VÍDEOS: Central das Eleições entrevista Ciro Gomes, candidato do PDT | Central das Eleições | G1

Ciro Gomes:política e jornalismo em alto nível na GloboNews

ARTIGO DA SEMANA

Populismo: do show do Centrão (Rio) à morte de Cuma (BA)

Vitor Hugo Soares

Em seus aparentes contrastes factuais – show montado pelo PL no Maracanãzinho, no Rio, para carimbar a candidatura do presidente Jair Bolsonaro à reeleição, e a morte do ex-prefeito de Itabuna (5 vezes) e ex-deputado federal (3 vezes), Fernando Gomes (o Cuma), em hospital de Salvador, dia 24, – a política mostrou, mais uma vez, que o imortal Tom Jobim tinha razão, de sobra, ao afirmar que “o Brasil não é para principiantes”. Os dois casos são laços do mesmo nó: o populismo, jogo do toma lá dá cá, pernicioso e tão presente. decisivamente, como afirmou Ciro Gomes (PDT), candidato à presidente, na excelente entrevista ( jornalística e politicamente)s, na Globo News, quarta-feira, 27.

Na Bahia, com a morte de Fernando Gomes, o fenômeno sofre perda severa de um dos seus representantes mais emblemáticos no estado – e não só pela frase “morra quem morrer”, que o recolocou em foco no país, ao apoiar o negacionismo bolsonarista no auge da pandemia da Covid 19. No mesmo dia, no Rio, a Convenção Nacional do PL, escancarava: populismo não é praga que se extingue com uma aplicação de Flit, como dizia o exilado Paulo Cavalcante Valente, no Uruguai, ao lado de Leonel Brizola que, bem antes de Ciro, alertava para a falta de visão em perspectiva na política brasileira, onde seus principais representantes “não enxergam dois palmos além do umbigo e dos próprios interesses”.

E foi o que se viu e ouviu  no show do Maracanãzinho. Populismo  sem pejo e sem peias, a começar pelos beijos, dignos da novela Pantanal, trocados pela primeira dama Michelle Bolsonaro com o marido, sob aplausos do público e dos três empolgados organizadores da festa política eleitoral: o presidente da Câmara, Arthur Lira, artífice e condutor do vergonhoso “orçamento secreto”; o ministro chefe da Casa Civil, Ciro Nogueira e o notório Waldemar da Costa Neto, presidente do PL, pilares do Centrão, que acolhe e sustenta com dinheiro e favores públicos (e submersos) a fina flor do clientelismo No País.

Mera coincidência ou ironia do destino, talvez, num hospital da capital baiana, onde se tratava de uma crise hepática medicamentosa, se foi, na mesma data, o chefe político e empresário rural, Fernando Gomes, aos 83 anos, um dos mais longevos protótipos, no Nordeste, da estirpe política em festa no Maracanãzinho. Apelidado de “Cuma”, por seu jeitão matuto e histriônico de falar, discursar e brigar. Gomes, jamais deixou de ser polêmico, desde o início de sua carreira política, nos anos 60. No MDB, na época pós-ditadura, fez grandes comícios em favor das Diretas Já, ao lado de políticos históricos como Ulisses Guimarães, Chico Pinto, Pedral Sampaio, Waldir Pires. Foi inimigo e depois aliado do ex-governador e senador Antônio Carlos Magalhães. Cuma também foi inimigo do PT por muitos anos, mas tornou-se aliado do governador Rui Costa, que decretou três dias de luto no estado, por sua morte. A carreira de Gomes foi cheia de acusações de improbidade e registro de realizações relevantes na região cacaueira, lembram, no obituário do político, o site “Pimenta” e o jornal Gazeta da Bahia.
Vai-se com Fernando Cuma um naco importante do populismo no Nordeste. Mas, como se viu no Rio, na convenção do PL, o fenômeno sobrevive, nas bandeiras eleitorais do presidente Bolsonaro e dos chefes da curriola do Centrão, que mandam no governo e comandam a campanha para reeleição do capitão mandatário. Precisa desenhar?
Vitor Hugo Soares é jornalista, editor do site blog Bahia em Pauta. E-mail: vitors.h@uol.com.br

“Não se Esqueça de Mim”, Angela Maria: a Sapoti da canção brasileira interpreta doce e divinamente um dos maiores sucessos de sempre dos parceiros Roberto e Erasmo Carlos.

BOM DOMINGO A TODOS!!!

(Vitor Hugo Soares)

jul
31
Posted on 31-07-2022
Filed Under (Artigos) by vitor on 31-07-2022
 
 

 (crédito: Reprodução/Faculdade de Direito da USP)

(crédito: Reprodução/Faculdade de Direito da USP)

A “Carta às Brasileiras e aos Brasileiros em Defesa do Estado Democrático de Direito” chegou à marca de 500 mil assinaturas na noite desta sexta-feira, 29. O documento foi aberto para a adesão do público em geral na terça-feira, às 17h. O texto reúne juristas e também tem entre os signatários banqueiros e empresários.

Os organizadores estão fazendo um trabalho de filtragem para evitar sabotagem nas assinaturas. O manifesto foi criado na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP).

O documento em defesa dos tribunais superiores e da Justiça Eleitoral se antecipa aos atos de 7 de Setembro, que estão sendo organizados por apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (PL).

No manifesto disponível para assinatura do público em geral estão petistas, tucanos, procuradores que trabalharam na Lava Jato, o advogado que ajudava a campanha do ex-juiz Sérgio Moro, ex-ministros de FHC, Lula, Dilma e Temer, empresários, economistas liberais, subprocuradores-gerais da República, membros do Ministério Público Federal, uma ex-assessora de Paulo Guedes e João Doria, a coordenadora de programa de Simone Tebet (MDB) e uma série de outras personalidades.

Ao longo da sexta-feira, presidenciáveis se manifestaram em respeito do assunto. Ciro Gomes (PDT) e Simone Tebet (MDB) disseram ter assinado o documento. Bolsonaro foi o único que fez críticas.

Ele ironizou o manifesto de entidades a favor da democracia pelo Twitter nesta quinta-feira, 28. Minutos depois, sem mencionar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o chefe do Executivo questionou de que lado estaria o manifesto.

Além dessa carta, outro manifesto está sendo preparado pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), intitulado “Em Defesa da Democracia e da Justiça”, e faz parte de um dos atos organizados para ocorrer no dia 11 de agosto, na Faculdade de Direito da USP.

No manifesto, que será publicado no dia 11 de agosto, as entidades empresariais vão defender o compromisso com o Estado democrático de direito como condição indispensável para o desenvolvimento do País.

Na quarta-feira, a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) informou que vai participar deste manifesto, que deve ser publicado nos principais jornais do País, com assinatura de entidades da sociedade civil. Na contramão, as confederações da Indústria (CNI), do Comércio (CNC) e dos Serviços (CNS) decidiram não assinar o manifesto em defesa da democracia.

jul
31
Posted on 31-07-2022
Filed Under (Artigos) by vitor on 31-07-2022

Pecado

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Quinho NO JORNAL ESTADO DE MINAS

jul
31
Posted on 31-07-2022
Filed Under (Artigos) by vitor on 31-07-2022

 

DO CORREIO BRAZILIENSE

O candidato também chamou Lula e Bolsonaro de irresponsáveis, criticou a polarização e mandou os dois “brigarem lá fora”

VC
Victor Correia
 

O ex-governador participou na manhã deste sábado (30/7) da convenção estadual do PDT em Porto Alegre que oficializou a candidatura de Ricardo Gomyde (PDT) ao governo estadual - (crédito: Carlos Vieira/CB)

O ex-governador participou na manhã deste sábado (30/7) da convenção estadual do PDT em Porto Alegre que oficializou a candidatura de Ricardo Gomyde (PDT) ao governo estadual – (crédito: Carlos Vieira/CB)

O ex-governador do Ceará e candidato à Presidência da República Ciro Gomes (PDT) disse neste sábado (30/7) que já teria sido presidente “há uns oito, 12 anos atrás”  se quisesse “vender o Brasil”. Ele também criticou seus adversários, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente Jair Bolsonaro (PL), e os mandou “brigar lá fora”.

“Me perguntam porque as pesquisas são tão hostis e porque eu tenho dificuldade de firmar alianças. Gente boa, se eu quisesse vender o Brasil e vender minha palavra, acreditem: eu já teria sido presidente há uns oito, 12 anos atrás”, escreveu o candidato em seu Twitter. “O problema é que eu não quero só ser presidente do Brasil, eu quero mudar a história brasileira. E pra isso, eu não posso e não não vou vender minha alma pro sistema”.

“Vão brigar lá fora”

Ciro também afirmou que Lula e Bolsonaro são irresponsáveis ao se candidatar à presidência sem formular estratégias, prazos e sem “dizer de onde vem o dinheiro”. O candidato também criticou a polarização entre os dois, que lideram as pesquisas de intenção de voto. “Ora, vão brigar lá fora e deixe a gente cuidar da vida do povo, que precisa comer, trabalhar e ter dignidade!”, exclamou.

Ciro defendeu que é preciso mudar o sistema econômico atual, afirmou que a taxa de juros atual é “a mais selvagem e criminosa” de todo o mundo e criticou a Medida Provisória (MP) 1.106/2022, que permite que beneficiários dos programas de transferência de renda, como o Auxílio Brasil, contratem crédito consignado pagando até 40% do benefício por mês. A medida foi aprovada em 7 de julho pelo Senado Federal. 

O ex-governador participou na manhã deste sábado (30/7) da convenção estadual do PDT em Porto Alegre, Rio Grande do Sul, que oficializou a candidatura de Ricardo Gomyde (PDT) ao governo estadual. Ainda neste sábado ele segue para Minas Gerais, onde homologará o apoio do PDT à candidatura de Marcos Pestana (PSDB) ao governo mineiro.

La Belle Dame Sans Regrets”, Chris Botti:harmoniosa e bela combinação da bosso nova com a delicadeza do canto dos franceses, no sábado de despedida de julho no BP.

BOM DIA!!!

(Gilson Nogueira)

jul
30
Posted on 30-07-2022
Filed Under (Artigos) by vitor on 30-07-2022

Lisboa

Brasileiro morre espancado na saída de boate em Portugal

Nascido da comunidade Cidade de Deus, no Rio de Janeiro, o brasileiro tinha mudado para Portugal buscando melhorar de vida

TM
Thays Martins
 

 (crédito: arquivo pessoal)

(crédito: arquivo pessoal)

Um brasileiro morreu espancado na saída de uma boate em Lisboa, em Portugal, no domingo (24/7). De acordo com o jornal português Diário de Notícias, Jefferson Terra Pinto, de 33 anos, se envolveu em uma briga na saída da casa noturna por volta das 5h30.

De acordo com a polícia, mesmo caído, Jefferson continuou a ser agredido com chutes na cabeça. Ele foi levado ao hospital, mas não resistiu aos ferimentos. O suspeito do crime, um homem de 34 anos, foi preso em flagrante.

A família do brasileiro criou uma vaquinha on-line para arrecadar recursos para trazer o corpo de Jefferson para o Brasil. “Infelizmente nosso grande amigo/irmão, foi assassinado bem longe de nós, sem chance de defesa e sozinho em outro país (Portugal) onde ele foi buscar seu sonho, teve a vida tirada pela violência e repentinamente deixou sua família (filho, mãe e esposa) e amigos com uma dor de saudade enorme, e nós precisamos da ajuda de vocês para trazer o corpo dele no translado para executar o sepultamento aqui no Brasil com a mãe dele presente, família e amigos darem o último adeus”, diz o texto.

A irmã de Jefferson, Geane Terra, relatou ao site Voz das Comunidades que Jefferson se mudou para Portugal em outubro do ano passado tentando melhorar as condições de vida. Jefferson nasceu no Rio de Janeiro e, antes de ir para Lisboa, vivia na Cidade de Deus. Ele deixa esposa e um filho de 1 ano e 5 meses. “Eu liguei para o consulado hoje cedo e eles me informaram que eu não consigo, só pagando mesmo para fazer o translado. Mas, a gente não tem esse dinheiro. Então, fizemos uma vakinha on-line, até porque o funcionário me disse que nem se minha cunhada fosse no consulado de lá conseguiria”, relatou.

Em nota, o Itamaraty informou que “permanece à disposição para prestar a assistência cabível aos familiares do nacional brasileiro, em conformidade com os tratados internacionais vigentes e com a legislação local”. No entanto, o translado do corpo é de responsabilidade da família. “O traslado de restos mortais de brasileiros falecidos no exterior é decisão da família. Não há previsão regulamentar e orçamentária para o pagamento do traslado com recursos públicos.”

jul
30
Posted on 30-07-2022
Filed Under (Artigos) by vitor on 30-07-2022
Duke no jornal O Tempo (MG)

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Bahia em Pauta » Blog Archive » Joaci Góes no Bahia em Pauta (Artigo/Ponto de Vista): O Brasil não é para principiantes

ARTIGO/Ponto de vista

Revisitando a Independência do Brasil na Bahia
Joaci Góes
Ao querido amigo e competente engenheiro Eduardo Pedreira Costa!
Com o título deste artigo, proferimos, ontem, no auditório do IGHB – Instituto Geográfico e Histórico da Bahia, palestra que contou com a presença de personalidades representativas de um verdadeiro corte transversal da intelectualidade baiana, em seus diferentes domínios. O evento integrou o projeto “Ciclo de palestras: Ensinando e Aprendendo no Café”, coordenado pelos professores da UFBA Lúcia Góes e Caiuby Costa Alves.
A essência de nosso depoimento pode ser resumida na sugestão para nos inspirarmos, coletivamente, naquele grandioso momento de nossa história, que culminou no Dois de Julho de 1823, para emergirmos do patamar de gritantes e graves fragilidades em que nos encontramos, ao exibirmos os mais graves índices de qualidade de vida do Brasil e do Continente Americano, de tal modo decaiu a de nossa população, a quarta, numericamente do Brasil, abaixo, apenas, de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, como se infere de nossa renda per capita, padrão educacional, número de homicídios, taxa de desemprego, número de sub-habitações, de tuberculosos, chagásicos, leprosos e, sobretudo, número de pessoas sem acesso a saneamento básico, cuja falta mata mais do que a Covid 19, sem que haja o correspondente nível de indignação social de nossas elites, a quem cabe a maior parcela de responsabilidade pelo caráter bovino de nossa aceitação tácita desse deplorável estado de coisas.
Nada muda nas pessoas, nos grupos sociais ou em povos inteiros sem que haja uma edificante autocrítica, forja de transformações redentoras, de que são exemplos personalidades e populações que se ergueram dos estágios mais baixos para conquistar alturas inimagináveis.
Sem o patriotismo, inteligência e bravura de nossos avós que construíram o Dois de Julho de 1823, a Independência do Brasil, proclamada a 7 de setembro de 1822, por D. Pedro I, poderia ter sofrido fatal revés, devolvendo-nos ao subserviente estágio de colônia ou, no mínimo, o Brasil teria sido dividido em dois ou mais países, cujas independências provavelmente teriam sido conquistadas, mais tarde, à custa de muito derramamento de sangue.
Os 11 meses que nos separam do bicentenário da definitiva Independência do Brasil, consolidada no Recôncavo Baiano, deve ser por nós utilizados para fazermos ver ao Povo Brasileiro o grande papel que desempenhamos para garantir a integridade de nossa grandeza territorial, contribuindo para restaurar nossa autoestima tão abalada pelo declínio que vimos sofrendo por ignorância culposa, ação ou omissão criminosa de nossos governantes e elites, supostamente pensantes. Atos como a substituição dos nomes do Aeroporto Dois de Julho e do Estádio Otávio Mangabeira, por nomes de políticos ou marcas de produtos de consumo dão bem o testemunho dessa desídia que tantos males nos têm causado, nos diferentes planos que mensuram a grandeza dos povos.
Vem de muitos anos o acentuado declínio do conhecimento de pessoas de nível superior relativamente ao heroico papel desempenhado por nossos ancestrais para assegurar a Independência e a integridade territorial brasileiras.
Todas as metas da atual direção da Casa da Bahia, guardiã de nossa história, desde a digitalização de nossa hemeroteca até à edificação do Museu da Libertação, na casa onde viveu Castro Alves, no Engenho Velho de Brotas, guardam estreita sintonia com este grande desiderato do Povo Baiano.
Não há tempo a perder. A começar pelo dever das pessoas decentes de convencerem amigos e parentes a não votarem em conhecidos ladrões.
Joaci Góes  e diretor presidente do Instituto Geográfico e Histórico da Bahia-IGHB..

jul
27
Posted on 27-07-2022
Filed Under (Artigos) by vitor on 27-07-2022
Porto Alegre, RS, Brasil, 25/07/2022 - Charge de Gilmar Fraga - Foto: Gilmar Fraga/Agência RBS<!-- NICAID(15158111) -->
Gilmar Fraga no jornal Zero Hora(RS)

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