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Posted on 19-04-2018
Filed Under (Artigos) by vitor on 19-04-2018



 

Pelicano , no portal de humor gráfico

 

 DO BLOG O ANTAGONISTA

‘Marina cuida da candidatura dela, e nós da nossa’

O presidente do PSB, Carlos Siqueira, criticou a imprensa pelos rumores de aliança entre Marina Silva e o possível candidato do seu partido, Joaquim Barbosa…

“Não sei de onde a imprensa está buscando essa informação, porque Marina é candidata. Ela cuida da candidatura dela, e nós vamos cuidar da nossa”, disse Siqueira, admitindo que o nome do ex-presidente do STF ainda não foi “firmado”.

“Em política, a gente nunca pode dizer nunca nem jamais, mas não sei de onde se tira essa coisa”, acrescentou.

Siqueira fez as declarações durante o lançamento da tal “frente ampla pela democracia” que quer tirar Lula da cadeia.

abr
18
Posted on 18-04-2018
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Brasília
Aécio Neves
O senador Aécio Neves, em imagem de 2017. Joédson Alves EFE

De candidato que quase venceu a eleição presidencial de 2014 a uma incógnita eleitoral em 2018 e um fardo para seu próprio partido. Esse é Aécio Neves, o senador do PSDB de Minas Gerais que nesta terça-feira, dia 17, tornou-se réu no Supremo Tribunal Federal pelos crimes de corrupção passiva e obstrução à Justiça no âmbito da Operação Lava Jato. Algumas horas após da derrota sacramentada, quase nenhum tucano mineiro se animava a comentar o futuro político do principal nome do partido no Estado. Extraoficialmente, três deles disseram ao EL PAÍS que dificilmente Aécio se candidatará a algum cargo eletivo. E, se o fizer, tentará concorrer a uma das 53 vagas mineiras na Câmara dos Deputados. Uma tentativa de reeleição ao Senado é incerta. Apesar de essa ser sua vontade principal.

Entre a cúpula nacional do PSDB também há uma incógnita sobre qualquer candidatura de Aécio. O EL PAÍS questionou os senadores Cássio Cunha Lima (PB) e Tasso Jereissati (CE) se, diante do atual cenário, eles achavam que Aécio teria alguma chance nas eleições deste ano. A resposta de ambos foi exatamente a mesma: “Tem de perguntar aos mineiros”.

Aécio Neves se tornou um constrangimento algo incontornável para os tucanos, pelo menos por enquanto. Como ainda comanda a máquina partidária do PSDB em seu Estado, o segundo maior colégio eleitoral do país, e tem certa influência no diretório nacional, do qual era presidente até o ano passado, só Aécio poderá anunciar sua decisão se concorre ou não a um cargo eletivo.

“Cabe a ele definir o que vai fazer e como fazer”, limitou-se a dizer o pré-candidato à presidência do PSDB, Geraldo Alckmin. Antes, no entanto, fez coro com outro senador peessedebista, Ricardo Ferraço (ES), que gravou vídeo para dizer que a “lei é para todos”. “Não existe justiça verde, amarela, azul ou vermelha. Só existe Justiça. Decisão judicial se respeita e a lei é para todos, sem distinção”, afirmou Alckmin, segundo a Folha de S. Paulo.

Capital político minguante

Desde que se viu envolvido no escândalo da JBS, no qual foi flagrado em diálogos duvidosos com o empresário e criminoso confesso Joesley Batista, Aécio viu seu capital político ruir. De Joesley, Aécio recebeu 2 milhões de reais em espécie. O empresário diz que o dinheiro era propina. O senador, empréstimo.

Após esse escândalo vir à tona, o parlamentar chegou a ser afastado do Senado Federal, se licenciou da presidência do PSDB e foi vaiado na convenção do próprio partido. Até correligionários de primeira hora, como o senador Antônio Anastasia, que é seu afilhado político e foi seu vice-governador, afastaram-se. No PSDB mineiro Anastasia é o único nome para concorrer ao Governo. Mas enfrenta a rejeição de Aécio, que tem remado contra ele.

As escolhas eleitorais de Aécio nos dois últimos pleitos se demonstraram equivocadas. Pimenta da Veiga perdeu para o petista Fernando Pimentel no primeiro turno para o Governo em 2014. Em 2016, foi a vez de João Leite perder para Alexandre Kalil (PHS) a disputa por Belo Horizonte, a capital mineira. “O PSDB no nosso Estado era o Aécio. Mas os últimos movimentos eleitorais, sua derrota para a Dilma [Rousseff] no próprio Estado e agora a denúncia aceita pelo Supremo o enfraquecem, sem dúvida”, afirmou um deputado tucano.

“Estou sendo acusado tendo como base uma ardilosa armação”

Seja como for, a inflexão mais importante no calvário político de Aécio foi mesmo nesta terça, quando, por unanimidade, os juízes da 1ª Turma do Supremo Tribunal Federal aceitaram a denúncia da Procuradoria Geral da República contra ele. Por quatro votos a um, os magistrados concordaram que ele também deveria responder pelo delito de obstrução à Justiça. O voto contrário, neste quesito, foi dado pelo ministro Alexandre de Moraes. A acusação dá conta que Aécio teria tentado usar de sua influência enquanto líder político e senador para embaraçar as investigações pela Polícia Federal. O caso teria ocorrido em 2017, quando Moraes era ministro da Justiça do Governo Michel Temer e filiado ao PSDB. A Polícia Federal era, na época, subordinada a esse ministério.

Durante o julgamento, o ministro relator, Marco Aurélio Mello, entendeu que surgiram sinais de práticas delituosas e, por essa razão, a acusação contra Aécio deveria ser aceita. A defesa do tucano reclamou que as principais provas da denúncia foram obtidas de maneira ilícita, por meio de uma ação controlada sem autorização judicial. Para Alberto Toron, defensor do senador, deverá haver uma investigação sobre a atuação do Ministério Público para comprovar que a atuação de Joesley ocorreu para prejudicar Aécio. “Houve uma ação dirigida sem autorização judicial”.

Nas redes sociais, o ex-procurador-geral da República que apresentou a denúncia, Rodrigo Janot, comemorou a decisão. “Provas obtidas por ação controlada validadas. Reconhecimento de que ex-procurador agiu por conta própria. Reconhecida a validade das gravações feitas de conversas nada republicanas com autoridades da República. O discurso vazio que tentava invalidar tudo isso virou sal na água”, afirmou em seu Twitter.

Ainda não há data para o julgamento do caso Aécio Neves no Supremo Tribunal Federal – a pauta da corte é essencialmente discricionária. Até lá, ele se dividirá entre uma definição de seu futuro político e em sua defesa de uma acusação que pode lhe render de 2 a 20 anos de prisão (se somados os dois crimes em que é réu). “Estou sendo acusado tendo como base uma ardilosa armação de criminosos confessos, aliados a membros do Ministério Público, que construíram um enredo para aparentar que cometi alguma ilegalidade. Não cometi crime algum”, disse o tucano a jornalistas, sem responder diretamente se seria ou não candidato.

Nos próximos meses, o senador aguardará o desenrolar da pré-campanha eleitoral e as costuras pelas coligações. Se, remotamente, decidir concorrer a uma das duas vagas ao Senado que estarão em aberto poderá reeditar uma disputa com Dilma Rousseff (PT). A ex-presidenta transferiu seu domicílio eleitoral para Belo Horizonte e o seu partido estuda se a lança ao Senado ou à Câmara.

CAMUFLAGE

Música: Enrique Francini
Letra: José García

Camouflage,
apariencias engañosas
que no dejan ver las cosas
como son en realidad.
Martingalas,
de tahúres de la vida
que escabullen la partida
con genial habilidad.
Camouflage,
emboscada traicionera
en donde cae cualquiera
con fatal ingenuidad.
Artimañas
que al nacer ya nacen muertas,
porque quedan descubiertas
con la luz de la verdad.

En el corso de la vida todo el año es carnaval.
Con careta de angelito disfrazado va el chacal,
el perdido de decente, el viejo de joven va,
el farrista de hombre serio y el manguero de pashá.
El palmao las va de atleta con hombreras de algodón,
la viejita de pebeta con vestido bien cortón.
Y así va la caravana dedicándose a fingir
porque sabe que sin grupo no es posible ya vivir

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Precisa traduzir?

BOM DIA!!!

 

(Vitor Hugo Soares)

 

abr
18

O subprocurador-geral da República, Carlos Alberto Coelho, disse nesta terça-feira, 17, que há “farto material probatório” para fundamentar a denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o senador Aécio Neves (PSDB-MG) por corrupção passiva e obstrução de Justiça no âmbito da delação firmada por executivos do Grupo J&F.

Entre as acusações que pesam sobre Aécio, está a gravação na qual ele pede R$ 2 milhões ao empresário Joesley Batista, um dos donos do grupo, controlador da JBS. Numa conversa, Aécio solicita o dinheiro a Joesley Batista sob a justificativa de que precisava pagar despesas com a defesa na Operação Lava Jato. A denúncia contra o senador do PSDB de Minas Gerais foi apresentada em 2 de junho.

“Não há dúvidas de que o empresário Joesley Batista apenas aceitou pagar R$ 2 milhões porque Aécio ocupa o cargo de senador da República, sendo um político influente na época dos acontecimentos”, disse Coelho. “O empresário não fez esse pagamento por altruísmo ou caridade. Ele o fez porque sabia e confiava que o senador Aécio Neves estava preparado para prestar as devidas contrapartidas”, ressaltou.

Entre as acusações que pesam sobre Aécio, está a gravação na qual ele pede R$ 2 milhões ao empresário Joesley Batista

Além do senador do PSDB, também foram denunciados por corrupção passiva a irmã dele Andrea Neves, o primo Frederico Pacheco de Medeiros e o ex-assessor parlamentar do senador Zezé Perrella (MDB-MG) Mendherson Souza Lima. “Há nos autos farto material probatório. Entregas foram acompanhadas e registradas em áudio e vídeo”, afirmou o subprocurador-geral da República.

Provas

Uma das estratégias da defesa do senador do PSDB é atacar as provas trazidas pelos delatores, tratando-as como ilegais, ao considerar que a delação da JBS conta com “graves irregularidades”, como a participação do ex-procurador Marcelo Miller na negociação das colaborações premiadas dos executivos do J&F.

Coelho destacou, no entanto, que não existe nos autos qualquer elemento que demonstre que a atuação ilegal de Miller era conhecida pelo então procurador-geral da República, Rodrigo Janot. “Não há absolutamente nada nesse sentido. Nenhuma mensagem, nenhum e-mail, nem nada. Marcelo Miller, ao prestar auxílio aos colaboradores e orientá-los, não agiu no interesse do Ministério Público Federal MPF, muito pelo contrário. Sua conduta sempre foi nitidamente para o interesse próprio e particular”, afirmou.

De acordo com o subprocurador-geral, o procedimento ilícito de Miller não pode ser tido como “uma conduta da instituição do Ministério Público Federal”. “Os colaboradores não foram orientados e conduzidos pelo Ministério Público Federal na figura de Marcelo Miller a realizar a colaboração premiada. O que houve foi a atuação ilícita de Marcelo Miller em prestar auxílio aos colaboradores antes de se desligar do MPF. Não se vê como a participação de Marcelo Miller possa ter comprometido a vontade livre e consciente dos colaboradores em fechar o acordo”, sustentou.

Aécio admitiu que o empréstimo de R$ 2 milhões que requereu a Joesley Batista foi “impróprio” e que cometeu um “erro”

Outro lado

Nesta segunda-feira, 16, na véspera do julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF) que pode torná-lo réu, Aécio admitiu que o empréstimo de R$ 2 milhões que requereu a Joesley Batista foi “impróprio” e que cometeu um “erro”. Porém, o senador negou que tenha cometido os crimes de corrupção passiva e obstrução de Justiça, pelos quais é acusado. Em entrevista, Aécio disse ter sido vítima de um “enredo predeterminado” construído pela defesa do empresário e membros do Ministério Público.

abr
18
Posted on 18-04-2018
Filed Under (Artigos) by vitor on 18-04-2018
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Paixão, na Gazeta do Povo (PR)

abr
18
São Paulo
Sede da superintendência da PF em Curitiba, onde Lula está preso.
Sede da superintendência da PF em Curitiba, onde Lula está preso. Antonio Lacerda EFE

Um carro com roupas e documentos pessoais como RG, passaporte e talão de cheque do ex-presidente Lula foram furtados em Curitiba. O automóvel pertence a um assessor do petista e estava estacionado no bairro São Francisco, região central da cidade, no momento do crime. O Departamento da Polícia Civil do Paraná confirmou que um Boletim de Ocorrência foi registrado e que o caso está sendo investigado pela Delegacia de Furtos e Roubos de Curitiba. Mas não disse se o crime ocorreu nesta segunda ou terça-feira.

O bairro São Francisco fica a cerca de nove quilômetros da sede da superintendência da Polícia Federal do Paraná, onde Lula cumpre pena desde o dia 7, condenado a 12 anos e 1 mês de prisão por corrupção no caso do tríplex do Guarujá.

Na tarde desta terça-feira, 11 senadores, membros da Comissão de Direitos Humanos do Senado, fizeram uma visita para inspecionar as condições em que o petista está detido. Dentre eles, a presidenta do PT, senadora Gleisi Hoffmann, que, na saída, confirmou à imprensa a notícia do furto. “Estamos muito preocupados com isso”, afirmou.

A senadora afirmou que além dos documentos, roupas de cama e cartas que os apoiadores de Lula escreveram para ele também foram levados com o automóvel. “Pode ter sido um furto casual, um arrombamento, mas estamos preocupados, porque pode ter sido outra coisa inclusive”, disse. “Pessoas que sabem onde a assessoria do presidente anda…. estamos falando da segurança do ex-presidente e dos seus familiares”. A senadora também cobrou “responsabilidade na apuração dos fatos” da Secretaria de Segurança Pública do Paraná.

DO BLOG O ANTAGONISTA

Lula, o isolado

 

João Capibaribe, um dos 11 senadores lulistas que foram hoje visitar o chefe na sala em que ele está preso na PF de Curitiba, disse à Folha que a diligência foi uma “visita política” a um “preso político”.

Segundo o senador do PSB, as instalações em que Lula está são “razoáveis”, mas eles estão preocupados com o isolamento do ex-presidente.

“É um homem interativo que passava os dias conversando e hoje está muito isolado. O advogado está sempre presente, mas precisa ter diálogo com mais pessoas.”

O encontro dos lulistas com o chefe durou duas horas. Além de Capiberibe, estiveram lá os petistas Humberto Costa, José Pimentel, Fátima Bezerra, Paulo Paim, Paulo Rocha, Regina Sousa, Lindbergh Farias e Gleisi Hoffmann, mais Vanessa Grazziotin (PC do B) e Lídice da Matta (PSB).

abr
18

As quatro maiores instituições financeiras do Brasil – Banco do Brasil, Itaú Unibanco, Bradesco e Caixa Econômica Federal – concentram 78,51% das operações de crédito no País, conforme dados divulgados nesta terça-feira, 17, no Relatório de Estabilidade Financeira (REF), do Banco Central. Os números referem-se ao mês de dezembro (fim do segundo semestre de 2017).

Em junho do ano passado, o porcentual era de 78,65% e, em setembro, de 78,64%.

Essas quatro instituições concentram 72,69% dos ativos e 76,35% dos depósitos. Em junho, os porcentuais eram de 72,99% e 76,74%, respectivamente.

A série histórica informada pelo Banco Central, iniciada em dezembro de 2007, mostra que desde a crise financeira global, que estourou em 2008, os níveis de concentração nos quatro maiores bancos vêm aumentando.

Em dezembro de 2007, eles abarcavam 54,68% das operações de crédito, 53,05% dos ativos e 59,34% dos depósitos.

Unicamente Mancini. Grande Manci, primeiro e único!

BOA NOITE!!!

 

(Gilson Nogueira)

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