DEU NO PÚBLICO, DE LISBOA

Joana Amaral Cardoso
27 de Fevereiro de 2017, 5:09 actualizada às 5:31

A 89ª edição da cerimônia de entrega do Oscar premiou na madrugada desta segunda-feira Moonlight, depois de uma reviravolta rocambolesca após uma troca com os envelopes dados a Warren Beatty e Faye Dunaway com o nome dos vencedores, e que inicialmente deram o prêmio a La la Land.

O favorito La La Land: Melodia de Amor, de Damien Chazelle, parecia ter ganho e os seus produtores já a estavam falando em “empatia”, “amor, compaixão e humanidade” nos discursos de agradecimento – quando um deles deu pelo erro. Beatty e Dunaway leram o cartão que atribuía o Oscar a Emma Stone por La la land e depois de uma breve hesitação, avançaram com o prêmio para o filme de Chazelle. Beatty explicou-o a uma audiência incrédula ainda com o palco cheio da equipe de La la land, que parecia ter-se acabado de sagrar o grande vencedor da noite com o seu sétimo e mais importante Oscar.

Moonlight já tinha o prêmio de Argumento Adaptado e de Ator Secundário, terminando a cerimônia de uma forma inusitada e quase em anticlímax, com pouco tempo para discursar ou agradecer (e mesmo acreditar que tal tinha acontecido) para os seus produtores e autores. A Variety chama o episódio de um “erro épico” e será um momento que fica para a história dos prêmios da Academia, sendo que o filme de Barry Jenkins, Moonlight, era um favorito inicial da temporada de prêmios, com vitórias nos círculos da crítica americana. O filme partiu para a disputa desta madrugada com oito nomeações.


Ivete empolga o sambódromo
vestida de lavadeira no desfile
da Grande Rio.

Por G1 Rio

A cantora Ivete Sangalo, grande homenageada da noite da Acadêmicos do Grande Rio, veio na comissão de frente da escola e deu o grito de guerra da escola no início do desfile. “Ei, psiu, Ivete é Grande Rio”.

A baiana começou o desfile vestida de lavadeira e representando as águas do Rio São Francisco e a menina baiana de Juazeiro. Em seguida, ela trocou de roupa em plena Sapucaí e incendiou a arquibancada.

Durante todo o desfile, Ivete troca de roupa e alterna entre a lavadeira e a celebridade. A musa participou da coreografia, feita pelos coreógrafos Priscila Mota e Rodrigo Neri, e surpreendeu o público.

Quando chegou na dispersão, na praça da Apoteose, por volta das 0h40, Ivete foi colocada rapidamente em um carro e causou suspense. Mas a cantora voltou para desfilar no último carro da escola, ao lado do filho e do marido, Daniel.



DO G1

Vinte pessoas ficaram feridas ao serem atingidas por um carro alegórico no desfile da Paraíso Tuiuti, na noite deste domingo (26) , na Marquês de Sapucaí, no Rio. Um dos carros da escola perdeu o controle e prensou pessoas na grade que separa a pista da arquibancada. Alguns feridos ficaram presos nas ferragens e bombeiros tiveram que serrar a grade. Oito pessoas foram levadas para o Hospital Souza Aguiar, duas delas com ferimentos graves, segundo informou a Secretaria Municipal de Saúde do Rio.

Estão entre os feridos Bárbara Campello, repórter; Lucia, fotógrafa, que teve fratura exposta na perna esquerda e traumatismo craniano leve; Liza, da Rádio Ação FM; Severino Silva, do jornal “O Dia”; Maria de Lurdes de Moura, de 58 anos, que teve fratura exposta nas duas pernas, traumatismo craniano e traumatismo de face e está em estado grave; e Elisabeth Joffre, que quebrou o fêmur.

Um advogado da Riotur informou que carro da Tuiuti não sairia da dispersão enquanto não acontecesse a perícia, mas a Liesa alegou que isso prejudicaria os outros desfiles e o carro seria levado para uma área mais ao fundo. Policiais da 6ª DP já estavam na dispersão para a realização da investigação.

fev
27

BOM DIA!!!


DEU NO BLOG POR ESCRITO (DO JORNALISTA LUIS AUGUSTO GOMES)

Pela tangente

A quem o indaga sobre a sucessão estadual, o vice-governador João Leão diz que “este não é o momento de se pensar nas eleições de 2018”.

Sendo um aliado, e até participante pessoal do governo, deveria afirmar sem rodeios que apoia a reeleição do governador Rui Costa.

Preferiu a declaração evasiva: “Não podemos pensar agora em política. Eu, Rui e Otto pensamos em administrar o Estado”.


Donald Trump e Melania no Jantar dos
Correspondentes, em 2011. Alex Brandon AP


DO EL PAÍS

Silvia Ayuso

Washington

Há uma festa a que Donald Trump faltará, por mais que adore esse tipo de evento. Segundo anunciou o presidente republicano, não irá ao jantar dos correspondentes da Casa Branca, um dos eventos sociais mais esperados do ano em Washington e que é realizado desde o começo do século XX. Sua decisão foi conhecida um dia depois de a sua equipe provocar enérgicos protestos desses mesmos correspondentes ao negar acesso a uma coletiva de imprensa a vários veículos nacionais e internacionais.

“Não participarei do Jantar da Associação dos Correspondentes da Casa Branca este ano. Por favor, mandem meus melhores sentimentos a todos e tenham uma ótima noite”, tuitou o republicano.

O presidente da Associação de Correspondentes da Casa Branca, que organiza evento anual, Jeff Mason, respondeu que a organização “está ciente” do anúncio de Trump. Ainda assim, acrescentou, os planos continuam os mesmos para realizar um evento que “foi e continuará sendo uma celebração da Primeira Emenda (que defende a liberdade de expressão) e do importante papel desempenhado pelos veículos independentes em uma república saudável”.

É a segunda vez em 24 horas que Mason tem que se pronunciar por uma decisão da Casa Branca, depois do protesto que emitiu quando, na sexta-feira, a Administração Trump tomou a inédita decisão de impedir a entrada, em uma coletiva com o porta-voz Sean Spicer, de cinco grandes veículos nacionais, incluindo o New York Times e a CNN, frequentes alvos de ataques do presidente republicano.

O boicote à festa, que será realizada em abril, e que reúne anualmente, em Washington, os grandes veículos e suas estrelas, assim como políticos e celebridades, inclusive o próprio magnata antes de entrar na política, significa mais um passo na crescente tensão entre a Administração Trump e o “quarto poder”. Além disso, rompe uma tradição respeitada por seus predecessores, por mais que estivessem bravos com aqueles que relatam e vigiam cada um dos seus passos.

Mas também significa, em certo modo, uma medida preventiva. Há semanas, cozinhava-se um boicote por parte da imprensa à versão política do Oscar, que é realizada no hotel Washington Hilton, da capital americana, e que era uma das festas mais cobiçadas na pouco festeira Washington. As revistas The New Yorker e Vanity Fair decidiram, semanas atrás, não realizar as festas que costumavam acompanhar a gala dos correspondentes. Pouco depois, a Bloomberg, que costumava ser a co-organizadora do sarau da Vanity Fair, também decidiu abandonar os planos de organizar a festa que vinha realizando depois de cada jantar dos correspondentes.

Nos últimos dias, também ficaram mais fortes os rumores de que veículos como CNN e MSNBC estudavam a possibilidade de não participar do jantar dos correspondentes, evento em que sempre tiveram lugares preferenciais.

Em janeiro, a popular comediante Samantha Bee anunciou a intenção de realizar uma festa alternativa na mesma noite do jantar dos correspondentes, em 29 de abril, em outro hotel da capital. A apresentadora do programa Full Frontal, no qual Trump geralmente é alvo de ácidas críticas, anunciou que os fundos que forem arrecadados com a festa, chamada de “O Não Jantar dos Correspondentes da Casa Branca”, serão entregues ao Comitê Para a Proteção de Jornalistas (CPJ), uma organização que também está em alerta máximo diante dos ataques de Trump à imprensa, identificada por ele como “desonesta”, “partido de oposição” e até “inimiga do povo”.

O Jantar dos Correspondentes é uma tradição que começou em 1920. Quatro anos depois, em 1924, Calvin Coolidge tornou-se o primeiro presidente convidado ao evento. Desde então, todos os inquilinos da Casa Branca frequentaram, em algum ano de seu mandato, a festa cada vez mais popular, que oferece uma ocasião única para o presidente demonstrar seu lado mais humano e humorístico, já que ele costuma fazer um discurso cheio de piadas em relação aos outros e a si mesmo.

Talvez o problema de Trump seja, no entanto, que no passado tenha demonstrado pouca capacidade de autocrítica, embora tudo seja em tom humorístico. Isso ficou claro em outubro quando, pouco antes das eleições, participou, junto com sua rival Hillary Clinton, de uma festa beneficente da Fundação Al Smith, que reúne os mais poderosos da cidade de Nova York. Enquanto Clinton demonstrou ser capaz de rir de si mesma, as piadas mais pessoais feitas por Trump foram em relação a sua esposa Melania, que assistia a tudo tão incomodada quanto muitos outros dos espectadores do discurso ácido e agressivo de seu marido.

Paradoxalmente, foi em uma destes jantares dos correspondentes em Washington onde, ao que parece, Trump decidiu dar o salto para a política. Foi em 2011, quando, para sua indignação silenciosa, foi o alvo das piadas de Barack Obama, que se vingou no púlpito da tentativa de Trump de colocar em dúvida que havia nascido nos EUA, chegando a obrigar a Casa Branca a publicar o certificado de nascimento do democrata. Embora, em 2016, não tenha sido convidado à festa, Trump voltou a ser o alvo dos dardos ácidos de Obama, em seu último jantar diante dos correspondentes que o seguiram durante oito anos, apesar de o prognóstico de que no próximo jantar haveria uma mulher, Clinton, em seu lugar tenha sido completamente errado.

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Posted on 27-02-2017
Filed Under (Artigos) by vitor on 27-02-2017


Mariano, no portal de humor gráfico A Charge Online


DEU NO BLOG O ANTAGONISTA

Um mês de Trump: 13 horas no Twitter e outros feitos

Donald Trump completou seu primeiro mês na Casa Branca. Veja alguns dados que marcaram o início de seu mandato, levantados pelo Washington Post (devem ser “fake news”, claro).

Das 744 primeiras horas como presidente dos EUA, Trump gastou:

- 293 horas descansando na Casa Branca e arredores

- 182 horas com outras atividades da presidência

- 106 horas descansando em Mar-a-Lago

- 39 horas trabalhando fora da Casa Branca

- 25 horas jogando golfe

- 21 horas dedicando-se à diplomacia;

- 13 horas escrevendo no Twitter

- 6 horas recebendo briefings de inteligência;