jan
21

Postado em 21-01-2010 11:06

Arquivado em ( Artigos, Ivan) por vitor em 21-01-2010 11:06

“No momento é o caos”

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O CAOS EM LILIPUT

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DEU NA COLUNA

“No entanto, a dupla Serra-Gabeira é uma espécie de inferno político para grande parte da microscópica população oposicionista de Liliput”. Descubra o que o jornalista Ivan de Carvalho que dizer com esta intrigante metáfora política, lendo sua coluna desta quinta-feira no jornal Tribuna da Bahia, que Bahia em Pauta reproduz. BOM DIA!
(VHS)

Ivan de Carvalho
No momento é o caos.
Quando, na terça-feira, neste espaço, comentei a Guerra em Liliput, existiam apenas dois exércitos. Um deles era favorável a que o Psol (o país Liliput nessa história) fizesse coligação com o PV e apoiasse a candidatura a presidente da República da senadora Marina Silva, ex-petista como os principais do Psol, ex-ministra do Meio Ambiente do governo Lula e senadora.
O outro exército – que como o anterior deve ter a dimensão de um pelotão, tão pequenas são as coisas em Liliput – é favorável à candidatura própria do promotor aposentado Plínio de Arruda Sampaio, uma pessoa muito respeitável e completamente sem votos, a presidente da República.
Estavam assim as coisas, até onde se sabia, quando o deputado Fernando Gabeira, do PV e que por diferença de poucos votos não foi espetacularmente eleito prefeito do Rio de Janeiro em 2008, resolver aceitar que seu nome seja posto na disputa pelo cargo de governador do Estado do Rio de Janeiro, nas eleições deste ano.
Não haveria problema quanto a isso, não fosse a particularidade de que Gabeira aceita disputar o governo fluminense com o apoio do PSDB (e do DEM) e a contrapartida para isto é permitir que o candidato tucano a presidente da República, José Serra, se torne seu aliado eleitoral. Isso significa que Serra teria no Rio um palanque que espera seja forte, o de Gabeira. Isso é bom para a oposição em geral.

No entanto, a dupla Serra-Gabeira é uma espécie de inferno político para grande parte da microscópica população oposicionista de Liliput. E se Gabeira, que é uma das duas figuras politicamente mais importantes do PV, se alia a Serra, Liliput racha e se impõe (é aquela historia do pequeno metido a besta, pequenininho mas durinho) obstáculos quase intransponíveis para apoiar a candidatura da verde Marina Silva à sucessão de Lula. Razão? É óbvia – a provável aliança de Gabeira com Serra “contamina” o PV e em Liliput o cordão sanitário é impenetrável.
Então, se Liliput está quase de acordo em não apoiar a verde Marina Silva, o que seria lógico que fizesse? Apoiar Plínio de Arruda Sampaio, que até já fora há uns tempos “indicado” – isso significa apenas uma sinalização, não determina nada, é uma coisa típica nos ambientes autoproclamados “de esquerda” – como possível candidato e acaba de receber o apoio do bravo bispo da diocese baiana de Barra, dom Cappio.
Mas o que faz Liliput? Divide-se ainda mais. Aos dois exércitos citados (um a favor de Marina, outro a favor de Plínio) acrescenta-se, surgindo de alguma trincheira em miniatura, o pelotão, perdão, o exército de Babá. O ex-deputado João Batista Araújo, codinome Babá, foi lançado pré-candidato do Psol pela facção interna CST (Corrente Socialista dos Trabalhadores). Deve disputar com Plínio de Arruda Sampaio a indicação do partido, caso não prevaleçam os que ainda brigam para apoiar a candidatura de Marina Silva.

jan
20

Postado em 20-01-2010 22:33

Arquivado em ( Multimídia) por vitor em 20-01-2010 22:33


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Sebastião: Bahia em Pauta começou o dia com com música em seu louvor. E canta para o santo crivado de flechas também ao final do dia a ele dedicado, rogando que ele continue a zelar pelo Rio, ” sua cidade tão castigada e tão bela”.

E se tiver um tempinho livre, meu santo, zele também por Salvador e pela Bahia, que muito estão precisando.
BOA NOITE!
(Vitor Hugo Soares)

jan
20

Postado em 20-01-2010 21:50

Arquivado em ( Newsletter) por vitor em 20-01-2010 21:50

DEU NO BLOG DO NOBLAT

Nota oficial do PSDB, assinada por seu presidente, o senador Sérgio Guerra (PE), e que acaba de sair do forno:

“Dilma Rousseff mente. Mentiu no passado sobre seu currículo e mente hoje sobre seus adversários. Usa a mentira como método. Aposta na desinformação do povo e abusa da boa fé do cidadão.

Mente sobre o PAC, mente sobre sua função. Não é gerente de um programa de governo e, sim, de uma embalagem publicitária que amarra no mesmo pacote obras municipais, estaduais, federais e privadas. Mente ao somar todos os recursos investidos por todas essas instâncias e apresentá-los como se fossem resultado da ação do governo federal.

Apropria-se do que não é seu e vangloria-se do que não faz.

Dissimulada, Dilma Rousseff assegurou à Dra. Ruth Cardoso que não tinha feito um dossiê sobre ela. Mentira! Um mês antes, em jantar com 30 empresários, informara que fazia, sim, um dossiê contra Ruth Cardoso.

Durante anos, mentiu sobre seu currículo. Apresentava-se como mestre e doutora pela Unicamp. Nunca foi nem uma coisa nem outra.

Além de mentir, Dilma Rousseff omite. Esconde que, em 32 meses, apenas 10% das obras listadas no PAC foram concluídas – a maioria tocada por estados e municípios. Cerca de 62% dessa lista fantasiosa do PAC – 7.715 projetos – ainda não saíram do papel.

Outra característica de Dilma Rousseff é transferir responsabilidades.

A culpa do desempenho medíocre é sempre dos outros: ora o bode expiatório da incompetência gerencial são as exigências ambientais, ora a fiscalização do Tribunal de Contas da União, ora o bagre da Amazônia, ora a perereca do Rio Grande do Sul.

Assume a obra alheia que dá certo e esconde sua autoria no que dá errado.

Dilma Rousseff se escondeu durante 21 horas após o apagão. Quando falou, a ex-ministra de Minas e Energia, chefe do PAC, promovida a gerente do governo, não sabia o que dizer, além de culpar a chuva e de explicar que blecaute não é apagão.

Até hoje, Dilma Rousseff também se recusou a falar sobre o Plano Nacional de Direitos Humanos, com todas barbaridades incluídas nesse Decreto, que compromete a liberdade de imprensa, persegue as religiões, criminaliza quem é contra o aborto e liquida o direito de propriedade. Um programa do qual ela teve a responsabilidade final, na condição de ministra-chefe da Casa Civil.

Está claro, portanto, que mentir, omitir, esconder-se, dissimular e transferir responsabilidades são a base do discurso de Dilma Rousseff. Mas, ao contrário do que ela pensa, o Brasil não é um país de bobos.”

jan
20

Postado em 20-01-2010 18:45

Arquivado em ( Artigos, Newsletter) por vitor em 20-01-2010 18:45

Bahia em Pauta estende o seu tapete vermelho para receber o texto de uma figura especial nesta quarta-feira,20: a jornalista Thais Bilenky que visitou Israel e Jordânia em janeiro deste ano e relata o que viu e sentiu.

“Gente boa”, como a define o repórter Claudio Leal , de Terra Magazine em Sampa, e este editor referenda desde que a conheceu pessoalmente na Bahia e teve na jovem paulista uma das mais atentas, antenadas e corretas editoras de seus textos semanais em TM.

Ex-repórter de Terra Magazine, em São Paulo, a paulistana – e vocacionalmente baiana – Thais deixou a marca de sua sensibilidade de repórter na cobertura cultural e política da revista eletrônica do portal Terra. Desde o final de 2009 ela se dedica a outros projetos profissionais.

Sempre inquieta, basta viajar e as mãos de jornalista coçam para escrever, como comprova a cobertura do carnaval passado, em Salvador, e este texto especial para o Bahia em Pauta.Thais conta que quando leu o recado do editor de BP, para ela mandar algum texto, pegou uma caderneta e escreveu a crônica no ônibus, no retorno de Eilat para Jerusalém

Thais, querida moça da Rua Augusta com jornalismo á flor da pele, você merece bem mais que um simples tapete vermelho. Bahia em Pauta agradece pelo esforço e o texto empolgante. Chega mais.

( Vitor Hugo Soares, com ajuda preciosa do reporter de TM, Claudio Leal)

Tel-Aviv:surpresas, humor e emoções

Thais Bilenky

Os israelenses adoram os brasileiros. O garçom em Eilat se empolga ao saber que o cliente nasceu no país em que acabara de passar três meses. Depois de três anos servindo ao Exército, um ex-soldado corre em direção aos visitantes numa festa em Tel Aviv, para saber onde deve ficar durante o ano que pretende viver no Brasil. Seu amigo vai atrás, e o outro anota telefones e cidades.
A amistosidade é grande, mas a burocracia em Israel é menos afável. A entrada no país, judaico, cravado no Oriente Médio árabe, em constante guerra com os vizinhos, é tensa. Interrogatórios, inspeções alfandegárias, raios-x, vistorias, novos interrogatórios. Quem deseja conhecer Jerusalém, cidade-berço das três maiores religiões monoteístas do mundo, não o faz sem paciência.
A vida em Israel é móvel. O país, de 22 072 km² de extensão, é coberto por eficiente malha rodoviária e ferroviária, metrô nas maiores cidades e táxis à vontade. Muitos israelenses vivem nas pequenas cidades que circundam os centros urbanos onde trabalham (Tel Aviv é o principal). Os oficiais do Exército têm direito a transporte público gratuito. O serviço é obrigatório para homens entre 19 e 22 anos e para mulheres entre os 19 e 21 anos.

Os israelenses tentam, não raro, mostrar que o país é seguro, “diferentemente do que se mostra na tevê”, alegam. Gostam de lembrar que o Exército é mais “mundano” do que se pensa. E, sim, algumas meninas chegam a considerá-lo “divertido”. Longe das frentes de combate, o cotidiano israelense é claramente bom, abastecido por um desenvolvimento tecnológico avançado, bolsas e incentivos de estudo, e até o sustento, pelo Estado, de judeus ortodoxos que não trabalham. Mas um turista “inofensivo e desarmado” nem sempre consegue se sentir em paz.
Um breve relato pessoal pode ajudar a colorir a descrição. De Tel Aviv fui de ônibus para Eilat, um balneário ao Sul cercado pelo Mar Vermelho, para visitar as ruínas de Petra, na Jordânia. O roteiro é comum entre turistas, estrangeiros e nativos. Em geral, é feito em grupo ou excursões com guias jordanianos. Fui com uma amiga, Ana, e só.
Sair de Israel e atravessar a pé os 200 metros de fronteira até o país árabe vizinho se
anunciou assustador. As duas horas que enfrentaríamos até chegar ao pólo turístico geravam ansiedade. Entre os muros e arames farpados e elétricos dos dois países, uma mulher vem puxar papo.

Sorri ao saber que fala com brasileiras:
– Nossos filhos terminam o Exército e vão direto para o Brasil. E vocês… vêm para cá?
Mas ela gosta mesmo de saber que somos judias. O sorriso não mente. Pedimos para participar de seu grupo de excursão e ela se dirige ao cicerone, que acede mas logo volta atrás quando o soldado jordaniano recolhe nossos passaportes. Depois de uma visita à alfândega, voltamos ao muro com arame farpado e nos deparamos com dez homens que falam um inglês rudimentar. São taxistas consorciados que tabelam um preço (alto) para levar turistas perdidos à Petra.
Brasileiras e judias, conseguimos driblar a apreensão e pechinchar: 90 dinar (1 dinar
jordaniano vale aproximadamente 2,50 reais) ida e volta. Não havia muitas opções, entramos no carro. O deserto sul-jordaniano é lindíssimo, mas o chaveiro em forma de bala de revólver, o carro todo costurado, as fotografias de homens apontando metralhadoras chamavam mais a atenção. Natural da cidade de Aqaba, Mohamed, o motorista falante e alegre, percebe a aflição das passageiras e cisma em amenizar a tensão:
– Jordan safe. Very safe.
Todo dia, conta, leva turistas de Eilat a Petra, Petra a Eilat. No seu celular, garante que guarda fotos recentes de passageiras argentinas, e fotografou só para mostrar ao filho. O telefone toca, somos incapazes de compreender o tema da conversa, mas Mohamed sorri, ao desligar:

– Meu filho. Tenho esse filho, outra da idade de vocês e uma esposa.
Pausa. Mira pelo retrovisor:

– Only one wife.
Feita a manobra de turismo, ver Israel a poucos metros é um alívio. Os soldados jordanianos na fronteira se alegram com o “República Federativa do Brasil” do passaporte, perguntam pelo Kaká (pronunciam Káka), pelo Rio de Janeiro, pelas “cheeks brasileñas”, sorriem e manifestam satisfação com nossa visita.
Chega-se a Israel, uma militar recolhe nossos passaportes. Ana é liberada rapidamente. Thais, não. Qual a origem do nome? O significado? Desconheço. Mas há um significado?, insiste.

“Deve ter, não sei, é um nome comum no Brasil…” E não me pergunta se sou judia. Quer saber se tenho irmãos, quais os nomes deles e dos meus pais, se celebro feriados judaicos. Quais? Por quê? Digo que são encontros familiares, importantes para nossos avós, a comida é boa. Mas percebo que quer argumentos mais precisos. Hosh Hashaná é o ano novo judaico, Iom Kipur o dia do perdão. Digo que fiz Bat Mitzvá. A soldada, com entusiasmo modesto, seguindo uma lógica própria, enfim me pergunta se sou judia e me deixa passar, na hora em que me animei.

 Dia seguinte, sete horas da manhã, o ônibus deixa Eilat a caminho de Jerusalém. Ao nosso lado um homem entrado nos 40 anos de idade, de origem árabe, bem vestido, senta-se. Traz consigo uma mala preta e uma sacola de compras. Em Israel, uma maleta preta como a dele não resiste por dez minutos se abandonada ao relento. Soldados explodem-na antes que ela… Isso aí. A sacola cai da prateleira do ônibus. Alertado, o homem a recolhe e, meio constrangido, informa:
– É doce.
Ajeita a mala na prateleira. Estica o paletó, checa os bolsos, verifica as horas em intervalos mínimos – e o celular também. Observa com atenção cada passageiro. Não cochila como os demais. Paranoia e preconceito, sem dúvida. Mas se um turista bobo e judeu é feito suspeito, um homem árabe, sozinho, soa amedrontador. Mas o ônibus não pareceu se importar, à minha exceção.

Não são comuns cenas de agressão pública entre judeus e árabes nas ruas de Israel, mas o jornal Jerusalém Post dá conta de que 67% dos israelenses têm medo de que a violência afete sua família no dia-a-dia. Entre os palestinos, o temor chega a 77% da população, segundo o mesmo periódico. Ao contrário das pesquisas, tem-se a impressão de que quem vive em Israel, e na Palestina de modo geral, em comparação com os ocidentais, é mais familiarizado com a tensão no Oriente Médio e entende, por experiência própria, o confronto entre judeus e árabes; no caso dos israelenses, aparentemente, a passagem pelo Exército desmistifica o conflito. Quem chega desavisado com a máquina fotográfica nas mãos é que vê tudo com flash: como se a vida na região fossem cenas de um filme de ação e perigo.
E, no fim, parece bem mais assustador do que a vida como ela tem que ser.
Thais Bilenky é jornalista, mora em São Paulo e adora a Rua Augusta

jan
20

Postado em 20-01-2010 16:25

Arquivado em ( Artigos, Multimídia, Olivia) por vitor em 20-01-2010 16:25

Marchinha do concurso 2008

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Maria Olivia

Olha que exemplo:A Fundição Progresso resolveu há cinco anos estimular novas composições. Nesta quarta,20, dia do padroeiro São Sebastião, haverá uma grande festa na Parada da Lapa para apresentar as dez músicas finalistas do 5º Concurso de Marchinhas da Fundição Progresso.

Se você caro internauta que acessa BB estiver no Rio, não deixe de comparecer, programação simplesmente imperdível.

Faltando meses pro carnaval, todo mundo inscreve suas letras e eles fazem uma pré-seleção, sendo que as 10 melhores entram num CD. Pra defender as músicas, foi formada a banda da Fundição, com cantores e músicos do calibre de Alfredo Del Penho, Pedro Paulo Malta, Clarisse Magalhães, Lali Maia e Marcelo Bernardes.

Quem for na festa desta quarta, marcada pra 20h30m, já ganha o CD na entrada, ao pagar o ingresso de R$ 15. Além da apresentação das finalistas, tem ainda um show do Rio Maracatu, encerrando a noite. Bom demais, né?

Maria Olivia é jornalista

jan
20

Postado em 20-01-2010 12:25

Arquivado em ( Newsletter) por vitor em 20-01-2010 12:25

Bob Fernandes:vem novidades

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Depois de entrevistar o governador de Minas Gerais, Aécio Neves, em Belo Horizonte, já está na Bahia o jornalista Bob Fernandes, editor-chefe da revista digital Terra Magazine. Ontem ele não parou um minuto em Salvador, e, nesta quarta-feira, 20, continua na mesma batida, sem tempo a perder.

Guindado recentemente coordenador editorial do Portal Terra, um dos mais acessados e importantes portais web da América Latina, por cujos países transita também sem parar há anos, Bob já atua na articulação e na montagem do Projeto Terra de supercobertura das eleições para presidente da República e governadores no Brasil, este ano.

Diga-se de saída para saciar um pouco a curiosidade de muitos: Trata-se de um projeto de fôlego, inovador, profissional e que seus organizadores esperam seja marcante não só pela extensão e abrangência, mas principalmente, pela profundidade, isenção e qualidade do conteúdo.

Bob Fernandes inicia agora, pela Bahia, uma corrida de fundo por várias regiões do País, na montagem da infraestrura e na busca de bons profissionais para atuar ao seu lado. e sob seu comando, neste novo desafio no Terra.

Enquanto carrega pedras, Bob Fernandes – reconhecidamente um dos faros mais refinados do jornalismo brasileiro há décadas – apura o fôlego em largas braçadas e mergulhos em águas da Baia de Todos os Santo, na terra onde ele se formou (na UFBA) e onde foi acolhido com título de Cidadão e tudo que merece e tem direito, concedido pela Assembléia Legislativa. E fazendo contatos por todo lado, em terrenos da política e do jornalismo!

“O martelo do investimento do Portal Terra na cobertura das eleições presidenciais foi batido semana passada em São Paulo. Agora é tocar o barco”, adianta Bob, por enquanto.

Vem mais e novas notícias por aí.

A conferir.

(Vitor Hugo Soares, editor de Bahia em Pauta)

jan
20

Postado em 20-01-2010 10:37

Arquivado em ( Multimídia, Newsletter) por vitor em 20-01-2010 10:37


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Sinfonia do Rio de Janeiro de São Sebastião, maravilha composta por Francis Hime, é a música para começar o dia nesta quarta-feira, 20, dia do sdanto crivado de flechas.Como assinala a apresnetação no You Tube:A beleza do Rio de Janeiro, seus séculos de sons, ritmos e impregnação cultural única, mais a música de Francis Hime. Esta bela mistura — temperada na poesia de Geraldinho Carneiro e Paulo César Pinheiro , híper-evocativa, maliciosa e de certa forma épica , sob a regência do autor à frente de uma orquestra sinfônica de cerca de 70 músicos.Atenção para a participação fantástoca de Lenine no vído da Biscoito Fino. “Obra prima!”, resume um ouvinte comentarista do You Tube. Confira.

(Postado por Vitor Hugo Soares )

jan
20

Postado em 20-01-2010 10:10

Arquivado em ( Newsletter) por vitor em 20-01-2010 10:10

Sebastião:santo heróico

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Deu no portal do IG

O Rio de Janeiro comemora nesta quarta-feira o dia do santo padroeiro da cidade, São Sebastião. Para celebrar a data, procissões e cortejos festivos organizados pela Arquidiocese do Rio de Janeiro irão tomar conta de algumas ruas da capital fluminense como tradicionalmente acontece todos os anos.

De acordo com a Guarda Municipal, mais de 100 agentes vão atuar no controle urbano durante a procissão em homenagem ao padroeiro da cidade. O cortejo irá passar por ruas da Tijuca, do Centro e da Glória.

História

Ao contrário de outras capitais, o Rio tem seu feriado no dia do padroeiro e não na data de sua fundação – dia 1º de março. Para o historiador Milton Teixeira, essa diferença se deve à tradição do feriado de São Sebastião, celebrado desde 1568.

“Na época, esse também era o dia em que tomavam posse os vereadores da cidade, vestidos com uma roupa toda trabalhada, cheia de penachos”.

Segundo Teixeira, mesmo com proclamação da República, o feriado de 20 de janeiro foi mantido pela sua tradição. “A única vez em que tentaram tirá-lo, em 1966, houve uma chuva tamanha na cidade que nenhum administrador pensou mais nesse assunto”.

São Sebastião nasceu em Pretória, na Itália, por volta do século III. Pertencente a uma família cristã, ele foi batizado enquanto criança. Anos mais tarde, seguindo a carreira militar, São Sebastião foi nomeado capitão pelo Imperador Diocleciano por sua fidelidade e valor.

Na posição de chefe, ele aproveitava para melhor confortar os cristãos quando denunciados ou condenados à morte. Diocleciano, identificando Sebastião como verdadeiro cristão, o deteve e forçou a renegar sua fé. Sem fazer a vontade do imperador, o santo foi amarrado a um tronco de árvore e alvejado por flechas.

Resistindo à tortura, ele sobreviveu e manifestou ao imperador sua reprovação pela violência praticada contra os cristãos. Essa atitude lhe custou a condenação à morte, ocorrida a pauladas no ano 303.

Leia mais sobre: São Sebastião

jan
20

Postado em 20-01-2010 09:45

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 20-01-2010 09:45

Obama:derrotado em bastião democrata

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ROSANE SANTANA

(Boston-EUA) -Tradicional reduto democrata, o pequeno estado de Massachusetts, na costa leste dos Estados Unidos, surpreendeu o país, nesta terça-feira, 19, ao eleger o republicano Scott P. Brown, para a vaga deixada pelo senador Eduardo Kennedy, morto no último verão, vítima de câncer, que ocupava a cadeira há 46 anos. Um revés para o presidente Barack Obama, que exatamente hoje completa um ano de governo e perde, assim, a força para aprovar, de maneira automática, suas propostas no Senado, apesar da maioria largamente democrata naquela Casa.

Com uma população de 6,5 milhões de habitantes, Massachusetts possui um total de 4,1 milhões de eleitores registrados, numa proporção de 3 democratas para cada 1 republicano, embora a maioria de 51% seja independente, não pertencendo a nenhum partido. Este contigente foi decisivo para a vitória republicana e deu uma demonstração inequívoca da insatisfação com os rumos do governo de Barack Obama, especialmente no que diz respeito à reforma na saúde, que está longe de ser unanimidade nos Estados Unidos, o alto índice de desemprego e o crescente aumento dos gastos públicos (incluindo as guerras no Oriente Médio), segundo analistas da política americana.

Scott P. Brown representa o 41º voto republicano no Senado e deve criar obstáculos à aprovação das mudanças no sistema de saúde, ainda pendente de votação naquela Casa, sendo também um sinal nada animador para que Barack Obama ponha em marcha, como prometeu, a votação da reforma imigratória, este ano, entre outras iniciativas importantes para seu governo. Daí porque a Casa Branca acompanhou com preocupação o desenrolar das eleições em Massachusetts, cujos sinais da derrota evidenciaram-se logo após apurados 51% das urnas, quando o republicano Scott P. Brown já apresentava significativa dianteira sobre a candidata democrata Martha Coakley.

A derrota em Massachusetts é emblemática não somente por representar um reduto democrata, em especial da família Kennedy, por quase meio século.

Mas, por ser um estado altamente desenvolvido, industrializado e politizado, concentrando na região metropolitana de Boston, sua capital, mais de uma centena de universidades – as melhores e mais cobiçadas do mundo – e a nata da intelectualidade americana. Um sinal, portanto, de que Barack Obama, que apareceu em vídeo ao lado da candidata, durante a campanha, está perdendo a batalha junto a opinião pública de seu país.
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Rosane Santana, jornalista, mestre em História pela UFBA, mora em Boston(EUA) e estuda em Harvard.

jan
19

Postado em 19-01-2010 23:03

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 19-01-2010 23:03


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Elis Regina canta Corsário em um programa de 1976 para a Rede Bandeirantes. Arranjos Originais. No segundo vídeo canta uma canção imortal:”Aos Nossos Filhos”.
Elis nesta terça-feira, 19 de janeiro, dia de saudades, e sempre. BOA NOITE!
(VHS)

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