A marcha da loucura

Manifestações de 26 de maio pró-Bolsonaro

 Bolsonaro durante sua campanha eleitoral, em 7 de outubro de 2018, no Rio de Janeiro MAURO PIMENTEL AFP

A anunciada manifestação para o domingo, 26 de maio, dos seguidores do presidente Jair Bolsonaro contra os que teriam transformado esse país em “ingovernável” poderá ter consequências difíceis de se calcular.

Cresce o medo sobre os resultados dessa marcha sobre Brasília para defender o “mito” que se sente encurralado pelos que pretendem impedi-lo de realizar a missão que Deus lhe encomendou de devolver ao país corrompido sua pureza perdida. Medo que começou a preocupar até políticos de seu partido e muitos que votaram nele e hoje se sentem assustados e tentam dissuadi-lo dessa manifestação chamada de “marcha da loucura”.

E eu acredito que não existem precedentes na história das democracias mundiais de um Governo que cinco meses após sua eleição e que deveria viver sua lua de mel decide mobilizar o país em sua defesa ao se sentir sitiado pelos que, segundo ele, tentam impedi-lo de governar.

As manifestações, normalmente, são organizadas pelas oposições para exigir que as promessas de suas campanhas eleitorais sejam cumpridas. Curiosamente, no Brasil, até agora, a oposição parece na verdade muda e desunida contra um Governo que se apresenta incapaz de entender o que a sociedade pede dele.

Não é de se estranhar que a manifestação que está sendo organizada nas redes sociais pelas hostes mais aguerridas e violentas de Bolsonaro seja batizada também como “a marcha do medo”. Parece que de repente os demônios foram liberados e se fala sem pudor de “incendiar Brasília”, de “fechar o Congresso e o Supremo Tribunal Federal”, que seriam a grande meretriz da política. Há até um general da reserva, Luiz Eduardo Rocha Paiva, que acha natural que se não deixarem Bolsonaro governar “estaríamos dispostos a pegar em armas para defender a liberdade e a justiça”, incitando a uma guerra civil. Curiosamente o general destoa da atitude de moderação que até agora demonstrou o restante de seus colegas militares.

Essa ideia de incendiar os outros poderes que dividem com o presidente a liderança e governabilidade do país nos faz lembrar como, já entre os romanos, imperadores como Nero usaram da artimanha de provocar incêndios de verdade, como o que destruiu meia Roma, para jogar sua responsabilidade sobre seus supostos inimigos.

No caso de Nero, o imperador aproveitou o incêndio de Roma para acusar os cristãos de sua autoria, considerados como inimigos do Império. Conhecemos os resultados: aqueles cristãos, dentre os quais estavam os apóstolos, Pedro e Paulo, foram martirizados, queimados na fogueira, crucificados e jogados aos cachorros para que fossem devorados vivos.

É difícil encontrar no Brasil precedentes de uma alucinação semelhante à que esse Governo vive, que vê por todos os lados inimigos e intrigas para derrubá-lo antes ainda de ter iniciado seu caminho. É difícil encontrar no passado um clima de política baseado na negatividade, na raiva e no ódio, como se de repente o Brasil e os brasileiros tivessem se transformado em monstros irreconhecíveis e inimigos de seu próprio país.

“Só Penso em Você”, Lúcio Alves: para sua quinta-feira de maio ficar mais luminosa e melhor!!!

BOM DIA!!!

(Gilson Nogueira)

maio
23

Estado não é obrigado a fornecer remédio sem registro da Anvisa, decide STF

 

O Supremo decidiu hoje que o SUS não é obrigado a fornecer, por decisão judicial, medicamentos experimentais e estabeleceu condições bem restritas para entrega daqueles sem registro na Anvisa.

A partir de agora, um juiz só pode determinar a concessão caso a agência demore a analisar o pedido do remédio ainda não aprovado e se já houver um pedido de seu registro no país.

Além disso, o medicamento deve ser registrado em agências internacionais de renome e não existir no Brasil um tratamento terapêutico alternativo.

Todas as ações judiciais nesses casos devem ser ajuizadas contra a União, sob a qual está subordinada a Anvisa.

maio
23
Posted on 23-05-2019
Filed Under (Artigos) by vitor on 23-05-2019

Do  Jornal do Brasil

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A Comissão de Infância e Juventude (CIJ) da OAB-MT e a Associação Mato-grossense de Pesquisa e Apoio à Adoção (Ampara) realizaram um evento chamado Adoção na Passarela, em um shopping de Cuiabá.

Segundo o texto publicado no site da OAB do estado, é a segunda vez que o encontro é realizado e o objetivo é dar visibilidade a crianças e adolescentes de 4 a 17 anos, que estão aptas para adoção.

O site informa ainda que é uma noite para que os pretendentes a adotar possam conhecer as crianças e os adolescentes.

Macaque in the trees
Evento ‘Adoção na Passarela’ (Foto: Reprodução)

Em entrevista feita pela assessoria de imprensa da OAB-MT, a presidente da CIJ, Tatiane de Barros Ramalho, afirma que o evento finaliza diversas ações realizadas durante a Semana da Adoção, que incluíram palestras, seminários e recreações para as crianças.

“A população em geral poderá ter mais informações sobre adoção e os menores em si terão um dia diferenciado, em que irão se produzir, fazer cabelo, maquiagem e usar roupa para o desfile”, diz ela. Tatiane afirma, durante a entrevista, que, na última edição do desfile, dois adolescentes, de 14 e 15 anos, foram adotados.

(MÔNICA BERGAMO)

 

Quatro adultos e dois menores morreram “devido ao monóxido de carbono”, segundo autoridades chilenas

Os bombeiros em frente ao prédio onde ocorreu o incidente.
Os bombeiros em frente ao prédio onde ocorreu o incidente. Reprodução / Cuerpo de Bomberos de Santiago

Pelo menos seis brasileiros morreram na tarde desta quarta-feira no centro da capital chilena, aparentemente por emanação de dióxido de carbono, segundo o Corpo deBombeiros de Santiago.

Os socorristas disseram à imprensa que o infeliz acontecimento foi registrado em um prédio localizado na rua Santo Domingo, a cerca de doze quarteirões do Palácio de La Moneda, sede do Executivo.

Autoridades locais confirmaram à Efe que quatro adultos e dois menores morreram, “preliminarmente devido ao monóxido de carbono”, todos eles do Brasil.

Bombeiros, policiais uniformizados e funcionários do Serviço de Assistência Médica de Emergência (SAMU) trabalham no local. Eles ordenaram a evacuação de todos os residentes por conta do perigo que representava permanecer dentro do prédio.

Nos últimos 20 anos, o centro de Santiago se encheu de altas torres de apartamentos, muitos deles agora habitados por milhares de estrangeiros, em alguns casos em más condições, porque em cada apartamento é permitido viver mais de uma família.

maio
23
Posted on 23-05-2019
Filed Under (Artigos) by vitor on 23-05-2019

Esta


 

Miguel . no

 

DO PORTAL TERRA BRASIL
Renato Onofre e Mariana Haubert
 
 

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, agradeceu os 210 votos favoráveis a manutenção do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) na pasta. Sob orientação do Centrão, por 228 votos contrários, o órgão voltou às estruturas da Economia.

“Sobre a decisão da maioria da Câmara de retirar o Coaf do Ministério da Justiça, lamento o ocorrido. Faz parte do debate democrático. Agradeço aos 210 deputados que apoiaram o Ministério da Justiça e Segurança Pública e o plano de fortalecimento do Coaf”, afirmou Moro logo após a derrota.

Orientaram pela volta do Coaf para a Economia: PP, MDB, PTB, PT, PL (antigo PR), PSB, PRB, PDT, DEM, SDD, PSOL, PCdoB e PSC. As lideranças da maioria, da minoria e da oposição também encaminharam a votação neste sentido.

Apesar da derrota na questão do Coaf, ontem, o governo conseguiu conter um movimento que poderia levar ao caos administrativo com a volta do número de ministérios dos atuais 22 para 29, que existiam da gestão do ex-presidente Michel Temer (MDB).

Votaram a favor de Moro, além do PSL, Podemos, Pros, Cidadania, Novo e PV. O líder do governo na Casa, major Vitor Hugo (PSL-GO), fez uma defesa enfática no plenário da Casa pela manutenção do órgão. Ele afirmou que o Estado precisa ser mais eficiente e coerente com as pautas que elegeram Bolsonaro.

“Tem vitórias que representam derrota, tem derrotas que representam vitória. Nós vencemos, vencemos”, afirmou o deputado Bibo Nunes (RS), vice-líder do PSL, após o resultado.

Ontem, o governo começou o dia fazendo gestos públicos ao Legislativo. O ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni (DEM), foi ao Congresso para um “beija mão”, expressão usada para exprimir respeito, aos presidentes do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), e da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

O encontro selou o acordo para a votação da MP 870 e serviu para tentar distensionar mais um mal-estar com o presidente da Câmara. Anteontem, Maia anunciou o rompimento das relações institucionais com o líder do governo, deputado Major Vitor Hugo (PSL-GO).

O presidente da Casa disse que o deputado não merece respeito depois de ter divulgado uma charge na qual uma pessoa aparece chegando ao Congresso com um saco de dinheiro na cabeça com a inscrição “diálogo”. O presidente da Câmara deixou de receber Vitor Hugo nas reuniões na residência oficial.

Onyx não quis comentar sobre o futuro de Vitor Hugo na função. O ministro disse que a relação entre Congresso e Planalto está “em fase de ajuste”.

“Estamos em uma fase de ajuste nesta relação. Estamos em uma fase de consolidação desta nova forma de se conduzir as relações entre Executivo e Legislativo”, afirmou Onyx após a reunião com os presidentes da Casa.

Alcolumbre agradeceu a deferência, mas afirmou que as divergências são naturais. “Há divergências no parlamento brasileiro? Há divergências no parlamento brasileiro. Há partidos que pensam diferentes? Há partidos que pensam diferente. O parlamento não é obrigado a ser um avalizador das matérias encaminhadas pelo governo federal. Mas nós compreendemos que o governo tem todo o direito e a legitimidade de construir sua estrutura governamental com base nesta medida provisória. E o parlamento, debruçado nesta matéria, fez e fará o quanto for necessário a reestruturação do projeto brasileiro sempre que achar necessário”, afirmou o presidente do Senado.


Votou para tirar o Coaf de Moro(Ministério da Justiça):

Votou ‘não’ hoje, para que o Coaf voltasse para o Ministério da Economia, onde foi criado em 1998.

  1. Abílio Santana, BA, PL
  2. Adriano do Baldy, GO, PP
  3. Aécio Neves, MG, PSDB
  4. Afonso Florence, BA, PT
  5. Afonso Motta, RS, PDT
  6. Aguinaldo Ribeiro, PB, PP
  7. Airton Faleiro, PA, PT
  8. Aj Albuquerque, CE, PP
  9. Alcides Rodrigues, GO, PRP
  10. Alencar Santana Braga, SP, PT
  11. Alessandro Molon, RJ, PSB
  12. Alexandre Leite, SP, DEM
  13. Alexandre Padilha, SP, PT
  14. Alexandre Serfiotis, RJ, PSD
  15. Alice Portugal, BA, PCdoB
  16. Altineu Côrtes, RJ, PL
  17. Amaro Neto, ES, PRB
  18. André Abdon, AP, PP
  19. André Ferreira, PE, PSC
  20. André Figueiredo, CE, PDT
  21. André Fufuca, MA, PP
  22. Arlindo Chinaglia, SP, PT
  23. Arthur Lira, AL, PP
  24. Arthur Oliveira Maia, BA, DEM
  25. Átila Lins, AM, PP
  26. Átila Lira, PI, PSB
  27. Augusto Coutinho, PE, Solidariedade
  28. Áurea Carolina, MG, PSOL
  29. Aureo Ribeiro, RJ, Solidariedade
  30. Baleia Rossi, SP, MDB
  31. Benedita da Silva, RJ, PT
  32. Beto Faro, PA, PT
  33. Beto Pereira, MS, PSDB
  34. Beto Rosado, RN, PP
  35. Bia Cavassa, MS, PSDB
  36. Bira do Pindaré, MA, PSB
  37. Bohn Gass, RS, PT
  38. Bosco Costa, SE, PL
  39. Bosco Saraiva, AM, Solidariedade
  40. Cacá Leão, BA, PP
  41. Camilo Capiberibe, AP, PSB
  42. Carlos Henrique Gaguim, TO, DEM
  43. Carlos Veras, PE, PT
  44. Carlos Zarattini, SP, PT
  45. Celina Leão, DF, PP
  46. Célio Moura, TO, PT
  47. Chico D`Angelo, RJ, PDT
  48. Chiquinho Brazão, RJ, Avante
  49. Christino Aureo, RJ, PP
  50. Cleber Verde, MA, PRB
  51. Cristiano Vale, PA, PL
  52. Damião Feliciano, PB, PDT
  53. Daniel Almeida, BA, PCdoB
  54. Daniela do Waguinho, RJ, MDB
  55. Danilo Cabral, PE, PSB
  56. David Soares, SP, DEM
  57. Denis Bezerra, CE, PSB
  58. Dimas Fabiano, MG, PP
  59. Dr. Luiz Antonio Teixeira Jr., RJ, PP
  60. Dra. Vanda Milani, AC, Solidariedade
  61. Dulce Miranda, TO, MDB
  62. Edio Lopes, RR, PL
  63. Edmilson Rodrigues, PA, PSOL
  64. Eduardo Bismarck, CE, PDT
  65. Eduardo Costa, PA, PTB
  66. Eduardo da Fonte, PE, PP
  67. Elmar Nascimento, BA, DEM
  68. Enio Verri, PR, PT
  69. Erika Kokay, DF, PT
  70. Fábio Ramalho, MG, MDB
  71. Fabio Reis, SE, MDB
  72. Fausto Pinato, SP, PP
  73. Félix Mendonça Júnior, BA, PDT
  74. Fernando Coelho Filho, PE, DEM
  75. Fernando Monteiro, PE, PP
  76. Fernando Rodolfo, PE, PL
  77. Flávia Arruda, DF, PL
  78. Flaviano Melo, AC, MDB
  79. Flávio Nogueira, PI, PDT
  80. Frei Anastacio Ribeiro, PB, PT
  81. Gastão Vieira, MA, PROS
  82. Genecias Noronha, CE, Solidariedade
  83. Geninho Zuliani, SP, DEM
  84. Gervásio Maia, PB, PSB
  85. Gil Cutrim, MA, PDT
  86. Gilberto Abramo, MG, PRB
  87. Giovani Cherini, RS, PL
  88. Glauber Braga, RJ, PSOL
  89. Glaustin Fokus, GO, PSC
  90. Gleisi Hoffmann, PR, PT
  91. Greyce Elias, MG, Avante
  92. Guilherme Mussi, SP, PP
  93. Gustinho Ribeiro, SE, Solidariedade
  94. Gutemberg Reis, RJ, MDB
  95. Heitor Schuch, RS, PSB
  96. Helder Salomão, ES, PT
  97. Henrique Fontana, RS, PT
  98. Herculano Passos, SP, MDB
  99. Hermes Parcianello, PR, MDB
  100. Hildo Rocha, MA, MDB
  101. Hugo Motta, PB, PRB
  102. Idilvan Alencar, CE, PDT
  103. Iracema Portella, PI, PP
  104. Isnaldo Bulhões Jr., AL, MDB
  105. Ivan Valente, SP, PSOL
  106. Jandira Feghali, RJ, PCdoB
  107. Jéssica Sales, AC, MDB
  108. Jesus Sérgio, AC, PDT
  109. Jhonatan de Jesus, RR, PRB
  110. João Carlos Bacelar, BA, PL
  111. João Daniel, SE, PT
  112. João H. Campos, PE, PSB
  113. Joenia Wapichana, RR, REDE
  114. JoJustiça (Moro)ar Maranhãozinho, MA, PL
  115. Jorge Braz, RJ, PRB
  116. Jorge Solla, BA, PT
  117. José Airton Cirilo, CE, PT
  118. José Guimarães, CE, PT
  119. José Ricardo, AM, PT
  120. Joseildo Ramos, BA, PT
  121. Julio Cesar Ribeiro, DF, PRB
  122. Juninho do Pneu, RJ, DEM
  123. Junior Lourenço, MA, PL
  124. Laercio Oliveira, SE, PP
  125. Lafayette de Andrada, MG, PRB
  126. Leonardo Monteiro, MG, PT
  127. Leônidas Cristino, CE, PDT
  128. Lídice da Mata, BA, PSB
  129. Lucas Vergilio, GO, Solidariedade
  130. Luis Tibé, MG, Avante
  131. Luiz Antônio Corrêa, RJ, SEM PARTIDO
  132. Luiz Carlos Motta, SP, PL
  133. Luiza Erundina, SP, PSOL
  134. Luizianne Lins, CE, PT
  135. Magda Mofatto, GO, PL
  136. Manuel Marcos, AC, PRB
  137. Marcelo Freixo, RJ, PSOL
  138. Marcelo Nilo, BA, PSB
  139. Marcelo Ramos, AM, PL
  140. Márcio Jerry, MA, PCdoB
  141. Márcio Marinho, BA, PRB
  142. Marcon, RS, PT
  143. Marcos Aurélio Sampaio, PI, MDB
  144. Margarete Coelho, PI, PP
  145. Margarida Salomão, MG, PT
  146. Maria do Rosário, RS, PT
  147. Maria Rosas, SP, PRB
  148. Marília Arraes, PE, PT
  149. Marina Santos, PI, Solidariedade
  150. Mário Heringer, MG, PDT
  151. Mário Negromonte Jr., BA, PP
  152. Marlon Santos, RS, PDT
  153. Marreca Filho, MA, Patriota
  154. Mauro Benevides Filho, CE, PDT
  155. Mauro Lopes, MG, MDB
  156. Merlong Solano, PI, PT
  157. Milton Vieira, SP, PRB
  158. Moses Rodrigues, CE, MDB
  159. Natália Bonavides, RN, PT
  160. Nelson Pellegrino, BA, PT
  161. Neri Geller, MT, PP
  162. Nilto Tatto, SP, PT
  163. Nivaldo Albuquerque, AL, PTB
  164. Odair Cunha, MG, PT
  165. Olival Marques, PA, DEM
  166. Orlando Silva, SP, PCdoB
  167. Osires Damaso, TO, PSC
  168. Ossesio Silva, PE, PRB
  169. Otaci Nascimento, RR, Solidariedade
  170. Otoni de Paula, RJ, PSC
  171. Padre João, MG, PT
  172. Pastor Sargento Isidório, BA, Avante
  173. Patrus Ananias, MG, PT
  174. Paulão, AL, PT
  175. Paulo Abi-Ackel, MG, PSDB
  176. Paulo Azi, BA, DEM
  177. Paulo Guedes, MG, PT
  178. Paulo Pereira da Silva, SP, Solidariedade
  179. Paulo Pimenta, RS, PT
  180. Paulo Ramos, RJ, PDT
  181. Paulo Teixeira, SP, PT
  182. Pedro Augusto Bezerra, CE, PTB
  183. Pedro Lucas Fernandes, MA, PTB
  184. Pedro Uczai, SC, PT
  185. Pedro Westphalen, RS, PP
  186. Perpétua Almeida, AC, PCdoB
  187. Pinheirinho, MG, PP
  188. Policial Katia Sastre, SP, PL
  189. Pompeo de Mattos, RS, PDT
  190. Professor Alcides, GO, PP
  191. Professora Dorinha Seabra Rezende, TO, DEM
  192. Professora Marcivania, AP, PCdoB
  193. Professora Rosa Neide, MT, PT
  194. Raimundo Costa, BA, PL
  195. Reginaldo Lopes, MG, PT
  196. Rejane Dias, PI, PT
  197. Renildo Calheiros, PE, PCdoB
  198. Ricardo Barros, PR, PP
  199. Robério Monteiro, CE, PDT
  200. Roberto Alves, SP, PRB
  201. Rodrigo de Castro, MG, PSDB
  202. Rogério Correia, MG, PT
  203. Ronaldo Carletto, BA, PP
  204. Rosangela Gomes, RJ, PRB
  205. Rubens Otoni, GO, PT
  206. Rui Falcão, SP, PT
  207. Sergio Souza, PR, MDB
  208. Sergio Toledo, AL, PL
  209. Severino Pessoa, AL, PRB
  210. Silvia Cristina, RO, PDT
  211. Silvio Costa Filho, PE, PRB
  212. Tadeu Alencar, PE, PSB
  213. Tiago Dimas, TO, Solidariedade
  214. Tito, BA, Avante
  215. Valmir Assunção, BA, PT
  216. Valtenir Pereira, MT, MDB
  217. Vander Loubet, MS, PT
  218. Vavá Martins, PA, PRB
  219. Vicentinho Júnior, TO, PL
  220. Vilson da Fetaemg, MG, PSB
  221. Vinicius Carvalho, SP, PRB
  222. Vinicius Farah, RJ, MDB
  223. Vinicius Gurgel, AP, PL
  224. Waldenor Pereira, BA, PT
  225. Wolney Queiroz, PE, PDT
  226. Zé Carlos, MA, PT
  227. Zé Neto, BA, PT
  228. Zeca Dirceu, PR, PT

Votou para deixar o Coaf com Moro:

Votou ‘sim’ hoje, para manter o Coaf no Ministério da Justiça:

  1. Abou Anni, SP, PSL
  2. Adolfo Viana, BA, PSDB
  3. Adriana Ventura, SP, NOVO
  4. Afonso Hamm, RS, PP
  5. Alê Silva, MG, PSL
  6. Alex Santana, BA, PDT
  7. Alexandre Frota, SP, PSL
  8. Alexis Fonteyne, SP, NOVO
  9. Aliel Machado, PR, PSB
  10. Aline Gurgel, AP, PRB
  11. André de Paula, PE, PSD
  12. André Janones, MG, Avante
  13. Antonio Brito, BA, PSD
  14. Bacelar, BA, Podemos
  15. Benes Leocádio, RN, PRB
  16. Bia Kicis, DF, PSL
  17. Bibo Nunes, RS, PSL
  18. Bilac Pinto, MG, DEM
  19. Boca Aberta, PR, PROS
  20. Bruna Furlan, SP, PSDB
  21. Cabo Junio Amaral, MG, PSL
  22. Capitão Alberto Neto, AM, PRB
  23. Capitão Augusto, SP, PL
  24. Capitão Wagner, CE, PROS
  25. Carla Zambelli, SP, PSL
  26. Carlos Chiodini, SC, MDB
  27. Carlos Gomes, RS, PRB
  28. Carlos Jordy, RJ, PSL
  29. Carlos Sampaio, SP, PSDB
  30. Carmen Zanotto, SC, CIDADANIA
  31. Caroline de Toni, SC, PSL
  32. Cássio Andrade, PA, PSB
  33. Célio Silveira, GO, PSDB
  34. Célio Studart, CE, PV
  35. Celso Maldaner, SC, MDB
  36. Celso Russomanno, SP, PRB
  37. Celso Sabino, PA, PSDB
  38. Charlles Evangelista, MG, PSL
  39. Chris Tonietto, RJ, PSL
  40. Christiane de Souza Yared, PR, PL
  41. Clarissa Garotinho, RJ, PROS
  42. Coronel Armando, SC, PSL
  43. Coronel Chrisóstomo, RO, PSL
  44. Coronel Tadeu, SP, PSL
  45. Dagoberto Nogueira, MS, PDT
  46. Daniel Coelho, PE, CIDADANIA
  47. Daniel Freitas, SC, PSL
  48. Daniel Silveira, RJ, PSL
  49. Daniel Trzeciak, RS, PSDB
  50. Danrlei de Deus Hinterholz, RS, PSD
  51. Darci de Matos, SC, PSD
  52. Darcísio Perondi, RS, MDB
  53. Delegado Antônio Furtado, RJ, PSL
  54. Delegado Éder Mauro, PA, PSD
  55. Delegado Marcelo Freitas, MG, PSL
  56. Delegado Pablo, AM, PSL
  57. Delegado Waldir, GO, PSL
  58. Diego Garcia, PR, Podemos
  59. Domingos Neto, CE, PSD
  60. Dr. Frederico, MG, Patriota
  61. Dr. Leonardo, MT, Solidariedade
  62. Dr. Luiz Ovando, MS, PSL
  63. Dr. Zacharias Calil, GO, DEM
  64. Dra. Soraya Manato, ES, PSL
  65. Edilázio Júnior, MA, PSD
  66. Eduardo Barbosa, MG, PSDB
  67. Eduardo Bolsonaro, SP, PSL
  68. Eduardo Braide, MA, PMN
  69. Eduardo Cury, SP, PSDB
  70. Efraim Filho, PB, DEM
  71. Eli Borges, TO, Solidariedade
  72. Eli Corrêa Filho, SP, DEM
  73. Elias Vaz, GO, PSB
  74. Emanuel Pinheiro Neto, MT, PTB
  75. Emidinho Madeira, MG, PSB
  76. Enéias Reis, MG, PSL
  77. Enrico Misasi, SP, PV
  78. Eros Biondini, MG, PROS
  79. Evair Vieira de Melo, ES, PP
  80. Evandro Roman, PR, PSD
  81. Expedito Netto, RO, PSD
  82. Fábio Henrique, SE, PDT
  83. Fábio Mitidieri, SE, PSD
  84. Fabio Schiochet, SC, PSL
  85. Fábio Trad, MS, PSD
  86. Felício Laterça, RJ, PSL
  87. Felipe Carreras, PE, PSB
  88. Felipe Francischini, PR, PSL
  89. Felipe Rigoni, ES, PSB
  90. Filipe Barros, PR, PSL
  91. Flávia Morais, GO, PDT
  92. Flordelis, RJ, PSD
  93. Francisco Jr., GO, PSD
  94. Fred Costa, MG, Patriota
  95. Gelson Azevedo, RJ, PL
  96. General Girão, RN, PSL
  97. General Peternelli, SP, PSL
  98. Geovania de Sá, SC, PSDB
  99. Gilson Marques, SC, NOVO
  100. Giovani Feltes, RS, MDB
  101. Gonzaga Patriota, PE, PSB
  102. Guiga Peixoto, SP, PSL
  103. Guilherme Derrite, SP, PP
  104. Gurgel, RJ, PSL
  105. Gustavo Fruet, PR, PDT
  106. Haroldo Cathedral, RR, PSD
  107. Heitor Freire, CE, PSL
  108. Hélio Costa, SC, PRB
  109. Helio Lopes, RJ, PSL
  110. Hugo Leal, RJ, PSD
  111. Igor Kannário, BA, PHS
  112. Igor Timo, MG, Podemos
  113. Jhc, AL, PSB
  114. João Roma, BA, PRB
  115. Joaquim Passarinho, PA, PSD
  116. Joice Hasselmann, SP, PSL
  117. Jose Mario Schreiner, GO, DEM
  118. José Nelto, GO, Podemos
  119. José Nunes, BA, PSD
  120. Juarez Costa, MT, MDB
  121. Julian Lemos, PB, PSL
  122. Júlio Cesar, PI, PSD
  123. Júlio Delgado, MG, PSB
  124. Júnior Bozzella, SP, PSL
  125. Júnior Ferrari, PA, PSD
  126. Kim Kataguiri, SP, DEM
  127. Lauriete, ES, PL
  128. Léo Moraes, RO, Podemos
  129. Léo Motta, MG, PSL
  130. Liziane Bayer, RS, PSB
  131. Loester Trutis, MS, PSL
  132. Lourival Gomes, RJ, PSL
  133. Lucas Gonzalez, MG, NOVO
  134. Lucas Redecker, RS, PSDB
  135. Luciano Bivar, PE, PSL
  136. Luciano Ducci, PR, PSB
  137. Luiz Carlos, AP, PSDB
  138. Luiz Flávio Gomes, SP, PSB
  139. Luiz Lima, RJ, PSL
  140. Luiz Nishimori, PR, PL
  141. Luiz Philippe de Orleans e Bragança, SP, PSL
  142. Luizão Goulart, PR, PRB
  143. Major Fabiana, RJ, PSL
  144. Major Vitor Hugo, GO, PSL
  145. Mara Rocha, AC, PSDB
  146. Marcel van Hattem, RS, NOVO
  147. Marcelo Brum, RS, PSL
  148. Marcelo Calero, RJ, CIDADANIA
  149. Marcelo Moraes, RS, PTB
  150. Marcio Alvino, SP, PL
  151. Márcio Biolchi, RS, MDB
  152. Márcio Labre, RJ, PSL
  153. Marco Bertaiolli, SP, PSD
  154. Marx Beltrão, AL, PSD
  155. Maurício Dziedricki, RS, PTB
  156. Mauro Nazif, RO, PSB
  157. Miguel Lombardi, SP, PL
  158. Misael Varella, MG, PSD
  159. Nelson Barbudo, MT, PSL
  160. Nereu Crispim, RS, PSL
  161. Nicoletti, RR, PSL
  162. Nilson Pinto, PA, PSDB
  163. Norma Ayub, ES, DEM
  164. Otto Alencar Filho, BA, PSD
  165. Pastor Eurico, PE, Patriota
  166. Pastor Gildenemyr, MA, PMN
  167. Paula Belmonte, DF, CIDADANIA
  168. Paulo Eduardo Martins, PR, PSC
  169. Paulo Ganime, RJ, NOVO
  170. Paulo Magalhães, BA, PSD
  171. Pedro Cunha Lima, PB, PSDB
  172. Pedro Lupion, PR, DEM
  173. Pr. Marco Feliciano, SP, Podemos
  174. Professor Israel Batista, DF, PV
  175. Professor Joziel, RJ, PSL
  176. Professora Dayane Pimentel, BA, PSL
  177. Raul Henry, PE, MDB
  178. Reinhold Stephanes Junior, PR, PSD
  179. Renata Abreu, SP, Podemos
  180. Ricardo Guidi, SC, PSD
  181. Ricardo Teobaldo, PE, Podemos
  182. Roberto de Lucena, SP, Podemos
  183. Rodrigo Agostinho, SP, PSB
  184. Rodrigo Coelho, SC, PSB
  185. Rosana Valle, SP, PSB
  186. Rose Modesto, MS, PSDB
  187. Rubens Bueno, PR, CIDADANIA
  188. Ruy Carneiro, PB, PSDB
  189. Samuel Moreira, SP, PSDB
  190. Sanderson, RS, PSL
  191. Santini, RS, PTB
  192. Sargento Fahur, PR, PSD
  193. Schiavinato, PR, PP
  194. Sergio Vidigal, ES, PDT
  195. Shéridan, RR, PSDB
  196. Sidney Leite, AM, PSD
  197. Sóstenes Cavalcante, RJ, DEM
  198. Stefano Aguiar, MG, PSD
  199. Subtenente Gonzaga, MG, PDT
  200. Ted Conti, ES, PSB
  201. Tereza Nelma, AL, PSDB
  202. Tiago Mitraud, MG, NOVO
  203. Túlio Gadêlha, PE, PDT
  204. Vanderlei Macris, SP, PSDB
  205. Vermelho, PR, PSD
  206. Vicentinho, SP, PT
  207. Vinicius Poit, SP, NOVO
  208. Vitor Lippi, SP, PSDB
  209. Walter Alves, RN, MDB
  210. Weliton Prado, MG, PROS

Levantamento mostra que aprovação da gestão cai cinco pontos e quem avalia como ruim ou péssimo bate 36,2%. Metade é contra cortes na Educação

pesquisa de avaliação do Governo Jair Bolsonaro

 O presidente Jair Bolsonaro. RICARDO MORAES REUTERS
São Paulo

 

A desaprovação do Governo Jair Bolsonaro superou a aprovação pela primeira vez: 36,2% da população considera a gestão do presidente “ruim” ou “péssima”, uma cifra que supera os 28,6% que avaliam como “ótima” ou “boa” em apenas cinco meses. Os números são da pesquisa exclusiva da consultoria Atlas Político, divulgada nesta terça-feira, e mostram que a percepção positiva continua em queda: desde abril, quando Bolsonaro completou 100 dias no poder, a desaprovação às decisões do Planalto subiu cinco pontos.

Para Andrei Roman, diretor do Atlas Político, o resultado, colhido entre os dias 19 e 21 de maio, não surpreende “dado o intenso noticiário negativo” a respeito do Governo nas últimas semanas, com repercussão dos cortes na Educação, que provocaram as primeiras manifestações nacionais contra Bolsonaro desde janeiro, a investigação sobre as finanças do filho do presidente, senador Flávio Bolsonaro (86,3% disseram ter tomado conhecimento do caso e 54,3% dizem ser a favor de que ele seja preso), e os resultados econômicos ruins. A pesquisa, feita com 2.000 pessoas recrutadas na Internet e com stra balanceada por meio de algoritmo, tem margem de erro de 2 pontos percentuais.

“O resultado mostra uma conversão de avaliação regular em ruim ou péssimo. Ou seja, uma intensificação da rejeição entre os que já não estavam gostando tanto assim do Governo. Por outro lado, se você olhar a aprovação, ela caiu menos. Mostra uma certa resiliência da base que ele tem e que parece estar segurando bastante bem”, pondera Roman.Desaprovação do Governo Bolsonaro supera aprovação pela primeira vez, mostra pesquisa Atlas Político

 

Esta base ainda fiel ao bolsonarismo será posta à prova no próximo domingo, dia 26 de maio, para quando os apoiadores do presidente convocam manifestações em ao menos 50 cidades do país. A mobilização não é um consenso na coalizão que ajudou a eleger Bolsonaro, que inclui os movimentos que fizeram campanha pelo impeachment de Dilma Rousseff, e nem mesmo no próprio partido do presidente, o PSL. “O que a pesquisa mostra é que ainda existe um percentual grande da população que apoia o presidente e eu não ficaria surpreso se há manifestações expressivas a favor do presidente e, dias depois, manifestações expressivas contra ele. É só um resultado da polarização da sociedade que continua”, analisa do diretor do Atlas. Para ele, ainda é cedo para dizer se Bolsonaro conseguirá estancar a queda de apoio. “Depende de produzir resultados na economia e na queda do desemprego“, diz.

A pesquisa também perguntou aos eleitores sobre o tema que levou professores e estudantes às ruas na semana passada. No total, 51,5% da população é contra os cortes na Educação, que atingem em média 30% de todo o orçamento não obrigatório das universidades. A margem dos que apoiam a medida do Governo não é baixa: 45% dizem estar de acordo com o contingenciamento, que o Ministério da Educação diz ser obrigado a fazer por causa da crise fiscal ao passo que também critica ideologicamente as instituições.

Desaprovação do Governo Bolsonaro supera aprovação pela primeira vez, mostra pesquisa Atlas Político
 

Vocabulário da crise e Lula

No momento em que os problemas de governabilidade do gestão Bolsonaro ficam mais evidentes, 50,2% dos entrevistados não acredita que o Congresso pode eventualmente se decidir por abrir um processo de impeachment contra o presidente. Além disso, 49,4% seria contra essa possibilidade (contra os 38,1% que apoiam o “Fora, Bolsonaro”).

A pesquisa também mostra que o político mais bem avaliado do Governo segue sendo o ministro da Justiça, Sérgio Moro, com 60% de aprovação, conforme revelou o Atlas Político em abril, de modo similar aos resultados encontrados pelo Instituto Datafolha. Entre as personalidades políticas pesquisadas, quem mais subiu na aprovação foi o ex-candidato à presidência, Ciro Gomes (PDT), que. no entanto, segue majoritariamente rejeitado pela população e atrás do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, avaliado positivamente por 31% dos brasileiros.

O ex-presidente petista, preso desde abril de 2018, concedeu sua primeira entrevista exclusiva ao EL PAÍS e à Folha em abril. Segundo a pesquisa Atlas, 41,1% assistiu à entrevista. Na população geral, 56,1% é a favor da prisão de Lula, condenado por corrupção no âmbito da Operação Lava Jato.

Desaprovação do Governo Bolsonaro supera aprovação pela primeira vez, mostra pesquisa Atlas Político

Língua”, Caetano Veloso e Elza Soares: joia preciosa burilada da composição musical da língua portuguesa, para celebrar como se deve a conquista do prêmio Camões 2019, por Chico Buarque de Holanda. Vai dedicada a Aurora Vasconcelos, José Umberto e a mana Mariana, que andam pela terrinha de Camões e Fernando Pessoa, em celebrações nestes dias luminosos de maio. Viva!!!

(Vitor Hugo Soares)

Pages: 1 2 3 4 5 6 7 ... 2132 2133

  • Arquivos

  • Maio 2019
    S T Q Q S S D
    « abr    
     12345
    6789101112
    13141516171819
    20212223242526
    2728293031