Por Diego Amorim

Desde sua soltura, Lula reforça a obsessão que tem por si. Para o ex-presidiário, não existe nada nem ninguém mais importante do que ele mesmo.

O corrupto e lavador de dinheiro deixou a carceragem da Polícia Federal em Curitiba, em novembro do ano passado, beijando Janja e atirando pedras em lideranças da esquerda que o defenderam enquanto estava preso.

Em recentes entrevistas a blogs amigos, Lula fez questão de atacar, por exemplo, a intenção de Flávio Dino, do PC do B, em se lançar candidato ao Planalto em 2022. Ele disse que “o PT é um partido muito grande se comparado ao PC do B”, que “é difícil eleger um comunista e Flávio Dino sabe disso” e que “é muito difícil eleger alguém de esquerda sem o PT”.

O deputado federal comunista Orlando Silva não gostou e escreveu um artigo rebatendo o ex-presidiário. “Lula, como ele próprio disse, sempre contou com o apoio do PC do B (ele disse 4 vezes, mas na verdade foram 5). O PC do B é o único partido que o apoiou em todas as suas campanhas presidenciais”, escreveu.

Nas redes sociais, Silva também registrou seu descontentamento com Lula (veja tweet abaixo): “Qual o objetivo dessa descortesia com um aliado histórico?”.

Ciro Gomes, do PDT, vale lembrar, quer cada vez mais distância do ex-presidiário. E caciques do PSB também têm perdido a paciência com o petista.

Por Iana Coimbra, TV Globo — Belo Horizonte

Corpo da 4ª vítima da intoxicação por dietilenoglicol é velado em BH

Corpo da 4ª vítima da intoxicação por dietilenoglicol é velado em BH

 

O corpo de Milton Pires, de 89 anos, foi sepultado na tarde desta sexta-feira (17), no cemitério Parque da Colina, no bairro Nova Cintra, na Região Oeste de Belo Horizonte.

Esta é a quarta morte provocada pela ingestão de dietilenoglicol, substância encontrada nas cervejas da Backer.

Milton Pires morreu nesta quinta-feira (16) e o caso dele é investigado pela Secretaria de Estado de Saúde. Ele estava internado no Hospital Mater Dei.

Um parente da vítima contou que tomou a Belorizontina no último dia 4. Quatro dias depois, não conseguiu mais urinar, mas não contou para ninguém. A família só ficou sabendo no dia 10. Segundo este familiar, devido a um câncer, Milton tinha apenas um rim.

Milton foi internado no dia 11, quando o rim parou de funcionar. Ele chegou a tomar o antídoto, etanol, e estava reagindo bem. Mas na quarta-feira (15), teve insuficiência respiratória e, na madrugada da quinta-feira (16), parada cardíaca.

Investigação

Segundo o Subsecretário de Estado de Saúde Felipe Laguardia, já são 18 casos notificados . Quatro pessoas morreram. Os outros 14 ainda são investigados. Os casos surgiram possivelmente após a ingestão de dietilenoglicol, substância tóxica que foi encontrada nas cervejas, nos tanques e na água para produção das bebidas da Backer.

 

A Secretaria de Estado de Saúde explicou que apenas a Polícia Civil tem a tecnologia necessária para fazer exames e confirmar com precisão se os pacientes que estão internados foram contaminados pelo dietilenoglicol. Esta seria o motivo apontado pelo órgão para a demora da confirmação dos demais casos.

Fundador de bar tradicional de BH

Segundo o Globo, Milton Pires foi fundador do tradicional bar Baiúca, que fica no bairro Funcionários, na região Centro-Sul de Belo Horizonte.

Aos 89 anos de idade, ele visitava diariamente o local. Foi em uma dessas passadas, segundo funcionários, que ele bebeu a Belorizontina, uma de suas cervejas preferidas, apontada como possível fonte do envenenamento de pelo menos 18 pessoas em Minas Gerais.

 

Milton Pires era dono de bar tradicional de BH e tomou Belorizontina — Foto: Foto cedida pela família Milton Pires era dono de bar tradicional de BH e tomou Belorizontina — Foto: Foto cedida pela família

Milton Pires era dono de bar tradicional de BH e tomou Belorizontina — Foto: Foto cedida pela família

Quatorze internados em estado grave

Quatorze pacientes que estão com a síndrome nefroneural continuam internados em estado grave, com risco de morte, informou a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), durante a entrevista coletiva na manhã desta sexta-feira (7). Segundo a pasta, todos eles ingeriram a cerveja produzida pela Backer.

Até então chamada de síndrome nefroneural pelas autoridades de saúde, os casos passam a ser denominados, a partir de agora, de intoxicação por dietilenoglicol. A denominação de “síndrome”, segundo a secretaria, era porque não se sabia o que estaria provocando quadros de insuficiência renal e alterações neurológicas nos pacientes.

 

Segundo o Subsecretário de Estado de Saúde Felipe Laguardia, já são 18 casos notificados da síndrome nefroneural. Quatro pessoas morreram. Os casos surgiram possivelmente após a ingestão de dietilenoglicol, substância tóxica que foi encontrada nas cervejas, nos tanques e na água para produção das bebidas da Backer.

Resumo:

  • Uma força-tarefa da polícia investiga 18 notificações de pessoas contaminadas após consumir cerveja; quatro morreram;
  • Os sintomas incluem náusea, vômito e dor abdominal, que evoluem para insuficiência renal e alterações neurológicas;
  • O Ministério da Agricultura identificou 21 lotes de cerveja da Backer contaminados com dietileglicol, um anticongelante tóxico;
  • A Backer nega usar o dietilenoglicol na fabricação da cerveja;
  • A cervejaria foi interditada, precisou fazer recall e interromper as vendas de todos os lotes produzidos desde outubro;
  • Diretora da cervejaria disse que não sabe o que está acontecendo e pediu que clientes não consumam a cerveja

jan
18
Posted on 18-01-2020
Filed Under (Artigos) by vitor on 18-01-2020



 

 Sponholz, NO

 

Por Valdo Cruz

Valdo: Bolsonaro liga para Regina Duarte e oficializa convite para Secretaria de Cultura

 

O presidente Jair Bolsonaro telefonou nesta sexta-feira (17) para Regina Duarte e convidou a atriz para assumir a Secretaria Especial de Cultura, vinculada ao Ministério do Turismo.

Segundo interlocutores do presidente, Bolsonaro aguarda uma resposta de Regina Duarte até este sábado (18).

O convite foi feito após o presidente ter decidido demitir Roberto Alvim do cargo. Alvim publicou nas redes sociais um vídeo no qual fez um discurso com frases semelhantes às de Joseph Goebbels, ministro da propaganda da Alemanha nazista.

A gravação de Alvim repercutiu fortemente nos meios político, jurídico e artístico.

O presidente do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, por exemplo disse que as declarações de Alvim precisavam ser repudiadas “com toda veemência“. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, disse que o agora ex-secretário ultrapassou “todos os limites“.

Jornal do Brasil

 O cantor e compositor pernambucano Luiz Vieira morreu na manhã desta quinta-feira (16), aos 91 anos anos, após uma complicação respiratória. A morte foi confirmada à reportagem pela sua mulher, Euridice Pereira. O grande artista, gravado por praticamente todos os maiores cantores brasileiroa, teve participação direta e influência marcante nos primeiros anos da televisão ba Bahia, apresentando programas de enorme audiência e prestígio popular na TV Itapoan.

Macaque in the trees
Luiz Vieira (Foto: Reprodução de vídeo)

Cantores como Caetano Veloso, Rita Lee, Nara Leão e Luiz Gonzaga já gravaram músicas de Vieira. O artista ganhou destaque na década de 1950 cantando diferentes gêneros, sobretudo samba e sertanejo. O pernambucano também participou de importantes rádios da época, como Tupi e Record. 

Seu primeiro sucesso foi “Menino de Braçanã” (1953), mas foi com a música “Paz do meu Amor” (1963) que ele alcançou maior notoriedade. 

No ano passado, o disco “Luiz Vieira 90 anos” foi lançado em homenagem ao compositor e traz a gravação ao vivo de um show de homenagem realizado em 2018, com as participações de Zeca Baleiro, Maria Alcina, Renato Teixeira, Sérgio Reis, Claudette Soares, Daniel e outros nomes da música brasileira. 

O artista deixa a mulher, Euridice Pereira, e os dois filhos gêmeos de 12 anos.

“Prelúdio para ninar gente grande”, Luiz Vieira:Bela e emocionante composição que o grande artista pernambucano de fama nacional, já nos anos 60/70, que o extraordinário artista cantava, na TV Itapoan (Canal 5)quase sempre, na abertura  de seu programa marcante nos primórdios da TV baiana. Feito ao vivo e calor da hora nos anoss 60/70, de audiência quase total das famílias que tinham um aparelho de TV em casa, então. Terminava com Menino de Jaçanã, derramando mais emoção ainda sobre os baianos, a exemplo deste filho das barrancas do Rio São Francisco recém chegado para estudar na capital, que não perdia um programa sequer, ao lado de seu Alaor e dona Jandira. Saudades. Muitas Saudades!!!

BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares)

DO EL PAÍS

Lideranças indígenas se reúnem no Mato Grosso contra políticas do Governo Bolsonaro nas áreas ambiental e indígena

Ângela Mendes, Raoni Metuktire e Julio Barbosa.
Ângela Mendes, Raoni Metuktire e Julio Barbosa.Helena Borges
 Helena Borges

“Esse encontro não é para planejar uma guerra, um conflito. Estamos aqui para defender nosso povo, nossa causa, nossa terra”, afirmou Raoni, que no ano passado esteve na Europa para buscar apoio para a defesa da Amazônia. Encontrou-se com o Papa Francisco e com o presidente francês, Emmanuel Macron, e acabou se tornando alvo do presidente Jair Bolsonaro em seu discurso de abertura da Assembleia-Geral da ONU, que o chamou de “peça de manobra” de Governos estrangeiros. “Bolsonaro, faça coisas bonitas, faça as coisas direito. Ajude seu povo. Ajude o povo indígena. Você vem fazendo as coisas querendo destruir”, afirmou o cacique kayapó durante o encontro.

Ângela foi recebia por cerca de trinta lideranças kayapó. Sua presença foi anunciada a todos por Raoni como “uma pessoa que honra o legado de seu pai, o seringueiro que morreu defendendo a floresta”. Emocionada, ela lembrou dos últimos anos de vida de seu pai e fez um comparativo com o momento atual: “Meu pai dizia que a floresta nos une frente ao perigo comum, mas hoje é o Governo que nos trata como se fôssemos um inimigo. Tentamos contato com o Governo assim que assumiram, como foi feito com todos os anteriores. Mas os órgãos que eram nossos interlocutores estão fechando as portas”, afirmou.

Para ela, este é um “momento histórico” de reaproximação de extrativistas, indígenas e quilombolas. “Esse convite veio como um respeito à ancestralidade, que é uma questão muito importante para os povos indígenas. Venho representando a luta e a memória do meu pai, pela preservação da floresta. Estamos no momento de unificar forças e dialogar.” Nesta sexta-feira, data final do encontro, haverá a divulgação de uma carta aberta que será encaminhada ao Ministério Público e ao Congresso Nacional.

Ângela chegou a aldeia Piaraçu, acompanhada do presidente do Conselho Nacional dos Seringueiros (CNS), Julio Barbosa. Ele foi um dos seringueiros que, ao lado de Chico Mendes, se reuniram às lideranças indígenas e quilombolas no encontro dos Povos da Floresta. E explica a importância da reunião: “Vamos conversar sobre a reconstrução da aliança dos povos da floresta e a retomada de uma agenda comum.” Fundada nos anos 80 a Aliança perdeu seu idealizador menos de uma década depois. Chico Mendes foi assassinado em 1988, quando a articulação estava em seu momento crucial. “Quando Chico foi assassinado nossa luta estava no auge da união. Desde então as nossas conquistas foram muitas. Nosso legado é enorme. Ele morreu sem ver nenhuma reserva extrativista reconhecida, hoje são 682 territórios. Mas, particularmente, eu que passei por dezenas de empates achava que mais de 30 anos depois não precisaria estar fazendo tudo isso novamente”, afirma Barbosa.

Helena Borges

Crime organizado

O encontro acontece na mesma semana em que a Human Rights Watch (HRW), ONG internacional que atua em defesa aos direitos humanos, publicou seu relatório global, em que afirmou que a política ambiental de Bolsonaro deu “carta branca” às redes criminosas que atuam na destruição da floresta. A organização também pediu que o Ministro da Justiça, Sergio Moro, inclua a Amazônia nas políticas de combate ao crime organizado.

Neste último ano, o primeiro do Governo Bolsonaro, o desmatamento aumentou mais de 80% entre janeiro e outubro de 2019, em relação ao mesmo período de 2018. Ao mesmo tempo, o relatório aponta que o número de multas por desmatamento ilegal emitidas pelo Ibama caiu 25% entre janeiro e setembro de 2019 comparado ao mesmo período do ano anterior. Ao menos 160 casos de extração ilegal de madeira, invasões e outras infrações foram contabilizados nos territórios indígenas entre janeiro e setembro do ano passado, apontou a ONG.

“OAB indicar ministro do STF? Acho que seria uma burrice muito grande”

Por Diego Amorim

Na volta do recesso parlamentar, o Senado vai se debruçar, logo na primeira quinzena de fevereiro, sobre as propostas de mudança na indicação de ministros do Supremo Tribunal Federal.

Como já registramos aqui, o senador Antonio Anastasia (PSDB) preparou um substitutivo com base em três PECs que tratam do tema. Em seu relatório — que ainda será submetido a uma longa tramitação –, ele estabeleceu um mandato de 10 anos para ministro do STF e definiu que a escolha continuaria sendo feita pelo presidente da República, mas a partir de uma lista tríplice de indicações do próprio Supremo, da Procuradoria-Geral da República e da Ordem dos Advogados do Brasil.

O senador Plínio Valério (PSDB), autor de uma das propostas que serviram de base para Anastasia, disse a O Antagonista que não gostou da forma de escolha definida pelo seu correligionário e prometeu apresentar emenda, quando da discussão da matéria, para insistir no modelo atual.

A PEC de Valério trata somente da limitação do mandato de ministros do STF — o senador propôs um período de oito anos — e da agilidade no processo de escolha — o senador propôs que, a partir da vacância, o presidente da República tenha 30 dias para fazer a indicação e o Senado tenha 60 dias para analisá-la.

“Eu sou a favor de que a escolha continue com o presidente da República. Não vejo com bons olhos a proposta de concentrar a escolha em três instituições. É como dizer ao presidente: ‘Você é livre para escolher, mas escolha entre estes aqui’. Acho que um presidente da República, não importa quem seja, tem prerrogativas e autoridades para fazer determinadas coisas. Ele tem o respaldo do voto. Agora, OAB indicar ministro do STF? Imagine você essa OAB que está aí indicando ministro do STF? Acho que seria uma burrice muito grande.”

O assunto voltou à pauta nacional nesta semana depois que a militância bolsonarista, nas redes sociais, fez uma interpretação equivocada do relatório de Antonio Anastasia — em momento algum, o parecer do senador flerta com a possibilidade de “impedir Jair Bolsonaro de indicar Sergio Moro para a corte”, como se alardeou. Além disso, o relatório do tucano propõe que eventuais mudanças só passem a valer na legislatura seguinte à da aprovação da PEC.

Jornal do Brasil

O Ministério da Economia publicou portaria detalhando a Medida Provisória (MP) 905 de 2019, que cria o chamado Contrato Verde e Amarelo. A norma trata de aspectos como o prazo do contrato, o limite de pessoas que podem ser admitidas na modalidade e exigências para a transição desta forma para contratos por tempo indeterminado.

A MP foi apresentada em novembro de 2019 e precisa ser confirmada pelo Congresso Nacional para se tornar lei. A expectativa do governo é gerar cerca de 1,8 milhão de empregos de até 1,5 salário mínimo até 2022 para jovens entre 18 e 29 anos que não têm experiência formal de trabalho. O prazo de tramitação no parlamento ainda está correndo e a análise será retomada após a volta do recesso legislativo.

Criada para tirar dúvidas de empregadores, a portaria reitera aspectos disciplinados na Medida Provisória em vigor, como tempo de 24 meses para o contrato, prazo até 31 de dezembro de 2022 e obrigações como a condição de primeiro emprego do trabalhador.

Conforme a MP, o contrato verde e amarelo diz respeito a novos postos de trabalho, para no máximo 20% da média de empregados apurada no ano.

A portaria detalha que para efeitos da base de cálculo serão considerados todos os estabelecimentos de uma empresa e o número de vínculos empregatícios registrados no último dia do mês. A configuração de novo posto de trabalho ocorrerá quando o número ultrapassar essa média.

O governo disponibilizará um sistema de consulta às médias no site. Para realizá-la o indivíduo precisará utilizar um certificado digital.

A portaria explicita também os casos que descaracterizam a forma de contratação de que trata a MP 905. É o caso de desrespeito à regra da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) segundo a qual pessoas não podem receber salários diferentes pelas mesmas funções nos mesmos locais, desde que a diferença de tempo de serviço não seja superior a dois anos.

Também não entram na situação do contrato verde e amarelo trabalhadores de categorias ou atividades cujos pisos ou salários profissionais forem maiores do que um salário-mínimo. Os pisos são estabelecidos em legislação ou em acordo ou convenção coletivas.

Transição

Um dos pontos abordados pelo texto é a transição para contratos por tempo indeterminado. Nestes casos, os trabalhadores passam a fazer jus a uma série de direitos que foram flexibilizados pelo programa, a exemplo dos previstos na legislação trabalhista, como férias, 13º, multa em caso de demissão sem justa causa, aviso prévio indenizado e outros.

Clareza

Para o subsecretário de Políticas Públicas de Trabalho da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Matheus Stivali, a portaria traz maior clareza a empregadores e a quem for participar do programa.

“As normas detalhadas dão segurança jurídica para este tipo de contrato. Agora, as regras do jogo estão mais claras com essas dúvidas iniciais que a gente pôs na portaria. Isso irá favorecer este tipo de contratação”, afirmou o subsecretário.

Ressalvas

Já para o procurador e secretário de relações institucionais adjunto do Ministério Público do Trabalho (MPT), Marcelo Trentin, a portaria reforça aspectos problemáticos da MP 905, como a possibilidade do trabalhador renunciar a direitos em acertos individuais com empregadores. Ele cita como exemplo a previsão na portaria de que o indivíduo em Contrato Verde e Amarelo opte por receber o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) a cada mês.

“Se o trabalhador que depois fizer a conversão por prazo indeterminado for dispensado, os 40% da indenização sobre o FGTS vão depender de uma escolha que ele fez lá atrás. Se durante o contrato ele optou por receber esse FGTS de forma mensal, o cálculo do FGTS vai se dar somente a partir de quando fez a conversão. Quem não fez essa opção vai ter calculado durante todo o período. A portaria traz possibilidade de renunciar direito que é irrenunciável”, ressalta o procurador.(Agência Brasil)

jan
17
Posted on 17-01-2020
Filed Under (Artigos) by vitor on 17-01-2020



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