maio
02

Postado em 02-05-2010 11:07

Arquivado em ( Newsletter) por vitor em 02-05-2010 11:07

A chanceler alemã Angela Merkel disse que Portugal, Espanha e Irlanda sabem certamente que o caminho que a Grécia terá de seguir ao lado do Fundo Monetário Internacional (FMI) não será fácil, e diante da crise grega, vão fazer tudo para não chegarem a uma situação similar.

«Estes países podem ver que o caminho percorrido pela Grécia na direcção do FMI não é fácil. Assim, eles vão fazer de tudo para evitar chegar a tal situação e já anunciaram planos de poupança», disse Angela Merkel,numa entrevista publicada este domingo no jornal Bild am Sonntag.

«Todos os especialistas consideram que Portugal, Espanha e Irlanda estão em melhor forma do que a Grécia», acrescentou.

Segundo o portal português TSF, o jornal alemão Der Spiegel avisa que os técnicos do FMI poderão permanecer na Grécia por dez anos para sanear a economia e realizar as reformas necessárias.

(Informações do portal TSF , de Lisboa)

maio
01

Postado em 01-05-2010 23:48

Arquivado em ( Multimídia) por vitor em 01-05-2010 23:48


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Um Homem Também Chora (guerreiro Menino)

Composição: Gonzaguinha

Um homem também chora
Menina morena
Também deseja colo
Palavras amenas…

Precisa de carinho
Precisa de ternura
Precisa de um abraço
Da própria candura…

Guerreiros são pessoas
Tão fortes, tão frágeis
Guerreiros são meninos
No fundo do peito…

Precisam de um descanso
Precisam de um remanso
Precisam de um sono
Que os tornem refeitos…

É triste ver meu homem
Guerreiro menino
Com a barra do seu tempo
Por sobre seus ombros…

Eu vejo que ele berra
Eu vejo que ele sangra
A dor que tem no peito
Pois ama e ama…

Um homem se humilha
Se castram seu sonho
Seu sonho é sua vida
E vida é trabalho…

E sem o seu trabalho
O homem não tem honra
E sem a sua honra
Se morre, se mata…

Não dá prá ser feliz
Não dá prá ser feliz…

É triste ver meu homem
Guerreiro menino
Com a barra de seu tempo
Por sobre seus ombros…

Eu vejo que ele sangra
Eu vejo que ele berra
A dor que tem no peito
Pois ama e ama…

Um homem se humilha
Se castram seu sonho
Seu sonho é sua vida

BOA NOITE!!!
E vida é trabalho…

E sem o seu trabalho
O homem não tem honra
E sem a sua honra
Se morre, se mata…

Não dá prá ser feliz
Não dá prá ser feliz…

Não dá prá ser feliz
Não dá prá ser feliz
Não dá prá ser feliz…

maio
01

Postado em 01-05-2010 23:31

Arquivado em ( Newsletter) por vitor em 01-05-2010 23:31

Lula chora no começo da despedida/


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Há oito meses de deixar a Presidência da República, Luiz Inácio Lula da Silva chorou de emoção ao falar a trabalhadores do ABC do término de seu mandato. O presidente mais popular da história do Brasil, eleito um dos 25 líderes mais influentes do planeta pela revista norte-americana Time, o homem do ano pelo jornal francês Le Monde e chamado de “o cara” pelo presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, Lula disse que seu maior orgulho após oito anos de governo será poder andar tranquilamente pelas ruas de São Bernardo do Campo, olhar nos olhos dos trabalhadores que o alçaram ao poder, e poder cumprimentá-los com a sensação do dever cumprido.

“É com muito orgulho que, quando eu deixar a Presidência, vou continuar morando no mesmo apartamento, na mesma distância do sindicato que me projetou para a política e das empresas onde fiz as greves mais maravilhosas desse País. E o que mais vai me dar orgulho é que vou poder levantar de manhã, encontrar qualquer trabalhador e dizer para ele: bom dia, companheiro. Porque eu fui leal”, disse, para, em seguida, começar a chorar.

maio
01

Postado em 01-05-2010 12:51

Arquivado em ( Multimídia) por vitor em 01-05-2010 12:51


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A melodia é contagiante, a interpretação é inimitável , mas atenção especial para a letra desta canção escolhida como a música do sábado pelo Bahia em Pauta neste Dia Internacional do Trabalho. Quem tiver outras sugestões para a data mande que BP agradece.
(Vitor Hugo Soares)

maio
01

Postado em 01-05-2010 11:44

Arquivado em ( Newsletter) por vitor em 01-05-2010 11:44

O Presidente dos Estados Unidos vai deslocar-se às zonas afetadas pela maré negra no Golfo do México nas próximas 48 horas para avaliar a situação e os esforços em curso para conter o vazamento de petróleo que ameaça causar um dos maiores desastres ambientais da historia.

«O Presidente irá ao Golfo do México nas próximas 48 horas para avaliar o vazamento de petróleo e a reação» das autoridades, diz um comunicado da Casa Branca.

Obama prometeu tudo fazer para conter os efeitos da maré negra, a pior das últimas décadas nos Estados Unidos. Os estados do Alabama e do Mississipi decretaram o estado de emergência face à ameaça iminente da maré negra, depois de idêntica medida ter sido decretada no Luisiana, onde a mancha de petróleo já chegou, e na Florida, onde é esperada na segunda-feira.

O derrame partiu da plataforma petrolífera Deepwater Horizon, explorada pela empresa britânica British Petrolen (BP) e situada a 70 quilómetros da costa norte-americana. A plataforma naufragou a 22 de Abril, dois dias depois de uma explosão.

Com 800 mil litros de petróleo escapando todos os dias do poço furado sob a plataforma, a catástrofe poderá ultrapassar em amplitude a de Exxon Valdez, a pior da história norte-americana, em 1989, ao largo do Alasca.

(Informações do portal TSF Rádio Notícias, de Portugal)

maio
01

Postado em 01-05-2010 11:29

Arquivado em ( Artigos, Eventuais) por vitor em 01-05-2010 11:29

Aves em perigo na costa americana/ El Mundo

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CRÔNICA/TANTO ÓLEO

MAR EM LUTO

Diogo Tavares

Todo desastre ecológico é terrível e geralmente não é útil tecer comentário sobre o quanto um acidente pode ser pior do que outro. Mas em alguns casos não dá pra evitar. Entre as calamidades causadas pelo homem, aquelas que envolvem a indústria de petróleo têm gerado maiores e mais permanentes danos do que outras. E não é necessário computar nesta relação as guerras modernas no Oriente Médio, motivadas em grande parte pela disputa estratégica pelo controle das maiores reservas conhecidas de petróleo do mundo. Basta analisar os desastres diretos, como o que atingiu o Alasca há alguns anos e o que atinge agora a costa atlântica sul dos Estados Unidos, após a explosão de uma plataforma no Golfo do México, expoentes máximos de casos similares banalizados no mundo todo.

Nas últimas horas as notícias são terríveis, com a mancha de óleo maior do que a Jamaica atingindo uma enorme área de pântanos, de reservas biológicas e de exploração pesqueira. Um país, o maior viciado em petróleo do mundo, em estado de emergência justamente por causa do ouro negro. Isto é a única parte boa da notícia, pois o oceano é muito grande, mas para os americanos o país deles é ainda maior.

Não gosto e acho ultrapassado o discurso anti-imperialista, do tipo “yankee go home”, mas são bons os ventos que estão levando todo aquele petróleo para a costa norte-americana e não para o meio do Atlântico. Digo isso com certa triste convicção de quem já deparou com grande quantidade de lixo não orgânico, como garrafas pet e pedaços de rede de pesca, velejando a meio caminho de Fernando de Noronha, bem longe da plataforma continental. Sim, a poluição no oceano não tem dono e não haveria metade do empenho da maior potência do mundo em deter o desastre ecológico se ele não fosse em casa. Da mesma forma que, responsáveis pela maior quantidade de gases do efeito estufa no mundo, os Estados Unidos ainda relutam em assinar acordos de controle de emissão.

Por isso há a outra questão que surge, mais sutil, mas igualmente importante e provavelmente mais profunda e duradoura. Esta tragédia deve colocar em discussão, a partir dos próprios Estados Unidos, se este modelo de desenvolvimento calcado em fontes de energia não renováveis, na exploração irresponsável das reservas naturais, na visão unilateral de mundo e na concentração de riqueza e poder pode continuar.

Buscando um otimismo lá no fundo, tenho a esperança de que este desastre e todo o custo econômico atrelado a ele possam colocar a questão da segurança ambiental e da sustentabilidade em outro patamar. Inclusive aqui no Brasil, onde vazamentos de petróleo são recorrentes e já causaram graves danos principalmente nas baías da Guanabara e de Todos os Santos. Não basta discutir com quanto da riqueza do pré-sal cada estado brasileiro vai ficar. É preciso assegurar que o preço a pagar, neste caso por todos nós e pelos nossos filhos, não será alto demais.

Diogo Tavares é jornalista e escritor

maio
01

Postado em 01-05-2010 00:04

Arquivado em ( Artigos, Vitor) por vitor em 01-05-2010 00:04

Dilma em campanha na Agrishow

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ARTIGO DA SEMANA

CANDIDATOS E O FILME SUECO

Vitor Hugo Soares

Perdi a conta das vezes que vi e revi o filme sueco dos anos 80, “Minha Vida de Cachorro”, um de meus preferidos do cinema de todas as épocas. Guardo a cópia em DVD deste fascinante painel de vida e esperança em meio ao desvario quase total de um tempo. Dirigido por Lasse Hallstrom, a fita revela tudo através do garoto Ingemar e suas observações comparativas: lições agudas a partir de sua aldeia sobre o mundo e seus habitantes, da gente mais simples aos mais célebres e poderoso ao seu redor.

Sensibilidade, graça, equilíbrio e lúcida visão crítica, mesmo nos momentos mais loucos do enredo, estão presentes do começo ao fim. Mesmo quando tudo parece perdido, sem controle e sem saída nesta realização cinematográfica que virou cult com o passar do tempo. A cópia em DVD, digitalizada de antigo vídeo cassete, está sempre ao alcance das mãos e dos olhos, principalmente em tempos de campanhas eleitorais estranhas e polvilhadas de interesses nada recomendáveis, cheias de ruídos, blefes, falsas informações, imposturas de todo lado, como as que se tem visto ultimamente.

Isso e muito mais que tornam atualíssimo e digno de referência neste espaço, tanto o filme quanto o conselho repetido durante toda a fita pelo garoto Ingemar: “É preciso sempre comparar”.

Quase tudo torna o filme inesquecível. O rico conteúdo humano; o desempenho de atores e direção invulgares; o cenário magnífico de uma Suécia de sonhos cujos habitantes amam o samba do Brasil e torcem por seu futebol bem antes do presidente Lula chegar ao Palácio do Planalto.

Comove e surpreende ver o entusiasmo da fervorosa torcida de um povo com fama de “frio e pouco dado a emoções”, na noite gloriosa em que o lutador sueco Ingemar Johanson derrota o até então imbatível peso pesado americano Floyd Peterson.

Esta semana deu uma vontade danada de assistir “Minha Vida de Cachorro” outra vez. Isso em razão de alguns episódios, movimentos e imagens da campanha antecipada que anda a todo vapor em praticamente todas as regiões brasileiras, bem antes da Copa da África do Sul começar, mesmo que nenhum candidato o admita, nem seus condutores políticos e marqueteiros de plantão.

Sem falar em “azaradores” que não dormem como o baiano Duda Mendonça. Este não larga o calcanhar de seu conterrâneo João Santana, que não acha sossego para cuidar profissionalmente de seu trabalho e da imagem da petista Dilma, como Lula recomendou ao publicitário de sua campanha vitoriosa mais recente.

Esta foi uma semana rica em exemplos (nem sempre recomendáveis), a começar pela rasteira do alto comando do PSB aplicada no socialista cearense Ciro Gomes, para derrubar o deputado pelo Ceará em sua postulação para disputar o primeiro turno da eleição presidencial pela legenda de seu partido.

Outro: a pré-candidata petista Dilma Rousseff em seu blog recentemente criado, desfilando na histórica Passeata dos 100 Mil no Rio de Janeiro, com a face emprestada da atriz Norma Bengell. Ou mais recente, dirigindo um trator com chapéu de roceira na cabeça e vestindo terninho executivo na Agrishow, a superexposição de implementos agrícolas em Ribeirão Preto.

No Sudeste e no Norte o auê político-eleitoral causado pelo sorriso novinho em folha inaugurado pela senadora do Acre e postulante presidencial do Partido Verde, Marina Silva. Sorriso que ela exibirá este domingo na Bahia, quando estará em Salvador para impulsionar os candidatos da chapa Verde nas eleições majoritárias no Estado.

No Nordeste, o paulista José Serra visita a Bahia pela segunda vez em menos de 15 dias. Faz força para bater o recorde de Lula em campanhas passadas, sempre a repetir nos palanques a convicção espírita de que um dia, em outra encarnação, foi baiano.

No esforço para cortar caminho na terra onde as pesquisas mostram Dilma mais forte eleitoralmente, Serra não chega a tanto. Mas o paulista não cansa de repetir que foi na Bahia, na época do movimento estudantil contra a ditadura e da construção da Ação Popular (AP), ao lado de Duarte Pacheco Pereira, que aprendeu “a fazer política de verdade”. Desta vez, Serra apareceu bem à vontade ao lado do ex-governador Paulo Souto, postulante a voltar ao Palácio de Ondina na eleição deste ano.

Cercado por toda cúpula carlista do DEM no estado, o tucano visita a cidade de Feira de Santana, segundo maior colégio eleitoral do estado e antigo reduto da esquerda baiana, sob o comando de um dos maiores adversários de Antonio Carlos Magalhães e da ditadura militar durante décadas: o falecido ex-prefeito e ex-deputado Chico Pinto.

Enquanto enfrenta seu drama pessoal em “Minha Vida de Cachorro”, o garoto Ingemar observa tudo e filosofa sobre sua vida, as pessoas e as notícias do mundo à sua volta. Para minorar seu sofrimento, pensa em tragédias maiores que a sua, como a da freira que foi ajudar pessoas na Etiópia e lá foi morta a pauladas.

Ou da cadelinha Laika, que os russos haviam acabado de mandar para o espaço dentro do foguite “Sputnik”, e lá morreria de fome. Feita a reflexão, Ingemar conclui com a sua frase preferida: “É preciso comparar”.

Pois é, antes que seja tarde.

Vitor Hugo Soares é jornalistan – E-mail:

vitor_soares1@terra.com.br

abr
30

Postado em 30-04-2010 22:53

Arquivado em ( Newsletter) por vitor em 30-04-2010 22:53

Rastros do desastre

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Os estados americanos do Alabama e da Florida declararam situação de emergência por causa da maré negra provocada pela explosão de uma plataforma petrolífera no Golfo do México.

O governador do Alabama declarou, esta sexta-feira, o estado de emergência no seu Estado, uma vez que o vazamento de petróleo de uma plataforma que afundou no Golfo do México põe um «sério risco ao ambiente e à economia».

Esta declaração de Bob Riley surgiu algumas horas depois de o governador da Florida ter tomado a mesma medida, que permitirá a estes Estados poderem vir a receber ajuda federal para fazerem face a esta catástrofe ambiental.

«Esta situação ameaça o Estado da Florida de uma catástrofe de grande envergadura», explicou Charlie Christ, sobre uma maré negra que já chegou às costas do Estado da Louisiana, que já tinha declarado o estado de emergência na quinta-feira.

O governador do Lousiana indicou, entretanto, que as autoridades do seu Estado já decidiram mesmo «formar prisioneiros para a limpeza do petróleo para que possam ajudar as agências federais» encarregadas da situação.

«Os próximos dias são críticos e por isso temos de fazer todo o possível e o necessário para proteger as nossas costas», acrescentou.

Entretanto, os pescadores de uma pequena cidade do Lousiana, perto de um dos locais mais atingidos por esta catástrofe ambiental já colocaram mesmo os seus barcos à disposição para o combate a esta maré negra.

O presidente Barack Obama também está preocupado com esta situação e já disse que é necessário que a exploração petrolífera seja feita de forma «responsável».

(Informações do portal TSF, de Portugal )

abr
30

Postado em 30-04-2010 17:39

Arquivado em ( Multimídia) por vitor em 30-04-2010 17:39


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Com os agradecimento mais uma vez do Bahia em Pauta ao Blogbar do Fontana. (VHS)

abr
30

Postado em 30-04-2010 17:16

Arquivado em ( Artigos, Eventuais) por vitor em 30-04-2010 17:16

Duda: jogo pesado com João

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DEU NO BLOG DE CHICO BRUNO

Direto da Varanda: Chico Bruno

Dilma não é Lula

Lula caiu nas mãos de Duda Mendonça em 2002, pronto e acabado.
Afinal, depois de disputar três eleições presidenciais não poderia ser diferente, principalmente por que, goste ou não de Lula, ele é safo, tão safo que, dá nó em pinto de éter sem deixar ponta.
Mesmo assim, foi preciso sacar da cartola a tal “Carta aos brasileiros”, na qual Lula assumiu compromissos com a política econômica implantada por Itamar Franco e continuada por Fernando Henrique.
Dilma chegou às mãos de João Santana virgem em campanhas eleitorais. Ela nunca foi um ser político, é uma burocrata, competente na ótica de Lula e dos petistas.
Essa é a diferença.
Há tempos venho pregando, que quando chegasse o buraco negro de uma campanha eleitoral, que compreende o espaço entre desincompatibilização em abril e julho, quando começa a campanha eleitoral pela legislação, é que a onça ia beber água.
Antes disso, Dilma era a mochila inseparável das viagens de Lula.
Ocorre que além do citado, o PT montou uma mega-estrutura de campanha que ao invés de ajudar João Santana, o atrapalha.
Enquanto a equipe de Duda, em 2002, fazia a captação de imagens espontaneamente durante as viagens de Lula para os programas eleitorais, João Santana é obrigado a produzir as cenas de Dilma para os mesmos fins.
Vale lembrar, que a cena principal da campanha à reeleição de Lula foi feita espontaneamente durante uma viagem presidencial a cidade baiana de Lauro de Freitas.
Portanto, não dá para comparar o trabalho de Duda em 2002 e o do próprio Santana, em 2006, com Lula, com o que precisa ser feito agora com Dilma.
Leio na coluna do Luiz Carlos Azedo que “João Santana prepara em segredo o programa do PT que irá ao ar em 13 de maio”.
Ainda, segundo Azedo, Santana “não quer vazamentos sobre o roteiro e pretende surpreender ao utilizar o tempo de televisão e de rádio da legenda para reposicionar a imagem da candidata petista”.
Acho que sobre isso, o que existe é muito folclore.
Afinal, duas viagens para as gravações de Dilma foram acompanhadas por jornalistas “ingeridos”, segundo disse uma das produtoras baianas das cenas gravadas em Minas Gerais e no Rio Grande do Sul.
É constrangedor alguns dirigentes petistas dizerem que Dilma precisa ter um bom desempenho no programa para superar a crise de identidade na qual submergiu após deixar de ser mochila de Lula, haja vista, que a maioria das cagadas não foi produzida por Dilma, mas pelos especialistas em internet que eles próprios contrataram.
Mas a grande sacanagem desse período da campanha é ouvir Duda Mendonça, que durante anos sugou a sabedoria de João Santana, dizer que Dilma está sendo desvirtuada ao ser apresentada ao eleitor.
É por essas e outras que Duda e outros gostam de fazer com os colegas que me recolhi a Varanda, de onde analiso essa “zona” em que se transformou a política brasileira.
Uso “zona” para não usar o termo com que Ciro brindou Fortaleza.

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