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MARIA OLÍVIA
Cidade que retrata o pouco caso com os seus mananciais hídricos, perdendo cada vez mais rios, lagoas e fontes, Salvador será palco nesta segunda-feira, 22, de mais uma manifestação em defesa da água, a partir das 15 horas, quando acontece o X Grito da Água, uma caminhada que vai do Campo Grande até a Praça Castro Alves.
De cunho pacífico e ordeiro, o evento é pioneiro no Brasil, tem servido de exemplo para vários países e é realizado para comemorar a passagem dos Dias Mundial, Estadual e Municipal da Água (22 de março). Promotor do evento, o Sindicato dos Trabalhadores em Água, Esgoto e Meio Ambiente da Bahia (Sindae) promete que o Grito deste ano “será o maior de todos”0
Como sempre, haverá a participação de um trio elétrico com banda de forró, grupos de dança, bonecos gigantes e muitas outras atrações. Diversas entidades e organizações, além de estudantes, irão participar da caminhada.
O X Grito da Água, cujo lema é “Preservar sem privatizar”, vai protestar contra a degradação ambiental que ocorre no estado e também contra projetos que só irão acentuar este problema, a exemplo da instalação de usinas nucleares, transposição do Rio São Francisco, tamponamento dos rios de Salvador, falta de controle social nas obras do PAC, a desertificação do solo e a permanente ameaça de privatização da água, que coloca em risco especialmente a população mais pobre.
Também irá cobrar a implementação dos planos municipais de saneamento e a regulamentação da Lei Nacional de Saneamento Básico (Lei 11.445).
Maria Olívia é jornalista
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DEU NA REVISTA
“Alucinação assassina” é o título chamada para a reportagem de capa da VEJA desta semana, que mergulha fundo nas causas do assassinato do cartunista Glauco e seu filho, Raoni, em Osasco. O crime abalou o país e levantou o debate também sobre a seita Santo Daime .
Diz a VEJA: Tomar o chá alucinógeno da seita Santo Daime quando se tem um transtorno psíquico, afirmam especialistas, é o mesmo que jogar gasolina sobre um incêndio. Tudo indica que foi o caso de Cadu, o assassino do cartunista e de seu filho .
Na abertura da reportagem, a revista assinala:No universo das tragédias, há as do tipo previsível e as que fulminam suas vítimas com a imprevisibilidade de um raio. O assassinato do cartunista Glauco Vilas Boas, de 53 anos, e de seu filho Raoni Ornellas Vilas Boas, de 25 anos, cometido por Carlos Eduardo Sundfeld Nunes, certamente não pertence à primeira categoria. Cadu, como é conhecido o criminoso confesso, nasceu em uma família de classe média alta de São Paulo e estudou nas melhores escolas da capital paulista. Morava em bairro nobre, frequentava os bares da moda, ia a baladas de black music e, segundo a família, nunca havia demonstrado comportamento violento. Os avós, com quem ele morava, sabiam que o neto usava maconha (“Como fazem hoje em dia 90% dos jovens”, disse Carlos Nunes Filho, o avô) e, embora lamentassem o fato de ele ter começado três faculdades sem terminar nenhuma (direito, artes visuais e gastronomia), não viam nisso mais do que uma indecisão em relação ao seu futuro profissional. Glauco e o filho Raoni tampouco tinham perfil ou comportamento que poderia ser classificado como “de risco” – nada que contribuísse para fazer deles vítimas potenciais de um assassinato. Nenhum dos dois tinha inimigos e ambos mantinham como ideário de vida a assistência ao próximo: drogados em busca de recuperação, no caso de Glauco, e comunidades indígenas isoladas, no caso de Raoni. Ainda assim, não se pode dizer que a tragédia ocorrida em Osasco no último dia 12 não deu pistas de que vinha se aproximando.
Nos últimos três anos, Cadu, de 24 anos, vinha exibindo claros sinais de que estava sofrendo de distúrbios psíquicos. Esse período, segundo seu pai, Carlos Grecchi, coincide com o tempo que o filho começou a frequentar o Céu de Maria, igreja fundada por Glauco e pertencente à seita Santo Daime, que mistura elementos do cristianismo, espiritismo e umbanda e prega o consumo de um chá com efeitos alucinógenos como forma de “atingir o autoconhecimento e a consciência cósmica”. O comportamento de Cadu, diz Grecchi, começou a se transformar quando ele passou a fazer uso da dimetiltriptamina (DMT), o princípio ativo presente na beberagem consumida por adeptos da seita. Por diversas vezes, tanto Grecchi como os avós de Cadu ouviram o jovem dizer que era a reencarnação de Jesus Cristo. Também por diversas vezes os parentes flagraram o jovem rezando, numa ocasião debaixo de chuva forte, para plantas que ele dizia serem reencarnações de entidades religiosas.
Às tentativas de levá-lo a um psiquiatra ou a uma clínica de internação, Cadu reagia com determinação e pavor. Dizia que não queria ficar como sua mãe, portadora de esquizofrenia. A esquizofrenia faz com que suas vítimas sejam acometidas por delírios e alucinações, em surtos que duram, no mínimo, um mês. Vozes e seres imaginários solapam a percepção da realidade. Falsas ideias de perseguição e possessão tornam a vida um pesadelo contínuo. A esses surtos se intercalam períodos de uma apatia profunda, marcados por lentidão de raciocínio e desordem de pensamento. O risco de desenvolver essa psicose sobe de 1% para 13% no caso de pessoas cujo pai ou mãe sofre do transtorno. Na família de Cadu, além da mãe, também uma tia-avó foi diagnosticada com esquizofrenia. Seu pai diz estar convencido de que o filho herdou a doença . E começa aqui a parte em que a tragédia do Céu de Maria atravessa o campo do imponderável para adentrar o espaço aterrador das desgraças que talvez pudessem ter sido evitadas.
( Leia integra da reportagem assinada por Kalleo Coura e Renata Betti na VEJA)
DEU NO PORTAL TSF (PORTUGAL)
Os grupos de vítimas de abusos sexuais cometidos por sacerdotes católicos na Irlanda declararam-se decepcionados com o conteúdo da carta de Bento XVI sobre este assunto.
«Nós sentimos que a carta é insuficiente na hora de tratar das preocupações das vítimas», disse, este sábado, Maeve Lewis, director executivo do grupo “One in Four”.
O Papa exprimiu «vergonha» e «remorso» de toda a Igreja face ao escândalo de pedofilia no clero irlandês, anunciando iniciativas para promover «a cicatrização e a renovação», numa carta dirigida aos católicos irlandeses.
Na opinião de Maeve Lewis, o Papa dirige a sua crítica principalmente aos sacerdotes do baixo clero, ao mesmo tempo que se esquece da responsabilidade do Vaticano nos abusos sexuais de menores, não só na Irlanda, mas também em todo o mundo.
Tampouco pede, referiu Lewis, a demissão do primaz da Igreja Católica irlandesa, o cardeal Sean Brady, como têm reclamado todos os grupos de vítimas.
Outra vítima dos abusos, Andrew Madden, considerou hoje, em comunicado, que a carta «não aborda este assunto com total seriedade». «O contexto é inapropriado, já que por definição, a carta pastoral é dirigida somente aos católicos praticantes e, portanto, esquece de outras pessoas que se viram afetadas por esta questão», referiu.
«Como havíamos previsto, a carta tampouco aborda assuntos que apresentamos, eu e outros grupos, na nossa carta aberta ao papa, no mês passado», acrescentou.
Entretanto, a organização de defesa das vítimas dos padres pedófilos nos Estados Unidos, que reúne mais de nove mil pessoas, escreve num comunicado que a carta do Papa se limita a palavras, sem referir qualquer ação decisiva para castigar os responsáveis, defender as vítimas e prevenir o crime de pedofilia.
DEU NO PORTAL TSF (PORTUGAL)
O papa Bento XVI exprimiu «vergonha» e «remorso» de toda a Igreja face ao escândalo de pedofilia no clero irlandês, anunciando iniciativas para promover «a cicatrização e a renovação», numa carta aos católicos irlandeses publicada na sexta-feira.
O Papa disse que sente muito pelo sofrimento das vítimas dos abusos cometidos pelos padres e diz-se disposto a encontrá-los, lembrando que já tem retomado estes casos do passado (lembrado os casos da Austrália e dos Estados Unidos em 2008).
Nesta carta, destinada a ser lida no domingo a todos os paroquianos irlandeses, Bento XVI afirmou que os homens da Igreja culpados dos atos de pedofilia deverão responder não só diante de Deus, mas também diante da justiça comum.
Entre as medidas anunciadas pelo papa na carta, figura o anúncio de uma «visita apostólica», isto é, uma investigação «em várias dioceses da Irlanda», assim como «nos seminários e congregações religiosas».
A visita deverá ajudar a Igreja local «no seu caminho de renovação»
DEU NO BLOG DO TOM (Editado pelo músico Tom Tavares, do irdeb e proferssor da Escola de Música da UFBA)
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MÁ COMPANHIA
Depois que vi gente
como Mauro Santayana e Emir Sader
escrevendo artigos apaixonados
em defesa do Adriano,
não tive dúvida:
este jogador não merece confiança!
Tom Tavares
(O Inimigo do Rei… e do Imperador também)
O prefeito João Henrique Carneiro (PMDB) vai precisar encontrar outro nome para assumir o lugar de Antonio Lins à frente da Fundação Gregório de Matos, entidade municipal que deveria cuidar das coisas da cultura em Salvador. Ontem, de um consultório médico, o prefeito encarregou João Cavalcante, chefe da Casa Civil, de livrar-se de Lins.
O autor e diretor teatral, Fernando Guerreiro, recusou o convite de João para carregar o fardo.
(Vitor Hugo Soares)
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O prefeito João Henrique Carneiro (PMDB) utilizou nesta quinta-feira, mais uma vez, o surrado artifício da visita ao consultório médico, para transferir ao escudeiro de situações estranhas como esta, João Cavalcante, da Casa Civil, a tarefa de livrar-se do presidente da Fundação Gregório de Matos, Antonio Lins.
Depois de cumprida por Cavalcante a missão que eticamente cabia ao prefeito, João logo reapareceu falando grosso e aparentemente sem nenhum abalo na saúde, para dar explicações sobre os motivos da saída do ex-auxiliar na área cultural e anunciar que já convidou o autor e diretor teatral Fernando Guerreiro para assumir a FGM.
Guerreiro diria horas depois do convite, em seu programa “Roda Baiana” na Rádio Metropole, que está em 50% para sim e a outra metade para não. Vai avaliar e decidir se assume ou não o fardo de João.
Agora à noite, perto do final da edição de hoje do Jornal da Metrópole, o bem informado âncora Mario Kertész disse ter ouvido do diretor de “Os Cafajestes”.nos estudios da rádio, em Pernambués, que ele vai topar o desafio.
A conferir.
(Vitor Hugo Soares)
Sandra e Jesse:depois do Oscar/Reuters

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DEU NA FOLHA ILUSTRADA
Sandra Bullock, 45 e o marido, Jesse James, 40, não moram mais na mesma casa desde segunda-feira, diz o site da revista norte-americana “People”.
De acordo com fontes da revista, a atriz vencedora do Oscar deixou a casa da família dias após a publicação de uma entrevista com uma modelo da Califórnia que alega ter dormido com o marido de Bullock enquanto ela gravava “Um Sonho Possível” em Atlanta, no ano passado.
Na terça-feira, Bullock também cancelou sua presença na premiere de “Um Sonho Possível” em Londres.
A atriz enviou um comunicado para o estúdio cinematográfico Warner Bros. ontem dizendo que, “por razões pessoais imprevistas”, uma viagem para o exterior para divulgar o filme se tornou “impossível neste momento”.
O estúdio não quis comentar o assunto.
Bullock e James se conhecerem em 2004 e se casaram um ano depois, em julho de 2005.
Em seu artigo desta quinta-feira, na Tribuna da Bahia, o o jornalista Ivan de Carvalho analisa o fato de maior destaque de ontem na política brasileira:o resultado da mais nova pesquisa IBOPE/CNI sobra a corrida da sucessão de Lula, em que o governador de São paulo, José Serra (PSDB) segue na frente, mas com a ministra Dilma Rousseff, empurrada pelo presidente da República, aparece cada vez mais colada no calcanhar do tucano.Bahia em Pauta reproduz o texto de Ivan.
(VHS)
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Serra e Dilma:colados

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DILMA, FESTA E RISCO
Ivan de Carvalho
O fato maior em debate na política brasileira, ontem, foi a pesquisa CNI/Ibope. Aliás, cada pesquisa eleitoral de um instituto importante – principalmente quando envolve a sucessão presidencial – tem o seu dia de glória, os seus “15 minutos de fama”.
E no caso de ontem há uma razão extra para o impacto da pesquisa e o barulho a respeito. A candidata governista, ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, do PT, lançada e apadrinhada pelo presidente Lula, deu um salto felino, pouco faltando para alcançar, na modalidade estimulada da pesquisa, o principal candidato de oposição, o governador paulista José Serra, do PSDB. Dilma saltou dos 17 por cento que obteve na pesquisa de dezembro para 30 por cento, apenas cinco pontos abaixo do tucano José Serra, que ficou com 35 por cento, quando em dezembro tinha 38 por cento.
Há duas razões evidentes para que isto haja acontecido. A primeira delas é a superexposição de Rousseff nos últimos meses, nos atos oficiais que funcionam como comícios disfarçados e na mídia. A segunda razão é o fato de que quase invariavelmente, quando se expõe, Dilma Roussef não o faz propriamente – é o presidente Lula que a expõe e a apóia, conforme a ocasião, implícita ou explicitamente.
Ora, Lula está há tempos muito popular, rondando os 80 por cento de aprovação pessoal do eleitorado e seu governo também tem recebido, segundo as pesquisas, uma aprovação muito grande. E os números das pesquisas indicam que Lula consegue – ao menos nessa fase do processo eleitoral – transferir à até há pouco desconhecida Dilma Rousseff uma expressiva parte do seu capital eleitoral. Resta medir, até porque talvez só o tempo esclareça isto, qual é o teto dessa transferência, certamente maior no Nordeste e no Norte do país que nas outras regiões.
O diretor de Operações da CNI, Rafael Luchesi, deixou claro que muito desse resultado deveu-se ao maior conhecimento de Dilma pelo eleitorado (representado pelos entrevistados). Era de 32 por cento em dezembro e em março foi para 44 por cento.
Há um outro elemento auspicioso para a candidata governista na pesquisa CNI/Ibope. Na modalidade expontânea – quando não se apresenta lista de nomes ao entrevistado e apenas pergunta-se em quem ele votaria – quem vence é Lula, com 20 por cento, de uma parte de seus muitos milhões de tietes que não sabem que ele não pode disputar o pleito. Mas nessa modalidade Dilma Rousseff ultrapassou Serra, obtendo 14 por cento contra dez por cento do governador de São Paulo.
Em verdade, nem tudo são flores – ou votos – para Dilma Rousseff. José Serra, embora conhecido de 65 por cento do eleitorado, tem uma taxa de rejeição de 25 por cento, menor que a da candidata do PT. O diretor Luchesi, da CNI, ressaltou que, com a maior proximidade das eleições, os eleitores passam a rejeitar candidatos exatamente porque os conhecem.
Coincidência ou não, em seu “ex-blog” do dia 12 último, sob o título “Os riscos da candidatura de Dilma”, o ex-prefeito do Rio de Janeiro, César Maia, democrata, e que costuma analisar pesquisas e campanhas eleitorais, escrevia que “a superexposição, segundo a escola francesa de Jacques Seguelá, queima como a luz do sol. Há a necessidade de mergulhos e retorno à superfície. Nos governos deve ser assim. Nas campanhas, não é o caso desse movimento sinuoso, mas de um processo de exposição progressiva (…)”. Em síntese: um crescendo controlado. Controle que não estaria ocorrendo na campanha de Dilma.
Vinhos do Vale do São Francisco

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GRAZZI BRITO
Esta semana, em Petrolina-PE, no Vale do São Francisco, o Coordenador Nacional de Vitivinicultura do Sebrae (Brasília), Aníbal Bastos e o Gestor Estadual de Agronegócio, Alexandre Alves anunciaram um convênio de abrangência nacional firmado entre o Sebrae e o Ibravin – Instituto Brasileiro do Vinho, com o objetivo de desenvolver, certificar e mapear a vitivinicultura e a fabricação de sucos nos principais pólos do país.
Os representantes das entidades, acompanhados do vice-prefeito de Petrolina, Domingos Sávio e do gestor do Projeto do Roteiro do Vinho da Unidade de Negócios do Sebrae Sertão do São Francisco, Helder Freitas, conheceram de perto o potencial de cinco vinícolas do Vale do São Francisco, conferindo inclusive o primeiro vinho produzido na região, há 25 anos.
“Em 1985 na Fazenda Milano foi produzido o primeiro vinho no Vale, em termos de região produtora ainda somos jovens se comparado a região Sul que tem uma tradição de 120 anos, porém o diferencial do Vale com seu clima, solo e produzindo de 2 a 3 safras por ano constitui-se num grande produto a ser explorado”, argumentou Aníbal Bastos.
O Coordenador Nacional de Vitivinicultura do Sebrae, disse ainda que o convênio anunciado nesta segunda-feira em Petrolina, reúne ações de desenvolvimento no Cadastro Vinícola Nacional, além de traçar um diagnóstico tecnológico das empresas, promoção de seminários, capacitação e mapeamento da estrutura da cadeia produtiva, bem como, as ações para a certificação do produto vinho do Vale.
O vice-prefeito de Petrolina, Domingos Sávio disse na oportunidade que a região tem diversificado seus produtos e sempre apresenta novidades ao mercado nacional. “Já possuímos a uva e manga do Vale com selo de qualidade e certificação de origem, agora desejamos capacitar, mapear e auxiliar na certificação das vinícolas, variando assim não só para o vinho, bem como, para um mercado que tem crescido, a exemplo da produção do suco de uva”, revelou.
Na oportunidade foi lembrado que de 25 a 29 de maio próximo acontecerá o IIº Simpósio Internacional de Vinhos Tropicais, coordenado pela Organização Internacional de Vinho, com a participação de 17 países. “Esse ano Petrolina vai sediar o evento. Esta é a prova maior do reconhecimento da qualidade dos nossos vinhos”, comemorou Domingos, que também é Secretário de Desenvolvimento Econômico, Turismo e Cultura do município.
Grazzi Brito, jornalista, mora em Juazeiro(BA), na região do Vale do São Francisco
Mães e esposas de presos protestam em Cuba/EPA

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DEU NO PORTAL TSF (LISBOA)
Um grupo de mulheres e mães de presos políticos foram carregadas, nesta quarta-feira, pela polícia cubana, quando faziam um protesto público em Havana. As chamadas “Damas de Branco” recordam, durante esta semana, o sétimo aniversário da Primavera Negra, quando dezenas de opositores ao regime foram presos.
Ontem já se verificava um ambiente de tensão entre os apoiadores do regime e as manifestantes. Contudo, esta quarta-feira, como testemunhou um reporter da agência France Press, algumas mulheres foram agarradas e transportadas pelas autoridades cubanas para veículos.
A TSF falou com uma das manifestantes que contou que «eramos cerca de 50 mulheres de branco que nos dirigimos para a igreja de Santa Barbara, em Havana, em protesto para exigir a libertação dos 53 presos».
«A nossa marcha foi surpreendida por cerca de 300 pessoas» acusadas de serem «organizadas pelo Governo de Fidel e Raul Castro», e mais 200 polícias.
«A marcha parou depois junto à casa de Orlando Fundora», outro dos dissidentes em greve de fome, «a ideia era pedir-lhe para interromper o protesto. Foi aqui que a polícia e os homens partidários de Fidel nos puseram à força dentro de dois autocarros. Mas nós não queríamos e oferecemos resistência», revelou a manifestante.
«Pelo menos dez mulheres tiveram de receber tratamento hospitalar», como contou a manifestante, que acrescentou que «o dia foi marcante, triste e vergonhoso para o país».
polícia cubana.Sete anos depois da Primavera Negra, 53 dos 75 opositores ao regime continuam presos.
(Com informações do portal TSF e France Presse)

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Se viva estivesse a cantora Elis Regina teria completado 65 anos nesta quarta (17).Apesar da morte precoce e trágica, ela deixou uma vasta e brilhante obra na MPB, que como a saudade que ela deixou é imortal.
Elis Regina, também conhecida como Pimentinha, era uma cantora singular. Até hoje ninguém se compara ao fenômeno Elis.Considerada a maior cantora do Brasil, Elis morreu aos 36 anos, em 1982. Sua obra é referência para novos artistas e sua discografia sempre é relembrada.
Tellé Cardim, editora de Cultura da Record, conheceu Elis nos bastidores do famoso festival da TV Record, nos anos 60. Tellé era uma das universitárias que torciam pelos cantores da época.
- Ela era muito exigente e perfeccionista. Uma vez a Elis me falou que não gostava de quem não tinha amor pelo que fazia. E que ela fazia sucesso porque transmitia amor para o público.
Jair Rodrigues, cantor que gravou nos anos 60 o histórico programa de TV Fino da na Bossa ao lado de Elis, sente saudades da amiga.
- É um dia sempre triste. Ela é considerada não só pelo Brasil, mas como pelo mundo como uma das maiores cantoras que já existiram. Nós tínhamos um enorme respeito e carinho um pelo outro.
Jair também confessa.
- Meu filho Jairzinho nasceu no mesmo dia do aniversário da Elis. E, quando ele nasceu, ela me mandou um bilhete carinhoso, que eu guardo até hoje a sete chaves.
(Com informações do Portal R7 )
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CLAUDIO LEAL (DE SÃO PAULO)
No lançamento do livro “Diário de bordo – A viagem presidencial de Tancredo”, do embaixador e ex-ministro Rubens Ricupero, terça (16) à noite na livraria Cultura, em São Paulo, o governador José Serra chegou com um cortejo de D. João VI, perto do fim do expediente.
Driblando perguntas sobre a sucessão nacional – “Estou muito cansado… O dia foi cansativo” -, o pré-candidato do PSDB pediu a um rapaz para largar o cigarro e aceitou posar para fotos com uma criança. Pedido ideal para um candidato com sequito de D. João VI.
Depois de caras de cinema para cinco cliques com a menina de colo, Serra devolveu-a aos braços da mãe, que fez tatibitati:
- Minha filhinha tirou uma foto com o futuro presidente!
Ao ouvir a frase, Serra deu um recuo e ponderou:
- Mas foi ela que quis!
Claudio Leal é jornalista
Lula carrega Dilma para o calcanhar de Serra

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DEU NO PORTAL IG (ÚLTIMO SEGUNDO)
A pesquisa Ibope, encomendada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e divulgada nesta quarta-feira, traz o governador de São Paulo, José Serra (PSDB), cinco pontos percentuais à frente da ministra Dilma Rousseff (PT) nas intenções de voto para as eleições presidenciais deste ano. Porém, a pesquisa mostra o movimento capturado por outros institutos: redução da diferença entre os dois principais pré-candidatos.
No cenário principal da pesquisa, Dilma tem 30% e Serra, 35%. O deputado Ciro Gomes (PSB-CE) registra 11%; e a senadora Marina Silva (PV-AC), 6%. Brancos e nulos somam 10% e indecisos, 8%. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.
Em dezembro, na última pesquisa Ibope, Serra tinha 38% e Dilma, 17%. Ciro Gomes exibia 13% e a senadora Marina Silva (PV-AC) tinha 6%.
Na simulação eleitoral, sem Serra como candidato do PSDB, Dilma ultrapassa Ciro e assume a liderança na pesquisa. Sem Serra, a Dilma tinha 20% na pesquisa de dezembro e passou a 35%, Ciro tinha 26% e recuou para 21%. Já Aécio oscilou de 14% para 13% e Marina foi de 9% para 8%.
Para João Paulo Peixoto, professor de ciência política da Universidade de Brasília (UnB), “se comparar a exposição dela [Dilma] na mídia e a dele [Serra] até agora, ela tem se beneficiado ao máximo da presença do presidente [Luiz Inácio Lula da Silva] junto a ela”, avaliou. “A gente só vai ter uma avaliação mais real da força dela quando ela começar a andar com suas próprias pernas, sem o suporte do Lula”, acrescentou Peixoto.
Outros dados da pesquisa
Segundo turno – a pesquisa CNI/Ibope, divulgada nesta quarta-feira, mostra que Serra ganha em todas as simulações feitas para 2º turno. Na mais provável, o tucano teria 44% das intenções de votos e Dilma, 39%.
Rejeição – o índice de rejeição a Serra e Dilma diminuiu, na comparação com a última pesquisa Ibope. Serra tem 25% de rejeição, contra 29% em dezembro. Dilma apresenta 27%, contra 41%.
Conhecimento das candidaturas – entre os entrevistados, 65% dizem conhecer bem ou mais ou menos o pré-candidato José Serra. Já com relação a Dilma, 44% afirmam conhecer bem ou mais ou menos.
Apoio de Lula – a pesquisa também mostrou que 53% dos brasileiros preferem votar em um candidato apoiado pelo presidente Lula; 10% afirmam que votariam em um candidato de oposição; e 33% dizem que o voto é indiferente da posição do presidente.
A pesquisa apontou ainda que, ao serem questionados se eles sabem quem é o candidato apoiado por Lula, 58% afirmam que é a ministra Dilma Rousseff e 39% não sabem.
A pesquisa foi feita de 6 a 10 de março em todos os Estados brasileiros. Foram realizadas 2002 entrevistas e 140 municípios.
Trajetória
Os números divulgados nesta quarta-feira confirmam a trajetória de aproximação entre a pré-candidata do PT e o governador de São Paulo que já havia sido registrada nas últimas pesquisas.
Um levantamento feito pelo instituto Datafolha logo após a aclamação da candidatura da ministra da Casa Civil à Presidência, durante o Congresso do PT, no final de fevereiro, já mostrava Dilma apenas quatro pontos percentuais atrás de José Serra em um cenário com Ciro Gomes (PSB).
Outra pesquisa Ibope, contratada pela Associação Comercial de São Paulo no início de fevereiro, apontava a pré-candidata do PT com 25% das intenções de votos na pesquisa estimulada, com Serra atingindo 36% da preferência do eleitorado.
Na pesquisa espontânea, em que uma lista com os candidatos não é apresentada ao entrevistado, o presidente Lula – que não pode concorrer a mais um mandato – aparece com 20% das intenções de voto, seguido por Dilma Rousseff, com 14%, e José Serra, com 10%. Neste tipo de levantamento, no entanto, 42% dos entrevistados dizem não saber em quem votar.
(*Com informações da Reuters)
Zélia e Jorge na casa do Rio Vermelho

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DEU NA REVISTA
Na coluna Semana/BrasilConfidencial, assinada pelo jornalista Octávio Costa, a revista Isto É publica a seguinte nota na ediçãodesta semana:
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DITO E FEITO
Em 2008, Zélia Gattai pediu ao governo Lula urgência na aprovação de uma lei que pudesse proteger o patrimônio de Jorge Amado. “Eles vão vender tudo”, avisou, referindo-se à família. Tinha toda razão. Depois das obras de arte, está à venda a casa do Rio vermelho, onde viveu o escritor baiano
Juca:e agora, ministro?

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DEU NA COLUNA
O jornalista Levi Vasconcelos publica a seguinte nota na coluna Tempo Presente, que assina no jornal A Tarde:
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VINGANÇA VERDE
Prefeito eleito pelo PV em 2000, em meados de 2003, Antono Pimentel, de Governador Mangabeira, recebeu carta do então presidente do partido na Bahia, Juca Ferreira, pedindo que ele se desfiliasse por ter se aproximado do governo. Agora, Pimentel foi à forra. Mandou carta a Juca lembrando:
-Bastaram sete anos para V. Excia. também contrariasse o partido, mantendo-se ministro, indo de entontro às orientações partidárias.
DEU NO PORTAL IG (ÚLTIMO SEGUNDO)
Por 4 votos a 3, o Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF) cassou, nesta terça-feira, o mandato do governador afastado José Roberto Arruda (sem partido, ex-DEM) por infidelidade partidária.A votação estava em 3 votos a 3, e foi desempatada pelo presidente da sessão de julgamento, desembargador Lecir Manoel da Luz, que seguiu o voto do relator, desembargador Mário Machado.
Ameaçado de expulsão do DEM, José Roberto Arruda abandonou a legenda em dezembro do ano passado, decisão que, para o Ministério Público, é passível de cassação, já que Arruda, segundo o MP, deixou o partido sem justa causa. O governador afastado poderá recorrer da decisão caso seja considerado culpado, mas terá que deixar o cargo imediatamente.
Mas precedentes no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deixam aberta uma brecha para Arruda. Ele afirma ter sofrido grave perseguição dentro do partido com a ameaça de expulsão, razão que o levou a se desfiliar. Os ministros do TSE têm um entendimento muito amplo do que configura esse tipo de perseguição, o que pode beneficiar o governador.
No julgamento, o relator da ação por perda de mandato, desembargador Mário Machado votou pela cassação do mandato do governador licenciado argumentando que não houve tratamento discriminatório por parte dos Democratas que justificasse a desfiliação do governador afastado, conforme alegou a defesa.
“Não se pode identificar uma representação com uma expulsão sumária. Se o partido fosse omisso estaria reprovado diante da sociedade”, disse o relator.
Caso Arruda
Arruda está preso há cerca de um mês na Superintendência da Polícia Federal, acusado de subornar uma testemunha. Ele teria oferecido R$ 200 mil para que o jornalista Edson Sombra prestasse depoimento em seu favor no inquérito 650 do Superior Tribunal de Justiça.
O inquérito apura complexo esquema de corrupção no governo do Distrito Federal. O ex-secretário de Relações Institucionais do governo Durval Barbosa gravou Arruda e mais três deputados distritais recebendo dinheiro para favorecer empresas em votação de projetos e contratos com o governo. O iG mostrou em primeira mão o vídeo de Arruda.
Com informações da Agência Brasil.
Campos

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DEU NA REVISTA DIGITALTERRA MAGAZINE
Ed Ruas
Do Recife (PE)
O governador pernambucano Eduardo Campos (PSB)
O governador de Pernambuco e presidente nacional do PSB, Eduardo Campos, comentou, nesta terça-feira, as críticas do correligionário Ciro Gomes ao PT. “Ciro tem um jeito de falar e eu tenho outro. Amanhã vou conversar com ele em Brasília”, informou o líder socialista.
Para interlocutores do partido no Estado, “Ciro não ajuda a sustentar a tese de pré-candidato com suas declarações”.
Metrô de Salvador; até quando?

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Mais uma vez, por merecimento, comentário e sugestão do editor do Blogbar, Luiz Fontana, sobe para o primeiro plano no espaço do Bahia em Pauta. O assunto é a repercussão da reportagem da Folha de S. Paulo, com o resultado de investigações da Polícia Federal em várias capitais do País – incluindo Salvador evidentemente – que detectou superfaturamentos – em alguns casos com diferença constatada de até 65 % nos preços, em “consórcios paralelos” nas obras de metrôs.
Diz Fontana:
Caro VHS: Renovo os agradecimentos quanto à tua fraterna acolhida acrescentando que o “assunto” continua interessando os frequentadores do bar.
Aqui, novamente, Renata Lo Prete, Folha de São Paulo, edição desta terça-feira:
“PF vê superfaturamento em obras de “consórcios paralelos”
Perícia em planilhas das empreiteiras constata diferença de até 65% nos preços
Investigação aponta que construtoras inflam suas estimativas de custo nas propostas para licitação; empresas negam fraude.
Material de leitura obrigatórias para os membro da CPI do Metrô de Salvador na Assembléia Legislativa da Bahia.
( Postado por Vitor Hugo Soares
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RENATA LO PRETE
EDITORA DO PAINEL
LEONARDO SOUZA
DA SUCURSAL DE BRASÍLIA
O esquema montado por empreiteiras para driblar os processos de concorrência e repartir contratos “por fora” prevê também o superfaturamento das obras e a divisão do dinheiro extra. Perícia da Polícia Federal feita em documentos apreendidos nas construtoras aponta que os “consórcios paralelos” aumentaram artificialmente os preços cobrados do poder público em até 65%.
Como a Folha revelou no domingo, a atuação dos “consórcios paralelos” foi constatada por meio do cruzamento dos inquéritos de quatro operações realizadas pela PF (Castelo de Areia, Caixa Preta, Aquarela e Faktor, ex-Boi Barrica) e de investigações da Polícia Civil nos Estados onde estão as obras.
A análise da contabilidade das construtoras e das ordens de pagamento e gerenciamento dos canteiros aponta a presença nas obras de empreiteiras que haviam sido eliminadas na licitação. Papéis recolhidos pela polícia indicaram que as concorrentes haviam firmado um pacto prévio de divisão do bolo e participaram separadamente da concorrência só para dar a ela aspecto de legalidade.
Embora neguem a manipulação dos resultados, caíram na malha fina da PF empreiteiras que lideram o mercado, como Andrade Gutierrez, Camargo Corrêa, Norberto Odebrecht, OAS e Queiroz Galvão, responsáveis por obras importantes como os metrôs do Rio de Janeiro, de Salvador, de Fortaleza, do DF e de Porto Alegre.
Os indícios de que essas obras foram também superfaturadas surgiram depois que os investigadores descobriram os memoriais de custo calculados pelas próprias empreiteiras antes que elas fechassem as propostas (infladas) enviadas aos leilões de licitação.
Os peritos aplicaram sobre essas planilhas de custos diretos uma Bonificação e Despesas Indiretas de 40% -a BDI inclui os custos indiretos da obra (impostos, despesas financeiras, administração central da empresa etc.) e a remuneração da construtora. (O mercado pratica BDIs de 25% a 35%; o Tribunal de Contas da União costuma adotar em suas auditorias uma taxa de 30%.)
No lote 1 da linha 3 do metrô do Rio, por exemplo, os peritos estimaram que o valor final deveria ser de cerca de R$ 720 milhões. O contrato, porém, foi de R$ 1,190 bilhão. Uma diferença de R$ 470 milhões, ou 65%.
No metrô de Salvador, a discrepância entre o valor projetado pela PF e o praticado pelas construtoras chegou a 43% (R$ 79,5 milhões). Em Fortaleza, a 15% (R$ 24,8 milhões).
Na obra de duplicação e restauração da rodovia BR-101, no trecho entre os kms 148 e 188, em Pernambuco, a diferença foi de 28% (R$ 45,9 milhões).
Em relatório anexado a um dos inquéritos, ao qual a Folha teve acesso, os peritos ressaltam que, para obter o valor exato da fraude, teriam de analisar todas as ordens de pagamento das empresas que integraram os “consórcios paralelos”.
No entanto, as investigações da Castelo de Areia, que reuniu a maior parte da papelada, foram trancadas neste ano pelo Superior Tribunal de Justiça. Não há previsão de quando (ou se um dia) serão retomadas.
Os peritos, porém, se dizem seguros do diagnóstico de superfaturamento das obras dos “consórcios paralelos”. A PF submeteu a metodologia a um teste. Aplicou-a em planilhas de obras de inquéritos mais adiantados, como o da Operação Caixa Preta (que apura desvios em aeroportos). A diferença entre a estimativa e a auditoria não passou de 7% -o que, segundo a polícia, reforça os “indícios de conluio”.”
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Vale a pena deliciar-se com as “respostas”, na mesma edição, dos envolvidos:
“Empreiteiras não se manifestam sobre acusação
DA SUCURSAL DE BRASÍLIA
As construtoras Camargo Corrêa, Andrade Gutierrez e Queiroz Galvão preferiram não falar sobre o assunto. A OAS não ligou de volta.
A Odebrecht informou que chegou a ser convidada, após a licitação, a integrar o consórcio vencedor da obra do Metrô de Salvador, mas que recusou o convite. Segundo a assessoria da empreiteira, a prefeitura também se manifestou favoravelmente à integração da empresa ao Consórcio Metrosal.
“Mas nessa oportunidade a participação no empreendimento já não mais interessava à Odebrecht, de modo que não foi formalizada.”
A Odebrecht acrescentou que não iria se manifestar sobre as obras do lote 1 da linha 3 do metrô do Rio, alegando desconhecer investigações relacionadas ao empreendimento. A Queiroz Galvão deu a mesma justificativa.
A CTS (Companhia de Trânsito de Salvador) informou que as obras do metrô, cujo contrato foi assinado em 1999, só foram executadas por empresas vencedoras da licitação. Ele não soube precisar os valores da construção.
A Secretaria Estadual de Transportes do Rio informou “que o contrato referente ao lote 1 da linha 3 do metrô não está vigente, pois o prazo para o início das obras expirou em outubro de 2006?. Já a assessoria do Metrô de Fortaleza disse que não teria como se manifestar sobre o assunto com base nas informações da Folha.”
Destaque-se a manifestação da CTS: “A CTS (Companhia de Trânsito de Salvador) informou que as obras do metrô, cujo contrato foi assinado em 1999, só foram executadas por empresas vencedoras da licitação. Ele não soube precisar os valores da construção.”
E a “Confissão oblíqua” da Odbrechet: “A Odebrecht informou que chegou a ser convidada, após a licitação, a integrar o consórcio vencedor da obra do Metrô de Salvador, mas que recusou o convite. Segundo a assessoria da empreiteira, a prefeitura também se manifestou favoravelmente à integração da empresa ao Consórcio Metrosal.
“Mas nessa oportunidade a participação no empreendimento já não mais interessava à Odebrecht, de modo que não foi formalizada.””
Como disse o frequentador da mesa 7, do bar: – “depois sou eu que bebo!”
luiz alfredo motta fontana
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Shimon Peres e Wagner em Israel

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Integrante da comitiva do presidente Lula na viagem ao Oriente Médio o governador da Bahia, Jaques Wagner, aproveitou o primeiro dia da missão brasileira em Israel, nesta terça-feira (15), para conversar com o ministro do Comércio, Indústria e Trabalho de Israel, Binyamin Ben Eliezer. O assunto, segundo assessores que acompanham Wagner na viagem foi a ampliação do tratado de Livre Comércio Mercosul-Israel.
Articulado pelo cônsul para assuntos econômicos no Brasil, Roy Nir, participaram da reunião
além do ministro e do cônsul, o vice-diretor geral de Comércio Exterior, Boaz Hirsch, a diretora da Divisão das Américas do Ministério do Comércio, Indústria e Trabalho, o presidente da Câmara de Comércio Israel-Brasil, Shmuel Yerushalmi e o embaixador do Brasil em Israel, Pedro Motta Coelho.
Ainda segundo assessores do governador da Bahia, “a audiência tratou também das possibilidades de cooperação nos setores de energia, segurança pública, agricultura, comunicação e manejo de mananciais de água”.
A abertura da agenda especial (paralela às atividades do presidente Lula) ocorreu, segundo relato do assessor Sócrates Santana (da Agecom-BA) “em decorrência da direta participação do governador durante a visita do presidente da Autoridade Nacional Palestina, Mahmoud Abbas a Salvador, em novembro do ano passado. Wagner, judeu, foi o articulador de um encontro de Abbas com Mauricio Kertzman Szporer, líder da comunidade judaica no Estado.