crônica de cinema

“Doutor Jivago”, um filme inesquecível

Maria Aparecida Torneros

Filme inesquecível. Eu tinha 17 anos e assisti mais de uma vez. A saga russa em história épica trouxe a realidade da revolução de 1917 para as telas em clima de atordoado romance.

O médico e poeta Yuri Jivago se envolveu com Lara Antipova, vivida pela atriz Julie Christie.

Jivago era casado com a personagem vivida por Geraldine Chaplin, mas tendo em vista as agruras da guerra com seus percalços em crise social de intensas mudanças da sociedade, o levaram a viver uma grande paixão por Lara.

A história se desenvolve num clima de grandes emoções, paisagens do rigoroso inverno russo, movimentos da revolta comunista e a implantação do novo regime soviético que daria origem à União das Repúblicas socialistas soviéticas- URSS.

Sua trilha sonora é maravilhosa destacando-se a música “tema de Lara”, vencedora do prêmio Grammy de 1966.

Vale a pena rever Dr Jivago e se emocionar com a magnifica interpretação , entre outras, do saudoso ator egípcio Omar Sharif. Aliás o brilho do seu olhar destaca-se na fotografia de um cinema esmerado de grandes produções dos anos 60.

Cida Torneros é jornalista e escritora, mora no Rio de Janeiro, onde edita o Blog da Cida.

Postado por Maria Aparecida Torneros às 15:2

Comentários

Ermelinda rita on 16 julho, 2017 at 12:55 #

Sensacional essa lembrança quando os filmes eram profundos e levavam a uma reflexão.Parabéns Cida!


Cida Torneros on 16 julho, 2017 at 20:28 #

Oi Ermê. Sei que vc comprou o dvd do dr. Jivago. Vamos marcar pra rever juntas com nossas amigas cinéfilas Elza e Lydia. Sessão com pipocas e refri. Fechado!


Lucia Jacobina on 17 julho, 2017 at 13:51 #

Bravo, Cida! É um belo filme do grande diretor inglês David Lean, com música do não menos famoso Maurice Jarre e um elenco primoroso. Além de ter sido a primeira superprodução a tratar da revolução russa, que este ano está completando seu centenário, numa época em que a cortina de ferro era praticamente intransponível para os ocidentais. É anterior, inclusive, a “Reds”,de Warren Beatty, de igual reputação.


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