“Festa animada”: Essa música faz parte do álbum infantil “Pirlimpimpim”, que reúne artistas clássicos da música brasileira como Baby Consuelo, Moraes Moreira, Jorge Ben Jor, Dona Ivone Lara, entre outros.

Documento precioso e lembrança maravilhosa de Done Ivone, que acaba de partir. R.I.P.

BOA TARDE!!!

(Vitor Hugo Soares)

Resultado de imagem para Dona Ivone Lara morre no Rio

Do Jornal do Brasil

Mesmo com a saúde debilitada pela idade, Dona Ivone Lara fez shows até 2016, já com 95 anos. O neto André Lara, seu parceiro, contou que ela só parou quando o Alzheimer a deixou mais frágil e cansada. “Fazíamos shows com amigos, ela gostava muito de se manter no meio da música. Depois começou a ficar muito cansada. Foi uma referência no samba e na família”, contou André, na quadra do Império Serrano, em Madureira, zona norte do Rio, onde é realizado o velório da sambista, nesta terça-feira, 17. Ela morreu na segunda-feira, 16, em decorrência de uma insuficiência respiratória.

O corpo chegou às 11h30 ao local. No palco atrás do caixão, foram colocadas fotos do desfile da escola do carnaval do ano de 1983. A bandeira da Verde-e-branca recobre o corpo da sambista. Parentes e admiradores acompanham a despedida.

  “Ela foi uma avó que cozinhava e ficava comigo para os meus pais trabalharem. Morávamos perto, em Inhaúma. Almoçava lá, jantava. Era uma mulher que tinha como virtude a simplicidade, independentemente de ser Ivone Lara. Era pioneira mas agia como uma pessoa qualquer no dia a dia”, disse André.

O filho, Alfredo Lara, contou que ela conquistou seu espaço com doçura, mesmo dentro de casa – o marido não queria que ela entrasse no meio do samba. “Era uma pessoa humilde, na dela, que abriu portas para outras mulheres. Não gostava de polêmicas. Meu pai tinha ciúme, mas acabou aceitando, com a vinda do sucesso, com todo mundo elogiando. As mulheres na época só dançavam, não faziam samba”.

Para o compositor Marquinhos de Oswaldo Cruz, “foi a maior compositora brasileira, e não só de samba”. “Eu a visitava e dizia: ‘maior que Chiquinha Gonzaga!’ Do nível de Cartola, Pixinguinha. Suas melodias tinham muito de um barroco rural da região. Ela gostava muito de partido alto também. Ninguém queria cantar depois dela, era difícil”, lembrou o sambista, que foi vizinho de Dona Ivone em Oswaldo Cruz, bairro vizinho de Madureira.

DO PORTAL TERRA BRASIL/BBC BRASIL.com

 

Sergio Moro apelou para o enredo de O Poderoso Chefão ao tentar explicar como funciona o crime do colarinho branco no Brasil em fala a estudantes, advogados, procuradores e juízes na Universidade de Harvard, nos EUA.

A menção ao personagem de Marlon Brando aconteceu quando Moro relatava que, em casos de corrupção em grande escala entre políticos e grandes empresários, nem sempre é possível identificar um ato específico do agente público para caracterizar o crime, embora ele esteja acontecendo.

“Na primeira cena de O Poderoso Chefão , don Corleone recebe um homem, Bonasera, que pede ajuda do poderoso chefão porque sua filha apanhou do namorado e de um amigo. Bonasera foi lá pedir ajuda do poderoso chefão para que ele mandasse homens para bater nos dois”, narrou Moro, em inglês.

“Depois de algum drama, o poderoso chefão concorda em ajudar, sem matar os homens, como Bonasera queria, mas mandando pessoas baterem neles. Bonasera pergunta no fim da cena o que don Corleone quer em troca, e o Poderoso Chefão dá uma resposta bem interessante. Ele disse: ‘Não quero nada agora, mas um dia, talvez um dia, eu vá te pedir algo e então precisarei que você retorne o favor”, narrou o juiz mais conhecido da Lava Jato.

A metáfora cinematográfica, continuou, servia para mostrar que, “nos esquemas de corrupção sistêmica, não necessariamente você vai encontrar uma troca especifica, ‘isso por aquilo’.”

Segundo a tese de Moro, episódios envolvendo agentes públicos podem revelar sistemas corruptos, mesmo que não haja trocas imediatas. Ele citou a Petrobras como exemplo.

“Em alguns casos, com réus confessos da Petrobras, quando se pergunta a eles porque pagaram ou receberam a propina, às vezes eles dizem que esta era a regra do jogo”, disse Moro. “‘O que você recebeu em troca?'”, repetiu o juiz. “E às vezes eles nos deram essa resposta estranha: ‘Paguei porque era essa a regra do jogo, para ter uma boa relação com os executivos da Petrobras”.

Ainda sobre o tema, Moro leu parte de uma decisão da Justiça dos EUA que considerou “bem interessante”.

“É suficiente se o oficial público entendeu que se esperava que ele ou ela exercesse alguma influência a favor de alguém quando oportunidades aparecessem”, dizia o texto.

‘Revolução’

O ex-presidente Lula foi enviado à prisão após condenação por lavagem de dinheiro e corrupção passiva
 
O ex-presidente Lula foi enviado à prisão após condenação por lavagem de dinheiro e corrupção passiva

Foto: Getty Images / BBCBrasil.com

No evento organizado pela Harvard Law Brazilian Studies Association, Moro falou depois de importantes autoridades brasileiras, como a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, o Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso e seu par na Justiça Federal do Rio de Janeiro, juiz Marcelo Bretas, também da Operação Lava Jato.

Respondendo a perguntas do moderador, o juiz paranaense defendeu o cumprimento de pena para réus condenados após julgamentos em segunda instância como “uma espécie de revolução no Brasil”.

“É preciso se estabelecer essa regra de uma vez no Brasil, sem possibilidade que ela seja alterada, para podermos conversar sobre outros avanços necessários neste momento”, afirmou.

A fala era um recado para o Supremo Tribunal Federal, que deve julgar a legalidade da prisão enquanto não se esgotam as possibilidades de recursos – um julgamento que pode tirar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva da prisão (ele ainda não foi julgado nem pelo Superior Tribunal de Justiça nem pelo STF).

Tanto Barroso quanto Dodge e Bretas, seus antecessores, fizeram a mesma defesa perante à plateia.

A fala de Moro foi seguida por uma mesa sobre compliance e ética apresentada por uma porta-voz da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), uma das patrocinadoras do evento, liderada pelo pré-candidato ao governo de São Paulo, Paulo Skaf.

‘Democracia não está em risco’

O STF deve discutir novamente se prisão após condenação em segunda instância é constitucional - resultado pode beneficiar presidente Lula
 
O STF deve discutir novamente se prisão após condenação em segunda instância é constitucional – resultado pode beneficiar presidente Lula

Foto: Fellipe Sampaio/SCO/STF / BBCBrasil.com

O juiz não quis falar sobre os sem-teto que, durante sua fala, ocupavam o tríplex associado por Moro ao ex-presidente Lula em decisão judicial.

Sem conversar com jornalistas durante o evento, ele abriu sua fala defendendo as instituições brasileiras.

“Vou ser claro: a democracia não está em risco no Brasil. Absolutamente não. O que está acontecendo é a luta pelo Estado de Direito”, afirmou, dizendo que o caminho é “justamente o oposto” e que, “ao final, nós teremos uma democracia e uma economia ainda mais fortes.”

Durante a fala, em linha com os antecessores, afirmou que as investigações da Lava Jato em Curitiba revelaram fatos “vergonhosos”, mas disse que a melhor forma de interpretá-los é positiva.

“Há outra forma de olhar para o Brasil agora, e acho que esta é maneira certa de olhar para o que está acontecendo. As autoridades e a sociedade brasileira estão fazendo seu melhor para impor a lei contra a corrupção espelhada pelo país”, afirmou.

“A luta contra impunidade nos dá esperança de que, no fim, teremos menos corrupção no Brasil.”

Durante a fala, Moro citou o presidente americano Theodore Roosevelt, ex-aluno da faculdade de Direito de Harvard, que “resume o que deveríamos pensar sobre o momento brasileiro”.

“A exposição e punição da corrupção pública honram uma nação, não a desgraçam”, afirmou. “A vergonha está na tolerância (à corrupção), não em sua correção”.

A cena antológica do filme O Poderoso Chefão, citada em Harvard, pelo juiz Sergio Moro (da Lava Jato) , na conferência sobre corruptos e corruptores. Sensacional !!!

 

Da  trilha sonora original de O Poderoso Chefão, de Ennio Moriconne e Nino Rota.

BOM DIA !!!

(Vitor Hugo Soares)

Do Jornal do Brasil

 

A Caixa Econômica Federal, o Santander e o Banco do Brasil são as instituições que aparecem na liderança do mais recente Ranking de Instituições por Índice de Reclamações, divulgado nesta segunda-feira, 16, pelo Banco Central. No topo do ranking, referente ao primeiro trimestre de 2018, está a Caixa, com índice de reclamações de 27,62. Nesta lista, são consideradas as instituições com mais de 4 milhões de clientes.

Pela metodologia do BC, este índice é calculado com base no número de reclamações consideradas procedentes, dividido pelo número total de clientes do banco e multiplicado por um fator fixo (1.000.000). No caso da Caixa, foram 2.444 reclamações consideradas procedentes no primeiro trimestre, numa base total de 88.470.270 clientes.

Na segunda posição entre os bancos que foram alvos de reclamações aparece o Santander, com índice de 25,66 (1.038 reclamações procedentes e 40.441.975 clientes). Na terceira posição do ranking está o Banco do Brasil, com índice de 24,20, resultado de 1.504 reclamações procedentes numa base de 62.141.375 clientes.

Na sequência do ranking, ainda considerando os bancos e as financeiras com mais de 4 milhões de clientes, aparecem Bradesco (índice de 20,05), Itaú (14,58), Banrisul (12,21), Votorantim (6,38), Pernambucanas (3,79), Midway (3,50) e Banco do Nordeste (0,46).

Instituições menores

O ranking do BC indica ainda que, entre as instituições financeiras com menos de 4 milhões de clientes, o campeão de reclamações é o BRB, com índice de 311,77. Na sequência aparecem Safra (73,56) e Intermedium (67,59).

Reclamações

Entre os assuntos que mais motivam reclamações por parte dos clientes, o campeão é o item “irregularidades relativas a integridade, confiabilidade, segurança, sigilo e legitimidade das operações e serviços, exceto as relacionadas a cartão de crédito, cartão de débito, internet banking e ATM”.

Ao todo, de acordo com o BC, este assunto gerou 1.300 reclamações com indícios de descumprimento das regras em vigor.

Na sequência dos assuntos mais reclamados aparecem “oferta ou prestação de informação a respeito de produtos e serviços de forma inadequada” e, em seguida, “irregularidades relativas a integridade, confiabilidade, segurança, sigilo ou legitimidade das operações e serviços relacionados a cartões de crédito”.

abr
17
Posted on 17-04-2018
Filed Under (Artigos) by vitor on 17-04-2018


 

Clayton, no jornal

 

abr
17

PF quer evitar que visita a Lula vire showmício

Fontes da Polícia Federal disseram a O Antagonista que os senadores poderão conhecer as instalações da carceragem e também a sala em que Lula está instalado.

Mas qualquer conversa com os detentos, inclusive Lula, só poderá versar sobre questões da custódia e na presença das autoridades policiais.

Também serão proibidos celulares dentro das instalações prisionais.

O Ministério da Transparência e Controladoria-Geral da União (CGU) e a Advocacia-Geral da União (AGU), fecharam acordo de leniência na última sexta-feira (13) com as empresas de publicidade Mullen Lowe Brasil Publicidade Ltda e FCB Brasil Publicidade e Comunicação Ltda, ambas investigadas na Operação Lava Jato.

Nos acordos de leniência, as empresas e as pessoas envolvidas assumem a participação em um determinado crime e se comprometem a colaborar com as investigações, além de pagar multas, em troca de redução de punições.

O acordo de leniência repara os danos causados ao Tesouro e livra a empresa de punições, como proibição de firmar novos contratos com órgãos públicos.

Pelo acordo, as empresas tiveram de repassar R$ 53 milhões ao governo. Desse valor, R$ 3,5 milhões foram para ressarcir os danos aos cofres públicos; R$ 8 milhões são referentes a multa; e os outros R$ 38,4 milhões foram para devolver os lucros que as empresas obtiveram com os contratos ilícitos (leia mais sobre o caso ao final desta reportagem).

De acordo com a AGU, este é o primeiro acordo de leniência firmado em conjunto entre os dois órgãos e o Ministério Público Federa no âmbito da Lava Jato. Outros acordos, porém, já foram firmados individualmente pela CGU e pela AGU.

Para a advogada-geral da União, Grace Mendonça, a atuação conjunta dos três órgãos garante maior segurança jurídica às empresas. “O ideal é que todos trabalhemos em conjunto, que se tenha esse diálogo cada vez mais próximo para que ao final possamos fechar um acordo de leniência que traga a empresa essa segurança”, disse.

A investigação

De acordo com as investigações, Ricardo Hoffmann, ex-dirigente da agência de publicidade Borghi Lowe (atual Mullen Lowe), ofereceu vantagens indevidas para que o ex-deputado André Vargas ajudasse na contratação da empresa para realização de serviços para a Caixa Econômica Federal e o Ministério da Saúde.

Em contrapartida, Hoffmann teria orientado as empresas subcontratadas para executar os serviços para que depositassem os valores referente às comissões de bônus de volume em contas controladas por empresas de fachada de André Vargas e seus irmãos, Leon e Milton Vargas.

Em setembro de 2015, o juiz federal Sérgio Moro condenou o ex-deputado, o irmão dele Leon Vargas e o publicitário Ricardo Hoffmann nesta investigação.

Procurado pelo G1, o advogado de Ricardo Hoffmann, Marcelo Bessa, afirmou que seu cliente desempenhava, na verdade, um papel de gerente na agência, e que não tinha poder para cometer os atos ilícitos pelos quais foi condenado.

“O Ricardo, apesar de ter o nome pomposo de vice-presidente, dentro da estrutura dessa agência internacional exercia um cargo equivalente a gerente. É um pouco difícil acreditar que um gerente tivesse esse poder todo, tenha feito essas coisas. Estão culpando um mero empregado de nível intermediário por um fato que não foi decidido por ele. Consequentemente, está pagando sozinho o preço por uma atitude ilegal, se é que foi ilegal, dos dirigentes da empresa”, disse o advogado.

André Vargas, ex-vice-presidente da Câmara dos Deputados e que teve o mandato cassado, foi o primeiro político a ser condenado em um processo derivado da Operação Lava Jato.

abr
16

Blog

Noblat

Joaquim é o novo

Te cuida, Bolsonaro!

Espreme daqui, espreme dali, e são poucas as surpresas colhidas pela mais recente pesquisa de intenção de votos do Instituto Datafolha revelada nesta madrugada. A saber:

# O novo é Joaquim Barbosa;

# Marina Silva está bem à beça;

# Sem Lula no páreo, Bolsonaro não irá a lugar algum.

O juiz do mensalão filiou-se ao PSB há menos de 15 dias. Sem a garantia sequer de que será o candidato do partido à sucessão do presidente Michel Temer.

Mas bastou para mostrar que poderá ir longe. Nas grandes cidades, tem 12% das intenções de voto contra 6% de Geraldo Alckmin, candidato do PSDB. Empata com Alckmin no Sudeste.

Alckmin, Marina e Ciro Gomes já foram candidatos a presidente. Barbosa jamais disputou eleição, nem mesmo para síndico de prédio. Por ser negro, Lula o indicou para ministro do Supremo.

Com Lula preso e impedido de concorrer, Marina empata com Bolsonaro nas simulações de primeiro turno. E no segundo turno, vence Alckmin (por 27 pontos) e Bolsonaro (por 13 pontos).

Acendeu a luz vermelha no bunker de Bolsonaro, agora denunciado por crime racial. Ele corre o risco de até agosto, antes do início oficial da campanha, ser ultrapassado por Marina, Ciro e Barbosa.

Como o PT, Bolsonaro é também luladependente. Carece de apoio entre os maiores partidos. E seu tempo de propaganda no rádio e na televisão será ínfimo.

Alckmin vai como sempre, se arrastando e represado onde poderia ir bem pela candidatura de Álvaro Dias, do PODEMOS, que lhe subtrai algo como uns cinco milhões de votos no Sul.

Os dois aspirantes a substituir Lula como candidato, Fernando Haddad e Jaques Wagner, por ora patinam no fim da fila. Torcem para que Lula não seja esquecido e possa abençoar um deles.

Sim, em tempo: no país da jabuticaba, mais uma foi inventada – a de se testar em pesquisa as chances de quem está preso e não será candidato.

Lula perdeu parte dos votos que tinha na pesquisa anterior, de janeiro. Passou para 62% o percentual dos que não acreditam que ele será candidato. Sua prisão é considerada justa por 54%. Já era.

Belíssimo tango de Buenos Aires em surpreendente versão de bolero da grande e saudosa espanhola Rocio Durcal.

BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares)

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