de vidas ceifadas rolando com paus e pedras, pelas barranqueiras, gente inocente indo embora na agonia dos soterramentos, prefeituras com administradores baratinados ao constatar que a omissão é tão culpada quanto a ação, e muitas vezes, vai muito além. Isso porque permite a desordem urbana e a instalação do caos social como é o caso das comunidades que cresceram à mercê de invasões para depois se tornarem reféns do tráfico ou da ilegalidade. Louvável sempre é e será cada atitude no sentido de pacificar “morros” em guerra, resgatar cidadanias ou elevar qualidade de vida de populações carentes. Mais do que louvável, é emergencial a decisão de mudar o quadro monótono que nos fere alma e coração, com as constatadas e irreversíveis catástrofes de verão.

No Rio de Janeiro, por exemplo, muito se tem avançado, nas comunidades que ora são aquinhoadas com as obras do PAC, Programa de Aceleração do Desenvolvimento, exemplificando Rocinha, Complexo do Alemão, Manguinhos, entre outras, através de remoções de moradores em áreas de risco, construção de moradias em áreas desapropriadas ou abandonadas, instalação de equipamentos sociais e mobiliários, como escolas, postos de saúde, hospitais, teatros, bibliotecas, praças, quadras de esportes. Saudável, sim, mas ainda é muito pouco em termos percentuais para atender aos milhões de criaturas que habitam não só os morros, encostas, mas também baixadas, faixas marginais de rios que transbordam, lugares onde não há infra-estrutura suficiente capaz de abrigar seres humanos com vida digna, segura e respeitada.

Ao mesmo tempo em que vi e li, nos últimos dias, por diversas ocasiões, a sofrida transmissão desse noticiário aterrador, assisti também, no filme Lula, o filho do Brasil, às cenas da enchente em local onde ele e sua família moravam, em São Paulo, quando sua mãe d.Lindu, seus irmãos e ele próprio, ainda bem jovem, fogem como podem, das águas que carregam tantas dores.

Pois nessa tomada , aliás muito bem filmada, a personagem vivida por Gloria Pires, mãe do Presidente, preocupa-se, sobretudo, com o macacão de metalúrgico de seus filhos, que ia se estragar com a enchente, e a peça do vestuário era, na verdade, o melhor representante da cidadania de sua família, com filhos operários, em busca de um lugar ao sol, um lugar mais seguro, bem estruturado, protegido das cheias, com bons alicerces, fincado em terreno propício, assegurado como ideal para viver e progredir.

Somos todos filhos do Brasil, esperamos sim, que nosso solo, mãe gentil, nos permita viver e morar, sem tantos riscos ou tantos desmandos, sem tantas omissões e muito menos sem tantas águas rolando e levando junto com elas nossas alegrias de um verão a mais, um verão que poderia ser menos trágico, talvez mais prazeroso, talvez menos entregue à força de uma natureza que pode não ser totalmente contida, mas que precisa e dever ser, finalmente, respeitada por quem faz cumprir as leis, neste país gigante pela própria natureza.

Cida Torneros, jornalista, escritora, mora no Rio de Janeiro, onde edita o o Blog dfa mulher Necessária (  http://blogdamulhernecessaria.blogspot.com/ )

jan
05

Postado em 05-01-2010 11:23

Arquivado em ( Newsletter) por vitor em 05-01-2010 11:23

Gretchen: infeliz ano novo/img Arquivo

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O ano de 2010 não começou bem para a cantora Gretchen

Uma das artistas mais populares do país nos anos 90 a Cantora Gretchen, famosa como “rainha do bumbum e do rebolado”, passou por momentos amargos na madrugada desta terça-feira, 5, em Salvador, onde ele veio passar os festejos de fim de ano. A artista foi assaltada e levou coronhadas de um bandido, quando retornava de um desfile no Pelourinho em companhia de seu empresário e uma amiga.

Ultimamente também dedicada à política em Pernambuco, onde disputou a prefeitura de um dos municípios da região metropolitana de Recife, Gretchen estava em um carro com dois amigos quando foi abordada por uma dupla de assaltante na avenida que bordeja o Dique do Tororó.

Gretchen, segundo testemunhas que passavam no local na hora do assalto, foi agredida pelos bandidos, que, além de coronhadas de revólver na cabeça da artista, deram um tiro para assustar.

Um Boletim de Ocorrência foi registrado no complexo de delegacias dos Barris, bem próxima ao local do ataque, mas a polícia que investiga o caso não conseguiu identificar nem prender os assaltantes.

(Postado por Vitor Hugo Soares, com informações da Rádio Band Newa-FM-Salvador e site Tudo Agora)

jan
05

Postado em 05-01-2010 10:45

Arquivado em ( Newsletter) por vitor em 05-01-2010 10:45

Gil imortal

Deu na coluna
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Em o O Globo o jornalista Ancelmo Gois publica em sua antenada coluna, edição de segunda-feira, 4.

“Há uma articulação para fazer do ex-ministro (da Cultura) Gilberto Gil integrande da Academia Brasileira de Letras.

jan
05

Postado em 05-01-2010 09:24

Arquivado em ( Newsletter) por vitor em 05-01-2010 09:24

Um boneco produzido à imagem do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, foi encontrado e retirado pela polícia com uma corda amarrada o pescoço na localidade de Plains, estado da Georgia. O fato ocorreu no sábado, mas só foi divulgado ontem na televisão local e teve grande impacto e repercussão na Georgia, por lembrar graves e condenáveis episódios de racismo e segregação racial na região. A chamada grande mídia norte-americana, no entanto, mantêm-se discreta diante do fato, á espera da mais detalhes das investigações.

Segundo notícia publicada com destaque na edição desta terça-feira do Diário de Notícias, de Portugal, no carrtaz posto ao lado do boneco enforcado em Plains podia ler-se: “Plains, Georgia. Terra de Jimmy Carter, o nosso 39.º presidente”, mas o boneco que pendia diante dele, enforcado pelo pescoço e com uma placa a identificá-lo, era de outro inquilino da Casa Branca: Barack Obama.

A matéria do DN acrescenta que os serviços de segurança presidenciais já investigam este episódio de carácter claramente racista, que faz lembrar os tempos em que a Geórgia era uma das campeãs da segregação nos Estados Unidos.

O porta-voz dos serviços secretos americanos, Ed Donovan, explicou à AP que o grande boneco negro foi retirado no sábado de manhã, mas o incidente só ontem foi tornado público pela televisão local WALB-TV. Donovan adiantou ainda que as autoridades já abriram um inquérito para tentar apurar quem são os autores deste ataque racista contra o primeiro presidente negro dos Estados Unidos. Mas recusou adiantar mais pormenores.

TRISTES LEMBRANÇAS

Através de testemunhas o jornal Atlanta Journal-Constitution conseguiu mais detalhes sobre esta história. Um dos 637 habitantes de Plains – a aldeia conhecida por ser a terra natal de Jimmy Carter, ainda hoje o seu mais famoso residente – contou que o boneco negro com a placa a dizer “Obama” estava enforcado diante do cartaz vermelho, azul e branco alusivo ao antigo inquilino da Casa Branca.

O xerife de Plains também recusou dar mais informações, remetendo o caso para os serviços secretos e os responsáveis pela segurança do Presidente. Em Plains, alguns habitantes mostravam-se preocupados com este episódio de outros tempos. A Geórgia foi um dos estados que mantiveram por mais tgempo a segregação racial, tendo sido palco de violentos confrontos na época da luta pelos direitos cívis dos negros.

“Preferíamos que isto não tivesse acontecido”, explicou ao Atlanta Journal-Constitution Jan Williams, gerente do hotel Plains Historic Inn. Este estabelecimento fica situado na principal rua de Plains, precisamente a mesma onde o boneco feito à imagem de Obama foi encontrado pendurado. Williams acrescentou ainda ter sido ouvida pelos serviços secretos, mas garantiu não ter qualquer informação relevante para lhes fornecer. E acrescentou que a efígie foi retirada por volta das 10.15 de sábado, quando ela própria se dirigia para o hotel.

Tranquila, Plains consegue muitos lucros graças ao turismo presidencial. Mas este episódio racista, que passa quase despercebido na grande mídia norte-america, “é a última coisa de que Plains precisa”, explica Williams.

jan
04

Postado em 04-01-2010 23:19

Arquivado em ( Multimídia) por vitor em 04-01-2010 23:19


BOA NOITE!

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Postado em 04-01-2010 21:34

Arquivado em ( Multimídia) por vitor em 04-01-2010 21:34

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Postado em 04-01-2010 19:47

Arquivado em ( Artigos, Ivan) por vitor em 04-01-2010 19:47

Em sua coluna política diária na Tribuna da Bahia o jornalista político Ivan de Carvalho fala nesta primeira segunda-feira de 2010, sobre a “censura judicial” a que o jornal “O Estado de S. Paulo segue subetido, como em 2009, impedido de falar no processo que envolve Fernando sarney, filho presidente do Cpngresso, senador José Sarney. Ou melhos, Ivan comenta a estratégia criativa dos blogs para vencer a censura dos juizes, que surgiu quando dois blogueiros foram proibidos pela justiça de publicar informações sobre escândalos diferentes. Confira no texto que Bahia em pauta reproduz. (VHS)

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 Fernando Sarney: intocável

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OPINIÃO POLÍTICA

CRIATIVIDADE DOS BLOGS 

Ivan de Carvalho

Informa o jornal O Estado de S. Paulo, proibido pela justiça de publicar informações sobre o processo que envolve Fernando Sarney, um dos filhos do presidente do Senado, José Sarney, que blogs inauguraram a estratégia de driblar a censura (rima para ditadura) imposta por autoridades judiciais.

O jornal permanece impedido há meses de publicar dados a respeito do caso Boi Barrica. Fernando Sarney já declarou que não teve a intenção, ao pedir à Justiça que impusesse a censura, de censurar a imprensa. Suponho, então, que sua intenção tenha sido a de que a Justiça fizesse o trabalho por ele, o que aconteceu.

Depois de sua declaração tão esclarecedora, Fernando Sarney (José  Sarney disse que não tem nada com isso, pois o assunto é com o Fernando, que nem político é, mas empresário) tomou alguma providência processual no sentido de esconder o gato, mas deixou o rabo (do gato) de fora, porque mesmo depois da tal providência o jornal continuou sob censura prévia específica e vem fazendo, para seus leitores, a contagem do já grande número de dias a que a ela está submetido.

Mas voltemos à estratégia dos blogs, a revelar que embora a maldita censura (a censura de informações e opiniões, bloqueando a liberdade de expressão, está vedada por cláusula pétrea da Constituição, mas parece que há juízes que ainda não leram essa parte da Carta Magna, embora esteja logo no começo do documento) ensaie seu retorno triunfal sobre a nação, nem tudo está perdido.

A estratégia surgiu quando dois blogueiros – o jornalista Fábio Pannunzio e a economista Adriana Vandoni – foram proibidos pela Justiça de publicar informações sobre escândalos diferentes. Então eles passaram a trocar informações – um blog publica as que estão proibidas ao outro e vice-versa. Assim, não desacatam as ordens judiciais nem deixam os escândalos escondidos na moita.

A estratégia, ironicamente batizada de “permuta de censura”, já ganhou duas adesões. A última delas, da jornalista Alcinéia Cavalcanti, proibida pela Justiça do Amapá de publicar notícias sobre a família Sarney. José Sarney, da tribuna do Senado, já declarou que jamais processou um jornalista. Mas há mais de vinte ações dele contra Alcinéia Cavalcanti, disseram os blogueiros.

Segundo o jornalista Pannunzio, da Rede Bandeirantes e que tem o Blog do Pannunzio, a estratégia “tem o objetivo de preservar o interesse público e a liberdade de imprensa, ao mesmo tempo em que respeitamos a decisão dos juízes que nos censuraram”.

O Blog do Pannunzio está proibido de publicar notícias sobre Deise Zuqui, investigada pela Polícia Federal por suposto envolvimento com uma quadrilha de traficantes de trabalhadores e Adriana Vandoni, do blog Prosa e Política, foi proibida pela Justiça de Mato Grosso de veicular informações sobre o presidente da Assembléia Legislativa, José Riva, que responde a mais de 100 ações por improbidade administrativa. Também já integra a rede “Permuta de Censura” o blog Página do E, de Enock Cavalcanti, censurado pela justiça de Mato Grosso. Que prospere a estratégia, se necessário.

jan
04

Postado em 04-01-2010 19:12

Arquivado em ( Newsletter) por vitor em 04-01-2010 19:12

Marcelo Nilo, presidente da Assembléia 

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Tem muita gente querendo conhecer o texto com o conteúdo completo do “ato secreto” editado sob o formato de Resolução Legislativa, assinada pelo presidente da Assembléia , Marcelo Nilo, que cria a primeira “mamata” de 2010, para favorecer deputados de todos os partidos com recursos públicos.

Passo a passo:

Para acessar o ato vá no endereço:( www.al.ba.gov.br). Depois acesse o conteúdo do Diário Oficial do Legislativo e no topo da página tem um link: atos do poder legislativo. O primeiro ato
é o que cria a “mamata”.

Boa sorte

(Vitor Hugo Soares )

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