fev
03


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ADIEU, MARIA!

(vhs)


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Jackson do Pandeiro gravou, em 1959 ,o samba de Gordurinha e Almira Castilho, “Chiclete com banana”, que se tornou um de seus maiores sucessos e foi regravado anos mais tarde por Gilberto Gil. Nesta música foi empregado pela primeira vez o termo “samba rock”.

Eu só boto be-bop no meu samba
Quando o Tio Sam tocar num tamborim
Quando ele pegar no pandeiro e no zabumba
Quando ele aprender que o samba não é rumba
Aí eu vou misturar Miami com Copacabana
Chiclete eu misturo com banana
E o meu samba vai ficar assim
Tirurururiruri bop-be-bop-be-bop
Tirurururiruri bop-be-bop-be-bop
Tirurururiruri bop-be-bop-be-bop
Eu quero ver a confusão
Tirurururiruri bop-be-bop-be-bop
Tirurururiruri bop-be-bop-be-bop
Tirurururiruri bop-be-bop-be-bop
Olhe o samba rock, meu irmão
É, mas em compensação
Eu quero ver o boogie-woogie de pandeiro e violão
Quero ver o Tio Sam, de frigideira
Numa batucada brasileira.
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http://www.jose-nelson.com
http://www.orkut.com/Community.aspx?c…
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Maravilhosos Gordurinha e Almira! Grande Jacson do Pandeiro.

Saudades!!!

(VHS)


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A benção, Bahia
Presente de Toquinho e Vinicius de Moraes

Olorô, Bahia.
Nós viemos pedir sua bênção, saravá!
Hepa hê, meu guia!
Nós viemos dormir no colinho de Iemanjá!
Nanã borokô, fazer um bulandê,
Efó, caruru e aluá.
Pimenta bastante pra fazer sofrer,
Bastante mulata para amar.
Fazer junto, meu guia, hê!
Meu guia, hê! Bahia!
Saravá, senhora!
Nossa mãe foi-se embora
Pra sempre do afojá.
A rainha agora é Oxum,
É a Mãe Menininha do Gantois
Pedir à Mãe Olga do Alaketo, hê!
Chamar Iansã para dançar.
Xangô, rei Xangô, kabueci-elê,
Meu pai! Oxalá, hepa babá!
A bênção, mãe,
Senhora mãe,
Menina mãe,
Rainha!
Olorô, Bahia.
Nós viemos pedir sua bênção, saravá!
Hepa hê, meu guia!
Nós viemos dormir no colinho de Iemanjá!

BOA NOITE!!!

(Gilson Nogueira)

fev
02
Posted on 02-02-2011
Filed Under (Artigos) by vitor on 02-02-2011


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BOA TARDE!!!

fev
02
Posted on 02-02-2011
Filed Under (Artigos, Ivan) by vitor on 02-02-2011


Ronaldo Caiado:impasse no DEM
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OPINIÃO POLÍTICA

Mais disputa no Democratas

Ivan de Carvalho

No momento em que estas linhas eram escritas, as atenções do meio político e de uma parte, talvez não muito expressiva, da população, concentravam-se na eleição do novo presidente da Câmara dos Deputados, cargo para o qual o candidato oficial – apoiado oficialmente pelo aglomerado de partidos governistas e pelos dois principais partidos de oposição, o PSDB e o Democratas – era o deputado petista gaúcho Marco Maia. Aliás, Maia já vinha, porque ocupava antes o cargo de primeiro vice-presidente da Câmara, exercendo a presidência desde que o peemedebista Michel Temer deixou este cargo para ser o vice-presidente da República.

Não esperei pelo resultado. Maia tinha três desafiantes, nenhum deles uma ameaça à sua eleição – Sandro Mabel, “rebelde” do PR, cujo partido apoiava Marco Maia; Jair Bolsonaro, do PP do Rio de Janeiro, militar reformado, radical e extremamente franco, figura polêmica por natureza; e Chico Alencar, do Psol do Rio de Janeiro.

Os dois últimos justificavam suas candidaturas com o propósito de mostrar que nem todos, na Câmara dos Deputados, concordam que esta casa legislativa e, mais amplamente, o próprio Congresso Nacional, sejam um mero apêndice do Poder Executivo, sem independência para tomar decisões próprias e sempre obediente à vontade do presidente (vá lá, do presidento ou da presidenta) da República. Quanto a Sandro Mabel, que já andou profundamente metido em trapalhadas de natureza ética, só ele mesmo parecia capaz de entender a própria candidatura.

Mas se as eleições no Congresso concentravam as atenções no meio político, corria em paralelo, chamando alguma atenção até pelo surpreendente e inusitado, o drama-quase comédia do Democratas, um partido em busca de rumo, ainda que seja (pelo menos por enquanto) o quarto no ranking dos maiores partidos do país.

Bem, na segunda-feira a bancada do DEM na Câmara dos Deputados escolheu, por 27 votos contra 16 dados ao concorrente, o deputado baiano ACM Neto para líder da bancada. Isso vem sendo considerado uma espécie de prévia ou demonstração de força na disputa pelo comando do partido, que terá seu desfecho em 15 de março. E a vantagem de ACM Neto, de 11 votos numa bancada de 43 deputados, vem sendo considerada suficientemente ampla para desestimular o bloco que apresentaria como candidato a presidente da legenda o ex-senador pernambucano e ex-vice-presidente da República Marco Maciel.

Mas isso, confirmando-se, encerra a disputa? Parecia, na superfície, que sim, mas constatou-se ontem que não. É que o outro grupo do atual presidente do partido, deputado fluminense Rodrigo Maia (do qual faz parte ACM Neto), ao contrário do que a mídia vinha equivocadamente fazendo parecer, não tem como candidato apenas o senador José Agripino Maia, do Rio Grande do Norte.

Este senador, que o ex-presidento Lula tanto se esforçou para derrotar, sem conseguir, tem um concorrente dentro do mesmo grupo – o deputado Ronaldo Caiado, de Goiás. Isto surpreendeu Agripino, a ponto de ele comentar para o Blog do Noblat que “você está mal informado, o Caiado me apóia”. Caiado, no entanto, confirmou ontem mesmo que sua candidatura foi colocada em dezembro, está de pé, e mais: “Estamos conversando. Vamos ver como será composta a Executiva. É um jogo de xadrez, não de damas onde há um mata-mata. Temos ainda 45 dias para definir”, ressaltou, falando ao mesmo blog.
Aí complicou. Vão acabar disputando no DEM até o cocô do cavalo do bandido.


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Regina manda da Califórnia mensagem para o editor do BP, via e-mail:
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“Hugo: vamos pedir ao nosso Dorival Caymmi que nos ajude a abrir o dia dela?
Ela, minha/nossa mãe Yemanjá, no seu dia de festa e oferendas. Ela, que nos cobre de beleza e carinho, que nos faz meigos e doces como as mães devem fazer. Ela, com seu seios generosos, nos acolhendo e ninando. Ela, a que guarda nossas aguas salgadas, sempre serenas e perfumadas. Ela, a doçura, o mel, que nos faz meigos e dengosos como a nossa amada Bahia… Odôiá! Odôiá!
—————————-
Chegando de uns dias em Lake Tahoe, (http://www.skilaketahoe.com/) um lago azul rodeado de neve na divisa entre Califórnia e Nevada, outro tipo de beleza, o mesmo da sua lua de mel com Margarida, guardado em doces recordações…
Ainda está lá, belo e frio, sempre calmo e sedutor, onde levo a alma para o descanso quando o trópico não é um opção.
Abraços saudosos, é hora de voltar e reviver aqueles tempos….
Regina
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O editor responde: Um convite tentador, a ser analisado com carinho.
Vou transmiti-lo a Margarida, revisora deste BP. Quem sabe!!!

(VHS)

Deu no Globo – Cultura

LONDRES – O compositor britânico John Barry, ganhador de cinco prêmios Oscar e conhecido por ser autor de trilhas musicais para os filmes do personagem James Bond, morreu no domingo aos 77 anos, segundo nota divulgada pela família por intermédio da produtora EON.
Ele deixa a esposa Laurie, com quem foi casado por 33 anos, além de quatro filhos e cinco netos. A causa da morte não foi divulgada, mas a BBC informou que ele sofreu um ataque cardíaco. O enterro será fechado ao público, e uma cerimônia em memória de Barry está prevista para dentro de alguns meses.
Segundo a EON, Barry fez as trilhas de 11 filmes do agente 007 – começando por “Moscou contra 007” (1963). No ano anterior, ele já havia feito arranjos para a trilha de “O satânico Dr. No”, filme inaugural da série.

Barry nasceu em 1933 em York, e numa entrevista há quase dez anos contou ter testemunhado os efeitos dos bombardeios nazistas de 1942 sobre a cidade inglesa – experiência que teria um profundo impacto na sua música.

“Tenho uma forte atração por temas que lidem com a perda”, disse ele, comentando seus trabalhos para o cinema. “Entre dois amores”, “Dança com lobos”, “Em algum lugar do passado” – todos esses filmes são sobre uma sensação de perda. Não sei se isso vem da Segunda Guerra Mundial. Isso deixa uma marca, não sei como poderia não deixar.”

Barry estudou piano clássico, mas se voltou para o jazz e aprendeu trompete. No final da década de 1950, formou um septeto com o seu nome, e chamou o guitarrista Vic Flick – autor dos clássicos acordes que identificam o personagem James Bond.

O músico começou a fazer arranjos para cantores numa série de TV, e estreou no cinema com a trilha de “Beat Girl” (1960).

Ganhou Oscars por “Dança com lobos”, “Entre dois amores”, “O leão no inverno” e “A história de Elza” (dois). Recebeu também quatro Grammy e uma homenagem da Bafta (Academia Britânica de Artes Cinematográficas e Televisivas) em 2005

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Em tempo: Texto e vídeo chegaram ao Bahia em Pauta mandados pelo jornalista Gilson Nogueira.

Deus lhe pague, amigão! E reserve para Barry um dos melhores recantos do paraiso, que ele merece.

(VHS)


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DALE ALEGRIA A MI CORAZON

Fito Paez

Dale alegría, alegría a mi corazón, lo único que te pido al menos hoy;
dale alegría, alegría a mi corazón: que se enciendan las luces de este amor,
y ya veras… que se transforma el aire de este lugar,
y ya, ya veras que no necesitaremos nada mas.

Dale alegría, alegría a mi corazón, que no tuve un buen dia por favor,
dale alegría, alegría a mi corazón: si me das alegría estoy mejor,
y ya veras… sombras que aquí estuvieron no estarán,
y ya, ya veras: no necesitaremos nada mas.

Dale alegría, alegría a mi corazón, es lo único que te pido al menos hoy,
dale alegría, alegría a mi corazón: fuera se irán las penas y el dolor,
y ya vera las sombras que aquí estuvieron no estaran
Y ya veras… las sombras que aquí estuvieron no estarán,
y ya, ya veras: no necesitaremos nada mas!.

BUENOS DIAS, BUENOS AIRES!!!

(VHS)

jan
31
Posted on 31-01-2011
Filed Under (Artigos, Ivan) by vitor on 31-01-2011


Peluso no STF:um tribunal em desencanto
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OPINIÃO POLÍTICA

Indecisão trava o STF

Ivan de Carvalho

O Supremo Tribunal Federal está com sua composição incompleta desde que, há vários meses, o ministro Eros Grau decidiu aposentar-se pouco antes de completar os 70 anos de idade, quando teria legalmente a obrigação de aposentar-se.

Desde então, a presidência da República não consegue indicar ao Senado, para avaliação, aprovação (ou a nunca registrada rejeição) e posterior nomeação o substituto de Eros Grau. Isso faz com que o STF esteja operando com dez ministros, ao invés de 11, o que prejudica as funções da mais alta corte de justiça do país, entre elas a mais importante dessas funções, que é a de corte constitucional. Desse prejuízo já se queixou publicamente o presidente do STF, Cezar Peluso.

Há um caso de muita relevância recentemente julgado pelo STF, no qual houve empate na votação, com o escore de cinco votos contra cinco. Como o presidente Peluso recusou-se a votar pela segunda vez, dando o chamado voto de Minerva, sob o argumento de que ele, Peluso, não é mais importante, quando julga, do que qualquer outro dos componentes do tribunal, a questão ficou sem decisão.

Retornará a julgamento, mas somente quando um novo ministro tomar posse no STF, fazendo a corte voltar a ter sua composição completa. Esta composição é de 11 integrantes exatamente para tornar improvável o empate, ainda que não impossível, pois se um ministro falta a uma sessão de julgamento, os restantes formam um número par, que pode resultar em empate na votação.

Mas o que vem acontecendo na nomeação dos integrantes do STF? Bem, um fenômeno que, por ser constitucional, não deixa de ter forte carga política. O ex-presidento Lula, nos seus oito anos de governo, nomeou nada menos que oito dos 11 ministros do STF. E há uma vaga, que ele poderia preencher, mas não o fez, devido a pretensões, disputas e influências de bastidores. Este jogo de fatores na escolha de ministros dos tribunais superiores e do Supremo Tribunal Federal não é nenhuma novidade.

A novidade veio no final. O então presidento Lula indicou, o Senado aprovou (nunca rejeita) e o então presidento nomeou Antonio Dias Toffoli, que era antes o chefe da Advocacia Geral da União e trazia no seu até ali esquálido currículo jurídico a condição anterior de advogado do PT.

Então surgiu a vaga aberta com a aposentadoria de Eros Grau. O ex-ministro da Justiça e famoso advogado criminalista (que tanto ajudou o ex-presidento Lula com seus conselhos na crise política gerada pelo escândalo do Mensalão) Márcio Thomaz Bastos sugeriu e defendeu junto ao presidente a escolha do ministro César Asfor Rocha, do Superior Tribunal de Justiça.

O então presidento, no entanto, acabou colocando a escolha em banho-maria, pois passou a ter preferência pelo nome do sucessor de Dias Toffoli à frente da Advocacia Geral da União, Luís Inácio Adams. Cuja competência jurídica neste cargo, como em toda sua carreira profissional – inclusive como advogado do PT, como também fora Toffoli – nunca foi questionada por ninguém, ao menos que eu saiba.

Para não desafiar a sabedoria política segundo a qual, quando se escolhe alguém para um cargo assim, criam-se dez insatisfeitos e um ingrato, o presidento Lula despediu-se do governo sem escolher o 11º membro do STF. E a presidenta Dilma terá de fazê-lo (imagino que não estará infeliz em ter que cumprir essa obrigação) e, estando a articulação agora a cargo do ministro-chefe da Casa Civil, Antonio Palocci, especula-se que o favorito é Luiz Fux, atualmente ministro do Superior Tribunal de Justiça. No ano passado, ele presidiu uma comissão de juristas encarregada de elaborar anteprojeto para o novo Código de Processo

jan
30
Posted on 30-01-2011
Filed Under (Artigos) by vitor on 30-01-2011

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