Leão, espaçoso mas esperto na ocupação
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OPINIÃO POLÍTICA

A noiva da vez

Ivan de Carvalho

O ex-governador e atual vice-governador Otto Alencar é uma das três principais lideranças do PP da Bahia, mas não faz parte do núcleo de comando do partido, do qual, como ele mesmo já deixou claro, sofreu veto quando o governador Jaques Wagner decidiu nomeá-lo secretario estadual de Infraestrutura. O veto não adiantou nada, não foi acatado, mas evidenciou que a seção estadual do PP não tem um comando tripartite que o inclua, mas um comando formado pelo ministro das Cidades, deputado Mário Negromonte e pelo deputado João Leão.

João Leão é o objeto principal destas linhas. Ele foi prefeito de Lauro de Freiras e é influente e muito bem votado deputado federal. Durante a parte final do mandato anterior do governador Jaques Wagner – após o rompimento deste com o então ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima – Leão foi secretário estadual de Infraestrutura.

Wagner trocou o primeiro mandato pelo segundo e, neste, não mais entregou a Secretaria Estadual de Infraestrutura a João Leão. Quando quis entregá-la ao pepista Otto Alencar, o PP, nos bastidores, se manifestou contrário. Preferia que este importante setor da máquina estadual continuasse em mãos de João Leão.

Isto se tornou ainda mais evidente quando o PP, feliz da vida, aceitou em seus quadros o prefeito de Salvador, o no momento popularmente desgastado João Henrique – situação semelhante, significativamente, já aconteceu antes, lembram-se, quando o mesmo prefeito, então em seu primeiro mandato, ingressou no PMDB.

Bem, convertido de peemedebista em pepista, o prefeito convidou o deputado João Leão para ser o chefe de sua Casa Civil. E Leão aceitou, dando o sinal claro de que não o entusiasma voltar tão cedo para Brasília. Quer ficar por aqui mesmo. Com qual intenção? Ah, bom, que tal uma candidatura a prefeito da capital? Uma candidatura firmada em um partido, o PP, que é “da base” federal, “da base” estadual e “da base” municipal”.

João Leão tem um estilo pessoal espaçoso. Ainda não assumiu o cargo de chefe da Casa Civil, mas já o ocupou. Reúne-se com o prefeito e sua equipe. Por enquanto é isso. Com o tempo, restará saber (entre outras coisas, claro) se o prefeito João Henrique vai ou não sentir-se confortável com o estilo espaçoso do chefe de sua Casa Civil e, quem sabe, do possível candidato do PP à sua sucessão. Além do PP estar no comando do Ministério das Cidades com o baiano Mário Negromonte, João Leão já tem uma cabeça de ponte para Salvador, pois sua base política original é Lauro de Freitas, de onde já foi prefeito. Armas de candidato.

Mas Leão é esperto e revela uma faceta de esperteza que Geddel e Lúcio Vieira Lima não usaram. Quando alguém dizia que estes “mandavam” na prefeitura, eles não ligavam. Leão está devolvendo antes mesmo que façam a intriga: proclama que está aí para seguir as ordens de João Henrique. E enquanto proclamar isso, as chances de suas próprias ordens soarem em surdina são grandes.

Tudo junto, o PT já está enciumado. Porque o PT não abre mão de ter candidato próprio a prefeito em 2012. Daí que seu presidente estadual, Jonas Paulo, já procura marcar território – o PP é aliado, mas não é para substituir o PT, adverte. OK. Mas o PP é a noiva da vez: como o PMDB da outra vez, não tinha nada em Salvador e agora tem o prefeito, a máquina da prefeitura e um provável candidato à sucessão de João Henrique. E com o Ministério das Cidades e a aliança com o governo Wagner, tornou-se atrativo para o interior (como o PMDB com o Ministério da Integração Nacional), ao que soma o espaço conquistado na capital.

É, assim, um partido importante, tanto para 2012 quanto para 2014. Em nenhuma dessas ocasiões o PT se conformará (salvo por alguma improvável imposição do comando nacional, como ocorreu em Minas Gerais no ano passado, quando foi obrigado a apoiar o peemedebista Hélio Costa) em não ter candidato próprio. Mas uma base política oficial tão ampla pode até fornecer mais de um candidato a governador.


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Dose generosa do melhor da Bossa!

Barbra Streisand, emThe Gentle Rain, de Luiz Bonfá e Matt Dubey.

Ao piano, Diana Krall, com seu toque mágico – canadense- carioca, valoriza o drink sonoro.

Sirvam-se!

BOA NOITE E BOA FESTA DO ÓSCAR PARA TODOS!!!

(Gilson Nogueira)


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Salve Elba e os grandes compositores do Brasil.

Tarde feliz de domingo pra todos.

Em tempo: Olha aí, Olívia, esta música tem a sua cara. Nascida nas barrancas do Velho Chico e perdidamente apaixonada pelo Rio de Janeiro.

(VHS)

)


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Alguma coisa acontece entre o Blogbar e o Bahia em Pauta. A revisora do site blog baiano com antenas para o mundo certamente dirá: “são elos espiritualistas, difíceis de explicar”. O editor, um ateu que acredita em milagres, prefere pensar que são vínculos mais terrenos e palpáveis, que laçam o Pelourinho ao cruzamento da Ipiranga com a Avenida São João.

Obrigado poeta Luiz Motta Fontana.BP agradece por este momento de deleite musical em meio a tanta coisa ruim acontecendo na Bahia e no mundo.

(Vitor Hugo Soares)

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Blogbar do Fontana – Nos balcões dos bares da vida

DICK FARNEY – PENUMBRA ROMANCE

ODEON “LONDON” – 1972

Dick Farney – piano e voz

Sabá – Contrabaixo

Toninho – Bateria

Música – “Barqueiro De São Francisco” (Alcyr Pires Vermelho & Alberto Ribeiro)
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EM TEMPO: A PARTIR DE AMANHÃ, SEGUNDA-FEIRA, 28, O JORNAL DA RECORD, DA REDE DO BISPO, INICIA A APRESENTAÇÃO DA SÉRIE DE REPORTAGENS PRODUZIDA EM PERCURSO DA NASCENTE À FOZ DO RIO SÃO FRANCISCO: MINAS, BAHIA, PERNAMBUCO, SERGIPE E ALAGOAS EM IMAGENS DESLUMBRANTES E INFORMAÇÕES SOBRE O RIO MÁGICO QUE ATRAVESSA UMA DAS ÁREAS MAIS ENCANTATORAS E CHEIAS DE CONTRASTES DO PAÍS.IMPERDÍVEL!!!

DESCULPEM O ENTUSIASMO, QUE PODE PARECER EXAGERO, MAS É UM JEITO DE MATAR A ENORME SAUDADE E LOUVAR O RIO DA MINHA ALDEIA.
(VHS)

fev
27


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BOM DOMINGO!!!

fev
26


Juazeiro(BA) e Petrolina(PE): vizinhas
e irmãs às margens do Velho Chico
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Ponto de Vista /Tribuna da Bahia

Voltando a Juazeiro e Petrolina

Consuelo Pondé de Sena

Nenhum lugar permanece inalterado senão na lembrança de quem o recorda ou revê. Tudo muda e, às vezes, é doloroso observar que não se tem controle sobre essas transformações.

Fazia muito tempo que não visitava as duas cidades vizinhas e irmãs, Juazeiro (BA) e Petrolina (PE), localizadas no semi-árido brasileiro, às margens do “Rio da unidade nacional”.

Por sempre desejar rever o já visto, arrisquei-me na aventura de ir ao encalço do passado, no pressuposto de que conseguiria situar-me tranquilamente nos espaços preservados na memória. Ledo engano. “Nada do que foi será do mesmo jeito em que foi um dia”.

Mas, essa busca compulsiva e infrene sempre me conduz ao retorno, como se fosse possível deter o tempo rever as coisas do mesmo jeito.

Refletir nada custa, daí as considerações que se seguem. Embora situadas em estados diversos, as duas cidades banhadas pelo São Francisco são solidárias e cúmplices. Muitas pessoas vivem de um lado e trabalham no outro. Talvez, pelo destino comum, que as identifica, pelo rio majestoso que as separa e, ao mesmo tempo, as une, não se percebe as dissensões comuns às cidades vizinhas ou avizinhadas.

Certo é que, os naturais de cada cidade consideram sua terra natal melhor do que a outra, o que não é de estranhar, porque o sentimento de naturalidade impõe a defesa de cada território por parte dos seus respectivos habitantes.

Bem, para fazer essa visita, programada por minha prima Lígia, carioca, com alma de cigana, resolvemos fazer o trajeto pelo ar. Em confortável e novíssima aeronave, viajamos para Petrolina, na manhã do dia 24 de janeiro, alcançando-a pouco tempo depois.

Viagem agradável, céu azul, sem as terríveis turbulências que amedrontam a todos, inclusive os mais afeitos às viagens aéreas, desembarcamos leves e lépidas no aeroporto da cidade pernambucana, demandando para o Petrolina Pálace Hotel, onde ficamos hospedadas.

A última vez que havia estado em Juazeiro foi em 1992, quando do lançamento do livro “Juazeiro-trajetória histórica”, de minha autoria e de Angelina Garcez, editado pela Prefeitura Municipal daquela cidade, na gestão Joseph Wallace Bandeira, político e intelectual de rara sensibilidade. Prefaciou a obra o saudoso Professor José Calasans.

Àquela altura, para levar a efeito essa tarefa, nós, as autoras do trabalho, fomos inúmeras vezes à cidade de Juazeiro, fazendo o longo trajeto em ônibus de carreira. Na extensa estrada que conduz ao local, que desejaríamos pesquisar, íamos conhecendo vários lugares.

Podemos verificar, in loco, as agruras do meio ambiente, as dificuldades para alcançar a região, sentindo na pele o calor escaldante do semi-árido e imaginando o que é viver sob o sol causticante da região. Naquelas visitas freqüentes passamos a conviver mais de perto com pessoas acolhedoras, dentre quais destaco o casal Neide e Humberto Pereira, ele conceituado médico, colega e amigo de meu marido, Plínio Garcez de Sena.

Que saudades senti desta vez, das ocasiões em que lá estive, quando se realizavam concorridas jornadas médicas. Plínio, eufórico, reencontrava os colegas e todos nos divertíamos com as histórias do passado. Eram momentos de muita alegria e perfeita confraternização.

Não reencontrá-los, não mais estar com os amigos queridos, na acolhedora casa da Praça da Bandeira, ver vazia a morada de Neide e Humberto foi uma tristeza para mim. Para consolar-me, passei alguns minutos na Igreja de Nossa Senhora de Grotas, padroeira local, tendo a sorte de conhecer Maria Senhora, pessoa lhana e simpática, que me pôs a par dos últimos acontecimentos da velha urbe sanfranciscana.

Minha impressão foi a de que Juazeiro tem crescido desordenadamente, enquanto Petrolina vai ganhando foros de progressista cidade.

Não posso deixar de fazer referência aos bons restaurantes de Petrolina, especialmente o Maria do Peixe, o Capivara, Dona Emília e o Isaías, este último no Bodódromo, curioso e atrativo conjunto de casas de pasto, onde os pratos preferidos são o bode e o carneiro.

Depois de idas e vindas de um lado para outro, fomos conhecer a Ilha do Rodeadouro – lugar aprazível onde os moradores de ambas as margens curtem o fim de semana.

Consuelo Pondé de Sena, historiadora, escritora, cronista, dirige o Instituto Geográfico e Histórico da Bahia

fev
26
Posted on 26-02-2011
Filed Under (Artigos) by vitor on 26-02-2011


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BOM DIA, SOB A CHUVA DO VERÃO BAIANO!!!

(VHS)

fev
26


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OPINIÃO POLÍTICA

O Estado desonesto

Ivan de Carvalho

O governo mandou um projeto de lei ao Congresso, fixando o novo valor do salário mínimo em R$ 545,00. O projeto, como é do conhecimento geral, foi aprovado facilmente na Câmara e no Senado pela ampla maioria governista.
Pior do que a esqualidez biafriana do reajuste proposto pelo governo Dilma Rousseff e concedido pelo Congresso Nacional é, certamente, o artigo do projeto enviado pelo Executivo que estabelece que nos próximos anos – até 2014, quando termina o atual mandato da presidente Dilma Rousseff – o valor do salário mínimo será fixado anualmente, não mais por lei, mas por simples decretos assinados pela presidente.
Inaugura-se, assim, ao que parece, uma nova figura jurídica no direito público brasileiro. Já tínhamos a Medida Provisória, um estranho invento, que vem perturbando seriamente o já complicadíssimo sistema jurídico nacional. Antes da Medida Provisória, fora inventada a Lei Delegada, instituto pelo qual o Legislativo, talvez com preguiça de cumprir seus deveres, delega ao Executivo poder para legislar sobre um determinado assunto.
Há diferença talvez importante entre Medida Provisória e Lei Delegada. Na primeira, o Executivo edita a MP, que passa a ter vigência imediata, mesmo enquanto tramita no Legislativo, onde precisa ser discutida e votada. Caso seja rejeitada, podem ser criados sérios problemas de direito e materiais, uma vez que o que estava valendo e sendo executado deixa de valer e, evidentemente, em um grande número de casos, não se pode desfazer o que foi executado. Por isto, entre outros motivos, a Medida Provisória é um aleijão jurídico, usado à larga pelo Executivo federal.
Quanto à Lei Delegada, o processo é, talvez possamos dizer assim, inverso. Primeiro, o Legislativo abre mão de sua atribuição fundamental, atribuindo ao Executivo legislar em nome dele. Então o Executivo legisla (faz uma reforma administrativa, por exemplo) e o que estabeleceu não é submetido ao crivo do Poder Legislativo, que lá no início do processo assinou um cheque em branco. A Lei Delegada, embora já haja sido uma tradição brasileira, depois superada pela Medida Provisória, também é um aleijão jurídico.
Os dois aleijões trabalham a favor da hipertrofia do Poder Executivo em detrimento do Poder Legislativo. E no caso da Medida Provisória, em que pesem os protestos, vem sendo usada em profusão e com conteúdos que extrapolam claramente seus limites constitucionais, tornando-se assim instrumento de usurpação de poder do Legislativo pelo Executivo. Infelizmente, o Congresso Nacional, até hoje, não teve a coragem de acabar com essa safadeza autoritária praticada contra ele com sua cumplicidade e graças a ela.
Agora, inventou o Executivo e o Congresso submeteu-se à fixação do valor do salário mínimo anualmente por decreto, embora na Constituição esteja expresso que tal valor será, anualmente, “fixado em lei”. Como diria o genial José Genoíno, ex-presidente nacional do PT, “uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa”. Lei é lei e decreto é decreto. Mas já foi dado a conhecer (que celeridade!) um parecer da Advocacia Geral da União assegurando que, no caso, tanto faz, porque em lei o Congresso já fixou os critérios para fixação do valor e então aos decretos do Executivo sobre apenas decretar o resultado dos cálculos.
Ora, claro, não é bem assim. Pois, politicamente, o tema é furtado ao debate e votação anual do Congresso, o que só pode beneficiar o governo, nunca a oposição ou os assalariados. E, juridicamente, retira-se do Congresso a possibilidade de, a cada ano, ter a oportunidade legislativa de, querendo, modificar os critérios atualmente estabelecidos, o que mudaria, naturalmente, o resultado dos cálculos e, portanto, o reajuste do salário mínimo.
Mais um aleijão. Se o STF, que a isso será chamado, não o excluir.


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Sophia,o sotaque francês de uma romana sensual que canta Bossa com alma brasileira.
Boa noite!
(Gilson Nogueira
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OPINIÃO POLÍTICA

Um plano para o PMDB

Ivan de Carvalho

Prossegue a guerra do governo e do PT contra o PMDB em todo o país. Aqui e ali pratica-se um ato diversionista, tendente a disfarçar o propósito central de enfraquecer o maior aliado do governo e, com isso, neutralizar eventual disposição de reação imediata.
De outro lado, o PMDB raciocina que não chegou ainda o momento de retaliar, pois a presidente Dilma Rousseff acaba de obter nas urnas o seu mandato e está, assim, protegida, além do poder inerente ao cargo que ocupa, pelo manto do apoio popular. Estes dois fatores são fortíssimos elementos para a manutenção de uma base partidária e parlamentar fiel e submissa.

Tais circunstâncias – o poder do cargo, a manifestação eleitoral muito recente e a fidelidade submissa de todos os outros setores da base parlamentar e política do governo – levam o PMDB, por sua vez, a encher-se de cautelas e não lançar desafios nem mostrar as unhas (ou garras?) antes que o governo sofra um certo desgaste, o que parece razoavelmente provável, quando se considera a herança bendita deixada pelo antecessor e com a qual a presidente terá de lidar. Mas, se acontecer, exigirá tempo.

Enquanto esse tempo não passa e o desgaste do governo não se materializa, o PMDB espera e vai se enchendo de raiva como o sapo-boi se enche de ar. Se, nessa situação, esperar demais, pode ter o mesmo destino não raro reservado ao batráquio – explodir, numa idiota autodestruição, enquanto supõe que crescer à base de um enchimento de nada vai assustar o predador.

Não assusta, porque o predador já conhece bem sua presa. Que se entregou de mãos e pés atados na presunção, alimentada à base de promessas que não se cumprem, de que seria um participante privilegiado do poder, do qual este não poderia prescindir, enquanto ele, o PMDB, poderia ameaçar, chantagear, rebelar-se, até passar para o outro lado, juntando-se a Aécio Neves e sua candidatura a presidente.

Aliás, passar para o outro lado exigiria ao PMDB renunciar às “boquinhas” que o governo do PT lhe tem permitido ocupar, o que não fará facilmente nem sem uma dolorida emoção. Mas não só isto.
A outra grande dificuldade de passar para o outro lado, composto pelo PSDB, Democratas e PPS, além, supõe-se, do PV e do Psol, é que esse outro lado saiu muito fragilizado das urnas e está ensaiando, pelo menos no PSDB e no DEM – as peças principais –, guerras civis. Além disso, parece impossível que o PMDB demonstre, numa eventual passagem para o “outro lado”, a impecável unidade com que se apresentou na votação do salário mínimo proposto pelo governo na Câmara dos Deputados.

E enquanto o PMDB espera para ver o que mais de cargos de segunda ou terceira classe lhe será concedido, bem como o momento propício para demonstrar sua insatisfação em alguma ou algumas votações no Congresso, até o que o partido ia conseguindo por sorte ou esforço próprio lhe foi tirado.

Para ser mais claro: Gilberto Kassab, prefeito de São Paulo – maior cidade do Brasil e terceiro maior orçamento público do país – vai deixar o DEM e combinara com o ex-presidente do PMDB e vice-presidente da República, Michel Temer, que é do PMDB paulista, ingressar na sessão estadual do partido para ser candidato a governador em 2014. O PMDB foi destruído em São Paulo, não tem sequer um deputado federal e só tem um estadual. Orestes Quércia morreu. Kassab, talvez, para o PMDB paulista, (meu Deus dos céus) a ressurreição e a vida. Aí a presidente Dilma pediu a ele para esquecer o PMDB e ingressar no PSB. Deverá ser atendida, do que estão à vista todos os sinais.

É preciso mais do que isto para ter certeza do que o governo e o PT planejam para o PMDB?

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