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Posted on 09-04-2009
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O padre Marcelo Rossi, celebridade da igreja católica no Brasil e um dos maiores vendedores de disco do País canta neste vídeo, gravado ao vivo em uma celebração , em dupla com o cantor Belo, outro recordista da música, que tem atravessado longo inferno astral desde que foi preso, julgado e condenado por parceria com tráfiicantes de drogas. Aqui o padre artista e o cantor em liberdade interpretam “Noites Traiçoeiras”, sucesso maior nos cultos nas igrejas brasileiras há mais de dois anos, escolhido por Bahia em Pauta como a canção do dia para esta Quinta-Feira Santa.

(Vitor Hugo Soares)

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Posted on 09-04-2009
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Governador Wagner com ministro Gilmar/ Imagem STF

Segue sem trégua a guerra do governo Jaques Wagner com os auditores fiscais da Secretaria da Fazenda do Estado da Bahia, sob o comando do decretário Carlos Martins. A ida do governador pessoalmente a Brasília para implementar o novo Redutor Salarial para os Auditores Fiscais no STF e conseguir a suspensão de segurança é encarada pelos auditores como a comprovação da intenção do governo do “prejudicar os Auditores Fiscais”, como está registrado com todas as letras no site do IAF-Sindical, como é conhecido o Sindicato dos Auditores da Bahia.

Isto começou, segundo o pessoal do Fisco em greve, com a aprovação do PL 17.713/2008 (”Trem da Alegria” no FISCO) e com a intensificação dos estornos salariais advindos do projeto. Para reforçar o respaldo a seus argumentos , o IAF-Sindical está distribuindo entre seus associados , notícia da assessoria do Supremo, publicada no site do STF no dia 07 de abril, cujo conteúdo O Bahia em Pauta reproduz a seguir:
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“Governador da Bahia pede manutenção do teto salarial do funcionalismo público

O governador do Estado da Bahia, Jaques Wagner, esteve nesta terça-feira (7) com o presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Gilmar Mendes, para defender a manutenção do teto salarial do funcionalismo público estadual, que hoje é limitado pelo salário do governador. De acordo com ele, o governo estadual vai recorrer ao STF contra uma liminar concedida pelo Tribunal de Justiça da Bahia em favor dos auditores, que aumentou esse teto para o equivalente ao do Judiciário local.

Para o governador, o aumento do teto salarial do funcionalismo público estadual pode causar a desorganização das finanças do estado num momento em que as contas públicas estão sofrendo com a crise financeira”.

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A suspensão de segurança foi concedida ontem, dia 08 de abril. Auditores da Fazenda da Bahia chamam a atenção para a alegação do geverno de que o aumento do teto salarial do funcionalismo público estadual pode causar a desorganização das finanças do Estado no momento em que as contas públicas estão sofrendo com a crise financeira.

Para os auditores, em lugar de se preocupar com o derretimento acelerado da arrecadação estadual – R$ 518 milhões a menos de ICMS atualizado pelo IGPM de dezembro até março – o governador trabalha para instituir novo Redutor Salarial para os Auditores, promover equiparação branca e ”azedar” de vez o clima na SEFAZ. O impacto real na folha da SEFAZ é de apenas 300 mil mensais , que os Auditores consideram irrelevante no montante das finanças estaduais.
O rufar dos tambores, de lado a lado, indica que a guerra dos Auditores Fiscais com o governo Wagner está longe de acabar.

abr
09
Posted on 09-04-2009
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Nesta quinta-feira da Semana Santa o Bahia em Pauta começa as atividades do dia com poesia, mas sempre com tudo a ver com informação e opinião, como é do jeito de ser deste site-blog. São alguns versos do poema “O Tocador de Atabaques”, de autoria do poeta fluminense Eduardo Alves da Costa, que o delegado da Polícia Federal, Protógenes Queiroz (nascido em Salvador mas criado em Niteroi, declamou ontem, 08//04, antes de iniciar o seu polêmico (como sempre) depoimento na CPI dos Grampos, do Congresso.

Tem duplo valor, por servir como referência da estratégia de comportamento assumida pelo delegado que conduziu a Operação Satisagraha, e por homenagear um dos melhores e mais relegados poetas brasileiros, cujos versos vibravam no tempo da resistencia dos anos 79, principalmente na voz dos jovens dentros das universidades e nas grandes manifestações contra a intolerância e pela volta das liberdades democrática em um país amordaçado. Vale a pena lembrar o poema, e ler de novo a obra essencial de Eduardo da Costa, para não esquecer.
(Vitor Hugo Soares)

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Eduardo da Costa

O TOCADOR DE ATABAQUE

Eduardo Alves da Costa

“”Querem meu verso de nariz para o ar, / equilibrando a esfera, / enquanto alguém bate com a varinha/ para me por no compasso. / Pedem-me que não seja violento/ e me mantenha equilibrado entre a forma e o fundo, / porque a platéia não deve sofrer emoções fortes”… Mas eu, nascido num tempo de sussurros, / tenho a voz contundente / e por mais que me esforce / não sirvo para cantar no coro ”…

…“Sei apenas tocar atabaques… Assim, me perdoem os amantes e os arquitetos dos labirintos./ Que as senhoras se protejam com o xale/ e os corações delicados se encostem na parede para fugir ás correntes de ar/ Bato no atabaque / até estourar os tímpanos fracos/ e chamo num grito de gozo as almas bravias/ para dançarmos juntos, mordidos pelas mentiras do mundo/ com os nervos envenenados/ e a jugular aos pinotes””…

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Posted on 08-04-2009
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Dantas:PF aperta o cerco
Enquanto o delegado Protógones Queiroz, condutor da Operação Satiagraha, prestava depoimento na tarde desta quarta-feira (8) na chamada CPI dos Grampos , a Polícia Federal cumpria mandado de busca e apreensão em escritórios do Banco Opportunity, no Rio de Janeiro, para obter os “livros fiscais de registro obrigatório da contabilidade”.

Em matéria produzida a quatro mãos pelos repórteres Cládio Leal e Thais Bilenky, a revista virtual Terra Magazine informa sobre a batida cujo mandado foi expedido pelo juiz Fausto De Sanctis, da Sexta Vara Federal de São Paulo, responsável pelo processo da Operação Satiagraha. O Opportunity havia se negado a apresentar os livros à PF. Procurado, informa Terra Magazine, o advogado do banco, Andrei Schmidt, atendeu ao telefonema , mas logo em seguida encerrou a ligação; alegou não ter ouvido.

Quase ao mesmo tempo em que, durante seu depoimento na CPI, transmitido pela Globo On-line e Band News em canais fechado, o delegado Protógenes informava que provavelmente ainda durante a reunião da CPI o País teria novidades importantes sobre desdobramentos da Satiagraha, os agentes da PF atuavam no Rio.Os advogados do Grupo Oportunity lançaram nota condenando a ação da Federal nos escritórios das empresas do empresário Daniel Dantas , “mpregnada de arbitrariedade”, segundo o advogado Schimidt.

“Foi executada exatamente no dia em que se inicia o feriado de Páscoa na Justiça Federal, com o evidente objetivo de dificultar a defesa”, diz o advogado na matéria publicada no Terra Magazine. E acrescenta:: “a razão para a Polícia Federal buscar, pela segunda vez, documentos que já tinha em seu poder é evidente: ciente de que a Operação Satiagraha é nula em sua origem, tenta-se novamente acessar documentos para conferir nova aparência a uma prova antiga, já viciada”.

Para a PF, no entanto, a medida tem justificativas sólidas e foi executada com aprovação judicial. “A apreensão de tais documentos fez-se necessária após surgimento de indícios de que as transferências de recursos entre as empresas do Grupo, por meio de contratos de mútuo e AFACs (Adiantamento de Futuro Aumento de Capital), poderiam estar relacionadas a práticas delituosas”.

Leia matéria completa e nota da PF no Terra Magazine ( http://terramagazine.terra.com.br )

abr
08
Posted on 08-04-2009
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O delegado que comandou a Satiagraha

Olho vivo: protegido por liminar do Supremo, que impede a submissão do depoente a constrangimentos, o delegado da Polícia Federal, Protógenes Queiroz, presta depoimento na tarde desta quarta-feira (8), à CPI dos Grampos do Congresso. O delegado que comandou a Operação Satiagraha em sua primeira e mais polêmica fase, virou alvo de inquérito que apura eventuais excessos cometidos durante a operação, que investiga crimes financeiros atribuídos ao banqueiro Daniel Dantas, do Banco Opportunity, já condenado a 10 anos de prisão em um dos processos.

Segundo a UOL ( do grupo Folha de S. Paulo), embora disponha de salvo-conduto do STF (Supremo Tribunal Federal) para se manter calado na comissão, o delegado mostrou disposição de falar. Protógenes disse que vai manter a versão de que agentes da Abin (Agência Brasileira de Inteligência) prestaram apenas colaboração “informal” à operação –embora membros da comissão tenham “vazado” já ter levantado que mais de 20 homens da agência participaram diretamente com a Satiagraha.Imperdível!

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08
Posted on 08-04-2009
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No artigo postado abaixo mais cedo, a jornalista Rosane Santana cita desde Boston, no estado americano de Massachusetts, onde ela reside atualmente, a composição “Fora da Ordem’, de Caetano Veloso. Bahia em Pauta aproveita a dica e oferece para começar o dia um revival desta música de letra tão atual e provocativa quanto o artista que a compôs e interpreta no vídeo do You Tube. Confira e opine.
(Vitor Hugo Soares)

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Posted on 08-04-2009
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OPINIÃO/JORNALISTAS

O QUE É SÓLIDO DESMANCHA NO AR

Rosane Santana*

“Dia do Jornalista, 7 de Abril. Recebo do amigo Vitor Hugo Soares , editor deste Bahia em Pauta, e-mail sugerindo um artigo sobre a data, “com análise da crise atual, os labirintos em que a profissão se debate atualmente e as perspectivas”. Antes mesmo de responder positivamente ao convite, uma frase saltou em minha mente: “Tudo que é sólido desmancha no ar”, do Manifesto Comunista (Karl Marx), que virou nome de livro do filosofo americano Marshall Berman (subtitulo: “A aventura da modernidade”). Lançado no Brasil há mais de 20 anos, é obra recorrente sempre que se quer entender a velocidade das transformações nos dias atuais.

“ Neste mundo, estabilidade significa tão somente entropia, morte lenta, uma vez que nosso sentido de progresso e crescimento é o unico meio de que dispomos para saber com certeza que estamos vivos. Dizer que nossa sociedade está caindo aos pedaços é apenas dizer que ela está viva e em forma”, analisa Marshall.

Acostumado a reportar os fatos, o jornalista profissional, em todo o mundo, parece atônito com as transformações que colocam a categoria no ollho do furacão. Uma rápida pesquisa em edições recentes de jornais e revistas publicados aqui nos Estados Unidos, por exemplo, demonstra que uma espécie de tsunami arrasta a midia impressa (grande geradora de empregos) para caminhos ainda desconhecidos, sem que se saiba exatamente onde tudo vai parar, a capacidade de adaptação e sobrevivência.

Alguns se arriscam a exercícios de futurologia, baseados numa conjuntura econômica de crise, que só fez agravar a situação pre-falimentar de muitas empresas jornalísticas, provocada pela perda paulatina de receitas tradicionais (assinaturas e vendas em bancas), com a migração de leitores para a Internet nos últimos anos. The New York Times publicou, no mês de março, matéria de capa em que profetiza o fim dos jornais em grandes cidades, informando que “há muitas candidatas” nos EUA.“As Cities Go From Two Papers to One, Some Talk of Zero” (“Como cidades vão de dois jornais para um, alguns falam de zero”) . Do mesmo grupo empresarial, o The Boston Globe, atuando no vermelho,anunciou esta semana que podera fechar as portas.

A Revista Time debruçou-se sobre o tema há cerca de dois meses e também deu matéria de capa com proposta do jornalista e escritor Walter Isaacson (editor da revista), sob o título “How to Save Your Newspaper” (‘Como salvar seu jornal”). “It’s now or never for America’s dailes” (É agora ou nunca para os diários americanos), diz ele, que sugere como saída o “micropayament sistem”, a cobrança de“um níquel no tempo” (na Internet), para que “o jornalismo volte ao caminho da prosperidade”. O leitor teria a opção de pagar por um artigo, por um dia de noticias, um mês etc. para ler revistas, blogs e outras medias.Alguns especialistas sugerem, como melhor saída, a assinatura mensal, a exemplo do que ocorre com as Tvs a cabo.

A migração para a Internet, alerta Isaacson, vai implicar na redução drástica de pessoal nas redações: “magazines e network-news operations will employ no more than a handful of reporters” ( a operação de revistas e redes de notícias empregará não mais do que um punhado de repórteres”).O diário Seatle Post-Intelligence, da costa oeste americana, conhecido também pelo nome de P-I, que migrou inteiramente para a plataforma digital, no mes passado, é uma prova disso. Reduziu de 165 para 20 o número de profissionais em sua redação.

Mudanças tambem a vista na televisão. Pesquisas recentes demonstram que a maioria dos jovens está preferindo a Internet à TV como fonte de notícias e informação, por ser uma mídia mais interativa. Mas não sejamos catastróficos. Multiplicidade de plataformas, com a Web liderando o processo, parece ser o formato futuro mais provável da midia. Mais diversidade e menos monopolização.

Na periferia do capitalismo, o Brasil é atingido em cheio pela crise, no momento em que a categoria ainda se debate com a questão da obrigatoriedade do diploma, a proliferação indiscriminada de cursos universitários de jornalismo e o salário base, especialmente na regiao Nordeste, o que me faz lembrar a frase de Caetano Veloso em “Fora da ordem”: “Aqui tudo parece que é ainda construção e já é ruina”.

E retornando novamente ao filósofo Marshall, deixo uma mensagem para os colegas: “Homens e mulheres modernos precisam aprender a aspirar a mudança: não apenas estar aptos a mudanças em sua vida social e pessoal, mas ir efetivamente em busca das mudanças, procura-las de maneira ativa…Precisam aprender a não se lamentar…Mas a deliciar-se na mobilidade…A olhar sempre na direcão de futuros desenvolvimentos em suas condições de vida e em suas relações com outros seres humanos”.

*Rosane Soares Santana é jornalista graduada pela Universidade Federal da Bahia (UFBA) e reside em Boston.

abr
08
Posted on 08-04-2009
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Bento VXI no traço de Banegas

O Vaticano anuncia para depois da celebração da Páscoa, semana que vem, a visita do Papa Bento XVI à região central da Itália, arrasada por um terremoto na madrugada da última segunda-feira, que matou mais de 250 pessoas segundo os dados oficiais mais recentes, deixou mais de 1.000 feridos de todas as idades (mais de 100 gravemente) e mais de 17 mil italianos estão desabrigados.

A cidade de L`Áquila, na região do epicentro do sismo devastador, fica a pouco mais de 100 quilômetros de Roma, onde se localiza também o Vaticano, sede da Igreja Católica.

Isto é que é agilidade e espírito de piedade!

(Vitor Hugo Soares)

abr
08
Posted on 08-04-2009
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Parreirais do Vale/Imagem Vinho Brasileiro(site)

Grazzi Brito, de Petrolina (PE), para Bahia em Pauta

Depois de terem apresentado na Universidade de Harvard (EUA) um estudo sobre a produção de vinho no Vale do São Francisco, os professores Marcos Fava Neves e Luciano Thomé e Castro, da Universidade de São Paulo, visitaram Petrolina(PE) nos dias 06 e 07 de abril. Em sua 49ª edição, o seminário norte-americano é um dos mais importantes do planeta no ramo do agronegócio. Os estudos publicados nele são debatidos por formadores de opinião em todo o mundo

Os professores coordenam o Projeto Integrado de Negócios Sustentáveis
(PINS), fruto de convênio firmado entre a Codevasf e a USP através do
Programa de Estudos dos Negócios do Sistema Agroindustrial (Pensa). O PNIS envolve estudos com 12 cadeias produtivas para o Vale do São Francisco (Juazeiro (BA) e Petrolina formam um dos principais polos de produção de vinho no País atualmente) ,que incluem análise completa de mercado, detalhamento de custos de produção agrícola, custos para indústria de transformação e logísticos.

Harvard – O evento no campus da Harvard em Boston foi realizado entre 11 e 14 de janeiro deste ano e serviu para que os pesquisadores destacassem a importância do Vale do São Francisco no desenvolvimento de novos modelos de agronegócios no Brasil usando como referência a produção de vinho da Vinibrasil, indústria vinícola instalada em Lagoa Grande (PE) – a 50 km de Petrolina –, e detentora de quatro marcas de vinho fabricado na região, exportado para diversas partes do mundo.

A versão 2009 do “Agribusiness Seminar” discutiu a rapidez das inovações
na indústria do agronegócio tendo em vista, entre outros parâmetros, as
economias emergentes, as mudanças de preferência dos consumidores e os
avanços tecnológicos no setor agroindustrial.

Grazzi Brito, jornalista, mora em Juazeiro (BA)

abr
07
Posted on 07-04-2009
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Pedro na Redação: Foto Arquivo: A Tarde


Nesta segunda-feira, 7 de abril, data em que se comemora o Dia do Jornalista, o repórter baiano, Pedro Souza foi sepultado no começo da tarde, no cemitério Quinta dos Lázaros. Pedro foi vitimado por um AVC (Acidente Vascular Cerebral ), que o atingiu à altura da ladeira de Brotas, quando se dirigia para sua residência, naquele bairro. Ele tinha 73 anos e estava aposentado do jornal A TARDE, onde trabalhou durante décadas, ao lado de várias gerações de jornalistas, inclusive este editor do Bahia em Pauta.

No começo, ainda na antiga séde do jornal na Praça Castro Alves, Pedro chamava a atenção pela maneira como se relacionava com a máquina de datilografia Remington. Usando apenas dois dedos da mão esquerda (ele perdeu parte do braço direito) conseguia ser mais ágil na elaboração de suas matérias que a maioria dos profissionais que enchiam a Redação naquela época. Em seguida, se evidenciava a sua eficiêcia de profissional polivalente, capaz de atuar com o mesmo desembaraço na cobertura de setores mais diversos – da Arquidiocese à Câmara de Vereadores. Ao lado do repórter policial Walmir Palma, formava dupla especial de um tipo de jornalistas que não se vê mais nas redações da Bahia.

Pedro, como Palma, sempre reagiu ao império do silêncio e da falta de diálogo nas redações com o advento da era dos computadores. Dotado de provocativo bom humor, mas sempre respeitoso com colegas e fontes, se destacava por seu jeito em geral sorridente e a voz suave e marcante de locutor do rádio baiano, onde se iniciou na profissão.

Pedro Souza trabalhou durante décadas, também, na Empresa Gráfica da Bahia, EGBA. Deixa viúva a professora Ieda Souza e dois filhos, Welton e Wellington. Além de muita saudade entre os que estiveram ao seu lado, no jornalismo e na vida.

(Vitor Hugo Soares)

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