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Posted on 07-06-2022
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DO CORREIO BRAZILIENSE

Na ocasião, Lula não citou diretamente Bolsonaro, mas disse que “a gente sabe é que gente dele, sabe, não tem pudor de ter matado a Marielle”

CN
Cristiane Noberto
 

 (crédito: Agência Brasil)

(crédito: Agência Brasil)

O jurídico ligado ao comitê de campanha de reeleição do presidente Jair Bolsonaro (PL) decidiu não dar continuidade a uma ação contra o ex-presidente Lula da Silva (PT). O chefe do Executivo estava pensando em processar o petista por afirmar que pessoas próximas ao chefe do Executivo teriam matado a ex-vereadora Marielle Franco. As declarações foram feitas na semana passada, enquanto Lula discursava em um evento em Porto Alegre (RS).

A informação de que Bolsonaro cogitava processar Lula foi revelada pelo jornalista Caio Junqueira, da CNN, e confirmada pelo Correio. 

A fala de Lula foi feita na última quarta-feira (1º/6), mas o nome de Bolsonaro não foi citado diretamente. “Quando a gente não pode se aproximar do governante, quando o governante tem um lado, um lado obscuro, porque a gente não sabe a qualidade de todos os milicianos dele, o que a gente sabe é que gente dele, sabe, não tem pudor de ter matado a Marielle”, disse.

No domingo (5/6), o ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira (PP), criticou a fala do petista e disse que é a “a maior fake news que um homem público” já disse no Brasil. “Dizer que pessoas próximas ao presidente Bolsonaro mataram a vereadora Marielle é de uma irresponsabilidade, de uma leviandade sem precedente. Isso sim é uma fake news”, afirmou e ainda falou estar “estarrecido” com a conduta do petista.

Marielle e o motorista Anderson Gomes foram assassinados no Rio de Janeiro em abril de 2018. O policial militar reformado Ronnie Lessa é um dos suspeitos do crime. Na semana passada, ministros do Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) negaram recursos para acelerar o julgamento.

Procurada pela reportagem, a assessoria de Lula afirmou que não irá comentar o caso agora. 

“Graças a Deua você Voltou”, Nana Caymmi: a filha de seu Dorival em fabulosa interpretação de uma raridade do samba canção do gaúcho Tito Madi.Um luxo de voz para  a interpretação de uma joia musical. Confira.

BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares)

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Futebol

DO CORREIO BRAZILIENSE

Para enfrentar o Japão, o técnico Tite manteve a base que goleou ao Coreia do Sul

AF
Agência France-Presse
 

 (crédito: CHARLY TRIBALLEAU / AFP)

(crédito: CHARLY TRIBALLEAU / AFP)

Com gol de Neymar, em mais uma cobrança de pênalti, o Brasil venceu o Japão por 1 a 0 em amistoso em Tóquio nesta segunda-feira (6/6), na reta final da preparação de ambas as seleções para a Copa do Mundo de 2022.

O camisa 10 garantiu a vitória de um Brasil que novamente foi dominante, e que vinha de marcar 17 gols nos últimos quatro jogos, mas que sofreu mais do que o esperado para derrubar a defesa japonesa comandada pelo goleiro Shuichi Gonda.

Com o pênalti convertido, aos 32 minutos do segundo tempo, Neymar chega a 77 gols pelo Brasil, três a menos que Pelé, maior artilheiro da história da Seleção.

A Seleção controlou o jogo desde o início contra um adversário que praticamente não incomodou o goleiro Alisson, em meio à impiedosa chuva que caiu durante toda a partida no estádio Nacional de Tóquio.

Tite manteve a base que goleou ao Coreia do Sul por 5 a 1 na última quinta-feira, com apenas quatro mudanças no time titular: Vinícius Júnior, Alisson, Éder Militão e Guilherme Arana substituíram Richarlison, Weverton, Thiago Silva e Alex Sandro.

Vini por momentos buscou jogadas com a dupla Lucas Paquetá e Neymar, vital no sistema ofensivo do Brasil, mas, assim como seus companheiros, sofreu para tirar o zero do placar apesar da pressão sobre os japoneses.

Exigido em finalizações de Raphinha, Neymar e salvo pela trave em um chute de Paquetá, o goleiro japonês Shuichi Gonda foi o destaque do time da casa.

Sem letalidade no ataque, os ‘Samurais azuis’ de Hajime Moriyasu passaram longe de apresentar o futebol da goleada por 4 a 1 na quinta-feira passada em Sapporo sobre o Paraguai.

O treinador fez oito mudanças em relação ao time que começou o jogo contra os paraguaios. Só estiveram em campo hoje o zagueiro Yoshida e os volantes Endo e Haraguchi.

No segundo tempo, a situação mudou pouco. O Brasil continuou buscando a vantagem, especialmente pelas alas, e o Japão resistia, sem que suas poucas chegadas ao ataque representassem algum perigo.

Tite queria sair com a vitória a todo custo contra um time que vinha de oito jogos de invencibilidade (sete vitórias e um empate). Assim, o técnico substituiu seus dois pontas, Raphinha e Vinícius, pelos dois Gabriéis (Jesus e Martinelli) e colocou Richarlison no lugar do volante Fred.

Moriyasu respondeu fechando ainda mais o time do Japão, mas as mexidas do treinador brasileiro logo deram resultado. Endo derrubou Richarlison dentro da área quando o centroavante estava prestes a finalizar sozinho após um chute cruzado de Neymar que foi defendido por Gonda.

O craque do Paris Saint-Germain cobrou no cato direito do goleiro para garantir a quinta vitória consecutiva da Seleção entre amistosos e Eliminatórias.

O time do técnico Tite agora se concentra para a próxima data Fifa, em setembro, a última antes do início do Mundial do Catar, no qual o Brasil estreia no dia 24 de novembro contra a Sérvia.

 

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Duke no jornal O Tempo (MG)

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  • Redação O Antagonista
     Em entrevista ao Uol, o presidente da União Brasil afirmou que gostaria de ver Sergio Moro como candidato à Presidência da República
Mario Sabino na Crusoé: Luciano Bivar fez a coisa certa
Foto: Adriano Machado/Crusoé

Em artigo na Crusoé, Mario Sabino comenta a entrevista concedida pelo presidente da União Brasil, Luciano Bivar, na qual o deputado disse que foi “voto vencido” na disputa interna do partido em relação à candidatura de Sergio Moro à Presidência da República.

“De fato, Luciano Bivar (foto) manda tão pouco no partido que preside que será ele o candidato da União Brasil ao Palácio do Planalto. Quem manda mesmo é a parte do fundo eleitoral reservada a uma campanha presidencial: até 70 milhões de reais, que pode subir para 90 milhões de reais, se esse teto for atualizado pela inflação. Afora, é claro, as doações permitidas por lei.”

Quanto às não permitidas, tenho certeza de que Luciano Bivar e seus companheiros de cúpula de partido, que terão praticamente 1 bilhão de reais do dinheiro do pagador de impostos para gastar nas diversas campanhas, serão tão inflexíveis quanto Sergio Moro.”

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