“C`est formidable, diriam os franceses. É mágico e comovente, acrescenta este editor do BP.

A música de Jobim e interpretação magistrais de Nana vão para Maria Olívia, a mana do peito e cunhada. aquariana das melhores que neste 5 de fevereiro festeja no Rio de Janeiro – a cidade amada – a data feliz de seu nascimento. Viva!!!
FELIZ ANIVERSÁRIO!!!
BOM DOMINGO!!!
(Hugo e Margarida)

BOM DIA!!!

fev
05


Velório de Marisa Leticia
Fernando Bizerra Jr EFE

DO EL PAIS

Talita Bedinelli

São Paulo

Ainda era madrugada quando três amigos de Sorocaba chegaram à sede do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em São Bernardo do Campo, onde o corpo de Marisa Letícia Lula da Silva chegaria às 9h deste sábado. Foram os primeiros. Horas depois, centenas de apoiadores do ex-presidente Lula já faziam uma fila ordeira no porta do local, na expectativa de poder dar um abraço nele. “O Lula é o Lula”, explicava Luciano Gonçalves Porto, 34, um dos sorocabanos que deixou sua cidade às 23h desta sexta-feira rumo à Grande São Paulo. “Foi uma perda grande. Marisa foi uma batalhadora que lutou muito pelos direitos das mulheres”, descrevia a professora Marluce Gonçalves Cardoso, 61 anos, também no início da fila. A ex-primeira-dama morreu no final da tarde desta sexta-feira, depois de ficar internada por dez dias devido a um Acidente Vascular Cerebral (AVC).

Do lado de dentro do prédio, desde pouco antes das 9h Lula recebia familiares e amigos no salão do sindicato, onde ele iniciou sua carreira política como líder de greves históricas no final da década de 1970. Foi ali também que ele conheceu sua “galega”, a mulher que viria a ser sua companheira pelos próximos 43 anos, quando ela foi ao local buscar um carimbo para poder retirar a pensão do primeiro marido, morto em uma tentativa de assalto anos antes. Por volta de 10h30, imprensa e público foram autorizados a entrar. Abaixo de uma foto gigante em preto e branco que retratava o casal, Lula abraçou grande parte dos que esperavam, um a um. Muitos dos populares deixavam o local chorando.

O velório da ex-primeira-dama também serviu de espaço para desabafo de petistas. “Essa morte prematura está muito ligada a esse clima de ódio que existe no país”, afirmava Gilberto Carvalho, ex-ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência e amigo de Lula. Referia-se ao turbilhão da Operação Lava Jato, que, há quatro meses, tornou a ex-primeira-dama ré em duas investigações, ao lado do marido. Era acusada de, com Lula, ocultar um tríplex no Guarujá, que teria sido reformado pela construtora OAS, e também de ter sido beneficiada pela compra de um apartamento em São Bernardo do Campo, pela Odebrecht, mas que não estão, oficialmente, em nome deles. Ela ainda é citada em investigações relacionadas a um sítio em Atibaia, para o qual teria comprado dois pedalinhos, de 5.600 reais no total. “Não é exagero dizer que mataram dona Marisa”, dizia, taxativo, o senador Lindbergh Farias. “Ela foi vítima de uma perseguição infame”. O senador fez questão de destacar que o partido continuaria a fazer oposição ao presidente Michel Temer, pese a visita feita por ele a Lula, no hospital Sirio-Libanês, onde Marisa Letícia estava internada.

Mais positivo, o vereador petista Eduardo Suplicy dizia acreditar que a morte da ex-primeira-dama poderia servir para pacificar o país. Ele destacou que o ex-presidente Lula se colocou à disposição de Temer para ajudá-lo, se preciso. “Neste momento de desavenças tão profundas, a morte de dona Marisa criou essa vontade de se conversar sobre o Brasil”, destacou o ex-senador.

Mas o ex-presidente aproveitou seu discurso emotivo, em frente ao caixão da mulher, para acusar seus oponentes de perseguição. “Dona Marisa morreu triste com a maldade que fizeram com ela”, afirmou. “Que os fascistas que fizeram isso com ela tenham coragem de pedir desculpas”, afirmou, enquanto fazia pausas para beijar o rosto da mulher. “Não sou eu quem tenho que provar que sou inocente. Eles que vão ter que parar com as mentiras. Descanse em paz, que seu lulinha paz e amor vai continuar brigando”, concluiu para depois cair em lágrimas novamente.

DEU NO BLOG POR ESCRITO ( DO JORNALISTA LUIS AUGUSTO GOMES)

Pacto secreto

Alguns números da eleição da Mesa da Assembleia Legislativa merecem breve comentário, ainda que tardio.

O presidente Angelo Coronel, maior votação entre os candidatos, ao lado de Carlos Geilson, eleito segundo vice-presidente, teve 57 dos 62 votos.

Isso significa que foram cinco votos nulos ou em branco de marcelistas mais arraigados que não quiseram dar a Coronel o gostinho da unanimidade.

Não seria difícil mapear-lhes os nomes com base no noticiário anterior à disputa, mas não vem ao caso. O que importa é que a maioria preferiu compor secretamente com Coronel.

O pulo do gato em falso

Bem-sucedido em sua vida política de muitas e muitas vitórias contra pouquíssimas derrotas, pulando de galho em galho como lhe convém, o deputado Janio Natal, desta vez, deu um duplo mortal sem rede.

Depois de ficar publicamente comprometido com a reeleição de Marcelo Nilo, inclusive comparecendo a almoço pelo qual possivelmente não pagou, abandonou o barco e foi ser candidato a terceiro vice-presidente na chapa adversária.

Foi seu erro. Melhor seria que imitasse outros funâmbulos, como Alan Castro e Roberto Carlos, e não tivesse metido a cara. Enfrentou um dos parlamentares mais queridos do plenário, Alex Lima, e foi derrotado.

Veja-se que foi o único caso de bate-chapa, com a desistência de Euclides Fernandes de disputar a quarta vice com Manassés. Alex ganhou por 34 a 26. Isso significa que, dos votos somados da oposição, PSD e PP, Janio perdeu cinco.

fev
05
Posted on 05-02-2017
Filed Under (Artigos) by vitor on 05-02-2017


Miguel, no Jornal do Comércio (PE)


DEU NO BLOG O ANTAGONISTA

A facção do Cabral

Bangu 9 vive um clima de tensão. Nada a ver com a guerra entre o PCC e o Comando Vermelho. A rixa ocorre entre a “turma do Cabral”, presa pela Lava Jato, e os milicianos e ex-policiais que também estão presos lá.

Segundo um agente penitenciário afirmou ao Estadão, “eles [os milicianos] não gostam da turma do Cabral. Ninguém se mistura.”