‘Quero dizer ao presidente Temer que conte conosco’

Geraldo Alckmin (PSDB), governador do estado de São Paulo e provável candidato tucano à presidência da República. Em discurso neste sábado, no interior paulista, durante ato político com a presença do presidente Temer (PMDB).

Dick Farney !!! Para ouvir estrelas, no bom sentido, no palco ( ou ringue) da vida, em companhia do BP !!!

BOM DIA!!!

(Gilson Nogueira)

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NOta do BP: Maravilha, Gilson! É de solidariedade ativa e generosa , como a sua, que o BP precisa para vencer mais esta batalha!
Bahia em Pauta agradece também à solidariedade e força de Volney.
Vamos sair dessa!!!
(Vitor Hugo Soares)

dez
16

Postado em 16-12-2017 00:14

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 16-12-2017 00:14

DEU NO BLOG O ANTAGONISTA

VOCÊ PERDEU, FORAGIDO

Como noticiamos, o foragido Rodrigo Tacla Durán foi denunciado hoje por corrupção no Comperj.

O foragido tentou bancar o inocente e enlamear Sérgio Moro, com a ajuda de deputados e jornalistas petistas.

Os fatos o recolocaram no seu devido lugar.

dez
16

Postado em 16-12-2017 00:12

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 16-12-2017 00:12

DO EL PAÍS

Heloísa Mendonça

São Paulo

A agência que regula a Internet nos Estados Unidos aprovou, nesta quinta-feira, o fim do princípio de neutralidade da rede do país. Dessa maneira, a Comissão Federal de Comunicações (FCC, na sigla em inglês) reverteu o entendimento da Internet como um serviço público, no qual os provedores são obrigados a tratar todos os dados da rede de maneira igual, sem importar sua origem, tipo e destino. Se a decisão for realmente referendada pelo Congresso americano, será permitido às operadoras separar conteúdo, priorizar alguns e cobrar por pacotes diferenciados de acesso.

A resolução, que gerou forte controvérsia em Washington, derruba a regras impostas em 2015, no Governo de Barack Obama, para que o fluxo de dados da rede não fosse influenciado pelas operadoras de telecomunicações. Críticos temem que para utilizar serviços como transmissão de vídeos por streaming – como os da Netflix – ou jogos online, as operadoras passem a cobrar taxas maiores. Ou seja, os planos de acesso à Internet seriam parecidos aos de TV a cabo.

No Brasil, o temor dos que se opõem à medida é que a mudança adotada nos Estados Unidos possa reabrir o debate sobre o tema no país. Aqui, a neutralidade de rede passou a ser garantida a partir de 2014, quando o Marco Civil da Internet entrou em vigor. De acordo com a legislação brasileira, empresas não podem discriminar os dados que trafegam na rede e tem o dever de “tratar de forma isonômica quaisquer pacotes de dados, sem distinção por conteúdo, origem e destino”.

O decreto que regulamenta a lei, assinado por Dilma Rousseff em 2016, prevê exceções específicas à neutralidade dos dados, por exemplo, em serviços de emergência – como a necessidade do Governo de alertar a população sobre uma catástrofe natural.

“Essa decisão dos EUA deve realimentar os discursos das operadoras para quebrar a neutralidade, eles farão lobby e tentarão mostrar que isso é uma tendência mundial. Mas não é verdade. Assim como o Brasil, existem diversos países na Europa que se mantêm fiéis ao princípio de neutralidade”, afirma Sérgio Amadeu, membro do Comitê Gestor da Internet (CGI).

Na opinião de Amadeu, o maior problema da decisão americana é possibilitar um possível bloqueio à inovação na rede. Hoje, a legislação garante igual acesso a todas as empresas que queiram lançar serviços e produtos na internet. “Temos uma rede aberta, democrática. Com a quebra da neutralidade, você burocratiza, e pode obrigar aos criadores de novos aplicativos e ferramentas a terem que negociar com as operadoras o acesso aos seus serviços”, explica.

Já o SindiTelebrasil apoia a nova regulamentação americana. Para o sindicato que reúne as maiores operadoras do mercado brasileiro, não deveria haver regra alguma que interfira na gestão do tráfego das prestadoras de telecomunicações.

Na avaliação de Flavia Lefèvre, advogada da Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Proteste), uma quebra de neutralidade no Brasil, apesar de ser apoiada por fortes grupos econômicos, não seria tão fácil já que a alteração demandaria uma mudança na legislação. “Institucionalmente e juridicamente, a situação dos serviços de internet brasileiro e americano são muito diferentes. Lógico que os EUA, com seu protagonismo, influencia o mundo inteiro. Mas, quem fala que haverá uma reação imediata está sendo oportunista”, diz.

Para Lefèvre, em um país com uma desigualdade grande ao acesso à Internet como o Brasil, a neutralidade da rede é fundamental. “Quebrar esse princípio em um lugar onde 50% dos domicílios do país não têm acesso à rede, e, mesmo entre os 50% que têm, só 23% possuem acesso à banda larga fixa, é um desastre. Você vai contrariar outro direito que é o da inclusão digital”. explica a advogada. Segundo Lefèvre, a sociedade civil ainda está absorvendo exatamente os direitos do Marco Civil da Internet.
Polêmica sobre franquia ilimitada para alguns aplicativos

A adoção de regras de proteção da neutralidade, em 2014, dificultou certas práticas de gestão discriminatória do tráfego e estimulou a procura de outras estratégias para as operadoras maximizarem os próprios lucros, segundo Luca Belli, pesquisador do Centro de Tecnologia e Sociedade da FGV e especialista de neutralidade da rede pelo Conselho da Europa. Uma delas, por exemplo, foi a de operadoras de telefonia móvel . Algumas passar a oferecer acesso ilimitado apenas a alguns aplicativos, como o WhatsApp e Facebook, o que é conhecido como zero rating. “Mas essas práticas consistem em uma discriminação de preços para serviços diferentes, permitindo que uma operadora subsidie o acesso do usuário a aplicativos por ela selecionados. É um absurdo você não pode ter acesso livre para apenas X aplicativos”, explica. No entanto, segundo nota técnica do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), as práticas de zero rating não violam o Marco Civil da Internet, tampouco o princípio da neutralidade de rede.

A advogada do Proteste, assim como Belli, defende que essa prática avalada pelo Cade representa sim quebra de neutralidade. “Você não pode discriminar o pacote por origem e destino. Então quando acaba a franquia e você tem apenas acesso a determinado aplicativo é uma discriminação. Falta fiscalização dos direitos e uma ação conjunta de todos os órgãos competentes para seguir as diretrizes definidas “, diz Lefèvre.

Bahia em Pauta já enfrentou em sua história problemas técnicos e obstáculos de todo tipo. Jamais com o grau de dificuldades que estamos enfrentando agora, Conseguimos, hoje, restabelecer a área de comentários, espaço fundamental de opinião dos leitores, ouvintes e amigos do BP. Seguimos tentando conseguir o restabelecimento pleno do BP, e, evidentemente, descobrir a origem do problema. Sugestões e colaborações serão bem acolhidas, com prévios agradecimentos dos que pensam e fazem este site blog. Forte abraço. (Vitor Hugo Soares, editor).

dez
14

Postado em 14-12-2017 22:04

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 14-12-2017 22:04

DO EL PAÍS

Afonso Benites

Brasília

Chegou ao fim nesta quinta-feira a CPMI da JBS. Uma comissão parlamentar mista de inquérito criada para constranger os principais investigadores da cúpula política do Brasil e retirar o foco das investigações da Lava Jato contra uma série de autoridades públicas, como o presidente Michel Temer e dois de seus ministros, Moreira Franco e Eliseu Padilha.

O relatório, que inicialmente pedia o indiciamento do ex-procurador-geral da República, Rodrigo Janot, e de seu antigo chefe de gabinete, Eduardo Pelella, acabou dando um passo atrás, mas, ainda assim, colocou os procuradores contra a parede. Elaborado pelo peemedebista Carlos Marun – um deputado da tropa de choque do ex-deputado Eduardo Cunha e de Temer – o relatório pediu que o Conselho Superior do Ministério Público investigasse Janot e Pelella. O relator admitiu que faltou materialidade de provas contra os procuradores. “Não fiz apenas uma análise jurídica, mas também comportamental. Em mantendo o indiciamento reconhecendo a materialidade, talvez estivesse cometendo o mesmo erro que foi cometido pelo senhor Janot e pelo senhor Pelella: o açodamento”.

Apesar de a delação da JBS ter revelado o pagamento irregular de 600 milhões de reais a representantes de 28 partidos e de ter citado nominalmente 1.829 políticos que foram eleitos nos últimos anos, nenhum deles aparece como possível responsável pelo recebimento de recursos ilícitos ou de ter cometido qualquer crime. O espírito de corpo, mais uma vez, prevaleceu no relatório de Marun. Além de Temer, Moreira e Padilha, foram poupados no relatório final, apesar de constarem da delação da JBS, nomes como: os ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Dilma Rousseff (PT), os senadores Aécio Neves (PSDB-MG) e José Serra (PSDB-SP), os governadores Fernando Pimentel (PT-MG) e Reinaldo Azambuja (PSDB-MS), o ex-governador André Puccinelli (PMDB-MS), o deputado Zeca do PT (MS) e o ex-deputados Eduardo Cunha (PMDB-RJ), Rocha Loures (PMDB-PR) e Geddel Vieira (PMDB-BA).

O documento seria votado nesta quarta-feira, porém, com a sessão do Congresso Nacional, os trabalhos foram adiados para a quinta. Na sexta-feira, Marun deverá ser empossado na Secretaria de Governo, o ministério responsável pela articulação do Planalto com o Legislativo. A ascensão de Marun é uma espécie de promoção para um defensor que atuou com tanto afinco a favor de Temer. A mudança de seu relatório final foi também uma tentativa de não fechar portas com alguns deputados que poderiam votar junto com Temer no Congresso.

O fim da CPMI causou desconforto entre representantes da base governista. “Várias pessoas importantes que deveriam ser investigadas não foram ouvidas. As que aqui vieram ficaram caladas”, afirmou o deputado Fernando Francischini (SD-PR), um dos sub-relatores da CPMI. Entre os que se negaram a se manifestar em seus depoimentos estão os irmãos Wesley e Joesley Batista, ex-controladores da JBS. Convidado para depor, Rodrigo Janot recusou o convite.

No relatório, votado nesta quinta com quórum baixo, Marun pede que os órgãos de fiscalização indiciem os envolvidos direta ou indiretamente na delação da JBS. São eles: Os irmãos Batista, o ex-procurador Marcelo Miller (suspeito de intermediar o acordo de delação da JBS), e dos ex-diretores da empresa Ricardo Saud e Francisco de Assis e Silva, o advogado Willer Tomaz e o procurador Ângelo Goulart Vilela. As acusações feitas pela Comissão têm como base o depoimento do ex-executivo da Odebrecht Rodrigo Tacla Durán, que prestou depoimento à distância aos integrantes da CPMI.

A primeira reação ao relatório foi do senador oposicionista Randolfe Rodrigues (REDE-AP), que recentemente trocou ofensas com Marun na CPMI, quando o chamou de “lambe-botas” de Temer. Como resposta, o deputado chamou o senador de “vira-lata da banda podre do Ministério Público”. Randolfe informou que recorrerá ao STF para evitar a “tentativa de intimidação” aos procuradores. “O desfecho da CPI foi absolutamente previsível: fez vista grossa aos negócios sujos dos irmãos Batista, que envolvem membros do governo anterior e do atual, e se dedicou a inverter a relação entre acusados e acusadores, enxovalhando de modo oportunista o instituto da delação premiada e pondo a Lava-Jato no banco dos réus”.

dez
09

Postado em 09-12-2017 00:45

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 09-12-2017 00:45


Lula x Bolsonaro:opção que pinta nas pesquisas.


Temer e Alckmin: encontro e salamaleques em SP


ARTIGO DA SEMANA

Nem Lula nem Bolsonaro? Ok, mas quem?

Vitor Hugo Soares

O maestro Tom Tavares, professor da referencial Escola de Música da Universidade Federal da Bahia – que assina com o poeta e consagrado compositor José Carlos Capinan, a Sinfonia do Descobrimento – destacou esta semana, em seu endereço no Facebook (diferenciado espaço de informação política e debate cultural nas redes sociais), um dado e um sentimento que parecem ganhar corpo e ressonância nacional, à medida em que 2017 chega ao fim e 2018 anuncia sua chegada, com um bumbo que promete ensurdecedor barulho e consequências ainda impossíveis de prever: a corrida da sucessão presidencial que já anuncia os seus sinais.

“Mais de 70% dos dos brasileiros não querem nem Lula nem Bolsonaro na presidência. Faço parte deste percentual”, afirma em sua postagem o maestro erudito que, ultimamente, tem alimentado, também, plural e polêmico debate sobre temas políticos e sociais que deverão dominar os debates mais candente da campanha do ano que vem: O nocaute, via eleitoral e democrática, da corrupção endêmica que corrói o Brasil, e o desmantelamento da aparelhagem política e ideológica que, ao longo dos últimos 14 anos, domina as universidades brasileiras, principalmente as públicas.

Por enquanto, o que se ouve e o que se vê é mais do mesmo. Além da barulheira infernal, queimações por todo o lado e o feroz destilar de mágoas, invejas e ódios acumulados (ideológicos, pessoais, profissionais, de sexos e do diabo a quatro, de um tempo temerário em que irmão desconhece irmão). Mesmo algumas vozes do coro de antigos discursos recauchutados, mas que vendem ao ouvinte – principalmente de classe média – algum viço de juventude e vitalidade, uma certa dissonância dos trinados e ruídos triviais, fora da mesmice da pauta geral e enfadonha – na base do discurso inspirado no italiano Lampeduza, no romance “O Leopardo”, de mudar alguma coisa para que tudo siga como está.

Refiro-me, evidentemente, ao voluntarioso e impaciente prefeito da cidade de São Paulo, João Dória Junior (PSDB), cujo navio chocou-se mais de uma vez com o iceberg do governador paulista, do alto comissariado tucano, Geraldo Alckmin, mas que começou a fazer água há um bom tempo. E ao intrépido apresentador da Rede Globo, Luciano Huck, nome avulso e sem filiação partidária, que ganhou força nas pesquisas e na boca da massa, mas que, tão de repente quanto a boa acolhida e ascensão na arrancada, desvaneceu-se no ar, com o anúncio de desistência feito há poucos dias, pelo próprio celebrado homem de TV.

Huck e Doria, que até foram qualificados pelo experiente tucano – mor, Fernando Henrique Cardoso, como “o novo de verdade para 2018” parecem, agora, definitivamente jogados para escanteio. “Ab-ruptamente”, como dizia o professor Carlos Caetano (ardoroso pregador da histórica Igreja Batista da Rua Carlos Gomes, em Salvador), em suas aulas memoráveis e saudosas de Literatura, no Colégio Central da Bahia, nos agitados anos 60, às vésperas do golpe militar (e civil) que jogaria o País em longo e tormentoso período de ditadura.

Ninguém me contou, eu vi, eu estava lá.

Retirados os “novos”do caminho, outros conhecidos de velhos carnavais entram no salão (ou saloon?), na condição de assumidos pré-candidatos ao embate de 2018, antes de 2017 dar o último suspiro. Um deles, o já referido tucano governador paulista, que esta semana recebeu salamaleques e simpáticas (ou seriam interesseiras?) quedas de asas do atual mandatário da Nação, Michel Temer. Mesmo desaconselhado pelos médicos, que cuidam de seus recentes males de saúde (no coração e na próstata), o peemedebista, que está empenhando o canavial da sogra para aprovar a Reforma da Previdência, na Câmara, ainda este mês, voou de helicóptero para participar de atos ao lado do governador tucano, no interior de São Paulo.

Não falta quem diga que desse mato não espirra coelho, mas é cedo para afirmações definitivas. Melhor esperar um pouco (pelo menos até a convenção nacional dos tucanos, neste sábado, ou a votação (ou não) do desidratado projeto das mudanças na Previdência, e conferir. Ainda há pouco, nesta sexta-feira, o ministro e importante articulador político do Palácio do Planalto, entregou sua carta de demissão. O tucano baiano se afasta do núcleo do poder, cansado de tomar rasteira e ser atropelado pelas costas.

Mas, se da parte dos tucanos ainda há muitos vai lá e vem cá, para não perder o costume, na Rede, de Marina Silva, há definições.Terceira colocada nas eleições presidenciais de 2010 e 2014, a ambientalista e ex-ministra do Governo Lula anunciou, sábado passado, que pretende concorrer à presidência da República pela terceira vez. E uma de suas justificativas para a decisão (depois de negar por muito tempo), é que pretende evitar, “uma polarização e a radicalização do discurso do ódio na eleição de 2018”. Ao traçar rumos, no discurso de anúncio de sua pré-candidatura, Marina criticou, mesmo de maneira velada, como assinalou o El Pais, “seus dois principais adversários até o momento, Luiz Inácio Lula da Silva e o direitista Jair Bolsonaro”, a dupla do dilema posto no começo deste artigo.

Marina dedicou, também, um pouco da sua fala à defesa do combate à corrupção. E sugeriu a necessidade de se iniciar, na sociedade, uma operação “Lava Voto”, que consistiria no eleitor dar, nas urnas, uma resposta aos partidos que se viram envolvidos em esquemas descobertos pela Lava Jato: PT, PMDB, PSDB e DEM, apontou. “O melhor que a sociedade pode dar para aos partidos que criaram esta crise é dar para eles um sabático de quatro anos, para que eles possam rever os seus estatutos”, afirmou. É pouco para punir, devidamente, corruptos e corruptores que saquearam o País. Mas é uma ideia, e não existem muitas na praça ultimamente.

Ah, antes do ponto final, diga-se que o esquentado ex-ministro Ciro Gomes, do PDT, também anda por aí em pré-campanha. Mesmo assim, a sensação é de insuficiência, vácuo e pobreza na oferta de nomes para 2018. E permanece no ar a questão do começo destas linhas: OK, nem Lula nem Bolsonaro. Mas quem? Responda quem souber.

Vitor Hugo Soares é jornalista, editor do site blog Bahia em Pauta. E-mail: vitor_soares1@terra.com.br

dez
09

ASTRUD, EM HOMENAGEM AO SOL CHAMADO BP!!! QUE VOLTA (AOS POUCOS) À SUPERFÍCIE.

BOM DIA!!!

(Gilson Nogueira)

dez
09

Postado em 09-12-2017 00:21

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 09-12-2017 00:21

Aécio vai a convenção tucana, mas só para votar

Aécio Neves disse a aliados que vai à convenção do PSDB amanhã. A ideia é votar na eleição da nova Executiva da sigla e, provavelmente, deixar o evento depois, diz a Folha.

O maior temor dos tucanos é que Aécio, o homem da conversa de R$ 2 milhões com Joesley Batista, faça um discurso no evento –já que é o presidente licenciado do PSDB, a quem Geraldo Alckmin vai suceder.

Ou, pior, que ele apareça na foto que registrará a escolha de Alckmin.

dez
08

Postado em 08-12-2017 19:21

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 08-12-2017 19:21

DEU NO BLOG O ANTAGONISTA

Facebook ‘espera’ tomar medidas contra perfis falsos antes de eleição

O Facebook disse, por meio de um porta-voz, que está “cooperando com autoridades eleitorais” sobre segurança on-line e espera “tomar medidas também no Brasil antes das eleições de 2018”.

Reportagem da BBC Brasil sugere a atuação de uma empresa brasileira, a Facemedia, na contratação de funcionários em várias partes do país para controlar de 20 a 50 perfis falsos cada um –a empresa nega a acusação.

Estamos retornando à superfície com o Bahia em Pauta, depois de quatro dias fora do ar, depois de um grande mergulho em águas profundas e desconhecidas. Desta vez foi mais difícil e isso é o que importa. À medida que tenhamos explicações mais conclusivas sobre os “problemas técnicos”, iremos informando aos leitores e ouvintes.
Por enquanto, o que importa é agradecer de coração aos que foram essenciais ao nosso retorno: Laura e Cristina, em Salvador, e Lucas, em São Paulo.
E à solidariedade amiga e permanente de Rosane Santana.

Iremos retornando aos poucos, pois foram feitos alguns reajustes aos quais este editor (da velha guarda) ainda precisa dominar e se habituar.Agradecemos antecipadamente a todos pela paciência e confiança. E como diria o grande João Saldanha:VIDA QUUE SEGUE>

(VItor Hugo Soares)

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