A vida sentimental e familiar do astro argentino foi conturbada. Conheceu a paixão com muitas mulheres, mas com todas elas acabou mal. Luta por seu legado tem tudo para ser complicada

Maradona com Claudia Villafañe e suas duas filhas, Dalma e Gianinna, nos tempos felizes do seu casamento.
Maradona com Claudia Villafañe e suas duas filhas, Dalma e Gianinna, nos tempos felizes do seu casamento.
 
Buenos Aires 
Não por desejo próprio, Diego Maradona ocupou muito espaço nos meios de comunicação por causa da sua conturbada vida pessoal. Um casamento, várias parceiras e muitas amantes compõem o panorama sentimental do astro argentino que morreu nesta quarta-feira, aos 60 anos. Com todas elas conheceu a paixão e com todas elas acabou mal, chegando inclusive aos tribunais. Algumas o acusaram de ser violento, ele de que elas só queriam seu dinheiro. Teve muitos filhos. Quantos? Essa é uma incógnita. Legalmente reconheceu cinco, mas tinha relacionamento com até nove, embora haja quem diga que na verdade são 11.

“Não quero Você Assim”, Paulinho da Viola: Belo. poético, melódico e delicioso aperitivo para a live de Paulinho neste sábado, 28. Vale repetir: Imperdível .

BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares)

 

DO CORREIO BRAZILIENSE

Em celebração à vida e à carreira, o Paulinho fará show neste sábado (28/11), às 22h, com transmissão pela plataforma de streaming da Globo. Uma festa imperdível da MPB.

Correio Braziliense
 

 (crédito: Jorge Cardoso/CB/D.A Press - 28/8/14 )

(crédito: Jorge Cardoso/CB/D.A Press – 28/8/14 )

Diretamente de um palco na Cidade das Artes, no Rio de Janeiro, Paulinho da Viola fará uma live neste sábado (28/11), que será transmitida pelo Globoplay. O show ao vivo, marcado para começar às 22h, contará somente com a presença dos músicos e da equipe técnica. O público assinante poderá acompanhar a performance por meio da plataforma de streaming da Globo. 

Projeto recente

Em entrevista ao Correio, no início do mês, Paulinho apresentou o primeiro álbum lançado diretamente nas plataformas digitais, Sempre se pode sonhar, gravado há 14 anos, ao vivo, no Teatro Fecap. O disco traz todas as 22 canções apresentadas no show, entre elas composições autorais, e homenagens a nomes como Cartola, Lupicínio Rodrigues, Sidney Miller, assim como a Pixinguinha e Jacob do Bandolim. Confira:

nov
27
Posted on 27-11-2020
Filed Under (Artigos) by vitor on 27-11-2020


 

Duke , no jornal 

 

nov
27
Posted on 27-11-2020
Filed Under (Artigos) by vitor on 27-11-2020
Covid-19: Pazuello nega segunda onda e fala em repique no Sudeste e no Sul
Foto: Adriano Machado/Crusoé
Após mais de duas semanas em silêncio sobre a alta nas internações por Covid-19, Eduardo Pazuello reconheceu nesta quinta-feira (26) que há um aumento de casos da doença no país, mas negou que ele configure uma “segunda onda”.

“Estamos falando de repique de contaminações e mortos em algumas regiões do país”, declarou o ministro da Saúde, conforme o relato da Folha.

No Sul e Sudeste o repique é mais claro, e no Norte e Nordeste é bem menos impactante, com algumas cidades fora da curva. E o Centro-Oeste é mais no meio do caminho”, acrescentou.
 Pazuello argumentou que o que está acontecendo na Europa neste momento é “um novo surto, que pode virar endemia e depois pandemia”. “O troço é grave, ele vai numa linha e nós temos de estar muito atentos.”

“Passillo de la Vida”, Adriana Varela: um poético e grandioso passeio  pela vida, lugares e personagens de Buenos Aires , agora sem a presença de Diego Maradona, ausência que dói fundo na alma portenha.

HONRAS E SAUDADES !BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares)

nov
26

 

DO CORREIO BRAZILIENSE 

O acidente aconteceu por volta das 7h desta quarta-feira e deixou 41 mortos e nove feridos

Thays Martins
 

 (crédito: Reprodução/GloboNews)

(crédito: Reprodução/GloboNews)

De acordo com a Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp), a empresa Star Viagem e Turismo, envolvida no acidente de ônibus que deixou 41 mortos em Taguaí, interior de São Paulo, não tinha autorização para operar. O acidente ocorreu na manhã desta quarta-feira (25/11) e ainda deixo mais nove feridos. 

A empresa acumula multas por fretamento irregular. “Em ações fiscalizatórias recentes, no mês de março de 2020, foram registradas algumas infrações à empresa: no dia 3, a Star foi multada por realizar fretamento irregular na Rodovia Raposo Tavares, próximo ao km 296, em Avaré, ao realizar o transporte de 30 estudantes, que saíram da cidade de Fartura com destino a faculdade de Avaré. A empresa foi autuada, multada, o veículo foi retido e realizada a retirada dos passageiros. No mesmo dia, uma nova multa foi aplicada à empresa, por transportar, irregularmente, 43 estudantes com a mesma origem e destino. Dois dias depois, a empresa recebeu nova autuação por fretamento irregular na Rodovia Raposo Tavares (SP 270), próximo ao km 372, em Ourinhos, quando tiveram dois veículos autuados, retidos e realizado o transbordo dos 15 passageiros”, explicou em nota à imprensa. 

A empresa, porém, nega irregularidades. “Toda a documentação relativa ao veículo envolvido no trágico acidente está em conformidade com os órgãos governamentais e em perfeita validade”, afirma em nota. Segundo a empresa, o ônibus foi fretado pelos funcionários de uma companhia têxtil que iam para o trabalho.

O acidente entre o ônibus e um caminhão aconteceu entre no km 172 da Rodovia Alfredo de Oliveira Carvalho. O ônibus transportava cerca de 50 pessoas.

A suspeita da polícia é de que uma ultrapassagem provocou o acidente. O motorista do ônibus afirmou à Polícia Civil que um ônibus que estava a frente dele teria freado bruscamente e que ele teria tentado frear o veículo, mas o freio falhou, o que fez ele desviar da pista e bater de frente com o caminhão.

nov
26
Posted on 26-11-2020
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 Sid , No portal de humor

 

Diretor da PF exonera delegada que investigava interferência de Bolsonaro… na PF
Foto: Alex Ferreira/Câmara dos Deputados
O diretor-geral da Polícia Federal, Rolando Alexandre de Souza, dispensou a delegada Christiane Correa Machado da função de chefe do Serviço de Inquéritos da Diretoria de Investigação e Combate ao Crime Organizado – responsável por investigar autoridades com foro especial.

Christiane Machado era quem estava à frente do inquérito que apura a suspeita de interferência de Jair Bolsonaro na PF e foi quem encaminhou ao então ministro Celso de Mello ofício para ouvir presencialmente o presidente da República.

Em 8 de outubro, depois de atritos entre Celso e Marco Aurélio, o caso foi a julgamento no plenário, apenas para que o ainda decano votasse pelo acolhimento do pedido.

Em seguida, Luiz Fux suspendeu a votação. Com a aposentadoria de Celso de Mello, o processo foi redistribuído a Alexandre de Moraes, que pediu uma “atualização” da investigação. Até hoje, Bolsonaro não depôs.

Para o lugar de Christiane Machado, foi designado Felipe Alcântara de Barros Leal, que já integrava o grupo.

nov
25
 DO EL PAÍS

Estrela do futebol argentino morreu após uma parada cardiorrespiratória, segundo confirmado por fontes da família ao EL PAÍS

Diego Maradona durante evento da FIFA em Londres, em 23 de outubro de 2017.
Diego Maradona durante evento da FIFA em Londres, em 23 de outubro de 2017.Alexander Hassenstein – FIFA / GETTY
 
Buenos Aires

O ex-jogador de futebol argentino Diego Armando Maradona morreu nesta quarta-feira (25) aos 60 anos, segundo confirmado por fontes da família ao EL PAÍS. Uma semana depois de seu último aniversário, o astro foi operado com êxito de um edema cerebral e a Argentina celebrou outro drible de seu heroi dramático. Era o último. Tantos anos de excesso, descuidos e conflitos emocionais terminaram por corroer sua saúde. Se ser Maradona e ter um corpo saudável foi uma luta desigual, em sua última aparição como treinador do Gimnasia aparentou ter um físico de alguém de 80 anos. Os imortais também sofrem.

 

Sua morte sacorde a Argentina ? e não só ?, por um colapso de tristeza sem data de vencimento à vista: a angústia que começou a tomar conta das ruas de Buenos Aires e do mundo não será dessas que se dissipará em anos, mas em gerações. A morte de Diego Armando Maradona anuncia o final da era dos heróis. Ídolos, gênios e produtos esportivos sempre existirão, mas Maradona excedeu a condição de jogador: foi um país convertido em número 10, uma reinvidicação popular de shorts e meião, o milagre possível para uma porção do mundo em que o vento sopra contra.

Se o vocabulário da sua fase como jogador girou ao redor de gols, proezas e atos de magia, já aposentado se somou termos como dependência de drogas, problemas cardíacos e respiratórios, hipertensão, apneias, diabetes, anemia, episódios de confusão mental e dificuldades renais. “É evidente que tenho linha direta com o barbudo”, disse em 1997, em referência a Jesus, depois de uma de suas ressurreições habituais.

O futebol será um simulacro da guerra, mas os estádios constituíram para Maradona seu únido momento de paz, uma infância eterna. Como se de segunda a sábado se dedicasse à halterofilia, a vida fora dos gramados inevitavelmente pesou. Assim como os zagueiros rivais ficavam diminuídos frente a lenda do futebol, ser Maradona e ter um só corpo foi uma briga desigual. Como ele mesmo disse: “Com um chute fui de Villa Fiorito ao topo do mundo, e lá tive que me consertar sozinho”.

O confinamento com o qual tentou evitar ser infectado pelo novo coronavírus não ajudou Maradona, que passou seus últimos dias em depressão, também explicada pelo hematoma no cérebro detectado em uma clínica de La Plata, a cidade onde ele treinava o Gimnasia. Maradona já estava internado desde 2 de novembro, uma rotina nos seus últimos anos: as clínicas, as viagens de ambulância, as salas de operação e as vigílias dos seus fãs nas portas de centros médicos. Quanto mais sofria o ídolo, mais se esforçavam seus paroquianos.

Maradona está sempre depressivo, um crônico melancólico”, diagnosticou seu médico na década de 90, Alfredo Cahe. As mortes de seus pais, Doña Tata em 2011 e Don Diego em 2015, foram dois golpes anímicos que terminaram de desestabilizar seu núcleo familiar, catalisando por conflitos com sua ex-mulher, Claudia Villafañe, e até com algumas de suas filhas. O último Maradona, já longe da cocaína, mas com problemas com o álcool, tampouco podia ajudá-lo. O homem das grandes frases já somente se comunicava em público através de comunicados escritos pelos seus porta-vozes, em sua conta do Instagram.

Maradona deu tanto aos seus adoradores que foi como se tivesse oferecido sua vida a eles. Muito mais humano, empático, rebelde e contestador com o poder do que o restante dos ídolos, mas também dependente do carinho popular, se foi cheio de cicatrizes e tomando golpes. Em sua enorme produção de frases, Maradona deixou centenas de menções relativas ao cansaço, à dor e à morte.

Já em 1981, ainda no futebol argentino, o jovem desabafou: “Eu estou cansado, cada dia me saturo mais, não aguento mais. Quero abandonar o futebol. Cumpro o contrato com o Boca Juniors e deixo o futebol por um tempo”. No ano seguinte, poucos meses antes de sua transferência para o Barcelona, disse em terceira pessoal, como se já preferisse olhar-se de fora: “A gente tem que entender que o Maradona não é uma máquina de dar felicidade”. Então tentou diminuir a angústica com a cocaína, à qual recorreu pela primeira vez na Espanha, no final de 1983, durante sua movimentada passagem pelo clube catalão.

Maradona nasceu duas vezes, em 30 de outubro de 1960, nos subúrbios de Buenos Aires, e em 22 de julho de 1986, na Cidade do México, quando marcou na Inglaterra o maior e mais ilegal dos gols, pelas quartas da Copa do Mundo. O endeusamento de um jogador com as chagas da Guerra das Malvinas ainda abertas. Mas, sem seguida, comprovaria que o êxito não imuniza. “Eu sofro terrivelmente, me destruo e não sou capaz de seguir adiante. É o pior momento da minha carreira”, diria apenas três meses depois, em outubro de 1986, campeão mundial e pai do primeiro filho extraconjungal.

Ainda que o México em 86 e seus títulos inesquecíveis com o Napoli sempre se mantenham como balões de ar quente da felicidade no futebol, Maradona começou a perder várias batalhas. Sua carreira foi desbotando entre a rejeição de seus inimigos (também contados na casa dos milhões), a traição dos seus (até a Camorra napolitana o abandonou), seus testes antidoping positivos e seu vício. A caída do 10, o ventrículo do povo, terminou de convertê-lo em um heroi trágico. Na recordação popular da sua saída por doping da Copa de 1994 ficou uma de suas grandes frases: “Me cortaram as pernas”, talvez porque seria mais leve do que atender outro dos seus pedidos de ajuda desesperados, como: “Não tenho mais estímulo para viver”.

Nos anos seguintes, antes e depois de sua aposentadoria, Maradona começou a flertar com a morte nas atitudes e palavras. “Deixem-me viver minha vida, não quero ser um exemplo. E nem morto encontraria paz. Me usam na vida e encontrarão um modo de fazer isso quando estiver morto”. Internado outras vezes, inclusive em um hospital psiquiátrico, quase morreu pela cocaína no Uruguai em 2000 e em Cuba em 2001.

Como se o fabricante de alegrias alheias também fora um catalisador de lágrimas internas, El Pibe chegou a desejar uma morte diferente ao do libertador argentino, o general José San Martín, que faleceu em 1850 na França. “San Martín teve que morrer lá fora, mas eu quero morrer no meu país”. Cumpriu. Foi Maradona até a sua morte.

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