DO BLOG O ANTAGONISTA

Boff organiza eventos de Lula
Brasil 06.03.17 12:51

“Na próximas semanas”, anuncia o PT, Lula vai começar a viajar pelo país com o tal manifesto de sua candidatura embaixo do braço.

Um dos organizadores dos eventos com o petista será Leonardo Boff.

BOA TARDE!!!

mar
06
Posted on 06-03-2017
Filed Under (Artigos) by vitor on 06-03-2017

DEU NO POR ESCRITO (BLOG DO JORNALISTA LUIS AUGUSTO GOMES)

PSL prepara segundo golpe contra Nilo

O deputado Marcelo Nilo tinha na “requalificação” do PSL, que de um parlamentar passou a oito na Assembleia Legislativa, um dos pilares de seu projeto para integrar, em 2018, a chapa majoritária a ser encabeçada pelo governador Rui Costa.

Pois em um ano os deputados acabaram dando dois golpes no seu presidente. O primeiro, quando dentro da própria bancada surgiu uma reação para impedir sua reeleição a presidente da Casa. Agora, com o movimento para dividir os cargos que Nilo tem no governo.

Foi com muita desenvoltura que o deputado Alan Castro, como se fosse um porta-voz do grupo, fez à imprensa declarações humilhantes sobre Nilo e pôs em dúvida sua permanência no PSL: “Vamos decidir terça ou quarta-feira o rumo político dele”.

Não se sabe se há interesses maiores por trás da manobra, mas se Nilo ficar sem os cargos que tem na Embasa e na Secretaria de Administração Penitenciária, somada a perda de espaço na Assembleia, sua própria reeleição requererá muito empenho.

Frank Sinatra – Night and Day (1962 VERSION)

Magnífica canção!!! Fabulosa interpretação!!!

BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares)


DEU NO BLOG O ANTAGONISTA

Frases da semana: “Eu era o bobo da corte”

Veja as melhores frases da semana:

“Eu não era o dono do governo. Eu era o otário do governo. Eu era o bobo da corte do governo.”

Marcelo Odebrecht, esquecendo-se de que não há bobo nessa corte

“Na primeira instância, podem condená-lo. Mas a repercussão e a nossa guerra será tanta que apostamos que, na segunda instância, possamos reverter [a condenação], e também nos tribunais superiores. Lula, ao fim e ao cabo, será candidato.”

Gilberto Carvalho, o Seminarista, preparando a sua guerra santa

“Senti o presidente [Lula] muito disposto para liderar o país no enfrentamento dos desafios do próximo período.”

Orlando Silva, praticando o esporte radical de defender o petista

“Não demorou muito para Rui Falcão se apegar ao precedente do goleiro Bruno.”

Janaína Paschoal, sobre o petista que não teve vergonha de pedir a soltura de Vaccari, Palocci e Dirceu, depois que o STF colocou o assassino em liberdade.

“Há milhões de brasileiros pessoas física e jurídica que estão extremamente endividados, como eu também estou. ”

Rodrigo Maia, o Botafogo, ao defender a reforma da Previdência

“A idade média de aposentados no Brasil por tempo de contribuição em 2015 foi de 54,7 anos. Não há como pagar essa conta. E vai piorar.”

Mansueto Almeida, tentando dar racionalidade ao debate sobre a reforma da Previdência.

“O dinheiro que estava na mesa, de uma grande colheita, está indo para o ralo, nos buracos das estradas. Dá pena de ver.”

Blairo Maggi, sobre a perda da safra recorde de grãos, causada pelos atoleiros que o governo chama de “estradas federais” no interior do país.

“Meu trabalho não é representar o mundo. Meu trabalho é representar os Estados Unidos da América.”

Donald Trump, sendo bastante presidencial, no primeiro discurso ao Congresso americano.

“O cara é doente.”

Donald Trump, voltando a ser Donald Trump no Twitter, ao acusar Barack Obama de ter grampeado telefones na Trump Tower, antes da eleição.

“As críticas às prisões preventivas refletem, no fundo, o lamentável entendimento de que há pessoas acima da lei e de que ainda vivemos em uma sociedade de castas, distante de nós a igualdade republicana.”

Sérgio Moro, enquadrando quem critica a Lava Jato

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Posted on 06-03-2017
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Clayton, no jornal O Povo (CE)

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Posted on 06-03-2017
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José Yactayo em Roma. Facebook

José Yactayo desapareceu em 25 de fevereiro. Voltava de um encontro com amigos em um agitado centro comercial. Eles o acompanharam ao voltar e se despediram a três ruas de sua casa, no bairro de San Luis em


DO EL PAÍS

Raúl Tola

Lima

José Yactayo desapareceu em 25 de fevereiro. Voltava de um encontro com amigos em um agitado centro comercial. Eles o acompanharam ao voltar e se despediram a três ruas de sua casa, no bairro de San Luis em Lima, no Peru. Vivia no segundo andar da casa de sua mãe, que se surpreendeu quando ele não desceu para comer. A partir desse momento, seus conhecidos tentaram encontrá-lo pelo celular. Algumas mensagens enviadas por WhatsApp foram respondidas. Agora se sabe que era um impostor que dizia que não podia responder porque estava afônico, sentindo-se mal ou descansando em casa.

Seus amigos iniciaram uma rede de solidariedade nas redes sociais e na imprensa, pedindo qualquer indício que ajudasse a encontrá-lo, com a esperança de que estivesse bem. Pepe Yactayo, como era carinhosamente conhecido, era um dos pioneiros da televisão peruana moderna. Ao longo de seus 55 anos, ocupou todos os postos de redação: câmera, editor, produtor e roteirista.

Yactayo colocou essa definição no perfil do LinkedIn: “Nenhum artifício tecnológico tem valor por si se não estiver articulado a uma estratégia de comunicação humana”. Seu talento e sensibilidade para a imagem contribuíram em conhecidas novelas, programas culturais, gastronômicos, educativos e políticos. Sua ampla trajetória fez com que fosse escolhido para presidir o júri dos Prêmios Nacionais de Jornalismo na categoria audiovisual.

As esperanças de encontrá-lo com vida desapareceram em pouco tempo. Dois dias depois de ele sumir, um camponês encontrou uma maleta suspeita em um terreno rural da localidade de Huacho, no chamado Pequeno Norte de Lima. Em 3 de março, as autoridades anunciaram que se tratava de José Yactayo.

A crueldade do crime surpreende. A cabeça e as pernas foram cortadas do corpo, que foi colocado em uma maleta, queimada e lançada ao lado de um canal de irrigação. Os autores do crime pensaram ter eliminado qualquer rastro da identidade de sua vítima, mas não contavam com o acaso, uma chuva que apagou as chamas. A fumaça chamou a atenção do camponês que fez a descoberta e chamou a polícia.

Os peritos de criminalística puderam identificar a vítima graças a uma tatuagem e às impressões digitais de sua mão direita, que se salvou do fogo. A informação chocou imediatamente os jornalistas que trabalharam com Yactayo, que expressaram seu desolamento e tristeza.

O Ministério Público divulgou um comunicado à imprensa, onde anunciou uma profunda investigação. Tanto as imagens das câmaras de vigilância do centro comercial onde José Yactayo esteve com seus amigos momentos antes de desaparecer, como as das proximidades de sua casa foram incluídas como provas do caso. Os assassinos cometeram um enorme erro ao não se desfazerem do celular e mantê-lo ligado todo esse tempo, o que permitirá que os investigadores reconstruam seus movimentos no dia em que desapareceu.