Fatima com Mario Kertész, hoje , no
Jornal da Bahia no AR, da Metrópole
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DEU NO PORTAL DA METRÓPOLE

Conhecida por seu jeito espontâneo, Fátima Mendonça iniciou a conversa sobre os quatro anos como primeira-dama do Estado da Bahia.
”Foi uma coisa que pega no tombo. Não acreditava muito que ele [governador Jaques Wagner] vencesse no primeiro turno, dai tive que resolver minha vida. Resolvi fazer o que acredito para somar com Wagner, pra poder fazer da Bahia um Estado que nos orgulhe”, explicou.

Quando questionada por Mário Kertész em relação ao acompanhamento da vida do governador no meio político, Fátima enfatizou que acompanha toda a movimentação e relação de Wagner com os outros políticos, mas nega que passa o tempo todo inteirada. ””Senão acaba o casamento”, brincou.

Ao longo da entrevista, a primeira-dama não deixou de tratar de assuntos polêmicos. Em relação à prefeitura de Salvador, Fátima não fez nenhuma análise crítica, mas não deixou de alfinetar: ””A prefeitura é complicada”’, disse. ”Eu estava vindo pra cá no carro e estava ouvindo a propaganda da Prefeitura. Aquela: ””respeito? Presente; dignidade? Presente; vagas nas escolas? Presente””. O motorista disse pra mim que as matrículas nas escolas estão sendo feitas à mão. Não dá mais para ficar enganando ninguém! Mas não quero mais falar neste assunto, porque ninguém bate em quem já está no chão””, declarou.

Num dos trechos da entrevista, Fátima Mendonça se refere a presidenta Dilma Rousseff (PT) e compara: ”O governo da Dilma será melhor do que o de Lula. Acredito na força da mulher. Ela [Dilma] vai ajudar a construir a ponte Salvador-Itaparica”, disse.

Novo secretariado

Em relação a definição do secretariado que pretende fazer acompanhar o governador até o fim de seu próximo mandato, Fátima disse que até este fim de semana sai a decisão. ”Acho que ele define até este fim de semana, meu aniversário é esta quinta-feira (15), quem sabe ele não me dá de presente?”.

Ainda conforme a primeira-dama, ela não tem interesse em indicar nomes ao secretariado. ””Não estou a fim de indicar secretariado, nunca indiquei. É conversa fiada que eu indiquei Márcio Meirelles. Não sou governadora. No dia em que me tornar uma, indicarei. Jamais omitirei opinião quando o governador fizer uma indicação””.

Durante a entrevista, Fátima ainda falou sobre o temperamento do governador, sobre a política no Estado, sobre as Voluntárias Sociais, sobre futebol, entre outros assuntos.

Comentários

luiz alfredo motta fontana on 11 janeiro, 2011 at 15:09 #

Caro VHS

Uma pergunta:

É a Prefeitura de Salvador um enterro político?

Alguém, depois de ACM, , salvo engano, 1967/1970, após a prefeitura conseguiu eleger-se governador?

Caso esteja correto, não seria estranho?


luiz alfredo motta fontana on 11 janeiro, 2011 at 17:47 #

Caro VHS

Insisto na pergunta?

Teria sido ACM o último prefeito que consegiu ser governador na Bahia?

Neste caso a Bahia tem mais um mistério. Ou não?


luiz alfredo motta fontana on 12 janeiro, 2011 at 6:38 #

Retorno ao tema:

Terá o exercício da prefeitura de Salvador o condão de suicídio político?

Afinal, prefeito de Capital que não almeje o governo do Estado parece ser inédito.

Neste caso, qual a razão de não conquistarem o tão sonhado cargo?


danilo on 12 janeiro, 2011 at 10:19 #

a Bahia é linda, Fatinha é linda, Caetano é lindo, Santo Amaro é lindo, o Craque Bobô é lindo, Grampinho é lindo, Léo Kret é linda, o cabelo de Q-Bôa de Cabelo de Q-Bôa é lindo, tudo é lindo nesta terra.


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