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Posted on 11-05-2009
Filed Under (Artigos) by vitor on 11-05-2009

Depois do dilúvio dos últimos dias, o sol tenta aos poucos assumir o seu lugar cativo em Salvador. Ainda tímido, é verdade, mas já com a luminosidade suficiente para fazer a Baia de Todos os  Santos resplandecer – como vejo agora da minha janela -, matando um pouco da saudade dos que vivem por aqui e encnhendo os olhos dos que a visitam o ano inteiro.

Para celebrar o Bahia em Pauta escolhe “Enquanto houver sol”, dos Titãs, como música para começar esta segunda-feira baiana de outono com ar de domingo de primavera. Um hino ao sol para gregos e baianos.

(Vitor Hugo Soares)

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Posted on 11-05-2009
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Rogério:braçadas poderosas
rogerio

O Bahia em Pauta não poderia deixar passar sem registro um dos feitos esportivos mais importantes do último fim de semana no País: Sábado(9), no Rio de Janeiro, o baiano Luiz Rogerio Arapiraca quebrou o recorde sul-americano dos 800 metros livre, o mais prolongado da natação brasileira, que durava 27 anos e pertencia a Djan Madruga, uma das legendas da natação nacional.

Arapiraca, que no ano passado teve a sua capacidade física e técnica questionada, por vários críticos e analistas da natação, em razão dos resultados aquém das expectativas obtidos no PAM-RIO, no sábado deu o troco com braçadas poderosas: completou os 800 m no tempo de 7min58s20 superando o recorde que era de 7min59s85.

– É muita satisfação quebrar esse recorde. Ano passado estava nadando mal. Muitos diziam que o fundo (denominação dada às provas longas da natação) do Brasil estava acabado. Eu respondia que iria demorar mais iria chegar. Esta competição está sendo um sonho para mim – disse o baiano Arapiraca ao ser entrevistado no SporTV, depois do feito marcante para a natação brasileira, conseguido na disputa do Troféu Maria Lenk.

O campeão Djan Madruga fez questão de parabenizar pessoalmente o nadador baiano.

“Foram 29 anos esperando por isso. Adorei. Não esperava chegar aos 50 anos e ainda ver o recorde de pé”, disse Madruga ao SporTV.

Bravo Arapiraca! o Bahia em Pauta vibra também por seu feito notável. E deseja mais e maiores vitórias.

(Vitor Hugo Soares)

maio
11
Posted on 11-05-2009
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Olhos e ouvidos atentos para o segundo texto de José Saramago, Prêmio Nobel de Literatura, sobre os bastidores da gripe suina, nascida na América do Norte, e que espalha pelo mundo.

Em Salvador, um norte-americano, 43 anos, está internado desde às 19h30m de domingo (10) no Hospital Octávio Mangabeira, no bairro de Pau Miúdo, com suspeita de ter contraído a gripe suína, segundo informa o Jornal da Mídia (www.http://jornaldamidia.com.br).

“O homem, que não teve sua identidade revelada, está na Área de Isolamento do hospital. Ele chegou na última quarta-feira a Salvador, procedente de Washington, nos Estados Unidos.

Ao ser internado, ele apresentava os sintomas da gripe suína, como febre alta, diarréia, dor de cabeça e delírio.

A Secretaria de Saúde da Bahia deverá encaminhar ainda hoje (11) à Fundação Oswaldo Cruz, no Rio de Janeiro, o material de exame coletado do paciente.

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Medica alemã pesquisa gripe/Reuters
epidemia

GRIPE SUINA (2)

José Saramago ( http://caderno.josesaramago.org)

“Continuemos. No ano passado, uma comissão convocada pelo Pew Research Center publicou um relatório sobre a “produção animal em granjas industriais, onde se chamava a atenção para o grave perigo de que a contínua circulação de vírus, característica das enormes varas ou rebanhos, aumentasse as possibilidades de aparecimento de novos vírus, por processos de mutação ou de recombinação, que poderiam gerar vírus mais eficientes na transmissão entre humanos”.

A comissão alertou, também, para o fato de que o uso promíscuo de antibióticos nas fábricas porcinas – mais barato que em ambientes humanos – estava proporcionando o auge de infecções estafilocócicas resistentes, ao mesmo tempo que as descargas residuais geravam manifestações de escherichia coli e de pfiesteria (o protozoário que matou milhares de peixes nos estuários da Carolina do Norte e contagiou dezenas de pescadores).

Qualquer melhoria na ecologia deste novo agente patogénico teria que enfrentar-se ao monstruoso poder dos grandes conglomerados empresariais avícolas e ganadeiros, como Smithfield Farms (suíno e vacum) e Tyson (frangos). A comissão falou de uma obstrução sistemática das suas investigações por parte das grandes empresas, incluídas umas nada recatadas ameaças de suprimir o financiamento dos investigadores que cooperaram com a comissão. Trata-se de uma indústria muito globalizada e com influências políticas.  Assim como o gigante avícola Charoen Pokphand, radicado em Bangkok, foi capaz de desbaratar as investigações sobre o seu papel na propagação da gripe aviária no Sudeste asiático, o mais provável é que a epidemiologia forense do surto da gripe suína esbarre contra a pétrea muralha da indústria do porco. Isso não quer dizer que não venha a encontrar-se nunca um dedo acusador: já corre na imprensa mexicana o rumor de um epicentro da gripe situado numa gigantesca filial de Smithfield no estado de Veracruz. Mas o mais importante é o bosque, não as árvores: a fracassada estratégia antipandémica da Organização Mundial de Saúde, o progressivo deterioramento da saúde pública mundial, a mordaça aplicada pelas grandes transnacionais farmacêuticas a medicamentos vitais e a catástrofe planetária que é uma produção pecuária industralizada e ecologicamente sem discernimento.

Como se observa, os contágios são muito mais complicados que entrar um vírus presumivelmente mortal nos pulmões de um cidadão apanhado na teia dos interesses materiais e da falta de escrúpulos das grandes empresas. Tudo está contagiando tudo. A primeira morte, há longo tempo, foi a da honradez. Mas poderá, realmente, pedir-se honradez a uma transnacional? Quem nos acode?

maio
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Posted on 11-05-2009
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A jornalista e escritora carioca Aparecida Torneros decidiu: mesmo com o virus da gripe rondando por lá (por aqui também), ela embarca no Rio de Janeiro com um grupo de amigas, nesta segunda-feira (11) em sua primeira viagem à Europa.”Primeiro Espanha e Portugal. Depois, por seis dias, Paris”, informa a autora de “A Mulher Necessária”. Antes de pegar o avião, Cida Torneros escreveu a crônica a seguir, que compartilha com os leitores do Bahia em Pauta. Na volta, seguramente, muito mais histórias para contar. (VHS).
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Antoine e Marie – roteiro de um filme de amor na França

Aparecida Torneros

Ela chegou apressada no consultório do analista. Deitou-se no divã, esticou bem as pernas, ajeitou as almofadas, e foi avisando que andava muito cansada. O profissional que a conhecia tão bem, observou seus traços tensos, em rosto que, embora amadurecido, trazia sim, ares de menina assustada.

Foi então que Marie falou das suas perdas de velhinhos, pai, tios, agora a doença grave mas controlada da sua mãe, de outro tio, a vida se esvaindo nos corpos das pessoas que ela sempre amou tanto. Na verdade, eles são mesmo a fonte da sua própria vida, ela concluiu chorando. E disse mais, Marie lembrou de momentos da infância, quando essas criaturas a cobriram de mimos e alegrias, recordou a avó espanhola cuja terra vai visitar na próxima viagem. Seus olhinhos então faiscaram. Foi capaz de descrever pedacinhos de chão, nuances das cores do céu galego, e o bendito verde, o tal vede do lugar, que a “avuela” tanto elogiara. O psicólogo chamou de resgate essa necessidade dela de ir lá, na aldeia de onde seu sangue se originou, exatamente para render homenagem a uma ancestral imigrante, uma mulher à frente do seu tempo, que veio sozinha para o Brasil no início do século XX.

Cumprindo seu papel, o interlocutor perguntou sobre Paris. Ele sabia que Paris era um sonho que Marie e suas amigas acalentavam há décadas. Finalmente ia conhecer a magia da capital francesa. Então, Marie transformou-se. Um misto de ternura e alvoroço, sim, seus braços movimentaram-se, as risadas surgiram quase do nada, ela tentou definir o que a esperava na cidade-luz. Conseguiu dizer que havia o Antoine, que ele era um presente que Paris ia lhe dar, um amigo novo que lhe mostraria o encantamento do lugar, com ele, ela iria subir a Torre Eiffel, queria até sentir-se no céu de Paris, aconchegada ao carinho dele.

Um homem de verdade? O médico questionou? Desculpou-se pelo teor da pergunta,  já que Marie é uma escritora e inventa personagens, podia estar criando mais um e sonhando algo que depois ela tornaria realidade num dos seus livros. Talvez Antoine viesse a ser um herói de um conto de amor, ou o protagonista de um romance misterioso. Uma figura de alguém que Marie estava criando para preencher melhor suas fantasias e voar nas asas da imaginação fértil que sempre tivera. Afinal, o analista pensou, a menina que anda a chorar tantas perdas, precisa por, no lugar destas, uma história bonita, algo bem romântico, com ares e sabores de realização afetiva, tipo conto de fadas com busca de par perfeito, “Marie está derivando suas perdas e salvando sua mente, com um novo ente criado com a função de não deixá-la enlouquecer diante da solidão que a cada dia mais a invade”, foi o que ele pensou, olhando aquela mulher-menina ali, deitada e relatando a história dela e de Antoine.

Vestida com camisa larga e longa, cor bege, pernas torneadas em legging de cotton com estampa em xadrez, tons de marrom, os cabelos soltos espalhados nas almofadas, mãos de unhas pintadas de um vermelho-paixão, o rosto lavado, um colar comprido de onde uma madrepérola em forma de sol pendia brilhando, assim ele a via, uma viajante que lhe contava sobre seus sonhos parisienses.

A sessão devia terminar, mas ela estava no auge da descrição sobre o que esperava dos seus momentos com Antoine,  já que este viria de longe, a mais de 500 km de Paris, e , juntos, passariam pelo menos um dia a passear nas ruas e nos cafés da cidade. Ela sabia que voltariam no tempo. Algumas almas de amantes de séculos anteriores os iriam acompanhar, talvez uma legião delas, satisfeitas pela disposição do casal em vivenciar aquele gênero quase ultrapassado de enternecimento e desejo.

Caminhariam de mãos dadas, ela relatou, se abraçariam ao parar em determinados lugares, para olharem juntos a paisagem e seus olhos fixariam nas retinas quadros inesquecíveis pintados por suas memórias, com aura de eternidade. Seriam os pintores da sua obra de arte, uma sequência de imagens em branco e preto, em seguida, evoluiriam para peças coloridas, onde estariam protegidos por roupas dos séculos dos Luizes franceses, e se sentiriam com membros de uma corte irresponsável, insensível ao clamor da gente pobre.

Não, Marie emendou a tempo, ela e Antoine, eram dois camponeses em busca de melhores oportunidades de vida na cidade grande. E ali estavam, para obter o pão, não os brioches, eles eram trabalhadores, fariam de tudo para sobreviver no meio de um mundo tão desigual. Talvez ela pudesse ajudar senhoras a se enfeitarem para seus amados, penteá-las, seria uma boa dama de companhia. Antoine, um bom cocheiro, um condutor de carruagens. E, nos instantes roubados do tempo, eles marcariam encontros fortuitos, em recantos à beira do rio Sena.

Marie e Antoine se beijariam, pela primeira vez, bem no meio de uma linda ponte, com as águas passando sob seus pés, o mundo avançando, e seus olhos fechados, guardando o futuro.

Ao acordarem, ela disse ao analista, veriam que estavam no século XXI, vestiam-se de jeans e jaquetas, calçavam um desses esportivos tênis para caminhada, e, a Paris dos turistas fervia à sua volta. Descobririam que todos tinha tanta pressa, inclusive eles se viram assim também, correndo contra o tempo, precisavam se amar em ritimo alucinante, tudo estava tão programado na vida de ambos, que só seria possível entender que era mesmo um acelerado sonho aquilo tudo.

Daí, que, fechando a sessão de análise, Marie deu um pulo do sofá buscou as sandálias, foi se despedindo e explicando que ela não inventara Antoine, que ele era real, só que ela o esperava há muitos séculos. Acrescentou que todos, na humanidade, aguardam centenas de anos pela realização de seus sonhos mais profundos.

Deu então um beijo no rosto do analista, e, carinhosamente, sussurrou: – Ora, ninguém melhor que você para entender que nosso inconsciente é como uma alma perdida vagando a buscar histórias escondidas, não é? Pois, acabo de achar uma delas, e nem tenho como fugir desse enredo, porque ele é como eu sonhei por toda a vida. Antoine me espera, vou voar para estar junto dele, depois de mil cartas de amor que não chegaram, que se extraviaram em porões de navios piratas, estamos na era do computador. Nos encontramos na internet, gravamos nossas conversas, salvamos na pasta de favoritos, trocamos mensagens de carinho, fotos, já nos telefonamos, e agora, já nos sentimos mesmo é nas ruas de Paris,  juntinhos, rindo à-toa.

Marie desceu então as escadas para a saída do prédio, sentiu a mirada do seu analista que acompanhou seus passos, suas costas captaram e seus sentidos decifraram como ele a definiu, internamente:

– ” Uma boa contadora da própria história”

Foi nesse instante, que ele, por acompanhá-la há tantos anos, desejou com sinceridade, que Antoine não a decepcionasse.”Marie merece criar uma história com final feliz”, ele concluiu!

Aparecida Torneros, jornalista e escritora, mora no Rio de Janeiro.

maio
10
Posted on 10-05-2009
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Suinos sob suspeita
gripe

No site “O Caderno de Saramago”, o escritor português José Saramago, Prêmio Nobel de Literatura, escreve sobre a epidemia de Gripe Suina que começou no México e nos Estados Unidos e já espalha por vários continentes e países – incluindo o Brasil onde já foram confirmados 8 casos.
Saramago dá ao assunto um enfoque novo e fora dos padrões habituais da imprensa diária, a começar por um mergulho nos bastidores “da anunciada pandemia”. Confira a seguir no Bahia em Pauta. (VHS)

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GRIPE SUINA (1)

Por: José Saramago

“Não sei nada do assunto e a experiência direta de haver convivido com porcos na infância e na adolescência não me serve de nada. Aquilo era mais uma família híbrida de humanos e animais que outra coisa. Mas leio com atenção os jornais, ouço e vejo as reportagens da rádio e da televisão, e, graças a alguma leitura providencial que me tem ajudado a compreender melhor os bastidores das causas primeiras da anunciada pandemia, talvez possa trazer aqui algum dado que esclareça por sua vez o leitor. Há muito tempo que os especialistas em virologia estão convencidos de que o sistema de agricultura intensiva da China meridional foi o principal vetor da mutação gripal: tanto da “deriva” estacional como do episódico “intercâmbio” genómico. Há já seis anos que a revista Science publicava um artigo importante em que mostrava que, depois de anos de estabilidade, o vírus da gripe suína da América do Norte havia dado um salto evolutivo vertiginoso. A industrialização, por grandes empresas, da produção pecuária rompeu o que até então tinha sido o monopólio natural da China na evolução da gripe. Nas últimas décadas, o setor pecuário transformou-se em algo que se parece mais à indústria petroquímica que à bucólica quinta familiar que os livros de texto na escola se comprazem em descrever…

Em 1966, por exemplo, havia nos Estados Unidos 53 milhões de suínos distribuídos por um milhão de granjas. Atualmente, 65 milhões de porcos concentram-se em 65.000 instalações. Isso significou passar das antigas pocilgas aos ciclópicos infernos fecais de hoje, nos quais, entre o esterco e sob um calor sufocante, prontos para intercambiar agente patogénicos à velocidade do raio, se amontoam dezenas de milhões de animais com mais do que debilitados sistemas imunitários.

Não será, certamente, a única causa, mas não poderá ser ignorada. Voltarei ao assunto”.

maio
10
Posted on 10-05-2009
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Goleiro Viáfara:nome do jogo
goleiro

Que Arena da Baixada que nada!

O Vitória não se intimidou nem diante do estádio, nem da torcida, nem do adversário e surpreendeu o Atlético-PR, neste domingo (10), batendo o time paranaense por 2 a 0.  Assim, o time baiano larga na frente do Campeonato Brasileiro, vencendo fora de casa no confronto de rubro-negros.

Os gols foram marcados por Wallace, no primeiro tempo e Leandro Domingues,  no fim da partida. O goleiro Viáfara, com defesas sensacionais em momentos cruciais foi considerado o grande nome da partida por analistas da Bahia e do Paraná.

Com este resultado o Vitória soma seus primeiros três pontos no Brasileirão e larga na linha de frente dos competidores. Enquanto isso, o Atlético sofreu sua segunda derrota seguida, em jogos por competições nacionais. Anteriormente, havia sido derrotado por 2 a 0 pelo Corinthians e eliminado da Copa do Brasil.

O Furacão ocupa a 19ª posição, sem somar pontos. Pelo Brasileiro, os dois times voltam a jogar no próximo domingo. O Atlético enfrenta o São Paulo, no Morumbi, às 16h. No Barradão, em Salvador, o Vitória recebe o Sport Recife no grande clássico nordestino, às 18h30. Antes, na quarta-feira, o Rubro-negro baiano joga com o Vasco,  no Rio,  pelas quartas-de-final da Copa do Brasil.

Salve o Leão!

(Vitor Hugo Soares)

maio
10
Posted on 10-05-2009
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Deputado Mão Branca
deputado
Ministro Geddel
geddel

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Deu no Jornal

“Bomba, Bomba”, como diria Ibrahim Sued se vivo estivesse:

Em sua coluna no jornal “Folha de S. Paulo”, o jornalista Fernando Rodrigues, da Sucursal de Brasília, informa: A Câmara dos Deputados paga o salário de um piloto que trabalha conduzindo o avião particular do ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima. Francisco Meireles é contratado como secretário parlamenta, com salário de R$ 8.040, no gabinete do deputado Edigar Mão Branca (PV-BA).

Segundo Rodrigues, o piloto é um desconhecido na Câmara. “A Folha telefonou para o gabinete de Mão Branca na quinta-feira duas vezes. Perguntou pelo secretário parlamentar Francisco Meireles. A secretária, Jose, disse não haver ninguém com aquele nome trabalhando lá. A reportagem insistiu. Quis saber se esse funcionário trabalhava na Bahia, Estado do deputado.

“Não, não. Nem no Estado. Eu tenho a lista aqui de todos [os funcionários]. Nunca teve Francisco Meireles, Meireles, nunca teve. Alguém deve ter te dado o número [de telefone] errado”, explicou a secretária.

Mas a negativa não foi suficiente para convencer o jornalista, que seguiu investigando e descobriu entre outras coisas mais, segundo está em sua coluna de hoje:

“Mão Branca é suplente de Geddel, que está licenciado do cargo de deputado federal, pelo PMDB da Bahia, desde o início de 2007, quando foi nomeado ministro pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em 20 de março daquele ano, o suplente assumiu a cadeira.
O caso é mais um envolvendo congressistas e viagens aéreas. Além da farra de passagens usadas de maneira indiscriminada no Congresso, houve também registro de vários senadores e deputados alugando jatinhos com dinheiro público. Um deles, o senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), gastou cerca de R$ 500 mil com o uso de aviões particulares.

Segundo Mão Branca, conhecido por usar um chapéu de couro, o piloto Francisco Meireles já trabalhava no gabinete de Geddel no passado. Não há registro, entretanto, dessa contratação nos arquivos da Câmara. O ministro também nega a versão, dizendo nunca ter empregado Meireles.
Ao pesquisar o assunto, a Folha encontrou o ato de nomeação de Meireles como secretário parlamentar num “Suplemento ao Boletim Administrativo nº 42″, de 3 de março de 2008 – cerca de um ano depois da posse de Mão Branca”

“Bomba, Bomba”, diria Ibrahim.

(Postado por:Vitor Hugo Soares).

LEIA INTEGRA DA DENÚNCIA NO PORTAL UOL, DA FOLHA (http://www.uol.com.br)

maio
10
Posted on 10-05-2009
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E por falar no assunto, que tal Rita Lee, na antológica “Miss Brasil 2000?”, para festejar a vitória de Larissa, a Miss Rio Grande do Norte, e alegrar a comemoração deste domingo das Mães? Com vocês, Rita Lee.

maio
10
Posted on 10-05-2009
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Miss Brasil 2009
miss
A miss Rio Grande do Norte, Larissa Costa, 25 anos, foi a grande vencedora na madrugada deste domingo (10) do concurso Miss Brasil em sua edição 2009,  patrocinado pela Rede Bandeirantes.

Larissa representará o País no Miss Universo deste ano, que se realizará nas Bahamas, depois de vencer outra 26 concorrentes, inclusive duas baianas que desfilaram na passarela do concurso na noite passada: A miss Bahia, Paloma Vega, e Miss São Paulo, Silvia Novais, 22, anos, natural de Salvador e criada em Campinas (SP).

A representante  potiguar manteve uma disputa acirrada e cheia de suspense com as demais candidatas do concurso,  realizado em São Paulo. A vitória rendeu à nova Miss Brasil um prêmio de R$ 200 mil, um carro, joias e roupas, “além da emoção de representar meu estado e meu país, que não tem preço”, como  afirmou, com os olhos cheios de lágrimas, a vencedora.

Em segundo lugar ficou a candidata de Minas Gerais, Rayanne Morais. O terceiro posto foi para Denise Ribeiro, do Distrito Federal. As duas baianas ficaram entre as 10 mais belas do Brasil.

(Vitor Hugo Soares, com TV Band e agências de notícia)

maio
10
Posted on 10-05-2009
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Vem de Belmont, localizada na área da baia de San Francisco, cidade irmã de Salvador, na distante costa oeste dos Estados Unidos,  a sugestão da música para começar o dia neste domingo (10) dedicado às mães.  É da advogada, leitora e colaboradora deste site-blog, Regina Soares, que dedica a canção do cearense Belchior, na voz e interpretação incomparáveis da gaúcha Ellis Regina, a todas as mães do Brasil (como ela própria), com os olhos voltados para os filhos (Pablo e Gabriela, e a neta Cloe), tão longe e tão perto. Se você, leitora ou leitor, também tiver uma proposta de canção apropriada para a data é só mandar, que o Bahia em Pauta acolherá de coração aberto durante este Dia das Mães- 2009.

(Vitor Hugo Soares)

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