jul
03
Posted on 03-07-2009
Filed Under (Multimídia, Newsletter) by vitor on 03-07-2009

Andreolli: agredido em Porto Alegre
andreoli

Gentili: agredido em Brasília

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Agredir repórteres do programa Custe o Que Custar (CQC), da TV Bandeirantes, está virando, inpunemente, a mais nova moda no Brasil. Menos de uma semana depois das violências praticadas por “seguranças” contra Daniel Gentili em pleno Congresso, em Brasília, quando o profissional do programa de jornalismo com humor tentava entrevistar o presidente do Senado, José Sarney, agora foi a vez do braço pesado da intolerância descer, em Porto Alegre, sobre a cabeça de Felipe Andreolli.

O site do Comunique-se, em texto assinado por Rafael Meneses, de São Paulo, informa que o repórter do CQC foi agredido quarta-feira (01/07) por torcedores do Internacional, durante a partida em que o time gaúcho perdeu a Copa do Brasil em empatar com o Corinthians em 2 a 2, o que permitiu ao clube paulista comemorar a conquista em pleno estádio dos adversários. As cenas da violência contra Andreolli, segundo o respeitado portal de jornalismo, serão mostradas no CQC, na edição da próxima segunda-feira.

Em seu blog, o repórter Felipe Andreoli conta que a equipe do CQC chegou ao estádio acreditando que poderia gravar normalmente, mas não foi isso o que aconteceu. Um grupo de torcedores do Internacional se aproximou e começou a xingar os profissionais com palavrões e a chamá-los de conrintianos.

“Tomei uma gravata e tive que me livrar. Se não fosse um santo segurança do estádio a gente ia apanhar feio. Eu, o cinegrafista e produtor. Por sorte o grandão apareceu. Um ou outro torcedor ainda tentou nos proteger ajudar, vale ressaltar”, comentou.

Após o susto, Andreoli criticou o fanatismo, que acaba gerando situações como a vivida por ele na noite do Beira-Rio. Este site-blog Bahia em Pauta está convencido de que, além do fanatismo citado pelo repórter do CQC, a impunidade também está na raiz de episódios vergonhosos como este, que atingem a liberdade de expressão em geral e aos profissionais do CQC em particular.

(Postado por; Vitor Hugo Soares, com informações do portal de jornalismo Comunique-se ( http://www.comunique-se.com.br )


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O ritmo frenético de Michael Jackson no cenário –cercado por oito bailarinos vestidos que suam para manter seu ritmo- não encaixa na imagem do cantor agonizante ou do enfermo terminal..

“Michael estava muito forte, mental e físicamente”, asegurou seu irmão mais velhor, Jermaine Jackson, ao programa ‘Today Show’ da NBC, direto de Neverland. “Sempre foi um grande bailarino e havia superado todos os testes… Estava perfeitamente pronto”.

Em Neverland, no entanto, os carrões das parabólica instalaram o circo midiático, apesar do funeral que não pode ser no local. Centenas de fãs acamparam na entrada com a vã esperança de render um último tributo ao seu ídolo, que voltou a bailar imaginariamemte na terra do Nunca Mais.

(Texto do jornal espanhol El Mundo, na apresentação do vídeo com o o último ensaio de megaastro do pop, Michael Jackson, vendendo saúde dois dias antes de sua morte.Tradução:Vitor Hugo Soares).

EM TEMPO: A música do último ensaio de Michael Jackson, em Los Angeles, para a temporada que ele iria fazer na Inglaterra, é ironicamente a mesma do video que o rei do pop gravou com o grupo baiano Olodum, no Pelourinho: They Don`t Care about us (Eles não ligam para nós). Confira.
(VHS)

jul
02
Posted on 02-07-2009
Filed Under (Multimídia) by vitor on 02-07-2009


A música para começar o dia é o Hino ao 2 de Julho. Composto por Ladislau dos Santos Titara (com música de José dos Santos Barreto), o hino menciona as principais batalhas que tiveram como protagonistas o povo baiano, além de proclamar a liberdade e a democracia. O argumento fica explícito no trecho: “Nunca mais o despotismo, regerá nossas ações/ com tiranos, não combinam brasileiros corações”. Para ouvir e cantar nesta data, princpalmente pelos baianos, onde quer que eles esteja nesta data cívica.

(Vitor Hugo Soares)

jul
01
Posted on 01-07-2009
Filed Under (Aparecida, Artigos, Multimídia) by vitor on 01-07-2009


A canção que Michael dizia mais parecer com ele
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OPINÃO

MICHAEL JACKSIN, O ESPETÁCULO, VIVO OU MORTO!

Aparecida Torneros

Como qualquer mortal que vive a era performática do talentoso Michael Jackson, não fujo ao protótipo de uma identicação com suas mil faces, e me pus, nos últimos dias, a rever trechos do seu trabalho, e a identificar, um sem número de faces que este menino-homem do show business americano criou, encarnou e exportou para o mundo, provocando admiração e perplexidade.

Terá sido ele branco ou negro ( black or white), adulto ou criança, anjo ou demônio, feliz ou infeliz?

Ao me perguntar sobre sua valoração de mercado enquanto artista ou enquanto personagem, chego às raias da insensatez e questiono o quanto valia Michael vivo e a cotação que assume agora, em termos de economia bruta, o Michael morto, aquele que ainda venderá milhões de dólares no mundo da expressão artística e da mídia oportunista e exploradora de talentos como o seu. Seu funeral renderá fortunas em direitos de imagem, sua história será recontada em livros e filmes, sua passagem pelo mundo ainda reverberá shows e covers , por tempos afora.

Terá sido ele consciente ou inconsciente da própria trilha que o fizeram seguir em busca do sucesso e da excentricidade? Talvez ele tenha sido tão ingênuo ou tão manipulado, talvez não, pode ser que tenha encontrado o meio termo entre a dor e o prazer, através do êxtase que produziu nos palcos ou quem sabe, do alívio que os coquetéis de medicamentos lhe ofereceram para amenizar dores físicas ou morais.

Um ser mutante, é possível depreender dele mil faces ao longo do tempo, desde o menino de 9 anos, de nariz grande, olhar pleno de vivacidade, cantando e dançando para um público ávido de novidades quando a figura dos irmãos Jackson encobria a sede insana comum ao ideal capitalista para que se ganhasse muito dinheiro a partir daqueles meninos-prodígio, sem que alguém se importasse com o roubo da sua infância.

Muitos passos adiante, o rei da música pop, o gênio da dança, à moda pós moderna, invadiu a cena e avançou sobre nossos olhos e sentidos, fez escola, induziu uma geração inteira a seguir suas coreografias, apresentou a multifacetada capacidade de interpretar os sentimentos da humanidade. O guri risonho que cantou Ben, com uma emoção que ainda me faz chegar às lágrimas, tal a intensidade do seu canto profundo, é o mesmo que nos deu a lição em “We are the world”, com mensagem avassaladora, lembrando o quanto todos somos também faces das mesmas moedas de trocas sociais.

Em qualquer instante ele podia ser alvo de notícias porque seu universo se multiplicava em excentricidades e incompreensões, o homem e o artista se confundiam na imagem metamorfoseada do ser humano transformado em ser robótico, rosto desfigurado, maquiagem pesada, magreza e leveza de gestos, fragilidade de feições, já não exibia mais o nariz forte herança da sua raça, mas sim um filete tênue de cartilagem trabalhada pelas diversas cirurgias plásticas. Entre suas mil faces, a composição lhe foi tornando figura andrógina, a feminilidade da aparência lhe conferiu ares de identificação com um sentido caricatural do quanto ele deve ter buscado ser algo além do que a genética lhe contemplou, algo além do que seu público esperou dele, algo além do que ele conseguiu imaginar para si.

Criou castelos de sonhos infantis e mergulhou neles, como um herói de história em quadrinhos, sucedendo-se em episódios fantásticos, que lhe valeram a construção do mito venerado, dono de uma voz inconfundível, capaz de personificar um pai estranho aos olhos do modelo paterno tradicional.

Vivenciando casamentos aparentemente inusitados, além de envolvimentos confusos com rumores de pedofilia e uma grande interrogação sobre seu relacionamento com o próprio pai, o mesmo que , em termos do testamento do astro, ficou de fora, como a provar que havia mesmo uma mágoa qualquer traduzida agora, após sua morte, o Michael que move multidões em sua homenagem, comanda o espetáculo, justamente na sua derradeira performance.

Prepara-se o funeral, em escala pública, as filas para reverenciar o astro vão se formando por aí, uma infinita mostra de apreço se faz sentir por parte de milhões de fãs, enquanto o culto a Michael Jackson o coloca no mesmo patamar de Elvis Presley, diante da paradoxal vida que transforma a genialidade em consumo de tal modo exacerbado o que torna quase impossível identificar algum respeito pelo direito soberano que estas pessoas teriam de não perderem seus rostos diante de mil espelhos.

Qual dos rostos Michael Jackson exibe na urna funerária? Qualquer que tenha sido a escolha dos produtores do seu último espetáculo, certamente que cada um de nós vai identificar aquele com que nos alcançou a alma e nos fez sonhar com suas emoções contraditórias através da sua magistral arte de encantamento de multidões.

Que o menino Michael descanse em paz, que o homem Jaskson suba aos céus dos incompreendidos com a certeza do dever cumprido, pelo quanto foi capaz de suscitar a magia nos corações teleguiados pelo vil metal, e pela temporada de shows que ele prometeu e vai cumprir, com as gravações inclusive dos seus últimos ensaios, que venderão milhões de cópias, porque seu espetáculo continua.

Cida Torneros, jornalista e escritora, é autora do livro “A Mulher Necessária”, mora no Rio de Janeiro.

jun
30
Posted on 30-06-2009
Filed Under (Multimídia, Newsletter) by vitor on 30-06-2009

Pina: partida inesperada
pina
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Sagração da Primavera

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Cinco dias depois de ser diagnósticado o câncer de que era portadora,  morreu nesta terça-feria (30) , aos 68 anos, a polêmica e ousada coreógrafa alemã Pina Bausch. A autora de “Café Müller”, a única peça sua que interpretou. O seu estilo expressionista, recebido como controverso, tornou-a a grande dama da dança contemporânea alemã.

“Pina Bausch morreu esta manhã, no hospital, de uma morte inesperada e rápida”, informou em comunicado Ursula Popp, a porta-voz do Tanztheater Wuppertal, o grupo que a coreógrafa dirigia. “No domingo ela ainda esteve em cena com a companhia, na Ópera de Wuppertal”, acrescentou Popp.

Considerada uma das figuras maiores da dança moderna e contemporânea, Bausch era uma criadora consagrada e uma das maiores coreógrafas do mundo. Tendo crescido no hotel-restaurante dos seus pais, sempre se pensou que “Café Müller” era inspirado nessa sua experiência, na sua vida, algo que ela negou ao diário português PÚBLICO, em entrevista em Maio de 2008.

“Não tem nada a ver com a minha biografia. Chama-se ‘Café Müller’ mas não tem nada a ver com o fato de os meus pais terem tido um restaurante”, disse. “Esta peça nasceu de um convite para fazer um trabalho em torno de Shakespeare, um trabalho baseado numa passagem do ‘Macbeth’. Éramos uns quantos bailarinos, alguns atores e um cantor. Tínhamos 14 dias até à estreia e achei que não era suficiente. Decidi chamar mais algumas pessoas o Gerhard Bohner, Hans Pop, Gigi Caciuleano para uma coreografia que se passasse apenas numa sala, o Café Müller, em que cada um poderia fazer pequenas danças e contar as suas próprias histórias, ou até usar a sua própria música.” “No fundo, são quatro diferentes ‘Café Müller’ que fazemos juntos. Como vê, nada tem de privado ou pessoal”, disse Baush ao jornal europeu..

Reconhecidamente uma figura avessa a entrevistas e a falar em público, ela disse também ao PÚBLICO, em maio do ano passado: “Nunca gostei de peças que se desenrolam num só nível; o ambiente das minhas está sempre a mudar, com o fim sempre em aberto. Eu também não sei. Há mais perguntas que respostas. Há muitas perguntas.”

Nascida em Solingen, na Alemanha, a 27 de Julho de 1940, começou a estudar dança aos 14 anos na Escola de Folkwang, em Essen, com o coreógrafo Kurt Jooss, um dos fundadores do movimento Ausdruckstanz, uma corrente que combina movimento, música e elementos da arte dramática.

A “sua” companhia, o Tanztheater Wuppertal, existe desde 1973. Começou a ser convidada com regularidade a fazer digressões no estrangeiro e o Tanztheater passou a ser reconhecido como uma das maiores companhias contemporâneas do mundo. Participou no filme de Fellini “O Navio” (1982) e depois no “Fala com Ela”, de Pedro Almodóvar (2001). Em 1990, realizou “O Lamento da Imperatriz” e planejava fazer um filme com Wim Wenders.

No ano passado, conquistou o Prémio Goethe. Bausch foi casada com o cenógrafo holandês Rolf Borzik, que morreu em 1980.

(Postado por Vitor Hugo Soares, com informações do jornal “Púiblico”, de Lisboa. e agencias européias de notícias).

jun
29
Posted on 29-06-2009
Filed Under (Artigos, Multimídia) by vitor on 29-06-2009

Maria Olívia

O Som Brasil da rede Globo, exibido na madrugada de sábado, 27, foi dedicado ao compositor e cantor João Bosco. Para celebrar a obra do artista, a bela apresentadora Camila Pitanga recebeu Zé Renato (hoje a voz masculina mais bonita do Brasil) que emprestou seu o canto aos sucessos: Kid Cavaquinho, De Frente para o Crime e Papel Marché; Zizi Possi, que dividiu com João Bosco as músicas Dois prá lá, Dois prá Cá e O Bêbado e o Equilibrista; e os representantes da novíssima geração, a mineira Elisa Paraiso que interpretou Bijuterias e Bala com Bala e o carioca Leandro Sapucahy que cantou Incompatibilidade de Gênios e Mestre Sala dos Mares.

Show dentro do show foram as presenças dos músicos Yamandu Costa e Ricardo Silveira, entre outros instrumentistas brasileiros de altíssima qualidade, que acompanharam João Bosco e seus convidados.Mineiro, João Bosco começou a tocar violão ao 12 anos de idade, incentivado pelo pai, seresteiro, e pela mãe, pianista e violinista. Desde então, nunca mais parou de compor e tocar, cada vez melhor.

Uma pergunta que não quer calar: por que um programa desse nível é exibido numa hora desta? Já que o programa é mensal, será que não daria para agendar o Som Brasil para após o Globo Repórter – já consagrado às 22 horas. Ou em lugar do desgastado Jô Soares?

Por favor, senhores da Vênus Platinada, botem esse programa mais cedo no ar!

O próximo programa, a ser exibido no final de julho, é com os Paralamas do Sucesso.

Se ligue e se mantenha acordado!

Olivia Soares é jornalista

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Em tempo: a música para começar o dia nesta segunda-feira, 29, dedicada a São Padro pelos católicos, é Papel Marchê, na interpretação inigualável de João Bosco. Prestem atenção, também, na poesia da letra absolutamente genial do baiano José Carlos Capinam. Confira(VHS).

jun
28
Posted on 28-06-2009
Filed Under (Artigos, Multimídia) by vitor on 28-06-2009


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28 de junho de 2009.

Em data como essa, no ano de 1945, chegava ao planeta Raul Seixas, como um meteorito caído milagrosamente em terras Salvador da Bahia. Era o mesmo ano das bombas de Hiroshima e Nagasaki, no fim da Segunda Guerra Mundial.Anos mais tarde, nos cinzentos 60/70, em apresentações memoráveis, ele iluminava domingos de Rock, no Cine Roma, na Cidade Baixa, onde começaria a despertar a atenção da cidade e do país, iniciando assim a escalada para transformar-se em um dos maiores e mais importantes fenômenos da música no Brasil – do rock brasileiro em especial. Hoje é dia de lembrar Raúl, o maluco beleza que propôs com o parceiro Paulo Coelho, a Sociedade Alternativa. Um domingo para ler seus textos, idéias, poemas e e escutar suas música prestando bem atenção nas letras, sempre especiais. É com a música de Raul, portanto, que Bahia em Pauta começa este domingo do aniversário de uma figura que faz muita falta à Bahia, ao país e ao planeta, mesmo estando sempre presente. Salve Raul, onde ele estiver!

(Vitor Hugo Soares)

maluco

jun
27
Posted on 27-06-2009
Filed Under (Artigos, Multimídia) by vitor on 27-06-2009

CRÕNICA DE SENTIMENTOS

QUASE BRANCO, TRISTE E SOZINHO

Janio Ferreira Soares

Vibrei muito quando vi pela primeira vez aquele menino de nariz de taboca e cabelo black power mandando ver um suingue completamente atípico na tela da tevê. Ele era o menorzinho dos cinco jacksons e cantava e saracoteava de uma forma bem diferente dos demais, prenúncio de que ali tinha algo bem além dessas susans boyles da vida e desses “prodígios” que se esgoelam nas tardes de sábado no programa Raul Gil.

Mais pra frente, namorinho no portão e sarrinho nas boates sob os acordes de suas primeiras baladas e souls, confirmariam o que todos desconfiavam: ali estava um novo e legítimo brother da Motown, desses que seguiriam sem pestanejar os mandamentos black do grande Gerson King Combo, que dizia: “Dançar, como dança um black! Andar, como anda um black! Falar, como fala um black! Viver, sempre na onda black! Ter, orgulho de ser black!”. Só que a coisa não foi bem assim.

À medida que o tempo foi passando e a sua voz engrossando, começaram também as suas primeiras mutações físicas. Primeiro, o nariz foi afinando. Depois, o pixaim foi ganhando cachos mais lisos do que as suas andadas pra trás. E, por fim, foi a vez de a sua pele começar a embranquecer de tal maneira, que, à época, o meu vizinho e figuraça, João Vaqueiro, me saiu com mais uma de suas tiradas impagáveis: “Ôxente, quem já viu! E ele é as avessas do urubu, é, que nasce branco e depois fica preto? Eu sabia que dinheiro comprava quase tudo, mas cor? Agora, os bagos, eu aposto! Ali, só se transplantar. Ô Adalgisa, quando eu ficar rico vou lhe deixar mais branquinha do que a farinha de Sergipe!”.

Brincadeiras a parte, sua morte foi bastante prematura, embora meio que anunciada. É que, apesar de um grande artista e compositor, de há muito ele se transformara num cara muito, mas muito, estranho. A propósito, depois da autopsia, talvez a gente fique sabendo se o seu clareamento foi devido a algum problema de saúde ou se foi, como brincou seu João, por conta dessas maluquices que só o dinheiro pode proporcionar. Só sei que à medida que ele mudava de cor e de feições, sua tristeza e solidão só aumentavam. Uma pena.

Agora só me resta botar pra rodar uns velhos discos com aquelas canções do tempo em que ele era um garoto lindo e risonho, e lembrar das noites em que a grande onda da moçada ainda era dançar suas músicas pra frente e pros lados, botando pra quebrar debaixo das luzes estroboscópicas das boates.

Janio Ferreira Soares, cronista, é secretário de Cultura e Turismo de Paulo Afonso, no Vale do São Francisco

jun
27
Posted on 27-06-2009
Filed Under (Multimídia) by vitor on 27-06-2009


E agora? Rezemos, reparando, antes, no assobio, ao final da canção. Será que ele está aqui, ainda, em forma de anjo, sobrevoando o Pelô, ao nosso lado?
(Gilson Nogueira, jornalista e colaborador do Bahia em Pauta)

jun
26
Posted on 26-06-2009
Filed Under (Multimídia) by vitor on 26-06-2009

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