Eu aconselho vocês a lerem as peças [do processo] para me defenderem, como o [jornalista e colunista da Folha] Reinaldo Azevedo está fazendo. Ele todo dia fala “Eu li. Eu li o processo”. Eu não peço para dizerem que eu sou inocente, não. Peço que vocês leiam. E se acharem uma vírgula de culpa, por favor, me telefonem. É só isso”.

Luis Inácio Lula da Silva, ex-presidente da República, fundador do PT, condenado a 9 anos e seis meses de prisão em processo da Lava Jato, e postulante a candidato a presidente da República nas eleições de 2018. Dando conselhos aos jornalistas.

Filho de testemunha-chave de esquema de corrupção da Odebrecht na Colômbia morre envenenado

 

A Procuradoria Geral da Colômbia anunciou a morte, por cianureto, do arquiteto Alejandro Pizano Ponce de León, filho de Jorge Enrique Pizano, testemunha-chave do processo que investiga esquema de corrupção da Odebrecht no país.

“Segundo o resultado da autópsia do Instituto Nacional de Medicina Legal e Ciência Forense, a causa da morte foi envenenamento com cianureto”, informou María Paulina Riveros, vice-procuradora.

Riveros explicou que o cianureto estava dentro de uma garrafa de água com gás, numa escrivaninha do quarto do pai de Alejandro que morreu de câncer três dias antes. O arquiteto estava acompanhado de uma irmã.

“Por causa dos fatos anteriores, a Procuradoria-Geral também abriu uma investigação para determinar porque essa substância estava na casa do pai da vítima”, explicou Riveros. A Odebrecht é acusada de pagar até US$ 28 milhões em propinas para obter contrato de uma rodovia.

nov
15

Postado em 15-11-2018 00:24

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 15-11-2018 00:24

DO G1

Por Carolina Dantas, G1

Os estados de São Paulo e da Bahia têm o maior número de cubanos atuando pelo Mais Médicos e, por isso, são os que mais perderão médicos com o fim acordo. O governo de Cuba anunciou a retirada do programa nesta quarta-feira (14), citando “referências diretas, depreciativas e ameaçadoras” feitas pelo presidente eleito Jair Bolsonaro à presença dos cubanos no Brasil.

 

Cubanos atuando no programa Mais Médicos no Brasil — Foto: Alexandre Mauro/G1 Cubanos atuando no programa Mais Médicos no Brasil — Foto: Alexandre Mauro/G1

Cubanos atuando no programa Mais Médicos no Brasil — Foto: Alexandre Mauro/G1

O estado de São Paulo tem 16% de todos os médicos. A Bahia, quase 10%. Eles devem perder a maior quantidade absoluta de profissionais, mas a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) e o Ministério da Saúde ainda deverão fazer um relatório de impacto no Brasil. Não necessariamente os paulistas e os baianos deverão sofrer mais com o fim do programa: estados do Norte e Nordeste já apresentam uma menor quantidade de médicos pelo Sistema Único de Saúde, um dos motivos da criação do programa em 2013.

Vale lembrar que, desde a chegada de Michel Temer ao governo, o Ministério da Saúde busca uma diminuição no número de médicos estrangeiros no programa. Os cubanos representam 45% dos 18.240 profissionais que trabalham no Mais Médicos atualmente.

A saída

A decisão de saída do programa Mais Médicos foi anunciada pelo governo de Cuba nesta quarta-feira. O país tem uma parceria com a Opas, que estabeleceu o acordo com o Ministério da Saúde brasileiro para enviar profissionais do país. O acordo foi estabelecido há 5 anos pelo governo de Dilma Rousseff.

“O Ministério da Saúde Pública de Cuba tomou a decisão de não continuar participando do Programa Mais Médicos e assim comunicou à diretora da Organização Pan-Americana de Saúde [Opas] e aos líderes políticos brasileiros que fundaram e defenderam a iniciativa”, diz a nota do governo.

O comunicado não diz a data em que os médicos cubanos deixarão de trabalhar no programa. A Opas disse apenas que foi comunicada da decisão por Cuba e informou o Ministério da Saúde. Sem dar mais detalhes, disse que está analisando a melhor forma de realizar a operação.

Expulsão pelo Revalida

Em agosto, ainda em campanha, Bolsonaro declarou que ele “expulsaria” os médicos cubanos do Brasil com base no exame de revalidação de diploma de médicos formados no exterior, o Revalida. A promessa também estava em seu plano de governo.

Fora do Mais Médicos, os formados no exterior não podem atuar na medicina brasileira sem a aprovação no Revalida. Mas no caso do programa federal, todos os estrangeiros participantes têm autorização de atuar no Brasil mesmo sem ter se submetido ao exame.

Após a decisão do governo cubano, Bolsonaro se manifestou pelo Twitter dizendo: “Condicionamos à continuidade do programa Mais Médicos a aplicação de teste de capacidade, salário integral aos profissionais cubanos, hoje maior parte destinados à ditadura, e a liberdade para trazerem suas famílias. Infelizmente, Cuba não aceitou.”

Bolsonaro disse ainda que “além de explorar seus cidadãos ao não pagar integralmente os salários dos profissionais, a ditadura cubana demonstra grande irresponsabilidade ao desconsiderar os impactos negativos na vida e na saúde dos brasileiros e na integridade dos cubanos”. O presidente eleito acrescentou que “Cuba fica com a maior parte do salário dos médicos cubanos e restringe a liberdade desses profissionais e de seus familiares”.

“Eles estão se retirando do Mais Médicos por não aceitarem rever esta situação absurda que viola direitos humanos. Lamentável!”, escreveu no Twitter.

 

Jair M. Bolsonaro

? @jairbolsonaro

Condicionamos à continuidade do programa Mais Médicos a aplicação de teste de capacidade, salário integral aos profissionais cubanos, hoje maior parte destinados à ditadura, e a liberdade para trazerem suas famílias. Infelizmente, Cuba não aceitou.

Jair M. Bolsonaro

? @jairbolsonaro

 

Além de explorar seus cidadãos ao não pagar integralmente os salários dos profissionais, a ditadura cubana demonstra grande irresponsabilidade ao desconsiderar os impactos negativos na vida e na saúde dos brasileiros e na integridade dos cubanos.

nov
15

Postado em 15-11-2018 00:20

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 15-11-2018 00:20


Clayton, no jornal O POVO (CE)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

nov
15

Postado em 15-11-2018 00:17

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 15-11-2018 00:17

Do Jornal do Brasil

Ao defender a necessidade de realizar reformas durante fórum com governadores em Brasília, o presidente eleito da República, Jair Bolsonaro (PSL), disse nesta quarta-feira, 14, que algumas medidas a serem tomadas são “amargas”. Ele não detalhou, no entanto, quais propostas são prioritárias para seu governo.

“Algumas medidas são um pouco amargas, mas nós não podemos tangenciar com a possibilidade de nos transformarmos naquilo que a Grécia passou, por exemplo”, declarou Bolsonaro, para quem a Câmara, o Senado e os governadores têm “perfeita noção” do que precisa ser feito.

No encontro, Bolsonaro recebeu uma carta de governadores eleitos do Nordeste pedindo melhorias nos regimes próprios de previdência dos Estados. Ele admitiu que o País começará o próximo ano com problemas e que soluções precisam ser apresentadas. O presidente eleito prometeu fazer um estudo “minucioso” da carta o oferecer uma solução rápida para os itens apresentados no documento.

Macaque in the trees
Jair Bolsonaro (Foto: Agência Estado)

Afirmando que os governadores podem confiar nele, Bolsonaro prometeu esforços independentemente de partidos políticos. “A partir deste momento não existe mais partido, nosso partido é o Brasil”, declarou, sendo aplaudido na sequência.

‘Reformas ultimadas’

Em encontro com 20 governadores eleitos em Brasília, o presidente eleito defendeu a necessidade de aprovar reformas que estão sendo estudadas pela equipe econômica do próximo governo. “Temos que aprovar reformas que estão sendo ultimadas pela minha equipe econômica”, disse Bolsonaro, sem citar quais medidas são prioritárias.

De acordo com Bolsonaro, sua equipe pediu aos presidentes da Câmara, Rodrigo Maia, e do Senado, Eunício Oliveira, para “votar ou não determinadas matérias” e agradeceu o empenho dos parlamentares. O presidente eleito citou ainda que as reformas passam necessariamente pelas duas Casas e que todos têm “perfeita noção” do que tem de ser feito.

Paulo Guedes

Ao falar sobre o futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, o presidente eleito comentou que o economista não tem vivência política, mas possui “vasta experiência econômica” para contribuir com soluções.

Confiança

Aos governadores, Bolsonaro fez um discurso dizendo que os eleitos podem confiar nele para resolver questões que “atrasam” o País e dar uma “satisfação” aos eleitores. “Não teremos outra oportunidade de mudar o Brasil. E os senhores sabem disso, nós teremos que dar certo, declarou.

Para o presidente eleito, dar uma resposta aos problemas relacionados à segurança pública ajudará a economia. “Se nós conseguimos diminuir a temperatura da insegurança no Brasil, a economia começa a fluir.”

nov
14

Postado em 14-11-2018 00:21

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 14-11-2018 00:21

 

Muros foram sempre um símbolo do medo. Atualmente os muros invisíveis são ainda mais graves, porque nos separam espiritualmente

Um eleitor de Fernando Haddad oferece uma flor a um eleitor de Jair Bolsonaro
Eleitor de Haddad oferece flor a eleitor de Bolsonaro, no dia do segundo turno. NACHO DOCE REUTERS
 
Numa noite de 9 de novembro, há 29 anos, o mundo despertou com a alegre notícia de que o Muro de Berlim, de 130 quilômetros, conhecido como “muro da vergonha”, tinha começado a ser derrubado, permitindo que as duas metades da cidade dividida voltassem a se abraçar. Se as muralhas de pedra, da chinesa até as de hoje, passando pela romana de Adriano, foram sempre um símbolo do medo em relação ao inimigo, atualmente os muros invisíveis são ainda mais graves, porque também nos separam ritualmente.

Os muros de pedra e cimento que continuam sendo erguidos no mundo revelam a incapacidade de saber viver fisicamente em liberdade, enquanto os muros invisíveis das ideologias que nos separam, às vezes até mesmo entre amigos e familiares, são construídos com a incapacidade de dialogar e de aceitar quem é diferente.

Se os muros físicos simbolizam a incapacidade de resolver as diferenças usando os instrumentos das democracias modernas, os muros invisíveis que erguemos por não saber ler a angústia e as razões do outro podem nos conduzir a rupturas mais profundas e mais difíceis de consertar.

Hoje, mais perigosos do que os muros físicos são os muros invisíveis que dividem as classes sociais, que separam os privilegiados do asfalto das periferias dos excluídos, os que possuem tudo daqueles que não têm um mínimo para viver com dignidade. São também os muros invisíveis que se tentam levantar, por exemplo, nas escolas e universidades entre alunos e professores. Já não se trata da antiga luta de classes que separava os trabalhadores dos patrões, e sim da que divide uma sociedade onde estão desaparecendo os limites entre liberdade e barbárie, entre grosseria e cultura, entre quem não abre mão de pensar e quem preferiria nos impor um pensamento único.

Não há muro pior do que o levantado entre o saber e a ignorância, que separa os satisfeitos dos desesperados, os que se sentem donos da verdade daqueles que a buscam aos tropeções, conscientes de que ela não existe em estado puro. Existem só fragmentos dela, que o pensamento e o coração de cada um vão montando para desenhar seus sonhos. E querem que lhes deixem fazer isso livremente, sem dogmas ideológicos ou religiosos.

Derrubado o Muro de Berlim naquele 9 de novembro de 1989, enquanto a liberdade corria pelas ruas e praças da cidade, centenas de artistas anônimos se juntaram para criar, nos pedaços do muro ainda em pé, a maior tela de pintura do mundo como expressão da grande festa da liberdade.

Não era fácil ultrapassar aquele muro de cimento nem mesmo com permissões oficiais. Consegui atravessá-lo seis meses antes que fosse derrubado. Lembro-me da incômoda liturgia a que fui submetido antes de poder passar de carro para o outro lado. Pude ver de perto o horror daquelas cercas eletrificadas e as mandíbulas ferozes dos cães policiais. Mais tarde eu soube, com dor, que aqueles animais adestrados para matar, testemunhas dia e noite de tantos medos, desapareceram sem que se soubesse seu paradeiro. Tudo ali, enquanto existia o muro, estava coberto pelo luto da segregação. Aberta a primeira brecha de liberdade, centenas de artistas voluntários chegaram para revestir os pedaços do muro com as cores da felicidade.

Quando os espaços para que possamos nos expressar são fechados, está sendo morto o que o Homo sapiens tem de mais nobre, sua capacidade de criar e inventar. É bom lembrar disso nestes tempos de ansiedade e perplexidade que sacodem o Brasil, que se esforça para não perder valores e liberdades que custaria tanto recuperar.

nov
14

“Noite de Verão”, Edu Lobo: tudo é superlativo nesta canção mais que perfeita composta por Edu e Chico Buarque de Holanda. A letra, a melodia, a interpretação nesta gravação soberba no disco Cambaio. O arranjo musical – com um toque de piano de arrepiar em vários momentos – é um esplendor à parte. Vai como presente dedicado a todos os leitores e ouvintes do Bahia em Pauta.

BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares)

Bolsonaro durante evento no TST, em Brasília.

 
Bolsonaro durante evento no TST, em Brasília. SERGIO LIMA AFP
Brasília

Um militar político com trânsito em todos os Poderes e que costuma dialogar com vários partidos. Assim é definido dentro das Forças Armadas e entre especialistas o futuro ministro da Defesa de Jair Bolsonaro (PSL), o general Fernando Azevedo e Silva. Aos 66 anos, o general Fernando, como é chamado, ocupou funções políticas em ao menos três governos federais. Na gestão Fernando Collor de Mello (1990-1992) foi ajudante de ordens do presidente. Em parte do Governo Luiz Inácio Lula da Silva (2003-2010) esteve na assessoria parlamentar da força, um órgão em contato direto com o Congresso Nacional. E nos anos de Dilma Rousseff (2011-2016) chefiou a Autoridade Pública Olímpica. Ainda foi o número dois do Exército, já quando o comando era do atual chefe, o general Eduardo Villas Bôas. Atualmente era assessor especial do presidente do Supremo Tribunal Federal, Antonio Dias Toffoli.

Para além do currículo político, o que pesou para Bolsonaro decidir por ele foi a proximidade com o general Augusto Heleno, ambos trabalharam nas operações de paz no Haiti, e a indicação do atual comandante do Exército, o general Eduardo Villas Bôas. O futuro ministro também é amigo do vice-presidente eleito, o general Hamilton Mourão. Durante a campanha, ele ofereceu um almoço ao então candidato. Fernando é o terceiro militar a ser indicado para o primeiro escalão de Bolsonaro. Os outros foram o estratégico Heleno, para o Gabinete de Segurança Institucional, e Marcos Pontes, que é tenente-coronel da Aeronáutica e chefiará o Ministério de Ciência e Tecnologia.

Ainda que não se fale publicamente, outro fator que interferiu na escolha por Fernando foi a proximidade dele com o presidente do STF, num momento que não faltam indicações de que a principal corte do país pode ser uma barreira para alguns dos planos de Bolsonaro. Desde a redemocratização do país, na década de 1980, o Supremo jamais teve um militar como assessor de um presidente do Supremo. Foi Toffoli quem trouxe o general para os holofotes em setembro, quando o nomeou assessor especial. “Bolsonaro procurou alguém com um perfil político. E, certamente, houve essa conversa de cúpula com o comando do Exército e do Supremo”, afirmou o cientista político, Eurico de Lima Figueiredo, diretor do Instituto de Estudos Estratégicos da Universidade Federal Fluminense (UFF).

Quando questionado quem indicou Fernando para o cargo, Bolsonaro disse: “Não foi sugestão do ministro Toffoli. Foi uma questão entre nós. E eu ouço muito o general Heleno para bater o martelo nessas questões.” Heleno chegou a ser anunciado pelo presidente eleito para a Defesa. Mas depois foi “promovido” para o Gabinete de Segurança Institucional (GSI), pasta que fica mais próxima do presidente e que passou a ter papel centralizador da segurança desde a criação da força-tarefa de Inteligência, criada o mês passado pela gestão Michel Temer.

Com a vacância da Defesa, uma disputa se abriu entre os militares. O Exército queria manter o ministério, hoje ocupado pelo general Joaquim Silva e Luna. A Aeronáutica corria por fora. E a Marinha era a favorita com o almirante Eduardo Leal Ferreira, atual comandante da Força. Com a escolha pelo general Fernando, a única sem representação no primeiro escalão do futuro governo de extrema direita é a Marinha, por enquanto. “Até onde eu sei, o atual ministro tem desempenhado muito bem, inclusive na composição dos interesses das três forças. O general Fernando vai tentar seguir esses passos, de apaziguar, conciliar e estabelecer um consenso entre todos os militares”, avaliou o professor Figueiredo, da UFF.

Não será um ministro qualquer. O Governo Temer já deu protagonismo sem precedentes aos militares desde 1988. Foi o atual presidente que convocou os militares para atuar na intervenção federal do Rio – tema sobre o qual a nova gestão terá de deliberar até o fim de dezembro, quando expira o mandato legal da medida. Foi também Temer que rompeu a tradição estabelecida pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso de nomear um civil para a pasta da Defesa. Agora, com a escolha de um general para o posto, Bolsonaro ignora o conselho de general Villas Bôas, que à Folha de S. Paulo havia dito que preferia alguém de fora da caserna. Na mesma entrevista, ele foi explícito sobre o temor de partidarização nos quartéis com o novo Governo.

Nesta terça, ao saber da nomeação, o atual comandante do Exército elogiou a escolha, mas voltou a reforçar a mensagem de que a chegada de Bolsonaro ao poder –algo que não acontecia a um militar pela via eleitoral desde 1945– não deve implicar um maior envolvimento dos militares no Governo. “Embora muitos militares estejam sendo chamados a participar do Governo, isso não significa que o Exército, como instituição, esteja fazendo isso. O Exército continua no seu papel de instituição de Estado, apolítica e apartidária”, frisou.

Corrida nas Forças

A substituição nos comandos das forças deve ser uma das primeiras pautas a serem tratadas pelo general Fernando. A depender do grupo que hoje orbita o presidente, os atuais comandantes da Aeronáutica, Nivaldo Rossato, e da Marinha, Leal Ferreira, devem ser mantidos. No Exército a troca é dada como certa, pois o general Villas Bôas sofre de uma doença degenerativa.

Entre a força terrestre a tradição prevê que o general mais antigo assuma o comando. A maioria dos presidentes costuma seguir essa regra informal, nos últimos anos –apenas Dilma Rousseff (PT) a quebrou.

Os três generais da ativa mais antigos no topo da hierarquia militar foram colegas de Bolsonaro nos anos em que frequentou a escola de formação de oficiais, a Academia Militar dos Agulhas Negras (Aman). Pela ordem de antiguidade: Edson Leal Pujol, chefe de do Departamento de Ciência e Tecnologia do Exército, Paulo Humberto César de Oliveira, chefe do Estado Maior (o número dois da corporação), e Mauro César Lourena Cid, chefe do departamento de Educação e Cultura do Exército. Três fontes relataram ao EL PAÍS que o favorito para a função é o general Paulo Humberto porque teria maior proximidade com o presidente eleito. Pujol e Cid correriam por fora.

nov
14

Postado em 14-11-2018 00:16

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 14-11-2018 00:16

 Bolsonaro diz que quer cortar “no mínimo” 30% dos cargos comissionados


Jair Bolsonaro afirmou nesta terça-feira que planeja cortar “no mínimo” 30% dos cargos comissionados no governo federal.

Para o presidente eleito, há um “exagero” no número atual, de 23 mil.

“Não posso falar percentual, no mínimo 30% tem que cortar. Eu fui deputado e vereador, 30 anos, com comissionados do meu lado, eles são importantes, mas concordo que há um exagero no número de comissionados .”

nov
14

Postado em 14-11-2018 00:14

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 14-11-2018 00:14

Do Jornal do Brasil

De acordo com pesquisa feita por questionário online e divulgada pelo Instituto Paraná Pesquisas nesta terça-feira (13), 89,4% dos brasileiros consideraram injusto o reajuste salarial concedido aos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

Apenas 8,1% dos que responderam ao questionário acham que o aumento foi justo. 2,5% não sabem ou não responderam. Para 89%, o Brasil não tem momento para arcar com o aumento. Já 7,8% responderam que sim, o País tem condições; 3,1% não sabem ou não opinaram.

Macaque in the trees
O reajuste para o STF foi aprovado por 41 votos a 16, com uma abstenção (Foto: Agência Brasil)

O Instituto Paraná Pesquisas entrevistou 2.008 pessoas via questionário online, em 170 municípios de 26 Estados. A pesquisa foi feita entre 9 e 11 de novembro. A margem de erro é de dois pontos porcentuais.

O Senado aprovou na última quarta-feira (7) projetos de lei que concedem aumento aos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e ao procurador-geral da República. O reajuste altera o subsídio dos 11 integrantes do STF e da atual chefe do Ministério Público Federal, Raquel Dodge, de R$ 33,7 mil para R$ 39 mil e provoca um efeito cascata sobre os funcionários do Judiciário, abrindo caminho também para um possível aumento dos vencimentos dos parlamentares e do presidente da República.

Responsabilidade fiscal

Relator do projeto na CAE que havia emitido um parecer contrário ao texto, Ricardo Ferraço (PSDB-ES) disse que a matéria viola a Lei de Responsabilidade Fiscal e a Constituição, já que não há dotação orçamentária suficiente para o aumento.

“O cálculo feito pela Consultoria do Senado dá conta de que esta matéria impacta as contas nacionais em torno de R$ 6 bilhões. E aí vale perguntar: como fará o estado quebrado e falido do Rio de Janeiro? Como fará o estado quebrado e falido do Rio Grande do Sul e até o de Minas Gerais? Porque existe o efeito cascata. Esse impacto trará aos nossos estados

nov
14

Postado em 14-11-2018 00:12

Arquivado em ( Artigos) por vitor em 14-11-2018 00:12



 

Sinfrônio, no (CE)

 

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