jun
12
Posted on 12-06-2009
Filed Under (Multimídia) by vitor on 12-06-2009


A música para encerrar este 12 de junho, Dia dos Namorados, é “Como eu Quero”, do Kid Abelha, ou talvez fosse melhor dizer “da Paulinha do Kid Abelha”, como um dia falou deslumbrado Chico Buarque de Hollanda, ao apresentar a cantora Paula Toller em um programa de televisão em que ele era o centro das atenções. Neste vídeo ela interpreta uma das musicas mais conhecidas do grupo , como a própria Paulinha assinala ao convidar Edgard Scandurra, fera da guitarra, para subir ao palco e participar da apresentação. Um arraso! Confira.

(Vitor Hugo Soares)

jun
12
Posted on 12-06-2009
Filed Under (Multimídia) by vitor on 12-06-2009


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A música do Bahia em Pauta para esta madrugada de sexta-feira, 12 de Junho, Dia dos Namorados, é “Futuros Amantes”. Há quem a considere , a exemplo deste editor que vos escreve, a mais bela e profunda composição romântica de Chico Buarque de Holanda, tema musical do filme “Amor de A a Z”, um dos maiores sucessos de público do cinema nacional nas últimas décadas. Neste vídeo, antes de interpreta-la, Chico fala do nascimento de uma de suas obras primas e do significado da canção. Não sei de outra melhor para oferecer e ouvir na madrugada de um Dia dos Namorados. Confira.

(Vitor Hugo Soares)

jun
11

A música para começar a tarde nesta quinta-feira (11), feriado de Corpus Christi, traz ao Bahia em Pauta a voz e a presença marcantes da cantora baiana Vânia Abreu, que se apresenta amanhã em Salvador em espetáculo imperdível para quem gosta de boa música e desta intérprete de primeira linha da MPB. De São Paulo, onde mora atualmente, a artista falou por telefone com o radialista Mário Kertész, durante o programa “Jornal da Cidade”-Edição do Meio -Dia de ontem (10). Vania Abreu disse estar ansiosa para mostrar em Salvador as músicas de seu show “Namorado de Luxe”. A cantora adiantou que a sua apresentação especial pelo Dia dos Namorados, nesta sexta-feira (12), terá muitas surpresas, arranjos musicais diferenciados e releituras de canções de grande sucesso de compositores como Caetano Veloso e Flávio Venturini. Aqui, Vania Abreu interpreta “Dó de mim”, de Peri Cordeiro, uma das mais belas envolventes canções de seu repertório, com a marca interpretativa única desta baiana especial.

(Postado por;Vitor Hugo Soares)

jun
10
Posted on 10-06-2009
Filed Under (Artigos, Multimídia) by bahiaempauta on 10-06-2009

Desde os primeiros séculos da Idade Média, uma classe não sai da pauta.  

Nas palavras de Marx “destruiu todas as relações feudais, patriarcais, idílicas. Fez da dignidade pessoal um simples valor de troca e no lugar das inúmeras liberdades já reconhecidas e duramente conquistadas colocou unicamente a liberdade de comércio sem escrúpulos. Numa palavra, no lugar da exploração mascarada por ilusões políticas e religiosas colocou a exploração aberta, despudorada, direta e árida.”

O poeta francês Charles Baudelaire diria que a burguesia de seu tempo era “o homem rico, ocioso que, mesmo entediado de tudo, não tem outra ocupação senão correr ao encalço da felicidade; o homem criado no luxo e acostumado a ser obedecido desde a juventude; aquele, enfim, cuja única profissão é a elegância sempre exibirá, em todos os tempos, uma fisionomia distinta, completamente à parte”

Na atualidade, mundo em crise, “países usando o dinheiro público para salvar uma minoria de bilionários, enquanto a cada três segundos uma criança morre de fome; estudos da Organização das Nações Unidas (ONU) revelam que os 10% mais ricos do mundo detêm 85,2% da riqueza mundial e que, do outro lado, os 50% mais pobres do mundo possuem apenas 1% dessa riqueza; quando dezenas de grandes empresas que auferiram enormes lucros nos últimos anos reduzem salários e demitem, 50 milhões de trabalhadores em todo o mundo, segundo a Organização Internacional do Trabalho – OIT” (dados do Instuto Zequinha Barreto); fica claro que a burguesia continua firme e em ascensão.

Ainda na pauta, ganhou uma subclasse – As burguesinhas – música que virou hit nas principais baladas do país, poesia sutil e crítica de Seu Jorge. Nesta véspera de feriadão, confira.

Por Laura Tonhá


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Neste 10 de Junho em que se comemora em uma mesma data o Dia de Portugal, de Camões(dia do falecimento do poeta maior da lingua) e das Comunidades Portuguesas, a música para começar o dia vem das bandas de lá do Atlântico. O fado “Paixão Lusitana”, uma das “mais belas canções desde sempre”, como costumam afirmar com justo orgulho os filhos da terra de Camões. Aqui vai na voz da fantástica Dulce Pontes, maior intérprete da canção que ela levou à conquista do prêmio do festival da Eurovisão em 1991.Dedicada especialmente aos lusitanos que vivem em Portugal ou aos que estão espalhados por toda parte do mundo.

Bahia em Pauta registra, ainda, um motivo especial para sentir alegria nesta data: saber, através de pesquisa recentemente realizada, que vive em Portugal uma parte das mais expressivas dos leitores deste site-blog. Que honra!

( Vitor Hugo Soares, jornalista baiano com raizes profundamente fincadas na Península Ibérica).
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LUSITANA PAIXÃO (LETRA)

Fado
Chorar a tristeza bem
Fado adormecer com a dor
Fado só quando a saudade vem
Arrancar do meu passado
Um grande amor

Mas
Não condeno essa paixão
Essa mágoa das palavras
Que a guitarra vai gemendo também
Eu não, eu não pedirei perdão
Quando gozar o pecado
E voltar a dar a mim
Porque eu quero ser feliz
E a desdita não se diz
Não quero o que o fado quer dizer

Fado
Soluçar recordações
Fado
Reviver uma tal dor
Fado
Só quando a saudade vem
Arrancar do meu passado um grande amor

Mas não condeno essa paixão
Essa mágoa das palavras
Que a guitarra vai gemendo também
Eu não, eu não pedirei perdão
Quando gozar o pecado
E voltar a dar a mim
Eu sei desse lado que há em nós
Cheio de alma lusitana
Como a lenda da Severa
Porque eu quero ser feliz
E a desdita não se diz
O fado
Não me faz arrepender
Porque eu quero ser feliz
E a desdita não se diz
O fado
Não me faz arrepender

jun
09
Posted on 09-06-2009
Filed Under (Artigos, Multimídia) by vitor on 09-06-2009

Pianista Paula Faour

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CRÔNICA DO COTIDIANO

O GRANDE AMOR

Gilson Nogueira

“Por um momento, achei que todos os que passavam à minha frente estavam de luto, pela cor de suas camisas, blusas, calças, saias, gravatas e paletós, no agitado Centro da cidade do Rio de Janeiro. Era a hora do almoço. Parecia haver um funeral inacabado para comparecer, na agenda daquelas pessoas que compunham aquele séquito anônimo.

Não parecia, contudo, haver tristeza em seus semblantes, ainda que a idéia de terem combinado usar as cores preta e branca em seus trajes de trabalho, como homenagem às 228 vítimas fatais do desastre com o avião da Air France que mergulhou nas profundezas Oceano Atlântico, há dez dias, fosse bem forte. Vendo-as apressadas, imaginei-as formigas humanas a sair de seus buracos para se alimentar, na selva de concreto de prédios antigos do Rio.

No entra e sai dos restaurantes, que são muitos e variados, ali, a tragédia, se não dominava as conversas entre elas, tinha assento em seus pensamentos, como no meu. Por isso, no ar, era difícil ouvir um gargalhar qualquer, como em dias de não lamento em escala global. No máximo, de perto, captava-se um sorriso, em tom menor, na intimidade dos passantes.

Percebi que ao simples toque no assunto da tragédia aérea, o interesse delas era saber quanto corpos haviam sido resgatados do mar até aquela hora. As atividades em seus respectivos empregos, no restaurante onde eu estava, era o tema no falar baixinho que ocupava a maioria das mesas, na silenciosa agonia de quem chora algo que perdeu. A alegria entrara em feriado. O carioca, que faz do local seu ponto de encontro, de segunda a sábado, esquecia a piada e, até, a cerveja, por conta do clima que domina, com razão, os ares do país que, junto à França, perdeu a maioria de patrícios no fatídico acidente.

Voltei para casa, sem graça, achando que havia alguma coisa que não combinava com aqueles turistas querendo que os cariocas sorrissem diante de suas máquinas infalíveis. Era como se eu estivesse no lugar errado, na hora errada, vendo gente errada, a importunar meu longo adeus silencioso, na angustia dos porquês diante das fatalidades. Entrei depressa no quartinho do computador e coloquei o Cd de Paula Faour, Cool Bossa Struttin, para rodar. Escolhi a faixa dois, que toca, agora, repetidas vezes, para aumentar mais e mais minha saudade dos que morreram no desastre.

É um sentimento masoquista, eu sei, mas, eu quero, eu preciso chorar minha agonia, até que minhas lágrimas invisíveis parem de cair feito os toques de piano de Paula, verdadeiras gotas de orvalho, em O Grande Amor”.

Gilson Nogueira é jornalista

jun
09
Posted on 09-06-2009
Filed Under (Artigos, Multimídia) by vitor on 09-06-2009


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Em 9 de junho de 1891 nascia no estado de Indiana um dos maiores nomes da música dos Estados Unidos de todos os tempos:Cole Porter. Autor de composições imortais como “Night anda Day”, “Ive Got you Under My Skin”, “Beguin de Beguine”, entre dezenas de outras com a marca da sofisticação nas letras, ritmos criativos e inteligentes e formas musicais das mais complexas. Porter, no entanto , não é um compositor importante só para quem estuda música, mas principalmente para quem gosta de música de verdade. A música do dia é dele. E entre centenas, a escolhida é “Ive Got Under My Skin”, nas vozes de Sinatra e Bono em dupla perfeita, talvez na melhor interpretação de Porter. Confira.


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Silvio proibido
silvio
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Por: Maria Olívia

“DEMOCRACIA ESTADUNIDENSE – Silvio Rodríguez, um dos mais consagrados cantores e compositores de Cuba (lá eles chamam cantautor) – do movimento Nova Trova, assim como Pablo Milanés – teve negado visto para entrar nos Estados Unidos. Tinha sido convidado para participar de uma homenagem ao músico Pete Seeger. É isso aí a badalada democracia estadunidense. Já pensou a zoada que a grande mídia faria se se tratasse do governo brasileiro, ou do venezuelano, ou do boliviano, etc, etc? Quantos brasileiros ficaram sabendo disso?

Maria Olívia é jornalista.

Em tempo: “Mi Unicornio Azul”, uma das mais belas composições do cubano Silvio Rodriguez, é a música para terminar o dia. Aqui na interpretação inimitável da argentina Mercedes Sosa Bahia, em vídeo do You Tube selecionado pelo Bahia em Pauta para seus leitores e ouvintes. Ouçam o que os americanos perderam!

jun
08
Posted on 08-06-2009
Filed Under (Multimídia) by vitor on 08-06-2009


Para começar o dia nesta segunda-feira, 8 de julho, a escolha do Bahia em Pauta recai sobre a magistral melodia-tema da peça “Fantasma da Ópera”, mega-sucesso teatral da Broadway e em qualquer lugar onde tenha sido apresentado. Um fantasma agradável, do bem, diferente daqueles que infestam repartições causando mal ao érário e interesse públicos e sustos e prejuizos aos servidores que efetivamente trabalham.

(Postado por:Vitor Hugo Soares)

jun
07

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