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27

BOM DIA!!!


DEU NO BLOG POR ESCRITO (DO JORNALISTA LUIS AUGUSTO GOMES)

Pela tangente

A quem o indaga sobre a sucessão estadual, o vice-governador João Leão diz que “este não é o momento de se pensar nas eleições de 2018”.

Sendo um aliado, e até participante pessoal do governo, deveria afirmar sem rodeios que apoia a reeleição do governador Rui Costa.

Preferiu a declaração evasiva: “Não podemos pensar agora em política. Eu, Rui e Otto pensamos em administrar o Estado”.


Donald Trump e Melania no Jantar dos
Correspondentes, em 2011. Alex Brandon AP


DO EL PAÍS

Silvia Ayuso

Washington

Há uma festa a que Donald Trump faltará, por mais que adore esse tipo de evento. Segundo anunciou o presidente republicano, não irá ao jantar dos correspondentes da Casa Branca, um dos eventos sociais mais esperados do ano em Washington e que é realizado desde o começo do século XX. Sua decisão foi conhecida um dia depois de a sua equipe provocar enérgicos protestos desses mesmos correspondentes ao negar acesso a uma coletiva de imprensa a vários veículos nacionais e internacionais.

“Não participarei do Jantar da Associação dos Correspondentes da Casa Branca este ano. Por favor, mandem meus melhores sentimentos a todos e tenham uma ótima noite”, tuitou o republicano.

O presidente da Associação de Correspondentes da Casa Branca, que organiza evento anual, Jeff Mason, respondeu que a organização “está ciente” do anúncio de Trump. Ainda assim, acrescentou, os planos continuam os mesmos para realizar um evento que “foi e continuará sendo uma celebração da Primeira Emenda (que defende a liberdade de expressão) e do importante papel desempenhado pelos veículos independentes em uma república saudável”.

É a segunda vez em 24 horas que Mason tem que se pronunciar por uma decisão da Casa Branca, depois do protesto que emitiu quando, na sexta-feira, a Administração Trump tomou a inédita decisão de impedir a entrada, em uma coletiva com o porta-voz Sean Spicer, de cinco grandes veículos nacionais, incluindo o New York Times e a CNN, frequentes alvos de ataques do presidente republicano.

O boicote à festa, que será realizada em abril, e que reúne anualmente, em Washington, os grandes veículos e suas estrelas, assim como políticos e celebridades, inclusive o próprio magnata antes de entrar na política, significa mais um passo na crescente tensão entre a Administração Trump e o “quarto poder”. Além disso, rompe uma tradição respeitada por seus predecessores, por mais que estivessem bravos com aqueles que relatam e vigiam cada um dos seus passos.

Mas também significa, em certo modo, uma medida preventiva. Há semanas, cozinhava-se um boicote por parte da imprensa à versão política do Oscar, que é realizada no hotel Washington Hilton, da capital americana, e que era uma das festas mais cobiçadas na pouco festeira Washington. As revistas The New Yorker e Vanity Fair decidiram, semanas atrás, não realizar as festas que costumavam acompanhar a gala dos correspondentes. Pouco depois, a Bloomberg, que costumava ser a co-organizadora do sarau da Vanity Fair, também decidiu abandonar os planos de organizar a festa que vinha realizando depois de cada jantar dos correspondentes.

Nos últimos dias, também ficaram mais fortes os rumores de que veículos como CNN e MSNBC estudavam a possibilidade de não participar do jantar dos correspondentes, evento em que sempre tiveram lugares preferenciais.

Em janeiro, a popular comediante Samantha Bee anunciou a intenção de realizar uma festa alternativa na mesma noite do jantar dos correspondentes, em 29 de abril, em outro hotel da capital. A apresentadora do programa Full Frontal, no qual Trump geralmente é alvo de ácidas críticas, anunciou que os fundos que forem arrecadados com a festa, chamada de “O Não Jantar dos Correspondentes da Casa Branca”, serão entregues ao Comitê Para a Proteção de Jornalistas (CPJ), uma organização que também está em alerta máximo diante dos ataques de Trump à imprensa, identificada por ele como “desonesta”, “partido de oposição” e até “inimiga do povo”.

O Jantar dos Correspondentes é uma tradição que começou em 1920. Quatro anos depois, em 1924, Calvin Coolidge tornou-se o primeiro presidente convidado ao evento. Desde então, todos os inquilinos da Casa Branca frequentaram, em algum ano de seu mandato, a festa cada vez mais popular, que oferece uma ocasião única para o presidente demonstrar seu lado mais humano e humorístico, já que ele costuma fazer um discurso cheio de piadas em relação aos outros e a si mesmo.

Talvez o problema de Trump seja, no entanto, que no passado tenha demonstrado pouca capacidade de autocrítica, embora tudo seja em tom humorístico. Isso ficou claro em outubro quando, pouco antes das eleições, participou, junto com sua rival Hillary Clinton, de uma festa beneficente da Fundação Al Smith, que reúne os mais poderosos da cidade de Nova York. Enquanto Clinton demonstrou ser capaz de rir de si mesma, as piadas mais pessoais feitas por Trump foram em relação a sua esposa Melania, que assistia a tudo tão incomodada quanto muitos outros dos espectadores do discurso ácido e agressivo de seu marido.

Paradoxalmente, foi em uma destes jantares dos correspondentes em Washington onde, ao que parece, Trump decidiu dar o salto para a política. Foi em 2011, quando, para sua indignação silenciosa, foi o alvo das piadas de Barack Obama, que se vingou no púlpito da tentativa de Trump de colocar em dúvida que havia nascido nos EUA, chegando a obrigar a Casa Branca a publicar o certificado de nascimento do democrata. Embora, em 2016, não tenha sido convidado à festa, Trump voltou a ser o alvo dos dardos ácidos de Obama, em seu último jantar diante dos correspondentes que o seguiram durante oito anos, apesar de o prognóstico de que no próximo jantar haveria uma mulher, Clinton, em seu lugar tenha sido completamente errado.

fev
27
Posted on 27-02-2017
Filed Under (Artigos) by vitor on 27-02-2017


Mariano, no portal de humor gráfico A Charge Online


DEU NO BLOG O ANTAGONISTA

Um mês de Trump: 13 horas no Twitter e outros feitos

Donald Trump completou seu primeiro mês na Casa Branca. Veja alguns dados que marcaram o início de seu mandato, levantados pelo Washington Post (devem ser “fake news”, claro).

Das 744 primeiras horas como presidente dos EUA, Trump gastou:

- 293 horas descansando na Casa Branca e arredores

- 182 horas com outras atividades da presidência

- 106 horas descansando em Mar-a-Lago

- 39 horas trabalhando fora da Casa Branca

- 25 horas jogando golfe

- 21 horas dedicando-se à diplomacia;

- 13 horas escrevendo no Twitter

- 6 horas recebendo briefings de inteligência;


ACM Neto no Curuzu à espera da saída do Ylê

DE A TARDE

Recebido por vaias no Ilê, Neto defende liberdade de expressão

Luan Santos

O prefeito ACM Neto (DEM) foi vaiado ao chegar na sede do Ilê Aiyê na noite deste sábado por parte do público, que também entoou um “fora Temer”. Neto foi ao local para acompanhar a saída do bloco, que segue para a Avenida.

As vaias ocorreram no momento em que o prefeito defendia o direito de expressão, em entrevista à imprensa, ao comentar a manifestação da banda BaianaSystem, que, em apresentação na Avenida, cantou “fora Temer”. Em seguida, Neto sorriu, acenou para o público e entrou na sede do Ilê para aguardar a saída do bloco.

“Todas as pessoas têm o livre direito de se manifestar, seja um artista ou um cidadão. Nós não vamos retaliar, pelo menos eu não”, afirmou.

Na contramão do que disse o prefeito, o presidente do Conselho Municipal do Carnaval, Pedro Costa, chegou a ameaçar a expulsão da banda por conta da manifestação.

“Eu queria que você um dia fosse a Pernambuco pra ver, como é feito o passo ao som de uma orquestra pra valer”.

Quem viu e provou não esquece jamais.

BOM DOMINGO DE CARNAVAL!!!

(Vitor Hugo Soares)

DEU NO POR ESCRITO (BLOG DO JORNALISTA LUIS AUGUSTO GOMES)

Temer: um mandato definitivamente em risco

Produto de um entendimento em parte tácito, em parte, explícito, que envolveu o setor político, as classes econômicas e mesmo altas instituições nacionais, o governo Michel Temer se esvai na queda sucessiva de ministros citados ou investigados por corrupção.

O que antes poderia ser definido como “caso pontual”, embora alguns já tivessem ocorrido, tornou-se uma onda gigante do surfe radical. São engolidos os ministros mais próximos de corpo e alma do presidente, ele próprio um “citado”, vendo a crise chegar cada vez mais perto.

No texto “Temer, Lula e a ‘salvação nacional’”, de 04/05/16, fizemos referência às “forças congregadas em torno de Temer (…) que contribuirão, necessariamente, como estratégia, para um upgrade do país num momento particularmente incerto e ameaçador”.

Em 31/05/16, na nota “Demissão de ministro ‘faz parte’ do plano”, prevíamos para o presidente “consagração final, caso não sucumba sob acusação pessoal incontestável, como tantas que têm ocorrido no Brasil moderno, e isso venha a determinar uma cassação ‘política’ de sua chapa pelo TSE”.

Se não andou o processo contra a chapa Dilma-Temer, isso não se deve somente à clássica morosidade da Justiça no Brasil, mas a um posicionamento da corte eleitoral, como outros, semelhantes, que têm tomado o STF e seus ministros em prol da “governabilidade” do país.

O quadro adquire nova conotação com o verdadeiro desmonte a que se assiste no governo. A dúvida é se será possível manter um presidente cercado por uma quadrilha em nome dos indicadores da economia ou se o país seguirá sua marcha de livrar-se dos corruptos, ainda que seja o Congresso a eleger o sucessor.

Da volubilidade tucana

Vale sempre lembrar que a ação no TSE foi movida pelo PSDB, quando adversário. Aliados pró-impeachment, os tucanos torcem agora para sua tese ser derrotada na Justiça.

Conspiração sepultada

O desenrolar da Operação Lava-Jato vai jogando mais terra sobre a tese desesperada do PT, de que havia uma conspiração em marcha para acabar o partido.

O crescente envolvimento de nomes importantes do PMDB, e até do PSDB, levando o supostamente insuspeito José Serra a pular fora, mostra que ainda não há clareza sobre o destino final de tudo isso.

fev
26
Posted on 26-02-2017
Filed Under (Artigos) by vitor on 26-02-2017


Frank, no portal de humor gráfico A Charge Online

fev
26
Posted on 26-02-2017
Filed Under (Artigos) by vitor on 26-02-2017

DEU NO BLOG O ANTAGONISTA

Delegado da PF foi preso com R$ 35 mil

Os responsáveis pela Operação Corrumpere informaram que o delegado federal Sandro Viana, preso hoje, estava reunido com um comparsa para repartir R$ 35 mil que extorquiu de um empresário de Londrina.

O dinheiro seria dividido com o intermediário da negociação, Clodoaldo Pereira dos Santos. O delegado ficaria com R$ 20 mil e Santos, com o restante.

A extorsão foi denunciada pelo próprio empresário, que teve seu nome mantido em sigilo. Também não foi revelado o motivo da chantagem, segundo o G1.