DO ANTAGONISTA
“Nossas instituições de controle não conseguem tomar decisões claras, urgentes e definitivas”
Foto: Alan Santos/PR
O professor de direito civil e diretor da FGV Direito, Joaquim Falcão, afirmou em artigo para O Globo que a democracia americana “não foi forte o suficiente” para evitar a violência trumpista, e que as instituições brasileiras não se movem para proteger a democracia do lado de cá.

Inexiste o que tanto precisamos: democracia preventiva eficaz. Lá e cá.

 Nossas instituições de controle não conseguem tomar decisões claras, urgentes e definitivas (…).
 
 As denúncias contra a família do presidente não são pautadas. Nepotismo na administração pública. Milícias assumem devagar o Estado. A futura contestação das eleições de 2022 já foi previamente ameaçada pelo presidente Bolsonaro: eleição tem que ser em papel.

Bolsonaro afirma ter havido fraude aqui. Haveria crime, diz. Os ministros Roberto Barroso, Edson Fachin e o TSE têm que intimá-lo a provar. O professor Silvio Meira também denuncia essa armação. Bolsonaro não mostra fatos. É anunciada lavagem cerebral da opinião pública.

Espera-se acontecer?

jan
10
Posted on 10-01-2021
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Amarildo, NA 

 

jan
10
Posted on 10-01-2021
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DO JORNAL DO BRASIL
REUTERS/Henry Nicholls/Pool
Credit…REUTERS/Henry Nicholls/Pool

Por GILBERTO MENEZES CÔRTES

Perdedor por mais de 7 milhões de votos de diferença para o candidato Democrata Joe Biden, alegou uma dezena de falsas acusações de fraudes nas votações diretas nas urnas ou de votos enviados pelo correio (só do lado democrata).

Insistiu no último sábado, em longo telefonema ao procurador eleitoral da Geórgia, com a sugestão de fraudar o resultado que julgava fraudado, mediante o lançamento de 11.870 votos pró republicanos, que anularia a vantagem de Biden.

Para culminar com o festival digno de uma “república de bananas”, Trump mobilizou as tropas de choque dos orgulhosos supremacistas brancos a cercar e invadir o Capitólio, numa clara coação aos deputados e senadores.

Diante da passividade das tropas da Guarda Nacional, sempre pronta a reprimir manifestantes negros, viu-se um festival de fascismo nas escadarias do Congresso, com depredação de vitrais, portas e invasão de gabinetes. Um desfile antidemocrático que assustou o chefe das forças aliadas da OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte).

Ao fim e ao cabo, o presidente que prometia uma “Grande América”, apequenou os Estados Unidos da América.

Donald Trump tentou reescrever a história democrática americana.

Por ele, teria decretado que o Sul venceu a União na Guerra Civil.

Espera-se que o exemplo de cafajestada antidemocrática tenha criado antídotos por aqui.

ARTIGO/OPINIÃO
  
Jornalista José Raimundo. Foto: Reprodução/Google

 

Maria José Rocha Lima*

Hoje o estimado amigo jornalista José Raimundo se despede da TV Bahia, afiliada à Rede Globo. Ele não é  somente mais um jornalista baiano, mas uma personalidade da história do jornalismo brasileiro, que muito orgulha a nós, baianos, como eu já havia declarado e hoje vi com alegria na declaração da exemplar jornalista baiana Ana Vieira.

As suas reportagens foram serviços de utilidade pública, aulas de história, algumas são narrativas épicas, de heróis e também dos heróis do cotidiano do Nordeste, da Bahia e  do Brasil.

Foram históricas as suas coberturas de fatos relevantes no país, como a visita do papa João Paulo II à Bahia em 1980;  o centenário de morte de Antônio Conselheiro e a Guerra dos Canudos, exibidos no Jornal Nacional e no Fantástico, em 1997; e sobre os festejos dos 500 anos do descobrimento do Brasil, em 2000.
Outra contribuição histórica foi a cobertura do Centenário de Jorge Amado, em 2012.

Suas reportagens fizeram muito bem, nesses “tempos de fé morta e impiedade triunfante”. É tanta miséria espiritual, são tantos os homens que dão maus exemplos, que é fundamental mostrar pessoas que dedicaram as suas vidas ao bem do próximo; a construção de obras humanitárias, ou à construção da própria humanidade; pessoas que possam servir de modelo. Porque, se existem aqueles homens que roubam, corrompem, destroem o meio ambiente e aviltam o ser humano, há também aqueles homens e mulheres que realizam maravilhas na literatura, na música, na prática religiosa, nas artes, na política e na vida.

José Raimundo, as suas reportagens mexeram com a consciência nacional, como aquela sobre trabalho infantil, exibida no Globo Repórter, que resultou a você e Marcelo Rezende (1951-2017) o diploma de honra ao mérito do Festival de Filme e Televisão de Nova York, que acompanhei toda orgulhosa.

Quem esquecerá as reportagens emocionantes, vigorosas e cívicas, a exemplo daquelas que denunciavam prefeitos que desviavam dinheiro público da educação e da saúde, mutilando e ceifando vidas. E, ainda, aquela denúncia sobre fraudes na Previdência Social, apresentada no Jornal Nacional. Todas essas reportagens despertaram alguns brasileiros do torpor, que os faz de marionetes para acompanhar problemas alheios, esquecendo-se dos coletivos que precisam agir para saná-los.

Muitas das suas reportagens foram recomendadas, por mim,  aos professores, para projeções  em sala de aula, como atividade cultural, conteúdo de enriquecimento, especialmente nos projetos educacionais para jovens e adultos. Reportagens que se constituíam excelentes e dinâmicas aulas de história, geografia,  geografia física e humana e de meio ambiente, como as excelentes reportagens sobre o Rio São Francisco, exibidas no Jornal Nacional e no Globo Repórter, e  ainda aquela sobre a Chapada Diamantina.

As coberturas ecológicas que lhe renderam outros dois importantes prêmios: Embratel e Conservação Internacional, por uma série sobre a destruição da Mata Atlântica, que foi ao ar em 2004 no Jornal Nacional, mas o seu maior prêmio desses  31 anos de atuação dedicada  e competente  é o reconhecimento de tantos que te honram e o guardam  na memória e na história, que nunca serão apagadas.  Somos gratos e estamos certos de que você muito em breve estará retomando novas estradas e nos contando novas e preciosas histórias para o bem do Brasil.

*Maria José Rocha Lima é mestre e doutoranda em educação. Foi deputada de 1991 a 1999.  Preside a Casa da Educação Anísio Teixeira. É psicanalista, dirigente da Associação Brasileira de Estudos e Pesquisas em Psicanálise -ABEPP

“Bye Bye Brasil”, Nara Leão e Camerata Caroca: preciosa e instigante composição de Menescal e Chico Buarque, da trilha sonora do filme “Bye Bye Brasil”, que a este editor do BP, parece feita sob medida para acompanhar a leitura do artigo “Obrigado José Raimundo”, de Maria José Rocha, que o site blog publica neste sábado. “Eu vi o Brasil na TV, aquela aquarela mudou.Bye Bye Brasil”.

BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares)   

jan
09

Presidência afirma, segundo revista, que dados dizem respeito à vida privada do presidente. Em diversas ocasiões, o chefe do Executivo, que já teve covid-19, disse que não tomará vacina contra a doença e colocou em dúvida eficácia dos imunizantes

Ingrid Soares
postado em 08/01/2021 11:02
 

 (crédito: EVARISTO SA / AFP)

(crédito: EVARISTO SA / AFP)

O Palácio do Planalto decretou sigilo de até 100 anos ao cartão de vacinação do presidente Jair Bolsonaro e a informações sobre as doses de vacinas já recebidas pelo chefe do Executivo. A informação é da coluna do jornalista Jorge Amado, da revista Época.

Segundo a publicação, em resposta a um pedido da coluna por meio da Lei de Acesso à Informação (LAI), a Presidência afirmou que os dados “dizem respeito à intimidade, à vida privada, à honra e à imagem” do presidente, e impôs sigilo sobre as informações.

Em várias ocasiões o mandatário afirmou que não tomará a vacina contra a covid-19. Ele alega que já foi infectado pelo vírus e que, por isso, teria anticorpos para combater a doença, sendo uma vacina desnecessária para ele.

Bolsonaro chegou a alertar para possíveis efeitos colaterais dos imunizantes e até fez piadas. “Na Pfizer (farmacêutica norte-americana que está produzindo uma das vacinas) está bem claro no contrato: nós não nos responsabilizamos por qualquer efeito colateral. Se você virar um chipanz… se você virar um jacaré, é problema de você. Não vou falar outro bicho aqui para não falar besteira. Se você virar o Super Homem, se nascer barba em alguma mulher aí ou um homem começar a falar fino, eles não têm nada a ver com isso. Ou o que é pior, mexer no sistema imunológico das pessoas. Como você pode obrigar alguém a tomar uma vacina que não se completou a terceira fase ainda? Que está na experimental?”, questionou.

Em outra ocasião, o presidente reforçou que “não tomará a vacina e ponto final”. “Eu, Jair Bolsonaro, não sou contra a vacina. Mas sou plenamente favorável a esse tratamento que nós temos no Brasil. Eu não posso falar como cidadão uma coisa e como presidente outra. Mas, como sempre, eu nunca fugi da verdade, eu te digo: eu não vou tomar vacina. E ponto final. Se alguém acha que a minha vida está em risco, o problema é meu. E ponto final”, concluiu.

jan
09
Posted on 09-01-2021
Filed Under (Artigos) by vitor on 09-01-2021


Sid, no portal de humor A Charge Online

IS
Ingrid Soares
 (crédito: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)
(crédito: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

O vice-presidente Hamilton Mourão recebeu alta médica nesta sexta-feira (8/01), após ter sido diagnosticado com covid-19 no último dia 27. Segundo nota da assessoria de imprensa, o general de 67 anos retornará ao trabalho, no Palácio do Planalto, na próxima segunda-feira (11).

Mourão seguiu em isolamento na residência oficial do Palácio do Jaburu e necessitou realizar exercícios respiratórios orientados por um terapeuta para complementar sua recuperação. O vice-presidente também fez uso, de acordo com recomendação médica, de hidroxicloroquina, Annita, Azitromicina e remédio para dor e febre, informou anteriormente a equipe do vice-presidente.

Pela Web

Por G1

 


Donald Trump, em vídeo gravado nesta quinta-feira (7), faz discurso em tom de despedida da presidência dos EUA horas depois de o Congresso certificar vitória de Joe Biden nas eleições — Foto: Twitter/via Reuters

Donald Trump, em vídeo gravado nesta quinta-feira (7), faz discurso em tom de despedida da presidência dos EUA horas depois de o Congresso certificar vitória de Joe Biden nas eleições — Foto: Twitter/via Reuters

 

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, publicou nesta quinta-feira (7) um vídeo em que reconhece que deixará o cargo em 20 de janeiro e condena a violência durante a invasão de apoiadores ao Capitólio. É a primeira aparição do presidente desde a certificação de Joe Biden pelo Congresso como presidente eleito.

Donald Trump divulga vídeo pedindo união nos EUA
 

Donald Trump divulga vídeo pedindo união nos EUA

Pela manhã, Trump já havia divulgado uma mensagem em que se comprometia com uma “transição ordeira”. Desta vez, em aparição em vídeo, ele condenou publicamente a invasão à sede do Congresso dos EUA.

“Gostaria de começar falando sobre esse ataque odioso ao Capitólio dos EUA. Como todos os americanos, eu estou revoltado com a violência, anarquia e desordem“, afirmou Trump na gravação, publicada na conta oficial do presidente no Twitter — rede social que havia bloqueado outras postagens do republicano.

 

Cinco pessoas, incluindo uma manifestante e um policial, morreram durante a invasão. Além disso, dezenas de pessoas foram presas, e o FBI pediu informações sobre os extremistas flagrados dentro do Capitólio.

“Aos que participaram de atos de violência e destruição: vocês não representam nosso país. E aos que desrespeitaram a lei: vocês vão pagar”, prometeu.

Trump também reconheceu que as “emoções estão em patamares altos” e que o país deve “retomar a calma”. O republicano ainda relembrou que sua equipe de campanha atuou para contestar o resultado das eleições para “lutar e defender a democracia americana”, embora não tenha conseguido provar fraude ou irregularidade para reverter a derrota.

Pedido de ‘cura’ e tom de despedida

Donald Trump, presidente dos EUA, na Casa Branca em foto de 12 de dezembro — Foto: Cheriss May/Arquivo/Reuters

Donald Trump, presidente dos EUA, na Casa Branca em foto de 12 de dezembro — Foto: Cheriss May/Arquivo/Reuters

Ao admitir que deixará o cargo em 20 de janeiro e que o Congresso certificou a eleição do novo presidente, Trump não mencionou o nome de Joe Biden em nenhum momento, mas voltou a prometer uma transição suave.

“O momento pede cura e reconciliação. 2020 foi um tempo desafiador para as pessoas”, disse, citando a pandemia.

“Derrotar a pandemia e reconstruir a maior economia da Terra vai exigir de nós que trabalhemos juntos”, afirmou Trump. “Precisamos revitalizar os laços sagrados de amor e lealdade que nos tornam uma grande família”, acrescentou.

 

Depois, em tom de despedida, Trump disse que “servir como presidente foi a maior honra” de sua vida. Ele, em seguida, fez um aceno à base trumpista:

“Aos meus apoiadores maravilhosos: sei que estão desapontados, mas quero que saibam que nossa jornada maravilhosa está apenas começando”.

“Me dê seu WI FI”, Genival Lacerda: Tudo de bom no jeito de cantar e prender o público ao seu incrível carisma de artista notável: ritmo, jogo de corpo, malícia e modernidade, tudo sintetizado numa figura só. Simples mas grandiosa a ponto de tomar o palco inteiro em qualquer apresentação: nos forrós, nas apresentações (gravadas ou ao vivo) nas emissoras de rádio e de televisão. Um senhor artista que a pandemia rouba ao Nordeste e ao País. Um nome da melhor estirpe da música nordestina , de Luiz Gonzaga, Jackson do Pandeiro, Dominguinhos…E Genival Lacerda. 

SAUDADES!!!

(Vitor Hugo Soares)

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