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Posted on 20-01-2019
Filed Under (Artigos) by vitor on 20-01-2019


 

Cacinho, na

 

 
Explosão de oleoduto no Estado de Hidalgo Ampliar foto Explosão de oleoduto no Estado de Hidalgo OASA EFE

 

Uma explosão em uma extração clandestina de combustível no município de Tlahuelilpan, no Estado de Hidalgo, centro do México, nesta sexta-feira, deixou pelo menos 66 mortos e mais de 70 feridos, de acordo com as autoridades locais. Duas horas antes da detonação, na área, localizada a pouco mais de 100 quilômetros da capital mexicana, as autoridades – que temem que o número de vítimas aumente com o passar do tempo – souberam de um vazamento intencional de combustível.

Pouco depois das 23h (3h de Brasília), o Governo Federal afirmou em um comunicado que quando as primeiras tropas do Exército – “em tarefas de inspeção”, afirmou depois o ministro de Governança, Alfonso Durazo – chegaram à região “não havia mais pessoas”. Mas com “o aumento da pressão da tubulação, o vazamento de combustível cresceu consideravelmente e os moradores (…) se dirigiram em grande número com baldes, galões e todo o tipo de recipientes”. “Para evitar um confronto com a população”, prossegue o comunicado, “os militares se retiraram”. Pouco depois a explosão ocorreu. O Executivo Federal não informou o número de militares mobilizados no local. A petrolífera estatal, Pemex, fechou a tubulação por volta das 18h (22h de Brasília), quanto detectou que o nível de pressão era inferior ao habitual.

De acordo com o depoimento do prefeito do município, Juan Pedro Cruz, eram aproximadamente 200 pessoas tentando coletar o combustível derramado no solo. Outras fontes elevam esse número a mil. Os policiais e militares que tentavam isolar a área, de acordo com o relato do prefeito de Tlahuelilpan, pediram, sem sucesso, que se retirassem do local. “Eram hordas de pessoas que, para levar um galão de combustível, podem perder a vida”, frisou Fayad em declarações à Foro TV. Após horas de combate contra as chamas, o incêndio foi completamente apagado às 23h50 (3h50 de Brasília), de acordo com informações de Durazo.

O presidente mexicano, Andrés Manuel López Obrador, reiterou que irá “fortalecer” sua estratégia de luta contra o roubo de combustível. “Isso infelizmente demonstra que é preciso acabar com essa prática que causou a tragédia”, disse em Tlahuelilpan.

 

O Governo de Hidalgo pediu aos moradores de Tlahuelilpan (15.000 habitantes) para que se mantenham afastados do local da explosão e permaneçam na medida do possível em suas casas. O governador de Hidalgo confirmou que era uma extração clandestina e que os falecidos morreram calcinados. O vazamento ocorreu às 17h (21h de Brasília) em uma plantação afastada das casas, diz Diego Mancera.

Várias faixas da estrada Cidade do México-Querétaro, na altura do quilômetro 43 – ponto intermediário entre a capital e Tlahuelilpan – foram cortadas para permitir a decolagem dos helicópteros que levam os feridos a hospitais especializados no atendimento a queimados. As ambulâncias chegam até esse local. “Desde às 22h, quando cheguei, saíram 12 pacientes com queimaduras de segundo e terceiro grau, que são os que estão sendo levados à Cidade do México”, disse da área, por volta de meia-noite (4h de Brasília), Daniel Villaceñor, um dos paramédicos enviados da capital mexicana como parte da equipe de emergência.

Como Lourdes Ramírez, moradora de Tlahuelilpan, foram vários os médicos que se dirigiram voluntariamente ao local do incidente para tentar ajudar na medida do possível. “Não podia ficar sentada. Foi muito forte; estava em meu escritório quando vi as chamas e rapidamente peguei a maleta com o necessário para medicar as queimaduras”, diz ao EL PAÍS em uma das ambulâncias. Entre os feridos estão três adolescentes de 15 anos e um menino de 3.

Após a tragédia, o centro cultural de Tlahuelilpan se transformou, improvisadamente, em um centro de informação. Para lá se dirigiram dezenas de pessoas à procura de familiares que, temem, estejam entre os mortos ou, no melhor dos casos, entre os feridos. Entre os que procuram seus familiares desaparecidos está Ricardo Jiménez, que foi à Cidade do México para tentar descobrir o paradeiro de seu irmão César. Ele estava, como muitos outros, no local da explosão. Em um dos últimos controles antes do local da explosão, Luciana Serrano, de 55 anos, procura seu filho Germán, de 20. “Não foi para casa. Procuramos por ele em todos os hospitais da região e não o encontramos. Só me resta a esperança de que esteja em algum dos hospitais da Cidade do México”, diz enquanto se cobre com uma manta para se proteger do frio intenso. Amelia Bautista, de 47 anos, quer saber onde está seu filho Hugo, de somente 13. Como Luciana, o procuraram, sem sucesso, em todos os hospitais dos arredores.

Um incidente parecido ocorreu em dezembro de 2010 em San Martín Texmelucan (Puebla). Naquela ocasião, 29 pessoas morreram após a explosão de milhares de litros de combustível que escaparam das tubulações da Pemex através de uma extração clandestina. Era o preâmbulo do negócio do huachicol – como é popularmente conhecido o roubo de combustível – na região. A detonação ocorreu quando o vazamento de diesel chegou à área urbana durante a madrugada, uma faísca causou o incêndio que deixou 52 feridos. O Governo mexicano nunca encontrou os responsáveis diretos por essa tragédia, como informa Sonia Corona.

Em plena luta contra o roubo de combustível

A explosão ocorreu em meio à batalha do Executivo Federal contra o roubo de combustível, um negócio em grande escala no México em que o crime organizado também entrou. Desde 21 de dezembro, as autoridades mexicanas fecharam vários dutos de transporte de gasolina no centro e parte ocidental do país – as regiões mais afetadas pela extração de combustível, popularmente conhecidas como huachicoleo. O fechamento das tubulações pelas quais circula a gasolina obrigou a utilização de caminhões-tanque para levar diesel e gasolina aos postos. Apesar dessas medidas preventivas, nos últimos dias as cenas de desabastecimento se repetiram em vários Estados, entre eles a Cidade do México.

O Governo de López Obrador ordenou, também, a mobilização de 5.000 militares para vigiar as instalações, tubulações e os caminhões-tanque. Na quinta-feira, o Executivo Federal informou sobre o bloqueio das contas de 42 empresas, a prisão de 435 pessoas ligadas ao roubo de combustível e a abertura de 1.831 investigações. De acordo com os dados oficiais, em 2017 e 2018 o roubo de combustível causou perdas de 3 bilhões de dólares (11 bilhões de reais) nas contas públicas.

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Tom Cardoso

Estive algumas vezes com o Yuka. A primeira em 1997, durante a cobertura do Abril Pro Rock, no Recife. Jornalistas, músicos e produtores ficavam todos hospedados no mesmo lugar, uma pousada deliciosa, com direito a uma piscina de onde era possível pular da varanda de um quarto próximo, que não foi ocupado só para servir de trampolim para as atrações do festival.

Quem chegava à pousada, sendo hóspede ou não, tinha que, obrigatoriamente, dar um pulo da varanda. Todos – Chico Science, Marcelo D2, Fred Zero Quatro, Yuka, Otto, Jorge Du Peixe, Cannibal, Siba – encararam o batismo numa boa. Só Fernanda Takai, como boa mineira, se recusou. Herbert Vianna, que se achava, também: “Eu uso óculos”. Lembro-me até hoje do comentário do Yuka, ao meu lado. “Ah, não me diga”.

Yuka era o mais sarcástico e inteligente da turma. Não por acaso, o responsável por todas as letras do Rappa, mesmo sendo o baterista. Não consigo lembrar aqui de um só batera capaz de construir uma frase.

A última vez que estive com ele foi em 2014. Um papo para a seção “À Mesa com o Valor”. Ele escolheu um boteco na Tijuca – a primeira vez que fui entrevistar um artista fora da Zona Sul. E Yuka considerava a Tijuca um bairro nobre perto de Campo Grande, região dominada por milícias, com altos índices de criminalidade, onde morava toda a sua família.

Da mensagem, por whatssap, avisando que tinha chegado, até sentar ao meu lado, com a cadeira de rodas, Yuka demorou 40 minutos para entrar no boteco. Exausto e deprimido, mal falou durante a primeira meia hora. A dor da alma se juntava à dor física – o alto poderia destrutivo dos dois tipos de munição (dum-dum e hollow point) que o atingiram em várias partes do corpo fez com que ele convivesse com uma rotina de privações.

Mas nada o incomodava mais do que ser chamado de “mártir da luta contra a violência urbana do Rio”. Ele convivia há ano com a versão – jamais sustentada por ele próprio – de que levara nove tiros após salvar uma moça de um assalto, quando, na verdade, também estava tentando escapar.

Os bolinhos de feijoada do boteco, considerados os melhores do Rio, começaram a melhorar o seu humor. Depois de comer uma dúzia,ele contou, às gargalhadas, que na semana anterior, em São Paulo, ele havia sido chamado por uma organizador de uma palestra de “O Mano Brown Erudito”:

“O cara conseguiu ofender o Mano Brown, que pra mim não perde, em qualidade, para nenhum compositor supostamente erudito, e a mim, que sempre cultivei um humor suburbano, totalmente deseducado”.

Acho que foi o primeiro caso da história de embriaguez por bolinho de feijoada (durante toda a conversa, só bebemos água e comemos), pois, no fim da noite, já cúmplices, estávamos os dois com os joelhos grudados um no outro, parecendo um casal de cadeirantes.

Quem chegou pra fechar a noite foi o outro casal, amigo de Yuka e também filiado ao PSOL: Marielle Franco e Mônica Benício.

Que a alma de Yuka esteja, enfim, apontada para a cara do sossego.

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Bolsonaro recebe Macri em Brasília: mexida no Mercosul e abalo em Maduro..
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e Batistti, preso na Bolívia com ajuda brasileira e mandado para presídio na Sicília.

ARTIGO DA SEMANA

Batistti na Itália, armas, Trump e Davos: Talento à moda Bolsonaro

Vitor Hugo Soares

É inevitável reconhecer, frente ao recente episódio e as repercussões da prisão de Cesare Battisti –  o condenado fugitivo precariamente disfarçado, apanhado durante prosaico passeio de fim de tarde na cidade boliviana de Santa Cruz de la Sierra: Bolsonaro e seu governo, à moda e seu jeito próprios, têm demonstrado Talento (com maiúscula mesmo) e senso de direção, em seguida à largada mambembe e o bate-cabeça inicial dos novos donos do poder. Destaques exemplares, além do caso Batistti: a assinatura do decreto da posse de armas e o encontro com o colega argentino, Maurício Macri, de forte impacto político continental, que balançou o inerte Mercosul e fez tocar o alarme no regime de Maduro, na Venezuela.

E a cereja do bolo pode estar ainda à espera do mandatário brasileiro, semana que vem, na distante e fria Suíça. Neste domingo, Bolsonaro embarca para participar do Fórum Econômico Mundial de Davos, onde fará sua estréia internacional. Na comitiva leva estrelas de primeira grandeza: os superministros Paulo Guedes, da Economia;  Sérgio Moro, da Justiça e Segurança; e o agitador chanceler Ernesto Araújo, de polêmicas garantidas com “as esquerdas” .

Sem as presenças dos presidentes Donald Trump, dos Estados Unidos (declarado fã do capitão) e da França, Emmanuel Macron, a expectativa é que o mandatário do Brasil se transforme em uma das principais atrações de Davos 2019.  

Sei que muita gente – principalmente a turma ligada aos donos do poder nos últimos quase 15 anos, ou deles beneficiária em seus interesses, mamatas e falcatruas – vai torcer o nariz, mas  cito fatos jornalísticos. Faço também um esclarecimento de ordem política, conceitual e de princípios, retirado do livro “Rompendo o Cerco”, cujo exemplar recebi pessoalmente das mãos de Ulysses Guimarães – com honrosa e inestimável dedicatória -,  depois da cobertura pelo Jornal do Brasil (cuja redação da sucursal eu chefiava então em Salvador), na “noite dos cães selvagens” açulados pelas tropas de elite da PM contra o presidente do MDB, em dramático e insano 1º de Maio, na Bahia, nos Anos 70 de embates contra a ditadura e de quase todas as loucuras.

Talento é o terceiro mandamento do Estatuto do Estadista, cujo enunciado diz: “Não há estadista burro. Há de ser talentoso, embora possa não ter cultura. Tiradentes e Juarez não tiveram cultura, mas foram estadistas porque tiveram talento político. Talento é o dom de acertar”… 

Fatos. É disso que se trata aqui e agora. Goste-se ou não do que pensa, diz e faz o capitão da reserva do Exército, eleito com mais de 57 milhões votos para mandar no Palácio do Planalto, nos próximos quatro anos (pelo menos). O caso Batistti é exemplo cabal de visão em perspectiva política e histórica, atributo em falta na maioria dos políticos e governantes do País.
Com negociações diplomáticas ágeis e objetivas dos três governos diretamente envolvidos no caso, desde a prisão, no sábado, até o embarque do criminoso, em vôo direto, Santa Cruz de La Sierra/Roma, patrocinado pelo governo italiano, para – depois de 37 anos de fugas e estranhos benefícios, – o condenado pela justiça da Itália começar efetivamente a cumprir pena de prisão perpétua, em penitenciária de máxima segurança, numa ilha na Sicília, de onde ninguém até agora conseguiu fugir.

É isto, por enquanto, e não é pouco. Agora esperemos o que virá em Davos, e depois. A conferir.

Vitor Hugo Soares é jornalista, editor do site blog Bahia em Pauta. E-mail: vitor_soares1@terra.com.br

“Obi”, Rosa Passos: musica e letra absolutamente geniais do alagoano Djavan sob medida para a notável interpretação de Rosa, a baiana cantora do mundo. Com direito a letra para cantar a plenos pulmões  sem errar nem perder o tom. Viva!

BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares) 

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jan
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Posted on 19-01-2019
Filed Under (Artigos) by vitor on 19-01-2019

Cidade será em 2020 o centro do debate mundial sobre urbanismo e sustentabilidade

Paris
Detalhe do Palácio Capanema, no Rio de Janeiro.
Detalhe do Palácio Capanema, no Rio de Janeiro. Tomaz Silva/Agência Brasil

O Rio de Janeiro tem um novo desafio diante de si. Em 2020, a cidade se tornará a primeira Capital Mundial da Arquitetura, um projeto conjunto da Unesco e da União Internacional de Arquitetos (UIA), que procura levar ao nível das comunidades o necessário diálogo entre sustentabilidade e urbanismo.

“O Rio é uma fusão admirável entre natureza e cultura, sua arquitetura antiga e moderna, o resultado de uma criação inovadora desde meados do século XIX, o que a torna um lugar de beleza excepcional que conquistou a admiração de muitos autores, intelectuais e viajantes de todo o mundo”, declarou o subdiretor-geral para a Cultura da UNESCO, Ernesto Ottone, em uma cerimônia na sede da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura, em Paris. Além disso, “é um exemplo bem-sucedido de revitalização do centro histórico urbano, de um espaço público aberto a todos”, disse ele sobre a escolha da cidade brasileira, a terceira maior da América Latina.

“O Rio tem todos os atributos para ser uma maravilhosa primeira capital mundial da arquitetura”, concordou o presidente da UIA, Thomas Vonier. “Que melhor cidade do que o Rio para destacar os desafios que enfrentamos em nossa sociedade e em nossas cidades com uma população crescente, jovem, que tem muitas necessidades, e com muita gente vivendo em condições difíceis? A arquitetura e o design urbano podem atender a esses desafios ao mesmo tempo em que protege o maravilhoso legado e o meio ambiente?”, ponderou.

O projeto das capitais mundiais de arquitetura foi consolidado em novembro do ano passado mediante um acordo entre a Unesco e a UIA. “A ambição desta iniciativa é favorecer novas sinergias entre cultura e arquitetura para que se convertam em um polo de ideias sobre cultura, ciência, meio ambiente e desenvolvimento em geral”, disse Ottone nesta sexta-feira. “É uma oportunidade para unir nossos esforços e deixar, especialmente para as gerações futuras, cidades que sejam uma realização humana e cultural capazes de construir um futuro”, acrescentou.

De acordo com Vonier, a arquitetura tem muito a dizer neste repensar dos espaços urbanos do futuro: “Nós vemos este programa como uma forma de demonstrar o poder da arquitetura para enfrentar os graves problemas do mundo, em particular as cidades. Queremos demonstrar como os arquitetos e a arquitetura podem nos ajudar a lutar com os sérios problemas do meio ambiente e das necessidades humanas em todo o mundo.”

A designação como Capital Mundial da Arquitetura implica muitas responsabilidades. Durante um ano inteiro, o Rio de Janeiro será o ponto de encontro de arquitetos, planejadores e formuladores de políticas, mas também de artistas e escritores que irão refletir sobre “os prementes desafios globais da perspectiva da cultura, do patrimônio cultural, do planejamento urbano e da arquitetura”.

O Rio também deverá realizar vários eventos sob o lema proposto pela cidade: “Todos os mundos. Um só mundo”. Todos estarão ligados ao Objetivo número 11 da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável da ONU: “Fazer com que as cidades e os assentamentos humanos sejam inclusivos, seguros, resilientes e sustentáveis.” E a cidade também sediará o Congresso Mundial da UIA, que é realizado a cada três anos.

Em uma mensagem de vídeo, já que não pôde viajar para Paris, o prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, confirmou o compromisso de toda a cidade e suas autoridades de “de transformar o ano de 2020 em um marco na história cultural da cidade”. Além da visibilidade internacional, teremos a oportunidade de ampliar a relação de pertencimento dos moradores da nossa cidade com o seu patrimônio histórico e arquitetônico, difundindo e preservando esse acervo”

jan
19

DO BLOG O ANTAGONISTA

Bolsonaro recebe sócios da futura CNN Brasil

 

Jair Bolsonaro recebeu hoje à tarde, fora de sua agenda oficial, o empresário Rubens Menin, da construtora MRV, e o jornalista Douglas Tavolaro.

Menin e Tavolaro vão lançar no Brasil uma franquia da CNN americana. A audiência foi acompanhada por Eduardo Bolsonaro.

Leia a reportagem de Igor Gadelha em Crusoé:

Do Jornal do Brasil

 

O presidente Jair Bolsonaro assinou, nesta sexta-feira, 18, a medida provisória que visa a combater fraudes no INSS. O texto, que deve ser publicado ainda nesta sexta em edição extra do Diário Oficial da União, altera regras de concessão de benefícios, como auxílio-reclusão, e promove revisão de benefícios com suspeitas de irregularidades na Previdência Social.

De acordo com o governo, a nova MP deverá gerar economia de R$ 9,8 bilhões no primeiro ano de vigência. O ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, citou que foram identificadas diversas irregularidades pelo Tribunal de Contas da União e pela Controladoria Geral da União em benefícios concedidos. “Uma das metas estabelecidas pelo governo é no sentido de criar mecanismos que nos permitam combater essas fraudes e dar eficiência ao sistema”, disse Onyx. Serão redirecionados do Orçamento R$ 300 milhões para esse “combate” às fraudes, anunciou o ministro.

>> O que muda com a MP de combate a fraudes previdenciárias

Macaque in the trees
Jair Bolsonaro (Foto: Marcos Correa/AFP)

jan
19
Posted on 19-01-2019
Filed Under (Artigos) by vitor on 19-01-2019

Do Jornal do Brasil

 

Contrariando a defesa de Flávio Bolsonaro (PSL), que alegou prerrogativa de foro para requerer ao Supremo Tribunal Federal (STF) a suspensão do procedimento que investiga movimentações financeiras atípicas do ex-assessor Fabrício Queiroz, o Ministério Público do Rio informou que, até esta sexta-feira, 18, o senador eleito pelo Rio não é investigado pelo órgão. O MP estadual afirmou, porém, que essa condição não impede que, com o andar as investigações, ele se torne também alvo da investigação.

“O MPRJ esclarece que, até a data de hoje, Flávio Bolsonaro não consta como investigado na portaria que instaurou o procedimento investigatório criminal. No entanto, de acordo com a dinâmica da investigação, é possível o aditamento da portaria para incluir não só ele como outros investigados”, respondeu o MP, por meio de nota.

Macaque in the trees
Flávio Bolsonaro. (Foto: Tânia Rêgo | Agência Brasil)

Até a última segunda-feira, 14, o filho mais velho de Jair Bolsonaro (PSL) havia sustentando que ele não era investigado. O deputado estadual e senador eleito pelo PSL usou esse argumento para faltar ao depoimento marcado no MP para o dia 10.

Desde a quarta-feira, 16, porém, a defesa de Flávio começou a tratá-lo oficialmente como investigado, inclusive no pedido ao STF. Por isso, argumenta que o MP tomou iniciativas que deveriam ter passado pelo Supremo por envolver um senador eleito, com prerrogativa de ser julgado no STF. Nesse raciocínio, as supostas investigações contra Flávio seriam ilegais.

O advogado do parlamentar, Hugo Plutarco, alegou que, após acesso aos autos, a defesa identificou que Flávio Bolsonaro era investigado nos autos “desde a efetiva instauração do procedimento”, “a despeito de não haver informação formalizada a esse respeito na Portaria de Instauração do Procedimento Investigatório Criminal”.

Além disso, a defesa afirmou que as investigações prosseguiram mesmo após a informação da sua eleição e diplomação. “Some-se a isso, que cabe apenas ao STF se pronunciar sobre se é (ou não) competente para conduzir apurações de autoridades que, prima facie, segundo art. 102, inciso I, alínea b, da CF, possuem foro por prerrogativa de função”, alegou.

Nesta sexta-feira, a defesa de Flávio não quis comentar a afirmação do MP de que Flávio não é investigado.

jan
19
Posted on 19-01-2019
Filed Under (Artigos) by vitor on 19-01-2019


 

Gargalo, no portal de humor

 

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