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Posted on 26-05-2022
Filed Under (Artigos) by vitor on 26-05-2022

 

DO CORREIO  BRAZILIENSE

Até o momento, 25 pessoas morreram na operação da Polícia Militar. Entidades pedem que STF determine governo a elaborar plano para diminuir letalidade policial

LP
Luana Patriolino
 

 (crédito: Reprodução/PMRJ)

(crédito: Reprodução/PMRJ)

O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), se reuniu, nesta quarta-feira (25/5), com o procurador de Justiça do Rio (MP-RJ), Luciano de Oliveira Mattos de Souza, para discutir sobre as 25 mortes durante uma operação da Polícia Militar na Vila Cruzeiro, comunidade na Zona Norte do Rio. O PSB e outras entidades cobram que a Corte obrigue o governo estadual a elaborar, em até 60 dias, um novo plano de redução da letalidade policial.

Para a elaboração do plano, segundo as instituições, serão necessárias audiências com a sociedade civil, a Defensoria Pública, o Ministério Público e a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Segundo as entidades, a “violência policial está ainda pior”. 

De acordo com a polícia do Rio, ao menos 15 eram suspeitos de integrar o tráfico de drogas. Uma vítima era uma moradora, outra foi atingida por uma bala perdida dentro de casa e os outros ainda não foram identificados. Outras seis pessoas estão feridas.

Fachin é relator da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 635, conhecida como a “ADPF das Favelas”. A ação prevê que as polícias justifiquem a “excepcionalidade” para a realização de uma operação policial numa comunidade, durante a epidemia da covid-19. O plano deve ter medidas objetivas, cronogramas e previsão dos recursos necessários para a sua implementação.

Em maio de 2021, o magistrado propôs 11 medidas para combater a letalidade policial no estado. Em nota, STF afirmou que Fachin demonstrou preocupação com as consequências da operação.

“Ao procurador, o ministro demonstrou muita preocupação com a notícia de mais uma ação policial com índice tão alto de letalidade na data de ontem, mas informou que soube da pronta atuação do Ministério Público e que tem confiança de que a decisão do STF será cumprida, com a investigação de todas as circunstâncias da referida operação”, diz o comunicado.

“Capital do samba”, Velha Guarda da Mangueira e Chico Buarque: um samba que louva a Mangueira e a Bahia, com Chico e a velha guarda da verde e rosa. Dá vontade de cantar junto. Confira.

BOM DIA!!!

(Vitor Hugo Soares)

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Posted on 26-05-2022
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  • Redação O Antagonista
     Apesar disso, o ex-juiz declarou que sua candidatura ainda depende de deliberação do partido União Brasil
Sergio Moro: “Sou pré-candidato a senador por São Paulo”
Reprodução/YouTube/Sergio Moro
 O ex-juiz Sergio Moro confirmou há pouco, em entrevista à CNN Brasil, que é pré-candidato ao Senado pelo estado de São Paulo.

“Estou no União Brasil, estou construindo o meu espaço. Hoje, sou pré-candidato ao Senado aqui em São Paulo. Claro que [a candidatura] isso vai depender de eu tomar uma decisão definitiva quanto a isso, e o próprio partido. Mas, em princípio, a posição é essa. Onde eu estiver, eu vou ser sempre o mesmo”, declarou o ex-juiz.

Pesquisas apontam Moro como um dos favoritos ao Senado por São Paulo. Hoje, o ex-juiz teria 20% das intenções de voto no estado, de acordo com pesquisa da Real Time Big Data, contratada pela Record TV.

Em sua primeira aparição nas pesquisas ao senado, ele estaria atrás de José Luiz Datena (PSC), com 29% das intenções de voto, e à frente de Márcio França (PSB), que tem 16% das intenções.

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Duke no jornal O Tempo (MG)

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DO CORREIO BRAZILIENSE

Imagem da primeira-dama já tem sido utilizada por Bolsonaro e aliados desde março, quando o presidente anunciou corrida à reeleição

CN
Cristiane Noberto
 

 (crédito: AFP / EVARISTO SA)

(crédito: AFP / EVARISTO SA)

Em cerimônia reservada, a primeira-dama Michelle Bolsonaro se filiou nesta terça-feira (24/5) ao Partido Liberal, o mesmo do presidente Jair Bolsonaro (PL). A ideia é utilizar a imagem dela nas propagandas eleitorais ao lado do marido.

Michelle terá agendas próprias pelo Brasil ao lado da ex-ministra da Mulher e pré-candidata ao Senado Damares Alves (Republicanos). A estratégia é comunicar diretamente com o eleitorado evangélico e feminino — ponto mais sensível para o presidente. Além disso, a primeira-dama também irá abraçar a causa do empreendedorismo.

A imagem da esposa de Bolsonaro já tem sido utilizada por ele e aliados desde março, quando o presidente anunciou a sua corrida para a reeleição. Ela tem viajado com o chefe do Executivo em agendas de pré-campanha e chegou a repetir o slogan “Brasil acima de tudo, Deus acima de todos” em alguns discursos.

Articuladores do presidente afirmam que a imagem de Michelle é positiva para cativar o eleitorado que ainda o rejeita — especialmente as mulheres. Dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) apontam que elas são a maior fatia de eleitores no Brasil. As mulheres correspondem a 79,2 milhões (52%), são cerca de 8,7 milhões a mais que os eleitores do sexo masculino (70,5 milhões).

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