Boleremos!!!

BOM DIA!!!

(Gilson Nogueira)

Ainda há tempo?

Míssil Hwasong lançado pela Coreia do Norte em agosto e que passou por cima do Japão
Míssil Hwasong lançado pela Coreia do Norte em agosto e que passou por cima do Japão AFP
Começo de ano. A praxe indica que nestas ocasiões é melhor expressar os desejos de um próximo ano melhor e lastimar o que de ruim houve no anterior, sem deixar de soprar nas brasas de esperança suscetíveis de serem encontradas no meio de desvarios e extravagâncias por ventura havidas. Será?

Não sei. Fui formado com a obsessão da dúvida metódica cartesiana. A certa altura, lendo Pascal, percebi que mesmo para os mais crentes o caminho da salvação não se encontrava no cômodo embalar da fé sem pitadas de dúvidas. Melhor tê-las e tentar responder, com a lógica (e a esperança), ao demônio da descrença. Por isso coloco o ponto de interrogação no título do artigo.

Mantenho a esperança, mas convém reconhecer que 2017 mostrou que não dá para ter certeza de que os riscos da guerra e do irracional não prevaleçam. Já tivemos sonhos de cooperações entre Estados quando os diplomatas se dedicavam ao multilateralismo para resolver problemas ou pelo menos promover convergências de opiniões, mas só vemos confrontações. Quantos atentados terroristas houve? Muitos e mesmo que um só tivesse havido, matando crianças e adultos que nada têm a ver com as fúrias políticas e religiosas dos fanáticos, já seria suficiente para assustar a Razão. Que dizer do Boko Haram, das mortes provocadas pelo Al-Qaeda e o Estado Islâmico, dos atentados na Tunísia, no Iêmen, ou onde mais seja, que prossigam no caminho perverso do ataque, já antigo, às Torres Gêmeas ou ao Bataclan? O mundo parece percorrer um longo ciclo de desrazão que pode muito bem levar a uma guerra mundial.

Quase a cada mês vem nova má notícia. Pior, não são apenas os ditos terroristas que matam a rodo. Nas cidades brasileiras o crime organizado, muitas vezes com fuzis na mão, em conluio com o narcotráfico e o contrabando de armas, mata nas nossas barbas milhares de pessoas por ano. Estamos longe das terras conflagradas da Síria, do Iraque, da Península Arábica ou de onde mais seja, mas nos morros cariocas, nos presídios amazônicos, nas terras desbravadas do Oeste ou nas ermas periferias de São Paulo, mata-se sem piedade, embora com menos repercussão global do que quando ataques terroristas acontecem em capitais europeias .

E que dizer de outro tipo de matança, não apenas moral, mas concreta, quando a corrupção praticada pelos criminosos de “colarinho branco”, em escala e despudor sem precedentes, além de arrasar moralmente setores ponderáveis das elites dirigentes, deixa ainda mais à mingua os que dependem dos serviços do estado, sobretudo os pobres?

Diante deste quadro, cujas tintas espessas sublinho para dar nitidez ao olhar, embora sabendo que também se possam ver paisagens menos sombrias, qual tem sido a resposta dos povos? Nos Estados Unidos, Donald Trump se elegeu, contrariando o “establishment”, os partidos, boa parte da mídia e de Wall Street. Na Europa Central e do Leste, governos com participação de forças de extrema direita se afirmam na Hungria, na Áustria e na Polônia. Nas pesquisas brasileiras de opinião, pelo menos até agora, sem o quadro eleitoral formado, despontam um capitão irado de cujas propostas pouco se sabe e um líder populista sobre o qual pesam acusações (e mesmo condenações) que destroem o sonho que outrora representou.

Será que, antes de recobrar a Razão, o mundo precisará passar por novas privações e testemunhar o abrir-se do cogumelo atômico que a irada Coreia do Norte ameaça despejar no Japão, quem sabe saltando sua irmã do Sul pelo temor do contágio, podendo mesmo alcançar os Estados Unidos? Viveremos os horrores de uma guerra globalizada? Há décadas parecia que a confrontação dos Estados Unidos com a antiga potência soviética ou mesmo com a China, sem falar nas fricções entre Índia e Paquistão, ou na potencial reação atômica de Israel ao Irã dominador da técnica nuclear, estava controlada. O que esperar quando Donald Trump decreta Jerusalém capital de Israel, animando um conflito milenar?

E no Brasil? Já não terá bastado o descalabro econômico-financeiro produzido pelo “capitalismo de laços” que o lulo-petismo patrocinou, envolvendo e beneficiando empresas e partidos políticos, para que aprendamos a lição de que não há atalhos fáceis para o desenvolvimento e que este requer o império da lei? Será que o “Bolsa Família” (que se originou em governos anteriores e sem tanto alarde) foi suficiente para amortecer a consciência popular e fazer crer que a esperança em dias melhores se contenta com migalhas?

É cedo para responder. Mas não para agir com convicção e tudo fazer para que tais horizontes não despejem novas tempestades. Que não se iluda o leitor: o pior pode sempre acontecer. Evitá-lo depende de cada um e de todos nós. Não há fé cega na Razão ou nos bons propósitos que barre o Irracional, se não se criarem alternativas que impeçam o pior de prevalecer, pela guerra ou pelo voto. As consequências, já dizia o Conselheiro Acácio do Eça de Queiroz, vêm sempre depois…

Colocada a dúvida, construamos caminhos mais razoáveis. Pelo menos no que está ao alcance de nossa mão. O Brasil precisa, urgentemente, de bom senso. Se as forças não extremadas se engalfinharem para ver quem entre vários será o novo líder e não forem capazes de criar consensos em favor do país e do povo, o pior acontecerá. No afã de juntar, importa diminuir as divergências sobre o que não é essencial. Com esperança, e falo simbolicamente, as forças representadas (ou que os adiante mencionados gostariam de representar) por Alckmin, Marina, Meirelles, Joaquim Barbosa, ou quem mais seja (inclusive os setores ponderados da esquerda), precisam entender que os riscos se transformam em realidade pela inércia, pela covardia ou pela falta de visão dos que poderiam a eles se opor.

Bom 2018!

jan
12
Posted on 12-01-2018
Filed Under (Artigos) by vitor on 12-01-2018

Pater , no jornal A Tribuna (ES)

 

 

jan
12
Posted on 12-01-2018
Filed Under (Artigos) by vitor on 12-01-2018
DEU NO BLOG O ANTAGONISTA

‘Quem não gosta de samba bom prefeito não é’

Sempre questionado “sobre essa história de o prefeito do Rio de Janeiro gostar ou não de carnaval”, Marcelo Crivella, bispo licenciado da Universal, respondeu cantando uma adaptação de Samba da Minha Terra, de Dorival Caymmi.

Avaliem vocês se convence:

https://youtu.be/34cMPjtOku4

jan
12

Carlos Marun, ministro da articulação política do governo Temer, ao comentar a nova decisão da Justiça contra nomeação de ministra do Trabalho, Cristiane Brasil.

O que os evangélicos estarão pedindo ao banqueiro e ministro da Fazenda de Temer para apoiá-lo na disputa à presidência e para exorcizá-lo dos demônios que estão em seu caminho?

Henrique MeirellesHenrique Meirelles durante evento da Igreja Sara Nossa Terra em Brasília no dia 5 de janeiro. UESLEI MARCELINO REUTERS

Multiplicam-se as visitas do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, aos templos de várias igrejas evangélicas em Brasília, Juiz de Fora, Belém, etc., nos quais tem encontros com milhares de pastores e fiéis que o abençoam, escutam e aclamam.

O curioso é que Meirelles, mais do que devoto religioso, sempre foi conhecido como frequentador dos templos das finanças nacionais e internacionais, como presidente do BankBoston, do Banco Central do Brasil durante os dois Governos de Lula, e hoje ministro da Fazenda do Governo Temer. Frequentou a catedral da Harvard Business School e foi eleito o melhor banqueiro da América Latina.

Há aqueles que perguntam se o laico Meirelles, no final de sua longa carreira de êxitos financeiros, não estaria se convertendo ao mundo do espírito. O que busca então o famoso banqueiro com essas visitas às igrejas evangélicas? Li que alguns desses encontros religiosos acontecem à noite, nos templos na periferia da cidade, lugares pouco familiares para o homem da City, o que me fez lembrar a passagem do Evangelho de João quando narra que Nicodemos, um magistrado já idoso do Sinédrio judeu, que de acordo com o Talmude era um “homem rico e respeitado”, foi ver o profeta Jesus de Nazaré “à noite” para não ser visto.

O membro do Sinédrio tinha curiosidade em relação àquele profeta que diziam que fazia milagres, tirava demônios e pregava um reino que “não era deste mundo”. O intelectual Nicodemos não queria ser visto em público como o profeta dos esfarrapados. Foi encontrá-lo nas sombras da noite.

A conversa de Nicodemos com Jesus é conhecida. O profeta provocou o magistrado, dizendo-lhe que para o que ele buscava teria de voltar ao ventre de sua mãe para renascer para o mundo do espírito.

Não parece – pela biografia do prestigioso banqueiro Meirelles, um “homem rico e respeitado” como Nicodemos – que esteja obrigado pelas exigências de entrar no novo reino do espírito. Para que então essas visitas noturnas aos templos dos evangélicos e para que essa pressa em ser abençoado por seus pastores? Talvez, pelo que conhecemos do ministro da Fazenda, mais do que o reino do espírito, o que aspira é ao Palácio do poder do Planalto.

Nesse caso, por que ir aos templos religiosos? Talvez porque neles também se realizam milagres e se tiram os demônios. No sentido figurado, o que poderia interessar Meirelles em suas escapadas noturnas às igrejas evangélicas é a multiplicação dos votos, se é que aspira, como parece, a disputar a presidência da República, ao mesmo tempo que precisa que lhe tirem os demônios da impopularidade que o atormenta, pois as pesquisas lhe dão um mísero 1% de aprovação.

A diferença entre o encontro do banqueiro Meirelles com os evangélicos e o de Nicodemos com Jesus, é que este último, para fazer-lhe o milagre de renascer para uma vida melhor, não lhe exigiu nada em troca. O que exigirão de Meirelles, pelo contrário, os pastores da Igreja Universal para que possa entrar no palácio presidencial, pois sabemos, por experiências anteriores, que esses novos profetas do espírito das igrejas evangélicas não trabalham de graça? Eles sabem que com seus 40 milhões de fiéis obedientes e seus milhares de templos e pastores podem condicionar uma eleição presidencial. Hoje, na verdade, seria difícil alguém chegar ao Planalto em luta contra o gigante evangélico. E eles apresentam a conta.

Foi assim com Dilma Rousseff que, em sua primeira disputa presidencial percebeu que não conseguiria se eleger, com seus antecedentes biográficos, sem um acordo com a poderosa igreja evangélica. Assim a fizeram saber. E ela, a ex-guerrilheira e feminista torturada durante a ditadura, teve de fazer um acordo com essas igrejas que exigiram, para dar seu apoio, que ela não tocasse, durante sua presidência, na questão da legalização do aborto. A candidata Dilma se comprometeu e cumpriu. E foi eleita.

O que os evangélicos estariam exigindo do banqueiro e ministro de Temer para ajudá-lo a entrar no Reino por ele tão desejado das delícias presidenciais e para exorcizar os demônios que estão em seu caminho?

É um trabalho para as pitonisas modernas.

“Segura o joelho, rapaziada, guarda um pouco de suor pra chegada, que o peito arde de paixão”. A mais perdeita descrição musical da Lavagem. Confira.

BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares)

 

  Feministas respondem Catherine DeneuveNatalie Portman, que fez uma crítica ao fato de todos os indicados ao Globo de Ouro serem homens. Steve Granitz WireImage

Veja a íntegra da resposta do grupo feminista, na tradução da filósofa da UFRJ, Tatiana Roque:

“Os porcos e seus (suas) aliado(a)s têm razão de se inquietar

Cada vez que os direitos das mulheres progridem, que as consciências acordam, as resistências aparecem. Em geral, elas tomam a forma de um “é verdade, mas…”. Com diversas militantes feministas, respondemos à tribuna do Le Monde.

Este 9 de janeiro tivemos direito a um “#Metoo é legal, mas….”. Nada realmente novo nos argumentos utilizados. Encontramos os mesmos argumentos no texto publicado no Le Monde no trabalho, em torno da máquina de café ou em refeições familiares. Esta tribuna é um pouco o colega incômodo ou o tio cansativo que não entendem o que está acontecendo.

“Arriscaríamos ir muito longe”. Sempre que a igualdade avança, mesmo que meio milímetro, as boas almas imediatamente nos alertam para o fato de que arriscamos cair no excesso. No excesso, estamos totalmente dentro. É aquele do mundo em que vivemos. Na França, todos os dias, centenas de milhares de mulheres são vítimas de assédio. Dezenas de milhares de agressões sexuais. E centenas de violações. Todos os dias. A caricatura está aí.

“Não se pode mais dizer nada”. Como se o fato de nossa sociedade tolerar – um pouco – menos do que antes as propostas sexistas, assim como as propostas racistas ou homofóbicas, fosse um problema. “Nossa! Era francamente melhor quando podíamos chamar as mulheres de vagabundas tranquilamente, hein?”. Não. Era pior. A linguagem tem influência no comportamento humano: aceitar insultos contra as mulheres significa, na verdade, autorizar as violências. O controle de nossa língua é um sinal de que nossa sociedade está progredindo.

“É puritanismo”. Fazer com que as feministas pareçam travadas ou mesmo mal-amadas: a originalidade das signatárias da tribuna é… desconcertante. A violência pesa sobre as mulheres. Todas. Pesa sobre nossos espíritos, nossos corpos, nossos prazeres e nossas sexualidades. Como imaginar, só por um instante, uma sociedade liberada, na qual as mulheres disponham livremente e plenamente de seus corpos e de suas sexualidades, enquanto uma em cada duas declara já ter sofrido violência sexual?

“Não se pode mais paquerar”. As signatárias da tribuna misturam deliberadamente uma relação de sedução, baseada no respeito e no prazer, com uma violência. Misturar tudo é prático. Permite colocar tudo no mesmo saco. No fundo, se o assédio ou a agressão são “a paquera pesada”, é que não é tão grave. As signatárias se enganam. Não há uma diferença de grau entre a paquera e o assédio, mas uma diferença de natureza. As violências não são “sedução exagerada”. De um lado, considera-se a outra como igual, respeitando seus desejos, quaisquer que sejam. De outro, como um objeto à disposição, sem ligar para seus próprios desejos nem para seu consentimento.

“É responsabilidade das mulheres”. As signatárias falam sobre a educação a ser dada às meninas para que elas não se deixem intimidar. As mulheres são, portanto, designadas como responsáveis por não serem agredidas. Quando colocaremos a questão da responsabilidade dos homens de não estuprar ou agredir?

As mulheres são seres humanos. Como os outros. Temos direito ao respeito. Temos o direito fundamental de não sermos insultadas, assobiadas, agredidas, estupradas. Temos o direito fundamental de vivermos nossas vidas em segurança. Na França, nos Estados Unidos, no Senegal, na Tailândia ou no Brasil: este não é o caso hoje. Em nenhum lugar.

As signatárias são, em sua maior parte, reincidentes na defesa de pedófilos ou de apologias ao estupro. Elas usam, mais uma vez, sua visibilidade midiática para banalizar a violência sexual. Elas desprezam de fato as milhões de mulheres que sofrem ou sofreram essas violências.

Muitas delas estão, frequentemente, prontas a denunciar o sexismo quando vem de homens de bairros populares. Mas a mão na bunda, quando é exercida por homens de seu meio, tem a ver, segundo elas, com o “direito de importunar”. Essa estranha ambivalência permite apreciar seu apego ao feminismo que elas reivindicam.

Com este texto, elas tentam recolocar a camisa de força que começamos a retirar. Elas não conseguirão. Nós somos as vítimas de violência. Não temos vergonha. Estamos de pé. Fortes. Entusiastas. Determinadas. Vamos acabar com as violências sexistas e sexuais.

Os porcos e seus (suas) aliado(a)s estão preocupados? É normal. Seu velho mundo está desaparecendo. Muito devagar – devagar demais – mas inexoravelmente. Algumas reminiscências empoeiradas não mudarão nada nisso, mesmo publicadas no Le Monde.”

jan
11
Posted on 11-01-2018
Filed Under (Artigos) by vitor on 11-01-2018
 



 

Jarbas, no

 

Por G1 Rio

 

A deputada federal Cristiane Brasil (PTB-RJ) em sessão na Câmara (Foto: Wilson Dias/Agência Brasil) A deputada federal Cristiane Brasil (PTB-RJ) em sessão na Câmara (Foto: Wilson Dias/Agência Brasil)

A deputada federal Cristiane Brasil (PTB-RJ) em sessão na Câmara (Foto: Wilson Dias/Agência Brasil)

O juiz Vladimir Santos Vitovsky, do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2), no Rio de Janeiro, negou na noite desta quarta-feira (10) um novo recurso apresentado pela deputada federal Cristiane Brasil (PTB) contra a liminar que a impede de assumir o Ministério do Trabalho.

O magistrado manteve decisão da 1ª instância, da 4ª Vara Federal de Niterói, que suspendeu provisoriamente na noite de segunda-feira (8) a posse da deputada.

Nos termos da decisão do TRF2, a liminar que suspende a posse “não tem o condão (capacidade) de acarretar risco de dano grave, de difícil ou impossível reparação. Outrossim, é prematuro afirmar estar demonstrada a probabilidade de provimento do recurso. Com efeito, a competência do Presidente para escolher e indicar seus ministros é matéria eminentemente de mérito”.

Segundo informou o tribunal, “o relator do processo é o desembargador federal Sergio Schwaitzer, da 7ª Turma Especializada do TRF2, que ainda deverá apreciar o mérito dos agravos”.

Cristiane Brasil já informou que pretende recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) por meio da Advocacia Geral da União (AGU). A declaração dela ocorreu no mesmo dia em que o próprio TRF2 indeferiu pedido da AGU de suspensão da liminar.

No recurso, os advogados da deputada argumentavam ser “ilegal e abusiva” a decisão judicial, e diziam que a multa pecuniária imposta pelo juízo, de R$ 500 mil, era “escorchante”.

A defesa pedia ainda que o recurso fosse distribuído para o desembargador Schwaitzer, mas o magistrado, atualmente, está de férias.

Recurso no STF

Conforme publicado no blog da jornalista Andréia Sadi nesta quarta-feira, o presidente Michel Temer aguardava a nova decisão do TRF2 em relação ao novo recurso de Cristiane Brasil antes de ingressar com um recurso também no Supremo Tribunal Federal (STF).

Para adiar a decisão de recorrer ao STF, Temer avaliou com seus auxiliares dois cenários. O primeiro seria a presidente do Supremo, ministra Carmen Lúcia, negar de imediato a posse.

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