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Olhá lá, rubronegro. O jogo é por um empate, simples assim! Mas, todo cuidado é pouco, porque o jogo vale um campeonato. É bom não pensar que o Bahia de Feira é galinha morta no Barradão. É jogo encardido!!!

O samba de Gonzaguina no BP vai também para torcedores de todos os times brasileiros que também decidem campeonatos hoje.

Bola pra frente

(VHS)

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GERALDINOS E ARQUIBALDOS

GOZAGUINHA

Gravado no CD de Simone “Na veia”.

Mamãe não quer, não faça
Papai diz não, não fale
Vovó ralhou, se cale
Vovô gritou, não ande

Placas de rua, não corra
Placas no verde, não pise
No luminoso, não fume
Olha o hospital, silêncio

Sinal vermelho, não siga
Setas de mão, não vire
Vá sempre em frente, nem pense
É contramão

Olha cama de gato
Olha a garra dele
Cama de gato
Melhor se cuidar

No campo do adversário
É bom jogar com muita calma
Procurando pela brecha
Pra poder ganhar

Acalma a bola, rola a bola
Trata a bola, limpa a bola
Que é preciso faturar

E esse jogo tá um osso
É um angu que tem caroço
É preciso desembolar

E se por baixo não tá dando
É melhor tentar por cima
Ui, com a cabeça dá

Você me diz que esse goleiro
É titular da seleção
Só vou saber, mas é quando eu chutar

Matilda, matilda
No campo do adversário
É bom jogar com muita calma
Procurando pela brecha
Pra poder ganhar

maio
14


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PRECE AO SAMBA

Ivan Lins

Samba
Faça de mim o instrumento do seu poder
Sou corpo e alma consagrado a você
Aqui na terra e até depois
Samba
Ouça os acordes da canção nupcial
Abençoando no altar universal
A união entre nós dois
Faça que eu seja
Eternamente o seu cantor
Onde existe ódio
Deixe eu semear o amor
Onde houver tristeza
Deixe eu ser a alegria
Deixa eu transbordar
Em verso e melodia
Sam…ba
Sam…ba

maio
14


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CRÔNICA/DULCÍSSIMA

Irmã Dulce e outros santos

Janio Ferreira Soares

Em meio a ladainhas jornalísticas que perecem não ter fim, finalmente a Bahia se prepara para a beatificação de Irmã Dulce, fato mais do que justo nesta terra repleta de santos estrangeiros, divindades diversas e entidades estabelecidas.
A beatificação, leio, é a etapa que precede a concessão da patente de santo. A partir daí, uma comissão exige a apresentação de mais alguns milagres comprovados, para só então o agraciado ser canonizado pelo Papa e aí poder ser cultuado em todo o mundo.

No caso de Irmã Dulce nem precisava esse protocolo todo, já que sua obra em vida lhe permitiu um exclusivíssimo cartão fidelidade azul-celeste, desses que vem com um chip divino que dá acesso direto a sala vip do firmamento, embora, pelo seu estilo, ela preferisse padecer como uma simples mortal na longa fila do check-in eterno.

Não tenho muita intimidade com santos tradicionais apesar de ter crescido no meio deles, vizinho que fui da igreja de Santo
Antônio da Glória. Mas lembro bem das imagens com suas bochechas rosadas parecendo sorrir toda vez que o coral comandado por minhas tias desafinava a Ave Maria. Meus santos e santas favoritos continuam sendo aquilo e aqueles que, de alguma forma, deixam a vida mais leve. E isso vale tanto para o momento em que meus filhos me dão um sorriso molhado de piscina, quanto para a vez em que ouvi Milton numa distante noite de orvalho e breu, com sua voz de zabumba saindo de um velho rádio sintonizado na Inconfidência de Minas. Merecia uma vela.

Mas agora é hora de festejar a primeira santa baiana, apesar de ela já sê-la de há muito no meu altar secreto, local onde também guardo outros baianos aureolados por mim, a exemplo de Caymmi, esse mestre de canções em forma de rezas, que além de acalentar têm o dom de espreguiçar minha alma; de Glauber, um santo guerreiro de premonições certeiras e inspirações geniais; de Jorge Amado, santo sonso do pau-oco e maioral em inventar personagens divinais; e de Raul, Wally, Gregório, Waldick…, sem falar nos vivos. Mas aí são outros caracteres.

Janio Ferreira Soares, cronista, é secretário de Cultura e Turismo de Paulo Afonso, na margem baiana do Rio São Francisco


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“C`est Formidable”, a revista musical comemorativa dos 100 anos do Moulin Rouge, e um dos mais extraordinários espetáculos teatrais que este editor já viu.

BOA VIAGEM A REGINA E MARIANA

BOM SÁBADO A TODOS OS OUVINTES E LEITORES DO BP

(Vitor Hugo Soares)


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OPINIÃO POLÍTICA

Marinor versus Bolsonaro

Ivan de Carvalho

A senadora Marinor Brito, do Psol, ingressou com uma representação, por quebra do decoro parlamentar, junto à Procuradoria do Senado, contra o deputado Jair Bolsonaro, do PP fluminense. No final da manhã de quinta-feira, houve um incidente entre a senadora Marinor e o deputado logo após a reunião da Comissão de Direitos Humanos do Senado, que examina o Projeto de Lei Complementar 122, que criminaliza a homofobia.

A senadora Marta Suplicy dava uma entrevista, o deputado Bolsonaro chegou perto e exibiu um panfleto descrito pela mídia como “antigay”, a senadora Marinor deu-lhe, sem aviso prévio, um tapa na mão, na tentativa de arrancar-lhe o panfleto, e então houve um bate-boca, sem xingamentos. E a senadora do Psol entendeu que o deputado quebrou o decoro. Porque levou um tapa na mão, parece.

O projeto está gerando muita polêmica no país e na sociedade. Foi apresentado há cerca de dez anos na Câmara, onde foi votado e aprovado somente em 2006, devido às fortes resistências encontradas. Entre essas resistências, destacam-se às da Igreja Católica e das Igrejas evangélicas.

No Congresso Nacional, o deputado Jair Bolsonaro, capitão reformado do Exército, tem sido o mais ostensivo ativista contra o projeto, que segundo os que o apóiam pretende impedir a discriminação de homossexuais e segundo os que a ele se opõem ameaça, na forma em que está posto, as liberdades de expressão e religiosa. Esta ameaça é que é alegada pelas instituições católicas e evangélicas para combater o projeto.

Tanto os representantes das instituições católicas quanto evangélicas, mas não necessariamente somente destas, declaram total respeito ao direito das pessoas de adotarem – por influência genética, ambiental, cultural ou simplesmente pela própria vontade (ou por alguns desses fatores em conjunto, não importa) – a orientação sexual que quiserem. A liberdade assegurada na Constituição e na Declaração Universal dos Direitos Humanos lhes garante isso.

A questão se complica é quando o movimento que quer criminalizar a homofobia pretende que seja considerada discriminação contra os homossexuais – a ponto de ser um crime severamente punido – a expressão do pensamento ou da convicção, em tese, de que a homossexualidade não é correta. E, notadamente no caso da opinião dos católicos e dos evangélicos, um pecado.

Então, quando alguém disser – em frente aos fiéis ou mesmo aos infiéis, do púlpito ou de cima de um caixote posto em uma praça, ou por intermédio da mídia formal – que o homossexualismo é um pecado ou que simplesmente é inadequado porque, por exemplo, não está de acordo com a indicação oferecida pela natureza, estará cometendo um crime. Seria crime, por mais que tais conceitos sejam emitidos de modo impessoal, sem qualquer intenção de envolver um determinado indivíduo, caso em que se tornaria, efetivamente – quanto a isto não há controvérsias – discriminação.

Nas hipóteses precedentes, em nome da condenação à homofobia, estariam sendo sacrificadas a liberdade de expressão e a liberdade religiosa. Mas então surgiu uma proposta supostamente conciliatória: padres e pastores (e suponho que os demais fiéis) poderiam expressar seus conceitos sobre homossexualismo no interior dos templos.
Mas isto resolve o impasse? Bem, e nas entrevistas que derem a rádios, jornais, televisões, sites e blogs da Internet, opiniões que – respeitadas aquelas características – postem no Twitter, no Facebook? E aquele cara que sobe no caixote da praça, que pode muito bem ser o deputado Bolsonaro, advertindo quem estiver disposto a ouvi-lo, sobre as inconveniências que ele vê, por exemplo, na adoção de crianças por casais homossexuais? Estará cometendo um crime ou exercendo sua liberdade de expressão ou de religião, garantidas por cláusulas pétreas da Constituição.


Eliana Calmon: faltou senhas no cartório

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A abertura do 87º Encontro do Colégio Permanente de Presidentes de Tribunais de Justiça do Brasil foi com palestra proferida na noite de ontem quinta-feira (12), no Auditório do TJBA. O encontro acontece em Salvador, entre os dias 12 até este sábado, 14 de maio.

Na ocasião, a TV Bahia gravou entrevista com a Ministra Corregedora do Conselho Nacional de Justiça- CNJ, Eliana Calmon, na qual ela relataou ter ido a um cartório de Salvador e não conseguiu ser atendida devido à falta de senhas.

A ministra relatou a situação caótica em que se encontram os cartórios extrajudiciais e falou sobre o projeto de privatização que tramita na Assembleia Legislativa da Bahia.

(Com informações do Blog do Juiz Gerivaldo Neiva


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Bolero cubano interpretado por: Benny More e escrito por Ricardo Pérez

Boa noite

maio
13


DEU NO IG

A vice-diretora de uma escola estadual de Salvador foi exonerada nesta sexta-feira por questionar a sexualidade de um aluno de 11 anos.Margnólia Oliveira, que trabalha no Professora Armandina Marques, na periferia de Salvador, suspendeu o aluno por dois dias na semana passada. O motivo, segundo a própria educadora, foi ter flagrado a criança em atos de “ousadia e indecência” com um colega

A notícia foi publicada originalmente no Blog de Mario Kertesz, no portal da Radio Metrópole.

maio
13
Posted on 13-05-2011
Filed Under (Artigos) by vitor on 13-05-2011

O senador Aécio Neves (PSDB-MG) disse na tarde desta sexta-feira que a “ineficiência vem se tornado a marca” de Dilma Rousseff (PT). Ele avalia que a gestão petista na Presidência da República é feita de “improviso” e com “falta de comando”. A declaração de Aécio foi feita quando o ex-governador de Minas foi questionado sobre a indefinição da política de concessão de aeroportos do governo federal à iniciativa privada.

“O governo mostra que não planeja. O governo, no ponto de vista da gestão, é extremamente frágil. Eu acho que é ineficiência, falta de comando, de decisão, de pessoas que pensem as coisas de forma planejada. A ineficiência, cada vez mais, vem se tornando a marca deste governo, que não investiu nada na gestão pública de qualidade”, disparou, após defender parcerias do poder público com a iniciativa privada porque “o Estado brasileiro não tem condições de fazer, com os recursos necessários e na velocidade necessária, todos investimentos.

Aécio lembrou novamente que havia sugerido ao então presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) um formato de parceria público-privada (PPP) para reformar e ampliar o aeroporto de Confins, na Grande Belo Horizonte, mas a ideia, segundo ele, foi rejeitada.

O senador esteve reunido com o governador de Minas, Antonio Anastasia (PSDB), nesta sexta-feira. No começo do mês, Anastasia elogiou Dilma por ceder os aeroportos a empresas privadas.

Edvaldo Brito: o nome do PTB?

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OPINIÃO POLÍTICA

Novas ocupações à vista

Ivan de Carvalho

Depois que o PC do B entrou de sola (com um L só) no processo sucessório municipal, anunciando formalmente a candidatura a prefeita de Salvador da deputada Alice Portugal nas eleições do ano que vem, já começam outros a ensaiar a mesma estratégia comunista de “ocupar espaços”, vazios pela ostensiva indefinição e notória confusão que reinam na grande maioria das legendas.

Assim é que veio a público o presidente estadual do PDT, Alexandre Brust, informar ou confirmar que é estratégia nacional de seu partido lançar candidatos a prefeito em todos os municípios que tenham 200 mil habitantes ou mais. Na Bahia, são os casos de Salvador, Feira de Santana e Vitória da Conquista. E o presidente do PDT disse ao site Política Livre, ontem, que os candidatos já estão até escolhidos.

Em Salvador, o deputado federal Marcos Medrado, cuja base eleitoral esteve sempre situada na capital e, principalmente nos anos menos recuados, encolheu sensivelmente, concentrando-se mais na região do subúrbio ferroviário, onde reside e para o qual esteve sempre mais voltado.

O problema com Medrado é que ele, em outras eleições, cultivava o costume de colocar-se como uma hipótese de candidatura a prefeito ou até mesmo declarar-se candidato, para depois retirar-se, passando a dar apoio a outra candidatura e disputando mais um mandato parlamentar.

Agora, no entanto, que as eleições gerais e municipais não mais coincidem, passa a ser crível que Marcos Medrado dispute a prefeitura, sem chance de vitória, mas com garantia de razoável visibilidade nessa campanha majoritária, o que poderá facilitar-lhe a reeleição para deputado federal dois anos depois.

Um risco que Medrado poderia correr, caso proceda dessa forma, seria o de obter na eleição para prefeito (falo no singular, porque imagino que ele não consiga ir além do primeiro turno) um resultado tão pífio que mais o atrapalhe do que o ajude na eleição parlamentar de 2014. Imagino que o presidente Brust, para anunciar Medrado como candidato a prefeito, esteja ciente da disposição inabalável deste de encarar tanto os bônus quanto os ônus embutidos na disputa de êxito impossível pela sucessão do prefeito João Henrique.

Revelando ainda que o candidato pedetista em Vitória da Conquista será o ex-reitor da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia, Abel Rebouças (olha aí a bandeira da Educação que o PDT não larga, gente), o presidente Alexandre Brust lança a idéia mais surpreendente – em Feira de Santana, o nome que o PDT quer disputando a prefeitura é o do senador e ex-governador João Durval, que também já foi, lá, vereador, presidente da Câmara Municipal e prefeito interino, sendo, depois de governador, prefeito eleito de Feira de Santana, em 1966, já ex-governador da Bahia.

Mas talvez seja isto apenas um sonho de Brust. João Durval está muito bem no Senado, com seis anos de mandato pela frente e acaba de completar, no dia 8, bem vividos 82 anos.

Ah, no domingo, dirigentes, parlamentares e outros representantes do PTB de 17 estados têm um encontro, no Hotel Fiesta, em Salvador. Vêm comemorar os 66 anos de fundação do PTB – não o atual, claro, mas aquele que Getúlio Vargas fundou, do qual o atual diz ser uma continuação. Pode ser que o clima festivo estimule os petebistas a fazerem um lançamento formal da candidatura do vice-prefeito e ex-prefeito de Salvador, Edvaldo Brito, à sucessão de João Henrique. Brito, pessoalmente, já se colocou como aspirante.

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