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Posted on 02-01-2012
Filed Under (Artigos) by vitor on 02-01-2012


Imagem:DN
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DEU NO DIARIO DE NOTÍCIAS(PORTUGAL)

A velocidade com que ingerimos os alimentos tem influência no peso corporal e comer devagar tem resultados equiparáveis aos de uma cirurgia bariátrica, revela um estudo realizado por uma investigadora portuguesa que ganhou um prémio internacional.

A investigação premiada de Júlia Galhardo durou um ano e teve por base 500 jovens obesos que estavam sendo acompanhados no Hospital Pediátrico de Bristol, na Inglaterra, com o objetivo de estudar os hormonios que estão relacionados com os hábitos alimentares.

São dois hormonios do sistema digestivo que circulam no sangue: a grelina, segregada pelo estômago e que induz a sensação de fome e o peptídeo tirosina-tirosina (PYY), segregado pelo intestino e que dá a sensação de saciedade.

Os jovens foram divididos em dois grupos e a um foi dada uma balança computorizada na qual colocavam o prato com os alimentos do almoço e do jantar e que media a velocidade a que comiam, sendo que o ritmo pré-formatado era de cerca de 300-350 gramas em 12-15 minutos.

Caso a velocidade fosse superior, o computador dizia para comerem mais devagar.

Ao segundo grupo (de controle) foi apenas fornecido aconselhamento dietético e físico.

Mais informações sobre o assunto no DN
http://www.dn.pt/inicio/ciencia

jan
02
Posted on 02-01-2012
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Sponhoje, nonJornal da Manhã(PR)


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OPINIÃO POLÍTICA

A Federação de Delfim

Ivan de Carvalho

Estamos desde ontem em 2012 e já somos levados a uma breve e pouco saudosa visita a 2011. O programa Canal Livre da Rede Band estabeleceu o hábito de reservar sua edição de cada ano para uma entrevista, sempre interessante, com o ex-deputado e três vezes ex-ministro Delfim Netto. Foi o que fez no ano passado, às vésperas do Natal.

Vi o programa com atenção, ainda que não absoluta, até porque não imaginava escrever sobre o assunto e outras coisas solicitavam simultaneamente os meus cuidados. Mas o essencial, o que realmente importava na entrevista conduzida por Joelmir Betting com participação de dois outros importantes representantes da emissora, deu para registrar muito bem na memória.

O tema central foi a crise econômica e financeira na Europa e seus desdobramentos. Outros assuntos, como a economia brasileira, a americana, a chinesa, entraram como acessórios. Praticamente o que se buscava ao tratar desses acessórios era discernir as consequências da crise na União Européia sobre eles.

Delfim Netto, na quase totalidade de suas opiniões sobre economia – especialmente a brasileira – tem se revelado um otimista incorrigível. E, pelo menos no caso do Brasil, até o momento, nos últimos anos, ele não teve razão para arrepender-se das previsões generosas.

Mas dessa vez foi diferente. Eu nunca vi um Delfim Netto tão pessimista ou tão assustador. O que ele disse? Para quem não viu o programa e nas minhas palavras, que não decorei nem gravei as dele: disse que a vaca européia já foi pro brejo. Está atolada até o pescoço e pouco falta para que o pescoço e a cabeça (ele deixou bem claro, e com insistência, que o pescoço e a cabeça são a França e a Alemanha) submergirem também. Seriam arrastados pelo peso do corpo que o brejo já engoliu ou está engolindo.

Bem, e diante da ameaçadora hipótese de uma derrocada européia total, incluindo o Reino Unido, que não é da Zona do Euro, mas já sofre com a crise e também acabaria sendo arrastado às suas profundezas), a lenta recuperação americana seria severamente comprometida, talvez inviabilizada, enquanto a China resistiria, mas com inevitável sofrimento. Ora, a União Européia totalmente no brejo, os Estados Unidos estagnados ou em nova depressão, a China em marcha reduzida, claro que o Brasil – nesse cenário – não seria um ator de bom desempenho.

Mas Delfim ofereceu uma proposta para resolver a crise financeira e econômica da União Européia e, com ela, resgatar de futuras amarguras os EUA, a China, o Brasil e mais dezenas. A UE se salva da derrocada se tiver a ousadia de transformar-se numa Federação, na qual a Itália seria apenas um Estado federado, a Alemanha, outro, assim como a França, a Grécia, Espanha, Portugal, Suiça e os demais membros da UE. Finanças unificadas, responsabilidades compartilhadas. Federação mesmo.

Até porque, diz ele, se não for feito isto, com a vaca no brejo, logo vai aparecer em cada um dos países mais fortes, “um Napoleãozinho”. Um aqui, um ali, outro acolá, cada um querendo fazer sua guerra para obter unidade interna que o mantenha no poder e, quem sabe, tirar seu país do sufoco. Seria horrível. Mas creio que pode haver coisa ainda pior.

Uma Federação, um governo da Europa, tudo a partir do embrião criado pelo Tratado de Roma, de 25 de março de 1957 (completará 55 anos em 25 de março próximo), que criou a Comunidade Econômica Européia, fundada por seis países, entidade que expandiu-se até tornar-se a União Européia que é hoje.

Ah, sim, no último livro da Bíblia, Apocalipse, afirma-se que uma Besta está assentada sobre sete montes. Roma? O Tratado de Roma… parece que a sugestão do ex-ministro Delfim Netto não foi feliz. O que tiver de ser, será. Mas a tal Federação iria dar mais musculatura à Besta, se a referência aos sete montes for mesmo às sete colinas romanas.

Delfim é expert em economia e finanças, mas de Apocalipse parece que não entende nada.


Targino, fora do ar, acusa Robinson e Zé Neto
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Deu no blog Por Escrito, do jornalista Luiz Augusto Gomes

As sucessivas queixas de interferência do governo do Estado para evitar críticas em emissoras de rádio não podem mais ser tomadas como fatos isolados, fruto de querelas políticas regionais.
Agora é o deputado Targino Machado (PSC) quem afirma ter sido tirado do ar em programa da Rádio Povo, de Feira de Santana, ontem, quando questionava a postura do governo em relação a obras no município, como o aeroporto e o centro de convenções.
O parlamentar aponta como responsáveis pelas pressões, que envolveriam até a ameaça de corte de verbas publicitárias, o secretário de Comunicação, Robinson Almeida, e o líder do governo na Assembleia Legislativa, Zé Neto.
Mesmo que não sejam verdadeiras as denúncias, a repetição dos casos poderá afetar a imagem do governo no que ele tem de mais precioso, que é a defesa dos valores democráticos e dos ideais republicanos.
Não basta às autoridades colocar-se olimpicamente acima das acusações, certas de que são imunes a esse vírus. Ao contrário, sua obrigação é vir a público contestá-las e reafirmar

http://youtu.be/awo7u8F5sTk

Que venha o touro anunciado para o ano que começa.

BOA TARDE!!!

(Vitor Hugo Soares, recém saído de barzinho, um dos raros neste primeiro domingo do ano no Leblon)


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Deu no PÚBLICO, de Portugal

Kim Jong-un, o “Sol do séc. XXI”, é o mais jovem líder mundial. Com 28 anos (ou 27, não se sabe ao certo), o “líder supremo” da Coreia do Norte encabeça a lista dos dez únicos chefes de Estado ou de Governo com idades inferiores a 40. Lideram ditaduras, democracias, monarquias, repúblicas, países em crise, novos países e velhas nações.

Com que idade se chega ao poder? Em Portugal, poder-se-ia dizer que aos 46. Foi com essa idade que Sá Carneiro, António Guterres, Durão Barroso e Passos Coelho tomaram posse como primeiros-ministros. O mais novo do pós-25 de Abril foi Carlos Mota Pinto, com 42. O mais velho, Mário Soares – 51. Nos EUA, Barack Obama foi posto em causa na corrida à Presidência, que assumiu com 47 anos, por ser “demasiado novo”.

A questão das idades dos líderes políticos volta a propósito da nomeação de Kim Jong-un como “líder supremo” da Coreia do Norte, potência nuclear muito fechada que fez do comunismo uma dinastia. O que se sabe do filho mais novo de Kim Jong-il, o “Querido Líder” que morreu a 17 de Dezembro, é pouco: conhecem-se os estudos na Suíça e pouco mais. Nem a idade é certa: talvez tenha nascido em 1983, ou talvez em 1984.

A comunidade internacional está apreensiva com a sua ascensão ao poder, dada a inexperiência política e a aparente incapacidade para lidar com a luta interna que, segundo os analistas políticos, deve estar a ocorrer na hierarquia militar do país e no Partido dos Trabalhadores da Coreia. Kim Jong-un destoa no plano internacional pela idade. Mas não está só. Há mais nove líderes mundiais atualmente no poder que têm menos de 40 anos. São os únicos.

Jovem e imprevisível

Jigme Khesar Namgyal Wangchuck era, desde 2006, o mais novo chefe de Estado do planeta. O rei do Butão, monarquia constitucional nos Himalaias, nasceu em 1980. Tem 31 anos.

No início do reinado, tinha 26. A juventude, no entanto, não é novidade no também jovem Butão (independente desde 1949): o pai de Jigme Khesar Namgyal Wangchuck, Jigme Singye Wangchuk, começou o reinado com 16 anos.

No Butão existem pouco mais de 700 mil pessoas. A tenra idade do rei butanês não chegou a preocupar a comunidade internacional. A importância do país é “nenhuma”, atesta Carlos Gaspar, investigador do Instituto Português de Relações Internacionais, ao PÚBLICO. “Vive do turismo – e com contingentação de turistas. Os chineses ainda compram aquilo, para aumentar a fronteira e a pressão sobre a Índia.”

O caso da Coreia do Norte é completamente diferente e “imprevisível”. “Ninguém sabe verdadeiramente o que se passa e a transição foi muito rápida. Fez-se em apenas dois anos. Kim Jong-il teve dez anos para se preparar”, lembra Carlos Gaspar, alertando para a “situação de instabilidade muito grande” vivida no país, que pode culminar em guerra civil. “Se passar a uma ditadura militar, é uma melhoria. Seria estável e previsível. Agora, é um regime comunista sultânico sem uma regra previsível de sucessão.”

Os norte-coreanos não deixaram passar para o exterior qualquer sinal de fragilidade do regime. Kim Jon-un foi nomeado como novo “líder supremo do Partido, do Estado e do Exército” sem contestação pública. Antes, tinham-no baptizado de “Sol do séc. XXI”, numa actualização do epíteto dado ao avô, Kim Il-sung, “Sol” da Coreia do Norte.

Sol, Mercúrio, Vénus, Terra…

Kim Jong-un é o líder político com menos de 40 anos que mais atenção capta, como o Sol no sistema solar. Toda a comunidade internacional está a olhar para a Coreia do Norte – e assim vai continuar. Em alguns casos, é uma questão de sobrevivência – preocupação que não se aplica a países como o Butão ou San Marino.

Se a lista dos dez líderes mundiais mais jovens for disposta num sistema idêntico ao sistema solar, com Kim Jong-un no centro, a fazer de Sol como os conterrâneos pretendem, e os restantes líderes a afastarem-se à medida que a idade aumenta, então o rei butanês (31 anos) ocuparia o lugar de Mercúrio. O capitão-regente de San Marino, Matteo Fiorini (33 anos), estaria no lugar de Vénus e o primeiro-ministro do Montenegro, Igor Lukši? (35 anos), no da Terra. E daí para a frente

jan
01
Posted on 01-01-2012
Filed Under (Artigos) by vitor on 01-01-2012


Amorim, hoje no Correio do Povo (RS)

dez
31


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Chita e o filho de Jader

Janio Ferreira Soares

No mesmo jornal em que vejo a foto da posse de Jader Barbalho no Senado – após dez anos de sua renúncia por ter sido acusado de desviar R$ 9,6 milhões -, vejo também a foto que anuncia a morte de Chita, o impagável chimpanzé (sim, ele era macho) que fazia minha alegria nas memoráveis matinês das tardes de domingo.

Na fotografia de Chita, ele tem ao seu lado as companhias de Tarzan, Jane e Boy, além de vários animais sempre alertas a espera de um grito para se fazerem presentes. Na do senador estão seus filhos Daniel e Giovanna, além de vários colegas sempre atentos para acudir companheiros que podem gritar segredos fatais. Sarney e Renan que o digam.

Se uma foto vale por mil palavras, as do pequeno Daniel nas primeiras páginas dos principais jornais do País valem por uma enciclopédia inteira. Nelas, ele faz uma série de caretas em direção aos fotógrafos que, espertos, entenderam as entrelinhas da mensagem e dispararam seus flashes em sua direção. Pronto, sem querer (porém, vindo de quem veio, com toda a pinta de querendo) e sem dizer nenhuma palavra, o caçula de Jader proporcionou as melhores manchetes sobre a nossa política neste ano que se finda.

Na Folha de São Paulo e no O Globo ele dá a língua e abana as duas mãos abertas nas orelhas, como quem diz: “aqui pra vocês, seus bestas, ó meu pai tomando posse!”. Já no Estado de São Paulo, ele faz um gesto muito parecido com o do homem do quadro O Grito, do norueguês Edvard Munch, (aquele em que ele abre a boca numa espantosa expressão de medo), como se dissesse: “o horror!, o horror!, a nossa justiça é um horror!, por isso meu pai voltou!”.

Segundo seus tratadores, Chita era dócil e apreciava música gospel, mas de vez em quando arremessava seus excrementos nos inimigos.

Após sua posse, Jader pediu para homenagear ACM. Deve ter sido zona.

Quando vivo, o baiano o chamou de “ladrão” e “truculento”. Jader retrucou, chamando-o de “corrupto” e “mentiroso”.

Na época não se soube se houve arremessos de excrementos. Mas a coisa continua fedendo lá pras bandas do Congresso.

Feliz 2012.

Janio Ferreira Soares, cronista é secretário de Cultura de Paulo Afonso, no Vale do São Francisco


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Bahia em Pauta, site blog baiano plugado no mundo, hospedado temporariamente no Rio de Janeiro à espera de 2012, deseja Feliz Ano Novo a todos os seus ouvintes e leitores.

(Vitor Hugo Soares)


Monumento a Ary: atração diante do La Fiorentina

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A sexta-feira(30), penúltimo dia e madrugada de 2011 da turma do Bahia em Pauta de férias no Rio de Janeiro , não poderia ter sido melhor e mais agradável.Não dá para contar tudo (nem cabe) aqui e agora. Por enquanto, basta dizer que tudo começou ainda de manhã no Clipper, um barxinho superanimado do Leblon. Seguiu à tarde no Mondego, avenida Atlântida, e terminou já na madrugada de hoje(31) no “La Fiorentina”, um renovado ponto de encontro para comer bem, beber e conversar localizado no Leme, bem ao pé do monumento a Ary Barroso, um dos mais visitados da cidade maravilhosa atualmente.

Chegamos ao “La Fiorentina” levados pelo jornalista Roberto Gonçalves e sua Nina (também amiga do peito), atualmente no jornalismo da TV Globo, mas parceiro leal de profissão, amigo especial de fé e de farra deste editor do BP desde tempos gloriosos do Jornal do Brasil. Juntos varamos a madrugada de um reencontro para não esquecer.

Mas quando saímos do Lá Fiorentina ainda deixamos por lá mesas animadas como a da sambista Beth Carvalho(e muitos amigos) e a do jornalista e escritos Artur Poerner, que mesmo depois dos 70 não perde uma noite na casa preferida de Ary Barroso no Rio de Janeiro.

Que noite!

(Vitor Hugo Soares)=======================================

Abaixo um texto recolhido na Internet sobre o La Fiorentina

Templo maior dos artistas e intelectuais do final da década de 1950 ao início da década de 1990, o restaurante La Fiorentina, no bairro do Leme tem muita história para contar.

Foi inaugurado em 1957 e durante 31 anos freqüentado pela intelectualidade carioca que, não se sabe quem começou, deixava sua assinatura nas paredes e colunas do restaurante.

Artistas famosos, advogados ilustres, médicos, escritores, etc., sentiam-se orgulhosos ao serem convidados para assinar uma parede. Milhares de assinaturas, àquela altura, se sobrepunham umas às outras, em variadas cores, parecendo um afresco moderno.

O espaguete com frutos do mar e a lasanha verde à bolonhesa eram os capitães da cozinha. O chope, da Brahma, geladíssimo, rivalizava com o vinho em caneca (de gosto duvidoso) da casa. O porteiro vendia cigarros americanos por baixo do pano. Dois leões de bronze tomavam conta da entrada.

Um terrível incêndio, em 1988, acabou com tudo, inclusive cremou os milhares de assinaturas das celebridades que decoravam as paredes. Foi um dia muito triste. Os freqüentadores fizeram questão de lá comparecer, como uma última homenagem e muitos choravam copiosamente.

Um esforço hercúleo dos proprietários permitiu que o local fosse reaberto dois meses após e o hábito de assinar as paredes pelas celebridades renasceu. Lamentavelmente, por desencontros entre o dono do imóvel e os proprietários do restaurante, a Fiorentina fechou suas portas em 1992.

Oito anos após, no ano 2000, eis que, como Fênix, a Fiorentina ressurge das cinzas.

Lamentavelmente a nova decoração, o ar condicionado (sem demérito para o conforto), as mesas na calçada e, principalmente o menu, foram descaracterizados perdendo o charme da mistura décô/anos 50 que possuía. O espaguete ainda esta lá, mas a minha querida lasanha verde ficou na História. Não se come mal. Boas massas e boa pizza.

Os leões também estão de volta fazendo companhia a uma estátua de Ary Barroso, voraz freqüentador do local.

O ambiente vai retornando aos antigos padrões. À noite se podem ver artistas e intelectuais jantando calmamente.

Calmamente em termos. Eu estava jantando lá na noite do último capítulo da novela Paraíso Tropical quando chegou o vilão, o assassino da Thaís e também o capitão Nascimento do BOPE, Wagner Moura.

Amigos…Que tumulto!

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