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Posted on 06-09-2009
Filed Under (Entrevistas) by vitor on 06-09-2009

Alencar: “exercício da humildade”/VEJA
jalencar
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Deu na revista:

Humana e comovedora, a cada pergunta e a cada resposta, e entrevista do vice-presidente da República, Jose Alencar, à VEJA desta semana, sobre a batalha que o corajoso político mineira, de 77 anos, trava contra o câncer há anos. A revista registra que este é p 11° tratamento ao qual ele se submete na tentativa de controlar o sarcoma, um câncer agressivo e recidivo, diagnosticado pela primeira vez em 2006.

Alencar recebeu a repórter Adriana Dias Lopes no Centro de Oncologia do Hospital Sírio-Libanês, enquanto passava pela primeira sessão de químio.Veja descreve: “O encontro durou cerca de uma hora. Nos primeiros dez minutos, o vice-presidente comeu dois hamburgers e tomou um copo de leite. Alencar chorou duas vezes. Ao falar de seus pais e da humildade, a virtude que, segundo ele, a doença lhe esnsinou”.

A seguir Bahia em Pauta publica três respostas exemplares de Jose Alencar à perguntas da VEJA

O agravamento da doença lhe trouxe algum tipo de reflexão?

A doença me ensinou a ser mais humilde.Especialmente, depois da colostomia. A todo momento peço a Deus para me conceder a graça da humildade. E Ele tem sido generoso comigo. Eu precisava disto em minha vida. Sempre fui um atrevido. Se não fosse não teria construído o que construí e não teria entrado na política.

O senhor tem medo da morte?

Estou preparado para a morte como nunca estive nos últimos tempos. A morte para mim hoje seria um prêmio. Tornei-me uma pessoa muito melhor. Isso não significa que eu tenha desistido de lutar pela vida. A luta é um princípio cristão, inclusive. Vivo dia após dia de forma plena. Até porque nem o melhor médico do mundo é capaz de prever o dia da morte de seu paciente. Isso cabe a Deus, exclusivamente.

Se recebesse a notícia de que foi curado, o que faria primeiro?

Abraçaria Mariza e diria:”Muito obrigado por ter cuidado tão bem de mim”.

(Postado por Vitor Hugo Soares)
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Leia íntegra da entrevista na revista VEJA


Em entrevista ao blog Oba Oba a DJ Vivian Seixas, filha de Raul Seixas abre o coração e fala sobre o baiano mais notável do rock brasileiro, que partiu há 20 anos, como alguém que conheceu e conviveu com o maluco beleza como ninguém.Vivi fala com carinho do Raul pai, caseiro, “às vezes meio careta”, mesmo quando já carregava o mito de revolucionário, o que ele sempre foi, de fato no terreno da criatividade e da ousadia, desde a infância.

Os primeiros tributos do Bahia em Pauta a Raul neste dia de recordações de um compositor, intérprete e pensador genial da Bahia e do País, são a reprodução de trechos da entrevista de Vivi, e a escolha de “Tente outra vez”, como música do dia. Tem mais, mas por enquanto confira a entrevista e a canção. Pense em Raul Seixas como se ele ainda estivesse entre nós, olhando com esperança para o futuro, mesmo quando o presente se mostrava desanimador.

( Vitor Hugo Soares)

===================================================== Vivi :”pai revolucionário e careta”
VIVI
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BLOG OBA OBA

Vivi e o pai Raul

“Há 20 anos, no dia 21 de agosto de 1989, a música brasileira perdia Raul Seixas. E já que o ano foi repleto de homenagens ao pai do rock brasileiro, o !ObaOba resolveu dar um tom diferente e trazer à luz um Raul caseiro, intimista, às vezes até meio “careta”. Fomos buscar um homem por trás do mito com alguém conheceu Raul melhor do que ninguém: sua filha Vivian.

Hoje, Vivi Seixas é DJ, especialista em house, já tocou na D-Edge, animou um fim de tarde em Ibiza, conheceu de perto a cena eletrônica da Austrália. É fã declarada de Pink Floyd, The Doors, Led Zeppelin e Jimi Hendrix, mas não teve paciência para dedicar-se às cordas do violão, que de acordo com ela, “machucam demais os dedos”. Nem por isso, o rock passou longe: ela já chegou a se apresentar com banda e é figurinha carimbada nos tributos a Raul Seixas. Afinal, ela é a “fã número zero” do pai.

E como fã número zero que é, é dela a palavra em nossa singela homenagem ao Maluco Beleza.

No início da carreira, o fato de ser filha do Raul Seixas ajudou ou atrapalhou?
Por um lado, abre muitas portas. Quando as pessoas veem o sobrenome Seixas, elas ficam curiosas, interessadas em conhecer. Por outro lado, tem uma responsabilidade maior, por ser filha dele. Às vezes, as pessoas esperam que eu seja tão genial e tão incrível como meu pai.

E o fato de você fazer um som diferente do dele não desagrada os fãs?
As pessoas cobram… (Perguntam) Se eu não toco violão, se eu não canto. Sempre tem essas perguntas. Mas acho que cada um tem que seguir o seu caminho. Como diria uma música do meu pai: “Não sei onde eu estou indo, mas sei que estou no meu caminho” (“Por quem os sinos dobram”). Enquanto vocês me criticam, eu estou no meu caminho. Durante um bom tempo, quando virei DJ, essa foi a música em que eu me espelhava.

Então, de um jeito ou de outro, a música do Raul te influencia…
Com certeza, me ajuda bastante. Sempre ouço os discos dele. Sou fã número um… Número zero, na verdade (risos)!

Sempre se ouve falar que o Raul era doidão, Raul era isso, Raul era aquilo. Como era o Raul em casa?
Pois é. Mas em casa, ele tinha um lado bem careta. Não gostava que eu fizesse malcriação com a minha mãe. Lembro que quando eu era bem pequenininha – devia ter uns quatro aninhos -, fiz uma malcriação qualquer, ele abaixou minha calcinha e me deu três tapas na bunda (risos). Ele disciplinava pra caramba, mas era um pai muito carinhoso, muito engraçado. Ele era todo carinho, bem mansinho… Nunca aumentava a voz, nunca gritava; coisa de baiano, né (risos)? E ele tinha umas brincadeiras engraçadas, que ele fazia comigo…

E você tinha um contato frequente com ele ou ele viajava muito?
Tinha. Até meus seis anos de idade, quando minha mãe se separou do meu pai. A gente morava junto em São Paulo. Mas, quando eu vim pro Rio, durante dois aninhos – quando eu tinha oito ele morreu -, ele morava em São Paulo, mas sempre vinha pro Rio me visitar, aparecia de surpresa no colégio. Eu adorava: descia na hora da aula, matava aula pra ficar conversando com o meu pai…

E os coleguinhas da escola nessa hora?
Ah, ficava o maior buxixo, né? “O Raul Seixas tá aí!”. E eu descia toda orgulhosa! Mas a gente sempre teve contato. Minha mãe sempre fez questão da gente estar sempre muito pertinho – ao contrário das minhas outras irmãs, com quem meu pai não teve muito contato.

Nesses últimos 20 anos, parece que Raul, Bob Marley e Jimi Hendrix só cresceram. Como você encara esse legado do seu pai hoje?
É verdade. Eu fico impressionada que muita garotada de oito anos de idade, que não era nem vivo quando meu pai morreu, vai nos shows e fala que é fã. Então, eu acho que ele tem essa mágica de tocar as pessoas da geração dele e as pessoas que estão crescendo hoje em dia, que são novinhas e que gostam de Raul por causa dos pais. Então, ele atinge do rico ao pobre, da madame ao… Ele vai viver pra sempre.

E como é acordar de manhã e pensar: “Pô, sou filha de um cara que vai viver pra sempre”?
Você acostuma, né (risos)? Mas é orgulho, cara! Tenho muito orgulho! E eu gosto de conversar sobre ele porque é uma forma que eu tenho de lembrar dele. Às vezes, as pessoas perguntam: “Você fica chateada de falar do seu pai?”; de forma nenhuma, eu gosto! A gente gosta de falar das pessoas que a gente ama…

Como foi quando ele morreu, você já tinha idade para assimilar e entender?
Ah, foi triste, né? Eu já tava bem espertinha… Mas eu lembro que um mês antes de ele morrer, eu fui a São Paulo fazer uma visita e eu, minha mãe e meu pai fomos numa padaria, umas 10h, 11h da manhã. E a gente foi de mãos dadas, andando. Ele chegou na padaria e pediu um chope. Eu comecei a chorar. Ele perguntou pra mim porque eu estava chorando e eu falei que não gostava que ele bebesse. Eu não lembro bem, mas ele falou alguma coisa tipo: “Poxa, papai sabe o que tá fazendo, não se preocupa”. E um mês depois ele morreu. Acho que foi um feeling que eu tive de que tinha alguma coisa que não estava legal.

Hoje existe um culto ao Raul, muitos fãs dele são meio idólatras. Como é isso pra você?
Pra mim, é difícil entender… Quer dizer, lógico que eu tenho noção do que ele representa. Mas, pra mim, é difícil entender o Raul como um mito, como um ídolo, porque, antes de ser o Maluco Beleza, ele é meu pai (risos). Mas eu acho que até hoje, as letras dele são muito atuais. Acho que é por isso que ele faz cada vez mais sucesso: você ouve uma música dele que foi gravada 30 anos atrás e parece que foi feita hoje, pro momento atual.

LEIA INTEGRA DA ENTREVISTA NO OBA OBA
http://www.obaoba.com.br

ago
14
Posted on 14-08-2009
Filed Under (Entrevistas, Newsletter) by vitor on 14-08-2009

Ricardo Kotscho do Balaio…
kotscho

…Em conversa afinada com Marina
marinsilva

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DEU NO BALAIO

O jornalista Ricardo Kotscho publica nesta sexta-feira,14 em seu bem informado blog, Balaio do Kotscho, seguramente a mais completa e melhor entrevista exclusiva com a senadora Marina Silva, PT-Acre, na hora decisiva em que acreana parece enfrentar os seus últimos momentos de hesitação antes de trocar a legenda que ajudou a fundar pelo Partido Verde, ponte assencial para que ela possa disputar a eleição sucessória do presidente Lula, em 2010.

Profissional competente e hábil, amigo pessoal de longa data e muito afeto de Marina, Kotscho deixa claro ter saído da conversa convencido de que o pulo da senadora é apenas uma questão de dias, ou horas. O título da entrevista no Balaio já diz muita coisa:”Marina Silva no Balaio: as utopias e a mosca azul”.

É uma conversa atualissima e rica em informações políticas e pessoais sobre Marina Silva. Bahia em Pauta reproduz alguns trechos a seguir, e recomenda a leitura na íntegra no Balaio do Kotscho.

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Exclusivo/Marina Silva no Balaio: as utopias e a mosca azul

BRASÍLIA _ Duas da tarde de quinta-feira, dia 13. A senadora Marina Silva (PT-AC), 50 anos, está terminando de almoçar com Moara, sua filha de 19 anos, estudante de Direito, que acabara de chegar da Inglaterra.

Sai da cozinha do seu amplo, mas modesto apartamento funcional da 309 Sul, e recebe-me na sala com um beijo e o mesmo sorriso sereno e amigo de sempre.

Como o tempo que temos para conversar é pouco, alertou-me a assessora de imprensa Jandira Gouveia, vou direto ao assunto que agitou a semana política e o cenário da sucessão presidencial, desde que a sua candidatura presidencial foi lançada pela direção do PV.

Balaio _ Você sempre foi uma pessoa movida pelo coração, que eu sei. Neste momento, o que diz o teu coração: você fica no PT ou vai para o PV, que te ofereceu a candidatura à Presidência da República?

Marina _ Olha, se eu tivesse esta certeza no coração, chamaria meus velhos companheiros Binho (o ex-colega de faculdade e atual governador do Acre, Binho Marques), Jorge (duas vezes governador do Acre, Jorge Viana) e Tião (senador Tião Viana, do PT-AC), e falaria primeiro para eles. Nesse momento, eu ainda estou vivendo a elaboração de toda a exposição a que me submeti nos últimos dias, ouvindo todas as pessoas, que não foram poucas, para que seja uma decisão consciente da minha parte.

Nos 50 minutos seguintes, Marina manteve-se impassível sentada na mesma posição no sofá, com sua fala mansa e firme sobre a importância da luta contra o aquecimento global e pela preservação da natureza para as futuras gerações, disposta a não abrir o jogo político-partidário por enquanto.

Apesar dos poréns e no entantos, saí de lá convencido de que ela já foi picada pela mosca azul do PV. Posso estar enganado, claro, mas para mim agora é só uma questão de dias, não muitos, para que ela tome a grande decisão da sua vida. O calendário eleitoral fixa um prazo: 30 de setembro, a data limite para a mudança de partido.

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LEIA A ÍNTEGRA DA ENTREVISTA DA SENADORA MARINA SILVA AO JORNALISTA RICARDO KOTSCHO NO BALAIO DO KOTSCHO

(http://colunistas.ig.com.br/ricardokotschom)

(Postado por: Vitor Hugo Soares)

Luzia: marcas da tortura/ A TARDE
luzia
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Em sua edição desta segunda-feira (13) o jornal A TARDE publica entrevista com Luzia Ribeiro, única sobrevivente entre os guerrilheiros baianos que participaram da Guerrilha do Araguaia, nos anos 70, contra o regime militar instalado no País. A conversa da sofrida ex-guerrilheira com a experiente e sensível repórter política Patrícia França, produz um relato jornalístico comovente, diante do qual a indiferença torna-se impossível.

Deu no jornal

Luzia, prestes a completar 60 anos, faz um mergulho no tempo e fala de um período doloroso ao lembrar de quando a jovem estudante de Ciências Sociais, nascida em Jequié e então com 22 anos, desembarcou em Xambioá, às margens do Rio Araguaia , em Goiás, em área hoje pertencente ao estado do Tocantins.

“Era janeiro de 1972”, revela A TARDE na apresentação da entrevista: A jovem Luzia chega acompanhada do carioca Tobias Barreto, também filiado ao PCdoB, para integrar o Destacamento C, onde já estavam os baianos Rosalino Souza, o casal Dinalva e Antonio Carlos Monteiro e o cearense Bergson Gurjão Farias (cujo corpo só foi identificado na semana passada).

“Começava a história de luta na selva dessa combatente, a única sobrevivente dos 11 baianos que integraram a Guerrilha do Araguaia. Sua permanência ali foi rápida. Apenas seis meses, dois dos quais em luta armada”, assinala ainda o texto de apresentação da conversa sobre o tempo em que Luzia era conhecida como “Lúcia “ , na selva amazônica.

Trinta e cinco anos depois Luzia dá um salto pungente no tempo. Na conversa com PATRÍCIA FRANÇA, a ex-guerrilheira, funcionária aposentada do extinto Baneb faz o seu relato para conhecimento público, pela primeira vez. Segundo a repórter, a ex-guerrilheira fala com “voz pausada, algumas vezes embargada; olhar perdido no horizonte. Marcas das torturas e de um período sombrio da história do Brasil que não consegue apagar. Para o tenente-coronel Sebastião Curió, segundo quem as Forças Armadas executaram pelo menos 41 guerrilheiros já presos e sem possibilidade de defesa, Luzia defende julgamento “como criminoso de guerra”.

Indagada se vê empenho no governo Lula em abrir os arquivos da ditadura, a ex-guerrilheira afirma que não; e acusa setores do PT de terem acordo com os militares para impedir que isso aconteça.

Intensidade emotiva, informação, análise critica, segredos revelados, dúvidas e denuncias à espera de esclarecimentos, completam este relato jornalístico . A exemplo do real papel de militares como Sebastião Curió que atuaram em Xamboiá, mas também do PC do B, que organizou e conduziu a guerrilha na qual foram dizimados alguns de seus mais audazes e generosos militantes – muitos deles baianos como Luzia – sem que se saiba ainda , tanto tempo depois, onde estão os seus corpos.

(Postada por: Vitor Hugo Soares)
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LEIA A INTEGRA DA ENTREVISTA DE LUZIA RIBEIRO NO JORNAL A TARDE.

jul
07
Posted on 07-07-2009
Filed Under (Entrevistas, Newsletter) by vitor on 07-07-2009

Protógenes: bons fluidos do 2 de Julho na Bahia
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Na edição desta terça-feira,7/7 do jornal A TARDE, a repórter da editoria de Polítida, Patrícia França, assina texto em que assinala a vibração, ontem, do delegado baiano da Polícia Federal, Protógenes Queiróz, com a decisão do Procurador da República Rodrigo de Grandis de apresentar denúncia-crime contra o banqueiro(também baiano) Daniel Dantas e mais 13 pessoas. Protógenes conduziu a Operação Satiagraha, da PF, que levou por duas vezes à prisão o controlador do Grupo Oportunity.

“Foi a confirmação do trabalho que fiz na primeira fase, quando detectei crime de corrupção, lavagem de dinheiro, evasão de divisa e formação de quadrilha”, declarou a A TARDE o delegado, ao explicar o principal motivo de seu contentamento pessoal e profissional. Tem um motivo a mais: amanhã, quarta-feira, 8, faz exatamente um ano que a Satiagraha foi deflagrada.

Na entrevista à reporter política de A TARDE, Protógenes definiu a denúncia como uma grande vitória para o País. “Não só do ponto de vista legal, mas uma sinalização clara de que no Brasil não há mais espaço para corruptos nem corruptores”. Acrescentou que se sentia especialmente feliz pelo fato de o Ministério Público Federal (MPF) ter endossado o seu pedido de abertura de mais três inquéritos, destinados a investigar outras pessoas, entre os quais o advogado e ex-deputado federal Luiz Eduardo Greenhalgh (PT-SP) e o ex-ministro Roberto Mangabeira Unger, de Assuntos Estratégicos.

A TARDE revela ainda que o delegado chegou a pedir a prisão e o indiciamento de Luiz Eduardo Greenhalgh. Quanto a Mangabeira Unger, diz que serviu ao “esquema criminoso” de Dantas, via elaboração do acordo “Guarda-Chuva”, que, em 1992, previa o uso do dinheiro de fundos de pensão para disputar a exploração de recursos naturais no subsolo brasileiro.

A vinculação da Operação Satiagraha com o esquema do mensalão, comprovada pelo procurador de Grandis, também não surpreendeu o delegado Protógenes Queiroz. Na investigação conduzida por ele, segundo relatou, havia suspeitas de que os negócios de Daniel Dantas estavam associados ao mensalão.

(Postado por: Vitor Hugo Soares)

LEIA ÍNTEGRA DA REPORTAGEM SOBRE O DELEGADO PROTÓGENES NO JORNAL A TARDE.

jun
18
Posted on 18-06-2009
Filed Under (Artigos, Entrevistas) by vitor on 18-06-2009

Top Gisele/O Globo
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Deu no jornal:

Trecho da entrevista exclusiva concedida pela top-model brasileira, Gisele Bundchen, ao jornal O Globo, publicada na edição desta quinta-feira(18) do diário carioca:
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OG- “O presidente Lula quer lancer a candidatura da ministra Dilma Roussef para a presidência. O que você acha da possibilidade de termos uma mulher presidente?

GB- Não julgo as pessoas por gênero ou cor. Isso é só casca. A questão é saber qual é a melhor pessoa para fazer esse trabalho. Quem tem melhor índole, caráter, quem tem melhores ideias e a capacidade de realizá-las. Não interessa se é homem ou mulher, o importante é ter competência. O que eu mais acompanho no noticiário brasileiro, o que mais me interessa, são as riquezas naturais. Quero saber o que eles fazem com a Amazônia. Não acho que o governo está protegendo o bem mais precioso que o Brasil tem, que é a floresta Amazônica. Se algum presidente me mostrar o que está fazendo para proteger a Amazônia, aí sim ele ganha meu voto.

jun
03
Posted on 03-06-2009
Filed Under (Entrevistas) by vitor on 03-06-2009

Dirceu: articulações na Bahia
dirceu
Deu na revista:
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A entrevista da edição desta semana da revista “Isto É” traz o ex-ministro e ex-deputado federal, José Dirceu (PT), que faz revelações sobre suas viagens pelo país no trabalho silencioso de articulação da candidatura da ministra-chefe da casa Civil, Dilma Roussef, à presidência da República.

Leia, a seguir, a parte referente á Bahia:
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ISTO É: E na Bahia, o sr. já conversou com o ministro Geddel Vieira Lima. Ele pode sair para o senado para não ameaçar a reeleição do governador Jaques Wagner?

Dirceu: Eu conversei com o ministro Geddel, mas já faz tempo. Estou inclusive para procura-lo para outra conversa. Onde o PT governa é natural que dispute a reeleição. Acho que o Geddel quer ser candidato a senador. Mas ele alega que há riscos de o PT lançar um candidato que concorra com ele.

Isto É: O PT, então, não terá candidatoa senador na Bahia?

Dirceu: Depende. Temos que fazer pesquisa, analisar, porque lançar um candidato isolado também pode ser errado. Já tivemos experiência de lançar candidato fraco e perder a eleição exatamente por isso.

(Postado por Vitor Hugo Soares)

Ministro Jobim: confirmação e descrença

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Acabou por volta das l7h desta terça-feira(2) , no Hotel Windsor, na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro, a entrevista coletiva do ministro de Defesa, Nelson Jobim. Ele confirmou que são do AirBus da Air France que despareceu durante o vôo Rio-Paris na noite do último domingo (31), os destroços foram encontrados por volta das 12h30 de hoje.

“São cerca de 5 km de área onde estão os destroços” informou o ministro, que respondeu perguntas sobre as operações que terão como bases principais a ilha de Fernando de Noronha e Recife, em Pernambuco, para recolher destroços do avião e corpos de passageiros e tripulantes do avião que caiu no mar de águas profundas. Ao responder à última pergunda da coletiva, Jobim mostrou-se descrente quanto à possibilidade de ser encontrada a caixa preta com as gravações dos últimos momentos antes do desastre no vôo Rio-Paris.

“Estamos falando de operações de resgate em uma área onde a profundidado do mar é de mais de 2 mil metros e, ao que sei, a caixa preta que, na verdade é cor de rosa, não boia. Tentaremos tudo, mas não será fácil”, admitiu o ministro da Defesa.

São de diversos tipos os destroços encontrados: fios, objetos metálicos, tonel, cadeiras, entre outros elementos, segundo Jobim. Ele explicou que a investigação das circunstâncias e das causas do acidente serão realizadas pelo governo francês. Caso cheguem navios franceses para auxiliar no recolhimento de destroços, eles integrarão a operação brasileira já em andamento, acrescentou Jobim.

(Vitor Hugo Soares, com informações da Rádio Band News-Salvador)

maio
28

Alvaro Dias: relação comercial não.

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Entrevistado pela revista virtual Terra Magazine o senador Álvaro Dias, PSDB-PR, um dos três titulares da oposição a integrar a CPI da Petrobras (os outros dois são os senadores Antonio Carlos Magalhães Junior (DEM-BA) e Sergio Guerra (PSDB-PE), defende que não deve integrar a comissão qualquer parlamentar que tenha vínculos com empresas contratadas pela estatal.

“Quem tiver qualquer tipo de relação comercial (com a Petrobras e contratadas) deve se declarar impedido de participar da CPI. Essa é minha opinião. É claro que qualquer decisão que possa tomar o senador com este tipo de relacionamento ficará sempre sob suspeita. Juridicamente, seus atos podem ser invalidados na CPI sob alegação de suspeição”, argumenta Dias, autor do requerimento de instalação da CPI, em defesa da sua posição,

Sabe-se que é bastante extensa a relação de parlamentares (no Senado, Câmara e Assembléias estaduais) e seus familiares mais próximos, com vínculos de caráter comercial com a estatal do petróleo, principalmente concessionários de postos de abastecimento de combustível da BR por praticamente todas as regiões do País.

Na apresentação da entrevista da repórter Thais Bilenky com o senador paranaensei, a Terra Magazine registra, por exemplo, que o irmão do senador Romero Jucá (PMDB-RR), Álvaro Jucá, é diretor-executivo da empresa Diagonal Urbana Consultoria, que presta serviço para a Petrobras. Segundo Rodrigo Moraes, assessor da área comercial da Diagonal, o senador Romero Jucá “não tem e nunca teve vínculo com a empresa, nem técnico, nem na área societária nem na direção”.

“TRATORAÇO”

O senador Alvaro Dias adianta ainda na entrevista, qual vai ser o procedimento da oposição para barrar o que chama de “tratoraço” do governo na CPI Petobras. “A cada denúncia relevante, vamos enviar uma representação ao Ministério Público Federal”, informa o senador. Ele deixa claro ainda, que a oposição pretende, ao dispensar o relatório final da comissão, “produzir as consequências jurídicas, o que é a finalidade da CPI”, diz.

Na onda da reação ao que considera ser o “tratoraço” governamental – ou seja, a criação de uma barreira que impeça a investigação aprofundada da estatal – o tucano revela também que a oposição decidiu obstruir a pauta no Plenário.

– Nós não votaremos matérias que não sejam de interesse público diante da postura adotada pelo governo na CPI. Nós vamos disputar as matérias que possam ser só do interesse do governo e não da população.
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LEIA A INTEGRA DA ENTREVISTA DE ALVARO DIAS SOBRE A CPI DA PETROBRAS NA TERRA MAGAZINE (http://terramagazine.terra.com.br).

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