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Postado em 20-07-2010
Arquivado em (Artigos, Eventuais) por vitor em 20-07-2010 11:11

Juntamente com um convite lembrete para a Caminhada da Lua Cheia que ela comanda há anos, todos os meses em Itapoan – que em julho acontece no próximo sábado, 25 -, o editor do Bahia em Pauta recebeu da amiga e estimuladora do BP, Glauvânia M. Jansen, um sugestivo texto sobre Salvador, que este site blog publica a seguir.

Glau, para quem não sabe, é a pernambucana mais baiana da face da Baia de Todos os Santos.

O texto que ela nos manda é mais uma demonstração cabal disso. Um título de soteropolitana honorária já para ela!

(Vitor Hugo Soares)
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Salvador: andou no buzu da Vibensa?

RECORDAÇÕES!! SE NÃO FOR DE SUA ÉPOCA, ENVIE PARA ALGUM AMIGO QUE CERTAMENTE RECORDARÁ.

*Para quem foi jovem nos anos 1970 e 80 em Salvador, essa é do BAÚ!*

Ir à praia da 3ª escada do Farol, que era o point; e na Pituba no Tatu Paca;

A Kombi de sorvete Primavera com o seu sininho;

Abadá de mortalha, usou daquelas que iam até o pé, inclusive a azul turquesa do Jacu e do macacão do Traz Os Montes; Luís Caldas tocando em trio, do baile do Patropi e do baile do Preto e Branco no Bahiano de Tênis… A segunda-feira gorda na Associação Atlética… O Baile dos Internacionais e de Iemanjá, no Clube Português… Curtiu bailes de carnaval no clube dos
Fantoches; Quem não se lembra da Banda Reflexos e da Banda Mel;

Foi pra festas de 15 anos na Cabana da Barra ou na Close-up, frequentou a Bual’amour, a barraca do Juvená e o Varandá do Sandoval… Participou da Gincana da Primavera na Fonte Nova, tinha algum colega de escola que fabricava loló para o Carnaval (e vendia em frasco de Seiva de Alfazema)?

Andava em ônibus da Vibensa, estudou no Marista, ISBA, Vieira, SãoPaulo, 2 de Julho, Sacramentinas, Instituto Feminino e, se levou pau, acabou no Ipiranga ou outra “fábrica”. Estudou também no Central, Iceia ou Severino Vieira…

Quem não se lembra do Cine Rio Vermelho que tinha dois andares. Do cinema Guarani, que virou Glauber Rocha,e agora é Espaço Unibanco…

Ia com seus pais assistir a sessões matinais de ‘Tom & Jerry’ no Cine Guarani no primeiro domingo de cada mês; No Cine Bristol, ficava em dúvida se sentava na parte de cima ou na de baixo;

Garanto que você deve ter assistido muitos filmes nos Cines Art 1 e 2 (que antes era Bristol e antes ainda, era Cine Politeama) virou igeja evangélica, agora nem sei mais…

Viu o Leônico disputar título na Fonte Nova, com o goleiro ajoelhado rezando pra acabar o jogo;

Marcava encontros no Fundação Politécnica, pois o Iguatemi ainda não existia…

Depois, passava as tardes de sábado no Iguatemi com calça OP, mochila Company, camisa fio Escócia e Hang Loose e sandália Catina Surf;

Ia comer pizza no Giovanni no terraço do Iguatemi; Já usou muita roupa da Mesbla e Sandiz; Colecionou carrinhos de metal em miniatura da Match Box, que abria as portas e a tampa do motor, comprados numa loja que eu não lembro o nome, na Av. Carlos Gomes;

E aquele hot dog do Tonni’s na Pituba? Já assistiu muita corrida de caranguejo no Jardim dos Namorados; Assistia ao ‘Parquinho’ de Tia Arilma só para ver Miss Mara, Geisa e Deusete;

Não perdia um show no Circo Troca de Segredos;

Sabe também o jingle da TV Aratu (‘TV Aratu canal 4/Salvador, meu amor, Bahia… ‘), Telebahia (‘e fale bem desta terra com emoção… ‘) e da Cesta do Povo (‘nesse ano novo, eu quero meu povo… ‘); Lembra da música da Varig (‘estrela brasileira no céu azul, iluminando de norte a sul… nasceu Jesus, chegou Natal… varig, varig, varig);

No São João comprava bomba de 1000 escondido; Já teve uma calça jeans US Top, porque a Lee Riders era muito cara!!

Viu seu primeiro show de strip-tease na Number One; foi a show no Baiano, curtiu A Cor do Som, Moraes, Novos baianos…

Chupava bala Apache e Juquinha e o Pirulito Zorro;
Saía para pegar coroa no Quintela, Cabana e Carinhoso;
Alistou-se na Barroquinha ou no Forte de Santo Antônio;
Programa de domingo à tarde era ir à Ribeira tomar sorvete; Dançou lambada ou discoteca no Freddy’s;

Tinha algum parente que corria na Turma da Madruga;
Chamava a UNIFACS de Trabuco;
Participou de ‘pegas’ na Barra. E quando jogavam óleo na pista pra os carros rodarem;

Domingo à noite vibrava com o Pitubão e corria quando a polícia chegava;
Já pulou do trampolim de saltos ornamentais na AABB, que virou Unimar, que virou Paes-Mendonça, que virou Bom Preço;

Fez escolinha de tênis com Tchê na Associação Atlética;
Já foi ao Iguatemi de frescão; Praia longe era a do SESC, Plakafor e Itapoan (longíssimo)

Assistiu sete vezes à peça A Bofetada;

Já perdeu a conta de quantas vezes a Concha Acústica do TCA foi reinaugurada;

Lembra do Teatro Maria Bethânia;

Assistiu show de A Cor do Som no Farol;

Não perdia um domingo na Hipopotamus, ou na Maria Fumaça ($100,00 com direito a pipoca e coca-cola); dançou na Tropicália, dia de domingo, às 18:00, com Cleber e Pica-pau querendo dar show; foi na Boate Champanhe, e na Green House; tomava sorvete na Bambinella, na Rua Marques de Leão…

As ‘Mostras de Som’ do ISBA e do Vieira;

Participou dos desfiles das escolas no dia do estudante;

Viu alguns malucos andarem de moto na balaustrada da Barra no domingo à noite durante os pegas; Ouviu mixagem do DJ Wilson na Itapoan FM;

Quem não se lembra da música (ali ali ali alimbinha a mais deliciosa merendinha); foi sócio do clube do Mickey com Mara Maravilha;

Quem não lanchou na Cubana, em cima do elevador Lacerda e na Roses, no início da Carlos Gomes;

E por falar em Carlos Gomes, quem não comeu as esfihas do Good Day e do Teng Teng, ali em frente ao Brazeiro;

Veraneava em Itapoan; viajava pra Itacimirim e Arembepe (looonge); quem não acampou durante o carnaval em Guarajuba, que quase não tinha casas; e no clube do Camping;

Assistiu a abertura da TV Itapoan que durava 5 min. Só para ver a bunda da menina que saia da água;

Esperou durante um mês a TV Bahia começar a programação e durante este tempo só estava no ar o logotipo;

Visitou o Museu de Tecnologia;

Quem se lembra do bar Portal, onde Netinho cantava;

Quem se lembra do Sabor da Terra, barzinho de movimento;

Quem se lembra do Canteiros (barzinho na Pituba)? E das batidas do Diolino no Rio Vermelho…

Quem lembra que para ir para praia do Conde eram mais de 6 horas, pois a estrada era trilha… Quem não esteve (ou disse que esteve) na Fonte Nova quando o Papai Noel chegou de helicóptero…

E o boneco do Fofão era mesmo maldito?

Curtiu banho de lagoa depois da praia em Stela Mares;

Curtiu as noite de sábado na Le Zodiac, imperdível…

Quem lembra do barzinho Inverno Verão da Pituba? Ou do Voyage? Ou do Cine Bahia, onde Ghost passou durante oito meses. Ou comprava uva na subida da Barroquinha no Carnaval…

Namorou escondido no Passeio Público… Ou no Jardim de Nazaré?
Tomou cerveja mini e paquerou na Moenda, cheia de turistas;

Comia no chines Tong Fong em frente ao Fórum;

Todas as sextas e sábados o programa era ir para o Barravento…

O Porto da Barra ainda era legal para pegar uma praia no meio da semana…

O pôr do sol no Farol…

Quanta coisa boa… Não dá pra esquecer.
Haha! Só dá pra perceber que ta todo mundo coroa…

Comentários

Mariana Soares on 20 julho, 2010 at 12:38 #

Que beleza de texto, Glauvânia!!! Viajei nas suas linhas, que, também, a mim trazem boas lembranças…Vivi quase tudo que você, tão poeticamente, traduziu em palavras!!! Beleza pura!!!


vitor on 20 julho, 2010 at 13:27 #

Glau

E da Barraca Botafogo em dias de Carnaval?. Quem lembra das loucuras debaixo do Relógio de São Pedro, na Avenida Sete, quando passava o “Broco do Jacu” , sem cordas , seus integrantes vestindo a mortalha azul turquesa e Valéria em cima do carro do bloco de Waltinho Queiroz, deixando a mocidade louca ao longo da avenida?


Leleto on 21 julho, 2010 at 10:38 #

Faltou o Q chute, sapato que era lei nas escolas, junto com a calça US top e ainda o filme de Daniel Boon e o homem de seis milhões de dólares, nas noites de domingo, …


Carmem on 21 julho, 2010 at 11:19 #

‘Quando o Sol se põe vem o farol iluminar as águas da Bahia, No Farol da Barra o encontro…maravilha de lembranças, Glauvânia. E a empada do Relógio de São Pedro? O Tong Fong na Praça do Forum Rui Barbosa? O Projeto Pixinguinha às seis e meie no TCA…são tantas as belas recordações!!!


Gracinha on 22 julho, 2010 at 3:43 #

Glauvania, quantas boas recordações de momentos vividos de forma intensa, com beleza e simplicidade… Como não me emocionar tb com lembranças dos maravilhosos Barravento e Oceania – na epoca – locais de grandes encontros e desencontros, às vezes cenários de inicio de amores duradores. Seu texto me remete também as deliciosas “festas de largo”: Conceição, Bomfim, entrar o ano Novo na Boa Viagem. Pura curtição que jovens como eu nos anos 70, encaravam de buzu com amigos e paqueras. Maravilha à parte o carnaval no clube de engenharia. Saudades!
O tempo passa, momentos e vivencias gratificantes ocorrem (ainda bem) a cada dia. Mas dificil não reconhecer a nostalgia da época mágica da juventude, a qual ainda que apenas física, vai se distanciando a cada dia. Valeu! Bjs


Idney on 24 julho, 2010 at 13:38 #

Victor Hugo,
Glauvania pede pra avisar que a caminhada deste mês de julho é no domingo, dia 25. Estão todos convidados.
Abraço


Regina on 27 julho, 2010 at 3:24 #

Belas recordacoes!!!! Eu vivi tudinho e daria a vida pra viver denovo!!!! O bom de tudo isso eh que hoje podemos ver que aquele tempo nos transformaram en essas pessoas transadas que, apesar dos anos, cabelos grisalhos e umas gordurinhas a mais, ainda estamos ai, botando pra quebrar….


Helder Maia Moço on 15 fevereiro, 2011 at 17:57 #

A loja onde compravamos aqueles carrinhos em miniatura da marca MATCHBOX, chamava se LOBRAS, havia duas , uma na Av Sete(com saida pra Carlos Gomes) e a outra era na Baixa dos Sapateiros


Carlos Cordeiro on 10 novembro, 2011 at 12:19 #

Hoje vai ter a caminhada da lua…


Alberto ROXO on 28 junho, 2012 at 12:59 #

EMBALOS DE SABADO A NOITE NA BOA LAMOR; CAFÉ DAS MENINAS RUA CHILE; SEXTA A TARDE NO FUNDAÇÃO POLITECNICA AV. SETE…


Inêz Cal Veloso Santana on 15 julho, 2013 at 2:18 #

Nao podemos esquecer dos momentos magicos vividos no Diolino, Rio vermelho com suas batidas de frutas deliciosas. Primeiro todo mundo lá, depois outros destinos até o raiar do dia, das serestas no Abaeté, do Zum Zum, boate de todos, Colt 45, Freddy’s, na Amaralina, depois New Freddy’s,o Boliche do Costa Azul, os jantares dançantes do Clube Portugues, Centro Espanhol no corredor da Vitória, Braseiro na Carlos Gomes que servia mini frangos assados, em cestinhas de vime, Sorveteria Primavera, da Churrascaria Alha, no Costa Azul, Alex na Boca do Rio, as serestas no Lingua de Prata em Plaka Ford, ainda uma cabana de pau a pique com cobertura de palha, do Barcaça, na Ribeira, das lojas Sloper, Duas Americas, Miss Adamastor, na Rua Chile, Petronius, Os Gonçalves, Londres Magazine, Barreiros, Boutique Telma, no Comercio, Restaurante do Moreira, Biu com sua famosa e gordurosa feijoada,na Carlos Gomes, Pizzaria Guanabara, boate Maria Fumaça, o Baitakão, na Barra. Torciamos pelo Galicia, clube fundado por sete amigos, um deles o meu pai, o comerciante galego Manuel Enrique Cal Paiva, pelo Ipiranga, Leonico e tantos outros. Em 15 de dezembro de 1975 uma grande inauguração abalou esta cidade: O Shopping Center Iguatemi, começava uma nova era em points de lanches, cinemas, bancos, magazines, restaurantes, salões de beleza, estetica e outros tantos serviços num só lugar e estragar as caminhadas inesqueciveis ao longo da Av. Sete, Carlos Gomes, Baixa dos Sapateiros ou Comercio para comprar , lanchar ou almoçar. Resultado: Casamos, nos tornamos mães ou pais, engordamos, muitos partiram, nós entrando na melhor idade, ainda firmes, uns mais outros menos, vivenciando o CAOS SOCIAL que foi trazido pelo tão querido e almejado… PROGRESSO. Eramos felizes, extremamente felizes e não sabiamos, enfim… Obrigada meu Deus!!!


Maria do Socorro Fonseca on 17 julho, 2013 at 18:54 #

Faltaram as festa dançantes das Faculdades animadas por conjuntos (Raulzito tocava em várias). Medicina Federal era no CIREX; Medicina da Baiana no Clube dos Oficiais na cidade baixa; Engenharia na Cabana da Barra;Direito da Federal na própria Faculdade em um imenso terraço (noite de lua era o máximo); Odontologia também era na própria Faculdade, idem Geologia. Não me lembro mais qual fazia no Instituto Feminino. Outra fazia na Faculdade de Filosofia, quando esta era em Nazaré, (hoje uma das sedes do Ministério Público).
E o Dois de Julho no Campo Grande à noite? Os meninos em pé junto à calçada e as meninas passeando de lá para cá.
Tempo bom! Tudo isso de ônibus (na minha sala da Faculdade somente três pessoas tinham carro, dois deles eram Fusquinhas)…
À tarde também lanchava-se na Lobrás da Avenida Sete. Tinha uma “banana split” que fazia sucesso na época!
E no carnaval para cobrir o tempo entre um trio elétrico e outro havia um fixo. Lembro dos que havia no Relógio de São Pedro; na Ladeira de São Bento e daquele perto da Igreja do Rosário. E depois das 22:00h quando a gente não queria ainda ir embora e não passava mais nenhum trio elétrico?
É, o Shopping acabou com tudo isso!


Claudio Almeida on 6 dezembro, 2014 at 20:28 #

Adorei seu post.
Eu acrescentaria os encontros de trios na Barra e o rock n roll na barra com o camisa de venus, trem fantasma, mar revolto, delirio tremis, ratos de porão. O troca de segredo, o Baitakão, o Palheta na Lapa, O shopping Piedade as praças de alimentação com o show de voz e violão, a kombi do feijão na Pituba, o Jereré Amaralina, propaganda do sujismundo, do café quentinho, quem não lembra da sapataria Santana que bombava em vendas. Quem não lembra do fratelli vita, gasosinha de limão, pera, do refrigerante Gini, Teem, minuano, crush e muito mais delicias dessa época.


luís augusto on 8 dezembro, 2014 at 9:42 #

Valeu o resgate desse texto. Como adolescente naquela época, me lembro de praticamente tudo.

Como o campo alimentar muito me sensibilizava, minha saudade maior vai para o inigualável Tong Fong e seus pratinhos pequenos, e a Good Day, onde a massa da esfiha tinha dois milímetros de espessura e o resto era um recheio de carne muito bem temperada.

Tenho um troféu a acrescentar: antes da Kombi, a Primavera tinha aquelas caminhonetes americanas cuja chaparia era recoberta de placas de madeira. Minhas preferências eram o Beijo Frio e o Esquimó.

E quem se lembra do guaraná Dita, da Fratelli Vita, que “é doce mas não tem açúcar”, o primeiro diet, com jingle gravado por Maria Creuza?


Rômulo Caetano on 14 dezembro, 2014 at 16:40 #

Essas postagens me fizeram reviver e relembrar lugares esquecidos q fizeram parte da minha vida nessa cidade querida nos anos 80. Eita saudade do melhor x-salada com suco de laranja da cidade no Baitakão da barra. Bons tempos…ótimas lembranças!!!


Rômulo Caetano on 14 dezembro, 2014 at 17:01 #

Só esqueceu de falar do circo Troca de segredos que tinha na praia de Ondina. Quem lembra? Eu ia pros shows no lá e depois ia no Baitakão comer o melhor x-salada da barra com suco de laranja!!! Voltei no tempo…


Edgard Alvares Neto on 17 fevereiro, 2015 at 11:21 #

Vivi tudo isto na década de sessenta e setenta. Morar na Ribeira durante 20 anos foi um privilégio muito grande. Domingo passado fui lá passear co minha esposa: acabou.


Vera Fagundes on 7 março, 2015 at 10:36 #

Muito bom o seu artigo,Glauvânia,viajei no tempo,ótimas e saudáveis recordações,pois não dizemos que recordar é viver,então eu vivi alguns destes momentos e locais mágicos também.


CELIA SILVA on 20 outubro, 2015 at 23:49 #

Muito legal!Estudava no Isba e de lá, nos intervalos, íamos à Perine, que ficava na Barra. Veraneio em Itaparica e passeios e piquenique em Itapoã. A banana split da Lobras, a Sloper, o Magazine Londres, e os cines Bahia e Tamoyo!!Tinha uma discoteca que ficava, acho que no Corsário, acho que se chamava Locomotivas. E a boate Hipopotamus, no Othon. Fui a uma festinha de 15 anos lá de um amiga do Isba. Os ônibus na Praça da Sé. Quanta recordação boa!!!!!


claudio cincura on 13 novembro, 2015 at 20:27 #

puts bateu no coraçao estudava nos maristas,morava no campo grande .minha vida era tudo isto .obrigado todo mundo pela lembrança maravilhosa.claudio.


Geraldo Sena on 27 janeiro, 2016 at 11:34 #

Voltei a minha infância agora… bateu a nostalgia!
Lembro com muito carinho de uma bora parte dos momentos citados acima: Morava pertinho do Museu de Ciências e Tecnologia, era muito novo ainda, mas lembro da Gincana da Primavera, adorava o sanduiche do Baitakão (tenho até fotos lá..), as montagens e mixagens do DJ Wilson (gravava em K7), e principalmente dos Jingles dos comerciais (Gostosos, deliciosos os Biscoitos Tupy – Lembra desse?).
Muito bom relembrar de tudo isso.. Realmente eramos felizes!
Um abç a todos.


Jose Expedito on 24 fevereiro, 2016 at 22:45 #

Que coisa boa, fez recordar muitas coisas boas da aquela epoca,so faltou a churrascaria roda viva no jardim dos namorados e uma barraca badaladissima na praia do flamengo a tal Padang Padang, curtir varios luaus ,


Gilberto Vinhas on 15 março, 2016 at 8:27 #

Muito legal Galvânia! Adorei e quantas lembranças me vieram na memória!


Gilberto Vinhas on 15 março, 2016 at 22:08 #

Maravilha de narrativa!


Marcelo Guerra on 10 julho, 2016 at 20:15 #

Como era o nome daquela boate na Aabb?


Marcelo Guerra on 10 julho, 2016 at 20:34 #

Glauvânia, parabéns pelas lembranças! Vi esse texto no zap de um Grupo aqui em Vitória da Conquista que é onde eu moro hoje.

Lembrei das ondas que pegava no Barra Vento; dos blocos que saiam da minha rua, a General Labatut, nos Barris. Lembro do bloco Brilhaê com Lui Muritiba. Dos shows na Aabb. Dos trios somente com as cornetas e os percussionistas nas laterais…Kkkk…as rádios Itapoã Fm e Aratu Fm, só música e locutores de primeira. Exposição do interior da Bahia no Parque de Exposição. Filme porno naquele cinema no Largo Dois de Julho…kkkk…Cines. Tamoio, Jandaia, Tupi…e por falar em Tupi, ” Biscoitos Tupi, melhores eu nunca vi…kkkk…bjs pra todos e até a próxima reencarnação.


Monika Voss on 5 outubro, 2016 at 0:40 #

Bloco Jacu era demais! Era certo reencontrar pessoas de várias partes do Brasil. Nessa época se faziam amigos em.pleno carnaval, namorados e até casamentos aconteciam a partir desses encontros. Boate Regines no Meridian, assistir dona flor e seus dois maridos no lançamento do filme no cine Bahia.E Burlar a idade na entrada do cinema… todo mundo querendo ter mais de 18 anos rsrsr. Clube de engenharia na Carllos Gomes na época do carnaval…praia de plataforma aos domingos. Aos sábados praia do porto da barra. E protetor solar nem pensar rsrs era um tal de óleo de beterraba que os camelôs vendiam. A onda era se bronzear e muito kkkk hj em dia nem.pensar…


ivan bonfim on 27 outubro, 2016 at 18:48 #

Glauvánia tenpos bons andei muito nos onibus da vibensa duram fui cobrador da duram participei do balé de yemanja no clube portugúes fui barman na discoteca maria fumaça andei muito nos bondes erámos felizes naquele tenpo e não sabiamos kkkkk


jubiratan on 6 março, 2017 at 21:58 #

dançava muito na estica e puxa na carlos gomes..minha discoteca preferida.. colado ao BAITAKÃO rsrsrs


Lucia Andrade on 19 março, 2017 at 20:31 #

E quem não lembra da Dicoteca Parafernalha, que tinha Osmar o pipoqueiro, Clube do Bolinha e Clube da Luluzinha…e o Colégio Sophia Costa Pinto….aí que saudadessss! Obrigada pelas lembranças!


Francisco on 6 abril, 2017 at 22:15 #

Parafernália no Bairro da Armação, lembro muito bem: Morador da Pituba, aos sábados ao sair da casa da namorada, passava no SÒ BATIDAS (de VILLAR), bebia uma batida chamada ‘FOGO de CÃO’, feita com alcool, ai estava pronto, prontinho , seguia com meu fisquinha 62 para a discoteca Parafernália.


cilmara on 15 agosto, 2017 at 16:27 #

manda tudo isso e os comentarios para meu email preciso disso para acabar de viver e reelembrar.a saudade doi muito .lembram de um racha em ondina nos anos 79 mais ou menos que morreu um cara e outro ficou tretraplegico? estava dentro de um carro desses.


cilmara on 15 agosto, 2017 at 16:29 #

quem lembra de uma loja bill bord som? na barra depois no rio vermelhoo? colocava som em carro?consertava, o dono era ate djd tambem


cilmara on 15 agosto, 2017 at 16:31 #

gilvania se souber me reponda e manda essa materia com comentarios por favor?


cilmara on 15 agosto, 2017 at 16:35 #

glauvania vou adorar receber o que estou te pedindo


César Guimarães on 20 agosto, 2017 at 15:40 #

Muito bom!
Não podemos esquecer do kilometro de arranque no Flamengo aos domingos pela manhã. E o famigerado puma branco, que vinha em uma catreta ganhava de todo mundo e ia embora….


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