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Posted on 27-05-2022
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DO CORREIO BRAZILIENSE

A pesquisa desta quinta-feira (26/5) foi a primeira feita pelo instituto após os pré-candidatos Sergio Moro (União Brasil) e João Doria (PSDB) desistirem de concorrerem ao Palácio do Planalto

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Roberto Fonseca
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Pedro Grigori
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Talita de So
 

 (crédito: Marcelo Ferreira/CB/D.A Press e AFP)

(crédito: Marcelo Ferreira/CB/D.A Press e AFP)

Caso as eleições fossem realizadas nesta quinta-feira (26/5), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) venceria a corrida pelo Palácio do Planalto ainda no primeiro turno, com 48% dos votos. A pesquisa do Instituto Datafolha, divulgada hoje, apontou uma vantagem de 21 pontos de Lula contra o presidente Jair Bolsonaro (PL), que teve 27% de preferência dos entrevistados. 

A vitória do ex-chefe do Executivo petista se daria por ter a maior parte das intenções de votos válidos, visto que todos os outros pré-candidatos, juntos, somam 40% da preferência dos entrevistados. Ciro Gomes aparece como terceira opção mais votada, com 7% dos votos. A porcentagem é a mesma para os entrevistados que afirmaram que votarão em branco ou anularão o voto.

O levantamento ainda registrou 4% de entrevistados que não sabem em quem votar. André Janones (Avante) e Simone Tebet (MDB) alcançaram 2% dos votos e Pablo Marçal (Pros) e Vera Lúcia (PSTU), 1%. Já Felipe d’Avila (Novo), Sofia Manzano (PCB), Leonardo Péricles (UP), Eymael (Democracia Cristã), Luciano Bivar (União Brasil), e General Santos Cruz (Podemos) não chegaram a 1% das intenções.

A pesquisa desta quinta-feira (26/5) foi a primeira feita pelo instituto após os pré-candidatos Sergio Moro (União Brasil) e João Doria (PSDB) desistirem de concorrerem ao Palácio do Planalto. Feito entre quarta (25/5) e quinta-feira (26/5), o levantamento entrevistou 2.556 pessoas, acima de 16 anos, em 181 municípios. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou menos. 

O levantamento foi contratado pelo jornal Folha de S.Paulo e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-05166/2022.

De acordo com o Datafolha, a nova pesquisa não é diretamente comparável à anterior, realizada em 22 e 23 de março, por aplicar cenários distintos, excluindo pré-candidatos que deixaram a disputa e adicionando nomes que passaram a ser apresentados pelas legendas.

O desempenho de Lula também cresceu na pesquisa espontânea, quando não são apresentados nomes dos pré-candidatos para os entrevistados. Ele foi apontado como preferência de 38% dos entrevistados, enquanto Bolsonaro foi lembrado por 22%. Em março, a intenção de votos nesta modalidade de pesquisa era de 30% para o petista de 23% para o chefe do Executivo.

De acordo com o instituto, a marca do petista é a melhor desde o início das pesquisas da instituição, em maio de 2021. Ciro foi lembrado por 2% dos entrevistados e Tebet, 1%. 

Preferência por Lula é maior entre mulheres, pretos, católicos e jovens 

O ex-presidente Lula tem maior capital de votos entre mulheres, com 49% das intenções ante 23% de Bolsonaro. Maioria dos eleitores entre 16 a 24 anos também preferem o petista: 58% deles votarão em Lula, contra 21% que darão a chance do presidente ser reeleito. 

Maioria de pretos (57%) e católicos (54%) também escolheram Lula para comandar o país pelos próximos quatro anos. 

De mais ninguém”, Marisa Montes: todo poder de sedução e encanto de uma voz feminina na interpretação do um clássico do samba canção na sexta-feira do Bahia em Pauta.

BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares)

 

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DO CORREIO BRAZILIENSE/ ESTADO DE MINAS

Senadora do MDB é mais uma tentativa de nome para combater a polarização nas eleições deste ano. A advogada, de 52 anos, ligada à bancada do agronegócio e conhecida nacionalmente pela CPI da covid, tem sua história misturada com o feminismo político

AM
Ana Mendonça – Estado de Minas
 

 (crédito: Jefferson Rudy/Agência Senado)

(crédito: Jefferson Rudy/Agência Senado)

No seu primeiro discurso depois de ser confirmada como pré-candidata do MDB ao Palácio do Planalto, a senadora Simone Tebet já mandou o recado via redes sociais: “Mulher vota em mulher.”

Mas afinal quem é a advogada, de 52 anos, que quer representar a “terceira via” e chegar ao cargo mais importante do país?

Nascida em Três Lagoas, no Mato Grosso do Sul, a senadora cresceu em berço político. Tebet é filha do ex-ministro da Infraestrutura do governo Fernando Henrique Cardoso (PSDB), Ramez Tebet (PMDB). O cargo no governo FHC levou o pai de Simone à presidência do Congresso Nacional em 2001, depois de três meses à frente da pasta.

Apesar de ser filha de político, Tebet escolheu priorizar os estudos inicialmente. Ela foi aprovada aos 16 anos na Faculdade Nacional de Direito da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Anos depois, se tornou especialista em Ciência do Direito, pela Escola Superior de Magistratura, e mestre em Direito do Estado pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Deu aulas em universidades como a Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), Universidade Católica Dom Bosco, Universidade para o Desenvolvimento do Estado e Região do Pantanal e Faculdades Integradas de Campo Grande.

Política feminina

A história da senadora na política começou aos 31 anos, quando foi a mulher mais votada para um cargo legislativo em 2002. Ela se tornou deputada estadual pelo Mato Grosso do Sul, com 25.251 votos. Dois anos depois, ela se elegeu para o seu primeiro cargo majoritário e se tornou a primeira mulher a ocupar o cargo de prefeita de Três Lagoas. Nas eleições municipais de 2008 reelegeu-se para o posto com mais de 75% dos votos.

Na época, Simone resolveu renunciar à prefeitura e compor a chapa de André Puccinelli (MDB) na eleição para o governo de Mato Grosso do Sul, na condição de candidata a vice-governadora. Vitoriosa a chapa, tornou-se a primeira mulher vice-governadora do estado.

Nas eleições parlamentares de 2014, candidatou-se ao cargo de senadora pelo Mato Grosso do Sul, sendo eleita. No Senado Federal, ela liderou a primeira bancada feminina da história e tornou-se presidente da Comissão Mista de Combate à Violência contra a Mulher. Foi também a primeira mulher a presidir a Comissão de Constituição e Justiça, e a primeira a disputar a presidência do Senado em 198 anos.

Em 2018, durante as eleições que elegeram o presidente Jair Bolsonaro (PL), Tebet foi cotada para ser candidata ao governo do Mato Grosso do Sul, depois que seu companheiro de chapa André Puccinelli foi preso. Ela desistiu desta eleição.

“Descontrolada” na CPI da Pandemia

Simone Tebet ganhou destaque nacional ao liderar um movimento feminista dentro da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da COVID no Senado Federal. Composta por apenas homens, a comissão investigou a conduta do governo do presidente Bolsonaro no combate à pandemia. Tebet foi uma das senadoras, que apesar de não ter cargo oficial na comissão, esteve presente na maioria das sessões e interrogando investigados.

“As pessoas ainda se recusam a acreditar que a mulher sofre misoginia, que a mulher que ousa sair para o mercado de trabalho, vai para um ambiente público, não só na política mas no dia a dia, ela recebe toda sorte de discriminação”, disse, citando episódios de constrangimento sofridos por ela própria ou por outras senadoras.

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Charge de Gilmar Fraga para ZH em 25/05/2022<!-- NICAID(15107146) -->
Gilmar Fraga no diário gaúcho Zero Hota (RS)

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 DA TRIBUNA DA BAHIA (UOL)

Os parlamentares petistas querem que Moro ressarça os cofres públicos por prejuízos causados à Petrobras e à economia brasileira.


 Foto: Reprodução Facebook

Rodrigo Daniel Silva

Pré-candidato ao governo da Bahia, ACM Neto (União Brasil) chamou de “vergonha” ontem a ação judicial de deputados do PT contra o ex-juiz da Lava Jato, Sérgio Moro. Moro hoje é filiado ao União Brasil, partido o qual Neto é secretário-geral.

“A ação é uma vergonha. Uma coisa inaceitável. Eu sei que isso não vai prosperar. É um absurdo. Inclusive, traria um ambiente de insegurança para a decisão de juízes no país inteiro. É uma vergonha, quer se reescrever a história”, declarou o ex-prefeito soteropolitano, na sabatina do Uol/Folha de S. Paulo.

Os parlamentares petistas querem que Moro ressarça os cofres públicos por prejuízos causados à Petrobras e à economia brasileira. A ação judicial foi apresentada no dia 27 e enviada à 2ª Vara Federal Cível de Brasília. Os petistas não estipularam o valor da indenização a ser pago em caso de condenação.

Ainda na sabatina ontem, ACM Neto descartou subir em palanques de presidenciáveis, quando estes fizerem atos na campanha eleitoral na Bahia. “Ninguém iria compreender e seria uma coisa absolutamente incoerente da minha parte ao mesmo tempo ir e, em um só campanha, estar no palanque de Lula, de Bolsonaro, de Ciro, de Bivar. Essa hipótese não existe (…) Eu não vou estar em nenhum palanque. Não posso estar em nenhum palanque. Seria uma coisa absolutamente incoerente”, disse ele.

Neto disse que vai seguir disputa eleitoral com palanque aberto no estado. “Meu padrinho político é o povo baiano”, ressaltou ACM Neto ao negar aproximação com o presidente Jair Bolsonaro (PL) e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). “Enquanto os outros pré-candidatos falam mais dos seus padrinhos políticos que de si mesmos e dos seus projetos, eu reafirmo: meu padrinho político é o povo baiano. Tenho uma posição muito clara, eu vou focar nas eleições da Bahia. O que está no debate é o futuro do nosso estado”, salientou.

“Hoje, tenho um arco de alianças que conta com o Solidariedade, que apoia o ex-presidente Lula na disputa nacional, com o Republicanos, que vai apoiar a reeleição do presidente Jair Bolsonaro e com o PDT, que tem o nome de Ciro Gomes como pré-candidato (…) E eu tenho o dever de respeitar a posição desses partidos que estão comigo. Portanto, não vamos nacionalizar a campanha”, acrescentou.

Questionado sobre a polarização do pleito nacional e a tentativa dos adversários em colar Lula e Bolsonaro ao seu nome, ACM Neto enfatizou: “Aqui na Bahia tentam fazer esse pingue-pongue, me jogam de um lado para o outro. Mas a minha estratégia é dar conforto e trazer palavra de segurança ao cidadão baiano. Eu vou saber governar a Bahia com qualquer presidente escolhido pela população brasileira”, disse.

Neto também disse não acreditar na hipótese de o presidente Jair Bolsonaro tentar dar um golpe no país, se perder a eleição. “Não acredito que haja espaço no país para golpe, ruptura institucional, desrespeito democrático. Quem quiser falar, pode, mas as instituições no Brasil são mais fortes”, disse ele.

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