Quase uma semana depois do caos, a operadora Oi ainda não tem um prazo para o restabelecimento regular dos seus serviços interrompidos desde o incêndio acontecido na manhã de terça-feira (21), em uma central telefônica no bairro do Itaigara. Além da Bahia, o incêndio causou transtornos também em cidades de Alagoas, Sergipe, Pernambuco, Piauí e Maranhão. Segundo nota da empresa, foram prejudicados os serviços de telefonia fixa, móvel e de transmissão de dados. A causa do incêndio ainda é investigada, com a mesmo falta de objetividade quanto aos resultados quanto à gestão da crise conduzida pela telefônica com maior número de clientes no mercado baiano.
A interrupção dos serviços prejudicou também os serviços bancários e o comércio, em pleno período natalino. Sistemas operacionais de cartões de crédito e débito, que são ligados às operadoras, saíram do ar, em bancos e nas lotéricas, assim como o sistema do Banco do Brasil (ainda fora do ar em várias áreas esta segunda-feira(27), Caixa Econômica Federal e do Bradesco – nos dois primeiros, alguns clientes não conseguiram sequer realizar saques. T
Também foram prejudicados a central de Polícia, cujo número de emergência está fora do ar, e a Coelba, que também tem seu número de atendimento funcionando precariamente, ou fora do ar.
O incêndio começou por volta das 10h da manhã desta terça-feira, no Itaigara
Desastre completo, não só pelo fogo na central baiana da Oi, mas pela má gestão da situação de crise e da falta de alternativas da telefônica em relação aos seus milhões de cliente na Bahia e no Nordeste. Quem, afinal, defenderá os consumidores neste momento de caos e graves prejuizos?
(Vitor Hugo Soares, editor do BP, com informações do Correio da Bahia)
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Caro VHS
Senti falta do BP
Aqui um poemeto canhestro para desanuviar:
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Exílio
(luiz alfredo motta fontana)
Ao acordar
pressentiu…
Ao tomar consciência
desesperou…
isolado,
desterrado,
banido.
Uma pena a cumprir?
Uma sentença sem apelação?
O pior dos homens?
Não…
…apenas a conexão com defeito!