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BOA NOITE!!!

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DEU NO DIÁRIO DE PERNAMBUCO

O baixista Lenine Castro dos Santos, integrante da banda do grupo “Reginho e Banda Surpresa”, morreu na madrugada de hoje em um acidente envolvendo o ônibus da turnê que levava os músicos do Rio de Janeiro para o Recife. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF) o acidente aconteceu por volta das 1h30, no Km 60 da BR-110, na cidade de Jeremoabo, interior da Bahia. Além da morte, o acidente ainda fez um ferido grave e 25 vítimas de escoriações leves.

Vinte e sete pessoas estavam no ônibus no momento do acidente. O estado grave é o da dançarina Márcia, que teve fratura exposta em uma das pernas. Todas as vítimas foram levadas ao Hospital Nair Alves de Souza, em Paulo Afonso. Reginaldo Alves da Silva, 39 anos, o Reginho, não teve ferimentos graves, e outros três integrantes da banda, todos aguardando o resultado de exames. Os demais integrantes do grupo feridos foram socorridos para um hospital de Jeremoabo.

De acordo com as primeiras informações, o motorista do ônibus tentou livrar de outro veículo que vinha na contramão, desviou para o canteiro e o veículo acabou capotando.

Música de sucesso

Reginho, músico de Paulista, Região Metropolitana do Recife (RMR), ficou famoso depois que um vídeo feito durante brincadeira tornou-se um fenômeno na internet. Com o hit “Minha mulher não deixa não” o grupo ganhou as paradas do sucesso e é protagonista da nova campanha do Ministério da Saúde para incentivar o uso de camisinha no carnaval 2011.

fev
24
Posted on 24-02-2011
Filed Under (Artigos, Ivan) by vitor on 24-02-2011


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OPINIÃO POLÍTICA

O perigo da delegação de poder

Ivan de Carvalho

Bem, é quase irrelevante o reajuste do salário mínimo que está sendo concedido para este ano, por proposta do governo e aprovação do Congresso Nacional – o novo valor, de R$ 545,00, foi aprovado por ampla maioria na Câmara dos Deputados e não sofre ameaça no Senado.

A necessidade alegada pelo governo e aceita pelo Congresso de ser tão avaro na fixação do novo mínimo este ano é a de que não houve crescimento do Produto Interno Bruto em 2009, fato a que está legalmente vinculado qualquer acréscimo no valor real do salário mínimo, segundo acordo feito entre o governo e as centrais sindicais, com a chancela legal ulterior do Congresso.

Os assalariados e aposentados que ganham mínimo legalmente permitido ou algo ligeiramente superior a isso vão ter que engolir a pílula, que pela pouco inspirada argumentação do governo nem se pode considerar “dourada”. A argumentação oficial, de manutenção de uma legislação que estabelece política permanente de reajuste do salário mínimo, não é suficiente para dourar a pílula.

Para oferecer uma argumentação verdadeira, o governo deveria abrir o jogo, confessando que está em dificuldades fiscais por conta, não das medidas de renúncia fiscal e outras adotadas para minorar, no país, a crise financeira internacional de 2009 – operação que se reconhece bem sucedida, desde que não se pretenda alegar que vários setores da economia foram duramente atingidos –, mas principalmente pela gastança descontrolada para garantir que o então presidente Lula pudesse reduzir praticamente a zero o risco de perder as eleições para sua sucessão e ficasse o PT excluído do Poder Executivo que domina há 12 anos e deverá dominar por, pelo menos, mais quatro.

A gastança passada, inchando a máquina do Estado, inflando a propaganda do pouco feito e do muito não feito (mas apresentado com a aparência do perfeito e acabado), o dinheiro liberado sem os devidos critérios, o gasto mal feito e descontrolado – isto sim gerou a crise fiscal que está provocando, por enquanto, o corte de R$ 50 bilhões no Orçamento da União e que inviabiliza, no entender do governo, um reajuste não humilhante para o salário mínimo. E isto exatamente quando os alimentos – que tanto pesam no orçamento familiar de quem ganha salário mínimo – lideram a elevação dos preços no país.

Mas, além da esqualidez do reajuste, há um outro problema, um risco muito maior – a possibilidade (alta) de aprovação, pelo Senado Federal, como ocorreu na Câmara, de reajuste do salário mínimo, até o fim do mandato da presidente Dilma Rousseff, por decreto, ao invés de através de lei. Desta forma, o Executivo fará o que quiser, como quiser e sem ter que discutir com ninguém nem ver sua vontade submetida a decisão do Congresso.

Além das medidas provisórias, agora essa de decretos delegados por lei. Primeiro, para reajustar o salário mínimo. Depois, para mil outras coisas polêmicas, talvez. Uma vez arrombada a porta…


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Album: The Eminent J.J. Johnson vol.2 (1954) J.J. Johnson: trombone Wynton Kelly: piano Charles Mingus: bass Kenny Clarke: drums Sabu Martinez: congas Composition: Burton Lane, E.Y. “Yip” Harburg
Coisas de mestres
BOA NOITE!!!


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“Samba de Gesse”, para encher de saudade a praia de quem ama e amou, como o poeta.

Boa tarde. (Gilson Nogueira)

Samba de Gesse
Vinícius de Moraes e Toquinho

Até parece
Que eu conhecia sempre você
Que me aparece
Quando eu não via jeito de ser
A gente esquece
Que a gente muda de bem-querer
Ah, se eu pudesse
Tinha esperado só por você
Quando amanhece
Eu ao meu lado vejo você
Eu digo em prece
Que a vida é linda como você
Eu que era louco
Eu que era triste
Deixei de ser
Até parece
Que só existe eu e você


José Eduardo dos Santos: 32 anos no poder e críticas pelos
altos índices de corrupção em seu governo/EFE/TM
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Deu em TERRA MAGAZINE

Claudio Leal


As rebeliões populares no Oriente Médio estimularam a articulação de um movimento, em Angola, para derrubar o presidente José Eduardo dos Santos, há 32 anos no poder. Sucessor de Agostinho Neto, um dos ícones da luta pela Independência, Santos assumiu em 1979 a presidência do País e do MPLA (Movimento Popular de Libertação de Angola). Em 1992, passou por um tumultuado pleito, o qual reacendeu a guerra civil. Com a nova Constituição, a próxima eleição presidencial está prevista para 2012.
O manifesto “A Nova Revolução do Povo Angolano” se espalha nas redes sociais, repercute em jornais online dos países de língua portuguesa e foi amplificado por uma nota da Agência France-Presse. “Em toda Angola, vamos marchar com cartazes exigindo a saída do Ze Du, seus ministros e companheiros corruptos”, anunciam. O ato central está marcado para o Largo da Independência, em Luanda, no dia 7 de março.
A combustão pode vingar, mas existe no povo angolano um sentimento de cansaço, depois de uma longa e devastadora guerra civil, encerrada somente em 2002. Terra Magazine procurou ouvir os líderes do movimento e trocou e-mails com “Agostinho Jonas Roberto dos Santos”, que se apresenta como principal organizador dos protestos. Ele usa um pseudônimo que agrega os nomes de personagens da história contemporânea de Angola: Agostinho Neto, Jonas Savimbi, Holden Roberto e o próprio José Eduardo dos Santos. Preferiu não se identificar e afirma que não há outros manifestantes por trás do nome. “Eles vão matar alguns de nós, mas no fim não vão conseguir matar-nos todos”, diz.
– Entendemos que a mídia e algumas pessoas dentre o povo angolano estão preocupados com a minha cara e eu garanto-lhe que darei a cara no momento propício porque ainda estamos na fase de mobilização das massas.
Assinada por Sergio Ngueve dos Santos, uma carta foi dirigida ao secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, e ao presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, com o pedido de “ajuda e observação”. Há divisão entre os opositores angolanos. Em entrevista a uma rádio, o jornalista e ativista Rafael Marques, que mantém um site anti-corrupção, criticou o manifesto e disse que teme “um banho de sangue”, pois “os angolanos são profundos praticantes e conhecedores da violência”. “É preciso estruturar a sociedade no sentido de se preparar para o pós-Eduardo dos Santos”, defendeu Marques.
O líder anônimo, que não se assume como Sergio Ngueve dos Santos, garante que o movimento é composto por membros de todos os partidos políticos do País, mas não possui um caráter político-partidário. No centro das exigências, a realização de eleições periódicas e o fim da era “Zé Du”.
– Estamos cansados desta ditadura de quase 32 anos e queremos ser liderados por vários líderes em cada 5 ou 10 anos, o que acreditamos será uma verdadeira democracia, visto que o país será dirigido por diferentes pessoas com visões diferentes para o bem do povo angolano.
O MPLA já se pronunciou contra o movimento, o que sugere a expectativa de uma dura repressão aos anunciados protestos em Luanda e no resto de Angola. Criticado por causa de sua longevidade no poder, além dos casos de corrupção no governo, Santos tem o controle das Forças Armadas e conta com uma força simbólica sobre o País. Nesta entrevista, o líder reconhece o desejo de paz do povo angolano. Entretanto, argumenta que os jovens possuem outra mentalidade:
– Um jovem angolano disse, e com razão, que o povo de Angola já não é aquele povo de 20 anos atrás. Atualmente conhecemos a besta que vamos derrubar e não somos intimidados pelas ameaças mesquinhas do corrupto Dino Matross (secretário-geral do MPLA).
Confira a entrevista.
Terra Magazine – Agostinho Jonas Roberto dos Santos é um nome composto de lideranças políticas angolanas: Agostinho Neto, Jonas Savimbi, Holden Roberto e Eduardo dos Santos. Quantas lideranças estão por trás do atual movimento? Por que a preferência pelo anonimato no manifesto “Nova Revolução Angolana”?
“Agostinho dos Santos” – O pseudônimo Agostinho Jonas Roberto dos Santos pertence a um só indivíduo que é o lider deste movimento. O movimento foi formado por jovens angolanos. A escolha do nome tem caráter simbólico, baseando-se na sequência de vida e morte dos protagonistas, sem querendo desejar a morte de José Eduardo dos Santos. O MRPLA não pertence a nenhum partido político angolano (lê ‘about’ em www.revolucaoangolana.webs.com), mas representamos o conjunto do povo angolano pela nossa diversidade provincial, tribal, racial, cultural, e muito mais.
Entendemos que a mídia e algumas pessoas dentre o povo angolano estão preocupados com a minha cara e eu garanto-lhe que darei a cara no momento propício porque ainda estamos na fase de mobilização das massas e seria precoce e perigoso mostrar a cara.
Vocês acham que uma movimento pela substituição do presidente José Eduardo dos Santos, que está há 32 anos no poder, tem as mesmas chances de prosperar que os protestos no Egito, na Tunísia e na Líbia?
Acreditamos na mudança, principalmente porque estamos cansados das injustiças e da falta de interesse dos nossos governantes que para além de perpectuarem a exploração ao povo, perderam o sentido de criatividade e inovação. Estamos cansados desta ditadura de quase 32 anos e queremos ser liderados por vários líderes em cada 5 ou 10 anos, o que acreditamos será uma verdadeira democracia, visto que o país será dirigido por diferentes pessoas com visões diferentes para o bem do povo angolano.
Não existe um cansaço do povo angolano com confrontos políticos, depois de uma longa guerra civil? O desejo de paz não deve enfraquecer o movimento?
De princípio também pensamos assim, mas agora temos uma percepção diferente daquilo que é o nosso povo. Um jovem angolano disse, e com razão, que o povo de Angola já não é aquele povo de 20 anos atrás. Atualmente conhecemos a besta que vamos derrubar e não somos intimidados pelas ameaças mesquinhas do corrupto Dino Matross.

Leia a entrevista completa em Terra Magazine
http://terramagazine.terra.com.br/interna

fev
23


Collor: Chama Raulzito, urgente!

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DEU NO TERRA

O senador Fernando Collor (PTB-AL) foi eleito na manhã desta quarta-feira o presidente da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE). A vice-presidência do colegiado ficou com o senador Cristovam Buarque (PDT-DF). A reunião para eleição dos dirigentes da comissão foi presidida pelo senador Francisco Dornelles (PP-RJ).

A eleição ocorreu na 1ª sessão legislativa da CRE no ano, nesta quarta-feira às 9h. O colegiado é formado por 19 senadores e número igual de suplentes. Os senadores foram eleitos para o biênio 2011/2012. A presidência das comissões permanentes é distribuída entre os partidos levando-se em conta a proporcionalidade partidária e as escolhas das lideranças. As indicações dos partidos para o cargo devem ser referendadas pelos integrantes dos colegiados.

A CRE é uma comissão permanente do Senado Federal, e discute assuntos relacionados à defesa nacional, como a compra de caças da Aeronáutica e o programa de submarinos nucleares da Marinha, e ligados a relações com outros países, como Mercosul e questões de fronteiras.


==================================================mESS
BOM DIA PARA TODOS!!!

Mesmo com o céu de tempestades que faz esta quarta-feira de trovôes e relâmpagos em Salvador ; os rugidos de revoltas que se espalham no planeta e a indiferença de Brasília, onde o Senado deve sacramentar logo mais R$ 545 de salário mínimo para o trabalhador brasileiro.

(VHS)

(

fev
23
Posted on 23-02-2011
Filed Under (Artigos, Ivan) by vitor on 23-02-2011

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OPINIÃO POLÍTICA

MENTIRA E CENSURA

Ivan de Carvalho

Os protestos e rebeliões continuam ocorrendo em vários países do chamado Oriente Médio, quase todos árabes, mas em pelo menos um muçulmano não-árabe, o Irã dos ayatollahs e do simpático (para Lula) presidente-ditador Ahmadinejad.

No Bahrein, fortemente, na Argélia, levemente ainda na Jordânia e no Marrocos, depois da queda dos presidentes quase vitalícios da Tunísia e do Egito.

Mas o epicentro da crise, no momento, localiza-se na Líbia, onde o coronel Muammar Gadaffi enfrenta o risco de ter que ver finda sua longa “revolução” de 42 anos, uma ditadura que já foi confessadamente alinhada com o terrorismo internacional (explodindo aviões comerciais de passageiros, por exemplo) e agora volta a usar táticas de terror, desta vez contra sua própria população.

O coronel, uma personalidade que pouco falta (se alguma coisa realmente falta) para inserir-se no âmbito da loucura – mas não o suficiente para ser absolvido criminalmente sob a alegação de não estar de posse de suas faculdades mentais.

Gadaffi está, entre um bombardeio com aviões e a metralha a partir de helicópteros contra a população de Trípoli, a capital da Líbia – num desespero repressivo que já beira o genocídio e dá a medida da desintegração de quaisquer todos os elementos de sustentação de sua ditadura, salvo a força e a repressão brutal – retendo em território líbio muitos brasileiros que querem sair de lá ante a insegurança e a violência.

E onde está o governo brasileiro? Pediu autorização para um avião fretado pelo Itamaraty voar sobre território líbio e sobrevoar e aterrisar em aeroporto do país para apanhar os brasileiros. Até ontem à noite, segundo o ministro Antonio Patriota, não havia conseguido. Desde domingo a autorização para o avião é esperada e nada. Está tão complicada que o Itamaraty já está tentando a alternativa de conseguir navios italianos que aportem em Trípoli para retirar os brasileiros de lá.

Mas onde está Lula, o ex-presidente que é uma espécie de amigo-irmão do coronel Gadaffi? Conta-se que Lula se tornara tão amigo que entrava na tenda beduína – onde Gadaffi conversa, descansa e dorme sob forte escolta feminina – sem “bater” antes, sem se fazer anunciar. Lula não pediu ao “meu amigo, meu irmão e meu líder” o fim dos massacres, não pediu reformas, não pediu nada. Em dois encontros internacionais, Lula e Gadaffi tornaram-se assim como unha e carne. Se Lula ligar, Gadaffi, mesmo em meio ao azáfama das ordens para bombardear seus concidadãos-escravos, atenderá o telefone. E Lula poderá pedir para ele deixar sair os brasileiros do inferno criado pelo “amigo, irmão e líder”.

Mas não telefona. E não pede. Por que não pede?

Bem, esperemos que Lula acabe pedindo ou explique porque não pede e, enquanto isto, assinalemos aqui, só para não deixar passar batida uma mentira tão escandalosa, que o coronel Gadaffi afirmou que os manifestantes são jovens drogados e que dão dinheiro para que outros jovens usem pílulas alucinógenas e participem dos protestos. Ah, a revolução dos sacizeiros e assemelhados.

Parece que nessa história, se há um alucinado, é mesmo – como há décadas já se desconfiava seriamente – o coronel Gadaffi. Um alucinado que se beneficia de ter o controle total da comunicação social em seu país, inclusive bloqueando a Internet e interferindo, com equipamento potente e sofisticado, no sinal das emissoras de países vizinhos, como denunciou a Al Jazira. Para que possa mentir sem ser desmentido.


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Torresmo À Milanesa

Composição: Adoniran Barbosa e Carlinhos Vergueiro

O enxadão da obra bateu onze hora
Vam s’embora, joão!
Vam s’embora, joão!
O enxadão da obra bateu onze hora
Vam s’embora, joão!
Vam s’embora, joão!

Que é que você troxe na marmita, Dito?
Troxe ovo frito, troxe ovo frito
E você beleza, o que é que você troxe?
Arroz com feijão e um torresmo à milanesa,
Da minha Tereza!

Vamos armoçar
Sentados na calçada
Conversar sobre isso e aquilo
Coisas que nóis não entende nada
Depois, puxá uma páia
Andar um pouco
Pra fazer o quilo

É dureza João!
É dureza João!
É dureza João!
É dureza João!

O mestre falou
Que hoje não tem vale não
Ele se esqueceu
Que lá em casa não sou só eu

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Grande Adoniram! Fantástica Clementina!

BOA NOITE!

(VHS)

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